A avaliação pessoal da presidente Dilma Rousseff teve variação de três pontos percentuais e chegou a 55% em fevereiro, contra 58,8% em novembro do ano passado, de acordo com pesquisa divulgada nesta terça-feira (18) pela CNT (Confederação Nacional do Transporte), em parceria com a MDA Pesquisa.
Foram entrevistadas 2.000 pessoas, em 137 municípios de 24 unidades da federação, das cinco regiões, entre os dias 9 e 14 de fevereiro deste ano. Segundo o levantamento, o índice de pessoas que desaprovam a presidente Dilma saiu de 38,9%, na última pesquisa, e atingiu o percentual de 41%. Outros 4% dos entrevistados não souberam opinar ou não responderam.
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3 pontos são, em muitas pesquisas, o viés do erro estatístico.
A complementação da notícia não foi divulgada: Dilma lidera nas intenções de votos, sendo Marina a adversária mais forte.
. De acordo com os dados divulgados, Dilma teria 43,7% das intenções de voto, à frente do senador Aécio Neves (PSDB-MG), com 17%, e do governador Eduardo Campos (PSB-PE), com 9,9%.
Em um cenário no qual Marina Silva (PSB) é a candidata no lugar de Eduardo Campos, Dilma tem 40,7% e Marina aparece em segundo com 20,6%. Aécio Neves registra a terceira colocação com 15,1% e Levy Fidelix, do PRTB, aparece com 0,4%.
Com certeza caiu mais que o divulgado. O povo tá cansando de tanta bolsa esmola, e observando o que vem acontecendo. A mulher e seu governo só apoiam quem não presta, cuba, venezuela, e outras mazelas. Até quem recebe estas bolsas esmolas, xabem que elas não tem o valor que deveriam ter. Dentre muitas virtudes o brasileiro quer trabalho digno!!!
Hummm se o instituto apontou "queda" de apenas 03 pontos, na verdade deve ser BEM MAIS!!! Essas pesquisas sempre saem quando há uma notícia ruim contra o partido dela ou contra ela e "sempre" apresenta recuperação, por pior que seja a situação.
Nessas pesquisas "milagrosas" publicadas constantemente logo após um episódio desgastante para o ParTido dela, em todas, aparece o crescimento de aprovação.
ACORDA BRASIL!!!
Cerca de R$ 1,33 bilhão ainda estavam depositados nas plataformas de apostas na tarde desta segunda-feira (5), poucas horas antes do fim do prazo para saque voluntário. Com os sites e aplicativos obrigados a sair do ar nesta terça-feira (6), os valores que não foram retirados serão devolvidos aos apostadores por meio das instituições financeiras.
Segundo dados do Ministério da Fazenda, desde 26 de setembro os usuários retiraram R$ 775,6 milhões das plataformas. No mesmo período, o número de CPFs com saldo positivo caiu de 28,9 milhões para 26,54 milhões.
O encerramento do prazo para saque voluntário não significa perda do dinheiro. Nesta terça (6) e quarta-feira (7), as bets deverão informar aos bancos os valores restantes vinculados a cada CPF e a conta bancária utilizada pelo apostador para fazer os depósitos.
A devolução deverá ocorrer entre os dias 9 e 14 de outubro. O dinheiro será transferido para uma conta ativa de titularidade do próprio apostador, preferencialmente aquela utilizada anteriormente para enviar recursos à plataforma.
Caso existam dificuldades operacionais para a restituição pelos bancos, os valores serão encaminhados à Caixa Econômica Federal. A partir de 14 de outubro, a instituição ficará responsável por intermediar a devolução aos usuários.
A medida provisória que determinou o encerramento das bets estabelece a restituição integral dos saldos e determina que o dinheiro pertencente aos apostadores permaneça separado do patrimônio das empresas.
A vitória da direita nas eleições de domingo já provoca reflexos no Congresso. Senadores da oposição e representantes de setores empresariais articulam uma estratégia para dificultar o avanço da PEC que prevê o fim da escala 6×1, enquanto o governo Lula tenta levar a proposta adiante durante o segundo turno da eleição presidencial.
Segundo a Veja, empresários dos setores de comércio, serviços e indústria têm pressionado senadores a não comparecer às sessões. Paralelamente, a oposição busca adiar a análise da proposta. Para uma PEC ser aprovada, são necessários pelo menos 49 votos entre os 81 senadores em cada um dos dois turnos de votação.
O primeiro teste acontece nesta terça-feira (6). O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), manteve a PEC 221/2019 na pauta e marcou para as 14h a primeira das cinco sessões de discussão exigidas antes da votação em primeiro turno. Outras sessões estão previstas para quarta e quinta-feira, embora o governo ainda possa tentar acelerar o processo por meio de um calendário especial.
A movimentação para frear a proposta já havia ocorrido em setembro, quando a PEC passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Na ocasião, o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), atribuiu a Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Rogério Marinho (PL-RN) uma articulação que impediu a tentativa de levar imediatamente a matéria ao plenário.
O cenário, porém, mudou depois das eleições. De acordo com a publicação, o avanço da direita no Senado tornou mais difícil a articulação governista em torno da PEC. Nos bastidores do governo, já existe a avaliação de que a aprovação ficou politicamente mais complicada.
A proposta reduz de 44 para 40 horas a jornada máxima semanal, estabelece dois dias de descanso e proíbe redução salarial. Na votação realizada na CCJ, Rogério Marinho, Tereza Cristina, Hamilton Mourão e Jaime Bagattoli foram os únicos a votar contra o parecer favorável à PEC.
Partidos do Centrão iniciaram as negociações para definir os apoios no segundo turno da disputa entre Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Lula (PT). A expectativa entre integrantes das legendas é de que PP, Republicanos e União Brasil caminhem majoritariamente com o candidato do PL, enquanto parte importante do PSD também pode aderir à campanha.
O resultado do primeiro turno alterou o cenário dentro das siglas. Com 100% das urnas apuradas, Flávio terminou com 47,03% dos votos, contra 45,16% de Lula. Segundo a CNN Brasil, dirigentes e parlamentares que antes defendiam neutralidade passaram a discutir um posicionamento formal para a segunda etapa da eleição.
No PSD, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, que disputou a Presidência pelo partido, deve formalizar nesta terça-feira (6) apoio a Flávio. A legenda havia liberado seus integrantes no primeiro turno para seguirem as alianças estabelecidas em cada estado.
O Republicanos também negocia uma aproximação com a campanha do PL. Coordenador da campanha de Flávio, o senador Rogério Marinho (PL-RN) afirmou que o apoio da legenda está “quase fechado, com algumas dissidências”. Segundo ele, novas conversas serão realizadas com o presidente nacional do partido, Marcos Pereira.
Uma das principais lideranças do Republicanos, o governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas, já declarou apoio a Flávio. Na Paraíba, porém, o cenário é diferente devido à relação do presidente da Câmara, Hugo Motta, com Lula, que apoiou Nabor Wanderley, pai do deputado, na disputa pelo Senado.
O PP marcou para esta terça uma reunião com presidentes de diretórios estaduais, deputados e senadores para decidir o posicionamento no segundo turno. A definição também pode influenciar o União Brasil, já que as duas legendas integram a mesma federação.
Já o MDB deve manter a neutralidade nacional e liberar seus integrantes para apoiarem os candidatos conforme as alianças estaduais.
Um dia depois de o Blog do BG publicar que Carlos Eduardo Alves havia sido “aposentado pelo povo” após o resultado das eleições em Natal, veio a aposentadoria de fato. A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte concedeu ao ex-prefeito aposentadoria voluntária da Carteira Parlamentar, com benefício correspondente a 20% do valor atual do subsídio de deputado estadual. O ato foi publicado nesta terça-feira (6).
Carlos Eduardo iniciou a trajetória parlamentar ao ser eleito deputado estadual em 1986 e ocupou uma cadeira na Assembleia por quatro legislaturas. Registros da própria ALRN mostram o político entre os deputados das legislaturas de 1987 a 1990, 1991 a 1994, 1995 a 1998 e 1999 a 2002.
A aposentadoria concedida agora, no entanto, é referente especificamente ao exercício do mandato entre 15 de fevereiro de 1987 e 31 de janeiro de 1991. Segundo o Ato da Mesa nº 1091/2026, os proventos correspondem a 20% do valor atual do subsídio de deputado estadual da ALRN.
A publicação ocorre após um primeiro turno eleitoral em que Carlos Eduardo apoiou Allyson Bezerra (União Brasil) na disputa pelo Governo do RN. Nesta segunda-feira (5), o Blog do BG publicou texto afirmando que o ex-prefeito havia sido “aposentado pelo povo” depois do desempenho do candidato que apoiou em Natal. Um dia depois, a aposentadoria também chegou oficialmente pela Assembleia.
Uma ala do Supremo Tribunal Federal (STF) avalia que o resultado das eleições enfraqueceu politicamente o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e pode favorecer a candidatura do senador potiguar Rogério Marinho (PL-RN) ao comando da Casa em 2027.
Segundo ministros ouvidos pela CNN Brasil, a ampliação da bancada bolsonarista no Senado reduziu as chances de Alcolumbre permanecer na presidência. A avaliação é de que o novo cenário político pode impulsionar Rogério Marinho, que atualmente coordena a campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República.
Alcolumbre também sofreu derrotas políticas em seu reduto eleitoral. No Amapá, seu principal adversário, Dr. Furlan (PSD), foi eleito governador no primeiro turno com mais de 62% dos votos, derrotando Clécio Luís (União), aliado do presidente do Senado.
O grupo de Alcolumbre também não conseguiu conquistar nenhuma das duas vagas do estado para o Senado. Foram eleitos Rayssa Furlan (Podemos), esposa de Dr. Furlan, e Lucas Barreto (PSD), ambos adversários do senador. Alliny Serrão (União), apoiada por Alcolumbre, terminou em quinto lugar, enquanto Randolfe Rodrigues (PT), aliado do presidente da Casa, ficou na terceira colocação.
Na avaliação dessa ala do STF, os resultados indicam perda de influência de Alcolumbre no Amapá e podem ter reflexos tanto na disputa pelo comando do Senado em 2027 quanto em seus planos para 2030, quando deverá disputar a renovação do próprio mandato.
A terapeuta Suyonara Souza vai apresentar o Método Ponto Zero na noite em que o Movimento Terapêutico para Mulheres completa um ano. O jantar de aniversário acontece na sexta-feira, 9 de outubro, das 20h às 22h, no Neuma Leão Buffet, no Morro Branco, em Natal.
O método leva o subtítulo Resgate do Ser Através da Autorreflexão Guiada. As convidadas vão participar de uma vivência conduzida pela própria Suyonara. A noite também terá música.
Além do ingresso, cada participante deve levar 1 kg de alimento não perecível. Tudo o que for arrecadado será doado à aldeia Potiguara do Catu.
Idealizadora do movimento, Uiara Suyonara Souza é psicanalista clínica, terapeuta integrativa, doula e educadora perinatal. Também estuda Psicologia e tem ancestralidade Potiguara. O grupo nasceu para abrir espaços de encontro e escuta entre mulheres, voltados ao autoconhecimento e ao autocuidado.
No primeiro ano, as participantes fizeram vivências de reiki, yoga, arteterapia, florais, jornada dos sonhos e práticas sistêmicas. Também houve rodas sobre ciclos femininos e ancestralidade.
“O Movimento nasceu para lembrar à mulher que, antes de cuidar de tudo e de todos, existe uma mulher dentro dela que também precisa ser escutada”, afirma Suyonara.
O ingresso custa R$ 169,90 e inclui jantar, bebidas não alcoólicas e a vivência. Também estão incluídos fotos da noite, feitas pela fotógrafa Karol Moura, e brindes das marcas ZENN Velas e Aurora Boreal. As vagas são limitadas.
Serviço
O quê: jantar de 1 ano do Movimento Terapêutico para Mulheres e lançamento do Método Ponto Zero
Durante boa parte da pré-campanha pela disputa ao governo de Pernambuco, a atual governadora, Raquel Lyra (PSD), esteve atrás do principal adversário, o prefeito de Recife, João Campos (PSB). Mas aos poucos, isso mudou. No domingo passado (4) ela se reelegeu em primeiro turno. Os passos para essa mudança que levou à vitória tem um toque potiguar de um amigo desse comunicador.
O publicitário Giordano Queiroz, na verdade foi quem coordenou o marketing de campanha da governadora reeleita – junto com Igor Paulin, André Campos, Léo Saraiva e Morial Paiva – e está por trás de criações como o bordão “mainha”, que viralizou; do uso do termo “pernambuquista”; e do vídeo “sem filtro” que deve ser um dos cases mais estudados da campanha eleitoral de 2026.
“Quando a gente chegou ali em março, abril, pegou todas as entregas e fez uma campanha institucional ‘Arrumou, cuidou, acelerou’. A gente mostrou para o pernambucano que ela precisava arrumar a casa”, conta Gio, como é conhecido.
Outro desafio imposto pela disputa era a quantidade de ataques que a governadora sofria e uma impressão, capturada nas pesquisas internas, de que ela era distante da população. Para contrapor essa situação, Giordano conta que a estratégia foi mostrar como Raquel é na verdade, sem filtros.
“A gente colocou no ar uma parte da campanha que era o ‘Enquanto eles atacam, Raquel trabalha’. E aí a gente incorporou um traço da personalidade da governadora, que é algo comum a muitas outras no Brasil: uma mulher que trabalha, que é forte, que se preocupa, que cuida, que não necessariamente é a mãe, mas é a avó, a tia, a irmã mais velha. Consolidamos essa imagem numa forma de se referir a ela. E escolhemos passar a chamar Raquel de ‘Mainha’. E isso pegou. E virou um bordão de campanha que viralizou”, relata.
Além desse, outros bordões que pegaram foram “Me deixa trabalhar que eu sei fazer”. “E Raquel capitalizou também a bandeira de Pernambuco como ícone principal de sua campanha. A nossa marca foi a bandeira de Pernambuco”, afirma.
Por último, um dos maiores desafios foi conseguir barrar a influência do presidente Lula na campanha. “A gente não podia declarar apoio a Lula, nem declarar apoio a Bolsonaro. Então a gente criou um neologismo, que foi o termo ‘pernambuquista’. Raquel se declarou pernambuquista: ‘Não sou nem lulista, nem bolsonarista, eu sou pernambuquista’. E isso foi um ponto muito importante para a campanha porque mostrou que, ao contrário do adversário, Raquel estava preocupada com Pernambuco. E a população entendeu esse recado”, afirma.
Giordano avalia que a campanha da governadora reeleita deve se tornar um case a ser estudado, porque mostra que uma candidatura que trabalha e que tem entrega pode conseguir vencer outra que está mais habituada a trabalhar com as redes sociais.
“A campanha vitoriosa da ‘mainha’, de Raquel Lyra, mostra que quando se une uma boa candidatura, que tem trabalho prestado, a uma comunicação inteligente, dinâmica e estratégica, há muito mais chances de se chegar à vitória. Não importa se o adversário é um gigante nas redes. A realidade se impõe e a verdade vence. Acho que essa é a maior lição”, afirma Giordano.
Com Cadu de Lula (PT) e Allyson Bezerra (União Brasil) classificados para o segundo turno do Governo do Rio Grande do Norte, as campanhas agora refazem suas estratégias para a votação de 25 de outubro. Os resultados do primeiro turno mostram uma disputa equilibrada: Allyson terminou com vantagem de 15.509 votos, mas Cadu venceu em mais municípios potiguares.
Dos 167 municípios do RN, Cadu foi o mais votado em 74, o equivalente a 44,3%. Allyson venceu em 66 cidades, ou 39,5%, enquanto Álvaro Dias (PL), terceiro colocado na disputa, ficou à frente em 27 municípios, correspondentes a 16,1%.
Cadu, portanto, venceu em oito municípios a mais que Allyson. Entre as cidades onde o petista ficou à frente estão Assú, Ceará-Mirim, Currais Novos, Pau dos Ferros e Santa Cruz. Allyson venceu, entre outras, em Mossoró, Macaíba, São Gonçalo do Amarante, São José de Mipibu e Touros.
Álvaro Dias foi o mais votado em Natal, Parnamirim e Caicó, além de outros 24 municípios. Cadu e Allyson voltam às urnas no dia 25 de outubro.
Ronaldo Caiado (PSD), que disputou a Presidência da República e terminou o primeiro turno na quinta colocação, decidiu apoiar Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno contra o presidente Lula (PT).
Flávio cumpre agenda em Goiânia nesta terça-feira (6), onde será recebido por Caiado e pelo governador reeleito de Goiás, Daniel Vilela (MDB). Os dois vão declarar formalmente apoio ao candidato do PL.
Caiado recebeu 2,18% dos votos no primeiro turno, somando 2.605.148 votos. Com a decisão, passa a integrar a frente de oposição a Lula na disputa marcada para 25 de outubro.
O encontro será realizado no espaço onde funcionou o comitê central da campanha governista em Goiás. Após a reunião, os aliados concederão entrevista coletiva para apresentar a estratégia conjunta e os compromissos acordados.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira (6) a progressão de Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como “Débora do Batom”, para o regime semiaberto. Ela foi condenada a 14 anos de prisão por participação nos atos de 8 de janeiro de 2023.
Débora ficou conhecida por escrever “perdeu, mané” com batom vermelho na estátua “A Justiça”, em frente à sede do STF. Moraes atendeu a uma manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR), que apontou o cumprimento dos requisitos para a mudança de regime.
A decisão considera 212 dias de redução da pena obtidos por trabalho, leitura e estudos. Débora trabalhou 326 dias na penitenciária, o que resultou em 108 dias de remição. Outros quatro dias foram concedidos pela leitura de um livro e 100 dias pela aprovação no Enem de 2023.
A condenação de 14 anos inclui os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração do patrimônio tombado e associação criminosa armada.
..engraçado..se Dilma oferecesse bolsa combustível e bolsa shopping ..a classe média (burguesiakk) iria correndo atrás…viva Dilma viva Pt e a classe trabalhadora do país;;;bj
3 pontos são, em muitas pesquisas, o viés do erro estatístico.
A complementação da notícia não foi divulgada: Dilma lidera nas intenções de votos, sendo Marina a adversária mais forte.
. De acordo com os dados divulgados, Dilma teria 43,7% das intenções de voto, à frente do senador Aécio Neves (PSDB-MG), com 17%, e do governador Eduardo Campos (PSB-PE), com 9,9%.
Em um cenário no qual Marina Silva (PSB) é a candidata no lugar de Eduardo Campos, Dilma tem 40,7% e Marina aparece em segundo com 20,6%. Aécio Neves registra a terceira colocação com 15,1% e Levy Fidelix, do PRTB, aparece com 0,4%.
Elias, o sucessor dela é LULA.
Brasil caminhando para o Bi governo de Dilma, a única dúvida é quem vai sucedê-la em 2018…
Com certeza caiu mais que o divulgado. O povo tá cansando de tanta bolsa esmola, e observando o que vem acontecendo. A mulher e seu governo só apoiam quem não presta, cuba, venezuela, e outras mazelas. Até quem recebe estas bolsas esmolas, xabem que elas não tem o valor que deveriam ter. Dentre muitas virtudes o brasileiro quer trabalho digno!!!
Esqueceu o resto da pesquisa: Dilma 43,7%, Aécio 17% e Eduardo Campos 9,9%. Vitória no 1º turno
Hummm se o instituto apontou "queda" de apenas 03 pontos, na verdade deve ser BEM MAIS!!! Essas pesquisas sempre saem quando há uma notícia ruim contra o partido dela ou contra ela e "sempre" apresenta recuperação, por pior que seja a situação.
Nessas pesquisas "milagrosas" publicadas constantemente logo após um episódio desgastante para o ParTido dela, em todas, aparece o crescimento de aprovação.
ACORDA BRASIL!!!