Política

Aprovação ao governo Bolsonaro vai a 33%; reprovação recua de 63% para 58%

Foto: Sérgio Lima / Poder360

Pesquisa PoderData realizada nesta semana (11-13.out.2021) mostra leve melhora para o governo Jair Bolsonaro na opinião pública nos últimos 15 dias. A taxa de reprovação à gestão federal hoje está em 58%, uma queda de 5 pontos em comparação à pesquisa anterior.

A aprovação ao governo marca 33%. Oscilou para cima dentro da margem de erro da pesquisa, de 2 pontos percentuais.

O resultado indica uma melhora pontual para o governo, embora o quadro siga negativo para o Planalto. A taxa de reprovação está 25 pontos percentuais acima da de aprovação. Mas já foi pior: essa diferença era de 36 pontos no início de setembro.

A pesquisa foi realizada por meio de ligações para telefones celulares e fixos. Foram 2.500 entrevistas em 469 municípios nas 27 unidades da Federação de 11 a 13 de setembro de 2021.

Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

O PoderData também questiona os entrevistados a respeito de como avaliam o trabalho pessoal de Bolsonaro. Hoje, 53% classificam o presidente como “ruim” ou “péssimo”, uma queda de 5 pontos em comparação a duas semanas antes. Já o grupo que considera o trabalho do presidente “bom” ou “ótimo” foi de 25% a 29%. Variou para cima no limite da margem de erro (2 p.p. para mais ou para menos).

O grupo do “regular” é onde os eleitores costumam fazer um “pit stop” antes de mudarem de opinião. Hoje está em 18%. Vem crescendo pouco a pouco desde agosto.

Hoje, o grupo que considera o trabalho de Bolsonaro como “ruim/péssimo” fica 24 pontos percentuais acima do “ótimo/bom”. Há duas semanas, a diferença era de 33 p.p.

É a 1ª vez em 4 meses que tanto os números de aprovação do governo quanto os de avaliação do trabalho de Bolsonaro indicam alguma recuperação na imagem palaciana. O movimento é registrado enquanto o presidente mantém uma trégua de mais de 1 mês com os Poderes Judiciário e Legislativo. Rodadas anteriores indicaram que os atos de 7 de Setembro, ápice da tensão entre o presidente e outros Poderes, só provocaram alterações na margem de erro.

ESTRATIFICAÇÕES

Eis as taxas de aprovação e de reprovação do governo por sexo, faixa etária, nível de escolaridade e região.

Em relação ao trabalho do presidente, a fatia que avalia como “ruim” ou “péssimo” é maior nos jovens de 16 a 24 anos (62%). A taxa dos que respondem “ótimo” ou “bom” sobe no Norte (40%), mas continua perdendo em todos os estratos.

Poder360

Opinião dos leitores

  1. Pesquisas Fake News, o presidente continua forte nas pesquisas, a rua fala e ver quem tem olho. A esquerda corrompida continua descendo ladeira.

  2. Olha a pesquisaaaa!! Tá baratinha! Quem quiser basta solicitar como devemos fazer e com uma contribuição módica podemos divulgar na “grande” mídia! Olha aiiiii. Quem vai querer ??

  3. O apoio ao presidente Bolsonaro nos vemos nas ruas, por onde ele passa. Agora mesmo, vimos isso em Aparecida e outras cidades. E por onde andam seus opositores? Escondidos com medo do povo?

  4. Se a turma do quanto pior melhor e da corrupção deixassem ele governar a aproximação estaria nas alturas. Ele tem o sentimento do povo, porém vai de encontro a tudo de ruim que é praticado na política brasileira a séculos. A turma dos viciados nas tetas do governo vão fazer de tudo para não permitir que este sentimento do povo prospere e que o Mito faça escola, pois isto não os interessa.

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Política

“CPI da Covid torturou cidadão de bem”, diz Flávio Bolsonaro

Foto: Reprodução / YouTube

O senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) avaliou nesta 5ª feira (21.out.2021) que a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid no Senado “desencorajou muita gente a ajudar de uma forma mais direta e efetiva na pandemia”. Segundo o congressista, empresários ficaram com “medo de ajudar” porque a comissão estava “torturando psicologicamente o cidadão de bem”. Deu a declaração em entrevista ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan.

“Um laboratório que tivesse interesse de vender vacina pro Brasil, se isso [a CPI da Covid] não pesou na hora de decidir, porque por mais que fizesse tudo dentro da lei, como sempre foi o governo Bolsonaro, poderia se ver numa situação vexatória como essa [convites à comissão]“.

Flávio também disse que a AGU (Advocacia-Geral da União) vai abrir um processo contra o senador Renan Calheiros (MDB-AL) e outros senadores que votarem a favor do relatório final. O congressista afirmou que Calheiros pode ter cometido “até 20 crimes de abuso de autoridade”.

“Se eu fosse o Procurador-Geral da República, eu arquivaria o relatório de cara. Não tem nada sustentado. Só ataques ao presidente da República, que não podia ser objeto de investigação da CPI.”

Na noite de 4ª feira (20.out), o filho do presidente fez uma live no Instagram listando todos os crimes que Renan supostamente cometeu no exercício de relatoria da CPI.

“Isso tudo eu vou pedir para que minha assessoria documente, formalize e encaminhe ao Ministério Público Federal, para que seja avaliado se há ou não a incidência de crimes cometidos por Renan.”

Flávio deu ainda uma “dica de advogado” a Renan: disse que o relator pode tentar alegar alguma doença mental para ser livrar dos crimes em questão. Fez isso ao ler o seguinte dispositivo do Código Penal: “É isento de pena o agente que, por doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.”

Poder360

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Acidente

Motos batem de frente e passageiro morre após ser arremessado e atropelado por caminhão no RN

Foto: Reprodução / Rivanildo Júnior

Um homem morreu depois de se envolver na colisão entre duas motos e ser atropelado por um caminhão na cidade de Jucurutu, no Oeste potiguar, na noite dessa quarta-feira (20).

Segundo o Departamento de Polícia Rodoviária Estadual (DPRE), as duas motos bateram de frente e o passageiro de uma delas foi arremessado para debaixo de um caminhão que seguia no sentido contrário. Outras duas pessoas ficaram feridas.

O acidente aconteceu no trecho urbano da cidade, no bairro Novo Horizonte. As motos seguiam em sentidos contrários e bateram de frente. A polícia disse que ainda não há informações sobre o que teria provocado a colisão.

Dorgival Pereira da Silva, de 57 anos, foi atingido pelos pneus traseiros do caminhão que passava pelo local e morreu na hora.

Os condutores das duas motos ficaram feridos. Um deles, um homem de 25 anos, teve ferimentos leves e foi encaminhado ao hospital de Jucurutu. O outro, de 41 anos, teve ferimentos mais graves e foi encaminhado para Natal.

Ainda de acordo com o 3º DPRE, o motorista que conduzia o caminhão permaneceu no local e após realizar o teste do bafômetro, que deu negativo, foi liberado.

G1 RN

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Polícia

Jovem que usava tornozeleira eletrônica é morto a tiros na Zona Norte de Natal

Foto Ilustrativa: Reprodução

Um jovem de 22 anos foi morto a tiros no início da noite desta quarta-feira (20) na Zona Norte de Natal. Segundo informações da PM, criminosos desceram de um veículo fizeram a execução. A vítima utilizava tornozeleira eletrônica.

O crime aconteceu por volta das 18h30 na rua Antonio Conselheiro, situada em Nova Natal, próximo a Quadra de Esportes. Os criminosos estavam em um veículo do tipo punto, de cor preta.

De acordo com a Polícia Militar, populares disseram que o crime envolveu pelo menos dois homens.

A Polícia Civil deve investigar o crime.

Agora RN

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Saúde

São Gonçalo: UBS dos Jardins vai funcionar em horário diferenciado para vacinação contra a covid-19

Foto: Divulgação

A Unidade Básica de Saúde do conjunto Cidade das Flores, no bairro dos Jardins, em São Gonçalo do Amarante/RN, vai funcionar, nesta quinta e sexta-feira, dias 21 e 22, em horário diferenciado para vacinação contra a covid-19, das 15h às 19h, atendendo toda região. As demais UBSs seguem com o mesmo horário: 8h às 12h.

