Economia

Pesquisa do Procon Natal aponta queda de preços nos combustíveis

Foto: Alex Régis/Secom

O Procon Natal aponta uma queda nos preços dos combustíveis na capital potiguar. A pesquisa mensal indica números de redução no preço, com dados tabulados, até o momento, no mês de abril. Segundo o relatório, o preço médio da gasolina nas bombas é de R $5,479.

Os pesquisadores encontraram o menor preço da gasolina de R $5,330 na zona sul da cidade, na avenida da integração, ou seja, (2,79%) menor que a média de preços. Já na zona norte de Natal, a variação é para cima, com 6,88% de diferença a mais no preço da média com o combustível comercializado a R $5,697 em um posto na avenida João Medeiros Filho.

De acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível – ANP, a gasolina nas refinarias, teve reajustes positivos nos três primeiros meses do ano, com alta nos preços, que superam os 54%. A gasolina aumentou duas vezes em janeiro, repetiu em fevereiro e também em março.

Diesel

Já o aumento para o diesel nas refinarias acompanhou a toada, uma vez que este combustível subiu 41,6% em 2021. Nesse caso, foram dois aumentos em março, dois em fevereiro e um em janeiro. Os diversos reajustes que a Petrobras vem anunciando ao longo do ano resultam da política de preços adotada pela estatal, com paridade ao dólar.

No entanto, entre os dias 4 e 10 de abril, o diesel, por exemplo, teve uma queda de 0,3% em relação à semana anterior, para R $4,212, e de 1,5% se comparado ao mês anterior. Já a gasolina cedeu 0,05% entre a semana passada e a anterior, para R $5,448, e 2,5% na comparação mensal. Ou seja, a atual realidade, encontrada pelo Núcleo de Pesquisas do Procon Natal, demonstra que, depois de uma série de consecutivos aumentos no início do ano, nos meses de janeiro, fevereiro e março há uma queda nos preços das bombas para os natalenses.

O trabalho também constatou variações consideráveis entre os preços praticados nos diversos postos de combustíveis locais. A diferença entre o maior R$5,697 e o menor preço R$5,330 é de R$0,367 centavos de Real por litro de gasolina e isso equivale a uma variação de (6,89%). A gasolina comum mais barata encontra-se na região sul no bairro de Candelária, mas o menor preço médio dentre as quatro regiões pesquisadas é na oeste com, R$5,431. Já o maior preço da gasolina comum foi constatado na região norte, no bairro da Redinha, no entanto o maior preço médio de gasolina comum encontrado pela pesquisa foi na região sul com R $5,496.

Diante desses resultados, o órgão municipal de proteção ao consumidor orienta que a pesquisa de preços é a melhor solução para economizar, uma vez que foi constatada variação de preços grande entre os postos da cidade.

Ranking

Para auxiliar, o Procon Natal elaborou uma lista com variações entre o maior e menor preço, como também com os menores e maiores preços por região e disponibilizou os dados em sua página no endereço eletrônico www.natal.rn.gov.br/procon. Na página existe um ranking com endereço e região dos 10 postos com os preços mais baratos na cidade e planilha com as variações de maior e menor preço encontradas pela pesquisa.

Gás veicular

No mês de abril o preço médio encontrado foi de R$3,535, com variação (3,12%) entre o maior preço encontrado pela pesquisa de R$3,559 e o menor preço de R$3,490, isso equivale a R $1,09 por m3 do produto.

O menor preço constatado pela pesquisa foi de R $3.490 na zona sul e oeste e de R $3.499 na leste, bairros de Candelária e Lagoa Seca, Bairro Nordeste e de Felipe Camarão, além de Tirol e Lagoa Seca respectivamente. E o maior preço encontrado foi de R $3.599 na zona sul no bairro de Capim Macio.

Etanol

Hoje o preço do etanol em média é de R$ 4,625 que corresponde a (84,41%) do preço médio da gasolina de R$ 5,479 então, para ser viável ao consumidor que possui veículo flex, esse percentual teria que ser de 70% do preço médio do Etanol em relação ao da gasolina, ou seja, teria que está em média R$ 3,835. O que não é muito viável ao consumidor.

O Etanol, apresentou variação de (12,04%) no comparativo entre o maior e o menor preço no mês de abril com maior preço de R $4,840 e o menor preço de R $4,320, uma diferença de (R$0,520) centavos de reais por litro.

A região com a maior média encontrada pela pesquisa foi a região sul com (R $4,639), o maior preço encontrado foi no bairro de Capim Macio, já o menor preço encontrado foi na região oeste no bairro de Cidade Nova.

Diesel comum

O Diesel comum iniciou o ano com aumentos sucessivos, mas na pesquisa no mês de abril teve a maior como variação entre o maior e menor preço encontrado pela pesquisa de 18,91%, onde o maior preço R$ 4,697, encontrado na região norte e menor preço encontrado na região oeste no bairro de Cidade Nova com o valor de R$ 3,950, e isso equivale a R$ 0,750 centavos de Reais no litro.

O maior preço médio do diesel aparece na região sul com R $4,570 e a região com menor média encontrada foi a oeste com o valor de R $4,318.

 

Opinião dos leitores

  1. O procon e o ministério público precisa vim aqui em Parnamirim, o gnv nos três postos de combustíveis esta 3,83, enquanto o da entrada do satélite e de Emaús estão a 3,50. Em Natal tem posto a 3,39.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Comportamento

Pesquisa revela brasileiros são os que mais mentem na paquera virtual

Foto: Pexels

Quem nunca contou uma mentirinha pro crush na hora da paquera, seja num papo virtual ou num date? Ok, mentira pode ser um termo muito forte, afinal, existem diversos níveis de “alteração da verdade” ou omissão. De acordo com uma pesquisa global* realizada pelo aplicativo de paquera Happn, o brasileiro é o povo que mais conta inverdades na hora da paquera.

Mais da metade (51%) dos usuários nacionais afirmaram que já contaram algum tipo de balela em momentos de flerte, muito acima da média mundial que é de 29%. Participaram da pesquisa: França, Holanda, Brasil, Noruega, Dinamarca, Bélgica, Argentina, Itália, Espanha e Suécia.

As mais contadas

Dentre as mentirinhas mais contadas pelos brasileiros, a idade (30%) é a mais comum de não corresponder à realidade, seguindo a média global. Em segundo lugar, 22% dos brasileiros ‘adoram’ não revelar os verdadeiros gostos pessoais, especialmente sobre hábitos como fumar, beber e praticar esportes. Outro assunto que também é amplamente alterado pelos brasileiros no momento da paquera é a visão política pessoal: 16% dos usuários brasileiros do Happn afirmaram que já mentiram sobre o tema.

As mais escutadas

Mas quando o assunto são as mentirinhas do crush mais recebidas pelos usuários durante a paquera on-line, uma vence em disparada: “eu quase não leio as mensagens, pois não estou conectado com frequência” é a mentira mais comum. Confira o ranking nacional e global das mentiras mais contato on-line:

Brasil

47% – Quase não entro no app
28% – É a primeira vez que uso app de paquera
24% – Não vou conseguir te encontrar hoje; estou preso/a no trabalho

Mundo

35% – Quase não entro no app
26% – É a primeira vez que uso app de paquera
17% – Não vou conseguir te encontrar hoje; estou preso/a no trabalho.

Os motivos para ‘alterar a verdade’

Dentre os usuários nacionais, o principal motivo para eles criarem mentiras no momento da paquera é para chamar a atenção do crush (35%), seguido pelo receio de ser julgado (23%) e por sentir vergonha de algo pessoal (13%).

Mentir para quem se gosta não é legal

Apesar de os brasileiros comumente não serem completamente verdadeiros com o crush, metade deles (50%) acha que não é legal mentir para a pessoa que se gosta e 38% não vê problema em agir assim, desde que não seja uma mentira grave. Outros 12% afirmou que não tem um sentimento específico sobre mentir para o crush.

O outro lado da mesa

A pesquisa também questionou os usuários brasileiros do Happn se já descobriram alguma mentira contada pelo crush a eles. Mais de 65% dos brasileiros já descobriram alguma mentira, fossem elas bobas (33%) ou graves (32%). Já outros 35% acham que nunca foram enganados pelo paquera e, se foram, não descobriram.

O momento da verdade

Apesar de a mentira fazer parte do dia das pessoas, especialmente quando se trata de sedução, a verdade ainda é o principal argumento no momento de pôr um ponto final em uma relação. A pesquisa revelou que 46% dos entrevistados brasileiros preferem contar a verdade neste momento; outros 33% preferem falar nada, nem a verdade e nem uma mentira, mas apenas ‘sumir’ (o famoso ghosting). Apenas 21% afirmaram que, para não ferir os sentimentos do Crush, inventam uma desculpa para encerrar esse ciclo.

“É muito interessante notar que os brasileiros às vezes mentem para chamar a atenção de seu crush ou porque têm medo de serem julgados: eles precisam se sentir mais confiantes consigo mesmos. Não há nada mais atraente e sedutor do que alguém ousar ser autêntico e revelar sua própria personalidade”, diz Marine Ravinet, diretora de tendências do Happn.

IG

 

Opinião dos leitores

  1. Conheço um genocida que se elegeu presidente, mentindo para 57 milhões de imbecis.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Televisão

MBL testa Danilo Gentili em pesquisa e ele empata com Huck para presidente; movimento quer lançar o humorista, que não descarta e vê “o maior show de comédia política”

FOTO: Roberto Nemanis/SBT

O MBL (Movimento Brasil Livre) contratou uma pesquisa para testar o nome do apresentador e humorista Danilo Gentili como candidato a presidente da República.

NO PÁREO  

Com 4%, Gentili apareceu empatado com Luciano Huck, João Doria, Luiz Henrique Mandetta e Ciro Gomes. A pesquisa é do IPE (Institutos de Pesquisa & Estratégia).

REDE

O coordenador nacional do MBL, Renan Santos, diz que a ideia de incluir o nome de Gentili em uma sondagem surgiu depois que eles viram pipocar nas redes uma campanha para lançar o humorista à sucessão de Bolsonaro.

TAPAS 

As manifestações começaram depois que a Câmara dos Deputados apresentou um pedido de prisão contra o Gentili ao STF (Supremo Tribunal Federal). O humorista declarou, em março, que a população deveria entrar no Congresso e “socar todo deputado”.

Um movimento chamado “Curitiba Contra a Corrupção” chegou a instalar outdoor na cidade lançando Gentili para presidente e o deputado estadual Arthur do Val (Mamãe Falei), de SP, como vice.

DE BAIXO 

“É uma coisa que está surgindo de baixo para cima, como aconteceu com o [Jair] Bolsonaro em 2018. Resolvemos então ligar o nosso radar”, diz Renan.

NOSSO LÍDER

O MBL está tentando organizar as suas lideranças para migrarem para um mesmo partido, que poderia lançar o humorista ao Palácio do Planalto. O comunicador André Marinho também participa das conversas. “Mas uma candidatura para valer mesmo depende dele [Gentili]”, diz Renan.

SHOW  

Gentili afirma que “ganhar a eleição não seria divertido. Mas participar dela, sim”. Caso entre na campanha, ele diz que fará “o maior show de comédia política que o país já viu”. Vai correr o país num ônibus e participar de debates, onde fará “piada sobre os políticos na cara deles”.

Folha de São Paulo

Opinião dos leitores

  1. Se o povo ja votou em lula, dilma, bolsonaro, tiririca.. Votar em Gentili seria um luxo. Pq nao? preconceito?

  2. Francisco acho que você olhou para um presidente e falou de outro que saiu a 12 anos. Aquele que foi preso e condenado por corrupção. Aquele que o STF não conseguiu inocentar e assim anulou suas sentenças 04 anos depois de proferidas. Você deve estar falando do semi analfabeto realmente, pois tudo que disse se encaixa perfeitamente em seu corrupto de estimação.

  3. Se Bolsonaro analfabeto e desprovido que é senta na cadeira de presidente, Danilo, apesar de um palhaço, tem mais conhecimento que o jumento do BOZO e a família de ladrões BOLSONARO. A cara do Brasil.

  4. O país Tupiniquim está cada vez mais parecido com a definição de Charles De Gaulle: “Le Brésil n’est pas un pays sérieux”.

  5. Juntando TODOS os opositores do presidente não dá metade de um bom candidato. É realmente hilário.

  6. Com certeza votaria em um deles, afinal de contas esse país é uma comédia e a população os palhaços.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

PESQUISA EXAME/IDEIA: 49% desaprovam maneira de Bolsonaro governar, 25% aprovam e 22% consideram regular

Foto: Exame/Ideia

Sem doses suficientes para vacinar o primeiro grupo prioritário contra a covid-19, e com a demora para liberar a nova rodada de auxílio emergencial, a desaprovação do governo do presidente Jair Bolsonaro chegou a 49%. A marca é a pior desde junho do ano passado, quando atingiu 54%. Naquele momento, a liberação da primeira rodada do auxílio ainda estava no começo e uma pequena parcela da população havia recebido o benefício.

A aprovação caiu 1 ponto percentual em relação à rodada publicada duas semanas atrás, e ficou em 25%. Os que nem aprovam e nem desaprovam somam 22%.

Os dados são da mais recente pesquisa EXAME/IDEIA, projeto que une Exame Invest Pro, braço de análise de investimentos da EXAME, e o IDEIA, instituto de pesquisa especializado em opinião pública. O levantamento ouviu 1.255 pessoas entre os dias 22 e 24 de março. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Clique aqui para ter acesso ao relatório completo.

“A gestão do presidente Bolsonaro segue sendo mais bem avaliada pelo segmento evangélico [36% de avaliação positiva] e pior avaliada pelos entrevistados com ensino superior [63% de desaprovação] e pelas mulheres [53%]. A combinação de piora da pandemia com o ritmo de vacinação lento e com a falta de auxílio emergencial tem contribuído para um resultado negativo da avaliação presidencial”, explica Maurício Moura, fundador do IDEIA.

Vacinação lenta

A pesquisa EXAME/IDEIA também questionou os brasileiros sobre a velocidade da vacinação. Para 77%, a aplicação das doses está atrasada. Houve um avanço de 10 pontos percentuais nesse número em comparação ao dado registrado na rodada de 15 de janeiro.

O Brasil atualmente é o 15º país que mais vacinou no mundo, comparando valores proporcionais. De acordo com dados da Universidade de Oxford, 12 milhões de pessoas receberam pelo menos a primeira dose, o que corresponde a 5,7% da população. O país está atrás de Israel (60%), Reino Unido (42%), Chile (31%), e dos Estados Unidos (25%).

“Há uma frustração coletiva enorme em relação à vacinação. Essa sensação é maior entre as pessoas de maior renda [79% de quem ganha mais de 5 salários mínimos], mais escolarizados e de capitais/regiões metropolitanas [passando de 80% nos dois recortes]”, diz Maurício Moura.

Se no começo de fevereiro 17% da população acreditava que seria vacinada somente em 2022, este número subiu para 28% na pesquisa publicada em 26 de março. Para 8%, a aplicação deve ocorrer ainda neste mês, 10% acreditam que em abril, e 13% esperam ser vacinados ainda neste semestre. Somam 20% aqueles que não sabem quando vão receber uma dose.

Foto: Exame/Ideia

Sem dar datas, o novo ministro da Saúde, o médico Marcelo Queiroga, se comprometeu na última quarta-feira, 24, a acelerar em pelo menos três vezes a quantidade de pessoas vacinadas contra a covid-19 diariamente. Ele disse que esta meta será cumprida em um “curto prazo”.

“Nós temos condições de vacinar muitas pessoas. Nesse momento, vacinamos 300.000 pessoas todos os dias, e o governo assume o compromisso de, em curto prazo, aumentar em pelo menos três vezes essa velocidade, para 1 milhão de vacinas todo dia. É uma meta plausível. Temos capacidade de fazer até mais, mas não quero me comprometer com algo que depende de mais vacinas”, disse ele em entrevista coletiva.

Auxílio emergencial

Liberada pelo Congresso Nacional, a nova rodada de auxílio emergencial deverá começar a ser paga em abril, ainda que o calendário ainda não tenha sido divulgado. Cerca de 45 milhões de famílias vão receber o valor médio de 250 reais que serão pagos em quatro parcelas.

De acordo com a pesquisa EXAME/IDEIA, 52% dos brasileiros pretendem pedir o novo auxílio emergencial. Deste grupo que vai solicitar o benefício, 69% afirmam que este valor, abaixo dos 600 reais pagos em 2020, não atende às necessidades básicas para evitar a circulação nas ruas e ajudar no isolamento social.

Foto: (Arte/Exame)

“Do grupo que apoia o governo, metade pretende pedir o auxílio. E para completar, dos que são potenciais candidatos a receber o benefício, dois terços acreditam que 250 reais não atendem às necessidades. Isso quer dizer que há espaço para uma frustração de parte dos atuais apoiadores do governo e isso pode ter impacto negativo na população. Nesse contexto, o auxílio vai ajudar mais na manutenção dos atuais patamares de avaliação do governo do que um eventual crescimento”, avalia o fundador do instituto IDEIA.

Exame

Opinião dos leitores

  1. Não dou nem cabimento a essas pesquisas.
    Em 2018, Bolsonaro não ganhava de ninguém.
    No entanto, tomou posse.
    Perca de tempo, essas pesquisas.
    Tanto faz o PR tá com 100% de aprovação, como 100% zero.
    Pra mim, é a mesma coisa.
    Nos encontramos nas urnas em 2022.
    Vou de Bolsonaro de novo!

  2. muito simpatica esta avaliação do presidente.Duvido.Quando a mascara das pesquisas sairem vai ficar patinando nos 15% com o outro. Na reta final ganhará um nome de equilibrio.

    1. Bolsonaro 2022. Não tem pra ninguém. Como diz a esquerdista Maju, da Globo lixo, "o choro é livre".

    2. interessante, quando a Globo baixava o pau no PT, o gado não achava ela um lixo. kkkk

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Centro de Patologia Clínica/Grupo Fleury realiza exame para pesquisa de “Anticorpos Neutralizantes” para quem teve covid ou tomou vacina

Foto: Divulgação

O Centro de Patologia Clínica/Grupo Fleury realiza a partir desta quarta-feira(24) o exame para pesquisa de “Anticorpos Neutralizantes” para quem teve covid ou tomou vacina.

O exame ainda não é coberto pelos planos de saúde, sendo feito de modo particular.

Sobre os Anticorpos neutralizantes:

Quando existe algum agente agressor nosso organismo cria anticorpos como resposta. No entanto, a simples detecção de um tipo de anticorpo não significa que ele seja capaz de neutralizar a doença.

As sorologias para COVID disponíveis até agora detectam a presença de anticorpos, mas não verificam se são capazes de neutralizar a doença.

Com essa nova tecnologia, é possível detectar se a pessoa tem anticorpos capazes de impedir a ligação do vírus na célula, neutralizando a sua ação e evitando a doença, protegendo contra a infecção.

O resultado é dado em percentagem: Acima de 30%: existem anticorpos que impedem a entrada do vírus na célula. Abaixo desse valor, a resposta neutralizante pode ser pequena ou não existir.

Prazo para realizar o exame:

– Se teve a doença: 14 dias

– Se teve mas assintomático: 21 dias

– Pós vacina: 30 dias

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Pesquisa mostra que contágio por coronavírus aumenta quando há mais pólen no ar

Foto: OGNEN TEOFILOVSKI/Reuters

A concentração de pólen no ar parece ter relação com a disseminação do coronavírus: quanto mais grãos em suspensão, maior o número de infecções. A conclusão é de um estudo realizado entre março e abril do ano passado, mas que se baseia em dados de quase 250 estações espalhadas por todo o planeta, várias delas na Espanha. A explicação seria a de que o material polínico enfraquece a primeira linha de defesa contra os vírus respiratórios. E isso ocorre independentemente de a pessoa ser alérgica ou não.

– Quando o pólen aumenta, aumenta o contágio. E quando a concentração de pólen cai, cai o contágio – diz María del Mar Trigo, especialista em botânica e fisiologia vegetal da Universidade de Málaga e coautora do estudo.

Os pesquisadores compararam a quantidade diária de grãos de 248 estações aerobiológicas em 31 países com o número de infecções na área mais próxima. Essas estações captam as partículas presentes no ar, sejam elas pólen, bactérias ou poeira inorgânica. Depois de coletados, os materiais são identificados em laboratório.

A correlação entre pólen e o contágio pelo coronavírus foi verificada em quase todas as áreas estudadas, a maioria delas na Europa. O estudo dá até percentuais concretos: para cada aumento de cem grãos por metro cúbico de ar, os pesquisadores observaram um aumento de 4% no número de casos após três ou quatro dias.

María del Mar Trigo destaca a correlação de aumento e queda (de pólen no ar e de casos), que é quase universal. Estavam fora desse padrão apenas as dez estações participantes localizadas no Hemisfério Sul, onde era outono (estação com menos pólen em circulação) quando foram feitas as medições para o estudo, recém-publicado na revista científica PNAS.

O objetivo inicial do trabalho era coletar mais dados pelo mundo, mas em muitos pontos os pesquisadores tiveram de interromper a coleta por causa da pandemia e das medidas de isolamento. Alguns levaram microscópios para casa para determinar a concentração e o tipo de pólen coletado.

Athanasios Damialis, chefe de aerobiologia da Universidade Técnica de Munique, na Alemanha, é o principal destinatário dos dados de concentração de pólen enviados por mais de uma centena de colegas de todo o mundo. Para ele, embora o confinamento tenha sido um retrocesso, foi possível introduzi-lo como variável no estudo e focar no momento em que coincidiam os dois fenômenos de interesse dos cientistas: a primeira onda da pandemia no mundo e a concentração de pólen.

Para Damialis, o fim do confinamento, a reabertura de fronteiras e das escolas teriam obscurecido a influência do pólen. Além disso, em áreas mediterrâneas, como a maior parte da Espanha, “as altas temperaturas e a seca podem eliminar o efeito do vírus, independentemente de outros fatores, como o pólen”. No final do verão e início do outono ocorreu a segunda onda da pandemia, impulsionada pelo turismo, a volta às aulas ou a chegada do frio. E é o momento da menor concentração relativa de pólen. Há também outro detalhe importante: as máscaras. Como uma defesa eficaz que os alergistas vêm recomendando há anos, seu uso generalizado após a primeira onda estaria distorcendo o efeito do pólen. Por fim, os autores do estudo lembram que o fator chave sempre foi o contato interpessoal, a concentração de pólen é um elemento secundário.

Mesmo assim, colegas do Hemisfério Sul enviaram ao grupo de Damialis dados do início da primavera austral. Eles não foram incluídos na redação final do estudo, mas lá também viram a conexão entre o pólen e o coronavírus. Além disso, agora estão verificando os dados de alguns locais selecionados, como a área de Augsburg, na Alemanha, áreas da Holanda e também de climas mediterrâneos, como Salónica, na Grécia.

— Vemos em todos esses lugares que, de fevereiro ao último domingo, há uma correlação positiva consistente e significativa entre o pólen e o número de infecções — disse Damialis.

Por quê? Isso é o que eles tentam responder no restante do estudo. Eles apostam na possibilidade de o pólen enfraquecer o sistema imunológico, facilitando o funcionamento do coronavírus. Para apoiar essa tese (no trabalho, não há um experimento nesse sentido), os pesquisadores recuperam os últimos ensaios feitos por alguns dos coautores do estudo. Em setembro de 2019, por exemplo, a cientista Stefanie Gilles publicou um artigo científico sobre a relação entre a concentração de pólen e dois vírus respiratórios, os rinovírus (causadores do resfriado comum) e o vírus sincicial respiratório.

O trabalho de Gilles, publicado na revista Allergy, apoiou-se em três pilares. De um lado, o acompanhamento de 20 mil pessoas durante três anos, medindo sua exposição ao pólen e os casos de rinovírus. Do outro lado, expuseram as células epiteliais das vias aéreas humanas (das paredes internas) primeiro a três tipos de pólen e depois ao rinovírus. Em um terceiro experimento, com camundongos, eles os envolveram com pólen e os infectaram com o vírus sincicial respiratório. Descobriram que tanto as células humanas quanto a dos camundongos aumentaram a replicação viral.

— O pólen é conhecido principalmente como um alérgeno, mas o que investigamos é como ele também afeta indivíduos não alérgicos. Sabemos, por exemplo, que se borrifarmos extrato de pólen de bétula no nariz de pessoas não alérgicas, muitos genes envolvidos na defesa contra os vírus são desregulados, o que implica na diminuição da resposta imune antiviral — explica Gilles.

Os pesquisadores ainda não sabem qual componente do pólen é a causa, mas sabem “que não é o mesmo que causa a alergia”, como diz Gilles. Esse elemento desconhecido “causa uma menor produção de interferons antivirais durante uma infecção viral”. Eles também não sabem se o que observaram em dois vírus respiratórios seria válido para o coronavírus, outro vírus respiratório.

O imunologista do Hospital Universitário de Canarias, Yvelise Barrios, destaca o papel desses interferons:

— Eles dão o primeiro sinal de alarme, recrutando também outros elementos do sistema imunológico inato.

Barrios, membro da Sociedade Espanhola de Imunologia, acrescenta que uma menor produção dessas proteínas “impede que o sistema imunológico perceba e gere uma resposta em tempo”. Mas, esclarece ele, os estudos sobre a conexão entre o pólen e essa desregulação são tão recentes que pouco se sabe a respeito.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. vou consultar meu comitê científico para acrescentar no decreto, teremos que destruir as plantas que produzem flores.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Pesquisa registra sequelas sete meses após Covid; mulheres têm quadro pior

Foto: Ilustrativa

Em dezembro de 2022 completarei 25 meses como voluntária do ensaio clínico da Janssen-Cilag, e a pesquisa de desenvolvimento da vacina AdVac26, de dose única e refrigeração comum, será declarada oficialmente encerrada. É um longo caminho até chegar lá e por meses serei monitorada para que se detectem efeitos adversos, eventuais doenças não-relacionadas ao imunizante, exposição a infectados e possível necessidade de doses de reforço para garantir a blindagem contra o novo coronavírus. Pesquisas de médio e longo prazo com pacientes que receberam vacinas experimentais e com aqueles que, não vacinados, tiveram Covid e se recuperaram são fundamentais para que possamos projetar o que o futuro nos espera.

Um recente estudo de cientistas das universidades de Glasgow, Oxford, Edimburgo, Liverpool, do Imperial College, de Londres, e da Universidade de Sechenov, em Moscou, acompanhou 325 pacientes entre fevereiro e outubro de 2020 que já tinham sido contaminados pelo vírus. A ideia era entender sequelas de longa duração da doença e eventuais fatores demográficos que poderiam prolongar a plena recuperação daqueles que já haviam derrotado o vírus. Cientistas americanos classificaram esse quadro como PASC (Post Acute-Sequelae of Sars-CoV-2), sigla para, em tradução livre, descrever “Sequelas Agudas do Pós-Covid”.

O resultado, ainda preliminar, da pesquisa é preocupante. Especialmente para mulheres. Especialmente para aquelas abaixo dos 50 anos de idade. Segundo os cientistas, o acompanhamento dos pacientes pós-Covid revelou que sintomas contínuos foram relatados por 93% deles: metade dos participantes não estava totalmente recuperada após sete meses, 77% relataram fadiga, 54% informaram falta de fôlego ao fazer esforço e cerca de 25% reportaram ter detectado uma nova deficiência, seja de visão, caminhada, memória, capacidade de cuidar de si próprio ou comunicação (exceto audição). Fadiga e falta de ar foram os mais prevalentes, e, no caso das mulheres, as sequelas foram significantemente maiores do que nos homens.

Os pesquisadores concluíram, com base no universo de pacientes entrevistados, que mulheres com menos de 50 anos de idade tinham cinco vezes mais chances de reportar que não tiveram uma recuperação completa, duas vezes mais chances de relatar pior fadiga e seis vezes mais chances de informarem falta de fôlego do que os homens. A pesquisa revelou ainda que sobreviventes da Covid que foram submetidos a aparelhos de respiração invasiva, como intubação, foram quatro vezes mais propensos a relatar uma recuperação incompleta em comparação com aqueles que tiveram tratamento mais ameno. A idade média dos pacientes entrevistados foi de 59 anos e 59% deles eram homens.

O governo brasileiro contabilizou, até sábado, 10.084.820 pessoas recuperadas da Covid.

Diário da Vacina – Veja

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

PESQUISA EXAME/IDEIA: Aprovação de Bolsonaro volta a cair e sai de 31% para 26%; consideram regular 24% e desaprovam 45%

Foto: Reprodução/EXAME/IDEIA

O ritmo lento de vacinação no Brasil e a indefinição sobre o retorno do auxílio emergencial voltam a impactar a aprovação do presidente Jair Bolsonaro, que caiu de 31% para 26% nos últimos 15 dias. Após uma recuperação em fevereiro, o percentual é o mesmo registrado no início de janeiro e um dos pontos mais baixos em dois anos. Já a desaprovação ao governo aumentou para 45%.

Os dados são da mais recente pesquisa EXAME/IDEIA, projeto que une Exame Invest Pro, braço de análise de investimentos da EXAME, e o IDEIA, instituto de pesquisa especializado em opinião pública. O levantamento ouviu 1.200 pessoas entre os dias 8 e 11 de março. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Clique aqui para ler o relatório completo.

Entre os que têm ensino superior, 63% desaprovam a gestão do presidente. Na parcela de jovens, entre 18 e 24 anos, a desaprovação é de 53% – ante 21% dos que aprovam o governo Bolsonaro. O melhor desempenho do presidente é na região Norte (36%), e entre os evangélicos (37%).

“A baixa oferta de vacina e um vácuo de auxílio emergencial são as duas variáveis que afetam hoje a avaliação e aprovação presidencial”, diz Maurício Moura, fundador do IDEIA, instituto especializado em opinião pública.

Em um outro ponto da pesquisa é possível perceber exatamente como a vacinação influencia a aprovação do presidente. Para 52% dos brasileiros, a culpa deste atraso na imunização é de Jair Bolsonaro. Entre os entrevistados, 19% consideram que a culpa é dos governadores, e outros 4% entendem que é dos prefeitos.

A desaprovação também é maior nas pessoas das D e E, chegando a 41%. Na visão de Maurício Moura, é esta parcela que mais sente os reflexos de uma nova rodada do auxílio emergencial.

Para socorrer as pessoas mais impactadas economicamente pela pandemia, a Câmara dos Deputados aprovou, na quinta-feira, 11, o texto do projeto que cria mais parcelas do auxílio. Pela proposta, será uma média de 250 reais pagos em quatro meses, sendo a primeira parcela liberada ainda em março. Para 77% dos entrevistados na pesquisa EXAME/IDEIA, a expectativa é que o benefício seja pago novamente ainda neste mês.

Com Exame

Opinião dos leitores

  1. Tem que descobrir onde ZeGado diz ter terras e saber, óbvio, se prestam para algo. Quem sabe possamos indicar uma futura propriedade a ser visitada pelo MST, vai ser o prêmio de consolação pelo retorno do pingunço, que está longe de ser gente, mais quem sabe chegue lá. Esse povo do MST deve estar se lambendo para voltar a invadir um terrinha.

  2. ????????????????????????????????????????????????????????????????? o Biritéiro fedorento e seus asseclas estão se achando, pena que alegria de pobre dura pouco.

  3. Essa pesquisa tá doida? Se arrependeu do que soltou anteriormente? Será que tá recebendo dinheiro do calça colada?

  4. Qué isso!? O MINTO já tá até usando máscara, acreditando em vacinas e deixando de ser um negacionista gente! Será que ninguém viu isso ainda? KKKKK . P.S.: "Parece" que deixou de ser negacionista! Mas deixar de ser inepto tá difícil!

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

PESQUISA EXAME/IDEIA: Bolsonaro seria reeleito com ao menos 7 pontos de vantagem contra Lula ou Huck em 2022

Foto: (José Dias/PR/Flickr)

Se a eleição presidencial fosse hoje no Brasil, Jair Bolsonaro (sem partido) seria reeleito para mais quatro anos de mandato. No primeiro turno, ele tem vantagem de 12 pontos percentuais em relação ao segundo colocado, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Já em um eventual segundo turno, o atual presidente aparece com pelo menos sete pontos de vantagem contra Lula e contra o apresentador Luciano Huck (sem partido), os candidatos que mais rivalizam com Bolsonaro.

Os dados são da mais recente pesquisa EXAME/IDEIA, projeto que une Exame Invest Pro, braço de análise de investimentos da EXAME, e o IDEIA, instituto de pesquisa especializado em opinião pública. O levantamento ouviu 1.000 pessoas entre os dias 10 e 11 de março. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Clique aqui para ler o relatório completo.

A sondagem é a primeira feita após decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, que anulou todas as condenações de Lula na Lava Jato de Curitiba. Entre os entrevistados, 73% disseram que tiveram conhecimento do julgamento do ministro do STF.

A decisão tornou o ex-presidente apto a concorrer novamente ao Palácio do Planalto. Mesmo dizendo que não sabe se será candidato, Lula fez um discurso, na quarta-feira, 10, em tom de disputa.

“Jair Bolsonaro segue favorito, mas não será simples nem para ele nem para o ex-presidente Lula. Há uma demanda evidente de opinião pública por uma terceira via. Maior mesmo se comparada aos tempos da polarização PT-PSDB. Só falta a oferta”, avalia Maurício Moura, fundador do IDEIA.

A pesquisa EXAME/IDEIA testou três cenários de primeiro turno, todos incluindo Bolsonaro e Lula. Nas sondagens, os dois são os que mais têm chances de irem a um eventual segundo turno. A pesquisa também perguntou se ambos merecem mais um mandato no comando do Brasil. Para 48%, Bolsonaro não merece um segundo mandato, enquanto 46% acham que Lula é quem não merece um terceiro mandato.

Na sondagem de segundo turno, foram testados quatro possíveis cenários. Em uma disputa entre Bolsonaro e Lula, o cenário é de 44% a 37%, respectivamente. Já contra Huck, Bolsonaro tem 46% e o apresentador, 37%. Quando o nome do ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT) aparece, ele recebe 34% das intenções de voto e o presidente, 45%. Contra o governador de São Paulo (PSDB), Bolsonaro tem 47%, e João Doria, 26%.

Foto: Arte/Exame

Maurício Moura destaca que, para crescer nas pesquisas, o ex-presidente Lula precisa conquistar a população com maior renda. “Além disso, para 54% dos brasileiros a anulação da sentença de Lula foi injusta. O consenso no imaginário da opinião pública sobre sua inocência é minoritário. O PT e Lula terão de reconquistar a classe média”, afirma.

Exame

Opinião dos leitores

  1. Pesquisas fajutas!!
    Não tem segundo turno.
    Bolsonaro ganha no primeiro.
    Não existe adversários.
    Um é ladrão o outro…
    Quem é esse Hulk, o que esse cidadão fez pro Brasil??
    Papaangu nunca foi sequer votado, nunca foi nem vereador, aí quer ser presidente??
    Porque??
    O que tem de tão especial??
    Isso não exister.
    Lorota!!
    Na minha cabeça não entra essas tolices.
    De jeito nenhum!!
    Estão querendo fabricar um presidente é???
    Vão catar coquinho bando de desocupados.

  2. Será que o ? vai passar a faixa pra Lula ou vai fazer igual ao amor dele (tramp), que fugiu nas primeiras horas da manhã e deixou essa tarefa pra o vice?
    Mourão é um Homem educado, vai passar sem alarde.

  3. Bolsonaro perdido ainda vai, Lula por mais ladrão que seja ainda vai.
    Mas o povo falar em Luciano Hulk é acabar definitivamente com o Brasil. O cara entende o que de política?

  4. Quê sorriso lindo o MITO TEM.
    Hô Véio arroxado do cunhão rôxo é Bolsonaro.
    Alcunha Bolsonaro nessa petralhada kkkkk

  5. Até agora não vi um candidato à altura do Meu MITO JAIR BOLSONARO. O homem é bom, o homem é duro e macho do cunhão rôxo igual a jambo.
    MITO 2022 para desespero da petralhada.

  6. Quem é que não sabe que Bolsonaro tá reeleito? Ninguém acredita mais em ladrão e nem em narrativas baratas.

  7. Eleitor de Bolsonaro não acredita em pesquisa. Todos nós sabemos o que fizeram em 2018. Manipularam de todas as maneiras para que ele perdesse a eleição e só não conseguiram porque o povo quis votar nele. A mesma coisa vão fazer no próximo ano, começam com esse papinho de que ele está na frente e depois começam a manipulação para tentar influenciar os fracos e os que vendem o voto.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Pesquisa ‘Atlas Político’: Bolsonaro perderia para Mandetta, Ciro, Lula e Haddad em 2º turno

Foto: Evaristo Sá/AFP

Um levantamento do Atlas Político divulgado nesta quinta-feira (11/03) mostra que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) perderia o segundo turno das eleições gerais de 2022 contra Luiz Henrique Mandetta (DEM), Ciro Gomes (PDT), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Fernando Haddad (PT). De acordo com a pesquisa, o atual chefe do governo federal venceria somente Luciano Huck (sem partido) neste cenário.

O Atlas elaborou oito cenários de segundo turno envolvendo Bolsonaro, todos levando em consideração votos totais. A maior derrota seria para o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, que tem 46,6% das menções contra 36,9% de Bolsonaro.

O próximo é o ex-deputado federal Ciro Gomes, que tem 44,7% contra 37,5% de Bolsonaro. O ex-presidente Lula apresenta 44,9% contra 38,8%, enquanto o ex-prefeito de São Paulo completa os vencedores, com 43% contra 39,4% do atual presidente.

Três empates técnicos também foram apresentados: contra o governador de São Paulo João Doria (39,3% a 39,8% de Bolsonaro); a ex-senadora Marina Silva (36,1% contra 37,1%); e o ex-ministro da Justiça e da Segurança Pública Sergio Moro (33,1% contra 34,3%).

O único derrotado para Bolsonaro nos oito cenários de segundo turno é o apresentador de TV Luciano Huck (sem partido). Bolsonaro tem 37,3% dos votos totais contra 32,5% do comunicador.

Diretor-executivo do Atlas, Andrei Roman, relaciona o descrédito de Bolsonaro com a gestão durante a pandemia do novo coronavírus. “É o ponto de maior pessimismo com a evolução da COVID-19 no Brasil desde que começou a pandemia, e Bolsonaro sofre os reflexos”.

Apesar das derrotas, a pesquisa indica força de Bolsonaro no primeiro turno. Ele lidera as intenções de votos com 32.7%, seguido por Lula, com 27,4%, Moro, com 9,7%, e Ciro Gomes, com 7,5%. Neste cenário, nenhum dos outros oito nomes citados, que têm até o prefeito de Belo Horizonte – Alexandre Kalil (PSD) – com 0,7%, ultrapassa os 5%.

Para essa pesquisa, o Atlas ouviu 3.721 pessoas por meio de um sistema de apuração ligado à internet. O levantamento foi feito entre a última segunda-feira (08/03) e essa quarta-feira (10/03), com margem de erro de dois pontos percentuais.

Com Estado de Minas e Valor

Opinião dos leitores

  1. Como é mesmo o nome do Instituto???
    É o da Dilma??
    Dilma Senadora por Minas Gerais, a mais votada.
    Rsrsrsrs

  2. Bastou Lula fazer o primeiro discurso e o presidente já está caindo ladeira abaixo, não se sabe se pela força do Barbudinho ou se por pura inépcia, incompetência e ingerência quanto à pandemia !!

  3. Começou a cachorrada outra vez antecipada, nosso presidente perde pra todos, vamos esperar pra 2022.

  4. Acho que com a polarização nefasta,quem vai ganhar é aquele que for mais convincete nos debates.Neste aspecto 2 vão se sobressair Mandeta e Doria.
    Não ganham nem lula,nem o Bozo.
    Não ganham nem o triplex ,nem a Mansão.
    Não ganham nem a extrema direita,nem a extrema esquerda.
    Não ganha nem Stalin,nem Mussolini
    Não ganha nem o corintians,nem o Palmeiras
    A passionalidade não vencerá a razão.

    VIVA O EQUILIBRIO,O DOMINIO PROPRIO,A MANSIDÃO,A VERDADEIRA VERDADE!

  5. E a rejeição de Bolsonaro explodiu.
    Com uma rejeição dessa não tem candidato q ganhe em eleição majoritária.

  6. Um doido irresponsável desses dai tem que ser derrotado mesmo em 2022 … esse homem nem falar saber … é a maior vergonha desse país é um idiota desse sentado na cadeira da presidência …. chega logo 2022 pra esse louco varrido ser derrotado …..,

    1. A maior vergonha desse país, foi libertado essa semana pela segunda maior vergonha.

  7. O Bozo, para vencer, terá que arrumar outra facada. Assim, não vai aos debates E o gado, com peninha, fará campanha em tudo o que é igreja evangélica e quartel.

  8. Pesquisa totalmente diferente da CNN…
    A turma de Maduro quer voltar.
    Por falar nisso, Mandeta nada fez.
    O que Mandeta fez fora falar mal de Bolsonaro???
    Se mandeta ou Ciro ou Doria fossem bons, e o STF deu aos governadores para fazer restrições, por que não fizeram?

  9. Hoje esse bolg tá fogo! Venezuela querendo dá pitaco no Brasil, Bolsonaro perdendo até pra mandetta kkkk
    Tá de brincadeira! Kkkk

  10. Pronto, só foi Lula falar q o excrementíssimo começou a perder pra tdo mundo.
    Kkkkkk
    Lula é o cara!

  11. E não perde pra Moro e Hulk não??
    Kkkkkkkkkkkkk
    A história se repete!!
    Eu ja vi esse filme, bote outro.
    Kkkkkkkkkkk
    Quem é mandeta heim??
    Tem votos??
    Kkkkkkkkkkkk

  12. Esse tal Instituto foi aquele mesmo que previu a vitória da “ senadora “ Dilma em Minas Gerais? ????

    1. Por onde você anda as pessoas com a cabeça no lugar certo passam longe.

  13. Mais o mito não é o presidente de acordo com as pesquisas em 2018 ele perderia para Haddad e até a Et.

    1. Verdade. O nome correto do próximo presidente do Brasil é LUIS INÁCIO LULA DA SILVA

  14. Está com o Zé Golinha cortando prego. Não passa nem sinal de wi-fi kkkkk. Quem manda não enfiar um prego em uma barra de sabão durante mais de 02 anos. É vexame em cima de vexame. Pede pra cagar e sai, jumento kkkkkk

  15. Pesquisa nao se discute, mas essa tá de lascar.. se tivessem colocado a cachorrinha caramelo tinha ganho dele tb…

  16. Deve ser por esse receio que o MINTOmaníaco mudou o discurso: agora já acredita em vacinas! Kkkkkkkkkkkkk. A gente tem cada político neste país!

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Pesquisa indica que 57,5% reprovam as anulações de condenações de Lula

FOTO: AMANDA PEROBELLI/REUTERS – 15.11.2020

A maior parte dos brasileiros discorda da decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin da última segunda-feira (8), que anulou as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Praticamente seis em cada dez brasileiros (57,5%) indicaram insatisfação com a medida, segundo levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta quarta-feira (10).

O estudo, feito entre os dias 8 e 9 de março por telefone com 2.215 pessoas de 200 cidades do país, mostrou também que 37,1% concordam com a decisão de Fachin, que permite ao petista ser candidato novamente em eleições futuras.

A pesquisa mostrou ainda que 5,4% dos entrevistados não souberam ou não responderam. O nível de confiança da pesquisa é de 95% e a margem de erro, de 2%.

Opinião por gênero

A reprovação da decisão de Fachin é maior entre os homens, já que 63,8% discordam do ministro e 32,6% concordam, além dos 3,6% que não opinaram.

Entre as mulheres, 51,8% condenaram a medida, enquanto 41,2% aprovaram e 7% não souberam ou não opinaram.

Regiões do país

A reação é maior ou menor conforma a localidade dos entrevistados. Para 66,5% dos moradores do Sul, Fachin errou ao tomar tal decisão – isso representa dois em cada três habitantes da região. Apenas 27,3% aprovaram a medida, e 6,2% não souberam ou não responderam.

A situação é parecida no Sudeste, onde 64% ficaram insatisfeitos com a decisão do Supremo e 31,6% concordaram com ela. Outros 4,4% não responderam ou não opinaram.

Norte e Centro-Oeste também condenam, em sua maioria, a medida. Segundo a pesquisa, 58,9% dos moradores dos estados dessas duas regiões desaprovam a medida, enquanto 34,8% concordam. Também há os 6,3% de indecisos.

Por fim, no Nordeste, a maior parte, 52,6%, concordaram com a medida que permite a volta do nome de Lula às urnas. Outros 41,3% reprovaram e 6,1% não quiseram participar das respostas da pesquisa.

R7

Opinião dos leitores

  1. Gente, não soube dessa pesquisa. Faltou o meu voto para dizer que sou totalmente contra as anulações de condenações desse ladrão do nosso dinheiro. O lugar desse canalha, desse verme é na cadeia. Com certeza, tem muito o que explicar a DEUS quando estiver frente a frente com Ele. Mas ele que se prepare para a colheita que está chegando, e ele pagará por cada centavo que ele deixou de investir no Brasil pra investir em outros países e pelo que roubou dos cofres públicos. E, ainda com todo o cinismo e canalhice quer ser Presidente de novo. O povo de bem que teme a DEUS lutará contra essa aberração. DEUS está no controle, e nos livrará desse canalha.

  2. Não tem chance nenhuma de ser presidente. Sua candidatura é um alívio pra Bolsonaro, pois o sentimento antipetista é maior do q qualquer outro e continua personificado em Jair Messias Bolsonaro. O Mito!

    1. E os ladrões, corruptos e bandidos vibrando. Viva LULADRAO, nosso grande eroi. Kkkkk

  3. Os criminosos e seus apoiadores estão vibrando. Viva LULADRAO nosso grande mestre da ladroagem. Prometo que continuarei fazendo o que mais sei fazer, ROUBAR.

  4. Os criminosos e seus apoiadores estão vibrando. Viva LULADRAO nosso grande mestre da ladroagem.

  5. Lula está AO VIVO na CNN, YouTube, Globo News, etc e etc… Quem sentir raiva, pode tentar morder as costas.
    #Lula2022

  6. A boiada que não quiser ver Lula Presidente a”em 2023, eu dou um conselho, comprem um estoque bom de lenços.

  7. STF, infelizmente, continua sendo uma vergonha. MORO, trabalhou com ad ferramentas necessárias.

    1. Moro, assim como você, é ESQUERDISTA! Azul por fora, vermelho por dentro. Além de ser maçom e illuminati.

    2. Esse direita Raiz, ta parecendo o cabo Daciolo.. Gloriaaa a Deuxxxxx..
      deve ser outro que ta cagado e mijado ja!!!

      é melhor jairrr se acostumando.. LULAAAAAAA

  8. Só isso? Parece ser mais uma pesquisa que esconde os números ou foi muito mal feita.
    Esse percentual de reprovação com as anulações não é menor que 85%, pois até mesmo as pessoas da esquerda que tem o mínimo de decência, não aceita esse tipo de decisão imoral.
    Essa decisão do STF está na boca do povo sendo rejeitada por 9 em cada 10 pessoas, salvo se for dentro dos diretórios dos partidos da esquerda.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Pesquisa exclusiva CNN/Instituto Real Time Big Data mostra Bolsonaro em 1º, dez pontos à frente de Lula em eventual disputa em 2022

Fotos: Reprodução/CNN

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) aparece na liderança das intenções de voto em pesquisa realizada pela parceria CNN/Instituto Real Time Big Data sobre as eleições presidenciais de 2022.

O levantamento indica Bolsonaro com 31% dos votos, dez pontos percentuais a mais que o segundo colocado, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP). A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Este é o primeiro levantamento após a decisão do ministro Edson Fachin de anular as condenações de Lula na operação Lava Jato, o que o torna elegível para as próximas eleições.

A pesquisa traz como possível cenário para a eleição presidencial uma disputa entre oito candidatos. Atrás de Bolsonaro e Lula, há um empate técnico no terceiro lugar entre quatro candidatos: Sergio Moro (10%), Ciro Gomes (9%), Luciano Huck (7%) e João Doria (4%).

Os possíveis candidatos João Amoêdo e Marina Silva também empatariam tecnicamente, segundo a pesquisa. Amoedo registou 2% das intenções de voto e Marina Silva somou 1%.

Votos brancos e nulos somam 12%, enquanto 3% disseram que ainda não sabem como irão votar ou não responderam.

Segundo turno

Foto: Reprodução/CNN

Considerando o cenário de um segundo turno entre os candidatos que lideram a pesquisa, Bolsonaro e Lula, a pesquisa estimulada registrou 43% das intenções de votos para o atual presidente, e 39% para o ex-presidente Lula.

Levando em conta a margem de erro de três pontos percentuais, eles estão tecnicamente empatados no segundo turno.

Ainda considerando um possível segundo turno em 2022, a pesquisa aponta que votos brancos e nulos somam 15%. Já 3% dos entrevistados não sabem ou não responderam essa etapa da pesquisa.

Decisão de Fachin

A pesquisa foi conduzida entre os dias 8 e 9 de março, após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin anular, em decisão monocrática, as condenações de Lula definidas pela 13ª Vara da Justiça Federal em Curitiba.

Os entrevistados foram questionados se concordam com a decisão do ministro em anular as condenações do ex-presidente Lula. Os resultados mostram que 36% do público concorda com a decisão de Fachin, enquanto 54% não concordam. 10% não sabem ou não responderam.

Condução da pesquisa

A pesquisa ouviu 1.200 pessoas de todo o Brasil, sendo que a margem de erro é de três pontos (para mais ou para menos) e o nível de confiança é de 95%. Isto significa que se a mesma pesquisa fosse feita 100 vezes, o resultado seria o mesmo, dentro da margem de erro, em 95 oportunidades.

A metodologia adotada foi a quantitativa, realizada via abordagem telefônica, com entrevistadores humanos. A divisão regional da pesquisa foi realizada por setores:

Setor 1 – Sul (15%)

Setor 2 – Sudeste (42%)

Setor 3 – Nordeste (28%)

Setor 4 – Norte / Centro-Oeste (15%)

A pesquisa não é registrada no Tribunal Superior Eleitoral, pois a lei só permite registro em período eleitoral.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. O egocentrismo exacerbado de Lulla destruiu seu capital político, hoje ele não passa de uma figura desgastada, com um apego exagerado pelo poder, seu discurso já não encanta mais, pois vimos que a prática é diferente. Não quero nem levar para o mérito das acusações e dos processos.

  2. É uma vergonha o q o deputado Francisco do PT postou no seu Instagram dizendo que LULA foi absolvido dos crimes que praticou. Trouxe Desinformação aos desavisados e informação aos PTJegues.

  3. LULA TÁ MORTO POLITICAMENTE.
    É UM LADRÃO QUE SÓ A PATOTA DOS DESACREDITADOS DO STF E MILITONTOS PROTEGER.
    NAS URNAS JÁ PERDEU TRÊS VEZES, AGORA O POVO SABENDO QUEM ELE É, PERDE FEIO, LUGAR DE LADRÃO É NA CADEIA.
    QUEM QUER A VOLTA AO PODER DE.
    ZE DIRCEU
    DELUBIO SOARES
    etc etc etc…
    Deus nos livres dessa gente desonesta.
    Vai voltar o roubo??
    Vai voltar os investimentos nos países vizinhos comandados pela Odebrecht??
    Não acredito, esse não é o sentimento da grande maioria dos brasileiros, esse corrupto do Lula nem em segundo lugar chega.
    Mito reeleito em primeiro turno.
    Não temos adversário.
    Pode vir, quem vier.

  4. Lula foi liberado tem nem 48 hs e já empatou! kkkkk Segura as pregas aí Bolsominions. Ficou com raiva, morde as costas. É Lula de novo com a força do Povo!

  5. O tiro saiu pela culatra, elegeram o Mito 2022 sem esforço nenhum…. pobre esquerda que vibra com bandido livre! Coitados…

  6. Queria uma urna agora para votar novamente no MIIIIIIIITOOOOO, Vida longa ao rei !
    Petralhas nunca mais !

  7. Kkkkk!
    Vai ser a mesma diferença de votos entre o Presidente Bolsonaro e o Poste.(Hadad). O presidiário vai levar uma pancada tão grande, que vai deixar até de beber. Esse percentual, vai se repetir sempre. É o número de pessoas idiotas, acéfalas e ou corruptas mesmo, que existem em todo lugar. Aqui no Brasil, a quantidade é essa aí; infelizmente!
    Bolsonaro 2022!!!!

  8. O Bozo vai ganhar fácil. Eu votaria no Moro, mas para aniquilar no 1° turno vou logo em Bolsonaro. Dados de 2° turno: Bolsonaro 43% x Lula 39%; Bolsonaro 46% x Hulk/Globo 31%; Bolsonaro 44% x Ciro 35%. O pobre do Dória tranca rua nem aparece no mapa. Tem 4%.

    1. poderei votar em Sérgio Moro no 1° turno. para derrubar esse COVID22!
      Votando em Sérgio Moro, anula se essa polarização! se queremos um Brasil novo, temos que votar em algo novo!!

    2. Essa questão de polarização é narrativa. Desde de 1988 as eleições no Brasil são entre dois candidatos. A decisão sempre estará entre dois polos. O centro no Brasil é o PSDB, uma esquerda camuflada. Nunca voto no o PSDB, nessa turma do Aécio, Dória, Serra, Alckmin e Rodrigo Maia

  9. Nenhum eleitor de Bolsonaro acredita em pesquisa. Essa armação nós já conhecemos muito bem. Quando chega na reta final das eleições começam a manipular os números para influenciar os eleitores indecisos e que não querem perder o voto. Nunca é demais lembrar que os institutos de pesquisas diziam que Bolsonaro perdia no segundo turno para qualquer candidato e vejam que o mesmo ganhou do quadrilheiro por mais de 10 milhões de votos.

  10. Dentro da margem de erro hj. Com os efeitos da decisão do STF, Lula passa a frente e fora da margem de erro.

  11. Quando o presidente começa a falar as besteiras dele começa a contagem regressiva pra ele pegar o beco.

    1. Aquele que derrotou toda turma da corrupção junta.
      Aquele que se elegeu gastado 5% de seu adversário direto, que gastou bilhões numa campanha mentirosa.
      Aquele que representa 80% do povo brasileiro.
      Aquele que não tem na corrupção sua marca de governo.
      Aquele cuja esposa não vai deixar uma herança de R$ 72 milhões sem nunca ter trabalhado.
      Aquele que não é amigo de ditadores e manda recurso público a Cuba, Argentina, República Dominicana, Venezuela, Bolívia países com ditadores e falidos.

    2. João do Povo, como ele representa 80% do povo, se ele foi eleito com 55% dos votos. Vai estudar matemática mané.

  12. Tomara que esse bandido de nove dedos possa mesmo se candidatar e levar uma surra só assim ele acaba de vez já que não tem justiça mesmo.

    1. Tá tristinho? Fica tristinho não. Quando elegermos o Lula presidente você vai poder voltar a comer carne. Bote fé ? Vote 13

  13. Todos sabem que a eleição vai para o segundo turno e segundo essa pesquisa os dois estão empatados, imagina vcs, em apenas dois dias que os brasileiros sabem que Lula poderá concorrer, segura as lágrimas extrema direita vcs irão perder
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    1. Não têm quem tome de lula na próxima. Uma vergonha.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Tecnologia

WhatsApp cai e Telegram está em 45% dos celulares de brasileiros, diz pesquisa

Foto: Marvin Costa/TechTudo

O número de usuários do Telegram e do Signal, apps de mensagens instantâneas disponíveis para Android e iPhone (iOS), cresceu nos últimos meses, enquanto o WhatsApp apresentou pequena queda. Os dados são de relatório encomendado pelas companhias Mobile Time e Opinion Box e investigam os principais aplicativos de mensagens no Brasil. A pesquisa também traz dados que relacionam a ascensão dos apps rivais do WhatsApp como uma possível resposta às novas políticas de privacidade do mensageiro, que passarão a valer a partir do dia 15 de maio deste ano.

Em meados de janeiro, o mensageiro mais popular do mundo começou a disparar notificações sobre a mudança em seus termos de uso, que passariam a permitir o compartilhamento de dados do WhatsApp com outras empresas do grupo Facebook. Prevista para ocorrer em 8 de fevereiro, as mudanças foram adiadas pela grande repercussão negativa do caso, e campanhas de esclarecimento foram extensivamente exploradas pela companhia, que chegou a vincular propagandas em jornais na Índia, país com quase 500 milhões de usuários ativos por mês no WhatsApp.

Segundo o relatório, o Telegram teve um crescimento expressivo em número de instalações em celulares brasileiros em comparação com o último ano. Em janeiro 2020, cerca de 27% dos entrevistados tinham o app instalado no celular, número que subiu para 45% em janeiro de 2021, indicando um crescimento de 18 pontos percentuais em um período de 12 meses.

O texto ainda traz informações sobre a popularidade de outros apps de mensagens, bem como a frequência de utilização e engajamento dos usuários nas plataformas. Segundo a pesquisa, o WhatsApp ainda é o app mais popular, presente em 98% dos celulares brasileiros. Na sequência estão outras plataformas do grupo Facebook, com o Instagram em segundo lugar, marcando presença em 81% dos smartphones, e o Messenger em terceiro, com 74%. O Telegram ocupa a quarta posição com 45%, seguido do Signal, com 12%.

A frequência de uso dos apps também é maior para o WhatsApp, em que 95% dos usuários abrem o app todo dia ou quase todo dia. Para o Telegram, o engajamento é de 45% e, para o Signal, fica em 29%. Apesar disso, Telegram e Signal bateram o WhatsApp em número total de downloads em janeiro deste ano, segundo dados do site especializado em crescimento de apps SensorTower.

O relatório também indica uma pequena queda na popularidade do WhatsApp no último ano. Em janeiro de 2020, 99% dos brasileiros tinham o app instalado no celular e 95% deles abriam o mensageiro todo dia. Neste ano, esse número caiu para, respectivamente, 98% e 86%.

Além disso, a pesquisa também revela um crescimento no desinteresse pelo uso da função de pagamentos do WhatsApp, prevista para ser liberada este ano. No ano passado, cerca de 66% dos entrevistados declararam interesse na função, ao tempo em que 54% expressaram interesse esse ano. Segundo a pesquisa, a queda de 12 pontos percentuais no WhatsApp Pay também pode ter relação com o lançamento do Pix, método de pagamentos instantâneo do Banco Central.

Com informações de Globo/Techtudo, Panorama Mobile Time/Opinion Box, National Herald India e India Today

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Oferta de vagas em home office dispara 309% em 2020, diz pesquisa

As ofertas de emprego em modelo home office cresceram 309% no ano passado. É o que revela levantamento realizado pela Vagas.com, empresa de soluções tecnológicas de recrutamento e seleção.

De acordo com a companhia, o volume de vagas ofertadas saltou de 594 posições em 2019 para 2.428 no ano passado. Veja abaixo a criação de vagas em home office trimestre a trimestre:

Foto: Economia G1

De acordo com Rafael Urbano, especialista em Inteligência de Negócios da Vagas.com, os setores que mais contribuíram para esse aumento de posições em regime de trabalho flexível foram:

Tecnologia (41%)

Finanças (11%)

Consultoria e Gestão Empresarial (10%)

Seguros (8%)

Telecom (7%)

Educação (4%)

Outros (19%)

Entre as áreas mais buscadas pelas empresas para atuação remota aparecem:

Tecnologia (38%)

Vendas (10%)

Recursos Humanos (4%)

Marketing (4%)

Administrativo (3%)

Financeiro (2%)

Telemarketing (2%)

Atendimento (2%)

Consultor (2%)

Direito (1%)

Contabilidade (1%)

Inteligência de Mercado (1%)

Outros (20%)

“Notamos um maior interesse por parte dos nossos clientes na oferta de vagas em modelo home office a partir do segundo trimestre, justamente no período em que a pandemia registrou forte expansão de casos registrados no Brasil, forçando as empresas a se readequarem para que não perdessem a produtividade”, explica Urbano.

369 oportunidades abertas

Na plataforma de empregos Vagas.com.br há, neste momento, 369 vagas para atuar em modelo home office, trabalho remoto ou teletrabalho. As remunerações e benefícios variam em cada oferta. Para ter mais informações sobre as oportunidades oferecidas pelas empresas, é recomendado pesquisar as vagas pelas palavras-chave home office, trabalho remoto ou teletrabalho.

G1

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Emprego dos sonhos: pesquisa vai pagar R$ 11 mil para participante dormir

Foto: Kinga Cichewicz / Unplash

Isso poderia ser literalmente o emprego dos sonhos – ganhar dinheiro dormindo, incluindo uma noite em um resort cinco estrelas.

O site sleepstandards.com, que fornece informações sobre produtos e pesquisas sobre a qualidade do sono, está procurando alguém disposto a ganhar U$ 2 mil (R$ 11 mil) para ajudá-los a estudar a influência dos fatores ambientais na qualidade do sono.

“O candidato escolhido passará cinco noites dormindo em diferentes ambientes configurados por nossa equipe, incluindo uma noite em um luxuoso resort 5 estrelas”, diz a postagem.

O participante deverá escrever um relatório sobre sua experiência a cada noite dormida e sobre como cada um dos ambientes específicos afetou sua qualidade de sono.

A pessoa deve então classificar o ambiente de 1 a 10 para dizer aos pesquisadores a diferença na preferência de sono.

A recompensa para isso é de U$ 2 mil (R$ 11 mil) e todas as despesas pagas.

Os candidatos interessados precisam enviar uma foto e um vídeo de introdução de 60 segundos explicando por que desejam o cargo. Os candidatos também devem compartilhar links de suas páginas nas redes sociais.

As inscrições devem ser enviadas até o dia 30 de março.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

    1. Fale por vc…eu trabalho deitada, em pé, com um pé só, só com as mãos no chão, pendurada pelo cabelo…se o cliente quer, meu amor.

  1. Onde fazer a inscrição.
    Não tenho a menor duvida que serei o escolhido.
    Não quero nenhuma gratificação.
    Pode doar para uma institui de Caridade.

  2. Eu vou de graça.
    Tenho muito o que contar.
    Meu passado como Sonâmbulo dá para escrever um livro

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

VÍDEO: 80% dos recuperados de Covid-19 tiveram perda de memória, diz pesquisa do InCor

Foto: Reprodução/CNN

Um levantamento feito pelo Instituto do Coração (InCor) monitorou como a Covid-19 pode deixar sequelas no cerébro, revelando que a maioria dos pacientes infectados apresentaram dificuldades de atenção, algum grau de perda de memória e também diminuição da coordenação motora. (ASSISTA REPORTAGEM AQUI).

O publicitário Pedro Peres, de 27 anos, foi um dos pacientes que relatou esses sintomas. “Eu tive bastante confusão mental, de não conseguir distinguir as coisas. É uma fração de segundo, parece que o corpo está tentando reagir, aí tem uma travinha e solta”, detalhou.

No estudo do Incor, foi identificado que 80% dos participantes tiveram dificuldade de atenção, perda de memória e problemas de compreensão. Outra consequência detectada foi a diminuição da capacidade de coordenação motora.

Essas sequelas acontecem, segundo o estudo, porque o vírus entra pelas vias aéreas, compromete o pulmão e, com isso, baixa o nível de oxigênio. A dessaturação, como os médicos chamam a falta de oxigenação, vai direto para o cérebro e acomete o sistema nervoso central, afetando algumas funções. A boa notícia é que por meio de exercícios específicos o quadro pode ser revertido.

“A gente sugere que se faça exercícios aeróbicos e de concentração simples, como yoga, pilates. E também aqueles que estimulem o cérebro”, explicou a neuropsicóloga do InCor, Lívia Stocco Sanches Valentin.

A especialista usou um jogo digital chamado Mentalplus, criado por ela em 2010, para avaliar as pessoas que tiveram Covid-19 em estágios e idades diferentes. A primeira fase do estudo foi feita com 185 pessoas, entre março e setembro de 2020. Atualmente, 430 pacientes estão sendo acompanhados.

CNN Brasil

 

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *