Televisão

Ator Juliano Cazarré nega recusa à vacina, explica por que ainda não foi imunizado e manda recado ao ‘colega’ que se prontificou a assumir o seu lugar em Pantanal

Foto: Divulgação

Juliano Cazarré se pronunciou, na manhã desta quarta-feira (28), sobre supostamente ter se recusado a tomar a vacina contra a Covid-19. Os rumores apontavam que o ator estaria com seus dias contados na novela ‘Pantanal’ por conta da suposta recusa à imunização. Pois bem. Cazarré explicou que em momento algum que recusou se vacinar e explicou o motivo de ter parado para pesquisar mais sobre a vacina.

“Há alguns dias eu fiz uma consulta à produção de Pantanal sobre a situação da vacina, pois eu adquiri imunidade ano passado e já li textos falando que a vacina nesses casos pouco adianta e que uma nova carga viral pode ser prejudicial. Mas deixei bem claro que se for uma condição da casa para que eu participe de Pantanal, que eu tomaria. Ao longo do final de semana, conversei com um médico em quem confio, que me explicou mais sobre a vacina e tirou dúvidas sobre o processo como são feitas e eu já tinha me decidido a tomar, assumindo os mesmos riscos que todos os outros vacinados. No posto, me informaram que passasse lá na quinta-feira (amanhã à tarde). É o que farei”, afirma.

O ator ainda mandou um recado ao colega de profissão, Armando Babaioff, que se prontificou publicamente a assumir o lugar de Cazarré em ‘Pantanal’ por já estar vacinado. “Aos meus seguidores queridos, eu peço que rezem uma Ave Maria por todos aqueles que vieram desejar a minha morte, dos meus filhos. Rezem também uma Ave Maria pelo colega que sugeriu pegar meu lugar por estar vacinado. Ele é um grande ator e não merece estar nessa situação. Ao rebanho de muares que veio aqui me xingar por causa da vacina, podem voltar a me xingar apenas pelos motivos de antes: minha opção religiosa e por eu não acreditar na mesma ideologia que vocês. Estou em oração por vocês também”, finaliza.

Fábio Oliveira – O Dia

 

Opinião dos leitores

  1. Demonstrou consciência e conhecimento dos riscos envolvidos nas vacinas. Muita gente está politizando essa questão e tratando o assunto de forma irracional.

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Judiciário

Cármen Lúcia, do STF, cita risco de interferência no Legislativo e nega pedido de petistas para que Lira analisasse impeachment de Bolsonaro

Foto: Nelson Jr./SCO/STF

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad e do deputado Rui Falcão para que a Corte determinasse que o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), analise um pedido de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro apresentado por eles em maio de 2020.

De acordo com a ministra, “a imposição do imediato processamento da denúncia para apuração de responsabilidade do Presidente da República, pelo Poder Judiciário, macularia o princípio da separação dos poderes”.

“E para atendimento deste princípio garantidor da eficiência do sistema de freios e contrapesos é que a jurisprudência deste Supremo Tribunal consolidou-se no sentido de se estabelecer, na matéria, a autocontenção do exercício jurisdicional constitucional”, argumentou Cármen Lúcia.

No mandado de segurança, os petistas argumentavam que Lira estaria se omitindo das suas responsabilidades ao não examinar ou encaminhar internamente a petição de impeachment por crimes de responsabilidade. O pedido de 2020 teve 159 assinaturas.

O pedido de impeachment citado pelos petistas foi apresentado à Câmara na esteira da participação do presidente em ato com faixas pedindo o fechamento do Congresso e do STF, além da volta do Ato Institucional nº5 (AI-5), o mais duro da ditadura, em frente ao quartel-general do Exército. Os atos antidemocráticos resultaram até em inquérito no STF.

“O presidente da Câmara dos Deputados promove desvio de finalidade nítido, no exercício passivo de atribuições cogentes vinculadas a funções de desempenho obrigatório. Trata-se, portanto, da atitude afrontosa aos atributos do cargo que ocupa, além de constituir um rematado abuso de poder, ensejador do presente mandado de segurança”, alegam.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. É desespero de causa junto com abstinência de corrupção é o que esta acontecendo, com os comunistas da pátria, irão todos morrer de abstinência pelo dinheiro fácil e roubado da nação. O choro é livre!

  2. Demorou, “Carminha”. Esse STF tem que deixar de se comportar como departamento jurídico e protetor da oposição.

  3. E o Barroso interferindo junto a presidentes de partidos pra barrar a PEC do voto auditado, senhora diz e acha o quê??
    É imoral!!
    Uma coisa dessas.
    Bem a baixo dos nossos olhos e ninguém enxerga, ou se fazem de doidos.

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Política

TRE-RN nega habeas corpus a Henrique Alves em processo de corrupção passiva e lavagem de dinheiro

Foto: Reprodução

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RN) negou a unanimidade o habeas corpus do ex-ministro Henrique Alves contra processo que apura corrupção e lavagem de dinheiro.

No pedido de habeas corpus, a defesa de Henrique Alves argumentou “ausência de descrição de promessa ou ato de contrapartida em troca das doações de campanha”, o não esclarecimento “do ato de ofício praticado pelo denunciado a justificar o recebimento de propina, o qual seria necessário para configurar o delito de corrupção passiva” e inexistência de crime antecedente que configurasse lavagem de dinheiro.

Já a Procuradoria Regional Eleitoral se manifestou pela denegação do habeas corpus, apontando que não há fundamentação para a utilização desse artifício.

Matéria completa AQUI no Justiça Potiguar.

Opinião dos leitores

  1. A solução para esse sujeito é contratar Kakay ou Cristiano Zanin, amigos do ministro Gilmar Mendes, e impetrar o HC no STF. Entre uma lagrima e outra, o HC será concedido.

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Judiciário

FOTO: Abatido e com cabeça raspada: Justiça nega habeas corpus a DJ Ivis

Foto: Reprodução

Iverson de Souza Araújo, conhecido como DJ Ivis, teve seus cabelos raspados ao chegar na Unidade Prisional Irmã Imelda Lima Pontes, em Aquiraz, no Ceará. O produtor musical foi preso na última quarta-feira (14/7) pelas agressões contra sua ex-mulher, Pamella Holanda, inclusive na frente da filha de nove meses do casal.

A Justiça negou o pedido de habeas corpus de DJ Ivis no último sábado (17/7) e ele permanecerá preso por tempo indeterminado à disposição do Poder Judiciário. Caso ele seja condenado por lesão corporal, a pena máxima é de três anos em regime aberto ou semiaberto. O presídio de Aquiraz é de segurança máxima.

