Saúde

Com 2,2 milhões de doses em 24 horas, Brasil encerrou junho com marca de mais de 100 milhões de vacinas aplicadas

Foto: © Rovena Rosa/Agência Brasil

Segundo dados oficiais do Vacinômetro – ferramenta de dados do Ministério da Saúde que acompanha o ritmo de vacinação no Brasil – o país ultrapassou nessa quarta-feira (30 de junho) a marca de 100 milhões de doses aplicadas.

Em redes sociais, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, comemorou a marca.

O Brasil é o 4º país do mundo em número absoluto de doses aplicadas. Segundo o Vacinômetro, o país registra 135.060.376 doses distribuídas para os estados e o Distrito Federal, com 101.476.804 doses tendo sido aplicadas. Destas, 74,3 milhões são relativas à primeira dose, enquanto 27,1 milhões correspondem à segunda dose ou dose única (no caso da vacina Janssen).

De acordo com o painel de dados, 2,2 milhões de doses foram aplicadas apenas em 24 horas – ritmo acima das expectativas do ministro Marcelo Queiroga.

Os dados do Ministério da Saúde mostram que a região Sudeste – a mais populosa do Brasil – foi a que mais vacinou, com 40,8 milhões de doses aplicadas. Nordeste está em segundo, com 22,6 milhões de doses. Sul, Centro-Oeste e Norte seguem nas respectivas posições.

A vacina mais aplicada no Brasil é a Butantan Sinovac, que equivale à CoronaVac. Em segundo lugar está a vacina AstraZeneca, que é envasada pela Fiocruz e que deverá passar a ter fabricação nacional até 2022. A vacina ComiRNAty, da Pfizer/BioNTech, segue em terceiro. A vacina da Janssen está em quarto lugar, já que ainda não teve grande volume de entrega e é restrita, no momento, para grupos específicos.

Queda em ocupação de UTIs

Hoje, o estado de São Paulo registrou, pela primeira vez nos últimos três meses, uma taxa de ocupação de leitos de UTIs abaixo de 75%. Em todo o estado, a taxa está hoje em 74,8%, enquanto na Grande São Paulo está em 68,9%.

Com Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. “O que menos precisamos é de conflito!” Diz o cara que conflitou com Gustavo Bebiano, Mandetta, Moro, