Extrema pobreza se manteve estável em 2019, enquanto a pobreza teve ligeira queda no Brasil, aponta IBGE

Regiões Norte e Nordeste têm mais de 40% da população vivendo abaixo da linha da pobreza — Foto: Economia/G1

Um levantamento divulgado nesta quinta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que o Brasil não conseguiu amenizar a extrema pobreza no último ano. Todavia, o trabalho informal pode ter contribuído para reduzir o contingente de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza.

Os dados são de 2019 e fazem parte da Síntese de Indicadores Sociais. Naquele ano, 6,5% de toda a população brasileira se encontrava em situação de extrema pobreza – a mesma proporção observada em 2018.

Em números absolutos, considerando o aumento populacional no país, somavam 13,6 milhões o total de pessoas extremamente pobres, cerca de 100 mil a mais que no ano anterior, o que é considerado estatisticamente como uma estabilidade. Na comparação com 2014, quando o país vivia sob os patamares mais baixos de desemprego, esse contingente aumentou em quase 4,7 milhões de pessoas.

Já a proporção de pobres caiu de 25,3% para 24,7% no mesmo período. Em 2019, eram cerca de 51,7 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza, cerca de 800 mil a menos que no ano anterior.

Segundo o IBGE, é considerado em situação de extrema pobreza quem dispõe de menos de US$ 1,90 por dia, o que equivalia a aproximadamente R$ 151 por mês em 2019. Já os considerados pobres são aqueles que vivem com menos de US$ 5,50, equivalente a R$ 436 no ano de análise.

Estas linhas foram estabelecidas pelo Banco Mundial para acompanhar a evolução da pobreza global. Elas não consideram o câmbio oficial, mas o chamado Poder de Paridade de Compra (PPC). Segundo o IBGE, essa medida permite comparar o valor real das moedas em determinado ponto do tempo por meio de uma pesquisa de preços de bens e serviços em diversos lugares do mundo.

Considerando apenas a linha de pobreza, o Brasil apresenta a 21ª taxa mais elevada entre 43 países com informação disponível no Banco Mundial, ficando atrás de países como Paraguai, Azerbaijão e Cazaquistão.

Já o contingente de extremamente pobres no Brasil é maior que a população total de países como Bélgica, Portugal e Grécia, entre outros.

Extrema pobreza no Brasil

O contingente de extremamente pobres no país é formado, majoritariamente, por pretos e pardos, mulheres em sua maioria, sem instrução ou com ensino fundamental incompleto e desempregados.

O IBGE destacou que 56,8% das pessoas abaixo da linha da extrema pobreza viviam no Nordeste, região que respondia por 27,2% da população total do país.

Entre os estados, a situação mais precária foi observada no Maranhão, onde um em cada cinco moradores viviam em condição de miséria financeira em 2019.

Já a região Sudeste, a mais populosa do país, tinha o segundo maior contingente de extremamente pobres, mas respondia por apenas 15,2% desse grupo.

Apenas 13,8% das pessoas consideradas extremamente pobres estava ocupada no mercado de trabalho em 2019. A dificuldade em conseguir trabalho remunerado, segundo o IBGE, pode explicar a estabilidade dessa população.

O rendimento do trabalho é o que tem mais peso na composição do rendimento médio domiciliar per capita, segundo o IBGE. Ele representava, em 2019, 72,5% do rendimento familiar.

O IBGE destacou que, dentre as pessoas ocupadas que viviam em situação de extrema pobreza, os trabalhadores familiares auxiliares, geralmente sem qualquer remuneração, eram a posição na ocupação com maior incidência (12,2%) neste grupo.

1 em cada 4 brasileiros vivia com menos de R$ 436 por mês

Embora o contingente de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza tenha se reduzido na passagem de 2018 para 2019, o país registrava um batalhão de mais de 51,7 milhões de pessoas nesta condição.

Isso equivale a dizer que um em cada quatro brasileiros viveu com menos de R$ 436 por mês em 2019.

O coordenador da pesquisa, João Hallak Neto, apontou que o mercado de trabalho pode estar por trás da redução do contingente de pobres. Isso porque a informalidade bateu recorde no país em 2019, o que pode ter impactado diretamente na renda dos brasileiros mais pobres.

Quase metade da população abaixo da linha da pobreza (47,1%) vivia no Nordeste. O Sudeste respondia por cerca de 27% do contingente de pobres.

O IBGE destacou que o Maranhão era o estado com a maior proporção de pobres em relação à população total – quase metade dos maranhenses vivia abaixo da linha da pobreza. Outros 12 estados apresentavam incidência de pobreza superior a 40% da população.

G1

Morte de Gabriel Diniz: FAB conclui que condições meteorológicas e erro do piloto levaram à queda de avião

Foto: Marcos Rodrigues/ASN/Divulgação

Condições meteorológicas adversas, atitude e indisciplina de voo do piloto levaram à queda da aeronave que transportava o cantor Gabriel Diniz, de 28 anos, em maio de 2019. É o que aponta um relatório do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da FAB, divulgado nesta quinta-feira (29).

No acidente, morreram também os pilotos Linaldo Xavier e Abraão Farias. Os profissionais, segundo o Cenipa, tomaram atitudes consideradas erradas durante a operação da aeronave Piper Cherokee PT-KLO. De acordo com o relatório, o piloto não avaliou adequadamente os parâmetros para a operação da aeronave com a decisão do prosseguimento do voo em condições meteorológicas desfavoráveis.

A aeronave caiu no Povoado Porto do Mato, no município de Estância, em Sergipe, no dia 27 de maio de 2019.

Mapa mostra local da queda de avião — Foto: Arte G1/Roberta Jaworski

Veja fatores que contribuíram para o acidente, segundo o Cenipa:

Atitude

Condições meteorológicas adversas

Indisciplina de voo

Julgamento de pilotagem

Planejamento de voo

Processo decisório

O documento aponta que a aeronave, fabricada em 1974, não estava equipada com radar meteorológico e não era certificada para voar sob Regras de Voo por Instrumentos (IFR), sendo autorizada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) operar sem Condições de Voo Visual (VMC).

O piloto Linaldo Xavier tinha 83h50m de experiência de voo e possuía licença de Piloto Privado – Avião (PPR), em curso realizado no Aeroclube de Alagoas, em 2017, e estava com a habilitação de Avião Monomotor Terrestre (MNTE) válida. Ele estava somente qualificado para realizar o voo em rota em condições estritamente visuais. O G1 tenta contato com a família do piloto.

A investigação entendeu que “não considerar os procedimentos previstos para se manter em condições de voo visuais concorreu para a exposição da aeronave a elevado risco de acidente” contribuiu para a queda da aeronave.

O acidente

Gabriel morreu aos 28 anos, na queda de um avião de pequeno porte no povoado Porto do Mato, em Estância, na região sul de Sergipe. Além dele, os pilotos Linaldo Xavier e Abraão Farias também faleceram no acidente.

Após investigações, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) concluiu que avião realizava táxi aéreo de forma ilegal e autuou o Aeroclube de Alagoas, proprietário da aeronave.

Após mais de um ano e sucessivos pedidos de adiamento de prazo à Justiça, a Polícia Federal ainda não concluiu a investigação sobre o acidente aéreo pois, de acordo com o delegado da PF em Sergipe, Márcio Alberto Gomes Silva, responsável pelo inquérito, ainda eram aguardados laudos periciais elaborados pelo Cenipa e pelo Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal.

‘Ver a cama vazia é terrível’

Um ano após a morte do filho, o pai do artista, Cizinato Diniz, falou sobre a saudade que sente. Além das memórias que retornam com a data do acidente, Cizinato disse que as lembranças são mais fortes na casa onde vivem, em João Pessoa.

“O que mais me faz lembrar Gabriel hoje é passar no quarto dele e ver a cama vazia, isso pra gente é terrível”, relata o pai.

G1

Baixo número de casos de covid no RN nas últimas 24 horas: apenas 45 confirmações

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta quinta-feira (22). Vale o destaque nesta data, o número baixo de casos confirmados da doença nas últimas 24 horas. Comparando o boletim oficial dessa quarta-feira(22), houve um registro de apenas 45 casos.

Os números do dia anterior registravam um total de 79.326 casos, enquanto a parcial divulgada no fim da manhã desta quinta-feira(22) informam 79.371 confirmações.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cabo Silva disse:

    Basta liberar os resultados dos exames que estão sendo atrasados propositadamente até as eleições…

  2. Sebastian disse:

    Votei nesse governo vagabundo mentiroso até quando esse espelho da saúde vai negar os fatos com esse fatal no GOVERNO, acabando o PT no RN SEMPRE VOTEI NO PT , TENHO FE EM DEIS QUE JA MAIS DATEI UM VOTO ESSE S MADITOS

  3. Lailson Lima disse:

    Quantos testes disponíveis? Governo federal abaixou e muito o repasse de testes aos estados.

  4. pereira disse:

    TOMARA que essas noticias sejam VERDADEIRAS. Que esses póliticos estejam fala a verdade, pelo menos uma vez na vida, já que o Lema é Sempre há MENTIRA. QUE DEUS CONTINUE TENDO MISERICORDIA DE NÓS.

    • Neto disse:

      Ai torce por noticia ruim só pra dizer "eu não falei?" Toda noticia boa voce comenta trevas.

Emissões globais de CO2 têm maior queda da história na primeira metade de 2020, diz estudo

Foto: Reuters/Yves Herman

As restrições do coronavírus provocaram uma queda inédita das emissões de dióxido de carbono (CO2) no primeiro semestre de 2020, mostrou um estudo nesta quarta-feira (14). A queda é maior do que as registradas durante a crise financeira de 2008 e a Segunda Guerra Mundial.

A pesquisa, publicada por um grupo de cientistas de China, França, Japão e Estados Unidos no periódico científico Nature Communications, disse que as emissões diminuíram em 1,551 milhão de toneladas (8,8%) na primeira metade de 2020 quando comparadas com o mesmo período do ano passado.

No primeiro semestre, as emissões de CO2 derivadas do transporte caíram 40%, as da produção de energia 22% e as da indústria, 17%. Os cientistas destacaram, entretanto, que as emissões voltaram a subir para seus níveis habituais em julho de 2020, quando a maioria dos países flexibilizou as restrições.

Os pesquisadores usaram dados baseados na atividade em tempo real e analisaram as tendências diárias, semanais e sazonais de emissões de CO2 antes e depois da pandemia de Covid-19 e da retração econômica que ela desencadeou.

Na última primavera no Hemisfério Norte, governos de todo o mundo impuseram lockdowns para conter a pandemia de Covid-19. Isso reduziu o consumo de energia da produção industrial e dos transportes, o que resultou em um declínio das emissões de gases de efeito estufa.

O clima mais quente do que o normal visto na maior parte do Hemisfério Norte ainda significa que as emissões foram um pouco menores do que teriam sido na mesma época do ano passado.

G1

RN registra queda pelo terceiro mês seguido na redução no número de homicídios; Natal e Mossoró acompanham queda

Foto: Reprodução/ASSECOM/SESED

O Rio Grande do Norte apresentou, pelo terceiro mês seguido, redução no número de Condutas Violentas Letais Intencionais (CVLIs) em comparação com o mesmo período do ano passado, o que fez com que os números gerais de 2020 passem a ser menores do que os de 2019. Os dados são da Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análises Criminais (COINE) da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed).

Em setembro deste ano foram registradas 94 CVLIS, enquanto em 2019 foram 120 casos no mesmo mês, uma redução de 21,6%. Em comparação com o mesmo período de 2019, o mês de agosto já havia contabilizado uma queda de 24,4%, passando de 131 casos para 99. Em julho, a redução foi de 14,8%, saindo de 122 em 2019 para 104 em 2020.

Natal e Mossoró, as duas maiores cidades do Estado, acompanharam a tendência de queda e também apresentam variações para baixo. A capital potiguar passou de 224 casos para 215, enquanto o município do Oeste saiu de 155 para 137.

Com as recentes baixas nas quantidades de ocorrências desse tipo, o Rio Grande do Norte passou a registrar menos CVLIS nos nove primeiros meses de 2020 do que o mesmo período de 2019 (1.100 para 1.102).

Após bater recorde, desemprego diante da pandemia tem queda no país, aponta IBGE

Foto: Diorgenes Pandini/NSC

O desemprego diante da pandemia teve ligeira queda depois de bater recorde em agosto, apontam os dados divulgados nesta sexta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o levantamento, entre a última semana de agosto e a primeira de setembro, caiu em cerca de 700 mil o número de pessoas procurando por uma ocupação no mercado de trabalho no país – uma redução de aproximadamente 5%, considerada como estabilidade estatística pelo IBGE. Ao todo, somavam 13 milhões o número de desempregados no país.

Com isso, a taxa de desemprego passou de 14,3% para 13,7%. Em maio, quando teve início a pesquisa, essa taxa era de 10,5%.

Já a população ocupada foi estimada em 82,3 milhões de pessoas, cerca de 170 mil a mais que na semana anterior, o que representa uma alta de 0,2%, o que também é considerado como estabilidade estatística. O IBGE apontou, no entanto, que o indicador mantém “pequena tendência de aumento”, observada desde julho.

“Essa recuperação recente vem se dando especialmente entre os trabalhadores informais, que foram os mais atingidos no início da pandemia”, apontou a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira.

De acordo com o levantamento, em uma semana aumentou em cerca de 560 mil o número de trabalhadores atuando na informalidade no país, chegando a aproximadamente 28,5 milhões o número de pessoas neste tipo de ocupação. Com isso, a taxa de informalidade passou de 34,0% para 34,6%.

O IBGE enfatiza que a informalidade é a via de mais fácil acesso ao mercado de trabalho e que, por isso, tende a ser o primeiro meio de ocupação a reagir diante de uma crise financeira como a estabelecida pela pandemia do coronavírus.

Afastamento do trabalho segue em queda

O IBGE estimou em cerca de 3,4 milhões o número de trabalhadores que estavam afastados do trabalho na primeira semana de setembro devido ao distanciamento social, 207 mil a menos que o observado na última semana de agosto, o que representa uma queda de aproximadamente 6%.

Este contingente de afastados representava apenas 4,2% de toda a população ocupada no mercado de trabalho. Na primeira semana de maio, quando o IBGE deu início ao levantamento, os afastados do trabalho pelas medidas de isolamento social somavam 19,8% dos ocupados.

Pnad Covid X Pnad Contínua

O levantamento foi feito entre os dias 30 de agosto e 5 de setembro por meio da Pnad Covid19, versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua realizada com apoio do Ministério da Saúde para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho e para quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal no Brasil.

Apesar de também avaliar o mercado de trabalho, a Pnad Covid19 não é comparável aos dados da Pnad Contínua, que é usada como indicador oficial do desemprego no país, devido às características metodológicas, que são distintas. Os dados da Pnad Contínua mais atuais são referentes a julho, e apontaram uma alta do desemprego para 13,3%, com queda recorde no número de ocupados.

G1

 

Projeção do Banco Central para queda do PIB no Brasil é reduzida de 6,4% para 5%; estimativa de crescimento da economia em 2021 é 3,9%

Foto: © CNI/José Paulo Lacerda/Direitos reservados

O Banco Central (BC) reduziu a projeção de queda da economia brasileira este ano. A estimativa de recuo do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, passou de 6,4%, previstos em junho, para 5%. A estimativa está no Relatório de Inflação, divulgado trimestralmente pelo BC.

No relatório, o BC lembra que o PIB recuou 9,7% no segundo trimestre de 2020, “repercutindo a magnitude da retração da atividade em março e, principalmente, em abril”. Segundo o Banco Central, há “perspectivas mais favoráveis para o terceiro trimestre, em linha com os indicadores domésticos disponíveis, as informações mais recentes sobre a pandemia e a evolução esperada da economia internacional”.

Para 2021, “ainda com incerteza acima da usual”, a projeção de crescimento é de 3,9%. “Ressalte-se que essa perspectiva depende da continuidade do processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira, condição essencial para permitir a recuperação sustentável da economia”, finaliza o Banco Central.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luciano disse:

    Enquanto isso na Argentina esquerdista apontada no começo da pandemia como modelo para o Brasil por ter feito o maior lockdown do mundo, a economia vai afundando, caiu 19% e metade da população está abaixo da linha de pobreza, ainda bem que Bolsonaro estava certo.

  2. Emmanoel do Nascimento Costa disse:

    To com Bolsonaro fez reforma de previdência colocando essa povo para trabalhar mais tá certo a vagabundagem é grande neste pais

  3. Pixuleco disse:

    Hô Véio Bom é Esse Presidente Bolsonaro e o Ministro Paulo Guedes. Nem com uma pandemia que abalou economias mundo afora o Brasil dando show.
    Mito 2022 até o talo.

    • 🐂 Do Bozo disse:

      Você fala essas coisas fora de casa? As pessoas zombam de você?

RN registra queda de 30% em processos judiciais sobre locação de imóveis durante a pandemia, destaca levantamento

Foto: Pedro Vitorino/Cedida

O Tribunal de Justiça do estado registrou queda de 30% no número de processos referentes a imóveis alugados no Rio Grande do Norte de março a agosto deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado.

O levantamento feito a pedido do G1 apontou que foram 881 ações locatícias de março a agosto de 2019 contra 613 no mesmo período de 2020. Segundo os dados, das 613 ações judiciais de março a agosto deste ano, 48% são por inadimplência, 18% são para despejo, e 3% sobre benfeitorias em imóveis alugados.

Mais detalhes aqui em reportagem completa no portal G1-RN.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Anti PT disse:

    Graças ao nosso melhor presidente da República Jair Bolsonaro, mais conhecido por MITO. Que ajudou o povo mais necessitados com auxílio emergencial e perdão da conta de energia elétrica. Enquanto isso a governadora Fátima Bokus nada fez para ajudar a população, nem um desconto na conta d'água, nem diminuição do ICMS deu, a Fatão comemorou o lucro da CAERN e tem local que a água nem chega, mais a conta chega todo mês .

Sesap registra queda no RN no número de doadores de órgãos; 338 pessoas aguardam por transplante de córneas e 200 por renal

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) alerta que no Rio Grande do Norte, 338 pessoas aguardam por transplante de córneas e 200 por um transplante renal.

Segundo a Sesap, no primeiro trimestre deste ano, o estado registrou uma queda significativa no número de doadores, em decorrência principalmente do aumento considerável da taxa de recusa familiar que era de 48%, em 2019, e subiu para 74%.

 

RN tem queda pelo segundo mês consecutivo no número de homicídios

Foto: Divulgação

O Rio Grande do Norte apresentou, pelo segundo mês seguido, redução no número de Condutas Violentas Letais Intencionais (CVLIs). Os dados são da Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análises Criminais (COINE) da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed).

Em comparação com o mesmo período de 2019, o mês de agosto deste ano registrou uma queda de 25,2%, passando de 131 casos para 90. Em julho, a redução foi de 14,8%, saindo de 122 em 2019 para 104 em 2020.

Mossoró, Parnamirim e São Gonçalo do Amarante, três das cidades mais populosas do Estado, tiveram diminuição de homicídios comparando os nove primeiros meses de 2020 com o mesmo período do ano passado – respectivamente 8,5%, 12,5% e 29,3%. Dois tipos de condutas letais contabilizaram grande queda este ano: Feminicídio, 41,2% (passou de 17 para 10); e lesão corporal seguida de morte, 48,1% (saiu de 77 para 40).

“No tocante aos homicídios e aos crimes contra o patrimônio houve uma ligeira redução. Uma consequência do trabalho conjunto das forças de Segurança Pública do Estado e também do apoio da PRF e PF. Em 2019, alcançamos uma das maiores reduções nas taxas de criminalidade dos últimos anos e estamos empenhados em manter esses índices. O patrulhamento, a investigação e o serviço de inteligência trabalhando de maneira integrada estão mostrando resultados”, destacou o secretário de Segurança Pública, Coronel Francisco Araújo.

Mortes por Covid-19 caem 14% no Brasil, e taxa de transmissão indica diminuição de casos

Apesar da reabertura, mortes e taxa de infecção por Covid-19 estão caindo no Brasil. Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo

A média móvel semanal de mortes diárias por Covid-19 começou a cair e, pela primeira vez em 90 dias, a epidemia dá sinal razoável de estar perdendo força no Brasil. Saindo de um patamar de mil mortes por dia, há uma semana a média semanal vem diminuindo, e fechou ontem em 859 óbitos.

Ainda são muitas vítimas para contabilizar todo dia, e a situação varia entre estados. Com 122.681 mortes e 3.952.790 casos confirmados pelas secretarias estaduais de saúde, poucos veem o aparente arrefecimento da epidemia como uma vitória da resposta brasileira à doença. A questão que especialistas buscam responder agora é se a queda deve continuar.

— Eu tendo a crer que sim — afirma o epidemiologista Paulo Lotufo, professor da Faculdade de Medicina da USP. — Mas sair de um patamar de 1.000 mortes por dia para um de 850 mortes é como estar devendo 1.000 e pagar 150. Ainda resta uma grande dívida a ser paga.

Segundo o pesquisador, um dos sinais de que a tendência de queda provavelmente é consistente é que o excesso de mortalidade como um todo, por causas naturais (não violentas), também está se reduzindo.

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) vem publicando com frequência dados sobre esse indicador. Os números permitem inferir a tendência da epidemia, guardada a limitação provocada pelo atraso das notificações, e vinham mostrando queda.

O dado mais recente, do final de julho, mostra um excedente de 4.418 mortes por semana em relação ao esperado, baseado na média dos últimos anos. No começo de maio essa disparidade era de mais que o dobro: totalizando 9.353 mortes.

As diferenças regionais apontam que o coronavírus ainda está muito ativo no Sul e no Centro-Oeste.

Nos dados de mortalidade de ontem, 16 estados apresentavam tendência de queda e 3 de alta. Os outros permaneciam estáveis. As diferenças regionais, afirma Lotufo, explicam o longo período de platô com mil mortes diárias que o Brasil viveu ao longo de 80 dias na epidemia de Covid-19.

— Foram agrupadas tendências distintas, uma de queda, outra de subida. O platô nunca foi platô, teve muitas subidas e descidas. O método de comparar as médias de 14 dias tem algumas limitações — afirmou o epidemiologista.

Velocidade de infecção caiu

Um outro indicador otimista para a epidemia no Brasil é o valor mais recente do número básico de reprodução, R0, que estima quantas pessoas cada infectado pelo vírus contagia. Segundo levantamento do Imperial College de Londres, o R0 brasileiro caiu de 1 para 0,94 na última semana, o menor desde abril. O valor abaixo de 1,0 indica que a expansão da epidemia deu lugar a uma (leve) contração.

O Imperial College ponderou em seu último relatório que as notificações de casos e mortes no Brasil estão passando por mudanças e, por isso, a análise dos dados do país exige cautela.

Dentro da margem de erro adotada, o R0 brasileiro pode variar de 0,90 para 1,01. Em julho, o país apresentou média de 1,01, e foi classificado como “fora de controle”. O Brasil tem agora taxa menor do que outros países sul-americanos, como Venezuela (1,06), Argentina (1,09) e Paraguai (1,32).

Um dos fatores especulados para explicar a desaceleração da epidemia no Brasil é a “imunidade de rebanho”, que ocorre quando grande parcela da população já se infectou e ganha algum grau de proteção contra novos contágios.

— Pode ser que, em alguns lugares muito atingidos, como Amazonas, Pará e Maranhão, as populações estejam chegando a um percentual alto de imunidade e com isso haja uma disseminação menor dos casos, mas isso não quer dizer ainda que já tenham imunidade de rebanho — diz o médico Alberto Chebabo, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia. — No país inteiro ainda existe muita gente suscetível. No Rio de Janeiro tivemos um pico grande entre maio e junho, depois em julho começou a cair, mas as mortes voltaram a crescer assustadoramente agora.

Rebanho suscetível

O infectologista concorda que a tendência das próximas semanas é mesmo de queda, mas pede cautela.

— Existe motivo para ser otimista, mas o processo de flexibilização em cada lugar precisa ser feito devagar, ao contrário daquilo que foi feito no Rio, onde vemos esse repique — alerta.

Apesar da queda no número de mortes, o número de novos casos, incluindo as ocorrências não letais, custa a esboçar queda.

Especialistas atribuem esse fenômeno, em parte, à maior capacidade de testagem que o país foi construindo aos poucos. Agora um número maior de casos leves está sendo diagnosticado. Não se sabe, porém, se uma parte desse componente se deve aos “repiques”. É muito provável que hoje ou amanhã o país chegue à marca dos 4 milhões de casos registrados.

Por ainda estar sujeita a algumas incertezas, a interpretação da queda nos números de mortes ficará “sob observação”, diz Lotufo.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro disse:

    Atenção mané, vcs soltam baba quando querem usar o cérebro, cuidado isso pode disseminar o vírus.

  2. Sou Ladrão disse:

    Liberou geral e a contaminação pelo vírus cai drasticamente. Huuummm Bolsonaro tinha razão ou foi a PF com a operação Covidão kkkk

    • Manoel disse:

      Nao lave a mão, nao use álcool em gel, nao use máscara e aceite cuspirem na sua cara, gado.
      Siga seu líder.

RN amanhece com taxa de ocupação de leitos críticos em 74,2%, e mais de 70 disponíveis

Foto: Reprodução/LAIS/UFRN

Rio Grande do Norte amanhece nesta sexta-feira(24) com  75 leitos de UTI disponíveis e apenas 5 pacientes na fila. No caso dos leitos clínicos a disponibilidade é de 113 unidades para uma demanda de 9. Taxa de ocupação de UTI está em 74,2%. Os dados são do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS)/Regula.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ramilson Raniere disse:

    Graças a Deus,louvado seja o nome de Jesus Cristo,para sempre seja louvado.louvado seja Deus.

  2. nasto disse:

    Isso é efeito do distanciamento social, uso da mascara , gel , sabão e agua acompanhado do uso da IVERMECTINA. Se tomar no inicio dos sintomas faz efeito sim senhor. O resto é POLITICAGEM BARATA. Agora vão fiscalizar as praias , e outros lugares. Não esqueça que enquanto isso os LADRÕES estão agindo por toda NATAL e RN. POLICIA NA RUA é o que precisamos. Não adianta estarem passeando de CARROS que não prende nenhum LADRÃO. Tem que ter pontos estratégicos e isso a polícia sabe muito bem onde são.

  3. Batista disse:

    Espero vê logo logo, mortes zero por covid 19, para podermos ter tranquilidade de sairmos para trabalhar sem estarmos aterrorizados.

  4. Jose de Arimatea Lopes Fernandesdes disse:

    Já é uma resposta às aglomerações. O povo vai aprendendo com os próprios erros

  5. Roberto disse:

    Graças a DEUS. E que a população faça sua parte. Parabéns a todos da linha de frente médicos,enfermeiros,ASG etc. A todos o nosso muito obrigado. É aluta contínua….

Estudo da Fiocruz destaca RN em 1º lugar no país no número de queda de casos em média diária por covid-19 e 2º por óbitos em tendência de queda

Foto: © Erasmo Salomão/MS

As tendências de incidência e mortalidade por covid-19 no Brasil se estabilizaram em patamares altos, avalia o último Boletim Observatório Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta segunda-feira (20). O estudo é referente ao período de 28 de junho a 11 de julho, que corresponde às semanas epidemiológicas 27 e 28.

A estabilização das tendências a nível nacional é resultado de movimentos de avanço ou recuo da pandemia nas unidade da federação, mostra a pesquisa. No caso da média diária de registro de casos, houve quedas no Rio Grande do Norte (-12,3%), Roraima (-9,3%), Rondônia (-8,4%), Rio de Janeiro (-5,3%), Espírito Santo (-3,7%) e mais 10 estados. Por outro lado, a média cresceu no Mato Grosso (+4,1%), Santa Catarina (+3,7%), Amazonas (+1,9%), Rio Grande do Sul (+1,8%), Goiás (+1,7%) e outros sete estados.

Apesar da queda, Roraima continua a ser o estado com a maior taxa de incidência, seguido por Distrito Federal e Sergipe. Em termos regionais, o Sul e o Centro-Oeste apresentaram tendência geral de aumento no número de casos, com os destaques de Santa Catarina e Mato Grosso, respectivamente.

Em relação à mortalidade, o maior aumento no período foi registrado no Tocantins, onde a média diária de óbitos cresceu 5,3% nas últimas duas semanas. Outros estados com aumentos mais expressivos são Distrito Federal (+4,5%) Rio Grande do Sul (+4,3%), Santa Catarina (+3,9%), Minas Gerais (+3,9%) e Paraná (+3,4%). Ao todo, 13 unidades da federação tiveram aumento na taxa de mortalidade nas últimas duas semanas epidemiológicas.

Por outro lado, há tendência de queda de mortalidade em Roraima (-12,1%), Rio Grande do Norte (-7,7%), Pará (-2,9%), Rio de Janeiro (-1,9%), Espírito Santo (-1,9%) e mais nove estados.

O boletim também traz dados sobre a média móvel de incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), complicação comum em casos mais severos de doenças respiratórias, incluindo a covid-19. A incidência por 100 mil habitantes é considerada muito alta para todas as unidades da federação, sendo a média nacional de 9,7 casos por 100 mil pessoas.

As regiões Sudeste e Centro-Oeste estão acima da média do país, com 11,5 e 11 casos por 100 mil habitantes. Já o Sul (8,5), o Nordeste (7,0) e o Norte (5,6) têm incidência menor que a média brasileira, de 9,7.

Com 19,3 casos/100 mil, o Distrito Federal tem a maior incidência do país, seguido por Alagoas (17,8/100 mil) e São Paulo (13,4/100 mil). As menores taxas são do Maranhão (2,5) e do Espírito Santo (2,9).

Leitos

Um indicador para avaliar a capacidade do sistema de saúde em responder à pandemia é a disponibilidade de leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) para adultos a cada 10 mil habitantes. O Brasil tem, em média, 0,9 leito de UTI para adultos com covid-19 para cada 10 mil habitantes. A taxa chega a 1,5 no Espírito Santo, e fica em apenas 0,4 no Tocantins.

Os dados sobre os leitos foram obtidos a partir de consulta ao Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde no dia 13 de julho deste ano.

Já a ocupação desses leitos foi calculada principalmente com dados do Sistema Único de Saúde, informados pelas secretarias estaduais.

Segundo a Fiocruz, o Mato Grosso estava na situação mais grave, com 93,1% dos leitos ocupados. Também ficaram com ao menos 80% de ocupação Goiás (84%), Distrito Federal (81%) e Bahia (80%). As menores ocupações estavam no Acre (28%), Amapá (30%) e Paraná (39,3%).

O estudo ressalta que “seria importante também obter números sobre a quantidade de testes disponíveis por unidade da federação, testes usados e testes positivos”. Segundo a Fiocruz, esses números não têm sido disponibilizados pelos estados e municípios de forma rotineira.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Isabelle disse:

    Esse mérito da governadora ninguém tira!

  2. Chicó disse:

    Cada um tem a sua opinião. Eu, particularmente, acredito que o pioneirismo do Dr Albert Dickson com o tratamento precoce tem mostrado bons resultados. Há vários depoimentos relatando o sucesso do tratamento por ele defendido.

  3. Gustavo disse:

    Isso mesmo pessoal, tá tudo certo, vamos curtir que já passou a pandemia. Pode aglomerar.

  4. Cabo Silva disse:

    VERDADE SEJA DITA

    "Os dados oficiais tornam ainda mais injustificáveis as declarações do prefeito de Natal Álvaro Dias (PSDB), que anunciou a desativação de leitos para pacientes Covid-19. Em entrevista ao telejornal da InterTV Cabugi, o chefe do Executivo municipal disse que Natal já havia “virado o jogo contra o coronavírus” e por isso a prefeitura já tinha começado a desativar leitos.

    De acordo com o portal RegulaRN, a prefeitura de Natal já desativou 11 leitos, sendo 9 no hospital de Campanha e 2 no hospital Municipal.

    Os dados de internações, no entanto, mostram o contrário do que disse o prefeito Álvaro Dias. A situação de Natal atualmente é pior do que todas as demais regiões do Estado"

Atividade econômica no RN apresenta queda de 9% na 1ª quinzena de julho

O volume de transações econômicas nas duas primeiras semanas do mês reduziu em relação à última quinzena de junho. O varejo registrou a maior queda no período segundo boletim da SET-RN.

A retomada gradual das atividades no Rio Grande do Norte ainda não surtiu um efeito significativo na economia potiguar. O volume de operações comerciais na primeira quinzena de julho foi 8,8% inferior ao mesmo período do mês anterior. O estado movimentou uma média R$ 273,35 milhões em operações diárias, enquanto que, nos 15 dias anteriores, essa média chegou a R$ 300 milhões por dia. Neste mês, foram realizadas 851 mil transações por dia.

As informações são da Secretaria Estadual de Tributação (SET-RN), que emitiu a nona edição do Boletim Semanal de Atividade Econômica. O estudo acompanha o desempenho dos principais setores da economia do Rio Grande do Norte a partir da emissão de documentos fiscais no intervalo de análise e do recolhimento do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação. O informativo completo está disponível no site www.set.rn.gov.br/.

De acordo com o levantamento, o comércio varejista foi o que teve a maior queda no valor diário de operações realizadas, caindo de R$ 86,1 milhões por dia para R$ 76,5 milhões por dia entre as duas quinzenas. No entanto, a quantidade de notas fiscais emitidas no intervalo praticamente permaneceu estável. Na última quinzena de junho, as empresas do comércio chegaram a emitir 5,3 milhões notas fiscais a cada dia e nesta primeira quinzena de julho o número de documentos fiscais foi de 5,2 milhões por dia.

A indústria de transformação registrou a segunda maior redução, saindo de uma média de R$ 39,6 milhões negociados a cada dia para R$ 35,6 milhões por dia. Já a indústria extrativista negociou R$ R$ 7,8 milhões por dia, enquanto na quinzena anterior esse volume foi de R$ 10,1 milhões. O valor médio diário de operações no atacado reduziu de R$ 52,5 milhões para R$ 49,6 milhões e no segmento de venda de combustíveis o valor saiu de R$ 40,4 milhões para 38,9 milhões por dia.

“Apesar dessa queda de 9%, podemos observar uma crescente recuperação. É importante ressaltar que setores têm contribuído para essa tendência, e os setores atacadista e o da indústria extrativista são os dois principais que apresentam uma consolidação de crescimento, tanto comparando com o mesmo período do ano anterior, quanto com o período pré-Covid, que vai de janeiro até 15 de março. E esses dois setores estão positivos em relação a essas duas comparações”, analisa Álvaro Bezerra, que é secretário adjunto da SET-RN.

Segundo o boletim, comparando com o período antes da pandemia, ou seja, entre janeiro e março, o setor extrativista já recuperou suas perdas e possui ganho médio de faturamento na ordem de 7,25%. O mesmo ocorre com o setor atacadista, que também se recuperou e possui ganho médio de 3,53%. O setor mais afetado é a Indústria de Transformação, com perda média na ordem de 33,18%. A perda média de faturamento para todos os segmentos econômicos do Estado do Rio Grande do Norte é de 19,53% no período após as restrições comerciais para contenção do Covid-19.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Beemoth,Leviatã,Ziz disse:

    Se houvesse a fusão política e administrava e territorial do estado do Rio Grande do Norte e da Paraíba atualmente unindo esses dois PIBs nós somariamos um PIB de Mais de126 bilhões de reais Nós nos tornariamos muito mais competitivos na economia e na política e na atração de investimentos indústriais para esse território unificado nós teríamos nesse novo estado uma população de mais de 7,5milhões de habitantes com um PIB de mais de 126 bilhões de reais nós seriamos o quarto produto interno bruto do nordeste e ainda ultrapassariamos em muito o quarto maior PIB atual do nordeste que o estado do Maranhão que hoje possui um PIB de 82 bilhões de reais,em primeiro lugar disparado aparece o estado da Bahia com um PIB de 268 bilhões,em segundo lugar vem o estado de Pernambuco com um PIB 181 bilhões de reais e em terceiro lugar vem o estado do Ceará com um pib de 147 bilhões,nesse hipotético estado potiguar-paraibano unificado nós alcançariamos um PIB atual de mais de 126 bilhões de reais bem aproximados do atual PIB do estado do Ceará com um PIB de 147 bilhões de reais como já escrevi aqui nós nos tornariamos um estado potiguar-paraibano super competitivos economicamente e politicamente frente a atual estrutura econômica e política dos estados da Bahia de Pernambuco e do Ceará.

  2. Beemoth,Leviatã,Ziz disse:

    O estado do RN tem pouquíssimas indústrias em funcionamento,o que se ver naquele parque industrial entre Macaiba e Parnamirim uma boa parte de indústrias fechadas,e também em extremoz as indústrias estão indo embora do estado já naquela parte oeste do estado na Cidade de Mossoró apesar de não conhecer está cidade mas vejo e ouco as pessoas dizerem e escreverem por sites e blogs que a indústria petrolífera está se esgotando a Petrobras já abandonou aquela cidade vendendo seus poços de petróleo em terras profundas para terceiros,as indústria do estado estão fechando e indo embora para outros estados,de relevante mesmo só nos restam as indústrias salineira,textil,algumas indústrias de bebidas,alimentos,remedios agora sendo instalada em São José de Mipibu e outras mais com pouca relevância na geração de riquezas e empregos,e também em crescimento da indústria de energia eólica e solar e da indústria do turismo e principal atividade econômica de Natal e litoral norte e sul proximos da capital e também o setor público com a União federal com alguns órgãos públicos com representação no estado ufrn,ifrn,receita Federal,inss,forças armadas e entre outros órgãos,fundações e empresas federais que geram milhares de empregos e salários ativos,inativos e pensionistas pessoas consideradas de classe media e da elite social e econômica de Natal e também dos funcionários do governo estadual dependente do FPE com os mais de 100 mil empregos ativos,inativos,pensionistas essas pessoas que também São consideradas de classe media ou da elite econômica e social de Natal e do RN e há ainda a prefeitura local dependente do FPM com mais de 20 mil funcionários ativos,inativos e pensões esse setor público fazem movimentar todo o setor de comércio e serviços de Natal e há em Natal também uma uma relevante industria de infraestrutura.
    No interior do RN com o FPM com os empregos ativos,inativos e pensionistas e também com as aposentadorias e pensões do fundo rural do INSS e também das rendas do bolsa família movimentam todo o setor comercial e de serviços e além de pequena agricultura e pecuária de sequeiro e com rara agricultura irrigada.
    Creio para esse estado do RN e também o vizinho estado Paraíba possam sobreviverem econômicamente e socialmente esses dois perifericos,pequenos e pobres estados brasileiros precisaram no futuro próximo se fundirem e se transformarem num único estado ou esses dois estados paupérrimos se fundem ou vão ficarem isolados e excluídos do capitalismo brasileiro,com essa fusão será a única alternativa para desses dois estados sobreviverem socialmente e econômicamente para esses dois estados poderam almejarem algum sucesso na atração das indústrias para se desenvolverem e gerarem riquezas,empregos e salários para o povo,esses dois pobres estados brasileiros quase totalmentes dependentes do FPE e FPM e do fundo rural do INSS e do bolsa família e convenios de obras públicas,se nao existissem essas e outras transferências diretas e indiretas da União Federal, esses dois estados teriam índices de desenvolvimento econômico e social e cultural comparável a maioria dos países do continente Áfricano,ou esses dois estados do RN e da Paraíba se fundem politicamente e administrativamente ou sempre perderam indústrias para os Estados do Ceará e de Pernambuco dois estados com ascendentes e crescentes avanços e desenvolvimentos dos seus parques indústriais com instalação e funcionamento de grandes indústrias nacionais e internacionais gerando
    riquezas,empregos e salários para a suas populações.

    • Beemoth,Leviatã,Ziz disse:

      Acrescentando ocorreu me um lapso de memória acabei esquecendo da produção dos poços de petróleo e gás em alto mar entre os municípios litorâneos de Macau,Areia Branca,Guamaré e Galinhos que também está se esgotando e a Petrobras também está perdendo o interesse nessa produção de petróleo e gás a Petrobras está vendendo para outras empresas privadas esses poços petrolíferos.

VÍDEO: Média diária de mortes por Covid-19 no RN tem queda de 45% nesta semana, segundo lugar no Brasil, informa Fátima

A governadora Fátima Bezerra disse nesta sexta-feira, 17, que o Rio Grande do Norte tem uma redução expressiva no número de mortes por Covid-19, obtendo o segundo lugar em todo o país com 45% de redução, como apontam os dados divulgados pelo consórcio de veículos de imprensa, que reúnem informações das secretarias estaduais de Saúde. “Isso é fruto do trabalho que estamos realizando, garantindo uma rede de leitos de UTI e clínicos – mais de 500 – o que tem possibilitado assegurar a assistência à saúde”, afirmou a chefe do Executivo estadual na entrevista coletiva para atualização dos dados epidemiológicos e das ações da administração estadual no enfrentamento à pandemia. (ASSISTA A PARTIR DE 15 MINUTOS a declaração da governadora).

Fátima Bezerra se referiu também às reduções da taxa de transmissibilidade para menos de 1 e da ocupação de leitos críticos que permitiram a retomada gradual das atividades econômicas de forma segura e responsável. No entanto, a governadora ponderou: “Temos bons resultados, mas a pandemia não acabou. Por isso conclamamos mais uma vez os trabalhadores, empresários e a sociedade de forma geral a continuar somando esforços e cumprindo as normas sanitárias e de proteção. Não temos ainda a vacina. Todos os cuidados continuam sendo necessários para voltarmos à normalidade”, afirmou. Ela ainda se solidarizou com familiares e amigos que perderam entes queridos para a Covid-19.

O coordenador do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde LAIS/UFRN e membro do Comitê Científico de assessoramento ao Governo do Estado, Ricardo Valentim confirma a redução na contaminação e na demanda por leitos críticos e clínicos. “Mesmo com a retomada das atividades econômicas observamos que a taxa de isolamento se mantém e isso pode ter contribuído para a menor ocorrência de casos. Mas ainda não é momento para relaxar nas medidas sanitárias e de proteção”, orientou.

Valentim disse que é possível ocorrer uma segunda onda de contaminação como aconteceu em outros estados e países. “Embora a taxa de transmissibilidade venha se mantendo próximo de 1 em todas as regionais de saúde do Estado, é preciso manter o isolamento, o cuidado individual e com o outro, e usar máscara. Sair de casa só quando realmente necessário. Estes cuidados vão fazer a gente vencer a pandemia”.

ATUALIZAÇÃO

O Rio Grande do Norte tem hoje 622 pessoas internadas em consequência da Covid-19. Outras 321 estão em leitos críticos e há 301 em leitos clínicos. A taxa geral de ocupação dos leitos críticos é de 83%, enquanto o percentual de isolamento social está em 40.8%. A fila de regulação tem 5 pacientes para leitos críticos, 9 para leitos clínicos e há 15 pessoas aguardando transporte sanitário. Há 40 leitos disponíveis.

A maior ocupação está concentrada na região do Mato Grande (100%), seguida da região metropolitana de Natal (89%), Oeste (85%), Pau dos Ferros (60%) e Seridó (53%).

Os casos confirmados somam 41.303, 53.748 suspeitos, 64.246 descartados, 1.526 óbitos confirmados (sendo 10 nas últimas 24 horas) e ainda há 214 óbitos em investigação. Estes dados não contabilizam os registros das últimas 48 horas do Ministério da Saúde por que a plataforma federal não está aceitando o acesso à exportação de dados. A atualização inclui os resultados dos exames processados pelo Lacen RN.

A sub-coordenadora de vigilância epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), Alessandra Luchessi explicou que a Região Metropolitana de Natal tem maior taxa de ocupação de leitos por ser a de maior população e maior incidência de casos. Alessandra informou que as próximas semanas poderão confirmar a tendência de queda no número de casos. E enfatizou: “O momento é de flexibilização das atividades econômicas, não de relaxamento das medidas de proteção. Todos devemos manter os cuidados e o isolamento social. E os municípios devem manter o foco na atenção básica para rastrear e combater focos de transmissão”.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jeam disse:

    É cada imbecil comentando..que Deus tenha pena!!contem quantos morreram em Natal..depois batam palmas pra Álvaro Dias..
    Chegamos a mais de 600 óbitos só na capital provinciana..Tudo isso porque não enguliram ainda a Petista Fátima no Governo do RN? Enquanto no RN todo chega aos 1800 óbitos Natal da Maquiagem tem quase 40%

    • Nito Gomes disse:

      Já reparou a população??
      Ou vai querer que Natal tenha menos caso do que Venha Vê??
      Se orienta, desorientado.

  2. O RN tá LASCADO!!! disse:

    A "melhor" ação desse governo foi jogar 5.000.000,00 pelo ralo.

  3. Chega de CANALHAS disse:

    Como sempre essa DESgovernadora INCOMPETENTE se apropriando do trabalho feito pelos outros. Fátima CADEADO e Cipriano TERRORISTA!!!

  4. olimpio disse:

    A governadora pensa que o natalense é idiota, se não fosse o trabalho da prefeitura a coisa tava pior. As prefeituras do interior tão fazendo o que pode pra atender seus munícipes. e o governo recebendo verba federal e mentindo pra população.

  5. Pedro disse:

    Amigos, infelizmente não podemos pedir muito, a quem não tem muito a oferecer ou dar, essa governadora vivia nas trevas e de lá não sai coisa boa. Vejam a proposta da previdência realizada por ela e sua equipe de mamulengos.

  6. Carlos André disse:

    E ainda pagou 40% do décimo aos ativos e deixou os aposentados a ver navios!

    • M.D.R. disse:

      É brincadeira, contínua discriminando os
      APOSENTADOS E PENSIONISTAS e PENSIONISTAS. Em 2022 , tem TROCO.

  7. Raimundo disse:

    Graças ao excelente trabalho da governadora nas duas últimas semanas.
    Ou seja, nada..

  8. Herminio disse:

    E precisa ela dizer alguma coisa??
    Pode continuar na moita, na toca, não quera aparecer agora, o povo tá atento seguindo as orientações dos prefeitos.

  9. Abimael lima disse:

    Governadora com todo respeito deixar o litoral fechado (praias) e nomino estranho, o turismo precisa das praias abertas, as vendas dos pacotes turísticos para o destino está atrelado a isso ,por favor use um pouco a cabeça e vamos ser felizes

  10. Americo disse:

    Parabéns aos prefeitos e secretários de saúde municipais.

    • joao disse:

      Parabéns ? Eles estão rebolando os paciente com covid para Natal, receberam dinheiro federal e não estão fazendo nada. Veja Parnamirim o terceiro município do RN em tamanho e arrecadação e o prefeito só abriu 10 leito de Utis depois de três meses mesea da pandemia.

  11. Almir disse:

    Essa Governadora não fez nada! Cadê o Hospital de Campanha? Cadê os respiradores? Em nenhum momento o isolamento no Estado chegou nem a 50%. Se não fosse o Prefeito estaríamos lascados. Vocês só enganam quem não tem conhecimento.

    • realista disse:

      e cadê também os 5 milhões né ? ou ela tá pensando que o povo esqueceu? 5 milhões pago adiantado pelos respiradores que não vieram , estranho , muito estranho, estamos de olho governadora.