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FOTO: CMN lembra 50 anos do Golpe Civil e Militar de 1964 no Brasil‏

Hom. 50 Anos do Golpe Militar - Foto ELPÍDIO JÚNIOR (1)O vereador Fernando Lucena (PT) realizou nessa terça-feira (01) sessão solene para lembrar os 50 anos do Golpe Civil e Militar de 1964. O parlamentar lembrou na sessão os 21 anos ditatoriais fascistas ocorridos no Brasil e homenageou as famílias vítimas do período repressor.

Para o vereador, a ditadura foi imperdoável e inaceitável. “Esse foi o pior momento da história brasileira. Esse período terrível teve sequestros, torturas, assassinatos, estupros, desaparecidos políticos, entre outras atrocidades”, destacou o vereador.

Fernando Lucena ressaltou as consequências do período ditatorial nos anos seguintes no Brasil. “Nós contraímos uma dívida externa imensa, que pagamos até o governo Lula. Enfrentamos inflações de até 350% ao ano, desemprego, miséria, nossos professores e estudiosos mandados para fora do país. Um terror”, lamentou.

O vereador e sua família foram vítimas diretas da ditadura. “Meu pai foi torturado, ficou em coma, jogado feito um animal e sobreviveu. Eu fui perseguido e nossa família foi exilada dentro do próprio país”, contou Lucena.

Durante a sessão solene, ex presos políticos e torturados contaram suas histórias sobre o período fascista. “Eu militava no ensino secundarista do Colégio Atheneu e fui da resistência, inclusive armada. No Rio de Janeiro fui preso, torturado, conduzido ao exército e levei choques elétricos, entre outras coisas. Depois fui transferido para a Bahia e posteriormente para Pernambuco e em ambos também fui torturado. Foram quatro anos de prisão”, contou Juliano Siqueira ex vereador e preso político.

“O povo brasileiro tem que saber a real história desse país, desses 21 anos fascistas. Pessoas foram mortas, famílias nem conseguiram enterrar seus entes queridos pois o corpo desapareceu. Eu particularmente tenho por causa desse período um compromisso com a democracia socialista”, finalizou Juliano Siqueira.

Participaram da solenidade pelos 50 anos do Golpe Civil e Militar de 1964, representantes da OAB, Central Única de Trabalhadores, Diretórios Estudantis, Centros Acadêmicos, movimentos sociais e partidos de esquerda e sobreviventes.

Sobre o golpe

O golpe militar ocorrido em 1964 estabeleceu no Brasil uma ditadura militar  que permaneceu até 1985. Ao longo dos anos o regime militar foi endurecendo o governo e tornando legalizadas práticas de censura  e tortura, por exemplo. Os militares combateram sem piedade qualquer ameaça comunista ou manifestantes contra o governo, marcando a história do Brasil por um período negro de atos autoritários ao extremo.

A decisão de se dar um golpe político por parte dos militares não foi algo repentino, aconteceu como consequência de uma série de fatos políticos acumulados no período republicano após Getúlio Vargas. Quando este presidente resolveu colocar um fim a sua própria vida a situação política nacional já estava abalada, a vacância do cargo máximo na política brasileira permitiu uma preocupante conjuntura de sucessão presidencial. Juscelino Kubitscheck foi eleito em pleito eleitoral direto para o governo seguinte, o então presidente desenvolveu um governo que lhe foi possível conquistar o apoio popular, mas por vários momentos os militares esboçaram um golpe de Estado. O sucessor na presidência foi Jânio Quadros, o qual foi eleito com enorme apoio popular, conquistando uma aprovação nas urnas que até então não havia sido vista. A vitória imperativa fez com que Jânio Quadros acreditasse em um auto-golpe de Estado. Crendo que o povo o apoiaria sempre, arquitetou um plano de renúncia para voltar ao poder através de um pedido amplo de retorno que só aceitaria se lhe fosse dado poderes absolutos. O plano de renúncia de Jânio Quadros não funcionou e o cargo de presidente acabou ficando disponível para o seu vice, João Goulart.

João Goulart  era um jovem político que havia aparecido na cena política nacional como Ministro do Trabalho do segundo governo de Getúlio Vargas. Jango, como era chamado, tinha claras aproximações com ideologias e políticas de esquerda, o que o fazia ser considerado como uma ameaça. Para piorar, quando Jango recebeu a notícia da renúncia de Jânio Quadros estava em viagem política na China comunista. Os políticos de direita tentaram de várias formas impedir a posse do vice-presidente, mas Brizola, primo de Jango e governador do Rio Grande do Sul, sustentou o retorno e a posse legítima de João Goulart.

O presidente empossado tentou aplicar uma política de esquerda, foi muito combatido pelos direitistas e criticado como uma ameaça comunista. O estopim necessário para explodir um golpe militar se deu quando Leonel Brizola e João Goulart fizeram um discurso na Central do Brasil, Rio de Janeiro, no dia 13 de março, declarando as reformas de base, lideradas pela reforma agrária. Nos dias seguintes os oposicionistas se organizaram e promoveram seis dias depois a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, o movimento de base religiosa tinha como objetivo envolver o povo no combate ao maléfico comunismo. Assim, a religião, o povo e o interesse norte-americano formavam a sustentação que permitiria o golpe militar.

O golpe começou a tomar forma prática quando no dia 28 de março de 1964 se reuniram em Juiz de Fora, Minas Gerais, os generais Olímpio Mourão Filho e Odílio Denys juntamente com o governador do estado, Magalhães Pinto. A reunião visava estabelecer uma data para início da mobilização militar para tomada do poder, a qual ficou decidida como 4 de abril de 1964. Mas Olímpio Mourão Filho não esperaria até abril para iniciar o golpe, ainda no dia 31 de março tomou uma atitude impulsiva partindo com suas tropas de Juiz de Fora para o Rio de Janeiro por volta das três horas da manhã. O general Castello Branco ainda tentou segurar o levante ligando para Magalhães Pinto, segundo o militar o movimento ainda era prematuro, entretanto não dava mais para parar.

Como legalista, ao lado de João Goulart, o general Armando de Moraes Âncora não estava satisfeito, mas quando recebeu a ordem do presidente para prender Castello Branco não a cumpriu. O general Âncora alegou que não queria iniciar uma guerra civil no país e então quando as tropas do governo se encontraram com as dos golpistas se uniram e continuaram a caminhada rumo ao Rio de Janeiro para efetivar o golpe que ocorreu no dia 31 de março de 1964 por volta das dezessete horas. João Goulart, ao se deparar com as tropas, também evitou uma guerra civil abandonando a presidência e se refugiando no Uruguai.

O Congresso Brasileiro providenciou então as medidas que tornaria legalizado o golpe, o senador Auro Soares de Moura Andrade declarou o cargo de presidente vago alegando que o presidente havia abandonado o Brasil. As eleições presidenciais foram prometidas para 1965, porém não realizadas, os militares passaram a eleger os presidentes indiretamente durante a ditadura que se tornaria mais severa a cada ano. O povo se mostrou confuso com o que estava acontecendo, mas o aparente crescimento econômico fez com que a população se acomodasse. Mais a frente a censura fez com que se calasse.

O golpe impediria tentativas de implantação de uma política comunista no Brasil, com os anos viriam os Atos Institucionais e o regime que tomara o poder através de um golpe se estabeleceria sobre bases legais, porém autoritárias.

Opinião dos leitores

  1. Rasgaram a Constituição,. Ao renegar a necessidade das Reformas de Base propostas por João Goulart, criaram um exército de famintos disciplinados, cujos filhos e netos cansaram de ser pobres e hoje alimentam os índices de criminalidade. Deixaram o país com uma divida externa de mais de 100 bilhões de dólares. A roubalheira correu solta no governo dos milicos, sua crias mais influentes Maluf, Abi Ackel.

  2. O que está em julgamento são os governos assassinos do generais que traíram a pátria ao se vender aos interesses americanos e da nossa elite podre. Não aguentam ver uma ex guerrilheira no comando do país, bota a turma do pijama pra dormir.

  3. O Júlio Dalcin, lendo os comentários entendo que:
    Deixa ver se entendi, quer dizer que os militares mataram mais que os "comunistas", que também mataram, sequestraram e roubaram, estão PERDOADOS?
    Ou seja, se EU roubar 10 bancos e matar 10 vigilantes e se VOCÊ roubar 2 bancos e só matar só 2 vigilantes, EU devo ser investigado e VOCÊ perdoado?
    Que lógica é essa? Onde isso existe? Só mesmo no Brasil onde a escola não ensina a raciocinar.
    O que está ocorrendo é uma perseguição aos militares e PERDÃO aos outros assassinos.

  4. Pois é Fatima Moraes, só que foram as forças armadas, que covardemente usaram de força desproporcional contra meia duzia de gatos pingados.

