Diversos

Aos 52 anos, morre o ator Paulo de Tharso

paulo-de-tharso-bob-sousaMorreu, em São Paulo, nessa terça (14), o ator Paulo de Tharso, aos 52 anos.O artista foi encontrado, pelo pai, morto em seu apartamento, na avenida São Luís, na região central de São Paulo.

A família não divulgou a causa da morte. O artista integrava a Cia. Cemitério de Automóveis, de Mário Bortolotto.

Emocionado, Bortolotto falou sobre a perda do amigo e colega de trabalho.

— É uma perda para mim, como amigo, incomensurável. É difícil até falar. E, para o teatro, é uma perda irreparável. O Paulo era um ator brilhante. Antes de ser ator, era músico, era compositor e cantor de rock. Mas vi que ele era um ator nato e o convidei para trabalhar comigo. Tinha um carisma incrível. Era um grande artista.

O corpo de Paulo de Tharso será velado na tarde desta quarta, na sede da Cia. Cemitério de Automóveis, na rua Frei Caneca, 384, na região central de São Paulo.

Depois, o corpo será cremado.

Do R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

[VÍDEO] Vereadora do PSOL chama traficantes de “trabalhadores megaexplorados”

Imagens: Reprodução/Tarugão Barreira

A vereadora de Porto Alegre (RS) Karen Santos (PSOL) provocou forte debate após afirmar que pessoas envolvidas no tráfico de drogas seriam “trabalhadores megaexplorados” dentro da cadeia produtiva do narcotráfico.

A declaração foi dada durante discussão sobre regulamentação das drogas e reacendeu o debate sobre segurança pública, desigualdade social e políticas de combate ao tráfico no Brasil, conforme o perfil Tarugão Barreira, no instagram.

A parlamentar defendeu a regulamentação das drogas como alternativa para reduzir violência, exploração e o fortalecimento do crime organizado. Segundo ela, o mercado ilegal movimenta bilhões de reais sem qualquer controle estatal ou tributação.

“Drogas é uma mercadoria, como qualquer outra, assim como a gente tem o álcool que é legalizado, assim como a gente tem o cigarro que é legalizado, assim como a gente tem o açúcar, o café e, dentre outros medicamentos, tarja preta”, afirmou a vereadora.

Na sequência, Karen Santos declarou que trabalhadores envolvidos nas etapas da cadeia do tráfico seriam explorados economicamente. “

Quer acabar com as drogas? Regulamenta, porque é muito interessante para o capitalismo super explorar essa cadeia produtiva das pessoas que plantam, das pessoas que embalam, das pessoas que fazem o translado até chegar no varejo, lá na ponta, na biqueira, são trabalhadores mega explorados, sem seus direitos garantidos”, disse.

A fala rapidamente repercutiu nas redes sociais e dividiu opiniões. Críticos acusaram a parlamentar de relativizar o crime organizado e minimizar os impactos da violência ligada ao tráfico de drogas. Já apoiadores afirmaram que a vereadora buscou discutir desigualdade social, ausência do Estado em áreas periféricas e modelos alternativos de política antidrogas.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Moraes pode virar primeiro ministro do STF alvo de impeachment

Foto: Reprodução

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, voltou ao centro da crise entre os Poderes após ganhar força, nos bastidores de Brasília, a discussão sobre uma possível abertura de processo de impeachment no Senado. Parlamentares e juristas apontam supostos abusos de autoridade e decisões consideradas polêmicas, aumentando a pressão política sobre o magistrado.

A possibilidade de um impeachment contra Moraes vem sendo debatida por integrantes do Congresso Nacional e setores jurídicos nos últimos meses. Segundo informações divulgadas pelo portal Alfinetei, o tema passou a circular com mais intensidade em meio aos embates institucionais envolvendo decisões do ministro.

Caso algum pedido avance oficialmente no Senado , Moraes poderá se tornar o primeiro ministro da história do STF a enfrentar formalmente um processo de impeachment no Brasil.