Coluna Léo Dias – Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. Bom dia. Em resumo, é mais um alerta para outros ditos “machões”, não baterem em suas esposas/namoradas ou afins. Quem é do meio jurídico, sabe que uma condenação de até 3/5 anos, o regime é aberto ou semiaberto. Entendo essa foto, como uma mensagem para outros valentões. Esse cara, está tendo o que merece, jogou uma carreira fora e acabou com a família. Que sirva de lição!.

  2. Algo de errado não está certo. Quando ele for condenado vai ser solto, então só está preso pq não foi condenado!?!?

    1. Este é o sistema de justiça brasileiro… depois que condenaram o Luladrão e depois soltaram ele e agora estão querendo condenar quem o pegou acabou qualquer esperança de justiça neste país…

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Política

CPI da Covid: representante da Davati nega qualquer pedido de favorecimento na compra das vacinas e diz que declarações de Dominghetti são ‘fantasiosas’

Foto: Reprodução/CNN Brasil

A CPI da Pandemia ouve agora o representante oficial da Davati Medical Supply no Brasil, Cristiano Carvalho, na condição de testemunha. O empresário deve ser questionado acerca do suposto caso de propina envolvendo a compra de vacinas AstraZeneca contra a Covid-19.

Carvalho adiantou à analista da CNN Renata Agostini o que pretende falar aos senadores. De acordo com o empresário, a participação dele nas tratativas para o negócio bilionário começou no início de fevereiro com telefonemas feitos a ele por Roberto Dias, então diretor de Logística do Ministério da Saúde. Durante seu depoimento, Dias chegou a ser preso pela CPI da Pandemia.

Segundo Carvalho, as tratativas para compra dos imunizantes foram encerradas em 15 de março, com a demissão de Eduardo Pazuello do comando da pasta. As revelações do suposto pedido de propina partiram do revendedor de vacinas e PM, Luiz Paulo Dominghetti. Segundo seu depoimento à CPI, ele recebeu o pedido de Roberto Dias em um restaurante em Brasília no dia 25 de fevereiro – Dias nega qualquer pedido de favorecimento na compra das vacinas.

Roberto Dias foi quem me procurou, diz representante da Davati

Durante as perguntas do relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), Carvalho revelou que foi procurado pelo então diretor de logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias, no dia 3 de fevereiro.

“O valor US$ 1 nunca foi mencionado a mim. Até porque é um valor tão absurdo que ele não iria falar. Roberto dias entrou em contato comigo no dia 4 de fevereiro pela primeira vez”, disse à CPI.

Carvalho então passa a ler as mensagens enviadas por Dias a ele. “Eu, através do meu advogado, fiz uma perícia no meu celular e isso já foi entregue à CPI com todo esse conteúdo. A minha intenção é deixar tudo bem claro e vocês vão verificar que nunca entrei em contato com o Ministerio da Saúde, eles que me procuraram através de Roberto Dias.”

Segundo ele, a palavra “propina” nunca foi mencionada, mas sim “comissionamento”. Carvalho revelou ainda que sabia do encontro no restaurante em 25 de fevereiro. “Eu sabia que ele ia se encontrar com os integrantes do Ministério. Ele sempre falou muito do nome do Dias. Depois do jantar eu recebi um telefonema do Rafael Alves falando que tinha concluído o jantar e tinha sido muito bom.”

“A informação que veio a mim não foi propina e sim comissionamento. Ele disse que esse comissionamento seria de Coronel Blanco e do Odilon. Ele [Dominghetti] falou ‘grupo do Blanco [Coronel Blanco]'”, disse.

Carvalho: declarações de Dominghetti são ‘fantasiosas’

Segundo Carvalho, as declarações do revendedor de vacinas e PM, Luiz Paulo Dominghetti, são “fantasiosas”. Ele afirmou que nunca se apresentou a Dominghetti como CEO da Davati no Brasil.

Em vídeo exibido durante a sessão, Dominghetti relata que “havia acordo inicial verbal e eu tinha o consentimento dele [Cristiano] para representar a Davati nessa negociação com o Ministério. O Cristiano que solicitou a minha inclusão na proposta do Ministério ao CEO da Davati, Sr. Herman”. Ele disse isso durante seu depoimento à CPI em 1º de julho.

“Elas [declarações] são fantasiosas, a propria empresa desmentiu em nota oficial. algumas coisas fantasiosas como o caso do envolvimento do nome da primeira-dama. se criou um folclore das pessoas envolvidas, com ceo, primeira-dama e presidente. talvez ele não tenha feito por mal, mas nunca me apresentei a ele como CEO da Davati, eu era só um vendedor da Davati, como outros no Brasil”, disse Carvalho.

Cristiano Carvalho: Não recebi ou compactuei com pedido de propina

Durante sua fala inicial, o representante oficial da Davati Medical Supply, Cristiano Carvalho, afirmou que não recebeu ou compactuou com supostos pedidos de propina. Ele ainda afirmou que chegou à CPI “de peito aberto”.

“Todas as perguntas que forem sobre a negociação entre a Davati e o Ministério da Saúde, em especial entre Roberto Dias e Coronel Blanco eu estou aqui pra tirar todas as duvidas dos senadores e da opinião publica”, disse.

O revendedor da Davati e PM, Luiz Paulo Dominghetti, afirmou à CPI que o então diretor da divisão de importação do Ministério da Saúde, Roberto Dias, havia pedido US$ 1 de propina por dose – Dias nega.

“Atuei somente como vendedor no Brasil. Não compactuei com pedido de propina ou coisa parecida. Não presenciei e não tenho nada para narrar sobre isso. Todas as perguntas factíveis a negociações do Ministério da Saúde e empresa Davati me comprometo a responder sem deixar nada em aberto”, disse Carvalho.

“Estou dispondo aqui pra ser protocolado todas as documentações, e-mails, WhatsApp, que foram trocados durante esse tempo. Vamos fazer uma linha do tempo pra ficar claro para os senhores verificarem que atuei somente como um vendedor aqui no Brasil, não tive nenhum cargo remunerado ou coisa parecida”, completou o representante.

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Vai ser outro dia que os patetas corruptos do naipe do Renan, vão sair com o rabo entre as pernas.
    Estão procurando um motor num jumento, não vão encontrar nunca, no máximo vão encontrar o mangote.
    Rsrsrs…

  2. Deve ser…🤔 Domingeth então deve ser um doido. Mas como um doido pode chegar tão longe? De repente ele vai parar numa mesa de restauranto com o terceiro escalão do MS oferecendo 400 milhoes de doses de vacina. Deve ser fantasia mesmo dele, acho que ele nem estava naquelas fotos… talvez seja uma montagem tb.

