O prefeito de Natal, Carlos Eduardo (PDT), conseguiu, durante todo o ano de 2013, dobrar a Câmara Municipal de Natal. Além de aprovar as matérias do seu interesse em regime de urgência, muitas vezes com poucos dias de conhecimento dos parlamentares, o prefeito vetou a maioria dos Projetos dos vereadores.
Até para receber emendas às propostas dos parlamentares, o pedetista foi rigoroso. Aceitou poucas sugestões. Mesmo com a postura intransigente em relação aos parlamentares, Carlos tem conseguido apoio maciço da Casa às suas propostas. Para o ano de 2014, o cenário pode mudar. Até mesmo os vereadores da base reclamam do relacionamento do prefeito com os edis.
O prefeito Carlos Eduardo Alves está "administrando" Natal como se fosse um rei ou um ditador. Descumpre sistematicamente as leis, assina contrato milionários sem licitação e maltrata os servidores públicos. Infelizmente não há o que se fazer, pois a nossa Câmara é muito fraca e o glorioso Ministério Público já não é mais o mesmo, tem se omitido em diversas questão importantes de interesse da população natalense.
Carlos Eduardi Nunes Alves está cagando e andando para todos, inclusive os vereadores.
Este é o seu estilo de fazer e administratar.
Ele é arrogante, antipatico, prepotente e soberbo.
Um homen se amigos
Querer comparar a atual administração com a anterior, é dose, só mesmo para quem deixou de mamar nas tetas da borboleta.
A população de Natal está satisfeitíssima com a administração atual, salários em dia,
cidade limpa, arrumada, 80% dos buracos tapados, só falta a saúde também emplacar.
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) reagiu ao novo tarifaço anunciado pelos Estados Unidos contra produtos brasileiros e criticou a condução do governo Lula nas negociações com Washington.
Em nota, a entidade afirmou que a tarifa adicional de 25% prejudica a competitividade das empresas brasileiras e classificou como negativos os “ruídos diplomáticos” na relação entre os dois países, conforme o Metrópoles.
Segundo a Fiesp, o mercado norte-americano é o principal destino de produtos brasileiros de maior valor agregado. O presidente da entidade, Paulo Skaf, afirmou que o novo imposto sobre exportações se soma a problemas enfrentados pelas empresas, como carga tributária elevada e juros altos.
“O novo ‘pedágio’ imposto às exportações se soma à realidade enfrentada pelas nossas empresas”, disse Skaf, em nota divulgada pela entidade.
A Fiesp também afirmou que o Brasil deveria ter adotado uma postura “técnica e pragmática” nas tratativas com os Estados Unidos, em vez de “ruídos diplomáticos desnecessários, críticas personalistas, discursos eleitorais e desalinhamento político com Washington”.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo considera as tarifas “desproporcionais” e “injustas” e informou que medidas para setores afetados estão sendo avaliadas.
Apesar da reação da Fazenda, o Ministério avalia, no Boletim Macrofiscal, que uma tarifa adicional de 25% teria impacto limitado sobre a economia brasileira.
O governo Lula anunciou que vai reagir à tarifa adicional de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros e afirmou que iniciará os procedimentos para aplicar a Lei da Reciprocidade.
Na mesma nota, o Palácio do Planalto atribuiu parte da responsabilidade pela decisão à atuação da família Bolsonaro durante a investigação comercial conduzida pelo governo norte-americano, conforme informações da Jovem Pan News.
Segundo o comunicado, o Brasil não deu motivo para a adoção de medidas unilaterais e apresentou, ao longo do último ano, informações para contestar as acusações de práticas comerciais desleais.
O governo também afirmou que os próprios dados dos EUA mostram superávit americano de US$ 424,5 bilhões no comércio com o Brasil nos últimos 15 anos
Pix
O Planalto ainda rebateu críticas dos Estados Unidos ao Pix, à regulação das plataformas digitais e às políticas ambientais.
Na nota, o governo afirma que o sistema de pagamentos brasileiro é uma referência internacional e sustenta que a liberdade de expressão não pode servir de justificativa para práticas criminosas.
Retaliação
Como resposta ao tarifaço, o governo informou que vai colocar em prática medidas de apoio aos setores afetados por meio do Plano Brasil Soberano, além de acionar os instrumentos previstos na Lei da Reciprocidade e levar a discussão ao mecanismo de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC).
Na parte final da nota, o Planalto afirma que houve “ativa colaboração” da família Bolsonaro durante a investigação conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) e sustenta que interesses eleitorais foram colocados acima da defesa da soberania nacional.
O Ministério da Fazenda passou a prever inflação de 5,1% em 2026, índice acima do teto da meta estabelecida para o Banco Central. A nova estimativa foi divulgada no Boletim Macrofiscal da Secretaria de Política Econômica (SPE).
Segundo a pasta, a revisão da projeção considera, entre outros fatores, os impactos dos choques recentes nos preços do petróleo e derivados, além da maior probabilidade de ocorrência do fenômeno climático El Niño, que pode pressionar os preços dos alimentos.
O governo também afirma que fatores como a manutenção da taxa básica de juros em patamar elevado e a expectativa de desaceleração da atividade econômica no segundo semestre tendem a ajudar a conter a inflação.
A meta contínua de inflação é de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Com a nova projeção de 5,1%, a estimativa oficial supera o limite máximo da meta
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que o presidente Lula (PT) não negociou “de boa-fé” com o governo americano e colocou “o próprio ego” acima de um acordo que, segundo ele, seria benéfico para o povo brasileiro.
A declaração foi divulgada após a confirmação de uma tarifa adicional de 25% sobre parte dos produtos brasileiros.
Rubio afirmou que as políticas econômicas do governo Lula são “ruins para os americanos e ruins para os brasileiros”. Segundo o secretário, “as tarifas são o preço por isso”, ao justificar a decisão anunciada pelo governo dos EUA.
Foto: Reprodução/X/Marco Rubio
O governo americano afirma que a medida também está baseada em uma investigação comercial conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), que aponta supostas práticas consideradas desleais por parte do Brasil.
Entre os pontos citados estão restrições ao etanol americano, questões envolvendo propriedade intelectual, decisões judiciais sobre plataformas digitais, desmatamento ilegal e regras relacionadas ao PIX.
A tarifa de 25% começa a valer em 22 de julho e deve atingir cerca de US$ 15 bilhões em exportações brasileiras por ano, segundo estimativas da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Alguns dos principais produtos exportados pelo Brasil ficaram de fora da nova cobrança.
Principais produtos isentos:
Café (em grão)
Sucos e laranjas
Petróleo bruto e gás natural
Aeronaves civis, motores e componentes aeroespaciais (Embraer)
Produtos farmacêuticos
Semicondutores e peixes/crustáceos
Setores e produtos mais afetados pela nova tarifa de 25%:Etanol — um dos principais alvos da investigação.
Máquinas e equipamentos — agrícolas, elétricos, de mineração e bens de capital.
Calçados e vestuário.
Produtos de madeira e papel (incluindo embalagens e papel-cartão).
Manufaturados em geral — ferramentas de jardinagem, equipamentos industriais processados e itens químicos diversos.
Aço e alumínio continuam com tarifas elevadas (até 50% em alguns casos), somando-se à nova medida.
Carne bovina
Os Estados Unidos afirmam que continuam abertos a negociações, mas alertaram que eventuais medidas de retaliação por parte do Brasil poderão provocar novas respostas comerciais.
Reação
O governo brasileiro classificou a decisão como injustificada e informou que pretende recorrer aos mecanismos previstos na Lei de Reciprocidade Econômica e à Organização Mundial do Comércio (OMC), conforme informações do Diário do Poder.
Um homem acusado de integrar organização criminosa especializada em ataques a cofres de postos de combustíveis e outros estabelecimentos comerciais foi preso pela Polícia Civil nesta quarta-feira (15), em São Gonçalo do Amarante.
Ele estava foragido da Justiça desde 2024 e era alvo de quatro mandados de prisão preventiva, de acordo com as investigações. O suspeito participava de roubos e furtos qualificados praticados com uso de explosivos e ferramentas para romper cofres metálicos.
Os principais alvos do grupo eram postos de combustíveis, supermercados e empresas de transporte de valores na Grande Natal e no interior do RN.
O investigado responde a sete ações penais ligadas à Operação Chapa Quente.
Duas delas já resultaram em condenações por crimes relacionados a um roubo em um supermercado no bairro Planalto, em Natal, e a um ataque contra um posto de combustíveis em Macau.
Quatro mandados de prisão
Os quatro mandados de prisão cumpridos nesta fase da operação são referentes a investigações sobre um roubo em um supermercado de Natal, um furto a um posto em Ceará-Mirim e ataques a postos de combustíveis em São Gonçalo do Amarante e Macau.
Em uma das ações, segundo a polícia, o grupo usou explosivos para romper o cofre e também roubou dinheiro do estabelecimento, dos frentistas e um veículo.
Com a prisão, a Operação Chapa Quente já contabiliza seis integrantes da organização criminosa presos.
A Polícia Civil informou que denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo Disque Denúncia 181.
A Prefeitura de São Gonçalo do Amarante recebeu a licença de instalação para construir a Ponte dos Santos Mártires, etapa que autoriza o início da obra. A autorização foi emitida pelo Idema e publicada no Diário Oficial do Estado nesta quarta-feira (15), cerca de um ano e cinco meses após a concessão da licença prévia.
Orçada em R$ 45,1 milhões, a ponte terá 459 metros de extensão e vai ligar a RN-160 à BR-226, passando sobre o Rio Jundiaí. O projeto também inclui 1.177 metros de acessos, totalizando aproximadamente 1,6 quilômetro de intervenção, conforme a Tribuna do Norte.
Segundo a Prefeitura, o Município prevê uma contrapartida de R$ 6,78 milhões, mas informou que esse valor deverá ser reajustado em razão da demora na emissão da licença ambiental.
A expectativa é que a nova ligação facilite o deslocamento entre a Zona Oeste de Natal e a região de Uruaçu, em São Gonçalo do Amarante, além de melhorar o acesso ao Aeroporto Internacional Aluízio Alves.
A licença ambiental estabelece 40 condicionantes que deverão ser cumpridas durante a execução da obra. Entre elas estão medidas de proteção aos manguezais, monitoramento da qualidade da água, compensações socioambientais para a comunidade pesqueira e ações para reduzir impactos ambientais.
O documento também prevê que o descumprimento das exigências poderá resultar em sanções, incluindo a suspensão ou cassação da licença.
O RN corre o risco de ficar para trás na disputa por investimentos bilionários em data centers.
Enquanto o Ceará já aprovou uma legislação específica para facilitar a instalação desses empreendimentos, o Estado potiguar ainda aguarda a conclusão da regulamentação ambiental necessária para liberar o licenciamento, conforme informações da Tribuna do Norte.
Segundo especialistas ouvidos pela reportagem, sem regras definidas, as empresas sequer conseguem protocolar projetos no RN.
A proposta de regulamentação está em análise na Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e, depois, ainda precisará ser votada pelo Conselho Estadual de Meio Ambiente (Conema).
Relator da proposta no Conema, o advogado Kepler Brito afirma que o atraso compromete a competitividade do Estado.
“Hoje ninguém consegue protocolar um projeto de data center no Estado. Enquanto não houver regulamentação, o RN nem entra no cenário competitivo”, disse. Segundo ele, não há prazo para que a PGE devolva o processo ao Conselho.
O presidente da Comissão Temática de Energias Renováveis da Fiern, Sérgio Azevedo, avalia que o Ceará tratou os data centers como uma política de desenvolvimento econômico e criou um ambiente mais atrativo para os investidores.
Na avaliação dele, a demora do RN faz com que os empreendimentos busquem estados que oferecem maior segurança jurídica e rapidez no licenciamento.
RN perde empregos e arrecadação
Especialistas também alertam que o atraso pode significar perda de empregos, arrecadação e oportunidades para a economia potiguar.
Apesar de ser um dos maiores produtores de energia eólica e solar do país, o RN ainda depende da aprovação da regulamentação para entrar na disputa por projetos que exigem grande oferta de energia renovável e infraestrutura adequada.
De acordo com a AtlasIntel, responsável pela pesquisa eleitoral divulgada no último dia 1º de julho e questionada pelo Partido Liberal (PL) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as supostas falhas e irregularidades apontadas pelo partido no levantamento são resultado de problemas de natureza técnica relacionados ao próprio sistema da Justiça Eleitoral.
De acordo com ação apresentada pelo PL, o instituto deixou de apresentar documentos obrigatórios que permitiriam auditar o levantamento, como informações sobre os municípios e os setores censitários pesquisados, além da composição demográfica da amostra.
O PL também aponta supostas inconsistências entre o plano amostral registrado e o questionário aplicado e sustenta que, por essas razões, a pesquisa deveria ser tratado como uma pesquisa sem registro.
A AtlasIntel, entretanto, alega que todos os arquivos exigidos pela legislação eleitoral foram devidamente submetidos ao sistema PesqEle dentro do prazo previsto para o registro da pesquisa, incluindo os arquivos referentes aos bairros e municípios contemplados na amostra.
“As evidências disponíveis indicam que se trata de um problema de natureza técnica relacionado ao próprio sistema do TSE. Embora o arquivo tenha sido corretamente enviado e permaneça disponível na área restrita do sistema, ele deixou de aparecer na visualização pública do registro, comportamento incompatível com o funcionamento esperado da plataforma”, afirma o instituto, em nota.
A empresa cita uma situação recente e semelhante, envolvendo o Instituto Vox Brasil com a pesquisa registrada sob o número PR-09668/2026.
“Na ocasião, também foi alegado que o instituto não teria apresentado o arquivo de bairros e municípios. Após análise realizada pelos técnicos do Tribunal Superior Eleitoral, constatou-se que toda a documentação havia sido regularmente submetida, tendo o problema decorrido de falha de exibição do próprio sistema”, destacou a AtlasIntel.
A Polícia Federal (PF) identificou que o esquema de descontos associativos investigado no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) incluiu 3.366 beneficiários já falecidos nas listas encaminhadas para a realização de cobranças. A informação consta no relatório final da Operação Sem Desconto, ao qual a coluna teve acesso.
Segundo a investigação, os pedidos de desconto foram enviados pela Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer) para beneficiários que já estavam mortos havia, pelo menos, 90 dias quando os dados foram encaminhados ao sistema do INSS.
Para a Polícia Federal, o achado reforça a hipótese de que o esquema operava por meio da inclusão massiva de nomes em listas de desconto, sem a adoção de mecanismos de validação ou conferência das informações antes do envio à Dataprev.
As investigações apontam que a Conafer utilizava programas como Mais Pecuária Brasil e Mais Previdência Brasil para obter dados de aposentados e pensionistas. Posteriormente, essas informações eram inseridas em listas encaminhadas ao INSS para inclusão de descontos associativos.
O relatório não informa quantos dos 3.366 pedidos envolvendo pessoas falecidas chegaram a ser efetivamente descontados ou foram bloqueados pelos sistemas de controle. Ainda assim, a PF destaca que a presença desses nomes nas listas demonstra a ausência de filtros para impedir o envio de beneficiários já registrados como mortos.
Segundo os investigadores, esse dado reforça outra conclusão da apuração, o esquema não selecionava vítimas individualmente, mas funcionava por meio da inserção em massa de dados de beneficiários, que depois eram processados para a realização dos descontos.
Ao todo, a Polícia Federal apura um esquema que teria provocado prejuízos superiores a R$ 700 milhões por meio de descontos considerados indevidos em benefícios previdenciários. O relatório final indiciou 52 pessoas por crimes como organização criminosa, corrupção, lavagem de dinheiro e inserção de dados falsos em sistemas de informação.
O site da Câmara Municipal de Cariacica, no Espírito Santo, foi alvo de um ataque hacker na noite da última sexta-feira, 10, exibindo uma imagem do ator pornô Kid Bengala e a mensagem “Site hackeado por Diparis”. A invasão foi detectada rapidamente, e o conteúdo foi removido nas primeiras horas de 11 de julho, sem comprometer dados sigilosos ou afetar os serviços.
O site da Câmara Municipal de Cariacica, na Grande Vitória em Espírito Santo, sofreu um ataque hacker na noite da última sexta-feira, 10. Durante a invasão, a página principal exibiu uma imagem do ator pornô Clóvis Basílio dos Santos, conhecido como Kid Bengala, acompanhada da mensagem: “Site hackeado por Diparis”.
Segundo a Câmara, a empresa responsável pela gestão do portal identificou a invasão logo no início da ocorrência e retirou o conteúdo nas primeiras horas de sábado, 11.
Em nota, a Casa informou que o controle do site permaneceu preservado durante todo o incidente e que os serviços continuaram funcionando normalmente.
De acordo com um relatório elaborado pela empresa que administra o portal, a invasão não comprometeu informações sigilosas, não provocou vazamento de dados nem afetou a hospedagem do sistema.
A Câmara informou que, assim que detectou o ataque, adotou medidas de segurança para remover o conteúdo e reforçar a proteção do ambiente digital.
Leia também: “Desestatização da Sabesp garante R$ 3,6 bi a fundos municipais de saneamento em SP“
O presidente da Câmara, Lelo Couto (MDB), afirmou que o caso está sob investigação da Polícia Civil do Espírito Santo.
A corporação informou que a Câmara registrou um boletim de ocorrência pela internet. O caso foi encaminhado ao 16º Distrito Policial de Cariacica, responsável por identificar os autores da invasão.
A Polícia Civil também orientou que as pessoas podem repassar informações sobre o caso de forma anônima por meio do Disque-Denúncia 181.
O prefeito Carlos Eduardo Alves está "administrando" Natal como se fosse um rei ou um ditador. Descumpre sistematicamente as leis, assina contrato milionários sem licitação e maltrata os servidores públicos. Infelizmente não há o que se fazer, pois a nossa Câmara é muito fraca e o glorioso Ministério Público já não é mais o mesmo, tem se omitido em diversas questão importantes de interesse da população natalense.
Carlos Eduardi Nunes Alves está cagando e andando para todos, inclusive os vereadores.
Este é o seu estilo de fazer e administratar.
Ele é arrogante, antipatico, prepotente e soberbo.
Um homen se amigos
Querer comparar a atual administração com a anterior, é dose, só mesmo para quem deixou de mamar nas tetas da borboleta.
A população de Natal está satisfeitíssima com a administração atual, salários em dia,
cidade limpa, arrumada, 80% dos buracos tapados, só falta a saúde também emplacar.