A Constituição prevê a possibilidade de afastamento de ministros do Supremo em casos de crime de responsabilidade. No entanto, a abertura do processo depende diretamente do presidente do Senado e de articulações políticas dentro da Casa.

Nos últimos meses, decisões tomadas por Moraes em investigações envolvendo atos antidemocráticos, redes sociais e parlamentares ampliaram críticas de setores da oposição e de integrantes do Congresso, que passaram a questionar possíveis excessos do Judiciário.

 

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

URGENTE: Ciro Nogueira é alvo de busca da PF no caso Master

Foto: Reprodução

O senador Ciro Nogueira (PP) foi alvo de mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Federal nesta quinta-feira (7), durante a quinta fase da Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional ligados ao Banco Master.

A nova fase da operação foi autorizada pelo STF e mobilizou policiais federais no Piauí, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal. Ao todo, a Polícia Federal cumpre 10 mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária. A decisão judicial também determinou o bloqueio de R$ 18,85 milhões em bens, direitos e valores ligados aos investigados.

Segundo a PF, a operação aprofunda investigações sobre movimentações financeiras consideradas suspeitas e possíveis conexões entre operadores financeiros, agentes públicos e estruturas utilizadas para ocultação de patrimônio.

O foco da nova etapa está em supostas irregularidades envolvendo o Banco Master. Até a última atualização, a Polícia Federal não havia detalhado qual seria a participação individual dos investigados citados na operação.

A operação aumenta a pressão política sobre aliados e figuras do Centrão em Brasília, já que o caso tramita no STF e envolve suspeitas de crimes financeiros de grande impacto.

Os próximos passos da investigação devem incluir análise do material apreendido, quebra de sigilos e aprofundamento do rastreamento de operações financeiras consideradas atípicas.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

[VÍDEO] Ministro de Lula processa Kelps no STF após acusações sobre respiradores

Imagens: Reprodução/Kelps Lima

O ex-deputado estadual Kelps Lima está sendo processado no STF pelo ministro-chefe da Casa Civil do governo Lula, Rui Costa, após acusações no caso dos respiradores comprados durante a pandemia da Covid-19 pelo Consórcio Nordeste.

Costa pede indenização alegando que foi acusado por Kelps de envolvimento no desaparecimento de recursos públicos destinados à compra dos equipamentos, que não foram entregues aos estados.

O ministro afirma ter sido alvo de declarações consideradas ofensivas relacionadas à condução da compra de respiradores pelo Consórcio Nordeste durante a pandemia. Há registros de que valores foram pagos antecipadamente, o que gerou forte repercussão e questionamentos sobre a aplicação dos recursos.

Kelps presidiu uma CPI na Assembleia Legislativa do RN para investigar o caso. Na época, a comissão apontou indícios de irregularidades e mencionou responsabilidades envolvendo gestores do Consórcio Nordeste e também a gestão do RN, comandada pela governadora Fátima Bezerra.

Kelps Lima, que é advogado, afirma que vai se defender no processo em Brasília. Ele disse que pretende acompanhar o andamento da ação e reforçou críticas à falta de responsabilização no caso dos respiradores.

“Uma das minhas missões ao chegar a Brasília inclui ter poder para ver esse processo caminhar na Justiça. O RN não pode, simplesmente, ver o dinheiro sumir dos seus cofres… e o caso ficar por isso mesmo”, garantiu.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

EXPOSED: propina de R$ 8 milhões teria sido paga para travar CPI do Caso Master no Senado

Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

Investigadores do caso do Banco Master apuram a suspeita de que o banqueiro Daniel Vorcaro teria pago uma quantia entre R$ 6 milhões e R$ 8 milhões a um senador da oposição para atuar contra a abertura de uma CPI no Congresso Nacional.

Segundo as apurações, o suposto pagamento teria ocorrido ainda no primeiro semestre de 2026, período em que o Banco Master passou a ganhar forte repercussão no mercado após negociações envolvendo o Banco de Brasília (BRB).

