Inflação pelo (IGP-10) – Índice Geral de Preços – cai de 1,69% para 1,07%

FOTO: EBC

O Índice Geral de Preços–10 (IGP-10) registrou inflação de 1,07% em janeiro deste ano, taxa inferior ao 1,69% de dezembro. O índice é, no entanto, superior ao 0,26% de janeiro de 2019.

Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o IGP-10 acumula 7,81% em 12 meses.

Entre os subíndices que compõem o índice, a maior alta foi registrada no Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado e teve inflação de 1,38% em janeiro.

Apesar de ter registrado a maior taxa do IGP-10 em janeiro, o Índice de Preços ao Produtor Amplo teve queda em relação a dezembro de 2019, já que naquele mês a inflação tinha ficado em 2,26%.

O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, também teve uma taxa inflação menor em janeiro (0,51%) do que em fevereiro (0,75%).

De acordo com a FGV, a inflação do Índice Nacional de Custo da Construção subiu de 0,06% em dezembro para 0,24% em janeiro.

Agência Brasil

Dólar opera em queda e volta a ficar abaixo de R$ 4,04 no último pregão do ano

Foto: Arquivo

No último pregão do ano da Bolsa, o dólar abriu o dia operando em queda nesta segunda-feira, sendo comercializado abaixo de R$ 4,04. Às 11h, a moeda americana apresentava queda de -0,235%, sendo cotada a R$ 4,038.

O Ibovespa, principal indicador do mercado brasileiro de ações, às 11h, subia 0,42%, para 117.085 pontos. Até 27 de dezembro, quando fechou aos 116.533 pontos, o índice acumulava alta de 32,59% em 2019. Em 12 meses, o ganho é de 36,36%.

Nas últimas semanas, investidores tem reduzido o volume das negociações às vésperas dos feriados de Ano Novo na Europa e América, encerrando um ano de vários recordes para os índices de ações globais.

Este será o quarto ano consecutivo de ganhos na bolsa brasileira, que passou de 87.887 pontos no final de 2018 para 117.203 na última quinta-feira, quando renovou o recorde histórico da Bolsa. Desde 2016, quando o ciclo começou, o Ibovespa já valorizou 166%.

Nesta segunda, a nova edição do Boletim Focus, do Banco Central, manteve a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2019 em R$ 4,10. Para o fim de 2020, caiu de R$ 4,10 para R$ 4,08.

Os economistas elevaram, ainda, as projeções de inflação para este ano, de 3,98% para 4,04%. Já a projeção para o crescimento do PIB para este ano subiu de 1,16% para 1,17%. Para 2020, o dado também foi revisado de 2,28% para 2,30%. Foi a oitava alta seguida da previsão para o ano que vem.

A projeção dos analistas para a taxa básica de juros (Selic) no fim de 2020 permaneceu em 4,50% ao ano, mesmo patamar registrado atualmente.

Para analistas da Levante Investimentos, apesar de milimétricos, os ajustes nas projeções refletem as boas expectativas do mercado para 2020, que também passam pela agenda de reformas do Congresso.

“A inclinação do Congresso em promover ajustes fiscais, tributários e regulatórios fortalece a aceleração do crescimento para o ano que vem, o que pode ser recebido com muito bons olhos”, afirmou em nota.

O Globo

Gastos com investimentos federais acumulam queda de 16,3% no ano

Em meio ao crescimento de gastos obrigatórios, os investimentos – gastos com obras e compra de equipamentos – acumulam queda em 2019. Segundo números divulgados nesta sexta-feira(27) pelo Tesouro Nacional, os investimentos totalizam R$ 35,2 bilhões de janeiro a novembro, recuo de 16,3% em relação ao mesmo período do ano passado, descontada a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Os gastos com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) somaram R$ 18,734 bilhões de janeiro a novembro, retração de 17,8% em relação aos mesmos meses do ano passado, descontada a inflação. As despesas do Minha Casa, Minha Vida, principal programa habitacional do governo federal, acumulam queda de 6,9% descontado o IPCA, atingindo R$ 3,709 bilhões até novembro.

De janeiro a novembro, as receitas líquidas acumulam queda de 0,7% descontado o IPCA. As despesas totais caíram 0,8% descontada a inflação, mas diversos gastos obrigatórios continuam em alta. As despesas com a Previdência Social subiram 3,1% além da inflação, contra alta de 1,1% (também acima da inflação) dos gastos com pessoal.

As demais despesas obrigatórias, no entanto, acumulam queda de 6,6% descontada a inflação, por causa principalmente de gastos que ocorreram ano passado, mas não se repetiram neste ano, como o pagamento das compensações da Lei Kandir, os gastos com financiamento de campanha eleitoral e os subsídios para o diesel depois da greve dos caminhoneiros. Também caíram as despesas com o Fundo de Financiamento Estudantil (-42,5%), a desoneração da folha de pagamento (-27,3%) e com subsídios e subvenções (-30,8%).

As despesas de custeio (manutenção da máquina pública) acumulam queda de 7,6% descontada a inflação nos dez primeiros meses do ano. A queda decorreu do contingenciamento (bloqueio) de recursos que vigorou durante boa parte do ano e do empoçamento de recursos, que soma R$ 37,3 bilhões de janeiro e novembro.

No mês passado, o governo liberou todas as verbas contingenciadas em 2019. A liberação foi possível porque o governo obteve receitas extraordinárias com tributos sobre a venda de subsidiárias de estatais e pelos leilões do excedente da cessão onerosa e da partilha do pré-sal. A maioria dos órgãos federais, no entanto, não conseguiu cumprir etapas legais, como licitações, para executar os gastos, aumentando o empoçamento.

Agência Brasil

Desemprego no país recua para 11,2% em novembro; resultado é melhor que o esperado por analistas

Foto: Marcos de Paula / Agência O Globo

A taxa de desemprego desacelerou em novembro para 11,2%, informou o IBGE na manhã desta sexta-feira. Nos três meses encerrados em agosto, que servem como base de comparação, a falta de emprego atingia 11,8% da força de trabalho. Em novembro do ano passado, 11,6% da população brasileira não tinham emprego.

A projeção dos analistas consultados pela agência Bloomberg era de uma taxa de desemprego de 11,4% para novembro de 2019.

Minirreforma trabalhista: Programa Verde Amarelo muda regras que vão além do emprego para jovens

Mais uma vez, a informalidade atinge níveis recordes no Brasil. O número de trabalhadores por conta própria chegou a 24,6 milhões de pessoas em novembro, crescendo 1,2%, na comparação com agosto, e 3,6% em relação a novembro de 2018.

Assim, a população ocupada também atingiu novo recorde na série histórica: 94,4 milhões de trabalhadores. Em relação a agosto deste ano, a alta foi de 0,8%. Quando a comparação é anual, o aumento foi de 1,6%.

Com a geração de vagas informais, o rendimento médio dos trabalhadores não teve variação. Entretanto, a massa de rendimento cresceu 2,1% na comparação com agosto e 3% frente ao trimestre encerrado em novembro do ano passado.

A quantidade de desalentados — pessoas que deixaram de procurar emprego por não acreditar que tem chances — permaneceu estável em ambas as comparações, representando um grupo de 4,7 milhões de brasileiros.

Mercado formal

Os dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, (Caged), que considera apenas os empregos com carteira assinada, apontam que o país gerou 99.232 empregos em novembro. O número representa o melhor resultado para o mês desde 2010.

Os empregos com carteira assinada em novembro foram puxados pelo comércio, que respondeu por saldo positivo de 106.834 contratações, sobretudo no segmento varejista.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gilberto disse:

    A taxa de desemprego no Brasil caiu a 11,2% no trimestre encerrado em novembro, mostraram dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, puxada por contratações no comércio perto do fim do ano, MAS A INFORMALIDADE BATEU NOVO RECORDE, num sinal dos desafios para o mercado de trabalho em 2020.

  2. Lope disse:

    Não adianta ir pra rua defender os lulu's da vida e voltar pra casa com um escravo motorista e pedir a outro escravo uma comida…

  3. Ana disse:

    Haja uber. Motoristas de carro, moto e bicicleta. Isso é emprego mesmo? Ou bico. Sem carteira, férias, décimo, direito de nada, os novos escravos.

    • Bruno disse:

      Só para refrescar sua mente, quando o PT assumiu o governo, todos que recebiam bolsa família, não contabilizavam como desempregado, pela sua colocação vemos claramente que você é um petralha também.

    • Bento disse:

      Tire a trave dos olhos e assim você poderá contemplar as mudanças que aconteceram em nosso país e foram grandes e boas.
      Só o fato que ladrões foram descobertos e presos por corrupção só isto basta para o país ter credibilidade novamente.
      Sorria temos um Presidente justo capaz e honesto.

    • Ana disse:

      Discordo Bruno, creio que o país tem melhorado muito em segurança, juros menores e perspectiva de anos melhores, porém em relação a emprego acho que tá fraco, retiraram muitos direitos dos trabalhadores e botaram pra f….no povão na hora de se aposentar, se vc acha pouco, deve ser um ricão e não precisa de um salário e uma aposentadoria digna. Sim, e por sinal votei em Bolsonaro, e detesto a turma dos petralhas, mas infelizmente não sou cego.

Bolsonaro recebe alta após passar a noite em hospital de Brasília em decorrência de queda no banheiro

Foto: Reprodução/Globo News

O presidente Jair Bolsonaro recebeu alta hospitalar na manhã desta terça-feira (24), informou por meio de nota a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

De acordo com a nota, o presidente passou por uma reavaliação médica e teve alta com orientação de repouso na residência oficial do Palácio da Alvorada.

