Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) projeta inflação sob controle e recessão menor

Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) reviu a previsão de queda do Produto Interno Bruto (PIB) de 6% para 5% em 2020. Segundo o instituto, a inflação deste ano deverá ser de 2,3%, abaixo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (4%). Essas projeções estão descritas em dois estudos publicados hoje, sobre crescimento econômico e sobre o comportamento dos preços.

A razão da revisão da projeção do PIB está nos indicadores econômicos do 3º trimestre. “Estão vindo melhores do que a gente projetava. A gente projeta que em agosto [os dados da] indústria, comércio e serviço continuaram vindo bastante positivos, acima de 5%. O comércio com índices [de crescimento] acima de fevereiro, pré-crise”, assinala o diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, José Ronaldo Souza Júnior.

Apesar da melhora, o cenário econômico, marcado pela pandemia da covid-19, ainda exige cautela. O raciocínio é que não é possível pensar na economia sem pensar na saúde. “Como vai se dar a epidemia nos próximos meses necessariamente tem impacto na atividade econômica”, descreve o diretor. “Uma disseminação grande [da covid-19] e um número alto de mortes pode levar a desaceleração de setores que eventualmente já estão se recuperando, principalmente setor de serviços, como aqueles prestados às famílias, que dependem mais da circulação das pessoas.”

Outra preocupação é com a situação fiscal e o endividamento do Tesouro Nacional. “A pandemia trouxe uma alta de gastos bastante acentuada, combinada com a redução da atividade econômica – que impactou na receita tributária. Com isso, gerou um déficit muito grande esse ano, comprometendo a dívida pública e tornando mais urgente a adoção de medidas relacionadas à contenção de gastos públicos”, alerta o economista.

Para Souza Júnior, o governo vai ter que conter os gastos, para que a dívida pública tenha uma trajetória sustentável. Ele sugere a adoção de “medidas estruturais” para reverter o problema, como o pacto federativo e da reforma administrativa.

Preços e juros

Apesar da alta do preço de alguns alimentos, a inflação não preocupa o diretor. Ele acredita que haverá reequilíbrio. “O preço alto estimula a oferta. Para os próximos períodos, em particular para o ano que vem, é de se esperar uma alta na produção”, diz se referindo à oferta de produtos como arroz. Para outros produtos, o estudo do Ipea aponta que ainda há um grau de ociosidade na economia, o que evita alta de preços.

O diretor do Ipea acredita que o Conselho de Política Monetária do Banco Central não precise elevar a taxa Selic por causa da inflação, e que nas próximas reuniões o Copom mantenha a taxa nos atuais 2%.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. P.C disse:

    Chupa entregador de pizza.
    Kkk
    Tu vai sofrer muito ainda.
    Só com o PR Bolsonaro, vai até 2026.
    Depois ao que tudo indica, segue a sua sofrencia, pois a maioria esmagadora dos eleitores brasileiros, não tolera mais quadrilha de ladrões governando o País.
    Por tanto é melhor JAIR se acustumando tá??

FOTO: Enxame de abelhas invade cabine, motorista perde controle e vira caminhão na BR-304, no interior potiguar

 Foto: PRF/Divulgação

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que um enxame de abelhas invadiu a cabine de um caminhão e provocou um acidente na BR-304, próximo ao município de Lajes, na região central do Rio Grande do Norte, na manhã desta quinta-feira (30). Apesar do cenário de filme de terror, felizmente, ninguém ficou ferido.

Segundo informações da PRF, a invasão das abelhas no caminhão fez com o que o motorista perdesse o controle do veículo, que acabou virando na estrada.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlos disse:

    Eu queria ver um enxame de vacas, será que tem?

  2. francisco nunes disse:

    Enxame é o coletivo de "abelha". Logo, enxame de abelha é um pleonasmo vicioso.

Justiça britânica reconhece Juan Guaidó como presidente e retira de Maduro controle de ouro venezuelano em Londres

O líder opositor venezuelano, Juan Guaidó. Foto: Manaure Quintero – 10.mar.2020/Reuters

O Reino Unido reconheceu o líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó, como presidente do país, decidiu o Supremo Tribunal inglês nesta quinta-feira (02), em um caso sobre quem deve controlar 1 bilhão de dólares em ouro venezuelano armazenado em Londres.

Uma audiência ao longo de quatro dias na semana passada (22) foi a última parte de uma batalha relacionada às reservas de ouro mantidas no Banco da Inglaterra e centrada em qual dos dois presidentes rivais – Nicolás Maduro ou Guaidó – o Reino Unido consideraria como líder legítimo da Venezuela.

No início de 2019, o governo britânico juntou-se a dezenas de nações para apoiar Guaidó, chefe da Assembleia Nacional controlada pela oposição, depois que ele se autodeclarou presidente interino e denunciou Maduro como um usurpador que garantiu uma reeleição fraudulenta.

O juiz da Suprema Corte Nigel Teare proferiu uma sentença determinando que o Reino Unido havia “inequivocamente” reconhecido Guaidó como presidente interino constitucional. Teare baseou sua decisão na chamada doutrina de “uma voz”, na qual o tribunal deve aceitar como conclusiva uma declaração inequívoca do governo britânico que reconheça o líder de uma nação estrangeira.

“O Judiciário e o Executivo devem falar a uma só voz”, disse Teare. “Não podem existir dois presidentes da Venezuela.”

A equipe jurídica de Maduro disse que seu Banco Central (BCV) quer vender o ouro para financiar a resposta da Venezuela ao novo coronavírus. O BCV entrou com uma ação contra o Banco da Inglaterra em maio, alegando que o acesso às reservas de ouro da Venezuela fora proibido.

Sarosh Zaiwalla, um dos advogados que representam Maduro, disse nesta quinta-feira (02) que o BCV estaria buscando uma saída para recorrer da sentença.

No Twitter, o BCV classificou a decisão como “absurda” por privar a Venezuela “do ouro de que precisa urgentemente para enfrentar a pandemia”.

A oposição alega que Maduro quer usar o ouro para pagar seus aliados estrangeiros, o que seus advogados negaram. Nos últimos dois anos, o governo de Maduro retirou cerca de 30 toneladas de suas reservas na Venezuela para vender no exterior por moedas mais valorizadas.

“Garantimos o ouro para o futuro do povo venezuelano”, disse a embaixadora de Guaidó no Reino Unido, Vanessa Neumann.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lulo petismo corrupto disse:

    Imagina Maduro com todo esse ouro em suas mãos, iria fazer muita merda, torraria todo ouro e a pobre Venezuela continuaria na bosta.

  2. Petelho disse:

    Atenção petelhada, o choro é livre.

  3. Manoel disse:

    Putin está a uns 20 anos no poder da Rússia e ninguém dá um piu.
    Nada como ter bomba atômica e um poderio bélico imenso.

  4. Vergonha disse:

    A PTralhada vai ao delírio ..seu mestre está perdendo a boquinha, aquele ladrao do Maduro será preso em breve

Artigo de pesquisadores da UFRN propõe lei de controle da pandemia com uso da matemática

Foto ilustrativa: Edésio Ferreira/EM/D.A Press

Após mais de três meses com repetidos decretos restringindo atividades não essenciais, o que incluiu diversos setores da economia, a Prefeitura de Natal e Governo do Rio Grande do Norte iniciam nesta semana uma reabertura gradual do comércio. De acordo com as nova determinações, em Natal, essa retomada começou a acontecer na terça-feira, 30 de junho, e no estado como um todo a permissão passou a valer a partir desta quarta-feira, 1° de julho.

Esta reabertura dos estabelecimentos comerciais não significa, no entanto, que a pandemia passou ou está controlada. A taxa de ocupação de leitos de terapias intensiva e semi-intensiva permanece alta, beirando os 95% das vagas existentes rede de saúde em todo o estado. Como, então, promover uma retomada da atividade econômica de maneira mais segura possível?

Para responder a essa pergunta, um artigo de pesquisadores do Departamento de Engenharia Elétrica (DEE/UFRN) propõe o uso da matemática. Intitulado Proposta de lei de controle para o surto da covid-19 no estado do Rio Grande do Norte, o estudo apresenta uma equação capaz de determinar qual é o menor nível de distanciamento social necessário para garantir que a epidemia fique sob controle.

Segundo os pesquisadores, o uso desta equação pode garantir a maior atividade econômica possível enquanto mantém o número de indivíduos hospitalizados abaixo de um valor estabelecido pelas autoridades de sanitárias. O cálculo do distanciamento social deve ser feito com base nas informações sobre a pandemia de que dispõem as secretarias municipais e estadual de Saúde.

“A proposta pode contribuir disponibilizando para as autoridades o valor correto do nível de distanciamento social. Atualmente, não há um valor exato, as decisões são tomadas baseadas em conhecimento empírico. Por exemplo, 80% de ocupação pode ser um bom número em uma região, porém insuficiente em outras. Isso ocorre por causa da dinâmica da pandemia, que se comporta de forma diferente por região, pelo número de dias, pelo comportamento da sociedade, e aplicar sempre a mesma resposta a situações diferentes gera confusão e perda de credibilidade”, afirma o professor Samaherni Dias, um dos autores do artigo, assinado ainda por Kurios Queiroz e Aldayr Araujo, do DEE/UFRN.

Conforme explica o professor, a lei de controle foi elaborada para ser bastante simples, podendo ser aplicada, nas palavras do docente, “em uma planilha, no site da própria secretaria de saúde ou em um caderno”. Na opinião de Samaherni, independente do formato ou do meio pela qual seja implementada, o importante é que seja diariamente atualizada.

Nesses modelos são levados em conta também aqueles que negligenciam as medidas de isolamento, mas o professor Samaherni adverte o impacto dessa atitude nas contas. “É importante deixar claro que a lei de controle proposta calcula qual deverá ser o nível de distanciamento social, porém, se essas recomendações não forem atendidas, todo dia será definido uma taxa isolamento mais alta até chegar ao ponto máximo”, explica.

Samaherni ainda ressalta que a equação pode ser utilizada em diferentes ocasiões para além da pandemia do novo coronavírus. “A grande contribuição deste trabalho com relação à covid-19 é melhorar a qualidade da informação para o gestor tomar uma decisão. Porém é uma lei de controle para epidemias, ou seja, é aplicável no caso da covid-19 ou em outra epidemia qualquer, envolvendo seres humanos ou não”, conclui.

UFRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. CIDADAO55 disse:

    Se dependesse só de matemática, já estaríamos com mais de 15 mil mortos, segundo estudos iniciais.

  2. Eduardo Peixoto disse:

    Mas isso já está sendo feito no Brasil com grande eficiência, pois a cada respirador comprado temos o valor de três respiradores pagos, bem como para a cada 500 novos infectados temos 02 leitos de UTI prometidos que uma dia serão instalados.

O curioso caso do Vietnã: como o país pobre venceu a Covid-19 e deve ter crescimento econômico em 2020

Foto: Reprodução/Veja

Enquanto o Brasil acumula mais de 290.00 casos confirmados e mais de 19.000 mortes pela Covid-19, e nações desenvolvidas como os Estados Unidos, Reino Unido e Itália perderam o controle sobre a epidemia, uma nação pobre do Sudeste Asiático vem espantando o mundo.

Trata-se do Vietnã.

Com 1.100 quilômetros de fronteira com a China, origem da pandemia, o país registrou apenas 324 infectados e nenhuma morte. Isso mesmo, não houve vítimas fatais. A estratégia foi tão bem sucedida que o país deve ser um dos poucos do mundo este ano a não ter recessão. Segundo análise feita pelo economista especialista em Ásia Sian Fenner, da Universidade de Oxford, na Inglaterra, o PIB deve ter expansão na casa dos 2%.

Um resultado espantoso, que coloca o Vietnã no restrito clube dos que conseguiram debelar o surto antes que ele se espalhasse. São eles Coreia do Sul, Alemanha, Nova Zelândia, Portugal, Islândia e China.

Há, porém, diferença importante em relação aos seus pares. O Vietnã é pobre, tem uma população de 95 milhões de habitantes, cidades extremamente densas e infraestrutura precária. Além disso, foi arrasado por uma guerra contra os Estados Unidos há menos de 40 anos, que até hoje traz consequências.

Como o Vietnã conseguiu? O segredo está na seriedade: poucos levaram a ameaça da epidemia tão a sério quanto os vietnamitas.

Ainda em janeiro, durante as celebrações do Ano Novo lunar, o governo federal afirmou que estava “declarando guerra” ao coronavírus. Isso quando o surto ainda estava restrito à cidade de Wuhan, na China. Em reunião do Partido Comunista, o primeiro-ministro Nguyen Xuan Phuc disse que o problema logo chegaria ao território.

“Combater essa epidemia significa lutar contra o inimigo”, disse. Em seguida, o premiê suspendeu todos os voos para a China, emitiu restrições de visto a estrangeiros e reforçou a passagem de fronteira com seus vizinhos.

A principal arma dos vietnamitas contra o patógeno foi a forma mais rigorosa da quarentena, o lockdown. A medida foi decretada logo no início, antes mesmo do vírus se espalhar. Em Hanoi, segunda maior cidade do país, entrou em vigor quando haviam somente 10 casos confirmados.

É o contrário do que fizeram chineses e italianos, que só apelaram para o lockdown como último recurso, quando as infecções já se contavam aos milhares.

O governo mobilizou ainda um exército de rastreadores para ir atrás e isolar todos os possíveis infectados. Outro contingente de 90.000 médicos foi colocado de prontidão para cuidar dos casos.

O esforço hercúleo do Vietnã evitou que o país sofresse com suas deficiências. O governo sabia que não poderia contar com uma rede de saúde pública robusta para conter a infecção, como fizeram alemães e chineses. Ho Chi Mihn, a maior cidade do país, com 8 milhões de habitantes, tem apenas 900 leitos de emergência. Ou seja, no caso de uma epidemia, o colapso da rede hospitalar aconteceria já nos primeiros dias.

Também não conta com tecnologia de ponta, como os coreanos, que puderam cadastrar e rastrear infectados através de aplicativos criados em poucos dias.

Nesse caso, apelaram para a ajuda das Forças Armadas, instituição nacional mais respeitada. Há soldados de prontidão em praticamente toda esquina nas grandes cidades para checar se as medidas de isolamento social e proteção estão sendo cumpridas.

O Partido Comunista, que controla o governo e é a única legenda política do país, passou a utilizar a mídia estatal para campanhas massivas. Celebridades do país foram convocadas para protagonizar vídeos explicativos e cartazes.

E, numa medida que provocaria grande polêmica em países do Ocidente, quem é infectado pelo novo coronavírus tem sua identidade divulgada nas redes sociais oficiais e na imprensa. A violação da identidade, defende o governo, tem como objetivo localizar todos que tiveram contato com o doente.

O Vietnã também tornou-se exemplo de solidariedade internacional. Desde janeiro, já enviou 500.000 máscaras para a Europa, assim como equipamentos de proteção para médicos do Camboja, Laos e China.

Até os Estados Unidos, algozes na dura guerra travada entre os anos 1960 e 1970, vem sendo ajudados. O Partido Comunista despachou milhares de kits de testagem para os americanos. Cada kit custa 25 dólares e apresenta o resultado em 90 minutos.

Uma tremenda ironia do destino.

Veja

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Daniel disse:

    Essa é a estratégia de eliminação: fechar tudo antes da transmissão comunitária. Sem dúvidas que foi efetivo ATÉ AGORA, mas não se sabe o resultado a longo prazo, com uma população grande e totalmente vulnerável imunologicamente. Continuará em lockdown até ter vacina?

  2. Jean da Silva disse:

    Mas aí é fácil. Queria ver eles fazerem isso com um Bolsobosta na cadeira de presidente.

    • Medeiros disse:

      Eu diria que seria impossível fazer com um lularapio de e um esquerdalha roubando os recursos públicos …..
      Se bolsonaro a fizesse algo assim era nazista…. fascista…. ciclista… Louco assassino…. Ele tentou suspender o Carnaval e quase pediram o Impeachement de dele….

  3. Oswaldo disse:

    Ô povo para gostar de conta de país comunista, no mesmo nível de informação tá a Coreia do Norte, China, Cuba e Venezuela! E uma galera aqui elogiando o protocolo do Vietnã

  4. Morais disse:

    Vige! Nenhum comentário ainda?
    Medidas drásticas, mas o isolamento social é inquestionável diante da falta de recursos. O que importa são as vidas poupadas.

  5. quem disse:

    APRENDAM IGNORANTES: recuperação mais rápida da economia, com poucas mortes. a DIFERENÇA É A CONSCIÊNCIA DO POVO.

Parnamirim decreta medidas de controle de gastos para fortalecer a rede municipal de saúde

FOTO: ASCOM

O prefeito Rosano Taveira assinou nessa quarta-feira (13), dia de Nossa Senhora de Fátima, padroeira de Parnamirim, um decreto que estabelece diversas medidas de gestão de despesas, controle de gastos e custeio de pessoal. O foco é direcionar recursos para um enfrentamento mais efetivo da pandemia de Covid-19. O documento traz as diretrizes adotadas pela gestão para a contenção de despesas que devem ser seguidas pelos órgãos e entidades do executivo municipal.

O estado de calamidade, ocasionado pela crise de saúde pública decorrente do Coronavírus e o dever que tem a administração municipal de adotar estratégias e formular políticas voltadas ao combate de situações emergenciais, fez com que a Prefeitura de Parnamirim adotasse as medidas para otimizar os recursos públicos visando fortalecer a rede municipal de saúde.

O Decreto nº 6.243 de maio de 2020 estabelece, entre outras medidas, que enquanto durar o estado de calamidade pública, fica suspenso, por exemplo, o pagamento da antecipação do décimo terceiro salário aos servidores municipais, que ocorreria, de acordo com o calendário, na próxima terça-feira (19). O décimo terceiro dos servidores municipais, assim como o adicional do terço de férias do funcionalismo, serão pagos integralmente até dezembro, quando se espera que a situação de pandemia já tenha sido superada.

Contratos temporários de servidores que não estejam em atividade também estão sendo suspensos enquanto durar o estado de calamidade, além da abertura de novos concursos públicos. Nesse ínterim, não poderão haver novas nomeações para cargos públicos efetivos, mesmo quando vagos, exceto para as secretarias da Saúde, Assistência e Segurança, pelotão de frente no combate à pandemia.

Cada secretaria deve promover a otimização e bom uso dos recursos financeiros, adotando as medidas necessárias para o controle e a redução dos gastos, devendo a economia, ser de no mínimo 30% das despesas apuradas com base do exercício anterior (2019), além da redução da frota de veículos locados, em no mínimo 25%. Outras ações também foram suspensas, como a concessão de patrocínio de inscrições, ajuda de custo e passagens aéreas, para participação de atletas em competições esportivas, o que tem ajudado a revelar diversos talentos parnamirinenses em competições nacionais e internacionais ao longo dos últimos anos.

Por fim deverão ser reanalisados por cada órgão municipal os processos licitatórios em curso e os contratos em vigor, visando determinar a prioridade, para ajustá-los às estritas necessidades de demandas imediatas, e à essencialidade da contratação dos serviços.

O prefeito Taveira diz que as medidas são duras, porém necessárias. “Para superarmos a crise na saúde pública, decorrente da pandemia e para que possamos garantir que não ocorra falta de pagamentos de funcionários e de fornecedores, como no passado, é necessário que façamos ajustes em nossa estrutura. Sabemos que as medidas são amargas, mas temos que direcionar nossos esforços para fortalecer nossa rede municipal de saúde. Essa ação vai condicionar as nossas unidades de atendimento e trazer mais conforto para a população, que é nossa maior prioridade”, disse.

O Decreto nº 6.243 de 12 de maio de 2020 pode ser consultado na íntegra através do Diário Oficial do Município dessa quarta-feira (13).

Vacinas, remédios e controle: as possibilidades de tratamento e prevenção ao coronavírus até aqui

Foto: GettyImages

A propagação do novo coronavírus e a disparada no número de mortos pela doença covid-19 faz com que laboratórios, cientistas, médicos e governantes se apressem em busca de remédios e vacinas para conter a pandemia.

Dezenas de substâncias com potencial de tratamento, de antiretrovirais a corticóides, estão sendo testadas, e alguns países começam a mostrar bons resultados no controle da propagação do vírus.

Conheça, a seguir, as principais luzes no fim do túnel da crise causada pela pandemia, que, no Brasil, até aqui já infectou quase mil pessoas e causou ao menos sete mortes.

Na última quarta-feira (18), a China informou que não registrou nenhum caso de transmissão local do novo coronavírus nas 24h anteriores. Foi a primeira vez que isso ocorreu desde o início da epidemia de covid-19 no país, há três meses.

Isso não significa que não tenha havido novos casos; autoridades disseram que 34 pessoas ficaram doentes, mas vindo de outros países. Mesmo assim, é um feito que pode sinalizar o início de uma reviravolta.

Na China, já foram notificados 80.928 casos do novo coronavírus, com 3.245 mortes.

A Coreia do Sul também avançou no controle do coronavírus. O país chegou a ter quase mil novos casos da doença por dia, mas conseguiu controlar a difusão e hoje registra cerca de uma centena de novos casos por dia.

Remédios

Hidroxicloroquina: a substância foi criada em 1945 a partir da cloroquina, um derivado do quinino, a primeira substância com efeito comprovado contra a malária.

Como explicou em sua conta no Twitter o psiquiatra e professor da Unicamp Luís Fernando Tófoli, o quinino foi isolado no século 19, mas desde o século 17 já era usado por indígenas peruanos como um fitoterápico – eles consumiam a planta cinchona, rica em quinino, a mesma substância da água tônica.

A hidroxicloroquina, “neta” da cloroquina, é há décadas utilizada para tratar malária e também doenças oncológicas e reumatológicas. Seu efeito antiviral já havia sido confirmado no tratamento de outras SARS (síndromes respiratórias agudas) no início do século.

Agora, estudos na China e na França publicados nos últimos dias sugerem que possa ser empregada contra a covid-19.

Após 6 dias, a percentagem de pacientes que receberam HCQ e continuaram com covid-19 caiu para 25%.

Melhor ainda, esse total caiu a 0% na combinação entre a hidroxicloroquina e o antibiótico azitromicina.

Há ressalvas: a amostragem foi muito pequena, a quantidade de pessoas testadas foi baixa, de 20 pessoas, seis das quais receberam as duas drogas combinadas.

Por outro lado, ao contrário de novos remédios, que precisam passar por extensas baterias de testes antes de serem usados em larga escala em humanos, esse já está aprovado para outras finalidades. Na prática, bastariam “canetadas” de autoridades para que estivesse disponível em pouco tempo.

Remdesivir: o remédio desenvolvido pelo laboratório Gilead Sciences foi criado para o tratamento do ebola e não funcionou, mas está sendo testado para o novo coronavírus. Os resultados da primeira onda de provas, com 761 pacientes, devem ser publicados nas próximas semanas.

O remédio já foi utilizado em pacientes nos Estados Unidos e, segundo informações, teve efeito positivo sobre as condições clínicas, embora não tenha eliminado o vírus.

Em seu favor, justamente por ser estudado e desenvolvido desde as epidemias de ebola, na África, nos anos 1990, o Remdesivir já está em um estágio mais avançado de desenvolvimento. A Universidade de Nebraska, por exemplo, já está conduzindo testes clínicos para o coronavírus.

Actemra: esse remédio, da fabricante Roche, foi aprovado pela China para o tratamento de complicações decorrentes da infecção por coronavírus. A família de drogas à qual o Actemra pertence tem habilidade de prevenir reações exageradas do sistema imunológico sobre as infecções e inflamações o pulmão que, até aqui, são as principais causas de mortes por covid-19.

A droga está em fase de testes pré-clínicos com 188 pacientes infectados por coronavírus, na China. Os testes oficiais devem começar em maio.

Favilavir: foi a primeira droga antiviral aprovada na China contra o coronavírus. Passou bem por testes pré-clínicos envolvendo 70 pacientes na província chinesa de Shenzhen e agora aguarda novos testes.

Galidesivir: o antiviral da fabricante Biocryst Pharma mostrou ampla atividade contra diversos patógenos, incluindo o coronavírus. Sua atuação inibe o processo de reprodução do vírus, e, por isso, já foi usado, com sucesso, em pacientes com ebola, zika e febre amarela. Como o Remdesivir, essa droga está em estágio avançado de desenvolvimento.

Vacinas

Diversos laboratórios em todo o mundo estão correndo contra o tempo para tentar descobrir uma vacina que permita imunizar as populações contra o novo coronavírus.

Em 12 de março, a companhia biofarmacêutica Medicago, do Canadá, anunciou ter desenvolvido uma partícula similar ao SARS-Cov-2, o nome científico do novo coronavírus. A empresa já faz testes pré-clínicos e discute com autoridades de saúde para realizar testes em humanos em julho.

A companhia I-Mab Biopharma, dos EUA, também está desenvolvendo um anticorpo neutralizador chamado TJM2 que tem demonstrado ser útil para prevenir efeitos colaterais graves da infecção por coronavírus. A droga não elimina o vírus, mas evita um mecanismo do sistema imunológico humano responsável por gerar inflamação crônica – que, quando localizada no pulmão, é a principal causa de morte.

AT-100: a proteína recombinada criada pelo laboratório Airway Therapeutics tem se mostrado eficiente em estudos pré-clínicos para reduzir os processos de inflamação e infecção dos pulmões, e, ao mesmo tempo, tem melhorado a resposta do sistema imunológico dos doentes.

BPI-002: a molécula criada pela fabricante Americana BeyondSpring demonstrou, em laboratório, a habilidade de ativar células chamadas CD4+, que, por sua vez, auxiliam outras células, chamadas CD8+, a gerar uma resposta eficiente do sistema imunológico humano.

Se combinada com outras vacinas, essa droga pode ser capaz de gerar imunidade a infeções por coronavírus.

MERS CoV: a vacina desenvolvida para a MERS, uma espécie de avô do novo coronavírus que surgiu no Oriente Médio por volta de 2012, foi criada pelo laboratório Novavax e agora é uma das maiores apostas para vacina.

Globo, via Valor Investe

‘Coronavírus é imprevisível, mas pode ser vencido’, diz professor que investigou as epidemias do HIV e ebola

Foto: Leo Martins / Agência O Globo

O virologista Amílcar Tanuri, professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é reconhecido internacionalmente por seus trabalhos sobre a genética de vírus.

Combateu a epidemia de HIV, esteve na África em 2014 no auge da pior epidemia de ebola. Foi pioneiro no estudo zika. Investigou H1N1, dengue e chicungunha. Mas o coronavírus Sars-Cov-2 o surpreende. Ele é absolutamente imprevisível, mas pode ser vencido, afirma.

O mundo devia estar mais preparado para uma pandemia?

Sim, deveria haver uma preparação maior. Há anos a ciência e a OMS alertam para essa possibilidade. E os coronavírus de morcegos, como o Sars-CoV-2, estavam na lista dos perigos em potencial. Mas saúde e ciência não frequentavam até agora a lista das prioridades de políticos.

Por que ele surpreende?

Porque os coronavírus conhecidos não se propagavam tão depressa. Esse novo vírus é imprevisível. Ele é chocante porque é muito rápido, se propaga de forma muito eficiente. Não sabemos o tamanho da disseminação em pessoas sem sintomas.

Análise:Como fica a geopolítica na era do coronavírus

Qual a dimensão da propagação?

Ainda não sabemos. Mas esse vírus está muito difundido, muito mesmo. Imagine o quanto de vírus não deve haver em circulação na Itália para que pessoas que foram lá passar poucos dias, viajantes, tenham sido infectadas em número tão grande. O vírus lá está em toda parte e avança pelo mundo.

O que podemos esperar no Brasil e no mundo?

As próximas quatro semanas serão determinantes para o Brasil. Mas há três cenários possíveis.

Quais?

O primeiro e mais provável pode ser o cenário semelhante ao que vimos na China. Ele surge, causa uma explosão de casos e depois a epidemia vai se apagando. Nada impede que ressurja na frente, mas em surtos isolados. O segundo cenário é que vire uma infecção sazonal. Neste momento, acho menos provável. E tem o pior cenário.

Qual é?

Que o país seja afetado por uma pandemia de proporções catastróficas. Não acho provável pelo que observamos na China até este momento. Esse vírus é imprevisível, mais rápido do que se imaginava, mas não vai acabar com o mundo. Poderá matar muita gente, mas não vai nos erradicar.

O que podemos fazer?

Quem tiver qualquer sintoma deve ficar em casa mesmo! Uma pessoa com sintomas vai expelir vírus por até 20 dias. Se ela ficar três quartos desse tempo isolada em casa, sem contato com outras pessoas da família, a gente consegue diminuir em três quartos o tempo de dispersão do vírus na rua. Foi esse tipo de dispersão que fez a epidemia explodir na Itália, as pessoas com sintomas leves ficaram espalhando vírus. E os idosos têm que ficar em casa. Temos que ganhar tempo para se preparar e tentar tirar o fôlego da epidemia. É isso que o Ministério da Saúde e os estados do Rio e São Paulo estão fazendo. E é o correto e o possível.

E o que as autoridades precisam fazer?

O vírus é rápido, temos que tentar ser também. Medidas de contenção mais duras como as que estamos vendo aqui. E decisões mais rápidas no tratamento. Paciente com dificuldade respiratória? Entubar. Isso salvou gente na China e na Itália. Mas nossa capacidade de reação é limitada porque no Brasil temos um SUS em crise, o que já nos atrapalha de saída, torna nossa situação potencialmente mais grave, se muito dinheiro e recursos não forem alocados logo. Mas friso que mesmo os países mais ricos não estão à altura dessa pandemia, não sairão ilesos.

Essa é a maior epidemia em um século. Ela tem arrasado a economia. O que muda no cenário político?

O vírus deu xeque-mate nos governos do mundo. Nunca priorizaram a saúde, ignoraram avisos. Agora, ou cuidam da saúde ou eles, governos, morrem politicamente. Acabou o espaço para políticos acharem qualquer coisa sem embasamento de medicina sem correrem o risco da culpa por mortes na pandemia.

O que o senhor acha das medidas de prevenção no Brasil?

Temos boas medidas. Mas contra elas temos nossas condições socioeconômicas. Por exemplo, as pessoas mais pobres, que dividem cômodos, como farão isolamento domiciliar? Sou um otimista nato, mas quero ver como os planos se desenrolarão na prática.

Teremos uma vacina a tempo de combater o contágio?

Não teremos uma eficiente em breve porque isso demanda testes de segurança que levam mais tempo. Precisamos de uma, mas ela não será para esta pandemia. Porém, precisamos estar preparados para os coronavírus originários de morcegos.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Deco disse:

    Já levaram o caso para Greta thubert??

    Essa è preparada.

  2. Paulo disse:

    Cidadão,imagina o coronavírus na Venezuela!!!!

  3. Cidadão Atento disse:

    Coronavírus liquida o neoliberalismo: Europa vai estatizar e EUA não terão limites para gastar.
    O modelo econômico fracassado de Jair Bolsonaro e Paulo Guedes, que só prevê privatizações e teto de gastos, está sendo liquidado no mundo inteiro com o avanço do coronavírus.

    • Antenado disse:

      Falou o entendido.

    • Neco disse:

      Não ter limites pra gastar. Boa "jênio". Resolve como?
      -Imprime mais dinheiro (=inflação);
      -Se endivida (joga a conta pras futuras gerações);
      -Tira dinheiro das pessoas na marra e entrega para bucocratas iluminados
      Quando alguém fala em 'neolberaiismo" sempre vem picaretagem das brabas.

Selo garante controle da água engarrafada no RN

Foto: Ilustrativa

Desde 2017 os consumidores da água mineral natural contam com um forte aliado no controle da qualidade do produto que estão consumindo. Naquele ano, foi instituído o Selo Fiscal de Controle, validado pelas Vigilância Sanitária do RN (Suvisa) e Secretaria Estadual de Tributação (SET). O selo deve estar afixado no lacre dos garrafões, de forma clara e visível para o comprador, e é concedido às fontes de água mineral natural e adicionadas de sal que estão em dia com as obrigações tributárias e sanitárias.

Para diferenciar os produtos disponíveis no mercado, o selo conta com cores diferentes: o azul é para as águas minerais naturais e o verde para as adicionadas de sais. Ele se localiza no lacre do garrafão e a obrigatoriedade é válida para todos os vasilhames de água mineral natural ou adicionada de sais em circulação no RN, mesmo que sejam provenientes de outros estados brasileiros.

O selo vem se mostrando um valioso instrumento de combate à sonegação e à concorrência desleal, já que a sua ausência denuncia a entrada clandestina de produtos no mercado. A lei prevê multa de R$ 60,00 por cada vasilhame que for encontrado em situação irregular.

Para Djalma Barbosa, presidente do Sindicato da Indústria de Cervejas, Refrigerantes, Águas Minerais e Bebidas em Geral do Estado do Rio Grande do Norte – Sicramirn, com o selo, o consumidor pode ter a certeza de que está levando para casa um produto com garantia de procedência e que atende a todas as exigências fiscais e sanitárias.

“Desde que o selo foi instituído, há quase três anos, vemos melhoras expressivas no mercado da água engarrafada. Ainda assim, é essencial que o consumidor fique atento e cheque se, ao pedir água mineral natural, no garrafão tem o selo azul”, destaca Djalma.

Água Mineral do RN

O movimento #AguaMineralDoRN é uma iniciativa do Sindicato da Indústria de Cervejas, Refrigerantes, Águas Minerais e Bebidas em Geral do Estado do Rio Grande do Norte (Sicramirn), ancorada por todas as empresas de água mineral do Rio Grande do Norte. A missão, mais que informar ou vender, é conscientizar: levar até a população os benefícios da água mineral natural, sua qualidade e o que a difere das demais.

A água é essencial não só para a vida humana, como para todos os seres vivos. Destacar a qualidade e os diferenciais da água mineral natural é muito mais do que fortalecer empresas, é valorizar um produto natural e importantíssimo para a nossa vida. Mais informações: aguamineraldorn.com.br

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bento disse:

    Boa idéia
    Aprovado
    Separa o joio do trigo

FOTOS: Governo firma cooperação técnica para unificar controle da gestão pública

Medida permite a implantação do sistema SIG, já em uso pela UFRN, IFRN e UERN. Fotos: Elisa Elsie

Permitir o controle e a eficiência dos atos do Governo. Estes são os principais objetivos do acordo de cooperação técnica assinado nesta terça-feira, 28 pela governadora Fátima Bezerra e as principais instituições de ensino superior no Rio Grande do Norte para implantação do sistema SIG. “Este acordo tem o objetivo de modernizar a gestão e tornar mais eficiente e transparente as ações do Governo no trato dos recursos financeiros, patrimoniais e também dos recursos humanos”, explicou Fátima Bezerra ao receber os dirigentes das instituições envolvidas – UFRN, IFRN e UERN.

O acordo de cooperação foi formatado pelo Comitê de Gestão e Eficiência do Governo do Estado durante todo o ano passado após identificar a pluralidade e desorganização de procedimentos para o controle das contas e processos públicos. “Não tínhamos organização administrativa. Encontramos o Estado desorganizado, sem controle eficiente dos atos e até dos recursos humanos. Agora, tenho certeza, vamos deixar o Estado com mecanismo de controle efetivo. Não será fácil por que vamos enfrentar uma cultura de descontrole e desorganização. Mas estamos iniciando um novo ciclo em favor da organização financeira e dos recursos humanos também”, afirmou o controlador geral do Estado, Pedro Lopes.

O acordo de cooperação vai permitir ao Estado implantar um sistema eletrônico já aprovado e em uso no Rio Grande do Norte pela UFRN, IFRN e UERN – o sistema SIG de controles gerenciais. Para a implantação será necessário o treinamento de servidores estaduais através da Escola de Governo.

A secretária de Estado da Administração e dos Recursos Humanos, Virgínia Ferreira, disse que serão ofertados cinco cursos para preparar os servidores estaduais a operar o sistema. “O sistema SIG é muito importante para o RN por que o Estado não tem sistema único de controle”, considerou a secretária de Administração.

Diretor da Escola de Governo, João Emanuel Evangelista informou que em parceria com as universidades serão realizados os cursos de treinamento nos campos da UERN em Natal, Caicó e Mossoró. Para o Procurador geral do Estado, Luiz Antônio Marinho, “com o sistema SIG o Estado passa a ter capacidade e tecnologia para modernizar a gestão pública e o controle efetivo de contas, administrativo e de pessoal. É uma inovação fantástica para administração pública do RN”.

“Esta iniciativa oficializada agora pelo Governo do RN mostra responsabilidade e a importância que a gestão estadual dá à boa aplicação dos recursos públicos”, declarou o secretário adjunto de Planejamento e Finanças, George Câmara. Ele acrescentou que a implantação “requer ações preparatórias que estão sendo tomadas e mostram a seriedade e disposição do Governo que, mesmo na adversidade, adota providência para o controle e eficiência da gestão e para a organização do Estado”.

O reitor da UERN, Pedro Fernandes, vê no convênio de cooperação “um momento de alinhamento importante para um melhor controle do Estado através de um sistema eficiente. Como servidores estaduais temos todo o interesse e os cursos de capacitação são importantes para o bom uso do sistema”, registrou Fernandes.

O sistema SIG, explicou o reitor do IFRN, Marcos Oliveira foi concebido para dar transparência e controle à gestão pública. É um sistema informatizado que implanta uma cultura de controle e permite adequações por outras instituições. “Com ele a administração estadual dará um salto de qualidade importante. A Governadora e a equipe de Governo estão de parabéns por que a implantação do sistema vai dar mais agilidade, transparência e eficiência aos processos da gestão”.

Para José Daniel Diniz, reitor da UFRN, “a celebração do acordo de cooperação permitirá a modernização da gestão estadual com um sistema que está em uso por 60 instituições em todo o país. Temos grande satisfação em contribuir para o aperfeiçoamento do Estado e continuamos dispostos a novas contribuições ao nosso Estado”.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. FRASQUEIRINO disse:

    Pode aguardar que logo vão aparecer as faturas cobrando os custos de adaptação a realidade do RN, assim como aconteceu com o sistema SIGEDUC na Secretaria Estadual de Educação. Nada vem de graça.

  2. Toim disse:

    Flauberto ???, quem é o papagaio de pirata ??homi diga logo ??? kkkkkkk

    • Clemente de Deus disse:

      Ele mesmo….kkkkk…Flaubert É o papagaio pirata ….E ESTA INCOMODADO PORQUE O DEBILOIDE BOSTANARO NAO SE DESTACA COMO PRESIDENTE. A TURMA DO BOLSOTRALHA SAO PAPAGAIOS…

    • Ceará-Mundão disse:

      Toim, é triste a gente ler os comentário da petezada por aqui. Rapaz, não dizem nada que se aproveite, são só baixarias e asneiras.

  3. Tertu disse:

    No governo luladrão, ele também criou a controladoria geral da união CGU, e por fim, todos sabem no deu, corrupçoes em todos os órgãos do governo e desvios de mais de um trilhão de reais, inclusive fatão bocus lula bezerra era um dos apoiadores ferrenho do governo. Por isso tá no mesmo caminho

  4. Flauberto Wagner disse:

    Será se estou ficando míope? Não estou vendo o Papagaio de Pirata nas fotos.

Controle de infecção por coronavírus será difícil, diz especialista

Foto: AP Photo/Dake Kang

Um especialista japonês afirmou que será difícil controlar infecções e prevenir a disseminação do novo coronavírus, ligado a um surto de pneumonia na China.

O professor Mitsuo Kaku da Universidade de Medicina e Farmácia de Tohoku, diz que infecções podem ocorrer mesmo quando as pessoas não apresentam sintomas. Ele alerta que o número de pacientes infectados também pode aumentar no Japão.

Kaku diz que o número de casos na China aumenta apesar das restrições de mobilidade em grande escala determinadas para a cidade de Wuhan, o epicentro do surto, e em outras localidades no país.

Afirmou também que autoridades chinesas parecem ter uma crescente noção de urgência em relação aos casos, pois pessoas infectadas com o vírus provavelmente continuam a disseminá-lo mesmo durante o período de incubação.

Kaku disse que a nova linhagem do vírus é diferente dos que causaram as epidemias de síndromes respiratórias agudas SARS e MERS. Acredita-se que, na ausência de sintomas como tosse e coriza, pacientes acometidos pela SARS ou MERS não teriam infectado outras pessoas.

O professor alerta que quem possui doenças crônicas pode ficar gravemente doente se for infectado pelo novo vírus. Ele insiste que as pessoas não encarem o vírus de forma branda, pois trata-se de uma nova linhagem que nunca antes havia infectado seres humanos.

Kaku diz que médicos especialistas têm dificuldade em diagnosticar pacientes que apresentam apenas sintomas leves. E pede que as pessoas evitem tocar o nariz, a boca e os olhos para minimizar o contágio.

Repatriação

Firmas japonesas estão se preparando para trazer de volta ao Japão seus funcionários e familiares lotados em Wuhan, a cidade chinesa no epicentro do surto de coronavírus.

A Organização de Comércio Exterior do Japão diz que cerca de 160 empresas do país operam na cidade e outras localidades nos arredores.

Metade das firmas são parte da indústria automotiva, incluindo a fabricante Honda. Executivos da empresa planejam repatriar funcionários e familiares, afirmando que vão trazer cerca de 30 pessoas de volta ao país.

A varejista Aeon também possui 12 funcionários japoneses em uma empresa do mesmo grupo, baseada em Wuhan. Foi comunicado que a firma deve trazer todos de volta, com exceção dos que ocupam cargos essenciais para a operação de cinco supermercados na cidade.

A fabricante de pneus Bridgestone também conta com dois funcionários japoneses na região chinesa afetada pelo surto. Foi informado que um deles já voltou para o Japão e o outro espera retornar em um voo fretado.

Agência Brasil, com NHK

 

Para Petrobras, controle de preços de combustíveis não se justifica

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O preço dos combustíveis tem que ser tratado como o de qualquer outro produto e não se deve definir periodicidade para os reajustes. A conclusão é do presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco que descartou ainda um controle de preços. Para o executivo, a atual política de preços é positiva para a companhia e para o Brasil.

“Tem periodicidade para o preço da carne. O preço da carne deu um salto com o choque de oferta. E aí? Vamos fazer periodicidade e controlar o preço da carne? Não vai porque o controle de preços pertence ao museu de armas falidas contra a inflação há muito tempo”, disse, durante um café da manhã com jornalistas, na sede da empresa, no centro do Rio.

“Não se justifica nenhum controle de preços de combustíveis, periodicidade. Deixa o mercado livre”.

O presidente disse que não tem “a menor preocupação” com uma possível deflagração de greve dos caminhoneiros, em consequência dos preços do diesel como ocorreu no governo Temer. De acordo com Castello Branco, o problema da categoria é um excesso de oferta dos serviços causada da expansão irresponsável de crédito do BNDES especificamente entre 2008 e 2015.

“No governo Temer uma das respostas [à greve dos caminhoneiros] foi tabelar o preço do frete. O mercado reagiu e as empresas do agronegócio se integraram e adquiriram frotas de caminhões, piorando o problema criado pelos governos anteriores. Existe excesso de oferta, o que vai consumir esse excesso de oferta vai ser o crescimento da economia, gerando maior demanda por carga. O mercado vai se ajustar porque não há mais crédito subsidiado para comprar caminhão”, afirmou.

Segundo o presidente da Petrobras, não adianta seguir o sistema de preços venezuelanos como tentativa de baratear o custo do diesel.“O problema deles [caminhoneiros] é excesso de oferta, se cobramos diesel a preço venezuelano não vai resolver problema nenhum, só vai criar problemas. Eu espero que esse problema tenha sido resolvido, a questão deixada no passado e os preços sejam livres”.

Castello Branco lembrou que os preços do petróleo são livres desde 2002, quando se completou o período de cinco anos estabelecido pela lei do petróleo aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso em 1997. “Então é lei e vamos obedecer a lei”, assegurou.

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ems disse:

    Foi o que o governo passado fez, principalmente Dilma. E a fatura chegou !

    • Dilson disse:

      Amiguinho, infelizmente, sua fonte de informação é precária. Par além das lambanças da Dilma, Temer mudou e Bolso manteve uma política de preços de combustíveis baseada no dólar. O que houve com o dólar recentemente? Então, temos uma companhia nacional que opera agora em função do dólar para agradar seus acionistas. Mais uma vez, o mercado é mais importante do que você! E tem gente que aplaude…

    • Silva disse:

      Lembrando que desde 2007, que essa política de preço vem sendo realizada, após o congresso aprovar e FHC sancionar.

FOTOS: Armas & Bagagens agradece o apoio do Exército Brasileiro no controle da venda de armas e munições legalizadas

Fotos: cedidas

A empresa Armas & Bagagens agradece o apoio do Exército Brasileiro no controle da venda de armas e munições legalizadas.

Fiscalizada como todas as empresas do segmento na operação Alta Pressão 9, em ação realizada em toda a região Nordeste, com fiscais militares e apoio da Polícia Militar e Secretaria de Tributação, mais uma vez, a Armas & Bagagens com 74 anos de vida e referência, foi inspecionada e só recebeu elogios.

Para quem passou em frente ao estabelecimento e visualizou o forte aparato militar, não se preocupe, a terceira guerra não começou.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bruno Milla Tech disse:

    Vamos aguardar que se abra mais e mais lojas de armas e munições no nosso estado!!! E que venha o porte se arma definitivo para nós atiradores desportistas!!!

  2. Shamu disse:

    Empresa top de verdade,parabéns👏👏👏

  3. Carlos Bastos disse:

    Isso é frescura

  4. Magnus Delgado disse:

    Extremamente louvável a atitude do nosso Glorioso Exército, na fiscalização dessa atividade que deve servir unicamente aos cidadãos de bem, como vem fazendo essa quase centenária Empresa, da qual sou feliz cliente há mais de 30 anos. Parabéns ao EB bem como à A&B, cada um deles desenvolvendo de forma segura e em rigorosa observância à legislação em vigor, as suas atividades. Só não vejo necessidade, muito pelo contrário, considerei totalmente desarrazoado o aparato bélico e a operação de guerra, dignos de uma batalha épica, que se posicionou na frente da Loja, assustando clientes como eu, que ia comprar com meu filho de 08 anos uma vara de pesca mas saí às pressas temeroso e sem efetuar a compra. Pensei que alguém de extrema periculosidade estava lá dentro fazendo reféns. Uma simples fiscalização burocrática não precisa de FAL´s e outros tantos exageros que presenciei.

  5. Luiz Souto disse:

    Meu amigo, passei la na frente e pensei que era Trump que tava em Natal!!! Nem no tempo da força nacional eu via tanta gente do exercito assim na rua!! Era bom que tivesse uma loja dessa em mais canto de Natal e essa fiscalização fosse o ano todo! Pense numa cidade que ia ser segura!!

(FOTOS): Governo do Estado informa que Corpo de Bombeiros e Defesa Civil Estadual conseguiram controlar parcialmente o fogo na Serra do Lima, em Patu

Fotos: Lucian Kleyton

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte através do Corpo de Bombeiros Militar e da Defesa Civil Estadual, conseguiram controlar parcialmente o fogo na Serra do Lima, em Patu. Já são mais de 60 horas de combate.

Durante toda noite e madrugada os militares e voluntários subiram a Serra em equipes de combate e conseguiram debelar vários focos do fogo. Não há vítimas e nem danos em edificações.

Na manhã desta quinta-feira (19) os bombeiros estão realizando o monitorando da área e aguardam drones e outros equipamentos da Secretaria de Segurança e da Defesa Social (SESED), que irão aulixar no fornecimento de dados das áreas atingidas.

Devido ao aumento de número de casos, Sesap faz nova recomendação para controle do sarampo

Foto: ONESIDEPROFOTO/SHUTTERSTOCK

Devido ao aumento do número de casos de sarampo no país, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) faz uma nova recomendação relacionada à doença: as crianças de seis a onze meses de idade que vão viajar para estados com casos confirmados de sarampo devem tomar a vacina Tríplice Viral, ao menos 15 dias antes da viagem.

Até o momento os estados de São Paulo (SP), Bahia (BA), Minas Gerais (MG), Rio de Janeiro (RJ), Amazonas (AM), Sergipe (SE), Roraima (RR), Paraná (PR) e Santa Catarina (SC) apresentaram casos confirmados de sarampo e a Sesap está monitorando o surgimento de novos casos e tomando medidas para prevenir a circulação do vírus no Rio Grande do Norte.

Embora o calendário vacinal recomende a primeira dose da vacina Tríplice Viral aos 12 meses de idade, o cenário atual exige que a dose seja aplicada nas crianças de 06 a 11 meses que sairão do estado, a fim de protegê-las e minimizar os impactos da doença na saúde dessas crianças, haja vistas que há circulação do vírus no país. Ou seja, diante da comprovação de viagem, será realizada vacinação a qual não substituirá a dose de tríplice viral preconizada para os 12 meses e a dose de tetra viral aos 15 meses, de acordo com a Nota Informativa DEIDT/SVS/MS Nº 173/2019.

Adultos que já foram vacinados na infância não precisam se vacinar, ou que já tiveram a doença. Aqueles de até 49 anos que não possuem comprovação vacinal devem procurar um “posto de saúde” para receber a dose recomendada. Pessoas acima de 49 anos não possuem recomendação para proceder com a vacinação de acordo com o calendário vacinal estabelecido pelo Ministério da Saúde.

CONTROLE DE HORÁRIO: Governo federal vai implantar ponto eletrônico para 410 mil servidores

Foto: Divulgação

Os servidores públicos federais de todo o Brasil serão obrigados a bater o ponto por meio eletrônico. A exigência vai atingir 410 mil funcionários de um total de 580 mil servidores do Executivo que estão efetivamente trabalhando no governo federal. O processo de implantação do controle de frequência eletrônico para todos os servidores deve durar 12 meses e vai pôr fim em definitivo ao controle do ponto que é feito ainda em papel em boa parte dos órgãos do Executivo – em muitos casos, de forma precária.

Ficarão de fora do controle de frequência os 146 mil professores das universidades públicas federais, que já eram dispensados de bater ponto, de acordo com norma anterior que não foi alterada. Funcionários em cargos de chefia, com função comissionada (DAS) de número 4 a 6, ocupados por funcionários do alto escalão do governo, como secretários, também não estarão sujeitos ao ponto.

“Hoje, o controle da jornada dos funcionários é precário. O governo não consegue fiscalizar o cumprimento das horas obrigatórias de trabalho com eficiência. Há três tipos de jornada: cinco, seis e oito horas diárias dependendo da atividade. O governo avalia que, com o novo modelo, será mais fácil identificar as infrações e apurar as responsabilidades”, diz o secretário de Gestão e Desempenho de Pessoal do Ministério da Economia, Wagner Lenhart.

O uso do ponto eletrônico é uma cobrança do Tribunal de Conta da União (TCU) para universidades federais e hospitais universitários, para substituir o ponto manual, considerado falho e ultrapassado. “Essa área ficou parada no tempo. Temos de avançar para o ambiente digital”, diz Lenhart. “Vai ficar mais difícil burlar.” Se o servidor não justificar uma eventual ausência, o dia será cortado no salário, assim como ocorre na iniciativa privada.

O controle poderá ser feito por computador, pela digital ou até mesmo por meio de um aplicativo instalado no celular. O controle começa nesta segunda-feira para os servidores da Advocacia-Geral da União, Agência Nacional do Cinema (Ancine) e Universidade Federal do Tocantins (UFT).

Alternativas
Para Lenhart, o sistema dá flexibilidade para uso de uma série de alternativas de controle. Essa é uma vantagem para uma estrutura complexa como a do governo federal, que conta com servidores em diferentes atividades, muitos deles fazendo serviço em campo e sem comparecer na sua unidade de trabalho, como os fiscais.

O chefe do servidor terá de homologar as marcações. Mas o secretário avalia que o número de servidores nas áreas de recursos humanos vai cair “tremendamente” com o modelo eletrônico. As informações do ponto serão transferidas automaticamente para a folha de pagamentos do governo federal.

O Serpro, a empresa de processamento de dados do governo, criou o Sistema de Registro de Frequência (Sisref) para ser usado por todos os órgãos da administração direta, autarquias e fundações a um custo único de R$ 80 mil por mês para todos os servidores do Executivo.

Os órgãos que já usam controle eletrônico, contratado por empresas da iniciativa privada, após o vencimento do contrato, terão de migrar o ponto para o sistema do governo federal.

Os próximos órgãos a usarem o sistema serão a Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), Ministério da Economia e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Aplicativo

O sistema de controle eletrônico da jornada de trabalho dos servidores públicos federais vai dar a opção do uso do ponto pelo aplicativo do celular, com a marcação geográfica. O georreferenciamento permitirá identificar se o servidor marcou a hora de chegada e saída no seu local de trabalho. Essa é uma alternativa de controle de ponto que já é utilizada pelas empresas da iniciativa privada.

Alguns servidores vão ter marcação direta nos computadores, outros poderão fazer por leitura digital. Com o controle eletrônico, o governo vai montar o banco de horas dos servidores públicos, modelo adotado na iniciativa privada.

As horas além da jornada poderão ser compensadas com folgas. Mas a jornada maior terá de ser autorizada pela chefia, e não por vontade própria do funcionário. Hoje, esse tipo de negociação ocorre de maneira informal. O governo não paga horas extras.

Para o secretário de Gestão e Desempenho de Pessoal do Ministério da Economia, Wagner Lenhart, o registro do ponto eletrônico é uma garantia também para o trabalhador. “É uma segurança também tanto para o servidor quanto para a administração”, diz.

Para ele, chegou a hora da transformação do governo para o ambiente digital. “É uma área em que precisamos nos reinventar se quisermos atender às demandas da sociedade”, avalia.

O governo também está preparando um plano de reestruturação de carreiras, que ainda não está pronto. As mudanças, de acordo com o secretário, vão mudar a qualidade dos serviços prestados à população. O plano pode incluir uma redução dos salários dos novos servidores para equipará-los aos da iniciativa privada. A ideia é elevar a distância entre salários de entrada e de fim de carreira dos servidores, diminuindo os salários do inicio de carreira.

Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Sincerão disse:

    Quero ver colocar ponto na Assembleia e na Câmara de Vereadores

  2. Cláudio disse:

    Sou servidor público federal e já bato o ponto eletrônico há muito tempo.

  3. João Bandeira disse:

    Se colocar ponto eletrônico no legislativo será um problema enorme com a falta de espaço, falta de bureau, falta de cadeira para seus funcionários e cargos comissionados. Mas como o legislativo é o único poder cuja independência vale na teoria e na prática, vai ficar tudo como está, numa boa, sem controle, as mil maravilhas, no máximo tem uma folha de ponto para ser assinada no dia que der vontade. Deixa os deveres e obrigações para o judiciário e executivo.
    Falei alguma mentira?

  4. Aécio disse:

    Acho que Irany confundiu o serviço público federal, altamente qualificado e eficiente, com o estadual… cheio de falhas e cujos principais "larápios" eram justamente os que estavam no topo da cadeia: médicos e enfermeiros que iam assinar ponto no Walfredo e depois iam pras clínicas ganhar o dinheiro das consultas particulares e dos planos, só pra dar um exemplo… a maioria deles, inclusive, é apoiadora de Bozo e foi resistente à implantação do ponto eletrônico nos hospitais, diga-se de passagem.

  5. Irany Gomes disse:

    A pelegada vai à loucura, não são acostumados a trabalhar e produzir, pode esperar que vai faltar espaço na maioria das repartições públicas, quiçá não apareçam vagas!!! Dá-lhe meu presidente, vamos produzir delegada… kkkkkk