OMS registra queda de casos diários do novo coronavírus no mundo

Foto: Pierre Albouy/Reuters

O número de casos do novo coronavírus no mundo chegou a 10,11 milhões, após o registro de 96.286 novas infecções nas últimas 24 horas, o que representa uma redução acentuada nos contágios diários, informou nesta terça-feira (30), a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Nos últimos dias, os casos confirmados por dia variaram de 130 mil a 160 mil, com um pico de 191 mil infecções em um único dia.

O banco de dados da OMS recebeu a confirmação de 502.278 mortes por Covid-19, o que significa 2.365 óbitos a mais do que no dia anterior.

Este é o menor número de mortes a nível mundial em semanas.

A tabela dos 12 países mais afetados do mundo permanece estável, com os Estados Unidos no topo, com mais de 2,54 milhões de casos, seguidos pelo Brasil, com 1,34 milhão.

Eles são seguidos, em ordem decrescente, pela Rússia, Índia, Reino Unido, Peru, Chile, Espanha, Itália, Irã, México e Paquistão.

EFE

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gustavo mafra disse:

    Ué. Ontem O diretor da OMS falou que O PIOR ESTAR POR VIR. Sei mas de nada. Um dia e ruim, outro dia melhora.

  2. Flávio disse:

    A três dias atrás fiz uma projeção que eles teriam que se retratar , após 30 dias.
    Eles estão iguais aos nossos comitês científicos, litrralmente perdidos. E cintra fatos não existe argumentos.

  3. Az disse:

    A 3 dias falaram que iria aumentar e hoje diminuiu esse povo que enlouquecer o povo.

    • Silva disse:

      Tá aqui no BG.
      No fnal das contas, Bolsonaro não errou nenhuma vez, tá o tempo todo certo, ele e o ex ministro Osmar Terra.
      Vao chamar o homi de louco, mas é só quem acerta.

    • Queiroz disse:

      O certo é: Há três dias. E esse povo "quer".
      Por nada👍

    • Santos disse:

      Acertou!
      O presidente disse que essa gripizinha não ia passar de 800 mortes. Qdo o Ministério da Saúde anuncia 800 mortes/dia, é um alívio.
      Nunca foi capaz de pedir ao menos desculpa pelas bobagens que falou td esse tempo.
      Çey não viu!

Com impacto do coronavírus, FMI prevê queda de 9,1% para o PIB do Brasil neste ano

Foto: Reprodução

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro vai ser duramente afetado pelos impactos provocados pela pandemia de coronavírus e deve recuar 9,1% neste ano, segundo a nova projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgada nesta quarta-feira (24).

Se confirmada a previsão do Fundo, o tombo da economia brasileira deverá será o maior em 120 anos, pelo menos. Em abril, o FMI estimava uma recessão de 5,3%.

A previsão do FMI também é mais pessimista que a de boa parte dos analistas brasileiros. No relatório Focus, do Banco Central, a projeção mais recente aponta para uma queda do PIB de 6,5%.

Os novos dados do Fundo publicados no relatório World Economic Outlook mostraram uma piora generalizada para a atividade econômica mundial, confirmando que os estragos econômicos da pandemia são mais intensos do que o previsto inicialmente. O FMI aponta, por exemplo, que o PIB global deve recuar 4,9% neste ano – a previsão anterior era queda de 3% -, com todas as regiões enfrentando um quadro de recessão.

“Pela primeira vez, projeta-se que todas as regiões experimentem um desempenho negativo (do PIB) em 2020. No entanto, existem diferenças substanciais entre as economias, refletindo a evolução da pandemia e a eficácia das estratégias de contenção”, escreveu o FMI em relatório.

Para as economias avançadas, o Fundo estima uma queda do PIB de 8%, enquanto as economias emergentes devem apresentar uma retração na atividade de 3%.

“A pandemia levou as economias para um grande lockdown, o que ajudou conter o vírus e salvar vidas, mas também desencadeou a pior recessão desde a Grande Depressão”, pontuou a economista-chefe do FMI, Gita Gopinath. “Vários países começaram a se recuperar. No entanto, na ausência de uma solução média, a força da recuperação é altamente incerta e o impacto nos setores e países desiguais.

Piora fiscal

Com o aumento dos gastos públicos realizado pelos governos para conter o avanço da pandemia, o FMI também atualizou as projeções para o envidamento dos países.

Segundo o Fundo, as medidas fiscais anunciadas pelos países já somam mais de US$ 10 trilhões, acima dos US$ 8 bilhões esperados inicialmente em abril. Com esse afrouxamento fiscal, o FMI estima que a dívida bruta global deverá chegar a 101,5% do PIB neste ano.

Para o Brasil, o FMI estima que a dívida bruta vai alcançar 102,3% do PIB neste ano, recuando para 100,6% do PIB em 2021. Nos últimos anos, a questão fiscal tem sido o principal entrave da economia brasileira. O tamanho do endividamento brasileiro é considerado alto para um país ainda emergente.

Desde o início da crise, no entanto, os economistas avaliam que o governo está correto em ampliar os gastos públicos para conter o avanço da pandemia, mas dizem que essa piora fiscal deve ser restrita a 2020.

Retomada mais tímida

O FMI também revisou as projeções de crescimento dos países para 2021. Na nova leitura, o Fundo ficou mais pessimista para a atividade global. Agora, a expectativa de crescimento do mundo é de 5,4% no ano que vem, abaixo dos 5,8% projetados em abril.

Para o Brasil, no entanto, há uma pequena melhora. Em 2021, a projeção para a economia brasileira é de avanço de 3,6%, acima dos 2,9% esperados no relatório passado.

O desempenho brasileiro deverá ficar abaixo da previsões do Fundo para as economias emergentes, que devem apresentar expansão de 5,9%. Já as economias avançadas devem crescer 4,8%.

“Em 2021, projeta-se que a taxa de crescimento para os países emergentes e economias em desenvolvimento se fortaleça para 5,9%, refletindo amplamente a previsão de recuperação para a China (8,2 por cento)”, escreveu o FMI.

G1

Casos de covid-19 em Pequim podem ‘despencar’ esta semana

Foto: Thomas Peter/Reuters

A capital da China verá os casos novos de um surto recente de coronavírus “despencarem” até o final desta semana graças aos esforços em andamento para interromper as cadeias de transmissão, disse um especialista em controle de doenças.

A cidade de mais de 20 milhões de habitantes relatou seu primeiro caso de um novo foco de infecções, ligado a um grande centro atacadista de alimentos, no dia 11 de junho.

No total, 236 pessoas foram infectadas no pior surto em Pequim desde que o novo coronavírus foi identificado em um mercado de frutos do mar da cidade central de Wuhan no final do ano passado.

Pequim noticiou nesta segunda-feira que nove casos novos foram confirmados no dia anterior, bem menos do que os 22 do dia prévio.

“Se você controla a fonte, e interrompe a cadeia de transmissão, o número despencará”, disse Wu Hao, especialista em controle de doenças da Comissão Nacional de Saúde, à televisão estatal em uma entrevista exibida na noite de domingo.

As vidas de milhões de cidadãos de Pequim foram transtornadas pelo ressurgimento da doença nos últimos 11 dias, e alguns temem que um isolamento da cidade seja iminente.

Mas Wu disse que Pequim não caminha para um isolamento “como uma enchente”, ao contrário de esforços anteriores feitos em Wuhan, quando se sabia pouco sobre o vírus, acrescentando que as táticas de isolamento foram mais direcionadas desta vez.

Monitoramento em bairros

Para controlar a disseminação do vírus, Pequim designou quatro bairros como de alto risco e 39 como de médio risco até esta segunda-feira.

As pessoas podem entrar e sair dos bairros de médio risco se submetendo a medições de temperatura e registros, mas blocos de apartamentos com dois casos confirmados ou mais são totalmente isolados.

Nos bairros de alto risco, todo um condomínio residencial é interditado caso tenha havido sequer uma infecção.

Para identificar os hospedeiros, Pequim vem examinando pessoas que considera pertencerem a grupos de alto risco, como funcionários de restaurantes e entregadores de comida e embalagens.

Moradores de alguns bairros de baixo risco também foram examinados. Até sábado, cerca de 2,3 milhões de cidadãos de Pequim haviam passado por exames.

Embora as pessoas estejam preocupadas, a maioria está resignada à necessidade de ficar alerta durante algum tempo.

“Temos que conviver com o vírus no longo prazo até uma vacina estar acessível”, disse Bill Yuan, técnico de tecnologia da informação de 28 anos.

Reuters

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gianpaolo Tomazzi disse:

    É isso que falta no Brasil: monitorar e localizar os contaminados e testar em massa a população. Caros Governantes, façam isso! Desse modo, não precisaria de paralisação total

Covid-19: Nova York tem número de mortes mais baixo desde início da pandemia

O estado de Nova York registrou nesta quarta-feira (17) 17 mortes em decorrência da Covid-19, o número mais baixo contabilizado desde o início da pandemia do coronavírus –o estado chegou a ter 800 mortes em um dia.

“A única maneira de me sentir melhor é se esse número se tornar zero”, disse o governador nova-iorquino, Andrew Cuomo.

Na próxima segunda (23), o estado iniciará a fase 2 de reabertura do comércio, que inclui permissão para o funcionamento de restaurantes.

O Antagonista

Com pandemia, setor de serviços tem queda recorde de 11,7%

Foto: Mister Shadow/ASI/Estadão Conteúdo

O volume de serviços prestados no Brasil teve queda recorde de 11,7% em abril, na comparação com março, com perdas generalizadas em todas as as atividades, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Esse é o terceiro recuo consecutivo e o mais intenso da série histórica, iniciada em janeiro de 2011”, destacou o IBGE.

Na comparação com abril do ano passado, a queda foi ainda maior, de 17,2% – a segunda taxa negativa nesta base de comparação.

Esta foi a primeira vez que a pesquisa refletiu um mês inteiro sob o quadro de isolamento social e de restrições impostas pela pandemia de coronavírus, que começaram a ser implementadas no país na segunda quinzena de março.

Com o tombo recorde em abril, o setor, que possui o maior peso na composição do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, passou a acumular perda de 18,7% em 3 meses.

No acumulado do ano, a queda é de 4,5% frente a igual período do ano anterior. Em 12 meses, passou a registrar perda de 0,6%.

Com os resultados de abril, o setor de serviços atingiu o patamar mais baixo da série histórica da pesquisa. Ele ficou 27% abaixo do pico mais alto, registrado em novembro de 2014, e bem abaixo do piso até então alcançado, em maio de 2018, quando ficou 15,7% abaixo do pico.

Veja a variação do volume de serviços em abril, por atividade e subgrupos:

Serviços prestados às famílias: -44,1%

Serviços de alojamento e alimentação: -46,5%

Outros serviços prestados às famílias (salões de beleza, academias, reparos, etc): -33,3%

Serviços de informação e comunicação: -3,6%

Serviços de tecnologia da informação e comunicação: -1,1%

Telecomunicações: 0,1%

Serviços de tecnologia da informação: -2,4%

Serviços audiovisuais: -22,7%

Serviços profissionais, administrativos e complementares: -8,6%

Serviços técnico-profissionais: -3,5%

Serviços administrativos e complementares: -9,9%

Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio: -17,8%

Transporte terrestre: -20,6%

Transporte aquaviário: -0,1%

Transporte aéreo: -73,8%

Armazenagem, serviços auxiliares aos transportes e correio: -5,8%

Outros serviços: -7,4%

Quedas recordes em todas as 5 atividades pesquisadas

Este foi o segundo mês seguido em que os cinco grandes ramos de atividade do setor tiveram queda. Desta vez, o recuo foi recorde para os cinco, com destaque para transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-17,8%) e serviços prestados às famílias (-44,1%). Em 2 meses, esses dois setores acumulam quedas de 24,9% e 61,6%, respectivamente.

Os demais resultados negativos vieram de serviços profissionais, administrativos e complementares (-8,6%), de informação e comunicação (-3,6%) e de outros serviços (-7,4%).

Segundo o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, antes da pandemia a última vez que se observou queda disseminada entre todos os cinco ramos foi em maio de 2018, quando ocorreu a greve dos caminhoneiros.

Índice de atividades turísticas tem queda recorde de 54,5%

O índice de atividades turísticas também teve forte recorde, com um tombo de 54,5% frente a março.

Regionalmente, todas as 12 unidades da federação acompanharam este movimento de retração observado no Brasil, com destaque para São Paulo (-52,0%), seguido por Rio de Janeiro (-52,7%), Minas Gerais (-49,4%) e Bahia (-63,1%).

Na comparação com abril de 2019, houve retração de 67,3%. No acumulado no ano, a queda ficou em 20,9% frente a igual período do ano passado, pressionada, sobretudo, pelos ramos de restaurantes; hotéis; transporte aéreo e rodoviário coletivo (ambos de passageiros); e catering, bufê e outros serviços de comida preparada.

Serviços caíram em 26 das 27 Unidades da Federação
Regionalmente, 26 das 27 unidades da federação tiveram recuos entre marco e abril, com destaque para São Paulo (-11,6%) e Rio de Janeiro (-12,7%), que sofreram pressão negativa, principalmente, dos segmentos de alojamento e alimentação.

A única alta foi registrada em Mato Grosso (9%), cuja expansão é explicada não só pela baixa base de comparação, já que em março os serviços haviam recuado 12,6%, mas também pelo bom desempenho do transporte ferroviário de cargas.

Cenário de recessão e perspectivas

Na véspera, o IBGE mostrou que as vendas do comércio varejista registraram tombo recorde de 16,8% em abril. Na produção industrial, a queda também foi recorde em abril, com recuo de 18,8% na comparação com março.

Apesar do afrouxamento das medidas de isolamento no país e da reabertura de boa parte das atividades, os economistas do mercado financeiro continuam piorando as estimativas para o PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil em 2020.

A projeção do mercado passou de queda de 6,48% para um tombo de 6,51% do PIB em 2020, conforme boletim “Focus” do Banco Central divulgado na segunda-feira (15). Caso a expectativa se confirme, será o pior desempenho anual desde 1901, pelo menos.

Já a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) estima que a retração do PIB do Brasil poderá chegar a 9,1% em caso de segunda onda da pandemia e necessidade de regresso aos confinamentos.

G1

Dólar começa a semana abaixo de R$ 5, com queda de 0,94%. Bolsa sobe 1,51%

Foto: Gary Cameron / Reuters

O dólar começou a semana em queda de 0,94%, a R$ 4,94. Na sexta-feira, a moeda americana registrou o maior recuo semanal frente ao real em 12 anos, o que fez com que a divisa encerrasse a semana abaixo da marca de R$ 5 pela primeira vez desde 13 de março.

O clima de otimismo fez a Bolsa de Valores de São Paulo (B3) abrir em alta de 1,51%, aos 96.063 pontos.

Na sexta-feira, o movimento foi puxado por uma onda de otimismo que tomou conta dos mercados financeiros globais, depois que o governo dos Estados Unidos surpreendeu ao anunciar que a maior economia do planeta abriu 2,5 milhões de postos de trabalho em maio.

No cenário externo, as ações da China encerraram em alta nesta segunda-feira, com dados fracos sobre o comércio doméstico reforçando as esperanças de mais estímulos de política monetária para reforçar a economia atingida pelo coronavírus. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,52%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,24%.

O Globo

Bolsa de valores abre em alta nos primeiros negócios da semana; dólar volta a cair

Foto: Paulo Whitaker/ Reuters

A bolsa de valores brasileira abriu em alta nos primeiros negócios desta segunda-feira (25). O principal indicador do mercado acionário, o Ibovespa, subia 0,02% às 10h06, a 82.193,33 pontos.

Já o dólar voltava a cair e batia mínimas desde o fim de abril ante o real, com o mercado estendendo a reação ao conteúdo do vídeo ministerial com divulgação autorizada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) e cujo material, na visão de analistas de mercado, não trouxe elementos novos com potencial para fortalecer chance de impeachment do presidente Jair Bolsonaro.

Na sexta (22), o ministro Celso de Mello, do STF, decidiu permitir a divulgação do vídeo, com exclusão de apenas dois trechos, da reunião ministerial ocorrida no dia 22 de abril, na qual, segundo o ex-ministro da Justiça Sergio Moro, o presidente teria tentado interferir no comando da Polícia Federal.

Às 10h00, o dólar recuava 1,44%, a R$ 5,4934 na venda. Na B3, o dólar futuro cedia 0,70%, a R$ 5,5015.

A expectativa pela decisão do ministro havia dominado o mercado naquele dia, e o veredicto de Celso de Mello foi conhecido por volta de 17h, quando as operações no mercado de dólar à vista estavam encerrando. O mercado futuro — que fecha às 18h —, porém, capturou as reações, e os contratos de dólar da B3 chegaram a ceder 0,81%, enquanto o dólar à vista havia fechado em queda de apenas 0,15%.

Portanto, a queda do mercado à vista nesta segunda refletia um ajuste ao movimento do segmento futuro na sessão anterior. Mas mesmo o dólar no mercado futuro ainda perdia fôlego nesta sessão, sinal de que o mercado via menos ruído político daqui para a frente.

“Por não ter nada de novo, tendo a acreditar que não deveria haver um aumento de probabilidade de qualquer cenário de impeachment ou complicação política”, disse Dan Kawa, sócio da TAG Investimentos.

Mas o ruído político deve permanecer. “Não obstante, a crise política deve continuar, dessa vez com o foco nas acusações de Paulo Marinho sobre vazamentos da Operação Furna da Onça por um delegado da PF para Flávio Bolsonaro”, avaliou a Guide Investimentos.

De toda forma, a avaliação sobre o vídeo reduz o risco de curto prazo que vinha impondo ao real o pior desempenho frente a seus pares. Nesta sessão, a moeda brasileira, de longe, lidera os ganhos entre os principais rivais, num dia de performance mista para o dólar no mundo e sem a referência de Wall Street, cujas operações permaneciam fechadas pelo feriado do Memorial Day.

O Banco Central faz nesta sessão leilão de rolagem de até 2 bilhões de dólares em linhas e também de até 12 mil contratos de swap cambial tradicional, também para rolagem.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paulo disse:

    O Presidente forte!! 99% da Mídia que adora um preá contra ele, a esquerda, os canalhas do PSDB liderados pelo Doria EMbratur , e ele consegue segurar , por isso que o PDT quer calar a internet através de um projeto de lei e aqui ficar igual a China ! rede social controlada ! e ainda falam que defendem a democracia , São uns vermes

  2. Thiago lira disse:

    O vídeo da reeleição do presidente ainda rende. Queria um vídeo desse toda semana.

    • Fernando disse:

      Deixa vir a eleição, essa claque minoritária de Bolsonaro não ganha eleição. Vide os petralhas, eram ruidosos também. As vozes das urnas os silenciaram. Hehehe

Nova York tem queda brusca de mortes, internações e casos de covid-19

Times Square esvaziada em Nova York, nos EUA, durante a pandemia de coronavírus. Imagem: Lev Radin/Pacific Press/LightRocket via Getty Images

O estado de Nova York vem conseguindo manter o patamar diário de mortes por Covid-19.

De ontem para hoje, 105 pessoas morreram infectadas pelo novo coronavírus no estado — no dia anterior, foram 112. De segunda para terça-feira, também 105.

Nas últimas 24 horas, foram 78 mortes em hospitais e 27 em casas de repouso para idosos.

Os índices continuam bem abaixo do pico da epidemia no estado americano, registrado em meados de abril (700 a 800 mortes diárias, em média).

As hospitalizações, internações em UTI e novos casos da doença permanecem caindo diariamente.

Segundo o governo de Nova York, o total de mortes por Covid-19 no estado é de 28,8 mil.

O Antagonista

Espanha tem menor número de mortes desde março; quinto dia seguido abaixo de 100 óbitos

Foto: Ilustrativa

A Espanha registrou, nas últimas 24 horas, o menor aumento diário de mortes causadas pela Covid-19 em mais de dois meses, desde o início de março.

De ontem para hoje, 48 pessoas morreram infectadas pelo novo coronavírus no país. No dia anterior, foram 95.

É o quinto dia seguido em que o número de mortes fica abaixo de 100.

Também foram notificados 344 casos da doença, elevando o total de infecções para 233.037 — segundo o site Worldometers, no entanto, esse número já passa dos 279 mil.

Até o momento, segundo o governo espanhol, 27.940 pessoas morreram de Covid-19 no país.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Juliano bugueiro disse:

    A Espanha tem governantes sérios, lá fizeram o verdadeiro Lockdown.

  2. Ana paula disse:

    E aqui só aumenta.😱

Coronavírus: Hemonorte alerta população para queda no estoque de sangue; veja como agendar doação

Foto: Ilustrativa

Diante da pandemia do coronavírus o estoque de sangue dos hemocentros do país vem sofrendo uma queda drástica. O Hemonorte, órgão da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), teve uma baixa de 30% nas doações de sangue.

Ante esse cenário, o Hemocentro do RN reforça a necessidade da população continuar fazendo sua doação e que, visando a segurança dos doadores, adotou algumas medidas de prevenção para evitar a propagação do coronavírus, como a readequação do espaço e uso de álcool em gel em cada etapa do processo.

Para evitar aglomerações, o Hemonorte pede que os doadores façam o agendamento de sua doação pelo telefone 3232-6733 ou pelo site www.hemonorte.rn.gov.br

Podem doar sangue pessoas saudáveis entre 16 e 69 anos de idade (quem for menor de 18 anos precisa de autorização prévia do responsável legal), pesar acima de 50kg, repouso mínimo de 6 horas na noite anterior, evitar alimentos gordurosos antes da doação, não ingerir bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores, vir alimentado e portar um documento oficial com foto. O Hemonorte funciona das 7h às 18h, de segunda a sábado.

Crea-RN investiga acidente que provocou a queda de uma caixa d’água em Assú

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Norte (Crea-RN) realizou uma inspeção a fim de apurar as causas do acidente que resultaram na queda do reservatório d’água na Comunidade Banguê, na Zona Rural do município de Assú, no último sábado (09/05). De acordo com o fiscal Paulo César, que esteve no local, logo após o acidente, foi constatado que a base do reservatório, com capacidade para 20 mil litros, continha destroços de concreto, bem como estava com as ferragens expostas.

O conselho identificou os responsáveis pela obra contratada pela Prefeitura Municipal de Assú que compreende 23 reservatórios em 16 comunidades. Na oportunidade, foi elaborado relatório circunstanciado para a Câmara Especializada de Engenharia Civil, que analisará os elementos e informações constantes naquele instrumento.

O conselho encaminhará ofício à Prefeitura Municipal de Assu, com orientação para que sejam realizados laudos técnicos nas demais caixas d’água,, antes de sua entrega definitiva para as outras comunidades.

O CREA/RN mantém-se firme no cumprimento do seu papel junto à sociedade.

COVID E A PANCADA NA ECONOMIA DO ESTADO: Rio Grande do Norte registra queda de 15% na arrecadação em abril; R$ 77 milhões a menos que o mesmo período ano passado

Boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Tributação (SET-RN) revela que o RN recolheu R$ 77 milhões a menos no mês em relação a abril de 2019. Somente a arrecadação de ICMS reduziu 14% em comparação com o ano passado

A arrecadação do Rio Grande do Norte registrou uma queda de 15% no mês de abril em relação ao mesmo período do ano passado. O total recolhido pelo tesouro estadual reduziu de R$ 506 milhões, em abril de 2019, para R$ 429 milhões no mês passado. A redução foi influenciada principalmente pelo Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), que registrou, em abril, uma redução de 14%. O estado arrecadou R$ 64,4 milhões a menos em abril passado do que no mesmo mês de 2019.

As informações sobre a arrecadação constam na terceira edição do Boletim Semanal de Atividade Econômica, divulgada nesta quarta-feira (6) pela Secretaria Estadual de Tributação (SET-RN), que está sendo emitindo semanalmente o informativo para acompanhar os impactos das medidas de combate à pandemia do novo coronavírus (Covid-19) na economia potiguar. O boletim traz informações sobre os principais indicadores das operações comerciais realizadas no estado.

“Os dados apresentados neste boletim ratificam o que a equipe econômica do Governo já projetava em termos de perdas de receitas em função da pandemia do novo coronavírus. É um impacto bastante negativo diante da situação financeira em que já se encontrava o Rio Grande do Norte’, comenta o secretário estadual de Tributação, Carlos Eduardo Xavier. Segundo ele, a tendência é de agravamento em maio e, por este motivo, julga ser fundamental a liberação do auxílio emergencial aos estados e município para compensar as perdas de arrecadação.

De acordo com a publicação, em abril, o comércio varejista, um dos que detém as maiores concentrações de empresas no estado, teve um recuo de 23% em comparação com o nível de arrecadação verificado em abril do ano passado. O recolhimento de ICMS caiu de R$ 88 milhões para R$ 68 milhões. No mesmo período, não houve oscilação no setor atacadista. Mas, em compensação, a perda de arrecadação no segmento industrial (indústria de transformação) foi da ordem de 35%. Saiu de R$ 76 milhões, em abril de 2019, para R$ 49 milhões no mês passado.

No setor de combustível, a redução foi de 9%, com uma arrecadação que caiu de R$ 97 milhões para R$ 89 milhões de um ano para o outro. Destaque para o setor de transporte que apresentou alta de 24% no mês em questão comparando com o mesmo período do ano anterior.

Essa edição do boletim também verificou a movimentação diária de operações comerciais por porte de contribuintes. Aqueles inscritos no regime normal, que envolve principalmente as médias e grandes empresas, ainda detêm o maior volume de transações comerciais e, na última semana de abril, foram responsáveis por movimentar R$ 129,8 milhões. Já os pequenos negócios, sem contabilizar os Microempreendedores Individuais (MEI), movimentaram R$ 12,8 milhões no mesmo período, enquanto os microempreendedores, R$63,2 mil.

Coronavírus: misteriosa queda abrupta de casos na África do Sul intriga especialistas

FOTO: GETTY IMAGES

Nas últimas duas semanas, a África do Sul passou por uma situação excepcional que os médicos ainda não conseguem explicar: uma queda brusca e inesperada na taxa diária de novas infecções pelo novo coronavírus.

Um sinal claro disso está nos hospitais do país, que tinham se preparado para receber um volume alto de pacientes.

Os leitos e enfermarias estão prontos para eles, cirurgias não urgentes foram remarcadas e ambulâncias foram equipadas, enquanto equipes médicas vêm ensaiando protocolos sem parar e autoridades de saúde passam longas horas em reuniões pela internet preparando e ajustando seus planos de emergência.

Mas, até agora, contra a maioria das previsões, os hospitais sul-africanos permanecem tranquilos: o “tsunami” de infecções que muitos especialistas previram não se concretizou. Pelo menos, ainda não.

“É meio estranho, misterioso. Ninguém sabe ao certo o que está acontecendo”, diz Evan Shoul, especialista em doenças infecciosas de Johanesburgo.

Tom Boyles, outro médico de doenças infecciosas, do Hospital Helen Joseph, um dos maiores centros de saúde pública de Johanesburgo, também diz que todos estão “um pouco perplexos”.

“Estamos falado que é a calma antes da tempestade há cerca de três semanas. Estávamos preparando tudo aqui. E essa tempestade simplesmente não chegou. É estranho.”

Os especialistas em saúde alertam, no entanto, que é muito cedo para interpretar a falta de casos como um progresso significativo no combate à epidemia e estão preocupados com o fato de que isso pode até mesmo gerar um perigoso sentimento de complacência.

O presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, sugeriu que as duas semanas de isolamento no país até agora são responsáveis por estes índices ​​e prorrogou a vigência das restrições em todo o país, que deveriam terminar em uma semana, para o final do mês.

No entanto, outras países que também impuseram quarentenas não obtiveram resultados semelhantes.

Rastreamento de contatos agressivo

Na África do Sul, até 13 de abril, foram relatados 2.173 casos e 25 mortes por coronavírus. É o país mais afetado do continente até agora.

Quase cinco semanas se passaram desde o primeiro caso confirmado de covid-19 na África do Sul e, até 28 de março, o gráfico do número de novas infecções diárias seguiu uma curva ascendente acelerada.

Até então, tudo era semelhante ao que acontecia na maioria dos países onde os casos também haviam sido detectados nas mesmas datas.

Mas, naquele sábado, a curva caiu bruscamente: de 243 novos casos em um dia, para apenas 17. Desde então, a média diária ficou em cerca de 50 novos casos.

Será que o isolamento precoce e rígido da África do Sul e o trabalho agressivo de rastreamento de contatos com pessoas infectadas estão realmente funcionando? Ou é apenas uma pequena melhora antes de um desastre?

No final da semana passada, o presidente Ramaphosa disse que era “muito cedo para fazer uma análise definitiva”, mas considerou que, desde que a quarentena foi introduzida, o aumento diário de infecções diminuiu de 42% para “cerca de 4%”.

“Acho que quanto mais pessoas testamos, mais revelamos se isso é uma anomalia ou se é real”, disse Precious Matotso, especialista em saúde pública que monitora a pandemia na África do Sul em nome da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Medos de complacência

Na África do Sul, o argumento de que é cedo para tirar conclusões sólidas sobre a propagação do vírus é uma visão comum.

“É difícil prever qual caminho seguiremos: uma taxa de infecção alta, média ou baixa. Não temos evidências amplas”, diz Stavros Nicolaou, executivo da área de saúde que agora coordena parte da resposta do setor privado à pandemia.

“Pode haver sinais precoces positivos, mas meu medo é de que as pessoas comecem a se sentir tranquilas (e baixem a guarda), com base em dados limitados”, acrescenta ele.

Mas essa “calma antes de uma tempestade devastadora”, conforme descreveu o ministro da Saúde, Zweli Mkhize, na semana passada, está causando inúmeras especulações.

A suposição generalizada é de que o vírus, introduzido na África do Sul e em muitos outros países africanos em grande parte por viajantes mais ricos e visitantes estrangeiros, chegaria inevitavelmente a bairros mais pobres e supepopulosos e se espalharia rapidamente.

Segundo especialistas, essa continua a ser a próxima fase mais provável do surto, e várias infecções já foram confirmadas em vários municípios.

Mas médicos da África do Sul e de alguns países vizinhos notaram que os hospitais públicos ainda não viram qualquer indício de aumento nas internações por infecções respiratórias, o sinal mais provável de que, apesar das evidências limitadas, o vírus está se propagando em ritmo intenso.

Uma teoria diz que os sul-africanos podem ter uma certa proteção contra o vírus. Alguns alegam que isso pode ser devido a uma variedade de fatores médicos, desde a vacina obrigatória contra a tuberculose que todos recebem ao nascer até o impacto dos tratamentos antirretrovirais, ou o possível papel de diferentes enzimas em diferentes grupos populacionais. Mas essas suposições não foram verificadas.

“Essas ideias já existem há algum tempo. Ficaria surpreso se fosse o resultado de uma vacina. Essas teorias provavelmente não são verdadeiras”, diz Boyles.

O professor Salim Karim, principal especialista em HIV da África do Sul, acredita que essas são “hipóteses interessantes”, mas nada além disso. “Acho que ninguém no planeta tem as respostas”, afirma.

Shoul, entretanto, diz que o país ainda está se “preparando como se um tsunami estivesse chegando”. “O sentimento ainda é de grande expectativa e nervosismo”, afirma ele.

Incerteza

A verdade é que essa situação, diferente do acontece na maior parte do mundo, leva especialistas a considerar se não seria uma queda antes do que um médico chamou de possível “aumento astronômico” de novos casos.

Vários críticos manifestaram preocupações de que o sistema de saúde público tenha demorado a implementar um regime agressivo de testes e, atualmente, seja excessivamente dependente de clínicas particulares para detectar novas infecções.

Documentos internos do Departamento de Saúde aos quais a BBC teve acesso apontam para crescentes preocupações sobre má administração dos sistema público, em especial no que diz respeito à baixa testagem.

Mas essas preocupações pela crescente confiança de que a abordagem “baseada em evidências científicas” do governo para a pandemia também pode estar dando resultado.

BBC

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Breno disse:

    Não tem vírus que resista ao calor africano.

  2. Cigano Lulu disse:

    A explicação para esta queda brusca é mui simples: a África do Sul não tem Plano Mansueto esperando ser aprovado pelos deputados em pleno ano eleitoral. Para os sul-africanos, debelar a pandemia é um alívio em todos os sentidos.

    • M.D.R. disse:

      O que ocorreu na ÁFRICA DO SUL, foi o isolamento precoce e com determinação das autoridas.

  3. José Macedo disse:

    Os críticos dirão também que há baixa testagem nas mortes do pais que conta com 25 casos positivos.

  4. Trabalho pq preciso disse:

    "ESPECIALISTA"
    indivíduo que possui habilidades ou conhecimentos especiais ou excepcionais em determinada prática, atividade, ramo do saber, ocupação, profissão etc.
    Há uns 10 ou 15 anos atrás não tínhamos os famosos "especialistas" ; que o leitor entenda a minha colocação, na verdade sabemos que sempre existiu, mas hj em dia eles determinam algo como verdade absoluta, verdade essa que vem sendo quebrada a cada dia que se passa, abrindo caminho para novas "verdades".
    O que me ajuda é não seguir certos especialistas, infelizmente a grande maioria segue e por isso o desespero das pessoas se trabalha ou fica em casa.
    Desejo a todos um bom dia e que Deus nos abençoe no enfrentamento dessa crise.

Efeito coronavírus: Comércio tem queda recorde de 16,2% em março, aponta Serasa Experian

A atividade do comércio brasileiro em março teve a maior queda no comparativo mensal da série histórica, iniciada em 2000. A redução foi de 16,2% em relação a fevereiro, feitos os devidos ajustes sazonais, segundo o Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian.

Todos os setores registraram declínio na variação mensal, sendo os mais significativos naqueles em que a compra pode ser postergada – Veículos, Motos e Peças (-23,1%) e Materiais de Construção (-21,9%). Combustíveis e Lubrificantes tiveram a menor diferença com relação a fevereiro, com 5,5% de recuo.

No comparativo com março de 2019, as vendas no varejo tiveram retração de 13,7%, puxada por Veículos, Motos e Peças (-26,3%) e Materiais de Construção (-17,9%). Móveis, Eletrodomésticos, Eletroeletrônicos e Informática (-15,1%) e Tecidos, Vestuário, Calçados e Acessórios (-11,1%) aparecem na sequência, com Combustíveis e Lubrificantes (-8,7%) e Sup

O economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, avalia que este movimento era esperado e que deve ser uma tendência para os próximos meses.

“Com as pessoas ficando mais em casa e muitas lojas físicas fechadas, cai automaticamente o consumo de itens, principalmente os não essenciais, como Veículos e Materiais de Construção, que apresentaram a maior retração em março. Na contramão estão áreas essenciais, como Supermercados e Combustíveis, cujo impacto foi menor pelo consumo e necessidade

Valor

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paulo disse:

    Deixa de ser doido, apestanhado.

  2. Ricardo disse:

    Isso pq ainda não pegou março cheio.

  3. Valter disse:

    Tem muita gente vibrando com esses números e a torcida dessas criaturas é que os números de abril sejam ainda pior no comércio. Eles querem se deliciar com o quanto pior, melhor para eles retomarem o poder, nem que isso signifique ver o povo na mais absoluta miséria, como os venezuelanos estão vivendo, todos iguais na miséria, no regime democrático do ditador Maduro.

    • Marcos Vinícios disse:

      Conheço uma ruma. Querem ver a desgraça, inclusive, subestimam a capacidade dos cidadãos a ponto de atribuirem ao governo atual o Civid19.

    • Manoel disse:

      Vai se tratar Ceará – Mundão. Estamos salvando vidas…kd seu governo liberando dinheiro pro povo?

    • Netto disse:

      Todos iguais, não, caro. Google por boliburgueses e enchufados. Ninguém entra pra fazer uma revolução de caráter socialista pra depois virar peão. Dinheiro e poder, mas enganando os trouxas com o discurso da igualdade.

Pesquisa XP/Ipespe: Governo Bolsonaro tem 42% de avaliação ‘ruim’ ou ‘péssima’ em abril; ótimo ou bom 28%, e consideram regular 27%

Foto: Reprodução

A reprovação ao governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) atingiu 42% em abril, ante 36% em março, de acordo com edição extra da “Pesquisa XP com a População”, realizada pela instituição em parceria com o instituto Ipespe. É o maior nível de avaliações ruins ou péssimas desde o início do mandato, mas ainda estável no limite da margem de erro da pesquisa, de 3,2 pontos porcentuais.

A proporção da população que avalia o governo como “ótimo ou bom” caiu de 30% para 28% no período, também estável dentro da margem. Regular consideram 27%. Nominalmente, é a primeira vez que a taxa fica abaixo do nível dos 30%.

A pesquisa incluiu um questionário especial sobre a pandemia do coronavírus no País e mostrou que Bolsonaro tem tido aprovação menor que a do ministro da Saúde, Henrique Mandetta. A atuação de Bolsonaro no combate ao vírus foi considerada “ruim ou péssima” por 44% da população, enquanto 29% enxergaram o desempenho do presidente como “ótimo ou bom” e 21%, como “regular”.

Ele tem a avaliação mais negativa entre todos os atores pesquisados. A aprovação da atuação do presidente está empatada na margem de erro com a do Congresso (30%), da população (34%), e do Supremo Tribunal Federal (29%), mas abaixo da do ministro de Mandetta (68%), dos governadores (59%), do ministro da Economia, Paulo Guedes (37%) e dos profissionais da saúde (87%).

Aprovação de governadores dispara em meio à pandemia

A proporção de pessoas que considera a administração dos governadores como “ótima ou boa” disparou de 26% em meados de março para 44%.

O crescimento ficou muito acima do limite da margem de erro, de 3,2 pontos porcentuais para cima ou para baixo.

Os governadores da região Sul têm a maior taxa de aprovação, de 54%. Na pesquisa anterior, era de 35%. Em seguida, vêm os chefes de Estados do Nordeste (27% para 50%); do Norte e Centro-Oeste (24% para 44%) e, por último, do Sudeste (22% para 37%).

No mesmo período, a avaliação positiva do Congresso avançou de 13% para 18%, mas estável no limite da margem de erro. No entanto, a avaliação “ruim ou péssima” teve forte queda, de 44% para 32%, enquanto a proporção dos que consideram o Congresso regular avançou de 37% para 45%

Mandato de Bolsonaro

A pesquisa também captou deterioração nas expectativas para o restante do mandato de Bolsonaro. A proporção da população que espera que o governo dele seja “ruim ou péssimo” avançou de 33% para 37%, enquanto a avaliação “ótima ou boa” recuou de 38% para 34%.

“O que estamos vendo é que Bolsonaro mantém esse núcleo de apoio em torno de 30% e isso é o que ele precisa para chegar até 2022. Não esperamos mudança no comportamento dele”, disse o head de Macro Sales e Análise Política da XP, Richard Back, em webinário de divulgação da pesquisa.

A pesquisa ouviu 1000 pessoas, por telefone, entre os dias 30 de março e primeiro de abril. A amostragem leva em conta sexo, região, idade, tipo de cidade, religião, porte do município, ocupação, nível educacional e renda.

Estadão

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    Fonte estadão tá de sacanagem, confiança zero desta pesquisa, faça cada um levantamento frente ao seu grupo social e verá a realidade, no meus grupos chega a uns 60% a 80% pro Bolsonaro, mesmo com essas insistências dele.

  2. Fábio disse:

    Fonte: Estadão? Bela fonte! Um jornal esquerdista. Outra: nunca participei destas pesquisas. Quem me garante que esses números são tudo mentira? Mais outra: e Bolsonaro tá se lixando pra essas pesquisas. Ótimo! Quem não ajunta, só faz espalhar. Bolsonaro 2022!

  3. Jose disse:

    Pior é mais incompetente presidente de nossas história: Bolsonaro, o Breve.

    • Fábio disse:

      Correção: Melhor presidente que já apareceu. Porque tem que limpar as merdas que os outros deixaram. O pior são as moscas que gostam de ficar sobrevoando a merda.

  4. Biu disse:

    Aumentou a aprovação em 1% a mais di resultado da eleição, que foi de 57%

  5. Martins disse:

    28% consideram o governo desse louco ótimo/bom?
    Realmente o gado precisa ser estudado.

    • BRASILACIMADETUDO disse:

      E os jumentos encantados pelo 9 dedos também.

    • Rio disse:

      Viúvas do Pinguço Trambiqueiro só sabem chorar……chamando os outros de gado, mas nem percebem que nessa fazenda eles estão no chiqueiro do porco Barbudo.

  6. Maria Moraes disse:

    Pesquisa fake, estão loucos para tomar o poder! O povo está com o Bolsonaro!!!

    • Beto Dal disse:

      Ué, se não fizer um bom governo, outro vai sim ser eleito e ocupar a cadeira de presidente. Um dia a gente acerta!!!!

Com queda no preço do petróleo, Petrobras corta produção, jornada e até 30% do salário

Petrobras classifica a crise do setor como a mais grave em uma século. Foto: Sergio Moraes / REUTERS

A Petrobras vai reduzir produção, cortar jornada e até 30% de salário de funcionários para fazer frente à queda de receita decorrente do tombo no preço do petróleo. As medidas visam a alcançar a diminuição de US$ 2 bilhões nos gastos em 2020 com o objetivo de enfrentar o que a empresa classifica como “a pior crise da indústria do petróleo nos últimos 100 anos”.

Já a BR Distribuidora, que tem a estatal como sua controladora, pretende adiar pagamento de dividendos a acionistas.

De acordo com a Petrobras, o corte de salário vai permitir à empresa poupar cerca de R$ 700 milhões com despesas de pessoal. Essa meta será alcançada com o adiamento de 10% a 30% da remuneração mensal de funcionários da empresa que têm funções gratificadas, como gerentes e supervisores.

Também haverá redução temporária da jornada de trabalho, de 8 horas para 6 horas, de cerca de 21 mil empregados e mudança temporária de regimes de turno e de sobreaviso para regime administrativo de cerca de 3,2 mil empregados.

Ainda segundo a companhia, o corte na produção será de 200 mil barris diários, incluindo a redução de cem mil barris já anunciada no último dia 26.

Para decidir quais campos sofrerão cortes na produção, a Petrobras informou que analisará condições mercadológicas e operacionais. A produção das refinarias também estão sendo adequadas à demanda por combustíveis.

Em comunicado, a petrolífera diz que “a combinação inédita de queda abrupta do preço do petróleo, excedente de oferta no mercado e uma forte contração da demanda global por petróleo e combustíveis” exige não só a redução da produção, como a postergação de desembolso de caixa e redução de custos.

A guerra de preços entre Rússia e Arábia Saudita, somada à queda na demanda causada pelo freio na atividade econômica imposto pela pandemia do novo coronavírus, levou a cotação do barril de petróleo para abaixo de US$ 20 pela primeira vez desde fevereiro de 2002.

Segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), paralisação da atividade econômica por causa da pandemia do novo coronavírus pode levar a demanda por petróleo no mundo despencar em até 20 milhões de barris diários.

Nesta quarta-feira, a BR Distribuidora também informou que apresentará em assembleia de acionistas proposta para postergar o pagamento de juros sobre o capital próprio já declarados, no valor de R$ 540,3 milhões, para até 30 de dezembro, o prazo anterior até 30 de junho.

A companhia também propõe adiar dividendos de R$ 49,8 milhões que seriam pagos até 30 de dezembro, enquanto aponta que R$ 534 milhões, originalmente previstos como dividendo adicional referente a 2019, seriam retidos temporariamente como reserva especial de dividendos não distribuídos. A assembléia está marcada para 30 de abril.

Entenda: Por que a queda de 40% do preço da gasolina em 2020 nas refinarias não chegou ao seu bolso

A Petrobras também já tinha anunciado a alteração a data de pagamento de dividendos remanescentes aos acionistas.

A Transpetro, outra subsidiária da Petrobras, também aprovou plano de redução de custos de R$ 507 milhões este ano, o que inclui tanto corte de gastos operacionais quanto de investimentos, postergando ou otimizando desembolsos.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. joão carlos disse:

    claro, culpa dos funcionários o petróleo ter caído e essa crise do corona vírus…
    o PT passou 20 anos roubando e não foi cortado o salário de ninguém.
    talvez se procurassem saber pq a gasolina sai da petrobras a 2 reais e chega no posto a 5 fosse mais eficiente!

  2. JK disse:

    Alguém está lucrando com tudo isso, menos o consumidor. Um percentual de queda de 40%? não chegou nem a 10% nos postos.