Bolsonaro foi levado para o Hospital das Forças Armadas (HFA), em Brasília, na noite desta segunda-feira (23), depois de bater a cabeça ao sofrer uma queda no banheiro, segundo informou o ministro da Cidadania, Osmar Terra.

De acordo com o Palácio do Planalto, o presidente foi submetido a um exame de tomografia computadorizada do crânio, que não detectou alterações. Ele passou a noite em observação.

Durante o dia, na segunda-feira, Bolsonaro recebeu no Palácio da Alvorada o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Ele também assinou o indulto de Natal, pelo qual concedeu perdão da pena para policiais e militares condenados por crimes culposos (praticados no exercício da função, sem intenção de matar) e para detentos com problemas graves de saúde, como câncer, doenças raras ou Aids, ou que se tornaram deficientes físicos após os crimes.

Nota

Leia abaixo a íntegra de nota divulgada na manhã desta terça-feira pela Secretaria de Comunicação da Presidência:

NOTA

O presidente Jair Bolsonaro passou a noite no Hospital das Forças Armadas, sem intercorrências no período.

Foi reavaliado pela equipe médica , tendo recebido alta hospitalar com orientação de repouso no Palácio da Alvorada.

Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Naldinho disse:

    Depois dos exames foi constatado que ele não tem nada na cabeça.

  2. Pedro disse:

    Diabao, poderia até ser minion……kkkkk essa pecha não me diminuiria, mais não sou para o seu deleite, certeza disso. E que também não sou é noiado e burro, vcs petistas comem estético na estreará de nove dedos, deviam ter vergonha por tanta burrice. Teu caciqu tesudo está suspirando em estertores, não continue pagando esse mico.

  3. Marco58 disse:

    provérbio antigo dos meus bisavós, vaso ruim não quebra. .

  4. JUNIN disse:

    MAGOTE DE BABA OVO DA PORRA ….!!! BOLSONARO TÁ MANDANDO RACHADINHA PRO RN É ???? HOMI VAO TRABALHAR….

  5. Pedro disse:

    Caro senhor Luiz António, qual foi a Universidade da área de saúde que o senhor cursou? Não quero nem saber o curso, se vc é da área, quero passar longe de vc é dos seus colegas, se bem que algum pode ter aprendido algo.
    1. Nem toda agressão por arma branca gera sangue visível, isso depende de diversos fatores.
    2. Assim como, nem todo traumatismo encefálica gera hematoma, o que, da mesma forma depende de diversos fatores.
    Vc para fazer comentários bobos devia saber que para ser ladrão, não precisa assinar nada, mais o roubo existiu…..kkkkk , vc é um analfabeto petista, daqueles que acredita no que não sabe.
    .

  6. Aluizio disse:

    Luiz antonio, não gostar da ideologia do cara tudo bem, agora ignorar os acontecimentos , e ainda zombar, em pleno natal, vc não tem família, que coração e esse, meu Deus, a q ponto chegou o ser humano

  7. Luiz Antonio disse:

    Facada sem sangue e queda sem hematoma… o objetivo é estar na mídia.

  8. Bento disse:

    Olho gordo dos comunistas.
    Mas tem livramentos do dono do universo

Juro em queda: onde investir seu dinheiro com a Selic a 4,5% ao ano

Foto: Getty/Playbuzz

A queda é boa para o desenvolvimento da economia real, pois abre oportunidades para o desenvolvimento do mercado de capitais do país, ao tornar bem menos atrativo o investimento em renda fixa — poupança, CDB, LCI, títulos do Tesouro Selic, que podem perder até da inflação. Mas isso significa que o investidor terá que buscar outras opções de investimento.

“A Selic baixa é positiva para as empresas porque anteriormente, com a Selic elevada, era muito caro para elas tomarem dívida para fazerem projetos de desenvolvimentos. Com a Selic baixa se torna mais viável. Vamos ter mais empresas se desenvolvendo e crescendo, e isso incentiva o mercado de ações e também o crédito privado, que é uma renda fixa diferente dessa a qual estamos acostumados. Vai dar para continuar investindo na renda fixa, mas será uma renda fixa com um pouco mais de risco. Vamos ter de acostumar com essa novidade: para ter mais rentabilidade, precisaremos tomar mais risco”, afirma Gabriela Mosmann, analista da Suno Research.

Para ela, as altas rentabilidades obtidas de forma completamente segura que vimos no passado, com títulos de renda fixa, títulos públicos, pagando quase 15% ao ano, isso não vai mais existir. Essas taxas não são típicas de economias estabilizadas, mas de países com inflação alta.

Segundo a analista, quando a Selic caiu a 5% ao ano, na última reunião, a previsão já era de que a renda fixa renderia menos do que a inflação. “Isso não é uma completa novidade, pois já tivemos perdas reais mesmo com a Selic mais alta. Quando a poupança rendia 6% ao ano e a inflação foi de 10%, em 2015, por exemplo, a perda real para o investidor foi de cerca de 4%, mas isso agora está ficando mais “na cara”. Perda real é o resultado negativo da conta que compara rentabilidade e inflação.

Para saber onde investir com a queda da taxa de juros para o menor nível histórico veja a recomendação dos especialistas Gabriela Mosmann e Mauro Calil, fundador da Academia do Dinheiro.

Veja aqui.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Silvio disse:

    Melhor investir no RN, a governadora ta pagando taxa de17%, mas acho que tem que pagar alguma urêinha, pois a bagaça é um achado, só pros parça.

Em nota, Cosern diz que interrupção de energia em bairros das zonas sul e oeste de Natal foi motivada por chuva e fortes ventos

NOTA COSERN

A Cosern informa que a interrupção no fornecimento de energia elétrica registrada às 9h desta quinta-feira (12) foi motivada pela chuva, acompanhada de fortes ventos, que atingiu a capital, principalmente bairros da zona sul e oeste.

A Cosern mobilizou equipes técnicas para esses locais e o reestabelecimento está sendo feito gradativamente e a previsão incial da Cosern é de que o reestabelecimento total será até 13h.

DICAS DE SEGURANÇA DA COSERN PARA MINIMIZAR RISCOS DE ACIDENTES COM ENERGIA NO PERÍODO CHUVOSO:*

*Não ligue equipamentos elétricos se você estiver molhado ou descalço;

* Em caso de choque elétrico dentro de casa, desligue IMEDIATAMENTE o disjuntor;

*Desconecte das tomadas os aparelhos eletrônicos que não estiverem sendo usados;

*Se perceber que as paredes da casa estão úmidas, evite o contato com elas e não ligue equipamentos elétricos em tomadas instaladas ali, pois elas podem ser fonte de choques (veja dica acima) e mau funcionamento de equipamentos;

* Evite ficar em áreas descampadas (abertas) como campos de futebol, piscina, lagos, lagoas, praias, árvores, postes, mastros e locais elevados. Recomenda-se ficar dentro de casa ou em local abrigado durante a chuva;

* Não fique debaixo de árvores e/ou estruturas metálicas durante temporais com raios e, em casa, evite o contato com objetos com estrutura metálica como fogão, canos, etc, sobretudo se a casa estiver em campo aberto;

* Não realize serviços em locais onde o risco de exposição aos raios seja maior, a exemplo de instalação ou manutenção de antenas de TV;

* Não instale, desligue ou remova antenas se estiver chovendo. Se sua antena cair sobre a rede ou próximo a ela, nunca tente segurá-la ou recuperá-la;

* Caso encontre um fio caído, jamais se aproxime e ligue imediatamente para o 116 da Cosern.

ASSESSORIA DE IMPRENSA DA COSERN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jeane disse:

    Concordo plenamente com você Joaquim. Aqui, acolá temos problemas com falta de energia e em junho um transformador deu um curto circuito e queimou alguns produtos elétricos. Para se ter ressarcimento aí que é mais difícil. Privado não quer dizer necessariamente que vai ser melhor. Qual o interesse e o que vai ganhar uma concessionária de energia elétrica para ligar energia em locais distantes. Tem que se pensar no que é necessário privatizar e o que não é. Só sei que com qualquer chuva os sinais param logo e falta energia.

  2. Joaquim Ferreira de Oliveira disse:

    Se a COSERN fosse uma empresa pública o mundo sairia criticando e falando horrores;
    A COSERN foi privatizada e na prática continuamos sofrendo com um serviço ruim e muito, muito caro.
    Faz muito tempo que Natal sofre com problemas na energia elétrica e não tem agência reguladora que dê jeito ou tome providência.
    Toda chuva ou vento mais forte provoca um foco que leva a queda de energia, seja por problemas nos fios, geradores ou subestações. Mas as desculpas chegam mais rápido que o reparo e pior, fica por isso mesmo. Que venha a nova queda de energia.
    Se vira povo, o destino de vocês é ter serviço ruim das empresas privadas, seja no fornecimento de energia, telefonia, etc, a custo cada vez mais alto.

Bolsonaro diz que alta da carne se deve a entressafra e aponta queda do preço em breve

FOTO: FÁTIMA MEIRA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira que a alta do preço da carne se deve a uma combinação de entressafra com um aumento das exportações, e apontou para uma queda em breve, após a cotação do boi gordo atingir máximas históricas no país e pressionar a inflação.

“Estamos numa entressafra. É natural nessa época do ano a carne subir por volta de 10%, subiu um pouco mais devido às exportações”, disse Bolsonaro em transmissão ao vivo de vídeo pelo Facebook, ao lado da ministra da Agricultura, Tereza Cristina.

O presidente acrescentou que em breve o preço vai cair, uma vez que os produtores estão investindo para aumentar a produtividade diante da maior demanda internacional pela carne brasileira.

O Brasil, maior exportador global de carne bovina, está vendendo cada vez mais para a China diante da alta da demanda chinesa, mas isso faz com que os consumidores brasileiros paguem mais pelo produto nos açougues do país.

Época Negócios com Reutters

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Barba ruiva disse:

    Engraçado que essa turma do bozonaro, não conta dos anos que passaram. Só conta o roubo do PT?
    Mas os que defendem estão andando com seus carros importantos, devendo até alma. Tomando café na Copenhagen, comendo no camarões, e pegue cheque especial!!!!

  2. Vitor Silva disse:

    O mito, moro e guedes são adorados pelos ricos e pelos pobres bestas. Eles todos comem carne todo dia, eu ovo.

    • Silva disse:

      Kkkkkkk, se o povo não tá comendo carne é porquê a quadrilha do pt e seus comparsas roubaram e desviaram 900 bilhões de reais que poderiam ser entregues aos menos favorecidos, entretanto o moro já co seguiu recuperar desse desfalque, perto de 40 bilhões de reais. E isso, não sei como, mas com certeza vc não consegue ver.

Dólar abre em queda, a R$ 4,18, repercutindo dados da balança comercial e de olho no Chile

Foto: Ozan Kose / AFP

O dólar devolvia as quedas do início da manhã e avançava contra o real nesta sexta-feira, em sessão volátil marcada pela formação da Ptax, com os investidores de olho na decisão do banco central chileno de intervir no câmbio local.

Às 10h46m, a moeda americana avançava 0,08%, a R$ 4,2193 na venda. No entanto, na mínima do pregão, chegou a tocar os R$ 4,1829.

Na véspera, o dólar à vista fechou em queda de 1,00%, a R$ 4,2160 na venda, apoiado por atuações cambiais extraordinárias do Banco Central do Brasil e pela revisão para cima da balança comercial doméstica .

O contrato mais negociado de dólar futuro tinha alta de 0,67% nesta sexta-feira, a R$ 4,218, tendo registrado queda acentuada no dia anterior após o banco central do Chile anunciar que intervirá no mercado de câmbio com vendas de até US$ 20 bilhões, em meio ao recente colapso da moeda local, o peso, devido à incerteza social que o país está enfrentando. A intervenção ocorrerá a partir de segunda-feira e até maio do próximo ano. O peso do Chile abriu em alta de 3,33% nesta sexta-feira, a 801,50/801,80 por dólar.

No entanto, o dólar reverteu seu curso e passava a subir contra o real no mercado interbancário nesta sessão, o que, segundo Cleber Alessie Machado, operador da H.Commcor, deve-se à formação da Ptax, evento que tradicionalmente adiciona volatilidade aos negócios.

“No último dia útil sempre há formação da Ptax, e sempre há brigas”, disse. “Por conta dessa mudança drástica na cotação que vimos ao longo deste mês, a disputa promete ser intensa. Hoje vamos ter muitos movimentos técnicos e especulativos sem nenhuma manchete relevante.”

Em novembro, a moeda norte-americana acumulou ganhos fortes contra o real, por motivos que variam da decepção com os leilões de excedentes da cessão onerosa às tensões políticas no Brasil e na América Latina. Apenas nesta semana, o dólar registrou três máximas recordes seguidas para fechamento, defendendo posição acima dos 4,20 reais.

Diante da disparada recente da divisa dos EUA, o Banco Central anunciou quatro leilões extraordinários esta semana, em tentativa de controlar um comportamento exagerado da taxa de câmbio.

Machado, quando perguntado se as intervenções do BC devem permanecer, disse que a instituição “só tem que garantir bom funcionamento do mercado. Recentemente, viu excesso e atuou. Se o BC voltar a ver que o mercado está ficando disfuncional, ele vai voltar a atuar de novo”.

No exterior, o dólar ganhava contra as principais moedas, registrando alta de 0,14%. Divisas emergentes pares do real, como a lira turca e o peso mexicano, recuavam contra a divisa norte-americana.

O Ibovespa não mostrava um viés firme nesta sexta-feira, último dia útil de novembro, com Via Varejo mais uma vez entre os destaques positivos em dia de Black Friday, assim como Usiminas, em meio a cenário de nova alta nos preços do aço, enquanto Petrobras e Vale pressionavam negativamente. Às 11h30m, o Ibovespa caía 0,1%, a 108.185,49 pontos. O volume financeiro somava R$ 2,5 bilhões.

Wall Street voltava a funcionar nesta sexta-feira, mas com sessão mais curta, o que tende a afetar novamente a liquidez das operações na bolsa brasileira.

A ação ON da Via Varejo avançava 2,91%, engatando a sétima sessão consecutiva de valorização, enquanto as rivais Magazine Luiza caía 0,53% e B2W ON subia 0,44%. A sessão é marcada pelo começo da data promocional Black Friday, que tende a se estender pelo fim de semana.

Já Usiminas PNA subia 4,27%, em sessão com encontro da empresa com analistas e investidores, com a equipe do Itaú BBA destacando que a companhia anunciou aumento de 5% para os preços de aço a partir de janeiro. Na esteira, CSN avançava 3,09%.

Também em terreno positivo, o papel PN do Itaú Unibanco tinha acréscimo de 0,09%, com o setor bancário ainda sensível ao noticiário de Brasília. Após mudanças no cheque especial, o Banco Central pretende implementar no fim de 2020 a primeira fase do open banking. Bradesco PN subia 0,03%. Na semana, esses papéis caem cerca de 3% e 1,8%, respectivamente.

Em terreno negativo, Petrobras PN caía 0,75%, em sessão de queda dos preços do petróleo no mercado internacional. Vale ON recuava 0,54%, ajudando a enfraquecer o Ibovespa, em movimento similar de outras mineradoras no exterior

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bolsinho disse:

    E num disseram q ficaria em R$3,50 depois da reforma da previdência?!?!

Japoneses descobrem traços de gigantesca queda de meteorito no Pacífico

Foto: Nature/Istock

Uma equipe japonesa de pesquisa encontrou rastros de uma gigantesca queda de meteorito ocorrida há 11 milhões de anos no Oceano Pacífico. A descoberta pode ajudar a explicar uma extinção em massa que ocorreu na mesma época.

A equipe, que inclui pesquisadores da Agência Japonesa de Ciência e Tecnologia Marinha e da Terra, já vinha observando o leito marinho ao largo da ilha de Minamitorishima em busca de recursos minerais.

Irídio, platina e outros elementos foram encontrados em níveis dezenas de vezes maiores que o normal, indicando um possível impacto de meteorito.

Quinze por cento das espécies da terra, principalmente mamíferos, foram extintos em circunstâncias até hoje misteriosas há 11,6 milhões de anos.

A equipe de pesquisa disse que é muito provável que o impacto de um meteorito de vários quilômetros de largura tenha levado à extinção em massa.

Agência Brasil

Número de roubos no Brasil nos sete primeiros meses deste ano cai em até 35,8%

Foto: Ilustrativa

Além de homicídios, também despencou o número de roubos no Brasil nos sete primeiros meses deste ano. Roubo a bancos registraram a maior queda: passaram 464 para 298 — menos 35,8%.

Roubos de veículos passaram de 148.203 para 109.953 (queda de 26,1%); e roubos de carga caíram de 13.338 para 10.205 (queda de 24,9%).

Furtos de veículos caíram de 141.116 para 130.941 (queda de 7,2%).

O Antagonista

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Humilde Iconoclasta disse:

    Impressionante que ainda vai ter petralha reclamando desse fato.

IBGE: indústria cresce no Nordeste e Sul

Foto: Agência Brasil/EBC

A produção da indústria cresceu em setembro em 10 dos 15 estados pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou nesta sexta-feira (8) os resultados regionais dos Indicadores Conjunturais da Indústria. As regiões Sul e Nordeste tiveram alta nos resultados, na comparação com o mês de agosto, enquanto houve queda em parte do Sudeste, no Norte e em Goiás.

Os resultados regionais detalham a média nacional divulgada no início do mês, que foi uma alta de 0,3% na comparação com agosto.

O Sudeste, São Paulo e o Rio de Janeiro tiveram recuos no setor em setembro. A indústria paulista caiu 1,4%, enquanto a fluminense, 0,6%. Minas Gerais e o Espírito Santo, por outro lado, tiveram altas de 2,4% e 2,5%, respectivamente.

O índice geral da Região Nordeste teve alta de 3,3%, puxado principalmente pela Bahia, onde a indústria avançou 4,3%. Os outros dois estados da região que fazem parte da pesquisa também tiveram alta: Ceará (0,2%) e Pernambuco (2,3%).

No Sul, os três estados registraram expansão, sendo de 1,3% no Paraná, 2,1% em Santa Catarina e 2,9% no Rio Grande do Sul.

A maior queda foi registrada no Pará, de 8,3%, e o Amazonas também teve recuo, de 1,6%. No Centro-Oeste, Mato-Grosso teve alta de 2%, e Goiás caiu 0,1%.

Quando os resultados regionais são comparados com setembro de 2018, sete estados e a Região Nordeste apresentam queda, e seis estados tiveram alta na produção, apesar de setembro de 2019 ter contado com dois dias úteis a mais que o mesmo mês do ano passado. O Ceará teve zero de variação nessa base de comparação.

Entre os seis que cresceram frente a 2018, destacam-se o Amazonas, com alta de 16,7%. Paraná (7,4%), Rio de Janeiro (7,0%), Santa Catarina (5,2%), São Paulo (3,6%) e Goiás (1,6%). O Espírito Santo (-14,1%) e Pernambuco (-7,6%) se destacaram no sentido contrário, com as maiores quedas.

Ao longo de 2019, o Brasil acumula queda de 1,4% na produção industrial, e sete estados acompanham o resultado negativo: Pará (-1,1%), Pernambuco (-3%), Bahia (-2,9%), Minas Gerais (-4,6%), Espírito Santo (-13%), São Paulo (-0,1%) e Mato Grosso (-4,2%), além da Região Nordeste (-4,3%). A maior alta no acumulado de 2019 é do Paraná, com 6,7%.

Os dados de setembro encerram o terceiro trimestre de 2019,, e a produção teve queda de 1,2% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Seis estados e a Região Nordeste tiveram queda no trimestre, enquanto oito tiveram alta.

Agência Brasil

 

IBGE: Desemprego fica em 11,8% em setembro e tem queda em relação ao trimestre anterior; população ocupada registra aumento de 459 mil

FOTO: WILSON DIAS-ABR

A taxa de desocupação no Brasil fechou o trimestre móvel encerrado em setembro em 11,8%, uma leve queda em relação tanto ao trimestre anterior, finalizado em junho, quando 12% da população estavam sem trabalho, quanto ao trimestre que acabou em setembro do ano passado (11,9%).

Os dados foram apresentados nesta quinta-feira (31), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua).

O contingente de desocupados soma 12,5 milhões de pessoas, uma diminuição de 251 mil pessoas. Já a população ocupada atingiu 93,8 milhões, um aumento de 459 mil pessoas.

A população fora da força de trabalho permaneceu estável, com 64,8 milhões de pessoas. Já a taxa de subutilização ficou em 24%, uma redução de 0,8 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, somando 27,5 milhões de pessoas que gostariam de trabalhar mais horas do que atualmente.

A população desalentada, que são pessoas que desistiram de procurar trabalho, soma 4,7 milhões de pessoas, um recuo de 3,6%.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antonio disse:

    Esse Djalma só pode ser da família.

  2. Joaquim disse:

    Se o brasileiro deixa-se a questão partidária só para as eleições, nosso país já estava numa situação econômica bem melhor.

  3. djalma disse:

    Parabéns Rogério Marinho. Principal responsável para esta redução na causa de sofrimento de muitos lares brasileiros, diminuindo paulatinamente o caos deixado pelo PT de 14 milhões de desempregados. O melhor distribuidor de renda é o emprego. O Rio Grande do Norte perdeu ao não elege-lo.

Segurança Pública do RN informa que estado registrou 500 homicídios a menos até outubro em comparação ao ano passado

Foto: Divulgação

A Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) divulgou, nesta quarta-feira (23), dados estatísticos que comprovam a redução de Condutas Violentas Letais e Intencionais (CVLIs) em 2019, quando comparado aos últimos anos, desde 2015. Até o mês de outubro, mais de 500 vidas foram poupadas em relação ao ano de 2018.

Os números divulgados, pela Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análise Criminal (Coine), apresentam a queda na quantidade de crimes violentos no Rio Grande do Norte. Em números totais, de janeiro a outubro de 2019 foram contabilizados 1.172 homicídios, uma diminuição em 29,9% em comparação a 2018, onde foram registradas 1.673 ocorrências. A redução se destaca quando comparada com os anos de 2017, 2016 e 2015, onde foram apontados, respectivamente, 2.010, 1.600 e 1.292 homicídios.

A Sesed destaca, entre os indicadores de tipos criminais, a baixa em ocorrências de homicídio doloso. De janeiro a outubro do ano passado, foram registrados 1.263 incidentes, no mesmo período em 2019, 827 casos foram apontados, uma redução em 34,5%. Outra importante diminuição ocorreu nos números de latrocínios (roubo seguido de morte). Em 2019, ocorreram 46 registros no estado, uma redução em 43,2%, diante dos 81 crimes desse tipo que aconteceram no mesmo período em 2018.

“Precisamos cada dia melhorar nossos índices de redução da criminalidade e violência, pela importância de cada vida poupada nesse estado. Com o trabalho integrado e a dedicação dos nossos agentes de Segurança Pública, iremos gradativamente melhorar os números de homicídio”, afirma Coronel Araújo, secretário da Sesed.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lauro disse:

    Parabéns aos PMs. Agora nada de grave por salários e plano de cargos, pois a gente está que não aguenta mais essa conversa. Parar, só se for pela melhoria de equipamentos.

  2. paulor disse:

    Parabens para nosso presidente e ao ministro da justiça pelo excelente trabalho que estão fazendo…. e viva o MITO !!

  3. Rui disse:

    No Rn a violência piorou,ninguém está seguro nem dentro de casa,Natal e Mossoró são verdadeiros bang-bang todos os dias,so quem não ver são as estatísticas….

  4. Silva disse:

    Parabéns ao presidente Bolsonaro e o ministro Sérgio Moro.
    Vamos em frente.
    Parabéns aos policiais militares, agora com a chegada de equipamentos, que já foram entregues, tende a melhorar mais ainda.

  5. Só Comento disse:

    Parabéns ao Ministro Sérgio Moro pelo excelente trabalho conduzido pelo MJ. Parabéns também aos profissionais da segurança pública que exercem a sua função com dedicação e qualidade. Os resultados foram muito bons.

  6. Olimpio disse:

    Violência não é só homicidio, assalto, roubo, tomar veículo de assalto como se vê todo dia, arrastão em residência constante, isso à polícia não divulga e não consta como violência.

Com queda de assassinatos no Brasil em oito meses, RN fica entre estados com maior redução

Foto: Rodrigo Cunha/G1

O Brasil teve uma queda de 22% no número de mortes violentas registradas nos primeiros oito meses deste ano em comparação com o mesmo período de 2018. É o que mostra o índice nacional de homicídios criado pelo G1, com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal.

Somente em agosto, houve 3,1 mil assassinatos, contra 3,9 mil no mesmo mês do ano passado. Já no período que engloba os oito meses, foram 27.517 mortes violentas — 7,9 mil a menos que o registrado de janeiro a agosto de 2018 (35.422).

A tendência de queda nos homicídios do país tem sido mostrada pelo G1 desde o balanço de 2018 – a maior queda dos últimos 11 anos da série histórica do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, com 13%. Já no 1º semestre deste ano, a queda foi de 22% – percentual que se mantém.

O número de assassinatos, porém, continua alto: 114 pessoas morreram por dia, em média, no país em 2019.

O levantamento faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Os dados apontam que:

o país teve 27,5 mil assassinatos de janeiro a agosto, 22% a menos que em 2018

houve 7.905 mortes a menos na comparação dos dois anos

todos os estados do país apresentaram redução de assassinatos no período

três estados mantiveram uma queda superior a 30% no ano: Ceará, Rio Grande do Norte e Acre

Razões para a queda

Nos três estados com a maior queda (Acre, Ceará e Rio Grande do Norte), integrantes e ex-integrantes dos governos e entidades apontam algumas medidas para explicar o fenômeno. São elas:

ações mais rígidas em prisões, como constantes operações de revistas e implantação do Regime Disciplinar Diferenciado (RDD)

isolamento ou transferência de chefes de grupos criminosos para presídios de segurança máxima

criação de secretaria exclusiva para lidar com a administração penitenciária

criação de delegacia voltada para investigar casos de homicídios

integração entre as forças de segurança e justiça

maior investimento em inteligência policial

adoção de programas de prevenção social

Já o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, atribui a queda no número de mortes violentas no país a esforços de governos locais e do governo federal, citando recordes de apreensão de drogas e transferência de chefes de facções criminosas para presídios federais como medidas que surtiram efeitos nos índices de criminalidade. Moro também afirma que o governo está com uma política de tentar retomar o controle de vários presídios do país.

Como o levantamento é feito

A ferramenta criada pelo G1 permite o acompanhamento dos dados de vítimas de crimes violentos mês a mês no país. Estão contabilizadas as vítimas de homicídios dolosos (incluindo os feminicídios), latrocínios e lesões corporais seguidas de morte. Juntos, estes casos compõem os chamados crimes violentos letais e intencionais.

Jornalistas do G1 espalhados pelo país solicitam os dados, via assessoria de imprensa e via Lei de Acesso à Informação, seguindo o padrão metodológico utilizado pelo fórum no Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

Em março, o governo federal anunciou a criação de um sistema similar. Os dados, no entanto, não estão atualizados como os da ferramenta do G1. O último mês em que há informações disponíveis para todos os estados é junho.

Os dados coletados mês a mês pelo G1 não incluem as mortes em decorrência de intervenção policial. Isso porque é mais difícil obter números em tempo real e de forma sistemática com os governos estaduais. O balanço de 2018 foi publicado pelo Monitor da Violência em abril. O balanço do 1º semestre de 2019 também já foi divulgado, neste mês.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Venham, turistas! Aqui é Natal, ninguém se dá muito mal.

  2. Luiz Moreira disse:

    Os estados com as maiores reduções eram os que tinham os níveis mais altos. São Paulo tinha um nível já baixo e portanto caiu menos. A principal razão das quedas no Nordeste foi a ação do governo federal isolando líderes de facções, indo atrás do dinheiro delas, apreendendo cocaína como nunca antes na história desse país. Os estados governados pelo PT estão simplesmente aproveitando o resultado dessas medidas.

  3. Brasil acima de tudo disse:

    Isso é mérito do governo federal, pois foi em todo o Brasil, ou dos governos estaduais, já que o responsável pela segurança é o estado?

  4. Vitor Araujo disse:

    Bolsonaro 2022

  5. CHICO100 disse:

    Isso mostra que o problema não está em partido político, está em votar nas pessoas certas.

  6. CHICO100 disse:

    Dos 03 estados com maior redução da violência, 02 são do PT, inclusive o primeiro lugar disparado que é o Ceará. Neste o Governador do PT fez a maior promoção de policiais militares de todos os tempos, inclusive o que mais contratou policiais por concursos de toda existência do ceará. Pode isso laranjinhas? kkkkk