A diretoria da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN) ficou surpresa com a nota do Sindicato repassada ao Blog do BG, pois o diálogo com toda a categoria de trabalhadores é aberto e permanente. Temos adotado medidas de contenção de gastos, mas sem atingir nenhum direito dos nossos funcionários.
É importante ressaltar que mesmo diante da grave crise financeira conseguimos em 2016 a implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS), uma luta de nove anos.
Estamos dispostos ao diálogo de sempre para juntos continuarmos a boa luta pela nossa CODERN”
O bilionário Elon Musk ironizou nesta quarta-feira (4) a derrota do Partido Republicano nas eleições de meio de mandato dos Estados Unidos, após destinar cerca de US$ 474 milhões (R$ 2,6 bilhões) para apoiar candidatos da legenda do presidente Donald Trump.
“Parece que meus raios laser espaciais de interferência eleitoral não funcionaram desta vez”, escreveu Musk em publicação no X. Os democratas conquistaram o controle da Câmara e do Senado, alterando a correlação de forças no Congresso norte-americano.
Segundo a organização OpenSecrets, Musk se tornou o maior doador individual de um ciclo eleitoral federal desde 2010. Desse total, US$ 158 milhões (R$ 793 milhões) foram destinados à campanha de Ken Paxton, candidato republicano ao Senado pelo Texas, derrotado pelo democrata James Talarico.
O Texas também registrou a derrota do governador republicano Greg Abbott para a democrata Gina Hinojosa, primeira mulher latina eleita para governar o estado.
Com o novo cenário político, Musk demonstrou preocupação com a expansão dos centros de dados de inteligência artificial no Texas, onde estão instaladas as sedes de suas empresas. “Os centros de dados no espaço parecem bastante atraentes neste momento”, escreveu.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), é cotado para assumir o novo Ministério da Segurança Pública, que o presidente Lula pretende criar após a aprovação da PEC da Segurança Pública pelo Senado, nesta terça-feira (3).
Silveira é delegado de carreira da Polícia Civil de Minas Gerais, aposentado como delegado-geral. Formado em Direito, ingressou na corporação em 1997 e presidiu a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados em 2009.
O ministro também foi deputado federal por dois mandatos, entre 2007 e 2015, e senador por Minas Gerais, entre 2022 e 2023. Desde janeiro de 2023, comanda o Ministério de Minas e Energia.
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) determinou que as operadoras de telefonia celular adotem novas medidas para combater golpes por mensagens de texto (SMS). As empresas terão até 90 dias para bloquear mensagens enviadas por códigos curtos que não estejam cadastrados em um sistema de identificação de remetentes.
A decisão foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (4). As operadoras deverão criar um cadastro público que permita identificar as empresas responsáveis pelo envio de mensagens, como bancos, lojas e prestadores de serviços.
As novas regras também estabelecem prazo de 60 dias para que cada código curto seja utilizado exclusivamente por uma empresa, salvo exceções justificadas. As operadoras terão ainda de implementar sistemas automatizados para identificar mensagens suspeitas, tentativas de fraude e falsificação de identidade.
A medida busca dificultar golpes em que criminosos se passam por instituições financeiras ou empresas para obter dados pessoais e bancários das vítimas.
Um homem de 33 anos foi preso nesta quarta-feira (4), suspeito de exercer ilegalmente a medicina em hospitais públicos e unidades de pronto atendimento de Poço Branco, Taipu e Monte Alegre, no Rio Grande do Norte. A prisão ocorreu durante a Operação Alter Ego, deflagrada pela Polícia Civil.
Segundo as investigações, o suspeito utilizava dados pessoais, carimbo e número de registro de um médico inscrito no Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB). O profissional verdadeiro nunca teria trabalhado no RN.
A Polícia Civil aponta que o investigado realizou atendimentos de urgência e prescreveu medicamentos controlados e injetáveis a pacientes do SUS. Ele também usava redes sociais e aplicativos de mensagens para se apresentar como médico e teria criado e-mails fraudulentos para enganar órgãos de fiscalização.
Após ser interrogado, o homem foi encaminhado ao sistema prisional. A polícia investiga se outras pessoas facilitaram contratos e cadastros que permitiram sua atuação nas unidades de saúde.
O ministro Gilmar Mendes, do STF, determinou que órgãos federais e o governo de Mato Grosso do Sul prestem esclarecimentos, em até cinco dias, sobre relatos de ataques e ameaças contra comunidades indígenas no estado após o segundo turno das eleições presidenciais.
A determinação envolve a Advocacia-Geral da União (AGU), os ministérios dos Povos Indígenas, da Justiça e dos Direitos Humanos, a Funai e o Ministério Público Federal. O ministro também pediu à Articulação dos Povos Indígenas do Brasil uma relação das comunidades afetadas e detalhes dos episódios.
“Entendo necessário que os órgãos públicos envolvidos apresentem informações oficiais sobre as apurações realizadas e as providências que estão sendo adotadas para prevenir e cessar os atos de violência e ameaças”, afirmou Gilmar.
A decisão foi tomada no âmbito de uma ação que aponta violações sistemáticas de direitos indígenas em Mato Grosso do Sul. Após denúncias de violência no contexto eleitoral, o governo federal enviou uma comitiva interministerial à região para apurar os fatos.
A postura do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem frustrado aliados de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que esperavam uma reação mais contundente da Casa Branca após a saída do senador do Brasil. O grupo apostava na retomada de sanções contra ministros do STF e na concessão de asilo político ao parlamentar.
Entre as expectativas estava a aplicação da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes, sob o argumento de perseguição política. Aliados também cogitavam sanções contra Cristiano Zanin, pela prorrogação do horário de votação nas eleições, medida que havia sido solicitada pelo próprio PL.
Outra frustração envolve o asilo político. Até agora, Flávio possui apenas autorização de permanência temporária nos Estados Unidos. Embora Trump tenha afirmado que o senador pode ficar no país pelo “tempo que quiser”, não anunciou a concessão de asilo.
O presidente norte-americano também declarou que não pretende se encontrar com Flávio e afirmou manter uma boa relação com Lula, vencedor das eleições presidenciais brasileiras.
Três brasileiros conquistaram vagas no Legislativo estadual dos Estados Unidos nas eleições de meio de mandato realizadas nesta terça-feira (3). Felipe Sousa-Lazaballet, Rita Mendes e Priscila Sousa venceram disputas pelo Partido Democrata.
Natural de Duque de Caxias (RJ), Felipe Sousa-Lazaballet, de 40 anos, foi eleito para representar o Distrito 42 na Câmara Estadual da Flórida. Ativista comunitário, ele chegou aos EUA sem documentos e tem como bandeiras os direitos dos imigrantes e da comunidade LGBTQ+.
Em Massachusetts, Rita Mendes foi reeleita deputada estadual pelo 11º Distrito de Plymouth, que inclui a cidade de Brockton, onde há forte presença de brasileiros.
Também em Massachusetts, Priscila Sousa conquistou uma vaga na Câmara dos Representantes pelo 6º Distrito de Middlesex, na região de Framingham. Formada em Ciência Política, ela atua em iniciativas voltadas à comunidade brasileira e à representação de imigrantes.
O presidente Lula reafirmou nesta terça-feira (3) que vai criar o Ministério da Segurança Pública após o Senado aprovar a PEC da Segurança. A proposta recebeu 75 votos favoráveis no segundo turno, sem nenhum contrário.
“Vamos somar a esse avanço a criação do Ministério da Segurança Pública, com foco em inteligência, planejamento e cooperação com estados e municípios para enfrentar as facções e as milícias”, afirmou Lula em publicação no X.
A PEC amplia a integração entre as forças de segurança, fortalece o combate ao crime organizado e prevê regras mais rígidas para integrantes de facções e milícias. O texto também amplia as atribuições da Polícia Rodoviária Federal para ferrovias e hidrovias federais.
A proposta segue para promulgação pelo Congresso Nacional, sem necessidade de sanção presidencial. A criação do novo ministério era uma promessa de campanha de Lula.
O senador Rogério Marinho (PL-RN) tem apresentado aos colegas uma projeção otimista para a disputa pela Presidência do Senado. Segundo a coluna de Bela Megale, de O Globo, o parlamentar calcula ter 44 votos, três a mais que os 41 necessários para vencer a eleição.
Nas contas de Marinho, o atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), teria 33 votos, enquanto Tereza Cristina (PP-MS) ficaria com quatro. O levantamento, porém, é visto com desconfiança por parte dos senadores.
Um dos motivos é a pressão do PL para que parlamentares declarem publicamente seus votos. Alcolumbre, por sua vez, trabalha com números diferentes e acredita contar com o apoio de pelo menos quatro integrantes do próprio PL.
O partido planeja oficializar nesta quarta-feira (4) a candidatura de Rogério Marinho à Presidência do Senado.
O Senado fechou um acordo para tentar votar ainda nesta semana a redução da maioridade penal. A articulação prevê acelerar a tramitação de propostas que permitem responsabilizar criminalmente adolescentes a partir dos 16 anos.
A negociação ocorreu após a aprovação da PEC da Segurança Pública, nesta terça-feira (3). As propostas sobre maioridade penal foram retiradas do texto principal e passaram a tramitar separadamente.
Uma das propostas, apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), prevê reduzir a maioridade penal para 16 anos como regra geral e para 14 anos em determinados crimes graves. Outra, de Camilo Santana (PT-CE), estabelece 16 anos apenas para crimes hediondos.
Apesar do acordo, a votação ainda depende da aprovação de um calendário especial no Senado.
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