Saúde

Covid-19: número de casos e óbitos no Brasil tem maior queda em 2021

Foto: © Reuters / Kai Pfaffenbach / Direitos Reservados

O Boletim do Observatório Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado hoje (17), indica que a taxa de ocupação de leitos de UTI de covid-19 para adultos se encontra no melhor cenário desde que foi iniciado o monitoramento do indicador. Apenas uma capital está com taxa superior a 80%: o Rio de Janeiro (82%). Duas estão na zona de alerta intermediária: Boa Vista (76%) e Curitiba (64%).

Segundo o levantamento, o número de casos e de óbitos sofreu a maior queda desde o início deste ano. Foram registradas 12 semanas consecutivas de diminuição do número de mortes, com redução de 3,8% ao dia na última Semana Epidemiológica (SE 36).

O total de casos também apresenta tendência de redução, mas com oscilações ao longo das últimas 12 semanas. Foi registrada uma média de 15,9 mil casos e 460 óbitos diários na semana epidemiológica de 5 a 11 de setembro. De acordo com a Fiocruz, esses níveis ainda são considerados altos e geram preocupação diante da manutenção dos testes positivos para a doença.

Conforme destacam os pesquisadores do observatório, a vacinação não tem avançado de forma igual no país e sofre com o atraso do registro. “Em função dessa dissonância, pode apresentar falhas por vários motivos, tais como a descontinuidade de investimento em equipes e infraestrutura nos sistemas de registro em saúde”.

De acordo com a análise, a redução dos casos e óbitos parece ser sustentada, mas o cenário atual mostra que, uma vez beneficiada de forma mais homogênea com a vacinação, a população tende a ter relativamente mais casos graves e fatais entre idosos, concentrando-os novamente nas idades mais avançadas.

Segundo a Fiocruz, após o início da vacinação entre adultos jovens, é a primeira vez em que a mediana dos três indicadores – internações gerais, internações em UTI e óbitos – estão novamente acima dos 60 anos. Isto significa que mais da metade de casos graves e fatais ocorrem entre idosos. No total, 54,4% das internações e 74,2% dos óbitos ocorrem entre idosos.

Outro tema destacado no boletim é a importância do distanciamento físico. Os cientistas afirmam que o patamar de cobertura razoável para conseguir bloquear a circulação do vírus é de pelo menos 70% de pessoas com esquema vacinal completo. “Ainda está longe do que temos hoje. Isto significa dizer que outras medidas de mitigação ainda possuem absoluta importância para o Brasil”.

Delta

A pesquisa ressalta ainda que é fundamental que se alinhem os cronogramas de vacinação, sobretudo em municípios limítrofes, para evitar migração desnecessária de pessoas em busca de imunizantes, propiciando, consequentemente, a dispersão do vírus em um cenário de circulação de uma nova variante mais infecciosa.

“A circulação da variante Delta é um agravante no cenário atual, principalmente porque, em alguns locais, o processo de reabertura se torna cada vez mais acelerado e menos criterioso. No entanto, os imunizantes têm demonstrado sua eficiência, reduzindo o número de internações e óbitos, mesmo num cenário de alta de casos. Entretanto, o comportamento da população e as decisões dos gestores podem ainda criar um cenário caótico, que pode ser amplificado em função do surgimento de novas variantes mais infecciosas e com maior potencial de transmissão”, dizem os pesquisadores.

Imunização

Segundo dados do MonitoraCovid-19, compilados com base nas informações das secretarias estaduais de Saúde, no Brasil cerca de 214 milhões de doses de vacinas foram administradas. Isso representa a imunização de 86% da população com a primeira dose e 47% da população com o esquema de vacinação completo, considerando a população adulta (acima de 18 anos).

Com exceção de Roraima, os demais estados vacinaram mais de 70% da população acima de 18 anos com ao menos uma dose do imunizante e pelo menos 30% da população com segunda dose ou dose única. Mato Grosso do Sul apresenta a menor diferença entre a primeira e a segunda doses aplicadas, com percentual de primeira dose de 90% e segunda superior a 66%.

São Paulo apresenta o maior percentual de primeiras doses aplicadas, com 99% da população adulta com uma dose do imunizante e mais de 58% com a segunda. A situação de Roraima é mais preocupante com 68% da população vacinada com primeira dose e 23% com a segunda.

Agência Brasil

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Política

Avaliação de Bolsonaro piora e reprovação chega a 53%, diz Datafolha

Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo

Após a semana mais tensa de seu mandato, o presidente Jair Bolsonaro segue com sua reprovação em tendência de alta. Ela chegou a 53%, pior índice de seu mandato. Foi o que aferiu o Datafolha nos dias 13 a 15 de setembro, quando o instituto ouviu presencialmente 3.667 pessoas com mais de 16 anos, em 190 municípios de todo o país. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.

A oscilação positiva dentro da margem de erro em relação ao recorde apontado em levantamento feito em julho, de 51% de reprovação, dá sequência à curva ascendente desde dezembro do ano passado.

O presidente é avaliado como bom ou ótimo por 22%, oscilação negativa dos 24% da pesquisa anterior, que já indicava o pior índice de seu mandato. O consideram regular 24%, mesmo índice de julho.

“Isso sugere que as cenas do 7 de Setembro, com a avenida Paulista cheia por exemplo, reproduzem uma fotografia do nicho decrescente do bolsonarismo entre a população. Se queria fazer algo além de magnetizar fiéis, Bolsonaro fracassou”, assim destaca trecho de matéria na Folha de São Paulo.

Com Folha de São Paulo

 

Opinião dos leitores

  1. O mais decepcionante é ver que ainda existem JUMENTOS que defendem um governo terrível desse. Tudo caro, desemprego lá em cima, país desmoralizado no resto do mundo. Esses defensores desse presidente ou são malucos, ou estão ganhando alguma coisa, ou são pessoas malignas que querem destruir o país. Parem e reflitam um pouco, se forem capazes…

  2. Agora acredite! Foi o DataFolha que previu Manuela D’Avila e Marília Arraes prefeitas eleitas de Porto Alegre e Recife. Ah! E Dilma, senadora por Minas Gerais!!!!!

  3. Datafolha é muito seria, do grupo folha e globo!!! Eu vi isso acontecer. A prova do datafolha foram os dias 07/09 e 12/09…. bateu segundo as pesquisas.

  4. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
    A onde está os eleitores do Lula???
    Não saiu de verde e amarelo no 07 de Setembro.
    Não saiu de vermelho no dia 12 de setembro, a onde danado tá esses eleitores pra estarem respondendo essas pesquisas?????
    Kkkkkkkkkkkkk.
    Homi vai procurar o que fazer, vcs pensam que o povo é idiota é????
    Vejam!!
    Segundo esse data folha o prefeito de Porto Alegre é a Manuela D’avila.
    O do Recife é a Marilia Arrais e em São Paulo é o Guilherme Boulos.
    Fala sério cambada de desonestos.
    Deixam de sacanagem!!
    Vão ajudar o país bando de vagabundos.

  5. Pesquisa do Datafolha tem tanta credibilidade quanto a palavra de um mentiroso contumás.
    Esse instituto de pesquisa virou motivo de piada por produzir pesquisa com resultados fantasiosos, longe da realidade.
    As pesquisas verdadeiras foram feitas nos dias 07/09 e 12/09.
    Fora isso está completamente fora da realidade.
    O Datafolha continua sua saga em querer influenciar as pessoas.
    Cola não, o povo tem dado a resposta nas ruas.

  6. Esse tipo de pesquisa é o engana trouxa, as ruas tem uma outra fotografia bem diferente da realidade. Estas pesquisas forjadas estão manjadas, não cola mais.

  7. Instituto data foia não tem credibilidade.
    So acredito no data povo.
    Faz o seguinte!!
    Leva o Lula ladrão na Rodoviária de São Paulo e depois o PR Jair Bolsonaro.
    Pronto!
    Feito isso o resultado é confiável.
    Simples assim.
    áh!!!
    Vale pra qualquer rodoviário do Brasil tá?

  8. Quer dizer que o 7 de setembro provou que Bolsonaro não tem popularidade. Quem tem é Lula, quem vem ao Nordeste e é recepcionado por 5 militantes, quem tem é a terceira via, que fez uma manifestação vergonhosa dia 12. Conta outra!

  9. Essa canhota não se cansa de narrativas. Será que eles acham que alguém acredita? Nem os desinformados acreditam mais.

  10. Eu só acredito em pesquisa se for positiva para os meus malvados preferidos. É MELHOR JÁ IR SE ACOSTUMANDO COM NARO DERROTADO…..O CHORO É LIVRE…..QUEM NÃO QUISER CAIR SE DEITE QUE O PANCADÃO VAI DERRUBAR…..KKKKKKKKK.

  11. Grande novidade ele estar derretendo sua popularidade! Metade dos que votaram nesse presidente inepto das rachadinhas já acordou para realidade do governo pífio e cheio de corruptos que ele nomeou para proteger a família das investigações dos crimes que cometeu. A outra metade vive na gadolândia na base de ração de capim cloroquinado e ainda acredita no capitão corno e arregão! Mas todo dia um gado acorda e sai desse cercadinho…

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Saúde

SINAL DE ESTABILIDADE: Fiocruz indica interrupção da tendência de queda de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) no Brasil, mas sem retomada de crescimento

Foto: © Leonardo Oliveira/FioCruz

O número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) no Brasil manteve a tendência de interrupção de queda, observada desde o final de maio, mostra o último Boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (2) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

No entanto, os indícios de possível retomada do crescimento em agosto, apontados na semana passada, não se confirmaram, mantendo o sinal de estabilidade.

A incidência da síndrome é um parâmetro de monitoramento da pandemia de covid-19, uma vez que o Sars-CoV-2 é responsável por 96,6% dos casos virais de Srag registrados desde 2020.

Recorte estadual

Os dados indicam que apenas quatro das 27 unidades da federação apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo, com destaque para Bahia, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Os dois primeiros estados apontam para início de crescimento ao longo de agosto, enquanto o Rio de Janeiro apresenta sinal de crescimento acentuado desde a segunda quinzena de julho.

Dentre os demais estados, dez apresentam sinal de estabilidade nas tendências de longo e curto prazo: Acre, Alagoas, Amapá, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Piauí, Roraima, Santa Catarina e São Paulo.

A análise aponta que todos os estados apresentam ao menos uma macrorregião de saúde em nível alto ou superior e sete estados apresentam ao menos uma macrorregião em nível extremamente elevado: Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

“Em todos esses estados observa-se que essa tendência tem sido puxada principalmente pelos casos graves em crianças e adolescentes e pela população acima de 60 anos. No caso do Rio de Janeiro, para a população acima de 70 anos estima-se que a situação atual já esteja em situação similar ao observado no pico do final de 2020”, disse o coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes.

Faixa etária

O estudo observou entre crianças e adolescentes (de zero a 9 anos e de 10 a 19 anos) uma estabilização dos casos de Srag em patamar significativamente elevado quando comparados com o histórico da pandemia. “Vale considerar que a situação atual é similar ao pico mais agudo de 2020”, diz a Fiocruz.

Segundo o coordenador do InfoGripe, o patamar de estabilização se apresenta mais alto à medida que a idade diminui. “Já a redução expressiva do número de casos de Srag na população idosa é reflexo do impacto da campanha de vacinação escalonada realizada nos meses de abril e maio. Os valores mais altos da população mais jovem indicam que a transmissão segue elevada e são atribuídos à transmissão elevada na população em geral”, afirmou.

Agência Brasil

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Geral

Mortes por covid-19 no Brasil estão em queda há dez semanas consecutivas, informa Fiocruz

Foto: Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

As mortes por covid-19 no Brasil estão em queda há dez semanas consecutivas e chegaram à média diária de 670 na Semana Epidemiológica 34 (15 a 28 de agosto), segundo o Boletim do Observatório Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Nos momentos mais críticos da pandemia, em abril de 2021, o país chegou a ter uma média de mais de 3 mil mortes diárias.

O boletim acrescenta que o número de novos casos de covid-19 teve queda média de 2,4% ao dia na semana estudada e atribui à vacinação a redução contínua na mortalidade e nas internações pela doença no país. Os pesquisadores pedem que esse processo seja acelerado e ampliado e ressaltam que a maioria da população adulta ainda não completou o esquema vacinal, o que é fundamental para maior efetividade das vacinas. Acrescentam que a vacinação de adolescentes ainda está em fase inicial.

“Segundo dados compilados pelo Monitora Covid-19, considerando os adultos (acima de 18 anos), 82% dessa população foram imunizados com a primeira dose e 39% com o esquema de vacinação completo. Apesar de ainda ser necessário avançar na ampliação e aceleração da vacinação, esse processo contribui para a importante tendência de redução da incidência e mortalidade, sendo notável o declínio no número absoluto de internações e óbitos em todas as faixas etárias”, afirma o boletim.

Outro ponto destacado é que as vacinas não impedem completamente a transmissão do vírus Sars-CoV-2, mesmo quando o esquema vacinal está completo. Pessoas vacinadas podem transmitir para outras pessoas, independentemente de manifestarem a doença, e não estão totalmente livres do risco de desenvolver um quadro grave, ainda que esse risco seja reduzido de forma importante pela imunização. Além disso, os pesquisadores veem um cenário em que o relaxamento de medidas de distanciamento físico, tanto por parte de governos quanto da população, se dá ao mesmo tempo em que cresce a presença da variante Delta nas amostras analisadas.

“O conjunto desses fatores resulta em cenário que combina incertezas com exigência de muita atenção”, alertam. “A redução do impacto da pandemia de modo mais duradouro somente será alcançada com a intensificação da campanha de vacinação, a adequação das práticas de vigilância em saúde e o reforço da atenção primária à saúde, além do amplo emprego de medidas de proteção individual, como o uso correto de máscaras e o distanciamento físico”.

Apesar da tendência de queda no país, os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), uma complicação frequentemente relacionada à covid-19, ainda se encontram em nível extremamente alto no Paraná, Rio de Janeiro, em Minas Gerais, São Paulo, Goiás e no Distrito Federal. Nessas unidades da federação, há mais de 10 casos para cada 100 mil habitantes.

A taxa de ocupação de leitos de unidade de terapia intensiva para covid-19 está fora da zona de alerta para 23 estados e o Distrito Federal. As exceções são Roraima, que está na zona de alerta crítico, com 82%, Goiás (62%) e o Rio de Janeiro (72%), que estão na zona de alerta intermediário.

Apesar disso, o boletim considera que o estado do Rio de Janeiro é o que mais preocupa, com a região metropolitana da capital apresentando percentuais críticos de ocupação: Rio de Janeiro (96%) – Belford Roxo (100%), Duque de Caxias (94%), Guapimirim (90%), Nova Iguaçu (85%), Queimados (78%) e São João do Meriti (83%).

“O temor por uma reversão da tendência de melhoria nos indicadores da pandemia tem sido colocado, tomando justamente o Rio de Janeiro como exemplo e designando-o como epicentro da variante Delta. É necessário manter cautela e continuar acompanhando os indicadores nas próximas semanas. Deve-se evitar a perspectiva alarmista, mas também não se deve assumir que o panorama indica a possibilidade de flexibilização absoluta de atividades e circulação de pessoas”.

O boletim divulgado hoje também reforça a avaliação de que, com o avanço da vacinação para a população mais jovem, o rejuvenescimento da pandemia observado no primeiro semestre deste ano foi revertido. “As internações hospitalares, internações em UTI e óbitos voltaram a se concentrar na população idosa, que apresenta maior vulnerabilidade entre os grupos por faixas etárias”.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Graças a Deus. Mas para os CoronaLOVERS e governadores lacradores deve ser uma péssima notícia.

    1. Deve ser devido a ivermectina e azitromicina e a cloroquina.. a vacina não tem nada haver com isso. A gadolandia pira

    2. Turci comunista de meia tigela, o lacrador coronalover aqui é você.

    3. Esra vendo os imbecis latindo, Turci? Essa gente indecente, moleques militantes, certamente pagos por políticos de esquerda? Pois é.

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Saúde

Brasil tem média de mortes por Covid menor que a dos EUA desde 25 de agosto

Foto: Igo Estrela/Metrópoles

Em queda devido ao avanço da vacinação, a média móvel diária de mortes por Covid-19 no Brasil, em relação ao tamanho da população, já se encontra abaixo do mesmo indicador registrado nos Estados Unidos. Dados do Our World in Data, ligado à Universidade de Oxford, no Reino Unido, mostram que, desde o último dia 25, a média diária de mortes, proporcional à população nos EUA, é superior à do Brasil.

O país norte-americano registrou, na última segunda-feira, 3,9 mortes a cada 1 milhão de pessoas. O Brasil, que vem demonstrando sinais recorrentes na queda de óbitos diários provocados pela doença, teve média de 3,1 mortes no mesmo dia.

A mudança de cenário no país vem após longos meses em que foram notificados números altos de casos e mortes. Desde 10 de março, os EUA estavam vivenciando um declínio da curva de mortes, com números menores do que os verificados aqui. O ápice foi registrado no dia 12 de abril, quando o Brasil registrou média de 14,6 mortes por milhão, e os EUA, de 2,9.

Veja, abaixo, a média diária de mortes registradas nos dois países, com números proporcionais a cada 1 milhão de habitantes:

Foto: Reprodução

E não foi só a média móvel entre os dois países que se inverteu recentemente. A tendência da imunização também, como já noticiado pelo Metrópoles. Mantido o atual ritmo de vacinação em ambas as nações, o Brasil demoraria cerca de 20 dias para imunizar toda a população adulta. Os Estados Unidos demorariam cerca de 67 dias para vacinar todos os norte-americanos acima dos 18 anos.

Dados do CDC (Centro de Controle de Doenças) mostram que, até essa terça-feira (31/8), 63,5% dos estadunidenses acima dos 18 anos estavam imunizados (com duas aplicações ou dose única). O Brasil vacinou menos, 38,8% da população adulta contra a Covid, mas vem avançando no ritmo de vacinação, enquanto os EUA patinam, em meio à resistência de seus moradores.

O médico infectologista e consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) Julival Ribeiro explica que o alto número de mortes registradas se deve pela combinação da variante Delta com o número elevado de não vacinados no país.

“Apesar de nenhuma das vacinas ser 100% eficaz contra a Covid-19, nós estamos percebendo que o número de pessoas que estão falecendo em decorrência da Covid-19 são pessoas que não se vacinaram ou que não tomaram a segunda dose. São essas que, em grande maioria, estão indo para hospitais e desenvolvendo casos graves”, explica Ribeiro.

Metrópoles

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Saúde

Brasil registra queda de 36,8% na média de mortes por Covid-19 em um mês

Foto: Reprodução/CNN Brasil

Segundo dados acompanhados pela CNN, o número de mortes por Covid-19 caiu em julho em comparação a junho de 2021. Em relação à última semana de cada mês, a queda na média diárias de mortes em decorrência da doença decresceu 36,8%.

De acordo com os dados divulgados diariamente pelo Ministério da Saúde, com base nos casos e mortes pelo coronavírus nos estados, foi possível calcular o total contabilizado e a média diária por semana no país. Na última semana de julho, do dia 25 ao 31, o Brasil registrou 6.992 mortes por Covid-19 – com a média de 989 mortes por dia.

Já na última semana de junho, do dia 24 ao 30, foram 10.957 mortes – com a média de 1.565. Ou seja, a média diária de mortes em decorrência do coronavírus caiu 36,8% da última semana de junho para julho.

A queda também pode ser observado na média calculada com base nos dados completos contabilizados em junho e em julho deste ano.

Durante o mês de julho, o Brasil contabilizou 38.304 mortes por Covid-19, com a média diária de 1.236. Já no mês de junho, o total registrado foi de 55.275 mortes em decorrência da doença no país. A média diária de mortes ao longo do mês foi de 1.843.

De junho para julho, quando comparado o mesmo período mensal, a queda na média diária de mortes por Covid-19 foi de 32,9%. Em relação aos números absolutos, a queda foi de 48,6%.

A queda de mortes pela doença também pode ser explicada pelo avanço da vacinação contra a doença, que já imunizou os grupos prioritários – com mais chances de morrer pela Covid-19 – e agora atinge maiores parcelas da população geral.

Segundo dados do vacinômetro da CNN, o país já aplicou 102.623.565 primeiras doses, o que representa cobertura de 48,46% da população geral e 64,13% da população adulta (maior de 18 anos). Já em relação à imunização completa, 42.766.250 brasileiros já receberam a aplicação da segunda dose ou de vacina de dose única, representando 20,19% da população geral e 26,72% dos adultos do país.

O vacinômetro da Agência CNN é elaborado com base nos dados de vacinação divulgados pelas secretarias estaduais de saúde e calcula a cobertura vacinal de acordo com os dados da população divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

CNN Brasil

 

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Saúde

Óbitos por Covid no RN caem 65,3% em julho

Dados da ferramenta Coronavírus RN, do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, (LAIS/UFRN), mostram que o número de óbitos por covid-19 no Rio Grande do Norte caiu 65,35% em julho passado, se comparado ao mês anterior.

Conforme mostra o LAIS/UFRN, os casos confirmados da doença no Estado reduziram ainda mais: 67,74% no mesmo período.

Os números de julho ainda estão sob revisão, mas, se confirmados, o RN registrará os índices mais baixos da pandemia em 2021 até o momento.

Opinião dos leitores

  1. Enquanto povo se comporta assim, agradecendo a políticos porque devolveu o dinheiro do povo, vamos ser sempre um pais de corruptos, eleitores iludidos. Governo federal, Estadual e Municipal, não fazem favor pra se agradecer, é somente obrigação de fazer, de retorna o dinheiro do povo, na verdade eles ganham pra isso e muito bem obrigado, enquanto a maioria do povo comer, mora, viver muuito mal!

    1. Para que seja o governo estadual elogiado ou não precisamos saber:
      Quantas vacinas o governo comprou? Teve hospital de campanha? Quantos leitos novos foram disponibilizados ao tratamento do covid e quantos médicos foram contratados para trabalhar na pandemia? O repasse de R$ 5 milhões feito ao consórcio nordeste, resultou em quê na prática? Ao pagar R$ 1,8 milhões e receber respiradores quebrados, o que foi feito? Como foi aplicado todo recurso repassado pelo governo federal, alguns milhões na pandemia do RN? Sabe dar essas respostas papo reto?

    2. Obrigado governo federal pelos recursos enviados, e aos municipios pelo tratamento executado.. Ao estado nem educação ha 2 anos, nem segurança publica e nem saude a contento. Alias, nem sei o que é Estado do RN, nao existe!!!!

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Saúde

TÁ CAINDO, MAS NEM POR ISSO RELAXE: RN volta a patamares de novembro em número de óbitos, ocupação e internações por Covid

Com a taxa de ocupação de leitos públicos inferior a 40% e sem filas para UTIs para Covid, a situação da pandemia da covid-19 no Rio Grande do Norte segue apresentando sinais cada vez melhores, de acordo com os dados oficiais da Secretaria Estadual de Saúde desta sexta-feira(30).

Um outro dado chama a atenção: o número de mortes da quinta-feira (29) em leitos públicos foi o menor do ano, assim como a média de solicitações por leitos.

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Saúde

Número de pacientes internados em leitos críticos(UTIs) cai pela metade em um mês no RN

Foto: Reprodução/Regulação RN

No Rio Grande do Norte, 42,5% dos leitos críticos para tratamento da covid-19 amanheceram ocupados nesta segunda-feira (26). A situação resume a tendência de queda nas solicitações e é o melhor percentual desde 15 de novembro do ano passado.

Para se ter ideia, há um mês, 293 leitos de UTI estavam com pacientes, sendo 71,29% da taxa de ocupação naquele momento. Às 9h20 desta segunda eram 144 pacientes internados, ou seja, menos da metade em comparação.

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Economia

Preços do petróleo têm forte queda e entram em território de correção

Foto: Christian Hartmann/Reuters

Os contratos futuros do petróleo fecharam em forte queda nessa segunda-feira (19), acompanhando o movimento global de aversão a risco e com os investidores avaliando também o acordo entre os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (Opep +) para flexibilizar a restrição à produção de seus membros, nos próximos meses.

O contrato do petróleo Brent para setembro fechou em queda de 6,60%, a US$ 68,62 por barril, na ICE, em Londres, enquanto o do petróleo WTI para agosto recuou 7,50%, a US$ 66,42 por barril, na Bolsa de Mercadorias de Nova York.

Ambas as referências do petróleo fecharam, hoje, com perdas acumuladas de mais de 10% em relação aos picos recentes, entrando no chamado território de correção, que é normalmente visto pelos investidores como um indicador de tendência negativa para o ativo.

Os contratos do petróleo recuaram nas últimas sessões, com os investidores desfazendo apostas em mais altas da commodity e, nesta segunda, tomaram um tombo em meio aos temores em torno da disseminação da variante Delta da covid-19.

Opep+

Além disso, os investidores avaliam o anúncio da Opep+, que acertou que seus membros adicionarão 400 mil barris por dia a cada mês a partir de agosto, até que seja retomada toda a produção interrompida no ano passado, quando a pandemia colapsou a economia global. O acordo foi fechado formalmente no fim de semana, depois que a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos resolveram suas diferenças.

Segundo analistas, o acordo oferece uma visão mais nítida para os investidores avaliarem a velocidade com a qual o cartel vai recolocar no mercado os 5,8 milhões de barris por dia ainda retidos.

Para o Goldman Sachs, o negócio acabará ajudando a consolidar ganhos adicionais para o mercado de petróleo. Levando em consideração a incapacidade de vários membros do cartel de cumprir com suas cotas, a produção provavelmente crescerá de 300 mil a 350 mil barris por dia a cada mês, em vez dos 400 mil estipulados no acordo, disse o banco. Além disso, o fato de que os futuros de longo prazo estão sendo negociados com desconto em relação aos preços à vista deve impedir os produtores americanos de aumentar a produção, acrescentou a instituição financeira.

“Apesar de mais barris chegando ao mercado no mês que vem, nada realmente pode atrapalhar a crença de curto prazo de que os preços vão continuar subindo. O acordo da Opep permitirá 400 mil barris por dia em aumento de produção, uma gota no balde d’água, dada a demanda robusta que ocorre apesar da variante Delta”, afirmou Edward Moya, analista-sênior de mercados da Oanda.

G1, com Valor

Opinião dos leitores

  1. Vamos ver se o falso mesias vai dar a ordem para a petrobras baixar o preço. O PT saiu mas a estatal continua a ser massa de manobra para distribuir dinheiro de campanha através de compra de ação e pagamento de dividendos para eles!!

    1. Comeu o capim hoje Sabichão ? Ou fumou a bosta do verme 9dedos. O chôro é livre. Arrume trabalho pq vagabundo não terá mais têta

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Saúde

90% das cidades brasileiras têm queda ou estagnação no número de mortes por Covid

Foto: Reprodução/CNN Brasil

Um levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM) realizado entre segunda e quinta-feira (12 a 15) aponta que apenas 10% das cidades brasileiras apresentam uma tendência de alta no número de mortes em decorrência do novo coronavírus. O estudo obtido pela CNN contou com a participação de 5,5 mil prefeitos.

De acordo com a pesquisa, metade dos municípios brasileiros não registraram mortes pela Covid-19 nesta semana. Em 21% das cidades o número de óbitos se manteve estável, enquanto 16% tiveram uma redução.

Epidemiologista da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Diego Xavier, destaca que a redução do número de mortes por Covid-19 está diretamente relacionada com a vacinação, em especial, do grupo prioritário. “Com a vacinação, mesmo que ocorra o aumento de casos por coronavírus, não observamos o aumento de mortes. Já imunizamos a população de maior risco, ou seja, mesmo que o número de casos aumente não vamos ter o aumento exponencial dos óbitos”, explicou o pesquisador da Fiocruz.

No entanto, Diego Xavier afirmou à CNN que precisamos estar atentos às novas variantes que possam surgir. “Precisamos tomar cuidado, porque agora nós temos o risco da variante Delta, que as vacinas possuem uma menor eficiência. Isso reafirma a importância da imunização completa, tem muita gente que não volta para tomar a segunda dose”, completou.

O Ministério da Saúde distribuiu, até esta sexta-feira (16), mais de 153 milhões de doses de imunizantes contra Covid-19, por meio do Plano Nacional de Imunização (PNI). Os estados brasileiros já vacinaram pelo menos 118 milhões de pessoas.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

    1. Claro! Graças a vacinação, devidamente autorizada pela ANVISA, que o governo federal tá enviando pra todo Brasil.

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Saúde

RN, mais 16 estados e o DF registram queda na taxa de letalidade por Covid-19

Foto: Mister Shadow/ASI/Estadão Conteúdo 

Segundo levantamento feito pela CNN Brasil, 17 estados e o Distrito Federal registraram queda na taxa de letalidade pela Covid-19 em um mês. Os dados foram analisados comparando os índices registrados entre maio e junho.

Com base nos boletins epidemiológicos divulgados pelas Secretarias Estaduais de Saúde, a CNN Brasil analisou e calculou a taxa de letalidade registrada por cada unidade da federação durante os dois meses. A taxa de letalidade representa os casos que evoluíram para óbito dentre as pessoas que contraíram a Covid-19.

A unidade federativa com a maior queda na taxa de letalidade foi Rondônia. Em junho, o índice registrado foi de 2,12% – 1,39 ponto percentual a menos do que os 3,51% registrados no estado no mês anterior.

O estado de Alagoas registrou a taxa de letalidade de 2,66% em maio, que caiu para 2,05% em junho. Já o Amazonas registrou 1,99% em junho, enquanto em maio o índice foi de 2,31%.

No Distrito Federal, a taxa caiu de 3,34% para 2,38% em um mês, enquanto no Espírito Santo o número caiu de 3,02% para 2,02%. Em Goiás, o índice caiu de 3,52% para 3,26%, enquanto no Maranhão foi de 3,64% para 3,39% e no Mato Grosso, de 2,54% para 1,82%.

Já em Minas Gerais, a taxa de letalidade calculada em junho foi de 2,53%, 0,62 ponto percentual menor do que 2,53% registrada em maio. No Pará, o índice caiu de 3,14% para 2,63%, enquanto na Paraíba o dado caiu de 2,29% para 1,42%.

No Paraná, a taxa caiu de 2,73% em maio para 2,19% em junho, enquanto no Piauí foi de 2,33% para 1,91%.

Já no Rio Grande do Norte, o número decresceu de 1,38% para 0,88%.

Em Roraima, a taxa caiu de 1,76% para 1,10%, já em São Paulo foi de 4,12% para 3,58% em um mês, em Sergipe de 2,33% para 2,31% e no Tocantins, de 1,61% para 1,46%.

CNN Brasil

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Economia

Dívida pública cai pelo terceiro mês seguido e chega a 84,5% do PIB: “tendência mais condizente com a retomada do crescimento econômico”

Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

Pelo terceiro mês consecutivo, o nível de endividamento do país caiu e atingiu 84,5% do PIB em maio. A informação foi divulgada nesta quarta-feira pelo Banco Central (BC).

A relação dívida/PIB vem caindo rapidamente depois de uma trajetória de alta em 2020 e de beirar o patamar de 90% em fevereiro deste ano, ao fechar o mês em 89,4%. Em março, o índice já caiu para 87,8%, seguido de uma queda mais intensa em abril para 85,6% e uma nova redução em maio.

A economista-chefe da Reag Investimentos, Simone Pasianotto, explica que o resultado do mês reflete principalmente a surpresa do PIB, que veio acima do esperado no primeiro trimestre e cuja as expectativas vêm subindo nas últimas semanas. Em uma escala menor, a desvalorização cambial também foi relevante.

— A gente também vê que a relação dívida/PIB vem caindo rapidamente depois de beirar os 90% em fevereiro. Tivemos uma alta muito grande, acima do que era esperado e agora ela está se acomodando a patamares de uma tendência mais condizente com a retomada do crescimento econômico — disse a economista.

Apesar de um déficit nas contas públicas de R$ 15,5 bilhões em maio, a trajetória de queda reflete os resultados fiscais positivos registrados ao longo do ano, com um superávit de R$ 60,3 bilhões. No mesmo período do ano passado, o resultado era de um déficit de $ 214 bilhões.

Revisão de estimativas

Antes da divulgação desta quarta-feira, o Instituto Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado, revisou suas estimativas e passou a projetar que a relação dívida/PIB deve chegar ao final deste ano em 85,6% por conta de um PIB mais alto e da melhora dos resultados fiscais.

Patrícia Krause, economista-chefe para a América Latina da Coface, destaca que essa trajetória de queda neste ano já era esperada, mas para o ano que vem a tendência é que suba novamente porque as condições de 2021, como uma retomada mais intensa da economia, não estarão presentes.

— Isso é um efeito temporário até o final do ano. Tem uma base muito fraca de comparação. Depois disso, a gente sabe que a gente continua precisando de reformas estruturais, que possa não só ajudar a continuar crescendo forte, porque não vamos continuar crescendo 4%, como também no sentido de consolidação fiscal, porque não houve uma consolidação — afirmou a analista.

A estatística considera a dívida pública bruta, que compreende o governo federal, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e os governos estaduais e municipais. O dado é acompanhado de perto pelo mercado financeiro para medir a capacidade do país de pagar suas dívidas, o chamado nível de solvência.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Com esta inflação,o aumento do tributos,os salarios congelados,é facil ter superavite.Quando a outra estava no governo,quando a gasina tocou os 3 reais e 10 centavos,começaram a bater panelas…!

  2. o pessoal pensa que o governo tem um cofre só esperando para fazer saques. esses gastos com a pandemia incluindo os auxílios emergenciais vai tudo para a nossa conta. somos nós que pagamos. então é bem melhor comprar uma dose de vacina por R$ 10 do que custando R$ 15,00. acabou o discurso de governo honesto!!

  3. O melhor Presidente da história do Brasil. Não é dos últimos anos não é desde a descoberta do Brasil.
    Pense num Presidente invocado, arroxado do cunhão rôxo é Bolsonaro e Paulo Guedes. Se a láia do PT tivesse no comando do país, já estaríamos igual a Venezuela.

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Saúde

“São 250 leitos disponíveis na região metropolitana, entre UTIs e enfermaria”, celebra Álvaro Dias, com queda de taxa de ocupação de pacientes covid em Natal

Foto: Reprodução/Instagram

O prefeito de Natal, Álvaro Dias, destaca em suas redes sociais nesta segunda-feira(21), que a capital potiguar está com uma das menores taxas de ocupação de leitos já registradas.

“São 250 leitos disponíveis na região metropolitana, entre UTIs e enfermaria. Os hospitais de campanha, centros de enfrentamento e o avanço da vacina salvam vidas!”, comemorou.

 

Opinião dos leitores

  1. Não existe vacina 100% eficaz. Temos mesmo é que nos precaver e manter as recomendações da medicina preventiva. Cuanto ao Governo Federal, acho que ele fez sua parte, enviando bilhões aos Estados e municípios, nem sempre aplicados em sua verdadeira finalidade. A miďia já noticiou Secretário preso e até Governador cassado por desvio de recursos que deveriam salvar vidas.Isso sim, é crime de genocídio. O Governo não
    é infalível, comete erros, mas acredito em Bolsonaro. Os idicadores financeiros e outros nos mostram! Se queres voltar à mentira e enganação e viver nas trevas, façam suas escolhas. Há muitos países bons para se viver, como Venezuela, Cuba, Corea do Norte e muitos outros.É só migrar!

  2. Todas as Honras e Glorias sejam Dadas a DEUS TODO PODEROSO, pela sua MISERICORDIA em Nossas Vidas, pois se dependessemos das autoridades para combaterem o convid-19 com uma fiscalização rigorosa e efetiva, estariamos todos mortos. LOUVADO E GLORIFICADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO E SUA MISERICORDIA,

  3. Imagine se ñ existisse negacionismo!! Já teríamos saído deste atoleiro que nos encontramos! Parabéns ao Governo Estado pela rapidez na distribuição das vacinas e pelas medidas de contenção do vírus aplicadas principalmente no interior do RN!!!

    1. Parabéns ao governo Federal por ter enviado vacinas para imunização do povo. Cada uma!

    2. Imagine se você estivesse falando do mundo real.
      O RN é um dos estados mais atrasados na distribuição das vacinas.
      No nordeste a maioria já vacina pessoas com 43 anos, aqui, chegando nos 47 anos. Você sabe dizer onde foram parar os R$ 5 milhões que o estado presenteou o consórcio nordeste? Como ficou os R$ 1,8 milhões gastos em respiradores quebrados? Aponte quantas UTIs o governo do estado disponibilizou durante a pandemia e quantas foram fechadas?
      Sem qualquer acusação, são assuntos de conhecimento público, cujas respostas deveriam ser dadas a muito tempo, em simples caso de transparência.

    1. Acho que é pq os pacientes de outras regiões vão pra capital se tratar. Isso afoga os hospitais da cidade

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Saúde

Início desta segunda-feira registra tendência de queda da taxa de ocupação de leitos no RN; menor percentual desde fevereiro

A semana começa positiva, e espera-se que continue assim, com a ajuda e consciência da população. Nesta segunda-feira(21), o Rio Grande do Norte tinha 8 pessoas aguardando por leitos críticos para tratamento de covid-19 às 7h30. Em resumo, eram registrados 100 leitos disponíveis para o atendimento na rede pública e em leitos privados contratados pelo SUS.

Quanto a taxa de ocupação de leitos, os números também seguiram a tendência de queda e, neste momento, 75,2% das UTIs covid estão ocupadas. Esse é o menor percentual desde 12 de fevereiro deste ano.

Opinião dos leitores

  1. Vixe, foi só anunciar a abertura da CPI, que os números de ocupação começaram a despencar kkkkk

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Saúde

RN pode ser um dos primeiros estados a declarar fim da pandemia, ‘mas ainda não é hora de relaxar’, diz coordenador do Lais/UFRN

Foto: Arthur Barbalho/Lais/UFRN

Em entrevista ao Bom Dia RN, da Inter TV Cabugi, nesta quinta-feira(17), o professor Ricardo Valentim, que coordena o Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (Lais) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), disse que o Rio Grande do Norte pode ser um dos primeiros estados a declarar fim da pandemia, ‘mas ainda não é hora de relaxar’.

Valentim assim disse:

“Pelo que estamos vendo de dados, o Rio Grande do Norte tem tudo para ser um dos primeiros estados do Brasil a declarar que está saindo dessa pandemia. Eu acredito que a gente vai ter um ano de 2022 muito promissor, mas precisamos fazer o dever de casa”.

A declaração do coordenador do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (Lais) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) ressalta que, apesar do otimismo, o estado ainda vive um momento crítico e que “ainda não é hora de relaxar” as medidas de prevenção.

Sobra a expectativa, Valentim pontua:

“Essa redução que a gente está observando no número de novos casos tem relação primeiro com a imunização. Nós temos mais de 800 mil pessoas que tomaram pelo menos uma dose e mais de 400 mil que tomaram as duas doses – e quanto mais a gente vai se imunizando, maior vai ser o impacto na rede assistencial. Deve entrar em conta também a população que foi contaminada e se recuperou da doença”, considera.

Ainda na entrevista, o professor apontou que a proporção de idosos internados com Covid-19 caiu de 75% no meio de 2020 e está abaixo de 30%. Junto com os trabalhadores da saúde, esse público foi o primeiro a ser imunizado no estado. A mesma tendência deverá se estender ao restante da população com o avanço da vacinação, que já vem apresentando resultados no público geral, de acordo com ele.

“Tivemos em maio mais de 30 mil novos casos, porém, o número de internações começa a cair no final do mês. Há uma redução do número de novos casos, transmissibilidade e adoecimento e também analisamos redução nos pedidos de internação. Por mais de 16 dias esses pedidos vêm reduzindo”, ponderou.

Opinião dos leitores

  1. Se a nossa governadora tivesse utilizado as verbas destinadas a covid 19 e orientado a população a fazer uso de ivermectina metade desses obtos teria sido evitado , um grande exemplo disso é com os presos de alcacuz , a maioria contrairam o virus mas não houve óbitos porque será ?

  2. Boa tarde, professor!

    Nao temos nem 12% da populacao Brasileira vacinada. Fazemos parte de um destino turistico e em consequencia disso recebemos pessoas de outros estados que podem nao terem sido vacinados. Nos EUA, o presidente Biden anuncia meta de vacinar 70% da população adulta dos EUA contra a Covid-19 até 4 de Julho. Nova York ja comemora os 70% de vacinados. Nao seria prematuro afirmar que poderemos ser o primeiro estado a sair da pandemia?

  3. Estados que mais vacinaram :
    MS 37%, RS 35%,ES 32%

    RN vacinou 26%

    No Nordeste quem está na frente :
    BA : 28%,PE : 27%,SE : 27%

    Acho q isso é propaganda do Governo , mas tomara q seja verdade.

    Fonte : G1
    Ou seja , não tá na frente nem no Nordeste
    Essas previsões são pra auto promoção ou pra criar cenarios convenientes pra atrair grana ou gerar panico, tipo os 12000 mortos …

    1. Deixa de ser hipocrita se não fosse a governadora Fátima já estaríamos com o tripulo de mortes aqui no estado….esses bostonarianos só sabe conversar merda.

  4. Esse é aquele que manda os professores voltaram mas ele mesmo sendo professor trabalha de casa? To ligado

    1. Ele trabalha em casa e produz mais do que vc falador de bosta, o cara é pesquisador e vc um boboca telcador de asneiras.

  5. Coincidência ou não, foi só o governo do estado falar na compra de algumas doses da vacina russa – sputinik (sem a devida comprovação científica) que já correram aos meios de comunicação informando melhora no quadro da pandemia?
    Sem contar que existe um estoque de 30% de doses de vacinas que forma enviadas ao RN pelo governo federal e ainda não chegou na população.
    Olha que o RN ainda não conseguiu chegar as 11 mil mortes anunciadas e alardeada em março de 2020 pelo secretário estadual de saúde, mesmo com 18 meses de pandemia. Isso que eles devem entender como eficiência.

  6. Se nao tivessem usado meios sórdidos pra esconder e nao aplicar a vacina, já estaríamos bem mais avançado com as vacinas, sempre mantendo um estoque criminoso de 400 a 500 mil vacinas, qdo se sabe que 10% desse valor já seria suficiente.

  7. Calígula, sei que és um vovô, mas condensa tua barrigada numa postagem. As pessoas normais agradecem.

  8. Alguém aí perguntou onde vende Bandeira do Brasil. Vende na casa do zíper na Coronel Estevam e numa loja de variedades na Av 2, vizinho a loja Colegial. Eu vou para a barragem das oiticicas montado No Lula meu jegue e vou levar minha cachorrinha poodle Dilma kkkkk

  9. Hô mentira grande kkk
    É o medo da CPI
    Aperta ela que ela peida, fica mais acuada que rato com medo de gatos kkkkk

  10. Gente, Foi só alguns parlamentares honestos falarem em abrir uma CPI, que o RN ressurge das cinzas das profundezas, para se tornar o 1° Estado livre da Pandemia!!! Pense numa mentira grande kkkkkj

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