Política

Araújo nega que tenha entrado em atrito com a China; presidente da CPI insiste que ex-ministro “está faltando com a verdade”

Foto: Reprodução/CNN Brasil

A Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia abriu nesta terça-feira (18) sua terceira semana de depoimentos. Os senadores aprovaram rapidamente uma série de requerimentos de informações e de convocação para a CPI e discutiram algumas questões de ordem.

Agora, a CPI ouve o ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo, convocado por requerimentos apresentados pelos senadores Marcos do Val (Podemos-ES) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE).

Proximidade com Trump não afetou negociações com Biden

Araújo negou que a proximidade da política externa de sua gestão com a implementada durante o governo norte-americano do ex-presidente Donald Trump tenha dificultado contatos e negociações com a atual gestão, de Joe Biden.

“Acredito que de nenhuma maneira nos prejudicou. Eu dizia na época que nossa aproximação, os acordos que negociávamos eram com os EUA e não com o presidente Trump, embora, claro, a boa relação entre os dois presidentes facilitasse o avanço desses entendimentos – e não havia porque não explorá-lo”, explicou à CPI.

“Mas com a mudança de governo nos EUA houve uma mudança de ênfase por parte do governo americano. Ainda na minha gestão já estávamos em contato muito estreito, fluído e frutífero com o novo governo americano para, digamos, rearmar a relação a partir dessas novas prioridades do governo americano”, completou.

Araújo nega que tenha entrado em atrito com a China

‘Não promovi atrito com a China’Em determinado momento, Calheiros afirmou que durante a pandemia foram testemunhados atritos com a China e perguntou se isso teria impactado na negociação de imunizantes contra a Covid-19.

“Acho que a descrição de aspectos de nossa política externa é uma visão que não corresponde à realidade do que foi implementado. Não houve um alinhamento com os EUA, mas uma aproximação. Mas seja com EUA ou qualquer outro país, só entramos em iniciativas do interesse brasileiro e que correspondessem aos nossos interesses de política externa”, disse Araújo.

“Jamais provi nenhum atrito com a China, seja antes ou durante a pandemia. De modo que os resultados que obtivemos durante a pandemia decorrem de uma política externa que foi implementada de acordo com os nossos objetivos, mas não era uma política de alinhamento automático com os EUA nem anti-multilateral e nem de enfrentamento com a China.”

Trechos:

Araújo: Não vejo hostilidade com a China. Nosso comércio com a China aumentou durante esse governo. […] Não se pode ver no comércio nenhum indício da piora da relação.

Presidente da CPI alerta que Araújo está sob juramento de falar a verdade e lembra artigo em que ex-chanceler fala em “comunavírus”: “Vossa Excelência está faltando com a verdade […] Nega aquilo que escreveu”.

Ernesto Araújo afirma que nada que tenha feito pode ser correlacionado com “percalços no recebimento de insumos”.

Orientações para o Itamaraty vieram do Ministério da Saúde

Questionado sobre a existência de diretrizes para a atuação internacional do governo em questões relativas à pandemia, Araújo afirmou que não existia um documento único, mas sim orientações de acordo com diferentes momentos e situações.

Ele disse ainda que sua pasta atuou, principalmente, sob orientações que partiram do Ministério da Saúde – comandado durante a maior parte do período da pandemia pelo general Eduardo Pazuello.

“Quase sempre, as recomendações que o Itamaraty recebeu vieram a partir do Ministério da Saúde, de acordo com o requisito do momento. Mas não tenho conhecimento de um plano único da dimensão internacional do enfrentamento à pandemia”, disse o ex-chanceler.

“Houve orientações, imagino que passadas ao Ministério da Saúde, mas não tenho conhecimento [das passadas à Saúde]. O Itamaraty, praticamente em todos momentos, atuou por coordenação com o Ministério da Saúde”, reforçou.

Araújo defende política externa diferente da anterior

Em sua fala de abertura, antes dos questionamentos do relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), Araújo fez um resumo de seu período à frente do Itamaraty.

Ele afirmou que pautou sua atuação em 4 dimensões: comércio Internacional e a inserção econômica, segurança e o combate ao crime organizado, o trabalho nos organismos internacionais e os relacionamentos bilaterais.

“O Itamaraty faz parte de um governo e a política externa deve fazer parte de um projeto escolhido nas urnas. É natural que um governo eleito com um projeto de mudanças profundas tivesse uma política externa diferente das anteriores, que correspondiam a outros projetos políticos”, disse Araújo.

Ele disse que, sob orientação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) o objetivo da sua política externa era o de “contribuir para um Brasil grande, livre, consolidado como uma das grandes democracias do mundo, com uma economia de mercado mundialmente competitiva”.

Aprovação de requerimentos de convocação

A sessão da CPI foi aberta com a aprovação, de forma unânime, de dois requerimentos de convocação para a comissão: de Antônio Elcio Franco Filho, ex-Secretário Executivo do Ministério da Saúde, e de Hélio Angotti Netto, Secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde.

Também foram aprovados 12 requerimentos de pedidos de informação. Eles são direcionados ao Ministério das Comunicações, ao Itamaraty, ao Ministério da Saúde, à Casa Civil, ao CONITEC e à Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência.

Um desses requerimentos também requer a gravação da entrevista do ex-secretário de Comunicação da Presidência Fabio Wajngarten à Revista Veja.

Justificativas para a convocação

Marcos do Val e Alessandro Vieira buscam explicações sobre a condução da diplomacia brasileira durante a crise sanitária provocada pela pandemia de Covid-19.

De acordo com a Agência Senado, o requerimento de Marcos do Val aponta que Araújo “executou na política externa o negacionismo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na pandemia, o que teria feito o Brasil perder um tempo precioso nas negociações por vacinas e insumos para o combate à doença”.

Já o senador Alessandro Vieira quer obter informações sobre a atuação da pasta em relação à aquisição vacinas e insumos pelo Brasil.

Na sexta-feira (14), o Ministério das Relações Exteriores enviou uma série de documentos e ofícios à CPI da Pandemia sobre como a pasta participou dos esforços do Brasil para adquirir vacinas, insumos e equipamentos para enfrentamento da Covid-19. A informação é do analista da CNN, Leandro Resende.

Com CNN Brasil e G1

 

Opinião dos leitores

  1. “Tudo agora é pandemia. Tem que acabar com esse negócio. Lamento os mortos, todos nós vamos morrer um dia. Não adianta fugir disso, fugir da realidade, tem que deixar de ser um país de maricas.”

  2. CPI da Cleptocracia, comandada por notórios corruptos, na qual chegou-se ao cúmulo de confessar que não tem por objetivo investigar desvios de verbas federais, como chegou a dizer a senadora Simone Tebet. Vagabundo inquirir gente decente é um absurdo com o qual apenas concordam os igualmente sem caráter.

  3. Essa CPI é totalmente desmoralizada, a começar pelos senadores que formam a mesa, todos tem processos a serem julgado no STF. O senador do PT é o recordista, são centenas de processos nas gavetas do STF. Renan Calheiros é conhecido nacionalmente por sua postura que não é exemplo nem para cachorro desorientado. O senador da Amazônia, responde a processo por corrupção na saúde, desvio de verba da saúde e está investigando verba da saúde. É uma vergonha geral essa CPI, uma palhaçada para criar versão da esquerda com mais e mais mentiras. Mas os idólatras dos corruptos deliram, batem palmas, ficam me êxtase com toda essa ilegalidade, imoralidade que expõe o Brasil a ser ridicularizado na europa quando falam dessa CPI.

  4. Onde foi que o mito arranjou esse ministro. O cara não sabe nem falar. É um gaguejado danado. Até Lula, semi-analfabeto e cachaceiro, fala com mais entendimento que esses ex-ministro.

  5. Nas hostes Bolsonaristas existe até quem dissemine que se tomar a vacina, o vacinado ficaria feito um robô comandado pela china. Pelo andar dessa cpi, estou vendo a hora bolsonaro fazer um Lockdown nacional, usar máscara, deixar de aglomerar evitando o risco de contágio, além de publicar vídeo contra o uso de cloroquina e ivermectina no tratamento do covid. Ou será se nessa cpi, os Bolsonaristas tem obrigação de negar tudo que eles recomendam e defendem? Ou será crime propagar as teses Bolsonaristas? Não tô entendendo nada. Rsrsrs

    1. A private de que ele está mentindo, ele mesmo dá, quando afirma que não tinha relação com o Trump e sim, com EUA, como então, afirma que essa relação mudou quando mudou o presidente? Essa é uma prova que a politica externa seguia os rumos ditados por Trump.

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Vereador do PT é apontado pelo MPSP como líder oculto de esquema de lavagem ligado ao PCC

Foto: Reprodução

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) denunciou o vereador Senival Pereira de Moura (PT) e outras 20 pessoas por suposto envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC), por meio de empresas de ônibus.

Segundo a investigação, Senival seria o ‘líder oculto’ da Transunião e teria exercido influência sobre decisões e movimentações financeiras da empresa.

O parlamentar chegou a ser preso em 25 de junho durante a Operação Última Parada, mas foi solto no início de agosto após decisão judicial e responde ao processo em liberdade.

A defesa afirma que Senival é inocente e nega qualquer vínculo com o PCC ou participação em lavagem de dinheiro. O vereador também declarou anteriormente que confia na Justiça e que as acusações serão esclarecidas.

Com informações de Metrópoles

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Álvaro, Styvenson e Coronel Hélio encerram campanha em Mossoró com Descida do Alto de São Manoel

Foto: Divulgação

Álvaro Dias (PL), Styvenson Valentim e Coronel Hélio encerram, neste sábado (3), a campanha em Mossoró com a tradicional Descida do Alto de São Manoel, a partir das 18h22.

A mobilização reunirá candidatos, lideranças e apoiadores marcando o encerramento da campanha no município.

Álvaro, Styvenson e Coronel Hélio convidam apoiadores e a população de Mossoró para participar da mobilização.

Serviço

Data: sábado (3)
Horário: 18h22
Local: Alto de São Manoel, e Mossoró

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28 PESQUISAS ANALISADAS: Média das pesquisas de setembro aponta reeleição de Zenaide e Styvenson ao Senado neste domingo

Foto: Divulgação

Por Dinarte Assunção -Blog do Dina

Em 26 das 28 pesquisas de setembro que divulgaram resultado para o Senado no Rio Grande do Norte, a senadora Zenaide Maia (PSD) aparece entre os dois primeiros colocados. São levantamentos de 15 institutos, registrados na Justiça Eleitoral, que somam 43.862 entrevistas feitas entre 29 de agosto e 30 de setembro. Em 24 deles ela é a segunda colocada, atrás de Styvenson Valentim (Podemos). Em dois, aparece em primeiro. Styvenson, que lidera 26 dos 28 levantamentos, está entre os dois primeiros em todos.

Na média ponderada pelo tamanho das amostras, Zenaide fecha o mês com 16,8%, numa escala que junta os dois votos do eleitor: a soma do primeiro e do segundo, dividida por dois. Styvenson tem 21,8%. Logo atrás deles estão Samanda de Lula (PT), com 9,9%, e Coronel Hélio (PL) e Rafael Motta (PDT), ambos com 8,4%. A senadora fica 6,9 pontos à frente da terceira colocada e 5,0 pontos atrás do primeiro.

Imagem: Reprodução/Blog do Dina

Em agosto, na mesma régua, o balanço do Blog do Dina apontou Zenaide com 14,4% e uma distância de 6,4 pontos para o terceiro lugar. As duas médias reúnem pesquisas diferentes e não medem o mesmo eleitor duas vezes. Ainda assim, nos dois meses o quadro tem os mesmos dois nomes na frente.

As duas exceções de setembro ficam no fim do mês. Na Ipsensus (23 a 27 de setembro), Zenaide é a terceira, com 31,78% na soma dos dois votos, atrás de Samanda, com 33,48%. Na Affare, contratada pela BG Mídias (26 a 28 de setembro), ela aparece em quarto, com 14,4%, atrás de Samanda (16,5%) e de Coronel Hélio (16,1%). Nas duas, a distância para o segundo lugar é menor que a margem de erro da própria pesquisa.

Quem repetiu a pesquisa

Separadas pela data de campo, as pesquisas dão à senadora 17,4% de média nas dez concluídas até 15 de setembro e 16,4% nas 16 seguintes. Essa conta mistura institutos diferentes em cada metade do mês. A forma mais segura de medir movimento é comparar cada instituto com ele mesmo. Nove institutos têm pesquisa divulgada em agosto e em setembro. Comparando a última rodada localizada de cada mês, Zenaide sobe em oito: Metadata (de 13,6% para 16,23%), Consult/Tribuna do Norte (de 11,38% para 15,41%), Item (de 17,1% para 22,3%), Seta (de 20,0% para 22,4%), Quaest (de 10% para 12%), Media (de 12,15% para 13,75%), Data Capital (de 25,0% para 26,5%) e Perfil/BG (de 13,44% para 14,50%). Cai em uma, a DataVero, de 15,45% para 13,4%.


Em três desses casos, Metadata, Consult e Item, a alta é maior que a margem de erro das pesquisas. Nas outras seis variações, a diferença fica dentro dela. A Exatus, contratada pelo Grupo Agora RN, fez cinco rodadas só em setembro: a senadora foi de 13,57% na primeira para 17,73% na última, e ficou em segundo lugar em todas.

A alta não foi só dela. Styvenson também cresceu em sete desses nove institutos. Na média geral de cada mês, a distância entre os dois primeiros foi de 5,6 pontos em agosto para 5,0 em setembro.

A segunda linha da cédula

Vinte das 28 pesquisas divulgaram em separado o segundo voto dos principais candidatos, a segunda linha da cédula do Senado. Zenaide lidera essa pergunta em 15 delas. Nas outras cinco, o primeiro lugar no segundo voto ficou com Rafael Motta (nas duas da Item), com Coronel Hélio (Quaest e Consult) e com Styvenson (Media de 21 a 25 de setembro). Nenhum outro nome liderou o segundo voto mais de duas vezes no mês.

Onde ela aparece na frente

As duas pesquisas que colocam Zenaide em primeiro usam bases diferentes, e isso precisa ficar claro. Na Data Census, contratada pelo Mega Portal RN (23 a 26 de setembro), ela tem 30,2% contra 29,0% de Styvenson, num cálculo sobre votos válidos, que exclui brancos, nulos e indecisos. Na Data Capital, contratada pelo Sistema Potiguar de Notícias (9 a 12 de setembro), o instituto divulgou os dois votos separados. Zenaide tem 26% no primeiro voto e 27% no segundo. Styvenson tem 30% e 16%. Na média dos dois votos, ela fica com 26,5% e ele com 23%.

Como a conta foi feita

Para o Senado, cada eleitor vota duas vezes, e os institutos divulgam o resultado de formas diferentes. Alguns somam as duas escolhas numa base que chega a 200%. Outros dividem essa soma por dois e apresentam o resultado em base 100%. Para pôr todas as pesquisas na mesma régua, os percentuais em base 200% foram divididos por dois. Quando o instituto divulgou só o primeiro e o segundo voto, a média dos dois foi calculada. A ponderação usa o número de entrevistas de cada levantamento. O critério é o mesmo de agosto.

Entraram as pesquisas estaduais com campo encerrado em setembro, registradas no TSE e com resultado de Senado divulgado. O registro do TSE tem 44 pesquisas no RN com esse período. Ficaram de fora seis pesquisas municipais e a da Real Time Big Data (5 a 9 de setembro), cuja divulgação foi suspensa pelo TRE-RN em representação da senadora, decisão confirmada pelo plenário do tribunal em 29 de setembro. Também ficou fora a segunda rodada do Instituto Pitágoras para a Via Certa, cuja divulgação cita um número de registro que não aparece na base do TSE. Em outros oito registros, de Veritá, Data Capital, Affare, AtlasIntel e Qualittá, não localizamos divulgação de números para o Senado.

A média de 16,8% considera as 26 pesquisas que apresentam o resultado sobre o total de entrevistados. Com as duas que usam votos válidos, Data Census e TS2, a média da senadora vai a 17,7%, e a de Styvenson, a 22,7%.

A eleição é neste domingo (4). Cada eleitor vota em dois candidatos ao Senado, e os dois mais votados ficam com as vagas.

Por Dinarte Assunção -Blog do Dina

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Mais três pesquisas colocam Zenaide como reeleita para o Senado

Três pesquisas divulgadas na reta final da campanha colocam Dra. Zenaide entre os dois primeiros colocados na disputa pelas duas vagas do Rio Grande do Norte no Senado. Ou seja, como reeleita. Os levantamentos da DataCapital, Metadata e Seta apresentam resultados consolidados considerando a soma do primeiro e do segundo voto.

Na DataCapital, considerando a média dos dois votos, Zenaide aparece com 19%, reeleita junto a Styvenson, que registrou 23%. Samanda tem 10,5%, Rafael Motta, 8%, e Coronel Hélio, 7,5%. Na Metadata, Zenaide registra 16,23%, também se reelegendo junto a Styvenson, com 22,06%. Depois, o estudo registra 12,58% de Samanda, 9,45% de Coronel Hélio e 8,80% de Rafael Motta. Já na Seta, Zenaide chega a 22,4% e Styvenson a 25,6%. Fora do grupo de eleitos, aparecem Samanda, com 11,7%, Coronel Hélio, com 10,4%, e Rafael Motta, com 6,5%.

Os três levantamentos foram realizados pela DataCapital, entre 22 e 26 de setembro, com 2.300 entrevistados e registros RN-02599/2026 e BR-06680/2026; pela Metadata, entre 28 e 30 de setembro, com 1.536 entrevistas presenciais em 63 municípios, margem de erro de 2,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, sob os registros RN-07217/2026 e BR-01974/2026; e pelo Instituto Seta, entre 27 e 30 de setembro, com 1.500 entrevistados, margem de erro de 2,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, sob os registros RN-03891/2026 e BR-07902/2026.

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Ivanilson encerra campanha com recorde de público nas ruas de Baraúna e mostra força na reta final

Candidato à reeleição para deputado estadual, Ivanilson Oliveira encerrou sua agenda de campanha em Baraúna, município onde construiu uma das principais bases eleitorais de sua trajetória política.

Baraúna foi palco, nesta sexta-feira (2), do encerramento da campanha de Ivanilson Oliveira para deputado estadual. O evento reuniu apoiadores, lideranças políticas e moradores em uma grande mobilização pelas ruas do município, marcando o último ato público do candidato antes das eleições deste domingo (4).

Para este ano, a campanha trabalha com a expectativa de ampliar esse resultado e superar a marca de 10 mil votos em Baraúna, diante da mobilização registrada ao longo das últimas semanas e do apoio declarado por diferentes lideranças ao projeto de reeleição.

Ao longo da campanha, Ivanilson também ampliou sua presença em diferentes municípios do Rio Grande do Norte, reunindo apoios políticos e participando de atos e mobilizações em diversas regiões do Estado.

O encerramento em Baraúna simbolizou, assim, o fim de uma campanha marcada pela presença do candidato em suas bases e pelo contato direto com eleitores e lideranças. Agora, a definição do resultado ficará para as urnas, neste domingo.

Ivanilson Oliveira disputa a reeleição para deputado estadual pelo PV, com o número 43333. Sua candidatura está registrada e deferida pela Justiça Eleitoral.

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[VÍDEO] Ciro Gomes critica tempo extra de TV para Elmano (PT) mesmo após fim do horário eleitoral gratuito e diz que decisão de Toffoli é “sem pé nem cabeça”

O candidato ao governo do Ceará, Ciro Gomes (PSDB), criticou a decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou tempo extra de propaganda para o candidato à reeleição Elmano de Freitas (PT), mesmo após o fim do período do horário eleitoral gratuito.

O candidato do PSDB chamou a decisão de “sem pé nem cabeça” e concluiu com uma crítica ao STF: “Se depender desse tipo de gente que o PT botou no Supremo Tribunal Federal, o Brasil não é mais uma democracia”.

Ciro classificou a medida como “absolutamente inacreditável” e afirmou nunca ter visto algo semelhante em seus 40 anos de vida pública.

“A lei brasileira é muito clara, ela diz que a campanha acaba na antevéspera e dá ao eleitor 48 horas de silêncio”, afirmou.

Segundo Ciro, Toffoli teria concedido a Elmano o direito de fazer “uma massa violenta de propaganda”, além de “quebrar a grade das televisões” e impor multas às emissoras.

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[VÍDEO] DESESPERO BATEU NA ESQUERDA: Guga Noblat revela preocupação nos bastidores da campanha de Lula com avanço de Flávio

O jornalista Guga Noblat afirmou, durante participação no canal ICL Notícias, que o clima nos bastidores da campanha presidencial estaria mais otimista entre parlamentares do PL e mais preocupante entre integrantes do PT e de partidos de esquerda.

Noblat relatou conversas que teve com parlamentares, pessoas ligadas às campanhas e integrantes dos bastidores que apontaram uma mudança no cenário eleitoral. Ele afirmou ter tido contato com informações de dois institutos contratados pelo PT para realizar pesquisas de tracking diárias.

Também mencionou que o deputado Chico Alencar (PSOL) já admite nos bastidores um cenário extremo em que Flávio Bolsonaro poderia vencer a eleição presidencial ainda no primeiro turno.

De acordo com o jornalista, a situação seria especialmente preocupante em São Paulo e no Rio de Janeiro. Em São Paulo, ele relatou que integrantes da esquerda já trabalham com a possibilidade de Flávio Bolsonaro terminar o primeiro turno com vantagem de oito a nove pontos à frente do petista.

Noblat também afirmou que, na avaliação que teria ouvido nos bastidores, o PT corre risco de perder as duas cadeiras em disputa para o Senado em São Paulo, citando Marina Silva e Simone Tebet como nomes ameaçados.

No Rio de Janeiro, segundo o jornalista, o cenário também teria se deteriorado para a esquerda. Ele afirmou que há uma avaliação de que a direita pode conquistar as duas vagas ao Senado e que até uma vitória de Douglas Ruas, que seria considerada improvável um mês atrás, passou a ser tratada como possibilidade.

 

Opinião dos leitores

  1. O resultado será Flávio 56% e a esquerda 40% ou menos para aqueles que apoiam a corrupção e vão ao mundo dizer que o PCC e o CV não são terroristas.

  2. Dito isso tenho mais certeza. Presidente Flávio 22, Governador Álvaro 22, Senadores Styvenson 200 e Coronel Hélio 222. Vamos a vitória!

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MEDIA/OPOTENGI: Pesquisa mostra 2° turno entre Allyson, que tem 40,7% e Álvaro com 32,6%

Fotos: Reprodução/Instagram

A disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte apresenta Allyson (União Brasil) na liderança das intenções de voto, registrando 40,7% da preferência do eleitorado na pesquisa estimulada do Instituto Media. Álvaro Dias (PL) aparece logo atrás, com 32,6 % e deve ir ao segundo turno com o ex-prefeito de Mossoró.

Na sequência aparece Cadu de Lula, com 26%. A pesquisa ainda conta com os nomes de Professor Robério Paulino (Psol), que pontua com 0,6%, e Rodrigo Bolsonaro (Agir), com 0,4%. Os dois, no entanto, já desistiram de suas candidaturas. Os números de todos os candidatos representam os votos válidos.

O levantamento revela também um percentual expressivo de eleitores indecisos ou que optaram pelo silêncio: os que não sabem ou não responderam somam 13,0%, enquanto os votos em branco ou nulo representam 6,0%.

Foram realizadas 2.000 entrevistas entre 27 de setembro e 1º de outubro. Margem de erro total: ±2,2 pontos percentuais, com 95% de confiança. Registro: RN-01543/2026.

Com informações de O Potengi

Opinião dos leitores

  1. O RN é mesmo desgraçado, pois está para eleger um candidato (ALLYSSON), que estava com a POLÍCIA FEDERAL na porta esses dias.

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Ministra do TSE que interferiu em debate da Globo foi assessora no governo Lula, atuou no PL das Fake News e defendeu regulação das redes sociais

Foto: Luiz Roberto/TSE

Antes de integrar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a ministra Estela Aranha ocupou funções no governo Luiz Inácio Lula da Silva relacionadas à regulação do ambiente digital. Durante a gestão de Flávio Dino no Ministério da Justiça, atuou como secretária de Direitos Digitais e participou das discussões sobre o chamado PL das Fake News, proposta que previa regras para plataformas e redes sociais.

Aranha esteve entre os integrantes do governo que defenderam uma regulamentação mais rígida das plataformas. A posição gerou críticas de setores da oposição, que passaram a associar sua atuação ao chamado “PL da Censura”. O governo, por sua vez, afirmava que a proposta buscava aumentar a segurança no ambiente digital e responsabilizar plataformas pela circulação de conteúdos violentos.

Ela também participou da interlocução do governo com empresas de tecnologia sobre políticas de moderação de conteúdo e medidas relacionadas à violência nas redes.

Em 2025, Lula nomeou Aranha para uma das vagas destinadas a juristas no TSE, após escolha a partir de lista tríplice encaminhada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ela tomou posse como ministra efetiva em 1º de agosto daquele ano, para um mandato de dois anos.

Nas eleições de 2026, Aranha foi designada pelo TSE para atuar como juíza auxiliar em reclamações e representações relacionadas à legislação eleitoral, especialmente em questões envolvendo a disputa presidencial.

A ministra também já havia trabalhado como assessora especial da Presidência da República e como assessora no gabinete da Presidência do próprio TSE. Sua trajetória inclui ainda participação em debates sobre inteligência artificial e proteção de dados.

Opinião dos leitores

  1. Que imparcialidade ???
    No Brasil, poucos se declaram impedidos.
    Tudo reflexo da Constituição Federal de 1988. A ascensão para tribunais deveria ser somente de togados, e acabar à excrescência do quinto constitucional,,que é um balcão de troca de favores.

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PODERDATA/AYA: Na véspera da eleição, Lula tem 45% e Flávio Bolsonaro, 43% dos votos válidos


Fotos: Ricardo Stuckert/Reprodução Redes Sociais

A mais recente pesquisa do instituto PoderData/Aya, realizada entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro, aponta um cenário de empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo primeiro turno da eleição presidencial de outubro.

No recorte de votos válidos, que exclui os votos brancos, nulos e os eleitores indecisos, o petista aparece com 45% das intenções de voto, enquanto o senador do PL registra 43%. A diferença entre os dois principais concorrentes apresentou um acréscimo de 1 ponto percentual em comparação com a rodada anterior do levantamento.

Atrás da dupla líder, o segundo pelotão é encabeçado por Augusto Cury (Avante), com 4%, seguido por Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), que somam 3% cada. Romeu Zema (Novo), Samara Martins (UP) e Rui Costa Pimenta (PCO) pontuaram com 1% cada. Os candidatos Clariana Barão (Democracia Cristã), Edmilson Costa (PCB), Wilson Grassi (Democrata), Hertz Dias (PSTU) e Leonardo Avalanche (PRTB) não pontuaram. No total, os nomes deste grupo acumulam 13% dos votos válidos.

Cenário de votos totais

Considerando a base de votos totais, que engloba também os eleitores indecisos e aqueles que pretendem votar em branco ou anular, a disputa permanece estreita: Lula registra 42% das intenções de voto, ao passo que Flávio Bolsonaro marca 41%.

Ambos os candidatos apresentaram oscilação positiva em relação à pesquisa anterior, realizada entre 20 e 23 de setembro, quando o atual presidente pontuava com 41% e o senador com 39%.

Metodologia

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. O levantamento teve parceria de divulgação com o Aya Bancah, a maior e mais completa banca digital do Brasil.

Os dados foram coletados de 30 de setembro a 2 de outubro de 2026, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 4.000 entrevistas em 786 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,5 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. Está registrada no TSE sob o nº BR-03519/2026.

Para chegar a 4.000 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData/Aya faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, são mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

Com informações do Poder360

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