À época, Vorcaro ainda não havia sido preso. O banqueiro foi detido pela primeira vez em novembro de 2025, no mesmo período em que o Banco Central decidiu pela liquidação do Banco Master.

Mesmo após a prisão do empresário, há resistência no Senado e na Câmara para a instalação de uma CPI destinada a investigar o caso, apesar de diversos requerimentos já terem sido apresentados por parlamentares.

Conforme o Metrópoles, a proposta de delação de Vorcaro foi entregue pelas defesas do banqueiro nesta quarta-feira (6). O material agora está sob análise da Polícia Federal e da PGR, que vão avaliar se há elementos suficientes para avançar na formalização do acordo.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

[VÍDEO] Cantor Edyr Vaqueiro se defende de acusações de violência doméstica e fala em “provar inocência”

Imagens: Reprodução/TV Tropical

O cantor Edyr Vaqueiro se manifestou publicamente após vir à tona uma acusação de violência doméstica que está sendo investigada pela Polícia Civil. O caso ganhou repercussão nas redes sociais e também envolve a concessão de medida protetiva relacionada ao episódio, que segue sob análise das autoridades competentes.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o artista afirmou ser inocente e disse que pretende comprovar sua versão dos fatos na Justiça. Já sua defesa sustenta que há elementos e provas que contestariam a narrativa apresentada na ocorrência registrada, além de afirmar que o caso está sendo acompanhado juridicamente e que medidas cabíveis serão adotadas no processo.

Por outro lado, a defesa da mulher que fez a denúncia afirma que as condutas atribuídas ao cantor estão sob investigação formal e reforça a existência da medida protetiva concedida pelo Judiciário. As partes apresentam versões divergentes sobre o caso, que segue em apuração, sem conclusão oficial até o momento por parte das autoridades responsáveis.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

[VÍDEO] Relator pede cassação de deputado do PT após briga de rua

Imagens: Reprodução/Gazeta do Povo

Um vídeo da briga envolvendo o deputado estadual Renato Freitas (PT) voltou a ganhar repercussão após o relator do caso no Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Paraná, Márcio Pacheco (Republicanos-PR), pedir a cassação do mandato do parlamentar nesta quarta-feira (6).

O episódio, registrado em vídeo no centro de Curitiba, voltou a circular após o avanço do processo disciplinar contra o deputado petista. Durante a análise do caso, o relator Márcio Pacheco também se manifestou publicamente sobre o pedido de cassação.

Pacheco afirmou que não há elementos que sustentem a tese de legítima defesa apresentada pelo parlamentar. Segundo ele, o conjunto das condutas analisadas no processo reforça a gravidade do caso no âmbito do Conselho de Ética.

Acusações incluem agressão e conduta em via pública

Entre os pontos destacados no relatório estão:

  • inexistência de excludente de ilicitude
  • gravidade objetiva da conduta
  • sequência de agressões em via pública
  • uso de técnicas marciais contra pessoa em inferioridade
  • humilhação adicional da vítima já imobilizada

Renato Freitas já responde a 11 representações por quebra de decoro parlamentar na Assembleia Legislativa do Paraná, incluindo o episódio da briga no centro de Curitiba. O processo segue em análise no Conselho de Ética.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

MORAES X ASSEMBLEIAS: STF pode mudar regra sobre prisão de deputados e barrar interferência política

Foto: Rosinei Coutinho/STF

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, defendeu a revisão de um entendimento que permite que assembleias legislativas estaduais derrubem prisões de deputados em determinados casos. A manifestação ocorreu nesta quarta-feira (6), durante decisão que manteve a prisão do deputado Thiago Rangel (Avante), no Rio de Janeiro.

Na decisão, Moraes afirmou que o modelo atual tem sido utilizado de forma distorcida e pode favorecer a impunidade de parlamentares investigados por crimes sem relação com o mandato.

O ministro determinou que a prisão de Thiago Rangel deve ser mantida independentemente de manifestação da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), e pediu que o caso seja analisado pela Primeira Turma do STF.

