Faltando uma hora para o fim do tempo dado pelo desembargador para a desocupação do prédio da Câmara Municipal pelos manifestantes, o clima é tenso. Com a anulação da audiência pública que discutiria a gestão municipal, as negociações retrocederam. Ontem, numa série de negociações com o presidente da Câmara, Edivan Martins, ficou entendido que após a audiência pública e a sessão plenária, o prédio seria desocupado.
“Edivan Martins mais uma vez agiu com irresponsabilidade”, afirmou a presidente do Sinsenat, Soraya Godeiro. Neste momento, os manifestantes estão em pelnária no átrio da Câmara discutindo quais serão os próximos passos da manifestação. De acordo com informações repassadas pelo Comando Geral da Polícia Militar, nenhum ofício ou requerimento de intervenção militar foi recebido até às 10h de hoje (14). Desde ontem, a água que era utilizada pelos ocupantes foi cortada.
Com Informações da Tribuna do Norte

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