Confira os grupos que estão sendo vacinados:

Terceira Dose/Reforço (D3):

Idosos acima de 60 anos e trabalhadores da saúde que completaram cinco meses da segunda dose ou dose única;

Pessoas com imunossupressão que tomou a D2 há 28 dias;

Segunda dose (D2):

Oxford para quem tomou a D1 até 25 de julho;

Pfizer para quem tomou a D1 até 25 de agosto;

Coronavac para quem tomou a D1 há 28 dias.

Primeira Dose (D1):

Adolescentes com ou sem comorbidades acima de 12 anos de idade;

População em geral acima de 18 anos.

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Economia

Caixa paga auxílio emergencial a nascidos em fevereiro

Foto: © Marcello Casal / JrAgência Brasil 

Trabalhadores informais nascidos em fevereiro recebem hoje (21) a sétima parcela do auxílio emergencial em 2021. O benefício tem parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.

O pagamento também será feito a inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos no mesmo mês. O dinheiro é depositado nas contas poupança digitais e pode ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a três semanas após o depósito, poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta corrente.

Também hoje, recebem a sétima parcela do auxílio emergencial os participantes do Bolsa Família com Número de Inscrição Social (NIS) de final 4. As datas da prorrogação do benefício foram anunciadas em agosto.

Ao todo, 45,6 milhões de brasileiros estão sendo beneficiados pela rodada do auxílio emergencial deste ano. O benefício começou a ser pago em abril.

Para os beneficiários do Bolsa Família, o pagamento ocorre de forma distinta. Os inscritos podem sacar diretamente o dinheiro nos dez últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do NIS.

O pagamento da sétima parcela aos inscritos no Bolsa Família começou no último dia 18 e segue até o dia 29. O auxílio emergencial somente é depositado quando o valor é superior ao benefício do programa social.

Em todos os casos, o auxílio está sendo pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à atual rodada (veja guia de perguntas e respostas no último parágrafo).

O programa se encerraria em julho, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para as parcelas. A partir de novembro, o público do Bolsa Família será migrado para o Auxílio Brasil, caso o programa social, autorizado por medida provisória, seja criado.

Agência Brasil

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Cidades

Onze meses após morte de família, relatório propõe retirada planejada de construções nas falésias de Pipa

Foto: Reprodução / Idema

Os pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) estão próximos de concluir o relatório técnico de análise da situação atual das falésias de Tibau do Sul e Nísia Floresta. O documento conta com 12 proposições – entre elas uma transferência planejada das construções instaladas nas bordas, que foram identificadas como áreas de risco.

O estudo foi encomendado após a tragédia que vitimou um casal, o filho de sete meses e o cachorro da família em Pipa, no dia 17 de novembro do ano passado.

O documento, com sua versão final, será entregue ao Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) e ao Ministério Público Federal (MPF) entre o final do mês de outubro e o mês de novembro.

O documento está em fase de finalização, mas o pesquisador que coordenou os estudos, o geógrafo da UFRN Rodrigo Freitas, apontou algumas das proposições feitas, além de explicar parte do trabalho realizado pela equipe.

Entre as medidas que constam no relatório, está o acompanhamento de áreas de risco para a retirada de estabelecimentos e casas que estão instalados nas bordas das falésias, consideradas áreas de risco; o impedimento da chegada de carros e pessoas à beira das falésias; a correção na drenagem das estradas; e a utilização de placas informativas de maneira mais abrangente.

Para ler a matéria na íntegra acesse AQUI.

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Economia

Dólar dispara e supera R$ 5,66 após governo anunciar auxílio de R$ 400

Foto: PIXABAY

O dólar e os juros futuros disparavam nos primeiros negócios desta quinta-feira (21), com a moeda norte-americana superando R$ 5,66. Na abertura da sessão, a moeda norte-americana saltava 1,81%, a R$ 5,6629, às 9h11, após máxima de R$ 5,6753.

A alta é motivada por uma reação do mercado depois do indicativo de derrota do ministro da Economia, Paulo Guedes, na batalha contra os planos de romper o teto de gastos com o pagamento do Auxílio Brasil, programa idealizado para substituir o Bolsa Família, no valor de R$ 400.

Guedes disse que o governo avalia se o benefício temporário que irá vitaminar o novo Bolsa Família será pago fora do teto, o que demandaria uma licença para um gasto de cerca de R$ 30 bilhões, ou se haverá opção por uma mudança na regra constitucional do teto de gastos para acomodá-lo.

O chefe da Economia afirmou ainda que caberá ao relator da PEC dos Precatórios, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), viabilizar uma fórmula que garanta o pagamento de um benefício social de R$ 400 em 2022 respeitando o arcabouço fiscal do país.

Para piorar, o BC (Banco Central) não anunciou venda líquida de dólares — seja na forma de swap cambial, seja de moeda física — para esta quinta, mas dada a disparada do dólar agentes financeiros não descartam que a autoridade monetária intervenha de surpresa no mercado.

E o exterior tampouco ajuda, num dia de queda das bolsas de valores e de moedas emergentes, em meio a renovados temores relacionados ao mercado imobiliário chinês. Os juros futuros também apresentam forte aumento nos prêmios, com o DI com prazo de vencimento em janeiro 2025 avançando 60 pontos percentuais, a 11,5% ao ano.

R7

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Economia

RN pode perder R$ 500 milhões com projeto do ICMS dos combustíveis

Foto: Henrique Kawaminami / Arquivo

O Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) fez o cálculo e estima que o Rio Grande do Norte terá uma queda de cerca de meio bilhão de reais na arrecadação anual caso Projeto de Lei Complementar de Número 11/2020 seja aprovado e sancionado. Em todo o país, a redução de receitas para estados e municípios poderá chegar a R$ 32 bilhões. Aprovada na Câmara dos Deputados no último dia 13, a matéria chega ao Senado para apreciação e votação dos parlamentares.

O texto do PLP impõe uma mudança no modelo de cobrança do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual, Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) sobre os combustíveis, que é de competência dos estados e Distrito Federal. Os secretários de fazenda e tributação são contra e alegam que a sistemática não resolve o problema das constantes altas nos preços dos produtos, só gerando uma perda bilionária para as finanças estaduais e municipais, e, por isso, rejeitam o projeto.

Isso porque a redação do PLP obriga os estados e o Distrito Federal a fixarem uma alíquota desse tributo para cada produto, tomando como base de cálculo do imposto devido uma unidade de medida – como litro, quilo ou volume -, e não mais o valor da mercadoria cobrado do consumidor final como referência para aplicação da alíquota, como ocorre atualmente. Além disso, para chegar a essa taxa única, os estados teriam de fazer uma média ponderada dos preços ao consumidor dos últimos dois anos, o que não corresponderia ao custo real dos produtos desembolsado pelos consumidores e apenas diminuiria os valores repassados pela Petrobras aos estados.

No modelo vigente de recolhimento do ICMS dos combustíveis no país, chamado de substituição tributária, a cobrança é feita na base da cadeia produtiva. Ou seja, o imposto é recolhido na refinaria após a venda, e não nos postos de combustíveis, a ponta da cadeia. Cada estado tem regulação própria para esse tributo, que, no caso do Rio Grande do Norte, não sofre aumento de alíquota há pelo menos seis anos.

As estimativas de perdas, que apontam a supressão de cerca de R$ 500 milhões para os cofres do Rio Grande do Norte, foram baseadas em um estudo de impacto elaborado pela Federação Brasileira das Associações de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite). “Além de acarretar um prejuízo gigantesco para as receitas dos estados, assim como dos municípios, que ficam com 25% do montante recolhido com o ICMS, esse modelo não dá garantias que os preços cobrados aos consumidores se manterão em baixa”, argumentou o secretário Estadual de Tributação, Carlos Eduardo Xavier.

Ele presume que a perda desse volume traria um impacto negativo direto em serviços públicos essenciais, ameaçaria o cumprimento de gastos obrigatórios e poderia comprometer o avanço do equilíbrio fiscal do estado.

Reforma tributária ampla

Na visão do titular da SET-RN, assim como do comitê, a discussão da tributação dos combustíveis deve ser realizada no âmbito da Reforma Tributária, e não isoladamente. Os secretários estaduais já haviam se manifestado a favor da proposta de uma reforma ampla, disposta na PEC 110/2019, de autoria do senador Roberto Rocha (PSDB-MA). O relatório da proposta foi entregue no dia 5 de outubro ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), com a presença do presidente do Comsefaz, Rafael Fonteles, e do secretário de Fazenda de Pernamabuco, Décio Padilha.

Os secretários contestam o argumento de que os reajustes dos preços dos combustíveis têm gerado aumento real na arrecadação total de ICMS. Por conta do processo inflacionário: o valor dos combustíveis é repassado aos demais produtos do mercado, que se elevam de preço. Como a renda do trabalhador permanece a mesma, há redução do consumo, o que se reflete nas receitas do ICMS em variados setores do comércio.

Caso a matéria seja aprovada na casa legislativa, o Comsefaz assegura que entrará com uma ação expondo a inconstitucionalidade Congresso Nacional ao legislar sobre alíquotas de tributos estaduais, que são competência das Assembleias Legislativas e do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

Novo Notícias

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Política

Benes descredibiliza Eudiane, e diz que não desistiu do povo desistir dele

Foto: Reprodução / Câmara dos Deputados

Após a deputada Eudiane Macedo declarar, em entrevista ao Agora RN, que o deputado federal Benes Leocadio desistiu de se lançar candidato a governador nas eleições do próximo ano, o próprio Benes desmentiu a deputada.

“Não tive nenhuma reunião com a deputada Eudiane, nem com ninguém, tratando deste assunto”, afirmou Benes. “Continuo fazendo meu trabalho como deputado federal e estou a disposição dos potiguares, e daqueles que acreditam em uma mudança para aquilo que estamos vendo no governo do Rio Grande do Norte”, completou.

Benes continua pré-candidato e se colocando a disposição para unir o grupo

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Política

Câmara rejeita PEC que previa mudanças nas regras do conselho do Ministério Público; veja como votou bancada do RN

Foto: © Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) 

A Câmara dos Deputados rejeitou nessa quarta-feira (20) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que pretendia alterar a composição do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). A sessão foi encerrada em seguida.

A rejeição representa uma derrota política para o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que defendeu abertamente a matéria.

Por alterar a Constituição, a proposta precisava de aprovação de pelo menos três quintos dos deputados – isto é, 308 votos – em dois turnos.

Na votação desta quarta, houve 297 votos favoráveis e 182 contrários.

O texto votado em plenário foi um substitutivo elaborado pelo relator Paulo Magalhães (PSD-BA), nas últimas semanas, na tentativa de ampliar o apoio à PEC.

Após o resultado, Lira chegou a dizer que colocaria em votação o texto original – o que é permitido pelo regimento – mas, depois, encerrou a sessão.

Autor da PEC, o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) diz que a discussão ainda não acabou e acredita que uma nova votação pode ocorrer. Pelo regimento, segundo ele, seria possível resgatar o texto original e votar alterações como destaques, em seguida.

“A maturação [da PEC] tem que ser refeita e ela será feita na semana que vem”, afirmou o deputado.

O que dizia a PEC

Criticada por integrantes do Ministério Público, que temiam interferências políticas no órgão se a matéria fosse aprovada, a PEC aumentava, de dois para cinco, o número de indicados pelo Congresso no CNMP. Com as mudanças, o número de integrantes no colegiado saltaria dos atuais 14 para 17.

Além disso, segundo o texto, o corregedor do conselho também seria um nome escolhido pelos parlamentares. Atualmente, o corregedor é escolhido pelo CNMP, em votação secreta, dentre os membros do Ministério Público. É ele o responsável por conduzir processos disciplinares.

A última versão do parecer de Paulo Magalhães previa que a Câmara ou o Senado deveriam escolher o nome em uma lista de cinco apontados pelos próprios Procuradores-Gerais de Justiça.

Como votou a bancada do RN

A favor: Beto Rosado (PP), João Maia (PL), Natália Bonavides (PT), Walter Alves (MDB).

Contra: Benes Leocádio (REPUBLICANOS), Carla Dickson (PROS), General Girão (PSL).

Ausente: Rafael Motta (PSB).

A lista completa dos votos dos deputados pode ser conferida AQUI.

G1

Opinião dos leitores

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