Saúde

Canela pode ajudar no controle do diabetes, sugere estudo brasileiro

Foto: Formulatehealth/Wikimedia Commons

Nesse sábado (6), um estudo brasileiro publicado no periódico Journal of the American College of Nutrition analisou a relação entre a canela e o diabetes tipo 2. Os resultados, promissores, apontam que consumo diário da especiaria pode auxiliar no controle da doença.

O diabetes tipo 2 é o mais comum, e geralmente acomete pessoas com mais de 40 anos de idade. Nele, nosso organismo se torna incapaz de usar adequadamente a insulina, um hormônio produzido no pâncreas que tem um papel importante no metabolismo do açúcar. Quando isso acontece, não conseguimos usar esse combustível, e a glicemia (concentração de glicose no sangue) aumenta – causando uma série de consequências negativas para o corpo.

A associação entre canela e controle do diabetes não é novidade. Mas segundo José Claudio Lira, pesquisador da Universidade Federal do Ceará e autor principal do estudo, os resultados, até então, não eram claros e exigiam maiores investigações. “Foi por isso que, em 2016, dei início à pesquisa durante o meu doutorado”, contou Lira à Super.

O ensaio clínico aconteceu entre agosto e dezembro de 2019, e contou com 140 voluntários de Parnaíba, município do Piauí. Todos eles tinham diabetes tipo 2 e frequentavam cinco unidades básicas de saúde da cidade.

Havia pessoas de ambos os sexos, com idade entre 18 e 80 anos. Todos apresentavam índice de hemoglobina glicada (que mede a porcentagem de glicose no sangue) igual ou acima de 6%. A título de comparação, quem possui menos que 5,7% apresenta baixo risco de diabetes.

Os voluntários foram divididos em dois grupos. O primeiro ingeriu, durante três meses, três gramas diários de canela em quatro cápsulas – o equivalente a uma colher de chá do alimento. “A dosagem foi escolhida a partir de uma média dos estudos similares que já haviam testado canela ao redor do mundo”, explica Lira. Ao segundo grupo, foi dado placebo.

Todas as pessoas seguiram com a mesma rotina de alimentação, exercícios e medicamentos de antes. O estudo era triplo cego: pacientes, técnicos de laboratórios, a responsável pela análise dos dados e o pesquisador principal não sabiam que grupo estava utilizando canela ou placebo. É uma forma de evitar possíveis resultados enviesados. “Havia um único cientista envolvido no estudo responsável por essa classificação”, disse Lira. “As informações ficaram em um envelope lacrado, que foi aberto no final do ensaio.”

Ao final de 90 dias, os voluntários realizaram novos exames de sangue para medir as diferenças. O grupo que ingeriu canela teve redução média de 0,21% nos índices de hemoglobina glicada, enquanto os que receberam placebo registraram aumento médio de 0,38%.

Já no teste de glicemia em jejum, também usado no controle do diabetes (e feito, claro, em jejum), houve uma redução de 10 mg/dL dentre os que tomaram canela, enquanto no grupo placebo o nível aumentou 21 mg/dL. Os voluntários tinham, em média, um nível de glicemia em jejum de 186 mg/dL – o ideal é que ele fique sempre entre 100-120 mg/dL.

Foi calculado também o índice HOMA-IR, que mede se a resistência à insulina está alta ou não. Em média, o índice diminuiu 0,47% entre os que usaram canela e subiu 0,30% no grupo placebo.

“Além disso, pacientes entre 40 e 65 anos tiveram resultados melhores que os outros, assim como aqueles que possuíam diabetes há mais de cinco anos”, aponta Lira.

A pesquisa contou também com profissionais de outras instituições, como a USP, a Fundação Oswaldo Cruz e a Universidade de Washington, nos EUA. No futuro, há planos de refazer o teste com um número maior de voluntários, bem como em mais lugares do Brasil. “Cada região possui hábitos alimentares e de vida distintos, que acabam interferindo no quadro de saúde do paciente com diabetes.”

Vale ressaltar que a canela deve funcionar como um complemento ao tratamento, que inclui medicamentos adequados, uma dieta saudável e a prática regular de exercícios. “O diabetes é uma doença crônica, que deve ser tratada pelo resto da vida. Só que, com o tempo, as pessoas podem relaxar ou até mesmo ignorar os cuidados necessários”, ressalta Lira. Foi por esse motivo que a pesquisa tentou desenvolver uma nova aliada a esse tratamento, que não causasse efeitos colaterais e fosse de fácil adesão. “A dose de canela pode acontecer em uma única refeição ou em doses fracionadas, e o ideal é que ela seja consumida in natura.”

A canela não é a única que pode ajudar com o diabetes. O pesquisador cita também testes promissores com alimentos como maracujá, gengibre e cúrcuma. “Queremos disponibilizar possibilidades para que o paciente possa melhorar a qualidade de vida e minimizar gastos com hospitalizações e complicações geradas pela doença.” As substâncias com o melhor desempenho podem, ainda, servir como base para a formulação de medicamentos fitoterápicos.

Super Interessante

Opinião dos leitores

  1. Muita gente sabe que diabetes tem cura. Querem um exemplo? Faustão fez uma cirurgia em Goiânia, se não me engano, e ficou bom. Mas o megaloby da indústria farmacêutica não permite que a cura seja exercitada legalmente. Nas a estupenda maioria dos médicos preferem as receitas médicas………Deu pra entender?

    1. Romário também operou.
      Eu queria ter mais informações sobre essa cirurgia.
      Eu também tenho essa praga do diabetes.
      Gostaria de me curar e sair divulgando em todas esquinas.

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Diversos

Realmente dá para estocar vento; veja como o RN vai fazer isso

O governo do Rio Grande do Norte fechou há poucas semanas uma parceria com a empresa EV Brasil para o desenvolvimento de um projeto de “armazenamento verde gravitacional de energia” em larga escala e de longa duração.

O nome é complexo, mas, basicamente, tem a ver com estocar vento. Pois é. Se você se lembrou da famosa expressão “estocar vento” usada pela ex-presidente Dilma Rousseff em uma entrevista coletiva na ONU, em 2015, é por aí mesmo.

O governo do RN assinou um memorando de entendimento (MoU) com a EV Brasil. E a proposta é encontrar meios de fazer a energia eólica ser armazenada para uma espécie de estoque, sem uso imediato.

O MoU é um instrumento jurídico que funciona como um contrato, e, neste caso, estabelece interesses e objetivos mútuos das partes em um processo de cooperação. Ou seja, é um primeiro passo bastante promissor e pioneiro na América Latina.

Segundo João Fernandes, diretor executivo da EV Brasil, representante brasileira da empresa suíça Energy Vault, o setor prevê um crescimento explosivo do mercado brasileiro de armazenamento de energia nos próximos dois anos.

“Estamos falando de estocar energia gerada a partir do vento. O objetivo dessa estocagem é ter energia disponível para os momentos do dia em que não houver vento. O mesmo vale para a geração solar: estocar para os momentos em que não houver sol”, diz o executivo.

“Nossa expectativa é anunciar nas próximas semanas alguns outros projetos no Brasil e o do Rio Grande do Norte deverá ser o pioneiro também na América Latina”, acrescenta Fernandes.

Para que estocar vento?

As energias renováveis eólica e solar são intermitentes —isto é, nem sempre estão disponíveis. Usá-las 24 horas por dia requer o desenvolvimento de soluções de armazenamento que sejam confiáveis, mas também flexíveis.

A Energy Vault propõe uma solução que promete ser eficiente, durável e sustentável, com eficiência de ciclo energético de 80 a 85% (ou seja, só 15% da energia poderia se perder no processo), com uma estrutura de vida útil superior a 35 anos, sem causar danos ao ambiente com geração de resíduos químicos.

O potencial é da ordem de 400 MW a 600 MW em unidades de armazenamento de energia verde gravitacional até 2024 no Rio Grande do Norte, segundo o que prevê o memorando.

O projeto nasceu de uma aproximação entre o Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio da Sedec (Secretaria de Desenvolvimento Econômico), e a embaixada do Brasil na Dinamarca. Próximo dali, em Davos (Suíça), a Energy Vault, empresa responsável pelo projeto brasileiro, foi vencedora do Prêmio “Pioneiros de Tecnologia 2020” do Fórum Econômico Mundial. A tecnologia que a empresa pretende trazer já foi testada na Suíça.

Fátima Bezerra (PT), governadora do Rio Grande do Norte, lembra que o estado lidera o ranking nacional de produção de energia eólica, e afirma que, agora, está assumindo mais uma posição de vanguarda, que é o armazenamento dessa energia.

“Estamos vivendo tempos difíceis num país com um potencial como o Brasil, ameaçado hoje até de apagão e crise no sistema elétrico. Então, é mais um motivo para a gente valorizar e celebrar o momento que estamos vivendo hoje”, disse na ocasião do anúncio.

Estocar vento: como funciona?

A energia elétrica é um conceito com o qual todos estamos acostumados. Ela pode alimentar um aparelho de som e se transformar em energia sonora. Já um carro para se mover transforma energia química dos combustíveis em cinética ao impulsionar as rodas.

Grosso modo, a tecnologia de armazenamento de energia eólica prevista para ser usada no Rio Grande do Norte utiliza blocos de concreto empilhados em torres de até 120 metros de altura para armazenar um outro tipo de energia: a potencial gravitacional.

“A energia potencial gravitacional é a energia que um objeto adquire ao ser elevado. Se soltarmos um objeto de uma grande altura e ele cair em cima de um carro, vai amassá-lo porque a energia potencial gravitacional que objeto tinha lá em cima se converteu em energia cinética ao cair e depois atingiu o carro”, explica Fernandes.

Um guindaste movido a combustível, por exemplo, ao levantar uma carga, transforma a energia química do combustível (ou elétrica, se for movido a eletricidade) em energia cinética (de movimento) e depois em energia potencial gravitacional da carga lá no alto.

“Nossa tecnologia recebe energia elétrica, essa energia elétrica alimenta um motor que eleva um bloco bem pesado, que adquire assim energia potencial gravitacional”, conta.

Falando assim, pode ser difícil visualizar, mas uma simulação 3D e vídeos de uma torre já construída em Arbedo-Castione, na Suíça, ajudam a entender melhor o processo. Confira abaixo:

Trata-se de uma enorme estrutura que funciona como um complexo ioiô. Instalada em um parque eólico e rodeada de blocos de concreto, ela é capaz de usar a energia elétrica produzida por um aerogerador e usá-la para mover esses blocos, armazenando essa energia neles.

“Nossa tecnologia é voltada para larga escala porque a quantidade de energia armazenada é bem maior do que uma bateria de carro ou do que uma bateria caseira. E é verde, porque, ao contrário das baterias químicas —desde as de carros até as de íon lítio, mais modernas—, não gera resíduos químicos que precisam ser tratados e dispostos adequadamente”, disse.

De acordo com o projeto da EV Brasil, o motor das suas estruturas é capaz de elevar e empilhar blocos de concreto da ordem de 35 toneladas cada e os blocos de concreto podem ficar empilhados com a energia armazenada pelo tempo que for necessário.

Quando for preciso consumir a energia guardada ali, basta baixar os blocos através de um cabo de aço acoplado a um gerador, havendo, assim, nova geração de energia elétrica e ainda limpa.

Mais segurança energética

Segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Rio Grande do Norte é o líder nacional na produção de energia renovável, contando com 194 parques em operação, 47 em construção e 79 contratados. Somados os projetos, são 9,6 GW de potência no total.

Os empreendimentos em construção e contratados somam uma capacidade de 4,7 GW, fazendo com que o estado venha a ultrapassar os 10 GW em potência instalada dentro de quatro anos.

A região no nordeste brasileiro também possui o maior fator de capacidade média anual —proporção entre a produção efetiva em um período de tempo e a capacidade máxima no mesmo período— para a instalação de usinas eólicas offshore: isto é, parques de captação de energia pelo vento que fiquem em alto mar, longe da terra firme, onde o vento não encontra obstáculo. O potencial para geração de energia em plantas eólicas no mar é de 110 a 140 GW.

UOL

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Geral

Cachorro não é mala: pet que morreu em voo passou mais de 7 horas confinado em compartimento de carga

Foto: Arquivo pessoal

Em viagens aéreas, animais de estimação podem passar muitas horas confinados, o que pode levá-los à morte. Donos de pets denunciam que o descaso com cuidados mínimos – como a presença de pessoas que possam prestar socorro aos bichos em caso de mal-estar durante o voo – tem contribuído para desfechos fatais. Em menos de um mês, dois cães morreram em aviões da companhia aérea Latam – em um deles, um american bully de 4 anos passou, segundo relato de seu dono, por pelo menos sete horas enclausurado, entre a chegada ao aeroporto com a antecedência solicitada pela empresa e e o voo, no porão da aeronave. Os episódios desencadearam uma forte pressão para que o serviço, muito procurado por viajantes amantes de pets, seja regulamentado com urgência.

De acordo com a Associação Brasileira de Empresas Aéreas, 121.309 pets foram transportados pelas companhias associadas (Gol, Latam e Voepass) de janeiro a setembro deste ano. Em 2020, foram 142.543 animais viajando, e em 2019, 152.582. Os dados consideram o transporte tanto na cabine de passageiros quanto nos compartimentos de carga dos aviões e nos porões “com temperatura controlada”. Com medo de maus-tratos, muitos proprietários de bichos, sobretudo cães, têm recorrido a laudos médicos que alegam a necessidade de “apoio emocional” para que os animais viajem junto eles dentro da cabine do avião.

O engenheiro civil Giuliano Conte, de 29 anos, que perdeu o american bully no dia de seu aniversário, durante um voo pela Latam, ainda pensa se entrará com algum pedido de reparação judicial, que incluiria danos morais – pela perda afetiva envolvida – e materiais. Na Latam, para voos dentro do Brasil, o custo de transporte de um cachorro varia de R$500 a 900, dependendo do peso do pet. Isso para viajar no bagageiro, como foi o caso do animal de estimação de Conte. Em outras companhias, para viajar na cabine, o valor do transporte pode subir para quase R$ 2 mil.

Para viajar até Aracaju, no Sergipe, Weiser teve de ser alojado em uma caixa de madeira com o dobro de seu tamanho, por volta das 8h, embora a decolagem, de São Paulo, só estivesse prevista para 12h30. O engenheiro conta que recebeu a notícia trágica da morte de seu melhor amigo ao chegar ao Aeroporto Internacional de Aracaju, no último dia 13. Um mês antes, no 14 de setembro, num voo entre Rio e São Paulo, a morte do golden retriever Zyon, de 2 meses e quatro dias, já tinha provocado grande repercussão em torno do tema. A tutora do animal, Gabriela Duque, de 24 anos, disse que Zyon embarcou, às 13h, em um voo que levou cerca de 50 minutos até o destino, mas apenas às 15h30 o filhote foi levado até ela. No momento do encontro, o animal já se apresentava dificuldades em respirar, segundo nota divulgada pela assessoria da dona do animal, à época.

– Esse momento está sendo complicado, mas espero que o episódio sirva de exemplo, para que não se repita mais. As companhias aéreas tentam se omitir ao máximo sobre essas situações -afirmou Giuliano Conte, que, antes de decidir por uma ação judicial, tenta proteger a esposa, que está grávida de três meses e sofreu forte imipacto emocional com a morte do animal. — Estamos muito abalados, vamos esperar a poeira abaixar.

Após o incidente envolvendo o cão Weiser, a companhia informou que está “consternada com o ocorrido” e que “já vinha fazendo uma análise profunda de todos os procedimentos deste tipo de transporte, e neste lamentável evento cumpriu todos os processos de forma correta”. Mas, “diante deste cenário, a empresa decidiu neste momento suspender a venda para o transporte de pets no porão das aeronaves nos 30 próximos dias para o mercado brasileiro”. A exceção vai para o cliente que já adquiriu o serviço e não preferir o reembolso. Neste ano, a empresa já transportou 65.029 pets, tanto dentro do país quanto para o exterior. Desses, 23.878 viajaram no porão, 40.132 na cabine e 1.019 tinham aval para apoio emocional e acompanhamento de passageiros com necessidades especiais. E houve dois registros de mortes.

Para ler a matéria na íntegra acesse AQUI.

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Polícia

VÍDEO: Em tentativa de assalto, vítima tenta atropelar bandido em Parnamirim

Uma ocorrência de tentativa de assalto foi registrada na noite desta quinta-feira (21) em Parnamirim. Segundo a PM, o meliante ameaçou a vítima com uma arma, mas não obteve sucesso e chegou a efetuar um disparo.

O caso aconteceu por volta das 21 horas em um local próximo a empresa Lotus Material de Construção, localizada na Avenida Maria Lacerda, em Nova Parnamirim.

O criminoso estava a espera de alguma vítima na esquina. Ao ver um carro se aproximando, ele anunciou o assalto, a vítima chegou a tentar passar o veículo por cima dele e conseguiu fugir.

A polícia ainda não conseguiu localizar o suspeito.

Agora RN

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Mundo

Alec Baldwin diz estar “de coração partido” após morte de diretora em set

O ator Alec Baldwin se pronunciou na tarde desta sexta-feira (22) após um tiro de uma arma cenográfica, empunhada por ele, matar a diretora de fotografia Halyna Hutchins e ferir o diretor Joel Souza na quinta-feira (21).

“Não há palavras para expressar meu choque e tristeza em relação ao trágico acidente que tirou a vida de Halyna Hutchins, esposa, mãe e nossa colega profundamente admirada”, diz a mensagem de Baldwin, publicada em suas redes sociais.

“Estou cooperando totalmente com a investigação policial para abordar como essa tragédia ocorreu e estou em contato com o marido dela, oferecendo meu apoio a ele e sua família. Meu coração está partido por seu marido, seu filho e por todos que conheciam e amavam Halyna”, conclui.

Halyna chegou a ser socorrida por um helicóptero, mas morreu no Hospital da Universidade do Novo México.

A outra vítima, o diretor Joel Souza, de 48 anos, foi transportado de ambulância ao Hospital Christus São Vicente para atendimento. Segundo informações divulgadas pela atriz Frances Fisher em seu perfil no Twitter, Joel já recebeu alta do centro médico.

“Única bala” em arma cenográfica

Segundo informou o sindicato de Hollywood em um memorando aos membros, segundo publicações da indústria cinematográfica, a arma presente no set possuía uma única bala.

“Um único tiro ao vivo foi disparado acidentalmente no set pelo ator principal, atingindo tanto o diretor de fotografia Halyna Hutchins, membro do Local 600, quanto o diretor Joel Souza”, disse uma filial local do sindicato aos membros no memorando, de acordo com as revistas Variety e IndieWire.

“Rust” é um filme de faroeste ambientado na década de 1880 e será estrelado por Baldwin, Travis Fimmel e Jensen Ackles.

O filme conta a história de Harland Rust, um famoso criminoso do faroeste americano (interpretado por Baldwin) na década de 1880, que ajuda seu neto (Brady Noon) a fugir da prisão após o jovem ser condenado à forca por ter matado acidentalmente um fazendeiro local.

As gravações do longa foram suspensas “por tempo indeterminado” após o acidente no set.

CNN Brasil

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Luto

Morre o engenheiro eletricista Antônio Sálvio de Abreu

Foto: Cedida

O engenheiro eletricista Antônio Sálvio de Abreu, morreu nesta sexta-feira (22) ao amanhecer do dia.

Um talentoso profissional da engenharia elétrica do RN, com destacada atuação acadêmica na UFRN, na área de ensino, pesquisa e extensão, desde de 1977. Professor dedicado e comprometido a missão de formação de egressos dos cursos de Engenharia Elétrica e de Telecomunicações.

Formado na nona turma de Eng. Elétrica da UFRN. Ex-aluno do Curso técnico de Estradas da ETFRN e Ex-conselheiro do CREA-RN. Exerceu várias funções gerenciais na TELERN, participando de diversos projetos importantes na construção da infraestrutura de telecomunicações do RN, em especial a telefonia móvel. Como Diretor Regional da TIM no RN, contribuiu expressivamente para o desenvolvimento econômico do nosso estado na área de comunicações móveis.

O velório será às 18h, e sepultamento às 21h, no Morada da Paz Emaús.

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Saúde

Mais 156 mil doses de vacinas contra Covid-19 chegam ao RN nesta sexta-feira (22)

Foto: Reprodução / Sesap

No início da tarde desta sexta-feira (22), a Secretaria de Estado de Saúde Pública recebeu 156.780 doses do imunizante da Pfizer. O quantitativo será distribuído na manhã de sábado (23) para todos os municípios.

Os lotes garantem a segunda dose e também a dose de reforço dos idosos, pessoas imunossuprimidas e trabalhadores da saúde, além da continuidade da vacinação das crianças e adolescentes entre 12 e 17 anos.

“É importante ressaltar que além da dose de reforço, as pessoas que não procuraram as unidades básicas de saúde para completar o esquema vacinal com a segunda dose, precisam garantir a imunização, procurando o mais rápido possível o posto mais próximo de sua casa. Só assim vamos conseguir avançar ainda mais na imunização da população do Rio Grande do Norte”, alerta a coordenadora de Vigilância em Saúde, Kelly Lima.

De acordo com a plataforma RN+ Vacina hoje existem 205.039 pessoas com doses atrasadas, ou seja, que só tomaram a primeira dose e não completaram o esquema vacinal dentro do prazo estabelecido.

Hoje o Rio Grande do Norte conta com 2.485.217 pessoas parcialmente vacinadas, com a primeira dose, o que representa 78% da população acima dos 12 anos e 1.693.812 pessoas totalmente vacinadas, 53% desse grupo. Até o momento foram aplicadas 4.281.296 doses dos imunizantes contra a Covid-19. É importante sempre destacar que a vacina é a forma mais eficaz de combate à pandemia.

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Mundo

Alec Baldwin repete tragédia com filho de Bruce Lee 28 anos atrás

Foto: REPRODUÇÃO / TWITTER @BRANDONBLEE

A morte da diretora de fotografia do filme Rust, Halyna Hutchins, de 42 anos, depois que o astro de Hollywoord Alec Baldwin disparou uma arma cenográfica em um set de filmagem, na última quinta-feira (21), repete uma tragédia com os mesmos detalhes ocorrida há 28 anos.

Em março de 1993, durante as gravações do filme O Corvo, o ator Brandon Lee, filho de Bruce Lee, morreu nas mesmas circunstâncias. O colega de trabalho Michael Masse disparou o que deveria ser um tiro de festim contra o peito de Brandon Lee, que morreu aos 28 anos.

A irmã de Brandon Lee, que abastece o perfil do Twitter do irmão em homenagem a ele, se pronunciou nesta sexta-feira depois da tragédia que envolveu Alec Baldwin: “Nossos corações estão com a família de Halyna Hutchins e Joel Souza e todos os envolvidos no incidente em “Rust”. Ninguém deveria ser morto por uma arma em um set de filmagem. Ponto.”

Na última quinta-feira, o ator Alec Baldwin disparou a arma cenográfica que deixou um morto e um ferido no estado americano do Novo México, informou o gabinete do xerife do condado de Santa Fé.

“O gabinete confirma que os dois indivíduos baleados no set de Rust foram a diretora de fotografia Halyna Hutchins, 42, e o diretor do filme, Joel Souza, 48, atingidos quando uma arma cenográfica foi disparada pelo ator e produtor Alec Baldwin”, informa o comunicado.

Hutchins “foi transportada de helicóptero para o Hospital da Universidade do Novo México, onde foi declarada morta pela equipe médica”, acrescenta o texto.

R7

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Acidente

Carreta carregada de melancias capota na BR-304 em Mossoró

Foto: Redes sociais

Uma carreta carregada com melancias capotou na BR-304 em Mossoró, na manhã desta sexta-feira (22).

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o condutor teria desobedecido uma ordem de parada, provocando o acidente. Ele teve apenas ferimentos leves.

O acidente aconteceu por volta das 7h10 próximo a ponte do Rio Angicos. Uma carreta que transportava parte da torre de uma usina eólica estava passando sob a ponte com a ajuda de uma escolta, já que a carga possuia excesso lateral.

A escolta particular do veículo interditou a ponte para que a carreta com a torre eólica trafegasse no trecho, mas segundo a PRF, o motorista de uma carreta carregada com melancias desobedeceu a ordem.

Ao perceber que não conseguiria passar pela ponte, o motorista tentou frear, acabou perdendo o controle e capotou para o lado de fora da via.

O motorista da carreta teve apenas ferimentos leves. Já o outro veículo não chegou a ser atingido. A rodovia não ficou bloqueada.

G1 RN

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Clima

Temperatura vai beirar os 40°C no RN durante fim de semana; veja previsão

Foto: Divulgação

Praia e piscina serão boas opções para os potiguares neste fim de semana. Com previsão de poucas chuvas somente no litoral e tempo firme no restante do estado, a temperatura vai beirar os 40°C em algumas regiões. As informações são do site de previsões meteorológicas Climatempo.

Para Natal, a temperatura vai variar entre os 24°C e 31°C, com umidade relativa do ar chegando a 72%. Há a possibilidade de chuvas para a tarde e noite do sábado e domingo (24), mas com probabilidade de 90% para o domingo.

Na região Seridó, temperatura alta e poucas chances de chuvas. A previsão aponta para possibilidade de tempo instável somente para a tarde e noite do sábado, mas sem chuvas no domingo. A umidade relativa do ar vai variar entre 26% e 78%. Em Caicó, a temperatura vai variar entre 25°C e 37°C.

A situação do Seridó será semelhante na região Oeste, mais especificamente em Mossoró. Apesar da temperatura ser um pouco mais baixa, girando entre 23°C e 36°C, a chance de chuva é superior a 90% entre a tarde e noite do sábado. Na capital do Oeste, a umidade relativa do ar vai chegar aos 90%.

As temperaturas mais altas serão no Alto Oeste potiguar. Mesmo com previsão de chuvas para sábado e domingo, no turno da noite, a umidade relativa do ar também vai atingir a casa dos 90%, com temperatura variando entre 24°C e 38°C.

Com informações de Tribuna do Norte

http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/temperatura-vai-beirar-os-40a-c-no-rn-durante-fim-de-semana-veja-previsa-o/523633

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Saúde

RN registra 02 óbitos por Covid nas últimas 24 horas; novos casos são 91

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta sexta-feira (22). São 371.687 casos totalizados. Na quinta-feira (21) eram contabilizados 371.447, ou seja, 240 novos casos em comparação com o dia anterior, destes, 91 confirmados nas últimas 24 horas.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 7.372 no total. Com registro de dois óbitos (Natal e Parnamirim) ocorrido nas últimas 24h. Na quinta (21) eram 7.369 mortes. Óbitos em investigação são 179.939.

Recuperados são 260.484. Casos suspeitos somam 179.939 e descartados são 750.212. Em acompanhamento, são 103.831.

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