    1. Tudo é possível em se tratando de Brasil.
      Basta vê o que o STF fez pra beneficiar um ladrão condenado em duas instâncias.
      Eu disse em duas instâncias.
      Uma decisão monocrática, mudou tudo.
      O jogo é bruto meu caro.
      Tem que está com a pulga atrás da orelha o tempo inteiro.
      Muitos perdem até a vida como foi o caso do Celso Daniel.

  3. Essa semana eu fui num boteco tomar uma cerveja e tomar um caldo de feijão, do nada apareceu um vendedor de vacinas e uns milicos em outra mesa..

  4. Segue a linha do minto: mentir. A empresa não produz vacina, não tem vacina, não é representante de quem produz vacina, mas oferece vacina. Por que o governo, que retardou a compra de outras vacinas oferecidas, como já foi comprovada na cpi, precisou de um intermediário e só assim deu todo gás para comprar a vacina oferecida por eles. Mas a empresa não ganharia nada, não pagaria propina, ninguém estava fazendo nada por interesse, mesmo tendo sido reservado hum bilhão para isso. Acham que todo mundo é bicho chifres.

    1. É burro ou mau caráter?
      Qual quer empresa estrangeira que não tiver CNPJ terá que eleger alguma empresa para representar aqui no Brasil

    2. E também precisa de uma outra pra receber o pagamento em um paraíso fiscal? Bicho de chifres.

    3. Perfeito Bolsovírus…
      As mentiras vão caindo uma a uma…
      Não à toa, o cagão nem caga mais…kkkkkk

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Política

CPI DA COVID: Diretora da Precisa nega irregularidades e sugere acareação com denunciantes da Covaxin

Foto: Reprodução/CNN Brasil

A sessão da CPI da Pandemia voltou nesta quarta-feira(14) a ouvir a diretora técnica da Precisa Medicamentos, Emanuela Medrades. Os trabalhos começaram pouco após às 10h10 e Medrades se comprometeu a falar.

Antes de Medrades começar a responder as perguntas dos senadores, o presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), destacou os limites de seu silêncio, imposto em decisão pelo ministro Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Permaneço à disposição, colaborativa, faço questão de falar tudo e inclusive não existe irregularidade, ilegalidade. A gente teve recentemente o vídeo do dia 23, por favor me perguntem. Gostaria de ter oportunidade de falar sobre esse vídeo. Continuo à disposição”, disse Medrades.

Na sequência, o relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), iniciou seus questionamentos à depoente.

Medrades sugere acareação com denunciantes da Covaxin

A diretora da Precisa sugeriu uma acareação com os denunciantes das supostas irregularidades na compra da Covaxin após contradições na data da apresentação da invoice [nota fiscal de importação] dos imunizantes.

A fala de Medrades aconteceu após Renan mostrar um vídeo de Medrades na comissão da Covid-19 do Senado no dia 23 de março. Nas imagens, Medrades fala do envio da invoice “na última quinta-feira”, que daria justamente a data do dia 18 de março.

No entanto, os servidores da pasta Luis Ricardo Miranda, irmão do deputado Luis Miranda que, inicialmente, denunciou as supostas irregularidades ao presidente Jair Bolsonaro, e William Amorim, que depôs à CPI na última semana, afirmam que o documento foi enviado no dia 18 de março.

“Esse vídeo foi no dia 23 e eu já havia enviado as invoices, trocado e-mails e recebido as solicitações de ajustes do William, mas eu não fui detalhista nessa fala. Estava com aquilo fresco na minha cabeça e disse que encaminhamos. Eu não fui detalhista no vídeo, mas provei que essa invoice só foi enviada no dia 22 e eu desafio eles a provarem que receberam no dia 18”, disse Medrades.

Não tentamos apressar a importação da Covaxin, diz Medrades

Ao responder as perguntas do relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), Medrades afirmou que a Precisa Medicamentos não tentou apressar a importação de compra da vacina Covaxin. Segundo ela, a primeira invoice [nota de fiscal de importação] foi encaminha ao Ministério da Saúde no dia 22 de maio.

“Não. Os únicos órgãos que tratamos foram o Ministério [da Saúde] e a Anvisa. Na Anvisa, quem falava conosco era Daniela Marreco, Daniel Cruz, e as pessoas da diretoria. Tinhamos reuniões com a Anvisa que tinham mais de 50 pessoas”, disse a depoente.

Renan voltou a questionar Medrades sobre a relação com Roberto Dias, que chegou a ser preso pela CPI na última semana. Medrades respondeu que a empresa teve “uma agenda com ele em maio e o resto tratávamos tudo com os funcionários.”

Emanuela Medrades diz que se reuniu com Elcio Franco e Roberto Dias, mas Pazuello não participou de tratativas

Medrades afirmou ainda que se reuniiu com o então secretario Elcio Franco e com o então diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias, para tratativas sobre a compra da Covaxin.

Segundo ela, com Dias foi apenas uma reunião feita após a assinatura do contrato, ou seja, após o dia 25 de fevereiro.

“Ele [Elcio Franco] surge para a Precisa já a partir da terceira reunião. As anteriores foram com a SVS [Secretaria de Vigilância em Saúde]. A partir daí, não ele mas os colaboradores que atuavam junto com ele tratavam conosco”, disse.

De acordo com a depoente, cerca de 30 colaboradores da pasta estiveram envolvidos nas negociações por meio de troca de e-mails, conferências e reuniões. Segundo Medrades, o então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, não atuou nas tratativas da Covaxin.

Não ofertamos a vacina Covaxin por US$ 10 para o Ministério da Saúde, diz diretora Precisa

Em uma reunião no dia 20 de novembro, o Ministério da Saúde afirmou que as vacinas Covaxin custariam US$ 10. O valor consta em um memorando que está sob posse da CPI. No entanto, segundo Medrades, isso não aconteceu.

Existia a expectativa de redução de preço, mas os novos valores não chegaram a ser formalizados durante as tratativas. “A Precisa não possui comando na precificação da Bharat”, disse Medrades – ela também esclareceu que negociava com as autoridades indianas da Bharat um valor menor por dose.

“Se esse preço foi falado foi como expectativa. Não houve em momento nenhum proposta com valor de dose por US$ 10”, disse. “Eu não sei porque falaram isso. Nunca foi ofertada nenhuma vacina a esse valor”, completou Medrades.

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Pois eh neh! Lá está os os nomes Coronel fulano… general fulano… e etc… a legislação deveria criar gatilhos pra que à medida que militares militares ocupassem cargos em pastas fora de suas competências ordinárias, seja por competência técnica ou por mera politicagem, os mesmos deveriam ser aposentados com seus salários equivalentes proporcionalmente ao tempo contribuído e que fossem impedidos de usar suas patentes para preservar as instituições. É lamentável assistir o que está acontecendo e o pior, muitos ainda acham que estão acima da constituição pq têm armas.

    1. E tem mesmo imbecil, a arma de vcs é a mentira, que muitas vezes faz estragos mais danosos que uma arma de metal.

  2. Falta do que fazer desses patetas.
    Vacina covaxim, Prejuízo zero pros cofres públicos.
    Vão investigar lula.

    1. Zero pq descobriram a tempo e denunciaram, seu jegue…
      Do contrário seriam 1,6 Bilhões….

    2. BOLSONARISTA DIREITOPATA E “PORCARIA” em qual país chamado de Brasil, o Lula livre só em 2043 comanda?

      Até onde eu to sabendo o presidente do Brasil é o MITO O MESSIAS.

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Judiciário

Juíza nega pedido de DJ Ivis para proibir ex de falar sobre agressões e divulgar vídeos

Foto: Câmeras de segurança

A juíza Maria José Sousa Rosado de Alencar, da Comarca de Fortaleza, negou o pedido do advogado do DJ Ivis para remover o conteúdo em que ele aparece agredindo a ex, Pamella Holanda. O músico também pedia que Pamella fosse proibida de comentar sobre o assunto com a imprensa, “principalmente onde citem a filha menor”, o que também foi negado na Justiça. O pedido foi feito pelo DJ neste domingo (11), horas após a ex publicar em rede social as imagens em que sofre agressões, e a Justiça negou na mesma data.

No processo de calúnia movido por Ives contra Pamella, a defesa do artista justifica que “na data de hoje, após as 15 horas [ela] comunicou a imprensa fatos mentirosos relativos à violência doméstica veiculada em site na internet prejudicial a sua reputação”.

Na decisão, a juíza Maria José, que estava no Plantão Judiciário do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), afirma que é “impossível analisar o pedido, além do que a concessão de tal pretensão, nos moldes formulados representaria afronta ao direito fundamentada livre expressão da imprensa”.

A juíza informou na decisão que não verificou no conteúdo divulgado por Pamella “qualquer conduta que ultrapasse o direito de expressão”.

“A falta de veracidade ou eventuais excessos veiculados em matérias de internet deverão ser apurados posteriormente, sendo incompatível com o regime de plantão judiciário, pelo que deixo de acolher os pedidos formulados em tutela de urgência”, diz um trecho da decisão.

O processo foi encaminhado para a Comarca da cidade de Eusébio, na Grande Fortaleza, onde mora o músico.

Demissão de produtora

Xand Avião anunciou que DJ Ivis não faz mais parte da Vybbe, escritório que administra a carreira de cantores como Xand, Zé Vaqueiro, Nattan e Priscila Senna.

“Não admito, nem compactuo com nenhum tipo de violência, ainda mais com uma mulher. Nada explica, não tem explicação”, afirmou o cantor. Veja no vídeo abaixo.

“Como todo mundo sabe o DJ faz parte da Vybbe, infelizmente, não tem como continuar com ele na nossa empresa”, continua.

Agressões na frente da filha

Vídeos gravados por câmera de segurança interna mostram DJ Ivis agredindo a ex-mulher na frente da filha e de outras duas pessoas.

Não é possível identificar os dias em que as agressões aconteceram, mas a vítima, Pamella Holanda, compartilhou as imagens em rede social neste domingo (11).

Além dos vídeos, Pamella também postou fotos de como o seu rosto teria ficado após as agressões. Depois disso, ela não comentou mais o caso nas redes sociais.

O G1 tentou entrar em contato com Pamella Holanda, mas ainda aguarda resposta. A arquiteta e influenciadora fez um Boletim de Ocorrência contra o ex-marido há pouco mais de um mês.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública do Estado (SSPDS), Pamella registrou ocorrência de lesão corporal no âmbito da violência doméstica em 3 de junho, no Eusébio, município da Região Metropolitana de Fortaleza.

O inquérito policial foi instaurado, mas não foi possível prender Ivis em flagrante, porque as agressões ocorreram no dia 1º, segundo o órgão público. O G1 tenta acesso ao documento.

A Polícia Civil solicitou ao Poder Judiciário medidas protetivas de urgência em favor de Pamella. Também informa que o caso segue em investigação e que a polícia ainda não tinha sido apresentada às filmagens das agressões divulgadas neste domingo.

O que diz DJ Ivis

Após a divulgação dos vídeos, DJ Ivis se pronunciou por meio de nota e nas redes sociais. No comunicado, o artista foca no término com Pamella e não menciona as agressões.

“Infelizmente não temos vivido uma relação saudável há algum tempo e já faz uma semana que estamos separados de fato. Estamos tentando de todas as maneiras que tudo isso tenha uma solução. Temos uma filha que não precisa viver no meio de conflitos. Desde a separação, semanalmente, envio um valor para as despesas, já deixei pago pediatra e vacinas da nossa filha”, comentou DJ Ivis.

Já em uma série de vídeos publicados numa rede social, o artista falou do relacionamento conturbado que tinha com Pamella, confirmou as agressões e disse que vinha sendo ameaçado. Ele não dá detalhes sobre o teor das ameaças, nem os motivos.

“Sempre tentei fazer de tudo para que isso não chegasse ao extremo. E, como eu disse, tenho como provar tudo, nada vai justificar a reação que eu tive, mas não aguentava mais ameaças”.

“Eu não vou ter raiva do que as pessoas estão falando de mim, porque eu não posso. As pessoas estão reagindo do que estão vendo, mas estão comentando as coisas que não sabem”, continuou.

Quando começou a se defender na internet, o produtor e cantor mostrou a imagem de um Boletim de Ocorrência que fez contra mulher no dia 13 de março.

Segundo o documento, Ivis diz que Pamella “não admite de forma alguma o fim do relacionamento” e que “a mesma ameaça se jogar do condomínio e sumir com a filha menor”.

“Saí de casa e tenho assumido todas as despesas da filha. Foi feita a denúncia, mas ainda não fui ouvido. Tudo será devidamente provado e esclarecido com o tempo”, complementou o artista, que é paraibano, mas mora no Ceará.

G1

Opinião dos leitores

  1. Não estoy defendiendo o agressor,mais dá para perceber que o cenario está todo montado e o homem mal encosta o braço e a perna na mulher e o outro homem que está na companhia do casal não tenta de forma alguma impedir a agressão do rapaz contra a moça,creio que seja mais um holofote midiatico com o fato encenado e que estão conseguindo,alías os dois são pessimos actores e atrizes nesta encenação teatral e a mulher é pior ainda,ela não sabe nem fingir que está sendo agredida fisicamente,esta encenação teatral do casal é uma grande vergonha nacional.

  2. Nada justifica um agressão a uma mulher. O nome disso é covardia e monstruosidade. Você era para passar um bom tempo na cadeia e lá refletir sobre o que fez, pedir perdão a Deus, a mãe de sua filha e a essa criança.

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Política

Após prisão de ex-diretor do ministério, servidora se nega a prestar juramento de falar a verdade na CPI

Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

Um dia após o presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz (PSD-AM), dar voz de prisão ao ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias, a ex-coordenadora do Plano Nacional de Imunização (PNI) da pasta, Francieli Fantinato se negou a prestar juramento de falar a verdade na comissão. Fantinato chegou à comissão com um habeas corpus concedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso que lhe garantia os direitos de investigados: de não prestar o compromisso de dizer a verdade e de não responder a perguntas que a pudessem incriminar.

A decisão do ministro ainda a protege de qualquer decisão de prisão. Ainda assim, ao abrir a sessão, o presidente Omar Aziz indagou se ela desejaria espontaneamente se comprometer em responder a verdade. Após orientação do advogado que a acompanhava, ela respondeu negativamente. A servidora, que esteve à frente do PNI desde 2019, foi exonerada do cargo na terça-feira.

Apesar da negativa logo no início da sessão, a servidora respondeu a maior parte dos questionamentos do relator, o senador Renan Calheiros (MDB-AL), e dos demais parlamentares na comissão. Ao longo da CPI Renan anunciou que decidiu retirar Francieli Fantinato da lista de investigados pela comissão.

A servidora diz que deixou o cargo por conta da politização e chegou a apontar que o presidente Jair Bolsonaro colocou em dúvida os imunizantes. A ex-coordenadora também disse que o ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco, pediu a retirada dos presos dos grupos prioritários para vacinação. Ela disse ter se negado a cumprir o pedido, mas destacou que a Secretaria Executiva estava acima dela e, se quisesse, poderia ter retirado a população privada de liberdade das prioridades na imunização contra a Covid-19. A versão final acabou mantendo esse grupo.

A depoente disse que deixou o cargo por questões pessoais. Como houve politização da questão, afirmou, preferiu seguir os seus planos pessoais.

— Essa politização trouxe até para mim uma condição de investigada, mesmo sem ser ouvida. Isso trouxe um aspecto negativo: eu entrar para a condição de investigada sem que eu tivesse oportunidade de falar — disse Fantinato. — Sobre a politização da vacina, a gente sabe que tem evidências científicas, e a gente espera que todas as pessoas falem em prol da vacinação.

O Globo

Opinião dos leitores

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Política

CPI: Ex-diretor do Ministério da Saúde chama Dominguetti de ‘picareta’, diz que nunca pediu propina, afirma que nunca falou com Bolsonaro e filhos e reclama de ‘massacre’ da imprensa

Foto: Reprodução/TV Senado

O ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias, chamou o policial militar e vendedor de vacinas Luiz Dominguetti de “picareta”. Dias, em seu depoimento à CPI da Covid, disse ainda que nunca pediu propina.

Dias deixou o cargo na semana passada, em meio à acusação de Dominguetti – que se apresenta como representante da Davati Medical Supply – de que em fevereiro, durante um jantar em Brasília, teria pedido propina de US$ 1 por dose de vacina da AstraZeneca, em uma negociação que envolveria 400 milhões de doses.

“Acerca da alegação do senhor Dominguetti, nunca houve nenhum pedido meu a este senhor. O mesmo já reconheceu à CPI que nunca antes daquela data havia estado comigo […] O senhor Dominguetti, que aqui nessa CPI foi constatado ser um picareta que tentava aplicar golpes em prefeituras e no Ministério da Saúde e durante sua audiência deu mais uma prova de sua desonestidade”, afirmou Dias.

Dias também refutou a denúncia do servidor da Saúde Luis Ricardo Miranda, que disse que sofreu do ex-diretor uma pressão atípica para aceleração da importação da vacina indiana Covaxin.

“Fui injustamente acusado de pressionar um funcionário e, como prova, foi demonstrada uma mensagem encaminhada às 20h de um sábado onde eu perguntava: como esta a LI da vacina? Essa é a única frase que me atribuem como prova de pressão. A mensagem nada se referia à Covaxin, até porque em um sábado à noite nada teria mudado. O teor da mensagem se referia à LI da Astrazeneca que chegaria no domingo”, continuou Dias.

Reunião em restaurante

Na versão de Dominguetti, Dias pediu a propina durante um encontro em um restaurante em Brasília.

Dias, por sua vez, contou que estava no restaurante com um amigo e Dominguetti apareceu, levado pelo coronel Blanco, assessor de Logística do ministério. Dias disse que não tinha nada marcado com Dominguetti e Blanco.

“No dia 25 de fevereiro, fui tomar um chopp com um amigo no restaurante Vasto em dado momento se dirigiu à mesa o coronel Blanco acompanhado de uma pessoa que se apresentou como Dominguetti. Feitas as apresentações, o senhor Dominguetti disse representar uma empresa que possuía 400 milhões de doses de vacina da fabricante AstraZeneca”, contou o ex-diretor.

Dias relatou à CPI que pediu para que Dominguetti enviasse ao Ministério da Saúde documentos provando que tinha oferta de vacina.

“Então, pedi que encaminhasse um pedido formal de agenda ao ministério que, em agenda oficial, se sua documentação fosse consistente, um processo seria aberto e encaminhado para a secretaria- executiva para providências. Uma vez que a ela cabia todas as negociações de vacinas contra a Covid-19”, conitnuou.

Por fim, Dias informou que a documentação de Dominguetti não era consistente e, por isso, o negócio não foi feito.

“Chegando ao ministério, o senhor Dominguetti foi atendido por mim na presença de outra servidora, os documentos se mostraram mais do mesmo, não havia carta de representação do fabricante”, concluiu.

Dias: Nunca falei com Bolsonaro ou com os filhos dele

Ao responder as perguntas do relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL) afirmou que nunca conversou com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ou com os filhos dele.

“[Não tenho relação] nenhuma com o presidente, conheço o presidente. O mais próximo que estive do presidente foi cerca de 5 metros. Nunca falei com ele ou com os filhos dele”, disse.

Ele também afirmou que nunca recebeu nenhuma orientação do gabinete da Casa Civil acerca de recomendações. “Nunca recebi nenhuma orientação formal ou informal”. Dias afirmou, no entanto, que devido a criação de um gabinete de crise, a Casa Civil “deve ter trocado ou mandado mensagem para mim ou para a caixa institucional do Dlog [departamento de logística] por força dos grupos que a gente participava”.

Dias afirmou que é servidor de carreira há mais de 20 anos e que vem sendo “massacrado” pela imprensa “sem que haja uma única prova ou indício que sustente tais alegações”. “Acerca da denuncia de Luis Miranda da Covaxin não tive participação nenhuma, me cabendo atos ordinários para a concepção do processo administrativo e questões logísticas. Friso: nunca houve pressão minha sobre o funcionário muito menos aquela mensagem retrata tal fato.”

Com G1 e CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. BG, estou com
    Pena desse rapaz. Ele está sendo literalmente massacrado. A cada pergunta csi em contradição. Como experiente investigador digo que ele não vai aquentar a pressão, está literalmente acuado e já começou a jogar a toromba para o coronel HÉLCIO, mais dias inquirições como essa de Rondolfe ela vai entregar a turma toda. O negócio está muito fedorento para o governo, como ex apoiador e votante em Bolsonaro, mais ou menos com CALÍGULA, já não acredito nesse governo. A Calígula sugiro : VEM PRA CÁ VICE TAMBÉM CACÁ , essa barca tá furada .

  2. E assim essa CPI do Lula, dominada por bandidos, vai passando vergonha e atirando no próprio pé.

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Política

Antes de informar que ficará em silêncio em depoimento, Carlos Wizard diz em CPI que jamais tomou conhecimento de qualquer gabinete paralelo e que nunca se reuniu com o Bolsonaro em particular

Foto: Reprodução/TV Senado

Após fazer a apresentação inicial, o empresário afirma que vai permanecer calado.

Após o anúncio, senadores disseram que, mesmo nesse caso, fariam todas as perguntas que estavam programadas.

Carlos Wizard diz que jamais tomou conhecimento ou influência no suposto “gabinete paralelo” e que nunca se reuniu com o Bolsonaro em particular.

O empresário disse que nunca financiou a compra de medicamentos para Covid.

Com G1

 

Opinião dos leitores

  1. O desmantelamento do desgoverno de Bozo tá chegando.Tudo tem seu tempo.Tal qual o Lula o Bozo não sabe de nada.

  2. O Bozo imbroxavel tá tão caladinho, ta acuadinho feito um cachorrinho.
    O machão disse que não sabe de nada, claro, ele ta preocupado em andar de motoca com um macho na garupa seguido de uma manada bovina ou então latindo nos discursos negacionistas….ops….NEGOCIONISTAS.
    Cadê as vaquinhas?????

  3. Kkkk essa até eu sei que é mentira… O cara se exibia como amigo particular do presidente e nunca se reuniu com ele… Kkkk esse tá é c..g..d.. de medo…

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Política

“Apresentação entre o governo e o vendedor nunca foi feita, e a discussão nunca avançou para um contrato”, diz empresa

À TV Globo, a Davati, com sede nos Estados Unidos, informou ter sido procurada por um de seus representantes no Brasil para que ajudasse a encontrar vacinas contra a Covid para o país.

Ainda na nota, a empresa afirmou que providenciou uma proposta ao governo federal a fim de assegurar vacinas, mas que nunca foi formalmente respondida.

“Portanto, a apresentação entre o governo e o vendedor nunca foi feita, e a discussão nunca avançou para um contrato”, acrescentou.

Foto: Reprodução

Com informações do G1

Opinião dos leitores

  1. Essa TV Globo é traiçoeira no meu caso por causa de algumas gravações com situações-emocionais problematicas e exposição indevida na televisión sem nada de autorização,uma tortura e humillación emocional me deixando com graves problemas mentais; psicológicos e psiquiátricos.

  2. A AstraZeneca esclareceu há bastante tempo que não utiliza intermediários e que suas negociações foram feitas diretamente com o Ministério da Saúde e a Fiocruz. Quanto à essa empresa, sediada no Texas-EUA, é já foi flagrada em outros países por negociações fraudulentas. Concretamente, não houve NADA de errado envolvendo o governo Bolsonaro até agora. Tudo isso são apenas narrativas mentirosas de corruptos aliados à grande mídia militante, TODOS com “saudades” do dinheiro público que recebiam aos montes na época da roubalheira do PT. Mas essas narrativas não duram 1 dia sequer, caem TODAS.

  3. Isso tudo vai acabar encontrando gente da esquerda que roubou não do governo kkkkkkkkkkkk são uns imbecis mesmos. A diferença é que se tiver coisa errada alguém vai pagar e sair do governo e não ser cumplice como o desgorverno dos petralhs faz.

  4. É melhor o gado se acalmar. As denúncias estão só começando. Bozo continua entalado, perdeu a voz, coitado.

  5. Roubo de dinheiro público é condenável em qualquer situação e provoca miséria e morte. Mas roubo de dinheiro da saúde em tempos de mais de 500 mil mortos é um absurdo. Deveria ser considerado crime hediondo e seus autores condenados à pena máxima permitida no país.

    1. Concordo. Portanto, como não houve nada de errado no governo federal, vamos investigar os governadores, principalmente os ligados ao tal Consórcio Nordeste, responsáveis pelo desvio de BILHÕES que receberam do governo Bolsonaro. No RN, por sinal, está começando uma CPI que tem muito a investigar.

  6. O gado tomando cloroquina e ivermectina, enquanto o governo bozo incentivava o negacionismo e negociava propina das vacinas. Ê vida de gado

  7. As narrativas da esquerda cai a cada dia. Querem retomar o poder a qualquer custo ( promessas de Dirceu). Não querem saber do povo brasileiro, mas de um projeto de poder como na Venezuela, Cuba. Países falidos, quebrados, povo amordaçado.

  8. Todos os ex ministros do gabinete civil dos governos do PT foram condenados por corrupção. Existem várias empresas parceiras do governo federal entre os anos de 2003 a 2016 que executaram obras fora do Brasil que denunciaram favorecimento pelo então governo do PT. O ex presidente do PT foi condenado e preso por corrupção.
    A esposa do ex presidente do PT deixou uma herança de R$ 72 milhões sem nunc ter trabalhado.
    Mas o ex presidente do PT sempre afirmou: “não sei de nada”.
    Quando um servidor concursado do ministério da saúde comete suposto crime, logo tudo que foi feito de forma individual é atribuído ao Presidente.
    Então como é essa conta, um que usou da corrupção como forma de governo, “não sabia de nada”, outro que fala a verdade e não pactua com corrupção é culpado por tudo. Essa diferença entre as situações demonstra que vivemos na justiça dos ditadores, não numa democracia, onde o culpado é inocentado e o inocente é culpado.

    1. Não há qualquer comparação entre o governo Bolsonaro e os governos corruptos do PT. Em NADA se assemelham. Lave sua boca antes de dizer tal asneira.

    2. Ricardo Barros rouba desde quando ocupou cargos nos governos da esquerda e continua roubando agora. Porque essa alma pura, esse santo chamado Bozo o tem como líder do governo? Porque já não o substituiu nas primeiras evidências de irregularidade? Porque Bozo está calado? Vista grossa, necessidade de apoio ou cumplicidade mesmo? E porque Flavio Bozo protagonizou contato entre empresario corrupto e o BNDES? A quebra de seu sigilo bancário será pedido pela CPI? Com a palavra, o gado imundo defensor de bandido.

    1. O que está claro é que existe um esquema de corrupção funcionando no governo para roubar recursos da pandemia. Seria o caso da PF realizar a ‘operação corona’ dentro do ministério da saùde, pois tem muita sujeira e muito roubo nesses ùltimos 15 meses. Esse esquema pode explicar o por quê de demorar tanto para adquirir as vacinas. Esse esquema precisa ser desbaratado e não é notinha tanto o seu da reta que vai quebrar o esquema, mas uma investigação minuciosa.

    2. O que está claro é que a esquerdalha continua a zurrar culpa sem prova
      o que está claro é que os zumbis continuam a zurrar baseado em narrativas, flagrantemente mentirosa
      o que está claro é que o desespero aumenta e as zurradas são cada vez mais alta, perdendo totalmente o senso de ridículo e da legalidade
      o que está claro é que a turma da zurra não quer democracia, só pensa no poder e impor sua ditadura em nome da democracia

  9. Faiou. Tudo não passa de narrativas soltas de gente querendo se dar bem financeiramente. Mas não tem pra que esse nervosismo todo. Lula ganha fácil em 2022.

    1. A melhor piada do dia.kkkkkkkkkkkkkkkkkkconta outra estou gostando.kkkkkkjk

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Judiciário

Barroso nega pedido de Bolsonaro para derrubar medidas restritivas do RN

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso negou nesta quarta-feira (23) o pedido do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para derrubar medidas restritivas como o lockdown nos estados brasileiros.

Conforme informou a analista da CNN Thaís Arbex, a ação que pedia que fossem declaradas inconstitucionais medidas de governadores e prefeitos por lockdown e toques de recolher em razão da pandemia da Covid-19 foi apresentada ao STF no dia 27 de maio.

A ação mirava medidas decretadas nos dias anteriores pelos governadores de três estados: Ratinho Júnior (PSD), do Paraná; Paulo Câmara (PSB), de Pernambuco; e Fátima Bezerra (PT), do Rio Grande do Norte.

Matéria completa AQUI no Justiça Potiguar.

Opinião dos leitores

  1. Os caras ainda falam que o presidente não foi proibido de gerenciamento da pandemia. Quantos governadores que desviaram dinheiro do covidão foram ao circo? É brincadeira kkk a justiça brasileira só atua contra quem tá do lado do presidente? Tá escancarado!!!

  2. Era meio óbvio já. O rapaz não faz nada e ainda quer atrapalhar quem quer fazer. Tem alguma solução melhor ?

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Política

À CPI, Abin nega elo com fala de Bolsonaro sobre guerra biológica

Na imagem, Alexandre Ramagem (Abin). FOTO: REPRODUÇÃO GOVERNO FEDERAL

Em documento encaminhado à CPI da Covid, a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) comentou a afirmação feita pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre a insinuação de que o novo coronavírus pode ser fruto de uma guerra biológica.

A afirmação foi feita por Bolsonaro no dia 5 de junho, na abertura da semana das Comunicações no Palácio do Planalto, em Brasília. “É um vírus novo, ninguém sabe se nasceu em laboratório ou se nasceu por algum ser humano ingerir um animal inadequado. Mas está aí. Os militares sabem o que é guerra química, bacteriológica e radiológica. Será que não estamos enfrentando uma nova guerra? Qual o país que mais cresceu o seu PIB? Não vou dizer para vocês”, disse o presidente na ocasião.

A declaração foi questionada em requerimento, feito pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), membro da comissão. O documento de resposta é assinado, por sua vez, pelo diretor-geral da Abin, Alexandre Ramagem, que nega elo com a afirmação de Bolsonaro, mas admite a possibilidade de que o vírus foi criado em laboratório.

À CPI, Ramagem descarta ainda que a manifestação de Bolsonaro faça qualquer referência a informações da Abin e acredita que as relações diplomáticas entre Brasil e China são “maduras, dinâmicas, complementares e com diversas oportunidades de expansão”.

De acordo com o documento, as manifestações de Bolsonaro expressam duas entre quatro principais hipóteses existentes sobre a origem do vírus. Ramagem afirma que o último relatório da OMS (Organização Mundial da Saúde), de 30 de março, traz expressamente as hipóteses da fala do titular do Executivo.

“Embora o relatório tenha inicialmente considerado a hipótese de laboratório menos provável, sugerindo a descontinuidade dessa linha de pesquisa, após objeção de vários países, o diretor-geral Tedros Adhanom Ghebreyesus acabou voltando atrás para tornar a incluir essa hipótese como oficial das pesquisas da OMS”, disse.

A teoria do vazamento do vírus de um laboratório, inicialmente citada pelo antecessor de Joe Biden, Donald Trump, e depois descartada como “altamente improvável” por uma missão da OMS que visitou a China com muito atraso, ressurgiu nos últimos dias, estimulada por Washington.

Pequim rejeita a teoria de que o vírus pode ter surgido em um laboratório de virologia em Wuhan e acusa Washington de vender “conspirações” e politizar a pandemia.

A hipótese da origem natural — respaldada como a mais provável pela equipe de especialistas da OMS que visitou a China — afirma que o vírus surgiu entre morcegos e depois passou aos humanos, provavelmente através de uma espécie intermediária. Esta teoria foi amplamente aceita no início da pandemia, mas com o passar do tempo os cientistas não encontraram um vírus nos morcegos ou em outro animal que corresponda com a assinatura genética do SARS-CoV-2.

R7

Opinião dos leitores

  1. Os EUA, do Biden (imagina se fosseco Trump, hein?), estão investigando exatamente isso. Será que essa CPI dos corruptos vai convocar o presidente americano? Que palhaçada!

  2. Cala tua boca presidente inconsequente. Que se a China for guerrear a gente, nossas forças armadas são os primeiros a correr. Eles não são treinados para guerra, sim para privilégios de gordas aposentadorias, improdutividade laboral, e aposentadoria precoce. Entre muitos mais que daria uma dissertação.

    1. Seu comentário é digno de um pré-adolescente. Quanta bobagem!

    2. Você deve ser um despeitado. Vai bajular Lula e Maduro, seu Bajulador. Llkkkkkkk

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Polícia

Após repercussão na web, Ximbinha nega que tenha sido preso com armas de fogo e drogas em casa

Foto: Reprodução

O cantor e guitarrista Ximbinha, ex-marido da cantora Joelma, usou seu Instagram nesta terça-feira (1º/6) para negar que tenha sido preso com drogas e armas de fogo, encontradas em sua casa em Belém.

“Recebi bastante ligação agora de uma notícias que não tem nada a ver. Estou aqui na minha rede, com a minha guitarra, compondo. Fiquei triste, mas uma notícia dessas dá até vontade de rir”, disse o músico.

Informações divulgadas nesta terça-feira afirmavam que Ximbinha havia sido levado para a delegacia pela Polícia Militar, após uma quantidade indefinida de armas de fogo e drogas serem encontradas em sua casa.

Na rede social, o cantor surgiu deitado em uma rede e garantiu que não foi preso pela PM.

Metrópoles

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Esporte

Após demissão do Cuiabá com título e 10 jogos invicto, Alberto Valentim nega envolvimento com mulher do presidente e se revolta com “fake news”

Foto: Ascom/Dourado

A notícia da demissão do técnico Alberto Valentim do comando do Cuiabá pegou a todos de surpresa. O treinador acabara de trabalhar à beira de campo no empate em 2 a 2 com o Juventude pela rodada inaugural do Campeonato Brasileiro. A precocidade da saída do técnico, ainda invicto, gerou especulações nas redes sociais. Em 10 jogos pelo Cuiabá, ele conquistou o título do Campeonato Mato-Grossense, além de sete vitórias e três empates.

Entre as especulações, está um envolvimento de Valentim com a mulher de Alessandro Dresch, presidente do Cuiabá. A notícia gerou revolta do treinador, que usou suas redes sociais para negá-la. Ele ainda afirmou que já acionou sua equipe de advogados para cuidar do assunto.

Valentim também descartou o desentendimento com os jogadores. Segundo ele, o elenco inclusive sentiu muita tristeza com sua saída.

Confira o posicionamento abaixo:

“Em resposta aos boatos inverídicos que estão sendo publicados utilizando meu nome, gostaria de esclarecer algumas questões. Em primeiro lugar, deixo claro que minha saída do Cuiabá, de forma invicta, não teve relação com nenhum dos fatos que estão sendo veiculados e me pronunciarei sobre isso no início da semana.

Não houve, a despeito do que vem sendo publicado, nenhum tipo de desentendimento entre algum atleta do time e eu. Jogadores esses que sempre nos ajudaram a fazer o melhor todos os dias e que demonstraram muita tristeza com minha saída.

Ainda sobre os absurdos que vêm sendo veiculados (Fake News), relacionados à minha vida pessoal, todo o meu desprezo e reafirmo que essas inverdades já foram repassadas à minha equipe de advogados para tomarmos as medidas cabíveis. Lamento muito a falta de respeito com minha família e esposa, com quem me acompanha e gosta de mim, e quem sabe da seriedade do meu trabalho”.

Nas redes sociais, o clube do Mato Grosso também desmentiu mensagens que circulavam nas redes relatando supostas brigas entre Valentim, jogadores e o presidente do clube na saída do campo e no vestiário.

O clube informou que não houve discussões na saída do gramado, e o clima era de tranquilidade após a partida. Segundo o Cuiabá, não havia a presença de membros da diretoria no vestiário.

Confira a nota completa:

“O Cuiabá lamenta as inverdades que estão circulando nas redes sociais de uma suposta discussão no vestiário após o empate contra o Juventude, entre a diretoria, um atleta e o ex-treinador Alberto Valentim. O Cuiabá afirma que nada ocorreu.

Apesar da saída de Valentim, o clima no vestiário era de tranquilidade sendo que nenhum tipo de discussão aconteceu. A diretoria não entrou no vestiário após o término da partida”.

Com Extra – O Globo e Terra

Opinião dos leitores

  1. Então, pelo que Valentin e o clube dizem, podemos deduzir que ele foi demitido por ter sido campeão e está invicto. Faz sentido.

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Judiciário

Aras pede, mas Alexandre de Moraes se nega a deixar inquérito contra Salles

Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes negou um pedido do procurador-geral da República, Augusto Aras, para que ele, Moraes, deixasse a relatoria do inquérito sobre exportação ilegal de madeira que resultou em buscas contra o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, na semana passada.

No pedido, entregue na terça-feira (25) ao STF, Aras argumentou que o caso deveria ser entregue à ministra Cármen Lúcia, relatora de um outro caso que envolve Salles – a notícia-crime apresentada pelo ex-superintendente da PF no Amazonas, Alexandre Saraiva, contra o ministro do Meio Ambiente, por supostamente atrapalhar a apuração da maior apreensão de madeira do Brasil.

Na dúvida, disse o procurador-geral da República no pedido, a presidência do STF deveria ser consultada.

Alexandre de Moraes respondeu à solicitação na própria terça. Classificou-a de sui generis – ou seja, peculiar –, lembrou que os fatos apurados nos dois casos são diferentes e disse que “não há qualquer dúvida” de que cabe a ele, Moraes, a relatoria do inquérito sobre a exportação ilegal de madeira.

A investigação que está com Moraes resultou na operação Akuanduba, deflagrada no último dia 19, e que investiga a exportação ilegal de madeira para Estados Unidos e Europa com envolvimento de agentes públicos do Ministério do Meio Ambiente e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

A operação foi autorizada por Moraes a pedido da Polícia Federal (PF). Segundo decisão do ministro, as investigações da PF apontam para a existência de um “esquema de facilitação ao contrabando de produtos florestais”, que teria o envolvimento do ministro Ricardo Salles e de gestores do MMA e do Ibama.

O relatório da Polícia Federal afirma que os investigados atenderam a pedidos de empresas exportadoras de madeira e expediram regulamentações para liberar cargas que haviam sido embargadas ou apreendidas por países da Europa e pelos EUA.

Os dez servidores do Ibama e do MMA investigados também foram afastados dos cargos, exceto Ricardo Salles. São eles: Eduardo Bim, Leopoldo Penteado, Vagner Tadeu Matiota, Olimpio Ferreira Magalhães, João Pessoa Riograndense Moreira Jr., Rafael Freire de Macedo, Leslie Nelson Jardim Tavares, André Heleno Azevedo Silveira, Arthur Valinoto Bastos e Olivaldi Alves Azevedo Borges.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) só foi informada do caso após o início da ação. No início de maio, a PGR pediu esclarecimentos a Salles sobre a acusação de que teria tentado dificultar investigações da Polícia Federal e defender interesse de madeireiros.

G1

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