Moraes afirmou que normas estaduais têm sido aplicadas de forma automática para reverter decisões judiciais. Segundo ele, esse mecanismo estaria sendo utilizado para proteger parlamentares em situações envolvendo organizações criminosas infiltradas no poder público.

De acordo com o ministro, em 13 casos de prisões de deputados estaduais por crimes sem relação com o mandato: 12 foram revertidas por assembleias legislativas e 8 ocorreram apenas no estado do Rio de Janeiro.

Caso Thiago Rangel e operação da PF

Thiago Rangel foi preso na terça (5), durante a quarta fase da Operação Unha e Carne, da Polícia Federal, que investiga fraudes em contratos da Secretaria Estadual de Educação do RJ. As investigações apontam que um computador apreendido na Alerj continha uma planilha com nomes de deputados e indicações de cargos no governo estadual.

Segundo a PF, a planilha incluía campos como: “o que tem” e “o que está pedindo”. No caso de Rangel, havia indicação para cargo no Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) em Campos dos Goytacazes, nomeação que teria ocorrido dias após o registro no documento.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Erika Hilton aciona PGR contra lei que proíbe mulheres trans em banheiros

Foto: Câmara dos Deputados

A deputada federal Erika Hilton acionou a PGR contra uma lei aprovada em Campo Grande que restringe o uso de banheiros femininos por mulheres trans. A parlamentar afirma que a norma é inconstitucional e discriminatória, e pede a análise jurídica da medida pelo MPF.

Segundo Erika Hilton, a legislação municipal viola princípios constitucionais e pode abrir espaço para situações de constrangimento e discriminação em ambientes públicos. A deputada sustenta que a norma não tem respaldo jurídico e que deve ser questionada por órgãos de controle.

A parlamentar criticou a lei e afirmou que a medida pode incentivar práticas de vigilância e exposição de pessoas trans em espaços coletivos. Para ela, o tema envolve diretamente questões de segurança e dignidade.

Hilton também argumenta que a regra pode gerar impactos para outras mulheres que não se enquadrem em padrões considerados “convencionais” por agentes fiscalizadores, ampliando o risco de abordagens discriminatórias em banheiros públicos.

O caso foi encaminhado à PGR, que deve avaliar se há elementos para questionamento constitucional da lei ou adoção de outras medidas jurídicas. Até o momento, não há manifestação oficial do órgão sobre o pedido.

A legislação segue em vigor em Campo Grande enquanto o caso é analisado, e o tema deve continuar gerando repercussão no meio jurídico e político nos próximos dias.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

[VÍDEO] OPERAÇÃO CONTRA-ATAQUE: Polícia prende suspeito de planejar ataque contra delegado do RN

Imagens: Divulgação/PCRN

Uma ação conjunta entre RN e Pernambuco prendeu, nesta quarta-feira (6), um foragido investigado por integrar uma organização criminosa envolvida no tráfico interestadual de drogas e armas e no planejamento de um atentado contra um delegado no RN. A prisão ocorreu no município de Paulista (PE), quando foram cumpridos mandados judiciais contra o suspeito, considerado de alta periculosidade.

A prisão faz parte da Operação “Contra-Ataque”, deflagrada pelas Polícias Civis do RN e de PE, que mira uma organização criminosa com atuação interestadual. O investigado estava foragido da Justiça e foi localizado escondido no estado de Pernambuco, onde acabou sendo capturado pelas equipes policiais.

Segundo as investigações, o suspeito é apontado como um dos fornecedores de drogas em larga escala para o RN, integrando uma rede criminosa envolvida também em lavagem de dinheiro e outros crimes violentos. O grupo teria atuação estruturada em diferentes estados.

O homem preso seria responsável ainda pelo fornecimento de armamento de grosso calibre que seria usado no atentado contra o delegado do RN, o que elevou o nível de prioridade da investigação.

O inquérito policial que investigou o plano de ataque já foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário. O Ministério Público do RN denunciou o suspeito e outros sete investigados, incluindo uma advogada, por envolvimento na organização criminosa e na preparação do atentado.

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *