Alunos são presos após mortes em queda de 4º andar em universidade da Bolívia

Foto: Reprodução

Sete estudantes da Universidade Pública de El Alto em La Paz, Bolívia, foram presos por, supostamente, convocar uma assembleia estudantil que terminou com sete mortos na terça-feira (2), depois que um grupo de pessoas caiu do quarto andar quando uma grade cedeu.

“As investigações realizadas permitiram a identificação de lideranças que incitaram a aglomeração de pessoas e os confrontos que desencadearam os fatos em que 7 estudantes perderam a vida”, informou a polícia no Twitter.

Segundo Agência Boliviana de Informação (ABI), os presos serão acusados de homicídio culposo e lesões graves e gravíssimas. A agência acrescentou que ainda não foram detidas duas pessoas. Não foi especificado se eram alunos.

“A autoridade indicou que a convocação de uma assembleia estudantil violou os regulamentos atuais que proíbem concentrações de massa para evitar a disseminação do Covid-19”, disse a ABI.

Autoridades e professores investigados

O coronel Johnny Aguilera, comandante geral da Polícia, disse que “as autoridades e professores da Universidade Pública de El Alto também estão sendo investigados para estabelecer se há um vínculo com a assembleia estudantil que terminou em tragédia”.

Investigações preliminares indicam que muitos alunos subiram até o local para um curso no Centro de Estudantes da Faculdade de Economia.

Aguilera havia se referido à estrutura afetada pelo incidente na universidade na quarta-feira e disse que faz parte da investigação.

“Consideramos, a priori, que os elementos de fixação que esses guarda-corpos deveriam ter, considerando a altura, são inadequados e insuficientes, pois estão amarrados ao chão, não como uma estrutura, digamos, contundente”, disse o comandante.

Ele também acrescentou que será feita uma análise estrutural.

A Universidade ainda não respondeu ao pedido de comentários da CNN.

O reitor da Universidade, Freddy Medrano, negou nessa quarta-feira que a instituição tenha aprovado a reunião. “De forma alguma permitimos essa aglomeração”, disse Medrano em entrevista coletiva.

CNN Brasil

Racha na ANP expõe lobby de distribuidoras contra queda de preços dos combustíveis

Foto: Shutterstock

No momento em que o presidente Jair Bolsonaro intervém na Petrobras pela redução do preço de combustíveis, um processo que poderia reduzir em até R$ 0,50 o preço do litro da gasolina nas bombas encontra-se parado na ANP (Agência Nacional do Petróleo) há mais de um ano.

A inércia beneficia grandes distribuidoras, como a BR, a Ipiranga e a Raízen (Shell). Algumas delas tentam barrar a mudança.

A medida em preparo permitirá que as distribuidoras de marca possam vender para qualquer posto. Hoje, elas só podem negociar com a rede da mesma bandeira.

Estudos do governo indicam que a mudança aumentará a competitividade e poderá derrubar o preço sem precisar passar pelo Congresso ou causar perdas de arrecadação à União.

Isso porque hoje as grandes companhias concentram poder de negociação controlando cerca de 70% do mercado.

Essa concentração ocorre porque, desde 2008, os postos “bandeirados”, atrelados à marca de alguma distribuidora, são proibidos de adquirir combustíveis de outras fornecedoras, ainda que o preço seja menor.

Somente os de “bandeira branca” (sem marcas) têm a possibilidade de negociar condições melhores de preço porque usufruem da liberdade de comprar de diferentes distribuidoras.

Em média, o preço nesses postos costuma ser mais baixo em relação à rede credenciada –entre 0,2% e 7%, segundo levantamento da própria ANP realizado em todo o país na segunda quinzena de fevereiro.

O fim da revenda por marcas foi uma iniciativa apoiada por diferentes órgãos do governo desde 2018 em resposta à paralisação dos caminhoneiros que chegou a comprometer o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto).

Sob Bolsonaro, entrou na agenda oficial como “pauta prioritária” após contribuição de diferentes ministérios e autarquias diante de nova ameaça de paralisação de caminhoneiros pela alta do diesel.

Pelo cronograma definido pela ANP, a liberdade de compra de combustível já deveria estar em vigor desde junho do ano passado.

No entanto, o processo encontra-se parado há um ano na Superintendência de Distribuição e Logística da agência, sem qualquer qualquer tramitação, segundo o sistema eletrônico de acompanhamento processual.

Os documentos que mencionam o andamento dessas reuniões indicam que as cinco superintendências da ANP envolvidas no preparo da nova norma deveriam se posicionar e, na sequência, o regulamento seria redigido.

Deram aval as superintendências de Defesa da Concorrência (SDR), Biocombustíveis e Qualidade de Produtos (SBQ), Fiscalização do Abastecimento (SFI) e a de Produção de Combustíveis (SPC). Também sinalizaram favoravelmente assessores da diretoria da agência.

Durante o processo de discussão a respeito da medida, o Ministério da Economia, a Secretaria Nacional do Consumidor, vinculada ao Ministério da Justiça, e o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) apoiaram a mudança.

Grandes distribuidoras, como a BR e Raízen, além da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), se posicionaram contrariamente.

Pessoas que participaram das discussões afirmam que BR e Raízen procuraram diretamente a Superintendência de Distribuição e Logística pressionando para que a medida não entrasse em vigor.

Consultadas, as empresas não quiseram se manifestar.

O relatório final desse grupo de trabalho foi enviado ao diretor-geral da ANP, Décio Odonne, em fevereiro de 2019.

A área de Distribuição e Logística da ANP, responsável pela interlocução com as distribuidoras, foi a única unidade da agência a não assinar o relatório que, na prática, esvaziaria o trabalho da área sobre as distribuidoras na revenda de combustível.

Dez dias depois de concluído o relatório, um dos diretores da ANP à época, Felipe Kury, pediu ao diretor-geral da agência que tirasse a condução do processo do grupo de trabalho e o delegasse exclusivamente para a Superintendência de Distribuição, retirando poderes das quatro outras áreas que haviam integrado o grupo de trabalho e foram favoráveis à medida.

O pedido de Kury foi aceito pelo conselho-diretor.

Depois dessa centralização do processo com a SDL, a ANP abriu um processo administrativo para a produção da resolução que alteraria a regra da fidelidade à bandeira.

Desde 5 de fevereiro de 2020, no entanto, esse tema está parado na superintendência.

Diante da inércia, a Superintendência de Fiscalização do Abastecimento (SFI) decidiu expor o racha interno na agência e passou a aplicar, no segundo semestre de 2020, multas mais brandas a distribuidoras de marcas diversas, geralmente ligadas a postos bandeira branca mas que forneceram a postos bandeirados interessados em preços mais competitivos.

A área de fiscalização defende que esses fornecedores até devem ser punidos, uma vez que a proibição ainda está valendo, mas somente pelo mínimo legal. Antes, a sugestão era pela pena máxima.
Existem atualmente ao menos 38 autos de infração com valores minorados. A redução das multas nesses processos será de 90% –de R$ 7,98 milhões (valor máximo) para R$ 760 mil, caso a diretoria da ANP acate o parecer da fiscalização.

OUTRO LADO

Por meio de sua assessoria, a ANP afirmou que a discussão da “tutela regulatória de fidelidade à bandeira” está sendo “devidamente tratada pela área técnica responsável” e segue o prazo regulamentar.

A agência, no entanto, não especificou o prazo.

Ainda sobre a demora, a agência considera que a Lei das Agências Reguladoras Federais exige que “qualquer alteração regulatória deve ser obrigatoriamente precedida por uma análise de impacto”.

Afirmou ainda que, assim que for definida, a minuta da resolução será submetida à consulta e audiências públicas.

Sobre a demora no julgamento das reduções de valores de multas, a ANP disse que os processos seguem critérios pré-definidos e o rito respeita “o contraditório e a ampla defesa”.

A agência não quis comentar o racha interno em torno da decisão. “As decisões são tomadas pela Diretoria Colegiada. A ANP não comenta sobre discussões de temas técnicos que compõem a agenda regulatória antes da sua apreciação pelo conselho diretor”, disse em nota.

A reportagem questionou a ANP sobre a pressão recebida por grandes distribuidoras contra a abertura do mercado de revenda.

A agência disse que recebe contribuição dos setores interessados em “igualdade de condições” e que essas contribuições são “documentadas, consolidadas e debatidas sob uma perspectiva exclusivamente técnica”.

Procuradas, Raízen e BR não quiseram se manifestar.

Folha de São Paulo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. zanGado disse:

    Processo desde 2018 parado? A prioridade do Bozo e da boiada é tirar Flávio Bolsonaro e a quadrilha das garras da justiça, acabar com a Lava Jato, soltar corruptos e matar o povo sufocado negando a pandemia. RESOLVER E BOTAR OS PROCESSOS PRA ANDAR ELE SÓ RESOLVE DE BOCA, ANTES DA CAMPANHA RESOLVE TUDO, DEPOIS, É SÓ BOTAR CULPA NO PT QUE TÁ TUDO CERTO.

  2. Jeremias disse:

    O presidente Bozoloide irá intervir, trocar a presidência da Shell, da Ipiranga, da Raízen?

  3. Tarcísio Eimar disse:

    Tem q acabar é com esse lobby mesmo. Eliminar os atravessadores e o etanol que seja vendido diretamente da usina pras distribuidoras

  4. Roque Santeiro disse:

    O que vcs esperam de uma empresa Brasileira entregue a nababos defensores do tudo é meu? Esses diretores vivem no ócio, montados no sacrifício do povo, lucrando com o que é do povo, sem se sujar, os "trabalhadores" vivem nas costas das terceirizadas, para cada petroleiro tem três ou quatro terceirizafo para fazer o mesmo serviço, foi literalmente roubada pelos ex presidentes em bilhões de dólares, nunca nós reles mortais jatos ter nada de bom desse monopolio que só serve a eles.

  5. PC disse:

    Tem que tirar esses atravessadores do meio da cadeia.
    A PETROBRAS tem que disponibiliza o produto e os donos de postos retira e pronto.
    Acabou o problema.
    Não precisa de distribuidoras de jeito nenhum.
    Pode terem certeza.
    É só mais um pra comer dinheiro do povo.

  6. Jackson Márcio disse:

    ANP – Associação Nacional de Pilantras.

  7. Santos disse:

    Racha?
    Lobby?
    Ta de sacanagem?
    Quer dizer que se o preço não baixar agora e por causa do lobby? E
    a politica de preços da Petrobrás não é o que define o valor nas refinarias?
    Ah entendi.
    Tem muita água passando por debaixo dessa ponte.
    Tem gente que até comprando casa de 6 milhões nova pelo minnha casa minha vida.
    Será que é dessa água que estão bebendo.

  8. WALFRAN MEDEIROS disse:

    E OS ALMENTOS QUE JÁ HOUVE !! 0,50 R$ NÃO COBRE MAIS…..SÓ SOBRA PARA?????

  9. Observador RN disse:

    Essas Agências reguladoras sempre regulam a favor dos interesses do lado mais forte. O lobby é podero$o…

Com pandemia em 2020, tombos do PIB na Espanha, França, Alemanha e Japão foram ainda piores que o do Brasil

Foto: Cesar Manso/AFP/Getty Images

PIB da Espanha despencou 11% em 2020, maior queda desde a Guerra Civil

Muito dependente de setores, como turismo e de restaurantes, a Espanha sofreu mais com a pandemia do que outros países desenvolvidos, como França (-8,3%), Alemanha (-5%) e Estados Unidos (-3,5%).

A quarta economia da zona do euro afundou na primeira parte do ano, devido ao rígido confinamento imposto na primavera boreal (outono no Brasil) para conter a primeira onda do coronavírus. A medida incluiu duas semanas de paralisação total das atividades não essenciais.

O desconfinamento levou a uma forte reativação, mas o aparecimento precoce de focos e as consequentes restrições para controlá-los voltaram a frear o crescimento.

Crise sanitária provocou queda recorde de 8,3% no PIB da França em 2020

A França e a Espanha registraram uma recessão massiva em 2020 e quedas recordes do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020 de 8,3% e 11%, respectivamente.

A epidemia de Covid-19 levou o governo a restringir a atividade econômica para frear as contaminações, resultando em graves perdas para o país. O consumo teve uma queda de 7,1% no conjunto de 2020. Já o investimento registrou um recuo de 9,8%.

A crise sanitária também perturbou as trocas comerciais. As exportações tiveram uma queda de 16,7% enquanto as importações baixaram em 11,6%.

PIB da Alemanha tomba 5% em 2020 ante ano anterior, na maior queda desde 2009

Altamente impactado pela crise do novo coronavírus, o Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha tombou 5% em 2020 em relação ao ano anterior, apontou a Destatis, agência oficial de estatísticas do país. Trata-se da maior queda desde 2009, quanto a economia do país encolheu 5,7%, na esteira da crise financeira mundial. Desde então, a Alemanha não registrava PIB negativo.

Segundo comunicado da Destatis, a crise da covid-19 deixou “marcas claras” em quase todos os setores da economia da Alemanha. “A desaceleração econômica foi particularmente evidente nos setores de serviços. Alguns registraram quedas mais severas do que nunca. Um exemplo é o setor combinado de comércio, transporte e hospitalidade, cuja produção , ajustada pelo preço, foi 6,3% menor do que em 2019”, aponta a instituição.

Terceira maior economia do mundo tomba 4,8% em 2020

A economia japonesa encolheu 4,8% no ano de 2020, segundo dados oficiais preliminares divulgados nesta segunda-feira (15). Foi a primeira retração desde a crise financeira de 2009.

Com informações do G1, UOL e Infomoney

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cesar Bomone disse:

    Mas para os ESQUERDOPATAS somente o Brasil teve queda do PIB.
    Graças ao Presidente estamos conseguindo atravessar essa pandemia sem a destruição total da nossa economia. Apesar da mídia lixo trabalhar todo dia pelo FIQUE EM CASA, que usado sem critério só serve para destruir as empresas e os empregos, levando todos à miséria.

  2. Santos disse:

    É neh?
    Uma coisa são os efeitos considerando o peso da queda de 5% do PIB da Alemanha, um país Rico. Outra coida são os efeitos considerando o peso de uma queda de 4% do Brasil.
    Com esse presidente logo logo no Brasil só vai sobrar gemidos e ranger de dentes.

  3. Tico de Adauto disse:

    Descalabro esse governo na saúde, educação, segurança, meio ambiente e economia. Nunca antes na história desse país

    • Júlio disse:

      Assim como nunca antes na história desse país tivemos um presidente que arrombou o cofres públicos, como fez o Lulitro 51!

  4. Greg disse:

    A diferença que os países acima citados fizeram lockdow para freiar o vírus e agora já tem vacinação bem mais avançada que o Brasil, aqui ficou meia-boca e a vacinação está a conta-gotas…não temos luz no fim do túnel…lá tem.

  5. Calígula disse:

    P homem é bom, o homem é espetacular.
    MITO TEM RAZÃO
    MITO 2022

  6. Luiz Inácio disse:

    O fato é que país nenhum no mundo, fez o que o nosso presidente Bolsonaro fez aqui.
    Segurou o taco.
    Ô vêi macho da gota serena.
    É cru!!!

ESTRAGOS DA PANDEMIA: PIB do Reino Unido tombou 9,9% em 2020, maior contração da história

O fechamento de bares, restaurantes, hotéis e outros serviços, assim como a paralisação de empresas vinculadas aos setores de arte e entretenimento, teve um peso negativo importante na economia AFP/AFP

O Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido registrou queda de 9,9% em 2020, uma baixa sem precedentes, devido ao impacto da pandemia de coronavírus que paralisou setores inteiros durante meses. A informação é do Escritório Nacional de Estatísticas (ONS).

De acordo com a instituição, este é o maior retrocesso anual registrado desde o início das estatísticas sobre a economia britânica. A queda do PIB do ano passado foi mais que o dobro da contração de 2009, provocada pela crise financeira.

Em novembro, o confinamento em vigor na Inglaterra e as restrições em outras regiões britânicas provocaram uma nova queda do PIB de 2,3%. O fechamento de bares, restaurantes, hotéis e outros serviços, assim como a paralisação de empresas vinculadas aos setores de arte e entretenimento, teve um peso negativo importante na economia.

Com informações da Veja, G1 e Infomoney

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jr Silva disse:

    Já podemos colocar culpa no nosso presidente?

  2. Joao Bolsonaro disse:

    BOZO GENOCIDA

Taxa de desemprego no Brasil cai a 13,9% em dezembro, em linha com o esperado, mas com pandemia é a maior para o ano desde 2012

Foto: Ilustrativa/Infomoney

A taxa de desemprego foi de 13,9% no trimestre encerrado em dezembro de 2020, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta sexta-feira (26) pelo IBGE.

O resultado foi em linha com o esperado; a estimativa, segundo consenso Refinitiv, era de queda de 13,9% ante dado de 14,1% registrado em novembro.

A taxa de desocupação caiu para 13,9% no quarto trimestre, depois de atingir 14,6% no trimestre anterior mas, mesmo assim a taxa média de desocupação para o ano de 2020 foi de 13,5%, a maior desde 2012. Isso corresponde a cerca de 13,4 milhões de pessoas na fila por um trabalho no país. O resultado para o ano interrompe a queda na desocupação iniciada em 2018, quando ficou em 12,3%. Em 2019, o desemprego foi de 11,9%.

“No ano passado, houve uma piora nas condições do mercado de trabalho em decorrência da pandemia de Covid-19. A necessidade de medidas de distanciamento social para o controle da propagação do vírus paralisaram temporariamente algumas atividades econômicas, o que também influenciou na decisão das pessoas de procurarem trabalho. Com o relaxamento dessas medidas ao longo do ano, um maior contingente de pessoas voltou a buscar uma ocupação, pressionando o mercado de trabalho”, explica a analista da pesquisa, Adriana Beringuy.

No intervalo de um ano, a população ocupada reduziu 7,3 milhões de pessoas, chegando ao menor número da série anual. “Saímos da maior população ocupada da série, em 2019, com 93,4 milhões de pessoas, para 86,1 milhões em 2020. Ou seja, foi uma queda bastante acentuada e em um período muito curto, o que trouxe impactos significativos nos indicadores da pesquisa. Pela primeira vez na série anual, menos da metade da população em idade para trabalhar estava ocupada no país. Em 2020, o nível de ocupação foi de 49,4%”, acrescenta Beringuy.

Essa queda da ocupação foi disseminada por todos os trabalhadores. Em um ano, o número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (excluindo trabalhadores domésticos) teve redução recorde, menos 2,6 milhões, um recuo de 7,8%, ficando em 30,6 milhões de pessoas. Os trabalhadores domésticos (5,1 milhões) diminuíram 19,2%, também a maior retração já registrada.

Houve redução de 1,5 milhão de pessoas entre os trabalhadores por conta própria, que somaram 22,7 milhões, uma retração de 6,2% em relação a 2019. O número de empregados sem carteira assinada no setor privado (9,7 milhões) caiu 16,5%, menos 1,9 milhão de pessoas. Até o total de empregadores recuou 8,5%, ficando em 4,0 milhões.

Já a taxa de informalidade passou de 41,1% em 2019 para 38,7% em 2020, o que representa 33,3 milhões pessoas sem carteira assinada (empregados do setor privado ou trabalhadores domésticos), sem CNPJ (empregadores ou empregados por conta própria) ou trabalhadores sem remuneração. Adriana lembra que os informais foram os primeiros atingidos pelos efeitos da pandemia, no ano passado.

Outro destaque foi a alta recorde no total de pessoas subutilizadas, que são aquelas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas ou na força de trabalho potencial. No ano, esse contingente chegou a 31,2 milhões, o maior da série, um aumento de 13,1% com mais 3,6 milhões de pessoas.

Os desalentados, que desistiram de procurar trabalho devido às condições estruturais do mercado, chegaram a 5,5 milhões de pessoas 2020, uma alta de 16,1% em relação ao ano anterior. É também o maior contingente da série anual da PNAD Contínua.

“Com os impactos econômicos da pandemia, muitas pessoas pararam de procurar trabalho por não encontrarem na localidade em que vivem ou por medo de se exporem ao vírus. Durante o ano de 2020, observamos que a população na força de trabalho potencial cresceu devido ao contexto. Esse processo causado pela pandemia, somado às dificuldades estruturais de inserção no mercado de trabalho, podem ter reforçado a sensação de desalento”, afirmou a analista da pesquisa.

Em um ano de perdas generalizadas na ocupação, a exceção entre as atividades foi a administração pública, que cresceu 1%, com mais 172 mil trabalhadores, impulsionada pelos segmentos de saúde e educação. Já construção fechou 2020 com perda de 12,5% na ocupação, seguido de comércio (9,6%) e indústria (8,0%). Os serviços também foram os mais afetados, com destaque para alojamento e alimentação (21,3%) e serviços domésticos (19,0%). Outros serviços reduziram 13,8% e transportes, 9,4%. Os menores percentuais ficaram com agricultura (2,5%) e informação e comunicação (2,6%), que, inclusive, interrompeu três anos seguidos de crescimento da ocupação.

Em 2020, o rendimento médio real dos trabalhadores foi de R$ 2.543, um crescimento de 4,7% em relação a 2019. Já a massa de rendimento real, que é soma de todos os rendimentos dos trabalhadores, atingiu R$ 213,4 bilhões, uma redução de 3,6% frente ao ano anterior.

Desocupação cai

No último trimestre de 2020, a taxa de desocupação caiu para 13,9%, depois de atingir 14,6% no terceiro trimestre, encerrado em setembro, o maior patamar já registrado na comparação trimestral. Apesar do recuo de 0,7 ponto percentual, o país ainda somava 13,9 milhões de pessoas sem trabalho. Segundo Adriana, essa reação do mercado de trabalho já era esperada.

“O recuo da taxa no fim do ano é um comportamento sazonal por conta do tradicional aumento das contratações temporárias e aumento das vendas do comércio. É interessante notar que mesmo num ano de pandemia, o mercado de trabalho mostrou essa reação.”, afirma a analista da pesquisa.

Os principais destaques, no período, foram o aumento de 10,8% no contingente de empregados sem carteira assinada que atingiu 10,0 milhões de pessoas, e o total de trabalhadores por conta própria, que avançou 6,8%, somando 23,3 milhões. Na mesma comparação com o trimestre anterior, empregados com carteira avançaram 1,8%, atingindo 29,9 milhões.

O percentual de trabalhadores informais também subiu de 38,4%, no terceiro de trimestre de 2020, para 39,5%, no quarto trimestre. Isso compreende 34,0 milhões de pessoas, um aumento de 2,4 milhões de trabalhadores na informalidade.

Esse resultado no trimestre foi puxado pelo aumento na ocupação em quase todos os grupos de atividades: agricultura (3,4%), indústria (3,1%), construção (5,2%), comércio (5,2%), alojamento e alimentação (6,5%), informação e comunicação (5,8%) outros serviços (5,9%), serviços domésticos (6,7%) e administração pública (2,9%). Apenas transporte ficou estável.

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Infomoney

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    Malabarismo danado.

  2. Tom França disse:

    Quem estava no poder em 2012 mesmo? Era a "trupe" de um tal de "pai dos pobres"? Parece que sim.

  3. Calígula disse:

    Se não fosse o coro dos que querem o pior do país. O resultado poderia ser melhor.
    Fique em casa a economia a gente ver depois.
    MITO TEM RAZÃO
    MITO 2022

Município no interior do RN perde 90 doses de vacina contra Covid-19 após queda de energia

O portal G1-RN noticia nesta sexta-feira(26) que o município de Jardim de Angicos perdeu 90 doses da vacina CoronaVac contra Covid-19 após uma queda de energia que aconteceu no último fim de semana. As vacinas eram destinadas à segunda dose de profissionais de saúde da linha de frente. A informação foi confirmada pela prefeitura do município da região Central potiguar, que agora busca receber doses extras mantidas pelo estado em uma “reserva técnica”.

A matéria relata que o secretário de Saúde local, Jociel Andrade, disse que a queda de energia elétrica aconteceu no sábado (20) e danificou a câmara fria da unidade básica de saúde do centro da cidade, onde eram armazenada as doses. No entanto, o problema só foi constatado na segunda-feira (22), quando os servidores chegaram ao local para trabalhar

O município recebeu mais 180 doses da vacina de Oxford nesta quinta-feira (25) para continuar a vacinação de idosos e dar início também à vacinação de indígenas.

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OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tertu disse:

    Bom até verificar o conteúdo, pra desviar vacinas e venderem é só inventar uma justificativa esfarrapada dessa. Um bom dinheiro seria apurado com desvio dessas vacinas.

  2. flavio disse:

    Incompetência e descaso, se fazem é porque não existe punição. Não entendo como nos dias atuais se perde vacinas por queda de energia, será que não existe um gerador destinado para este fim. A justiça deveria punir severamente estes que se dizem ser gestores.

    • Inocente disse:

      Creio q o prejuízo deverá ser arcado pela Cosern, afinal existe um seguro q pagamos mensalmente q vem na conta de energia q destina-se a cobrir os eventuais prejuízos decorrentes da queda de energia. Aliás a lei prevê q danos causados pela queda de energia são de inteira responsabilidade da fornecedora.

    • flavio disse:

      Amigo Inocente ! Para se trabalhar com produtos biológicos que necessitem de refrigeração, vc tem que garantir a manutenção do frio em casos de queda de energia. Mas os gestores são inocentes eles não possuem conhecimento desta situação.

  3. Reinaldo disse:

    tem que pagar as doses perdidas!! pense em uma incompetência!!
    essas doses são pra serem aplicadas sem interrupção. a doença não tem férias.
    ESSE POVO TEM QUE LEVAR ESSE PNI A SÉRIO.
    QUANDO CHEGAR A MINHA VEZ EU NÃO QUERO SABER DE DIA NEM HORA!
    EXIJO A APLICAÇÃO DA VACINA!!!

  4. gilmar benevides costa disse:

    Essas vacinas já e pouca, deviam serem usadas com mais Rapidez poderiam ser aplicadas de segunda a domingo. Não entendo essa interrogação nós finais de semana.

  5. Calígula disse:

    É muita irresponsabilidade com algo tão sério.
    Esse prefeito e seu secretário de saúde deveriam ser responsabilizados pelos danos .

Imperial College: Taxa de transmissão da Covid-19 no Brasil tem pequena queda

Foto: Sandro Pereira/Fotoarena / Agência O Globo

A taxa de transmissão (Rt) da Covid-19 no Brasil é de 1,02, segundo levantamento do Imperial College de Londres, divulgado nesta terça-feira. O índice representa uma pequena queda em relação ao relatório divulgado na semana passada, quando o Rt estava em 1,05, mas ainda é considerado alto.

O Rt acima de 1 indica que a doença avança sem controle no Brasil. A taxa de contágio é uma das principais referências para acompanhar a evolução epidêmica do Sars-CoV-2 no país. Quando fica abaixo de 1, o índice indica tendência de desaceleração. O Rt atual significa que cada 100 pessoas contaminadas transmitem a doença para outras 102.

A universidade britânica também projeta que o Brasil deve registrar 7.630 óbitos pelo novo coronavírus esta semana, um aumento em relação a anterior, quando foram contabilizadas 7.276 mortes pela doença. No pior quadro estimado, as perdas para a Covid-19 podem chegar a 7.910.

Dentro da margem do Imperial College, o Rt brasileiro pode variar de 0,95 até 1,06.

Especialistas costumam ponderar que é preciso acompanhar o Rt por um período prolongado de tempo para avaliar cenários, levando em conta o atraso nas notificações e o período de incubação do coronavírus, que chega a 14 dias. Além disso, por ser uma média nacional, a taxa de contágio não significa que a doença está avançando ou retrocedendo em todas as cidades e estados do país.

O Brasil, no entanto, apresenta um Rt acima de 1 desde dezembro. Na semana passada, a taxa de transmissão apresentou um viés de alta pela primeira vez desde a primeira quinzena de janeiro, revertendo uma tendência de oscilação negativa observada nas semanas anteriores. Agora, a taxa voltou a apresentar uma pequena queda.

Estatísticas oficiais indicam que a média móvel de mortes por Covid-19 no Brasil está 2% maior do que o cálculo de 14 dias atrás, e se mantém superior a mil há 33 dias consecutivos. Os dados são do consórcio formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo.

Um levantamento realizado pelo GLOBO a partir de informações das secretarias estaduais de saúde também mostrou que ao menos 12 estados brasileiros e o Distrito Federal estão com taxas de internação por Covid-19 acima de 80% nas UTIs da rede pública para a doença.

Contágio pela Covid-19

Segundo o levantamento do Imperial College, as maiores taxas de transmissão da semana foram registradas na Etiópia (Rt 1,49), Iraque (1,44) e Quênia (Rt 1,33).

Já os menores índices foram identificados na Suécia (Rt 0,29), na Suíça (Rt 0,46) e em Portugal (Rt 0,57).

Os Estados Unidos, que ultrapassaram na segunda-feira a marca de 500 mil mortes pela Covid-19, não fazem parte do levantamento.

De acordo com o relatório do Imperial College, o mundo registrou, até o dia 22 de fevereiro, mais de 110 milhões de casos de Covid-19 e mais de 2,4 milhões de mortes pela doença.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Naldinho disse:

    É tão pequena que em Natal não tem mais leito de UTI pra COVID

Mundo registra o menor número de novos casos de covid-19 desde outubro, segundo boletim da OMS

Foto: AFP

O número de novas infecções por Covid-19 no mundo diminuiu 17% em uma semana, de acordo com o último boletim epidemiológico da Organização Mundial da Saúde (OMS). Na semana de 1 a 7 de fevereiro, mais de 3,1 milhões de novos casos foram registrados, contra cerca de 3,7 milhões na semana anterior (25 a 31 de janeiro). É a quarta semana consecutiva com redução de novos casos e o menor número semanal de novas infecções desde outubro.

“Embora ainda existam muitos países com números crescentes de casos, em nível global, essa tendência é animadora”, diz a OMS. O número de novas mortes registradas também caiu pela segunda semana consecutiva, com 88.000 novas mortes registradas, um declínio de 10% em relação à semana anterior.

Todas as regiões da OMS relataram um declínio em novos casos. A Europa e as Américas registraram as maiores quedas em números absolutos. Os novos óbitos também diminuíram em todas as regiões, exceto no Pacífico Ocidental, onde as taxas de mortalidade permaneceram semelhantes às da semana anterior.

Desde o início da pandemia, foram confirmados globalmente 105,4 milhões de casos da Covid-19 e 2,3 milhões de mortes.

Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Calígula disse:

    Entre a OMS e o Cabaré de Maria eu prefiro o cabaré.

‘A queda do dólar está só começando’: o impacto da pandemia sobre a moeda americana

FOTO: GETTY IMAGES

Um dos efeitos da recessão econômica causada pela pandemia covid-19 é que o mundo foi inundado de dólares.

O Federal Reserve (Fed), o Banco Central (BC) dos Estados Unidos, reduziu drasticamente a taxa de juros para quase 0%.

Quando isso acontece, o país tende a ficar ‘menos atraente’ aos olhos dos investidores estrangeiros, que tendem a buscar outros mercados com retornos maiores sobre seu capital.

Paralelamente, o Fed deu sinal verde para a impressão de dinheiro, com o objetivo de mitigar os efeitos da crise.

De fato, 2020 foi o ano em que mais dólares foram emitidos do que nunca. Essa injeção de dinheiro permitiu financiar o aumento dos gastos fiscais e deu oxigênio aos mercados.

Mas, ao mesmo tempo, ajudou a empurrar o valor do dólar para baixo em relação às principais moedas do mundo nos últimos 10 meses – com algumas exceções, como o real brasileiro.

Isso pode ser verificado em um dos índices que acompanham a evolução da moeda, o Bloomberg Dollar Index (BBDXY), que atingiu a máxima de quase 1.300 pontos em 23 de março – e, depois disso, começou uma queda que não deu trégua até agora.

Atualizado anualmente, o índice mede o desempenho do dólar ante uma cesta de moedas globais, incluindo de países emergentes, que têm a maior liquidez nos mercados de câmbio e os maiores fluxos comerciais com os EUA. O real brasileiro não faz parte dessa cesta.

Trata-se de uma queda superior a 12% nos últimos 10 meses (percentual que pode variar um pouco dependendo do índice que acompanha a evolução da moeda).

Atualmente, está em seu nível mais baixo desde o início de 2018 e muitos especialistas concordam que a moeda continuará a se desvalorizar.

‘Dólar vai continuar caindo’

“O colapso do dólar apenas começou”, diz Stephen Roach, professor da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, e ex-presidente do banco de investimentos Morgan Stanley na Ásia, à BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC.

Roach prevê que a moeda poderá cair mais de 35% até o final deste ano com base em três grandes motivos.

O primeiro é que há um aumento acentuado do déficit em conta corrente dos Estados Unidos, ou seja, o país paga mais no exterior pela troca de bens, serviços e transferências do que recebe.

Sua projeção é de que esse déficit continue a impulsionar a queda da moeda.

A segunda é a valorização do euro, depois que os governos da Alemanha e da França concordaram com um pacote de estímulo fiscal, além da emissão de títulos.

E a terceira é que Roach prevê que o Federal Reserve pouco faria para impedir a queda do dólar.

Com os Estados Unidos cada vez mais dependentes de capital estrangeiro para compensar seu crescente déficit de poupança interna, explica ele, e com as políticas adotadas pelo Fed que criam um grande excesso de liquidez, “o argumento para um forte enfraquecimento do dólar parece mais convincente do que nunca”, argumenta.

Em relação aos efeitos que uma desvalorização do dólar tem sobre os mercados emergentes (como Brasil, México, Argentina, Colômbia, Peru ou Chile na América Latina), o especialista sugere que podem ocorrer aumentos em algumas bolsas desses países.

Enquanto o Federal Reserve não aumentar as taxas de juros, que é o que Roach presume que acontecerá, “a fraqueza do dólar deve causar aumentos nos mercados acionários estrangeiros em geral e nas ações dos mercados emergentes em particular.”

“Sem exageros”

No entanto, outros economistas argumentam que, embora a moeda esteja um pouco fraca este ano, em nenhum caso um “crash” deve ser esperado.

“A queda do dólar não deve ser exagerada”, escreveu Mark Sobel, presidente para os EUA do Fórum Oficial de Instituições Monetárias e Financeiras (OMFIF), no início de janeiro no site do centro de estudos.

Sua posição é que há uma perspectiva “desalentadora” para o dólar.

“O dólar pode cair neste ano, mas uma perspectiva muito negativa não se justifica”, disse Sobel.

Um dos argumentos é que o dólar já caiu bastante (13% em 2020 em relação ao pico em março).

Outra é que em meio às incertezas globais, não é tão certo que os investidores prefiram arriscar e apostar em outras moedas que não o dólar.

Paralelamente, o economista também diz acreditar que pode haver condições monetárias relativamente mais favoráveis nos EUA e que o atual ciclo de dólar forte está simplesmente chegando ao fim.

Efeitos na América Latina

Na América Latina, a queda do dólar veio com defasagem em relação a outras partes do mundo.

Um dos motivos que explicam esse atraso na queda em relação às moedas das economias latino-americanas é que são mais arriscadas, como explica Diego Mora, executivo sênior da consultoria XTB Latam, sediada no Chile.

“A desvalorização do dólar na América Latina começou há apenas quatro ou cinco meses”, diz Mora em entrevista à BBC News Mundo.

Ao analisar as maiores economias da região, o analista afirma que o México é o país onde o dólar mais se desvalorizou, seguido pelo Chile, Colômbia e Brasil.

As consequências do colapso variam substancialmente, dependendo dos diferentes atores econômicos.

Por um lado, os consumidores latino-americanos se beneficiam – aponta o especialista – porque muitos dos bens que consomem são importados, como automóveis e produtos tecnológicos.

Porém, a história não é tão simples, pois ao mesmo tempo os preços de alguns alimentos subiram, alerta.

Milho, trigo, cacau e outros produtos básicos aumentaram mais de 30% devido à desvalorização do dólar.

Hakan Aksoy, gerente sênior de portfólio da empresa francesa de gestão de ativos Amundi, diz esperar que, com o dólar mais fraco, os preços das commodities subam no mercado internacional, o que beneficia os países latino-americanos, produtores dessas matérias-primas.

A isso se deve a relação inversa entre o preço das commodities e o comportamento da moeda americana. Historicamente, quando o dólar se desvaloriza, o preço das commodities sobe – e vice-versa.

Isso porque a maioria das commodities é cotada em dólares, de forma que os consumidores e empresas fora dos EUA veem seu poder de compra aumentar quando suas moedas se fortalecem. A maior demanda global por esses produtos acaba elevando seu preço.

Por outro lado, um dólar mais fraco significa que haverá uma política fiscal e monetária mais flexível nos EUA, diz ele à BBC News Mundo.

Assim, “os países emergentes podem tomar empréstimos com mais facilidade, o que ajuda suas demandas de financiamento externo”, assinala Aksoy.

Tudo isso seria positivo para o crescimento e a percepção de risco dos investidores.

O consenso entre os analistas é que, apesar das diferenças entre os países, a desvalorização do dólar traz mais benefícios do que desvantagens para a região.

“Um dólar desvalorizado é definitivamente positivo para as economias latino-americanas”, diz Joseph Mouawad, administrador de fundos da Carmignac, especializada em mercados emergentes. “Um dólar fraco vem com preços mais altos das matérias-primas”.

Em relação à dívida em dólares dos países latino-americanos, Diego Mora explica que, como há mais moeda no mundo e as taxas de juros são baixas, os Estados Unidos têm menos poder de negociação.

Assim, “a dívida em dólares dos países latino-americanos pode ser renegociada com juros menores”.

No entanto, a queda do dólar frente ao real brasileiro não deve ser tão expressiva, acredita André Perfeito, economista-chefe da Necton Investimentos.

Ele diz acreditar que a moeda deve chegar ao fim deste ano cotada a R$ 5,30, acima da previsão do mercado, de R$ 5,01. O dólar terminou o pregão da última sexta-feira (5/2) cotado a R$ 5,42.

Sua perspectiva menos otimista, diz ele, deve-se ao nível historicamente baixo da taxa básica de juros, a Selic, e ao risco país.

“Os juros baixos não equilibram os riscos que temos. O Brasil tem sido mal visto em relação a outros países emergentes. Uma das percepções de risco tem a ver com a situação fiscal extremamente difícil para o governo”, conclui.

De qualquer forma, o câmbio é uma das variantes econômicas mais difíceis de prever, alertam os economistas.

Em 2020, por exemplo, o dólar fechou o ano cotado a R$ 5,19. Mas a expectativa do mercado em janeiro, ou seja, pré-pandemia de covid-19, era que a moeda americana terminaria negociada a R$ 4,09.

BBC

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bruno disse:

    Tá dando nojo acompanhar esse blog mentindo

  2. Jailson disse:

    O real foi q moeda que mais se desvalorizou frente ao dólar em janeiro/2021.
    O governo Bolsonaro é um fracasso

  3. Anderson disse:

    Guedes disse que se o governo fizesse tudo certo o dólar não passaria de $5… Agora não posso mais levar minha empregada na disney

  4. Nildo disse:

    Gasolina só aumentando , vem aí 13% na energia aguenta povão o veio q bom 2022 vem ai

  5. Calígula disse:

    Que bom, quem torce pelo pior do Brasil vai se arrepender, isso é se tiver um pingo de caráter.

    • Manoel F disse:

      Não eh questão de torcer contra ou a favor , mas de enxergar a realidade sem viés ou viseira: o Real foi uma das moedas no mundo que mais perdeu valor frente ao dólar na pandemia , basta pesquisar. Os motivos são vários, desde a questão fiscal como também o propagação do vírus aqui, negacionismo da vacinação e o possível atraso do retorno econômico devido a isso. O Brasil foi um dos emergentes que mais sofreu com a pandemia… Pq será?

Dieese: valor da cesta básica cai 0,94% em janeiro em Natal; em termo percentual, maior redução do preço no país

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) detalha, com informações da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada nesta segunda-feira (8), que o preço da cesta básica caiu 0,94% no último mês de janeiro em Natal em comparação com o mês de dezembro de 2020. O valor atualmente está em R$ 454,49. Um mês atrás, ela custava R$ 458,79. Em termo percentual, a capital potiguar teve maior redução do preço em todo o Brasil, considerando as 17 capitais que são analisadas.

Entre todas as cidades em que acontece a pesquisa, Natal tem também o segundo menor preço final da cesta básica, ficando atrás apenas de Aracaju, que em janeiro teve o preço médio de R$ 450,84. A mais cara estava em São Paulo, custando R$ 654,15.

Os principais produtos que contribuíram com a queda dos valores em Natal foram o leite (-6,48%), café (-3,46), pão (-2,65%), carne (-2,41%), óleo (1,15%), farinha (-1,03%) e arroz (-0,19%). Outros produtos, no entanto, registraram aumento: tomate (3,92%), feijão (3,22%), banana (2,23%), manteiga (1,63%) e açúcar (0,98%).

Com acréscimo de informações do G1-RN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Erivaldo Rodrigues disse:

    Eu não vim cair nada na inflação faço feira todos meses pelo contrário está tudo mais caro principalmente carne e frango

  2. Natal sofrida disse:

    Essa pirralhada é mesmo muito burra. Topper? Lkkkkkķkkkkkkkkk

  3. Jailson disse:

    Essa governadora Fátima é topper!!
    A melhor governadora da história do RN!!

Israel tem queda de 60% na internação de idosos três semanas após início da vacinação contra covid

Foto: Menahem Kahana/AFP

A vacinação contra a covid-19 começa a apresentar resultados em Israel. Três semanas após o início da campanha nacional de imunização, o país do Oriente Médio registrou uma queda de 60% nas internações hospitalares de idosos.

O dado foi divulgado em um relatório do Maccabi Healthcare Services, repercutido pelo jornal The Times of Israel nesse domingo, 24. Apesar da redução das internações, ainda não está claro se os benefícios estão sendo sentidos igualmente por aqueles que desenvolveriam casos leves e aqueles que desenvolveriam casos graves.

As hospitalizações começaram a cair drasticamente a partir do dia 18, após as pessoas receberem a primeira dose da vacina da Pfizer/BioNTech, que está sendo utilizada pelo país. No dia 23 – dois dias depois da segunda dose começar a ser aplicada – há uma queda de 60% nas hospitalizações entre pessoas com mais de 60 anos, revelou o estudo após monitorar 50.777 pacientes.

“Estes dados são muito importantes”, disse Galia Rahav, diretora de doenças infecciosas no maior hospital de Israel, o Sheba Medical Center, ao jornal israelense. “Tem um impacto porque em meio a altas taxas de infecção e a disseminação de variantes do vírus, é difícil ver em números gerais como a vacinação está influenciando as coisas”.

Apesar disso, Rahav alerta que parte da queda pode ser devido a uma tendência das pessoas recém-vacinadas de aderir às regras de bloqueio.

As informações do estudo mostram que até o dia 13, os vacinados com mais de 60 anos tinham taxas de infecção semelhantes às da população geral com mais de 60 anos. Então, no dia 23, havia 18 infecções diárias entre os 50.777 no total, mas apenas seis entre os vacinados.

Expandindo a vacinação

No domingo, 24, Israel expandiu sua campanha de vacinação contra a covid-19 para jovens de 16 a 18 anos.

O objetivo, segundo o governo israelense, é permitir que os jovens possam retornar para a escola e realizar provas de admissão a universidades, sem prejuízos adicionais. O país determinou o fechamento das escolas no dia 17 de dezembro e ainda não reabriu.

Israel, que tem a taxa de distribuição de vacinas mais rápida do mundo, espera começar a reabrir sua economia no mês que vem. Com as importações regulares de vacinas da Pfizer/BioNTech, Israel administrou pelo menos uma dose a mais de 25% de sua população de 9 milhões desde 19 de dezembro, diz o Ministério da Saúde.

As vacinas foram inicialmente limitadas a idosos e outras categorias de alto risco, mas agora estão disponíveis para qualquer pessoa com mais de 40 anos ou – com a permissão dos pais – aqueles entre 16 e 18 anos.

Vacina da Pfizer ainda longe do Brasil

Enquanto Israel iniciava a imunização de adolescentes e jovens, no domingo, com a vacina da Pfizer/BioNTech, o Ministério da Saúde do Brasil criticava a proposta de venda de doses feita pela farmacêutica americana. Segundo o governo, em nota, a aquisição de número restrito de doses funcionaria mais como uma ‘conquista de marketing” para a fabricante, mas seria uma “frustração” para os brasileiros. A proposta da farmacêutica para o governo brasileiro envolvia 2 milhões de doses no primeiro trimestre e o imunizante tem 95% de eficácia contra o vírus.

A pasta ainda classificou como “leoninas” e “absurdas” cláusulas do contrato proposto pela Pfizer e afirmou que não aceitará “imposições de mercado”. Entre os itens atacados pelo governo, está a “assinatura de um termo de responsabilidade por eventuais efeitos colaterais da vacina, isentando a Pfizer de qualquer responsabilidade civil por efeitos colaterais graves decorrentes do uso da vacina, indefinidamente”. Essa parte do acordo tem sido mencionada pelo presidente Jair Bolsonaro para questionar a segurança das vacinas.

O ministério, que tem à frente o general Eduardo Pazuello, disse que em nenhum momento “fechou as portas para a Pfizer”. Acrescentou ainda que esperava uma mudança de postura da multinacional, para uma entrega “viável e satisfatória”. A pasta ainda menciona a complicada logística de armazenamento e transporte dos imunizantes da Pfizer, que exigem refrigeração entre -70°C e -80°C em ultracongeladores. Também reclamou da necessidade de comprar diluentes para poder aplicar o produto na população./

Com informações do THE WASHINGTON POST E THE TIME OF ISRAEL

Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    Pensei que fosse tomando hidroxicloroquina!
    Nem era oh!
    Foi a vacina.
    kkkkkkkkkkkkkk

  2. Lourenço disse:

    Pelo menos roubar ele não sabe, se sabe ainda não roubou, agora os três anteriores, não sabiam o que era ciência e sabiam roubar.

  3. Manoel disse:

    Com a palavra o gado isano tomador de cloroquina e remédio pra carrapato.
    Resultado pra Israel: vai sair mais cedo da pandemia pois tem um governo de vergonha. Aqui temos um genocida.

    • Ricardo disse:

      O que tá impedindo estados e municípios de importarem diretamente as vacinas liberdas pela Anvisa?

  4. Maria Coutinho disse:

    Sem paixões e ideologias: O Brasil tem uma população de mais de 209 milhões enquanto Israel tem uma população em torno 8,8 milhões o que representa menos de 5% da população brasileira sem contar com os aspectos geográficos que dificulta o atendimento em algumas regiões.

    • Neco disse:

      Isso. E por questões de defesa, culturais, tem o nível de mobilização de um quartel.
      Tem muito país europeu, com muito mais morte per capita do que nós, que também não vacionou 5% do que vacinou Isarel. Agora, vc só vai ouvir xingamento se for argumentar.

  5. Natalense disse:

    Viva a ciência! O presidente infelizmente escolheu o lado errado, o lado da ciência, das fake news, do Trump, da ignorância, do negacionismo. São mais de 200 mil mortos no Brasil.

    • Natalense disse:

      Errata: O PRESIDENTE NÃO ESCOLHEU O LADO DA CIÊNCIA.
      OBS: Acho que ele nem sabe o que é isso.

    • Neco disse:

      O Presidente deixou nas mãos de quem entende. Contratou Oxoford em junho.
      A Anvisa liberou praticamente ontem e as vacinas começaram a chegar.
      Fatos x narrativas.

  6. Neyvan disse:

    Caro, como sugestão, Faça Enquetes; coloca em destaque na parte de cima do blog, promova a participação e interação, peça sugestões para seus leitores, vai ter alguma coisa ruim, mas há de ter coisas boas pra melhorar … Enquetes tipo … quem fez tratamento precoce ou não … alguma outra coisa relativa ao blog … etc …

  7. Rodrigo S. disse:

    Quando o governo leva a ideia de vacina e o projeto de vacinação a sério! O Brasil poderia estar nesse caminho!

  8. José disse:

    Já tá liberado chamar Bozo de incompetente e burro?
    Responde aí, gado…..
    Muuummmmmm

Aprovação de Bolsonaro despenca de 37% para 26% e atinge o mesmo nível de junho de 2020, diz pesquisa EXAME/IDEIA

Foto: Reprodução

Com a crise de saúde pública em Manaus e desencontros sobre o cronograma de vacinação, a aprovação à gestão do presidente Jair Bolsonaro caiu de 37% para 26%, a maior queda semanal desde o início de seu governo. Agora, está no mesmo nível de junho de 2020, um dos momentos mais críticos da pandemia. A queda acentuada fez com que a desaprovação ao governo saltasse para 45%.

É o que mostram os novos resultados de uma pesquisa exclusiva de EXAME/IDEIA, projeto que une Exame Research, braço de análise de investimentos da EXAME, e o IDEIA, instituto de pesquisa especializado em opinião pública. Clique aqui para ver o relatório completo.

A desaprovação do presidente é maior nos estratos de maior renda e de maior escolaridade: entre os que ganham mais de cinco salários mínimos, 58% não aprovam a gestão do presidente. No grupo dos que têm ensino superior, 64% desaprovam o governo federal.

Já em relação à aprovação do presidente, ela segue maior entre os que moram no Centro-Oeste e os evangélicos. Entre os que moram no Centro-Oeste, 36% aprovam o governo Bolsonaro — nas outras regiões do Brasil, esse índice varia de 22% a 27%.

Entre os evangélicos, 38% apoiam o governo Bolsonaro, ante 20% dos católicos e 23% dos que declaram seguir outra religião.

O levantamento foi realizado por telefone, em todas as regiões do país, entre os dias 18 e 21 de janeiro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

“A dinâmica dos sérios problemas em Manaus junto a falta de perspectivas sobre um cronograma de vacinação e o fim do auxílio emergencial constituem os principais fatores que levam à queda de popularidade do presidente”, diz Maurício Moura, fundador do IDEIA.

Os dados de avaliação do governo mostram um desempenho similar: o percentual de pessoas que considera o governo ótimo ou bom passou de 38% para 27%. Do mesmo modo, o grupo que avalia a gestão Bolsonaro como ruim ou péssima subiu de 34% para 45%.

Com informações da Exame

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. João Macena disse:

    Gaguinho e Antônio Turci, perfeito mais uma vez o comentário de vcs. Infelizmente o maior opositor do governo Bolsonaro, é ele mesmo. João Macena.

    • Deus continue te abençoando presidente. disse:

      Verdade!!
      Se o Bolsonaro bota se esses caras no gelo, os partidos de esquerda se acabam no Brasil.
      Mas tem hora que penso que é estratégia do PR.
      Vejam que faz dois anos que ele está no topo, mesmo tendo tudo e todos contra.
      Tá dando certo até aqui.
      Quem somos nós pra ensinar um ganhador a ganhar.
      Na vida desse homem bom, religioso, espetacular é so VITORIAS.
      Pode prestarem atenção.

  2. Direita radical disse:

    Pura mentira, só os idiotas acreditam.
    #QueremosBolsonaroAte2026

  3. Tarcísio Eimar disse:

    Aí mente

  4. Gaguinho disse:

    O Presidente é bem intencionado, não é perfeito, tem erros e fala demais, mais quer o melhor para o Brasil é vem fazendo um bom trabalho quebrando a espinha dorsal da corrupção. Ele não fez mais, devido à grande quantidade de gente trabalhando contra, são políticos, STF, parte da imprensa, uma parcela da população todos torcendo contra e colocando pedras em seu caminho, dificultando o progresso da Nação. Tem muita gente com interesses contrariados, gente que vivia de verbas públicas, esse povo mata a mãe para culpar Bolsonaro.

    • Natalense disse:

      Corrupção? Homi, me ajude! Essa palavra é doce na boca da família do presidente. Espinha dorsal? Quase quebrei minha de tanto rir. O presidente só faz o povo passar vergonha. Governo sem projetos. Brasil sem Governo. MOURÃO 2021 JÁ!

  5. Natalense disse:

    O presidente precisar encarar a realidade e ser presidente. Povo brasileiro sendo humilhado todo dia, passando vergonha. É necessário primeiro, assumir compromisso de combater a pandemia e urgentemente deixar de dar créditos a mentiras.

  6. Tico de Adauto disse:

    Impeachment já!!!

    • Paulo disse:

      Falou o zumbi de Maduro e Lula, querendo se promover em cima da pandemia…
      Os derrotados em 2018, turma do mensalão e do petrolao, querendo voltar, comemoram cada óbito.
      São abutres.
      Lula se contaminou .
      Onde estava o fique em casa dele?
      Morreram 10 pessoas no RN.
      O que Fátima está fazendo a respeito?

    • Natalense disse:

      Mourão 2021 já – assim eles entendem melhor.

  7. JJsair. disse:

    Se essa pesquisa for verdadeira, no final de fevereiro sobe de novo.
    Vamos pras urnas.
    Duvido que outro tenha se sobre saído.
    Quem????
    Kkkkkkkk
    Tenho nem medo.
    É no primeiro turno.
    Kkkkk
    Aposto os culhões de ze gado.
    Kkkkkk

  8. Chico 200 disse:

    Vamos pra as urnas

  9. Jose de Arimatea Lopes Fernandesdes disse:

    Covid 19 derrubou Trump, esse mesmo vírus também já contaminou o futuro político de Bolsonaro, isso nós vamos ver em 2022. Os 2 maiores negacionistas da pandemia, irão se encontrar no ocaso de suas idiotices.

    • Paulo disse:

      Relinche, relinche…
      Idiotices?
      Você sabia que na Califórnia está faltando leitos e oxigênio?
      Você sabia que em Portugal também?
      Você sabia que o número de óbitos na Argentina, Inglaterra Itália, em termos proporcionais é maior do que no Brasil e ninguém fica ofendendo o presidente da República?
      Só esquerdistas radicais, seguidores de Maduro e de Lula mentem dia e noite para se promover com a pandemia.
      É verdade que 240 pessoas morreram no RN por falta de UTI?
      Se for, você acha que Fátima é uma otima gestora?

  10. Calígulete disse:

    É melhor dar mais ministérios para o Centrão e manter o Auxílio Emergencial até 2022, se não vai ter o mesmo fim do nosso querido Trump. O Véio é duro.

  11. Pai do Cacá (Tá tenso) disse:

    Vamos ver se o blogueiro deixa passar essa. E o gás R$ 100,00, o arroz R$ 6,00, o feijão R$ 9,00, a gasolina R$ 5,20, o queijo R$ 45,00, o coxão duro R$ 35,00! Aonde vamos parar? Bora fazer arminha mesmo, encher o bolso dos empresários, da oligarquia e dos banqueiros. Gado raivoso, se puder me ajudar, sou profissional liberal e trabalho para hotel. Rendimentos lá embaixo. Entramos no 3° ano de governo, mais a desgraça do Brasil é a esquerda, é Cuba, é China, é Lula e o PT. 3° ano gado, a oposição dessa anta é ele mesmo! Ainda bem que aqui já vi uns da direita reconhecendo que Bolsonaro é o problema do próprio governo. E Deus me livre Lula e PT, mas que a gente possa ter uma opção sem ter radicalismo para um lado ou para o outro!

    • Biró disse:

      Vá trabalhar e se qualificar, que vc compra tudo isso aí.
      O Sine tem vagas todos os dias.
      Sai da moita.
      Vá trabalhar parasita.
      Vá produzir riquezas pro nosso Brasil.

  12. Rivanaldo disse:

    O tamanho do tombo, o caminho para o impeachment. Pesquisa Exame/IDEIA mensurou:

    Caiu de 38% para 27% quem acha esse governo ótimo ou bom;
    Ruim ou péssimo subiu de 34% para 45%;

    Motivos mensurados na pesquisa: atraso na vacinação; crise em Manaus; fim do auxílio emergencial.

  13. Mínion de Peixeira disse:

    DÉJÀ-VU 2022, A Ruína dos Lacradores
    Dos mesmos produtores de: TODOS VENCEM BOLSONARO
    e dos diretores de: ELENÃO 2 e VAI TER IMPITIMAN.

    Na primavera de 22, numa secão eleitoral perto de você.
    (compre o seu ingresso antecipadamente).

  14. Calígula disse:

    Tamo lascado

  15. Emerson Fonseca disse:

    Grande dia. O gado pulando a cerca do curral " com força " …🤩

  16. Antonio Turci disse:

    O grande adversário do Presidente é ele mesmo. Fala alem da conta e parece não ouvir ponderação de ninguém. Confunde Palácio do Planalto com Câmara de Deputados. Nesta a verborragia pode, até, correr frouxa; no Planalto o comedimento deveria prevalecer.

    • André Fortes disse:

      Muuuuuuu!

    • Natalense disse:

      Por isso digo, o presidente não está a altura do cargo que ocupa, deveria renunciar para disputar a câmara federal e quebrar o recorde de Henrique Alves.

  17. Carlos disse:

    Acho uma grande sacanagem falar isso do presidente. Gasolina 5,16 carne 43,00 gás 87,00 dólar 5,23 STF cada ministro mais de cem funcionários fora a venda de sentenças etc. O presidente está fazendo de tudo para o país melhorar.

  18. RMS disse:

    ENGRAÇADO, QUANDO ALGUMA COISA DAR CERTO, E MERITO DOS GOVERNOS ESTADUAIS E PREFEITURAS, QUANDO DAR ERRADO E CULPA DE BOLSONARO.

    • Bolsonarista Binário disse:

      Justamente o contrario do que os bosonaristas fazem!!!

    • Gaguinho disse:

      Desse jeito, o que é bom é mérito do governadores e prefeitos o que é de ruim é culpa de Bolsonaro. Ninguém reclama do rio de dinheiro que foi enviado pel Gov Federal, ninguém nem diz quanto recebeu e o que fez com o dinheiro.

  19. O certo. disse:

    Parecem que vai junto com Tramp.

  20. Tonho da Lua disse:

    Essa pesquisa é fajuta! Por que não avaliam o Lula e o PT?

  21. Queiroz disse:

    O gado vai dizer que essa pesquisa é fajuta em 3, 2, 1…

  22. João disse:

    Tudo isso? Como assim? Tem coisa errada aí…
    O omi não foi capaz de eleger nem a Wal do açaí…kkkkkkkkkkkkk

  23. Cris disse:

    Ô mentira da moléstia

  24. Silvia disse:

    Tomara que caia mas ainda esse bozo

  25. Severino disse:

    Se saiu na nossa mídia, então é verdade.

  26. ZéGado disse:

    Vixe, o gado 🐄 vai dizer que essa pesquisa é fake e o ministro bunda mole da justiça vai solicitar abertura de inquérito para investigar quem fez a pesquisa

  27. Manoel disse:

    Já sei: o MINTOmaníaco vai voltar o auxílio emergencial para melhorar sua popularidade… Fazer aquilo que o PT sempre fazia e ele condenava lembram? O problema é que o rombo fiscal já está enorme e vai aumentar ainda mais com essa medida… O auxílio foi pago indiscriminadamente e muita gente que realmente precisava ainda não recebeu…

  28. Mgil disse:

    Revista Exame/Globo. Não precisa dizer mais nada.

    • Nordestino disse:

      A revista exame é de André Esteves, amigo de Paulo Guedes. Muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu

Após WhatsApp mudar regras de privacidade, app deixa de ser o mais baixado do Brasil, e vê Signal e Telegram na ponta

Foto: Reprodução

A plataforma Sensor Tower mostrou que, nesta semana, o aplicativo Signal já é o mais baixado da categoria comunicação entre os brasileiros que usam aparelhos Android e o segundo para quem tem iOS. Então o WhatsApp foi para segundo lugar? Nem isso! Depois do Signal, o segundo mais baixado é o Telegram. O aplicativo que foi por muito tempo o rei dos downloads no Brasil está agora em terceiro lugar no ranking.

CNN Brasil

Violência contra a mulher registra queda no RN no biênio 2019/2020

Sobre a queda da violência no Rio Grande do Norte, dados da Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análise Criminal (COINE) da Secretaria Estadual da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED) ainda destacam que no biênio 2019/2020, os casos de ameaça contra a mulher também tiveram uma redução. Ao todo, foram registradas 4.089 denúncias desta natureza em 2019, contra 4.035 em 2020 (-1,3%).

Menos agressões

Os casos de agressão física contra a mulher também caíram no estado. Foram 4.169 ocorrências de lesão corporal sem mortes registradas em 2019, contra 2.737 ocorrências deste tipo contabilizadas em 2020 (-34,3%).

Menos violência doméstica

A violência contra a mulher dentro do ambiente familiar também registrou redução. Segundo dados apurados pela COINE, foram formalizados 3.324 casos de violência doméstica em 2019, contra 1.711 ocorrências registradas no ano passado – o que corresponde a uma queda de 48,5%.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. George disse:

    Mas como pode ocorrer isso já que o presidente é misógino?

    Tá bom de pedir ao rapaz que preencheu essa planilha para aumentar esses números aê! Temos de sustentar a narrativa pessoal!

    #ForçaPSOL!

  2. Marcia disse:

    Não acredito

RN registra queda no número de mortes violentas nos últimos dois anos

A violência está em queda no Rio Grande do Norte. Dados da Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análise Criminal (COINE) da Secretaria Estadual da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED) mostram que ocorreram 712 Condutas Violentas Letais Intencionais (CVLIs) a menos que o total registrado nos dois primeiros anos da administração passada. Somando os anos de 2015 e 2016, foram 3.666 mortes violentas em todo o estado. No biênio 2019/2020, foram 2.954 – o que representa uma redução de 19,4%.

Ainda de acordo com a COINE, do total de pessoas mortas durante a gestão 2015/2016, 3.445 vítimas foram do sexo masculino e 219 do sexo feminino. Já no biênio 2019/2020, foram mortos 2.762 homens e 188 mulheres, ou seja, houve uma diminuição de 19,8% nos casos de mortes de homens e uma redução de 14,2% nos casos de mulheres assassinadas.

Em 2015/2016, é importante explicar, dois casos de homicídio ficaram sem a determinação do sexo das vítimas. Já no biênio 2019/2020, são quatro casos que ainda estão em análise pericial.

Violência contra a mulher tem maior redução

Entre os tipos de conduta letal com maior diminuição está o feminicídio, que é qualificado pela questão de gênero e ocorre quando a vítima é morta pelo simples fato de ela ser do sexo feminino. Na gestão 2015/2016, foram registradas 74 mortes de mulheres em todo o estado. Já no biênio 2019/2020, foram contabilizados 34 casos, o que significa uma redução de 54,1%.

“Quando comparados somente os dois primeiros anos de administração da professora Fátima Bezerra, é importante ressaltar que não houve apenas redução nos casos específicos de feminicídio, mas também devemos enfatizar que houve ainda uma diminuição no total de homicídios de mulheres, que são os chamados femicídios”, reforçou o secretário da SESED, coronel Francisco Araújo Silva.

Dos 34 casos específicos de feminicídio registrados no biênio 2019/2020, por exemplo, 21 ocorreram em 2019. Já em 2020, foram 13 (-38,1%). Já no caso dos femicídios, 104 mulheres perderam suas vidas de forma violenta em 2019, sendo que este número caiu para 84 em 2020 (-19,2%).

Outras reduções

Em todo o estado, somando ambos os sexos, os casos de homicídio doloso (quando há a intenção de matar) tiveram uma redução de 25,8%. Foram registrados 3.095 crimes desta natureza na gestão 2015/2016, contra 2.296 contabilizados no biênio 2019/2020.

Outra conduta letal que também registrou uma queda considerável no RN foi a de lesão corporal seguida de morte. Foram registrados 232 ocorrências deste tipo na gestão 2015/2016, contra 185 no biênio 2019/2020, o que dá uma diminuição de 20,3%.

Menos mortes na Grande Natal

Os números da violência letal intencional também caíram em municípios polos do estado, principalmente na capital e em outros importantes municípios da Região Metropolitana. Em Natal, a redução foi expressiva: 46,1%. Na gestão 2015/2016, foram registrados 1.077 mortes, contra 580 no biênio 2019/2020.

Em Parnamirim, a redução foi ainda maior: 51,9%. Na gestão 2015/2016, foram registradas 312 mortes, contra 150 no biênio 2019/2020.

Outra cidade com redução na violência letal é São Gonçalo do Amarante. Lá, a redução no total de CVLIs foi de 2,7%. Foram 182 mortes violentas na gestão 2015/2016, contra 177 registradas no biênio 2019/2020.

Levando-se em consideração todos os 15 municípios que compõem a Grande Natal, as ações integradas realizadas pelos órgãos de segurança pública conseguiram diminuir em 33,6% os casos de morte violenta. Foram 2.145 mortes violentas na gestão 2015/2016, contra 1.425 registradas no biênio 2019/2020. Fazem parte da Região Metropolitana: Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Macaíba, Extremoz, Ceará-Mirim, Arez, Goianinha, Ielmo Marinho, Maxaranguape, Monte Alegre, Nísia Floresta, São José de Mipibu, Vera Cruz e Bom Jesus.

“Precisamos enaltecer a abnegação de todos os homens e mulheres que integram o sistema de segurança pública do Estado do Rio Grande do Norte, como a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros e o Itep, assim como também devemos agradecer pelo empenho, dedicação e esforço de todos que fazem parte da Polícia Penal, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Forças Armadas e das guardas municipais”, acrescentou Araújo.

Resolutividade acima da média

Outros dados que merecem total destaque nestes primeiros 731 dias da atual gestão são referentes aos índices de resolutividade dos crimes de homicídio. Segundo dados do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), a média nacional de solução para os casos de assassinato é de apenas 8%. No Rio Grande do Norte, o índice de resolutividade atingido no ano passado foi praticamente o dobro: 15,3%.

Em Natal, o índice de resolutividade em 2020 foi ainda melhor: 26,4%. Em outras palavras, mais que o triplo da média nacional.

Em Mossoró, o índice de resolutividade das investigações de crimes de homicídio foi de 14%, também quase duas vezes mais que a média nacional.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ed Guilherme disse:

    Pandemia , muita gente em casa. Fluxo de pessoas circulando menor .
    Não comemorem, estamos longe de uma redução importante. Torço por isto.

  2. Luciano disse:

    E 2017 e 2018 porque não aparece?

  3. Aurélio disse:

    Vai baixar ainda mais.
    Deixe trocar o presidente da Câmara e Senado.

    • Neco disse:

      Pois é. Sem um nhonho entregando a relatoria de projetos de lei a extremistas de esquerda, deve melhorar o trâmite.

    • Felipe disse:

      Qual foi a ação do governo federal que contribuiu com essa diminuição? Agora fiquei curioso.

Crimes contra o patrimônio registram queda no RN; menos roubos de veículos, a transportes públicos, cargas e instituições financeiras

Os crimes contra o patrimônio, sejam eles contra o bem particular ou contra o bem público, registraram queda nos últimos dois anos no Rio Grande do Norte.

Dados da Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análise Criminal (COINE) da Secretaria Estadual da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED) informam a redução nos casos de roubos de um modo geral, com diminuição de mais de 25%; queda na quantidade de veículos roubados (-10,2%) e furtados (-26,5%); menos roubos ao transporte público (-55,5%); menos roubos a cargas (-91,7%) e menos roubos a instituições financeiras (-38,2%).

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jurinha disse:

    É brincadeira, esses dados não são do RN. O Governo do PT criou essa fábula para enganar a população.

    Pergunte a qualquer cristão Potiguar se a violência diminuiu do desGoverno de Grelo Duro

  2. Só Comento disse:

    Parabéns ao PR Jair Bolsonaro que está armando a população e diminuindo esses índices, principalmente os roubos, contrariando todas as expectativas de ONGS fajutas que diziam:"mais armas=mais mortes" . A verdade absoluta é que quando a presa está equipada (pessoa idônea) o predador "dorme" com fome.

  3. Aurélio disse:

    A tendência é baixar ainda mais.
    Deixe trocar os dois presidentes das duas casas legislativas no Congresso Nacional.
    Se votarem as pautas do véi Bolsonaro, baixa não tenho dúvidas.
    A primeira coisa que tem que mudar, é as configurações do policial trabalhar, hoje só beneficia a vagabundagem.
    Tem que botar pra fuder, bandido tem que ter medo de polícias, esse é o jeito certo, assim as pessoas de bem, vão poder andar nas ruas e dormir tranquilos.
    Mito disparado no primeiro turno, eu disse disparado.
    Mito 2022.

  4. Calígula disse:

    Essas estatísticas não batem com a realidade da rua.
    Tá todo mundo com medo de sair a noite, durante o dia , essas estatísticas do RN tá igual a pesquisa do Ibope.

    • Sobrinho de Caca disse:

      Titio, você alardeia 2 formaturas, mas incorre em erros básicos. A estatística se refere aos últimos dois anos. A ânsia de comentar é maior do que a de ler.