Polícia

Policiais civis traçam estratégias para pressionar Governo do RN por melhorias; pedido de intervenção na Secretaria é protocolado

Em assembleia geral realizada na noite dessa terça-feira (8), os policiais civis do Rio Grande do Norte traçaram várias estratégias para pressionar o Governo a cumprir a pauta de reivindicações oriundas ainda do movimento grevista realizado no ano passado e que não teve nenhum ponto atendido. “De quebra”, o Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança Pública do Rio Grande do Norte (Sinpol/RN) acionou o Ministério Público nesta quarta-feira(9), para que seja solicitada judicialmente a intervenção na Secretaria de Segurança Pública do Estado (Sesed). O pedido foi protocolado na na Procuradoria Geral de Justiça, e endereçado ao procurador-geral, Rinaldo Reis.

A representação é composta de informações referentes à situação da Polícia Civil que, atualmente, tem apenas 29% do seu quadro de vagas preenchido, ficando dessa maneira, um policial civil para cada 2.327, quando a recomendação da ONU é um para cada 250 habitantes. O SINPOL-RN constatou e relatou na representação que foi levantado in loco a ausência das condições mínimas de trabalho, como armamento, munições, coletes, rádio comunicadores, viaturas, internet e outros.

Não bastando essa situação, a representação fala ainda da situação dos concursados que estão desde 2010 aguardando convocação, tendo o Estado negado essa nomeação, sob alegação do impedimento da Lei de Responsabilidade Fiscal. Isso gera a dificuldade nas delegacias na região de Natal e Metropolitana, com horário de funcionamento reduzido para horário comercial, o que tem trazido sérios transtornos para as plantões.

Além desses pontos, o SINPOL-RN juntou fotos das condições estruturais das delegacias, com destaques para algumas distritais de Natal, como o 7º DP, em local inadequado, 13º apresentando rachaduras e outras unidades, como em São José de Mipibu, cuja delegacia está em péssimas condições estruturais e, em Arez, unidade com alto grau de insalubridade, existindo a infestação de animais peçonhentos por falta de limpeza.

O Sindicato ainda solicitou providências do MP no que se refere à ação civil, de número 2011007168-7, que tramita no TJRN em fase de execução. Essa ação tem um termo de acordo homologado entre o SINPOL-RN e o Governo, no qual o Estado se obriga a retirar todos presos que ainda restavam nas delegacias, apresentando cronograma para construção das cadeias publicas nas várias comarcas do Estado.

Ainda na representação, o Sindicato leva a notícia do possível fechamento de quatro delegacias especializadas para o efetivo ser deslocado para a Divisão de Homicídios que será criada. As unidades que deverão ser fechadas são: Delegacia do Meio Ambiente, Delegacia de Armas e Munições, Delegacia do Patrimônio Público e Delegacia do Idoso.

Ademais, o sindicato enfatiza a precariedade das viaturas policiais, que funcionam com utilização de combustível com cota semanal reduzida e ainda o pátio do setor de transporte com vários carros enconstados para manutenção. Outro item solicitação é o que diz respeito ao salário dos servidores inativos da Polícia Civil, que há meses vem sendo pago apenas no final da tarde dia 10 de cada mês, trazendo enormes prejuízos aos servidores e pensionistas, em virtude de compromissos financeiros, tendo em vista que anteriormente o pagamento era feito sempre no final do mês. Enquanto isso, o SINPOL-RN recebe denúncias e as encaminha para as autoridades competentes, que o Governo estaria aplicando esse dinheiro e recebendo juros referentes a esses 10 dias.

ESTATUTO DO ITEP

Um dos pontos mais fortes na reunião com o Procurador Geral de Justiça foi à situação do Instituto Técnico-Científico e Polícia (ITEP). A Diretoria do SINPOL-RN fez um relato minucioso do quadro de irregularidades no órgão, como os desvios de função, comprometimento da estrutura física, fata de materiais básicos para perícia e reiterou o pedido de investigação em denúncias que chegaram ao Sindicato referentes às compras e contração de serviços por parte da direção.

Além disso, o SINPOL-RN lembrou da assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre o Ministério Público e o Governo do Estado, estabelecendo o prazo para o envio do Marco Normativo, o Estatuto, para a Assembleia Legislativa e tal prazo foi descumprido pelo Governo, mas, apesar disso, até o momento, o MP ainda não fez nada para cobrar .

“Fomos apresentar essa representação para saber qual é a medida que o Ministério Público vai tomar no sentido de corrigir esse problema histórico no ITEP, que vive a mercê do executivo. Inclusive, lembramos que esse ano é ano de eleição e, provavelmente, o Instituto mais uma vez poderá ser usado como cabide eleitoral, prática essa que vem sendo comum ao longo dos anos”, comenta Renata Pimenta, vice-presidente do SINPOL-RN.

Durante a reunião, o Procurador Geral de Justiça Rinaldo Reis informou que o MP está acompanhando a situação do ITEP e da Polícia Civil. “Nós sabemos que o ITEP funciona de maneira ilegal há muitos anos e tem ajudado muito pouco nas nossas ações na área de segurança pública. Vamos analisar minuciosamente essa representação e vamos procurar o chefe de Gabinete do Governo para saber onde está o Estatuto do ITEP”, declarou. O Sindicato ouviu ainda do Procurador o compromisso de que ele apresentará uma resposta, nos próximos dias, sobre o posicionamento e providência adotadas pelo MP.

A Assembleia

Agora, diante de uma determinação judicial que impede a realização de greve por parte da categoria, antes mesmo do movimento ser deflagrado, os policiais se reuniram em assembleia e decidiram agir de outras maneiras não menos incisivas.

Assembleia_3A Diretoria do Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança Pública apresentou suas sugestões de mobilizações e também ouviu sugestões da própria categoria e todas foram deliberadas para terem início imediatamente. Uma delas é apresentar a situação da segurança pública do RN a entidades internacionais e, inclusive, a FIFA e as delegações das seleções estrangeiras que terão em jogos em Natal durante a Copa do Mundo.

Desde o mês passado, o SINPOL-RN já havia lançado uma campanha para rádio, TV e outdoors mostrando que a Polícia Civil está presa, enquanto os criminosos estão soltos e que o RN vive um momento de guerra.

A partir desta semana, terá início também campanhas direto nas comunidades, com uso de carros de som nas comunidades, com mensagem sobre o atual quadro da Polícia Civil, bem como serão feitas visitas nas unidades e até mesmo em outras instituições, como por exemplo, universidades.

Os policiais ainda pretendem realizar atos em frente a órgãos públicos, como a própria Governadoria, afixar cartazes com a campanha publicitária as unidades e ainda imprimir panfletos para anexar em todos os BOs confeccionados nas delegacias que são entregues aos cidadãos.

O Sindicato vai também confeccionar camisas mostrando a mesma campanha de que a Polícia Civil está presa. Um dos atos públicos será realizado já nesta quinta-feira (10), a partir das 10h, em frente ao prédio da Governadoria.

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Geral

ELEIÇÕES 2026: Mais de 158 milhões de brasileiros vão às urnas neste domingo


Foto: Reprodução/Internet

Mais de 158,7 milhões de eleitores estão aptos a comparecer às urnas neste domingo (4/10) para o primeiro turno das Eleições 2026. Em disputa estão os cargos de presidente da República, governadores estaduais, além da renovação de dois terços do Senado e de toda a Câmara dos Deputados.

A votação segue aberta das 8h às 17h (horário de Brasília). Para participar, basta apresentar um documento oficial com foto ou o aplicativo e-Título (desde que contenha fotografia). É proibido levar celulares, câmeras ou relógios inteligentes para a cabine de votação.

O que está em jogo nas urnas

Cada eleitor fará seis escolhas na seguinte ordem:

Deputado federal (513 cadeiras em disputa)

Deputado estadual ou distrital (1.035 postos nas assembleias e 24 no DF)

Primeiro senador (duas vagas por estado, totalizando 54 em jogo)

Segundo senador

Governador (26 estados e o Distrito Federal)

Presidente da República

Para vencer no primeiro turno na disputa para o Planalto e para os governos estaduais, o candidato precisa conquistar mais da metade dos votos válidos. Caso contrário, haverá segundo turno em 25 de outubro.

Lula x Flávio Bolsonaro: O novo capítulo da polarização

A corrida presidencial reedita elementos de 2022, mas com uma configuração diferente. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) busca um feito inédito: aos 80 anos, tenta ser eleito para o seu quarto mandato presidencial, tendo Geraldo Alckmin (PSB) novamente como vice.

Do outro lado, com Jair Bolsonaro inelegível e cumprindo prisão domiciliar após condenação por tentativa de golpe de Estado, o grupo político bolsonarista aposta no filho mais velho do ex-presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PL), que concorre ao lado do deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL).

As pesquisas da reta final apontam Lula e Flávio isolados na liderança da disputa presidencial.

Perfil do Eleitorado em 2026

O Brasil ganhou cerca de 2,3 milhões de eleitores em relação a 2022 (passando de 156,4 milhões para mais de 158,7 milhões). As mulheres seguem como maioria, representando cerca de 52% do eleitorado (83,8 milhões).

São Paulo lidera com 34,1 milhões de votantes, seguido por Minas Gerais (16,3 milhões) e Rio de Janeiro (12,8 milhões).

Voto facultativo

Cerca de 1,6 milhão de jovens de 16 e 17 anos e quase 17 milhões de eleitores com mais de 70 anos têm o voto opcional.

Com informações do Metrópoles

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Geral

VOTAÇÃO NO EXTERIOR: Lula vence na Malásia e em Singapura


Foto: Ricardo Stuckert

A apuração antecipada dos votos no exterior para o primeiro turno das Eleições 2026 segue avançando na Ásia. Com o encerramento das urnas devido à diferença de fuso horário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) garantiu vitórias expressivas tanto na Malásia quanto em Singapura.

Malásia

No território malásio, Lula obteve a maioria dos sufrágios entre os eleitores brasileiros cadastrados. Dos 82 votos válidos contabilizados, o petista somou 44 votos, seguido por Flávio Bolsonaro (PL), que registrou 27.

Lula: 44 votos

Flávio Bolsonaro: 27 votos

Renan Santos: 7 votos

Escritor Augusto Cury: 3 votos

Zema: 1 voto

Ronaldo Caiado: 1 voto

Singapura

Em Singapura, onde o volume de votantes foi maior, Lula também conquistou uma vitória ampla. Dos 348 votos válidos, o atual presidente recebeu 190 votos. Flávio Bolsonaro ficou na segunda colocação com 92 votos. A seção também registrou 16 votos entre brancos e nulos.

Lula: 190 votos

Flávio Bolsonaro: 92 votos

Renan Santos: 22 votos

Escritor Augusto Cury: 21 votos

Zema: 12 votos

Ronaldo Caiado: 6 votos

Rui Costa Pimenta: 2 votos

Samara: 2 votos

Clariana Barão: 1 voto

Brancos e nulos: 16 votos

Panorama geral

Estes dados fazem parte dos primeiros boletins de urna divulgados pelos consulados no exterior. O resultado oficial consolidado de todo o pleito, englobando a votação nacional e internacional, será divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após o encerramento geral da votação, às 17h (horário de Brasília).

Com informações do G1

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Geral

VOTAÇÃO NO EXTERIOR: Flávio Bolsonaro vence Lula nas Filipinas


Foto: Nelson Almeida/AFP

A apuração dos votos no exterior continua revelando novos cenários para a eleição presidencial de 2026. Nas Filipinas, onde o processo de votação foi encerrado devido à diferença de fuso horário, o candidato Flávio Bolsonaro (PL) saiu vitorioso.

Do total de 62 votos válidos computados no país asiático, Flávio obteve 33 sufrágios (o equivalente a pouco mais de 53%), enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou 26 votos.

Completando o placar local, Renan Santos ficou na terceira posição com 2 votos, seguido por Ronaldo Caiado, que somou 1 sufrágio.

Resumo da votação nas Filipinas

Flávio Bolsonaro: 33 votos

Lula: 26 votos

Renan Santos: 2 votos

Ronaldo Caiado: 1 voto

Total de votos válidos: 62

Os dados parciais do exterior fazem parte dos boletins de urna antecipados por conta dos fusos horários internacionais. O resultado oficial consolidado de todo o pleito incluindo o Brasil e o restante da rede exterior do TSE, será divulgado após o encerramento geral da votação, às 17h (horário de Brasília).

Com informações do G1

Opinião dos leitores

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‘TSE paralelo’: Decisões de Gilmar Mendes sobre campanhas geram crise com a Justiça Eleitoral e o próprio STF


Foto: Wilton Junior/Estadão

Na véspera do primeiro turno das Eleições 2026, uma série de decisões do ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), acendeu um alerta no meio jurídico e provocou tensão institucional. Juristas ouvidos pelo Estadão avaliam que a atuação do magistrado ao decidir sobre demandas eleitorais em série esvazia a Justiça Eleitoral e personaliza o poder sobre as campanhas.

As decisões de Gilmar foram tomadas entre sexta-feira (2) e sábado (3), menos de 24 horas depois de o presidente do STF, ministro Edson Fachin, assinar uma resolução para impor regras mais rígidas na distribuição de petições na Corte e evitar o direcionamento de casos.

Intervenções em disputas estaduais e presidenciais

Nas decisões recentes, o decano derrubou direitos de resposta concedidos por Tribunais Regionais Eleitorais (TREs): No Paraná, Gilmar cassou decisões do TRE-PR favoráveis a Sergio Moro (PL) e liberou propagandas de Sandro Alex (PSD) sobre aborto. Na Bahia, o ministro afastou direitos de resposta concedidos pelo TRE-BA a Jerônimo Rodrigues (PT) contra publicações de ACM Neto (União Brasil) sobre o programa Pé-de-Meia e a Operação Overclean.

As medidas foram tomadas por meio de pedidos de extensão dentro de uma reclamação já em curso no STF, um processo aberto meses antes para discutir outro tema. Especialistas apontam que usar processos antigos como “atalhos” evita o sorteio de novos relatores, prática criticada por burlar a distribuição regular.

A mesma reclamação já havia sido utilizada na quinta-feira (1º) para obrigar a inclusão de Renan Santos (Missão) no debate presidencial da TV Globo, revertendo decisão do presidente do TSE, Nunes Marques.

Repercussão e críticas de juristas

Para o advogado constitucionalista Marcelo Aith, Gilmar está convertendo seu gabinete em um “TSE paralelo”. Ele diz que “a defesa da liberdade de expressão não pode servir de salvo-conduto para submeter a jurisdição eleitoral à vontade de um único ministro”.

O professor e ex-desembargador Walter Fanganiello Maierovitch aponta que o cenário indica um avanço indevido do Supremo sobre a competência da Justiça Eleitoral, evidenciando uma relação de “morde e assopra” com a presidência de Fachin.

O jurista Marcelo Crespo (ESPM-SP) alerta  para o risco de criação de uma instância paralela, na qual derrotados nos TREs recorrem diretamente ao STF sem aguardar a tramitação natural pelo TSE. Já o advogado eleitoral Alberto Rollo critica a prática conhecida como “pescaria de relator” (manipulação de regras processuais para manter processos com um magistrado de preferência) e destaca que a resolução de Fachin tentou justamente coibir essa triagem paralela.

Apesar das críticas e da nova normativa interna do STF para endurecer a triagem de petições de terceiros, a prática de concentrar temas sensíveis em gabinetes específicos tem gerado debates recorrentes na Corte, envolvendo também outros ministros em episódios anteriores. Até o momento, o gabinete de Gilmar Mendes não se manifestou sobre as avaliações dos juristas.

Com informações do Estadão

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Geral

VOTAÇÃO NO EXTERIOR: Lula vence na Coreia do Sul com mais de 56% dos votos válidos


Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

A apuração dos votos no exterior começou a revelar os primeiros panoramas do primeiro turno das Eleições 2026. Na Coreia do Sul, onde a votação já foi encerrada devido à diferença de fuso horário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) garantiu a vitória com 56,94% dos votos válidos.

Do total de 216 votos válidos contabilizados no país asiático, Lula somou 123 sufrágios. Flávio Bolsonaro (PL) ficou na segunda posição, com 72 votos (33,33%).

A disputa pelo terceiro lugar registrou um empate triplo: Renan Santos, Ronaldo Caiado e o escritor Augusto Cury alcançaram 6 votos cada (2,78%). Na sequência, Rui Costa Pimenta, Zema e Samara registraram 1 voto cada (0,46%). Ao todo, a seção também contabilizou 10 votos entre brancos e nulos.

Resumo da votação na Coreia do Sul

  • Lula: 123 votos (56,94%)

  • Flávio Bolsonaro: 72 votos (33,33%)

  • Renan Santos: 6 votos (2,78%)

  • Ronaldo Caiado: 6 votos (2,78%)

  • Escritor Augusto Cury: 6 votos (2,78%)

  • Rui Costa Pimenta: 1 voto (0,46%)

  • Zema: 1 voto (0,46%)

  • Samara: 1 voto (0,46%)

  • Brancos e nulos: 10 votos

Apesar da divulgação antecipada desses boletins de urna locais, os resultados oficiais consolidados para todo o exterior e para o Brasil só serão oficializados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após o encerramento geral da votação, às 17h (horário de Brasília).

Com informações do G1

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Geral

VOTAÇÃO NO EXTERIOR: Lula vence Flávio Bolsonaro na Austrália e Nova Zelândia


Fotos: Reprodução/ICL

Com a diferença de fuso horário, os primeiros resultados das Eleições 2026 começaram a ser divulgados pelos consulados brasileiros no exterior. Na Austrália e na Nova Zelândia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva saiu vitorioso com ampla vantagem.

Na Austrália, onde foram computados cerca de 7,1 mil votos, Lula somou 57,4% da preferência do eleitorado, enquanto Flávio Bolsonaro obteve 30,7%. O desempenho de Flávio superou o percentual registrado por seu pai, Jair Bolsonaro, que marcou 28% no país durante o pleito de 2022, ano em que Lula havia conquistado 54% dos votos locais.

Na Nova Zelândia, a vantagem foi ainda mais expressiva: Lula venceu com cerca de 70% dos votos (234 de um total de 332 sufrágios), seguido por Flávio Bolsonaro, com 19%, e Renan Santos, que registrou um voto.

Crescimento exponencial do eleitorado fora do país

O cenário na Oceania reflete a expansão do voto brasileiro no exterior. Em apenas quatro anos, o número de eleitores aptos a votar fora do Brasil cresceu 32%, alcançando a marca histórica de mais de 918 mil eleitores em 2026.

Para efeito de comparação, o colégio eleitoral brasileiro no exterior já supera o total de eleitores de estados inteiros da federação, como Roraima (401,5 mil), Amapá (577,5 mil) e Acre (614,4 mil).

Ao todo, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) enviou urnas eletrônicas para 186 cidades em 134 países. Entre os maiores redutos de eleitores brasileiros fora do território nacional destacam-se: os Estados Unidos (liderando o volume geral), Portugal (com 134,8 mil eleitores inscritos) e o Japão, com 88,4 mil eleitores.

Com informações do ICL Notícias

Opinião dos leitores

  1. Eu sou contra desses votos fora do país, eles não estão aqui pra passar os problemas que o Brasil passa, e tem alguns que nem imposto de renda pagam, então não terinham direito de votar.

  2. Não acredito nesses votos
    Se estão fora do Brasil estão em um governo de direita
    Querem jogar merda no Brasil

  3. O que esse pessoal está fazendo fora do Brasil? Se Lula é o candidato deles, venham e vivam e aplaudam aqui no Brasil.

  4. é fácil votar em amigo de bandido quando a pessoa não está no Brasil convivendo com a violência né? não era pra ser permitido votar quem não vive aqui!

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Geral

ELEIÇÕES 2026: Guia prático com o que pode e o que não pode neste domingo


Foto: Reprodução/Internet

Milhões de brasileiros vão às urnas neste domingo (4) para o primeiro turno das Eleições 2026. A votação ocorre das 8h às 17h (horário de Brasília) e, para garantir que o processo ocorra de forma tranquila, o eleitor deve ficar atento a uma série de regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral.

Quem estiver na fila até as 17h terá garantido o direito de votar. Antes de sair de casa, vale conferir o local de votação (pelo portal do TSE ou aplicativo e-Título), separar um documento oficial com foto e preparar a tradicional “colinha”.

O que está em disputa na urna

Neste pleito, os eleitores votarão na seguinte ordem: Deputado Federal, Deputado Estadual ou Distrital, Primeiro Senador, Segundo Senador, Governador e Presidente da República.

O que é permitido e o que é proibido na votação

Camisetas e manifestações:

É permitido usar camisetas, broches, adesivos ou bandeiras com preferências políticas. Contudo, a manifestação deve ser individual e silenciosa. Abordar eleitores para pedir votos, formar aglomerações com roupas padronizadas ou realizar carreatas e comícios é proibido.

Uso do celular:

O aparelho é proibido dentro da cabine de votação. O eleitor deve desligá-lo e deixá-lo no local indicado pela mesa receptora antes de votar, junto a máquinas fotográficas e filmadoras.

A “colinha” de papel:

É totalmente permitida e recomendada para agilizar a votação, desde que anotada previamente em papel.

Santinhos e propaganda:

A distribuição de santinhos e materiais de campanha no dia da eleição é crime (boca de urna). O “derrame de santinhos” nos arredores dos locais de votação também é rigidamente vedado.

Bebida alcoólica (Lei Seca):

Não existe uma regra nacional única. A proibição da venda e consumo depende de decretos locais de cada estado ou zona eleitoral (no Distrito Federal, por exemplo, não há restrição, enquanto no Ceará a venda foi proibida das 8h às 18h).

Documentação e justificativa

Para votar, é obrigatório apresentar um documento oficial com foto (como CIN, CNH, passaporte ou carteira de trabalho física). A carteira de trabalho digital e certidões não são aceitas. O título de eleitor não é obrigatório.

Quem não puder comparecer à votação deve justificar a ausência em até 60 dias após o pleito, preferencialmente pelo aplicativo e-Título, evitando multas e restrições burocráticas, como impedimentos para tirar passaporte ou assumir cargos públicos.

Com informações do Metrópoles

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Política

LOUCURA: Vantagem de Allyson cai 14 pontos em 7 dias e eleição fica completamente aberta, segundo pesquisa Quaest

Fotos: Divulgação

A nova pesquisa Quaest, divulgada neste sábado (3), mostra uma forte virada de cenário na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte. Em pouco mais de uma semana, a vantagem de Allyson Bezerra (União Brasil) sobre Cadu de Lula (PT) caiu de 18 para apenas 4 pontos. Já contra Álvaro Dias (PL), a distância recuou de 21 para 7 pontos. Nos dois casos, a vantagem encolheu 14 pontos percentuais.

O movimento aconteceu dos dois lados: Allyson perdeu oito pontos, caindo de 39% para 31%, enquanto Cadu e Álvaro cresceram 6 pontos cada. O petista avançou de 21% para 27% e o candidato do PL passou de 18% para 24%.

A disputa pela segunda vaga no eventual segundo turno também pegou fogo. Cadu aparece com 27% e Álvaro tem 24%. Com margem de erro de dois pontos percentuais, os dois estão tecnicamente empatados.

Na rodada de 25 de setembro, Allyson marcava 39%, Cadu tinha 21% e Álvaro aparecia com 18%. Agora, na pesquisa divulgada neste sábado (3), os números são 31%, 27% e 24%, respectivamente.

A Quaest ouviu 1.800 eleitores do RN entre os dias 2 e 3 de outubro. A pesquisa, encomendada pela Inter TV, tem margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e registro RN-09644/2026 na Justiça Eleitoral.

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Geral

PESQUISA QUAEST: Allyson despenca oito pontos percentuais em uma semana, Cadu e Álvaro crescem e empatam na 2ª colocação

Fotos: Reprodução

Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3), véspera do 1º turno, mostra como está a disputa pelo governo do RN. O resultado mostra uma queda significativa das intenções de voto em Allyson Bezerra, que tinha 39% no levantamento divulgado no dia 25 de setembro, mas agora despencou para 31%.

Cadu de Lula e Álvaro Dias cresceram seis pontos percentuais no mesmo período e agora somam 27% e 24%, respectivamente, ficando tecnicamente empatados.

Veja o resultado com os votos totais, incluindo votos em branco, nulos e eleitores indecisos:

Allyson (UNIÃO): 31% (eram 39% em 25 de setembro)
Cadu de Lula (PT): 27% (eram 21%)
Álvaro Dias (PL): 24% (eram 18%)
Rodrigo Bolsonaro (AGIR): 1% (era 1%)
Professor Roberio Paulino (PSOL): 1% (era 0)
Arinalda do MLB (UP): 0 (era 0 )
Godeiro Linhares (DC): 0 (era 0)
Henrique Lyra (PCO): 0 (era 0 )
Dário Barbosa (PSTU): 0 (era 0)
Indecisos/não sabe/não respondeu: 2% (eram 10%)
Branco/nulo: 14% (eram 11%)

O levantamento foi encomendado pela Inter TV e ouviu 1.800 eleitores de 16 anos ou mais, entre os dias 2 e 3 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o TSE: RN-09644/2026.

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Geral

PESQUISA QUAEST/2º TURNO: Flávio vira e aparece com 44%, contra 42% de Lula

Fotos: Reprodução

A última pesquisa Qauest antes do primeiro turno mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 44% das intenções de voto na segunda etapa do pleito, contra 42% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O cenário é de empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.

No levantamento anterior, divulgado na segunda-feira (28/2), ambos tinham 42% e agora Flávio aparece numericamente à frente de Lula, no segundo turno, de acordo com a Quaest.

O instituto entrevistou 3.702 eleitores entre os dias 2 e 3 de outubro. O levantamento, contratado pelo jornal O GLOBO e a TV Globo, tem nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais. A pesquisa foi registrada junto à Justiça Eleitoral sob o código BR-02197/2026.

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