    1. Grande, a Fátima, quando se refere à "comissão" como "uma das composições que só vêem com um olho", pretende incluir também o DOI/CODI, por exemplo, que era um órgão basicamente ocupado pela Polícia Civil; grupos tipo milícia, agregados a políticos da "situação" à época, que foram criados à revelia da própria "autoridade revolucionária", mas com a sua complacência, etc. Muita coisa estranha ocorreu fora das fileiras militares, que ficaram com a fama, o que influenciou pessoas como você, por exemplo, a acreditarem que só os militares foram responsáveis pela tortura e morte dessa "meia dúzia de gatos pingados".

    2. Além do mais, Júlio Dalcin, e para mais ou menos comprovar o que digo, sobre os militares não serem os únicos culpados pelas atrocidades cometidas, recomendo acompanhar o movimento (vide a mídia) que pretende a Revisão da Lei de Anistia. O que tem de civil com medo que isso seja aprovado não está no "gibi". Vai ser uma pedreira fazer isso ser aprovado. Tem muito político (e colaboracionistas) ainda, que estiveram envolvidos com as atrocidades atribuídas aos militares (entenda-se: à "Revolução"). Basta pesquisar, tem muita fonte à disposição.

  5. Essa tal comissão da verdade não deveria se chamar comissão de caça aos militares?
    Vão julgar as TORTURAS, SEQUESTROS E ASSASSINATOS SÓ DE UM LADO? CADÊ AQUELES QUE ERAM CONTRA O REGIME E COMETERAM OS MESMOS TIPOS DE CRIME E OUTROS MAIS?
    Foram SÓ os militares que tiraram vidas? Foram só os militares que usaram da força para chegar aos fins?
    Isso está LONGE de SER JUSTO e VERDADEIRO, essa comissão é uma das composições que só vêem com um olho. Caçam os militares e DEIXAM IMPUNES OS "COMUNISTAS" QUE TAMBÉM MATARAM, ROUBARAM, DESTRUÍRAM E SEQUESTRARAM!!! Essa comissão parece mais UMA INQUISIÇÃO!!!

    1. Não se esquecendo dos traidores da "causa". Assistindo uma palestra por ocasião do tema que grassa nestes dias, ouvi do palestrante que, acuado pelas tropas que encurralaram os "terroristas", José Genoino, este mesmo metido no "mensalão", teria dito "não me matem não que eu entrego". Se isso ocorreu, e eu acho que é bem possível, essa atitude teria causado a morte de alguns daqueles que ele entregou. Isso tem um peso penal, mas o que se percebe é que este indivíduo, além de ter sobrevivido ainda se veste de mártir, falseando a sua verdadeira vocação.

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[VÍDEO] Lula diz que ser lixeiro “não é uma profissão que dá orgulho”

O presidente Lula (PT) afirmou que ser lixeiro “não é uma profissão que dá orgulho” e comparou a atividade a profissões da área de engenharia e medicina. A declaração ocorreu durante o ‘Ato Nacional Mulheres com Lula’, em Belo Horizonte (MG), neste sábado (29).

“O cara tem orgulho de falar ‘eu sou engenheiro, eu sou médico’, mas lixeiro é uma coisa pobre”, completou.

Na sequência, na tentativa de consertar a fala sobre os lixeiros, Lula disse que a população perceberia rapidamente a falta do serviço caso a coleta fosse interrompida. “O pobre é tratado como se fosse invisível. As pessoas não enxergam”, afirmou.

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[VÍDEO] “Dar uma notícia dessas é uma aberração”, desabafa jornalista da Band ao comentar caso de condenado a 120 anos que usou ‘saidinha’ para estuprar adolescente no RJ

Vídeo: Reprodução/Band

A jornalista Adriana Araújo, da Band, criticou duramente o caso de um homem condenado a mais de 120 anos de prisão que teria usado o benefício da “saidinha” da cadeia para estuprar uma adolescente de 16 anos no Rio de Janeiro.

Ao comentar o episódio, a jornalista classificou a situação como uma “aberração” e questionou a possibilidade de um criminoso com esse histórico voltar às ruas. “Só falta estender o tapete vermelho”, criticou.

“Ter que dar uma notícia dessas é uma aberração”, afirmou Adriana. A jornalista também criticou o sistema de saídas temporárias e cobrou do Congresso e do Supremo Tribunal Federal mudanças na legislação para impedir que condenados por crimes graves tenham novas oportunidades de cometer delitos durante o cumprimento da pena. “Mudem a lei, mudem a interpretação, mudem o que for preciso, mas acabem com essa vergonha de uma vez por todas”, finalizou.

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Lula diz que estrangeiros não vão “meter o bedelho” no Brasil

Foto: CanalGov/Reprodução

O presidente Lula (PT) afirmou neste sábado (29), durante ato em Belo Horizonte (MG), que nenhum governo estrangeiro irá interferir no Brasil enquanto ele estiver na Presidência.

“Estou determinado, ao terminar meu próximo mandato, o Brasil vai ser considerado um País desenvolvido. Não vai dever nada à China. Se é isso que vocês desejam, fiquem certos, eu dedicarei cada minuto da minha vida para que a gente possa deixar esse País com uma juventude mais bem informada e melhor remunerada, e com o País sendo respeitado. Enquanto o Lula for presidente, nenhum governo estrangeiro meterá o bedelho nesse País”, declarou.

A fala foi feita durante um evento voltado à participação feminina na política, que reuniu ministras do governo, candidatas e apoiadoras da campanha petista.

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[VÍDEO] Lula se confunde ao falar da morte da ex-esposa Marisa Letícia e diz que “perdeu Janja depois de 45 anos de casado”


O presidente Lula (PT) se confundiu ao falar sobre a morte da ex-esposa, Marisa Letícia, falecida em 2017. Lula citou por engano o nome da atual mulher, Janja, e se corrigiu logo em seguida. A primeira-dama reagiu de imediato à fala de Lula, gesticulando. A gafe aconteceu durante o evento “Mulheres com Lula”, realizado neste sábado (29), em Belo Horizonte (MG).

“Eu perdi minha primeira mulher no parto, com dois anos de casado, depois eu perdi a Janja, depois de 45 anos de casado. A Marisa, a Marisa. E quando eu pensei que a minha vida não tinha mais sentido, Deus colocou no meu caminho a Janja”, afirmou.

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[VÍDEO] HIPOCRISIA: Em ato chamado “Mulheres com Lula”, petistas protestam contra o próprio partido por falta de verba para candidaturas femininas

VÍDEO: Gabriela Araújo/Folhapress

Veja até que ponto chega a hipocrisia do Partido dos Trabalhadores, que tanto diz defender as mulheres. Um protesto contra a falta de recursos para candidaturas femininas marcou o ato “Mulheres com Lula”, realizado em Belo Horizonte (MG), neste sábado (29), com a participação do presidente Lula (PT) e da primeira-dama Janja.

Mulheres filiadas ao próprio PT levaram ao evento um cartaz com a frase: “Mulheres da base do PT não aceitam ser tratadas como laranjas”. A reclamação das filiadas ao partido envolve a distribuição dos R$ 615 milhões do Fundo Eleitoral destinados pelo PT às candidaturas proporcionais em todo o país.

As candidatas afirmam estar com os “caixas zerados”, enquanto petistas que já ocupam mandato na Câmara dos Deputados devem receber quase R$ 2 milhões para disputar a reeleição.

O grupo critica os critérios definidos pela direção nacional do partido. Segundo as manifestantes, a distribuição dos recursos se concentra nos candidatos com mandato e maior potencial eleitoral. Para as manifestantes, a divisão criou uma diferença que deixa candidaturas da base, especialmente femininas, sem dinheiro e até sem espaço nas inserções de rádio e televisão.

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[VÍDEO] PEGOU AR: Lula dá bronca durante comício na Bahia por problemas em microfone: “é a quinta vez!”

O presidente Lula (PT) pegou ar por conta de problemas com microfones durante comício ao lado do ex-ministro Jaques Wagner, no Largo do Guarani, em Salvador (BA), na noite de sexta-feira (28).

Após trocar mais uma vez de microfone, Lula visivelmente irritado esbravejou, “É a quinta vez!”, disse ao receber um novo das mãos do fotógrafo Ricardo Stuckert que respondeu, “esse vai funcionar, presidente”.

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Vice-prefeita de Currais Novos, suplente de Styvenson anuncia apoio a Zenaide; vice de Caicó também adere junto a vereadores

A senadora Zenaide Maia (PSD) recebeu nesta sexta-feira (28) novas manifestações de apoio político no Seridó. Em Currais Novos, a vice-prefeita Milena Galvão, que também é segunda suplente do senador Styvenson Valentim, reuniu vereadores e lideranças para receber a senadora e declarar apoio à sua reeleição. Em Caicó, Zenaide foi recebida pelo vice-prefeito Toinho Santiago, que reuniu vereadores, suplentes e lideranças do município.

Em Currais Novos, participaram da recepção os vereadores Clayber Trajano, Sargento Ezequiel, Leilza Palmeira, Bastião do Ônibus e João Paulo, além dos suplentes Gegê, Dadá e Idamecir e outras lideranças. Milena destacou a importância da lealdade na política. “A política se constrói com diálogo, compromisso e, acima de tudo, lealdade. Acredito em valorizar quem caminha ao nosso lado”, afirmou.

Em Caicó, estiveram com Toinho e Zenaide os vereadores Andinho Duarte, Arthur Maynard, Fabinho da Saúde e Dr. Fernando da Farmácia, além do suplente Diogo do Doce, do coronel Walmary Costa e de Adriana, esposa do vice-prefeito. Toinho destacou a atuação de Zenaide pelo município e pelo Seridó e defendeu a continuidade do mandato. “A gente tem que eleger essa pessoa para continuar trabalhando e fazendo por Caicó, pelo Seridó e pelo Rio Grande do Norte”, afirmou.

As duas agendas reforçam a articulação de Zenaide no Seridó e ampliam o grupo de lideranças políticas que manifestam apoio à sua candidatura à reeleição para o Senado.

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[VÍDEO] “Sua vida melhorou nos últimos quatro anos?”, reflete Flávio Bolsonaro sobre a economia e a violência no Brasil, em considerações finais da sabatina do Jornal Nacional

Ao final da sabatina no Jornal Nacional na sexta-feira (28), o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) se dirigiu diretamente aos eleitores e questionou sobre a atual situação do país nas áreas de economia, endividamento da ppulação, segurança pública e combate à corrupção.

Flávio também pediu uma oportunidade aos eleitores que desejam mudanças, independentemente de simpatia pessoal ou concordância integral com seu discurso. “Do lado de lá você sabe que vai dar 100% errado”, declarou.

“Eu quero agradecer ao senhor e à senhora que ficaram até esse momento assistindo aqui às minhas falas. Eu queria ter falado mais de proposta, mais de futuro, mas não vai faltar oportunidade para que façamos isso. E eu quero te fazer já uma reflexão: o que a sua vida melhorou nos últimos 4 anos? Você acha que você, que está devendo, vai dever mais ou vai dever menos se continuar o atual governo? Você que está sofrendo com a violência, que mora numa área dominada por narcoterroristas, daqui a 4 anos, se continuar o atual governo, você vai estar vivendo com mais ou com menos violência?”, disse Flávio.

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Vila de Ponta Negra ganha quadra poliesportiva coberta após reforma feita pela Prefeitura de Natal

Foto: Roberto Galhardo/Secom

A Prefeitura do Natal entregou, nesta sexta-feira (28), a reforma e cobertura da quadra esportiva da Vila de Ponta Negra, na Rua Morro do Careca. A obra recebeu investimento de R$ 549 mil. A nova estrutura conta com cobertura termoacústica, oferecendo maior proteção e conforto.

A quadra fica ao lado do CMEI Haidêe Monteiro Bezerra de Melo e também será utilizada pela unidade escolar. Com a reforma, o equipamento passa a integrar de forma mais adequada as atividades de esporte, lazer, cultura e convivência dos moradores e estudantes.

A entrega da obra contou com a presença do prefeito de Natal Paulinho Freire, do secretário municipal de Esporte e Lazer, Hermes Câmara, além de técnicos da secretaria e representantes da comunidade. A obra foi custeada com recursos de emenda parlamentar do deputado federal General Girão.

Durante a inauguração, Paulinho Freire destacou a transformação de uma antiga reivindicação dos moradores em um equipamento disponível para a comunidade e pediu que o espaço seja preservado.

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[VÍDEO] “Essa sobretaxa que foi o Lula que cavou com força. Ele xingou, ameaçou. Parabéns, Lula! Você conseguiu tarifar as empresas brasileiras”, diz Flávio no Jornal Nacional

Durante a entrevista ao Jornal Nacional na noite de sexta-feira (28), o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) culpou o presidente Lula (PT) pela sobretaxa imposta pelos EUA a produtos brasileiros. Flávio afirmou que se posicionou contra a medida e que atuou junto ao governo americano para tentar retirar as tarifas. Flávio acusou o presidente de ter provocado a medida ao adotar um tom de confronto com os Estados Unidos.

“Eu fui, no momento adequado, até a USTR, a câmara de comércio internacional dos EUA para defender o Brasil, para que o governo americano não tarifasse mais as empresas brasileiras, que já são as mais tarifadas do mundo pelo próprio governo Lula. As empresas brasileiras não têm capacidade de pagar mais impostos e mais essa sobretaxa que foi o Lula que cavou com força. E o Lula procurou muito essa tarifa. Ele xingou, ele ameaçou, ele conseguiu. Parabéns, Lula, você conseguiu tarifar as empresas brasileiras”, afirmou Flávio na bancada do Jornal Nacional.

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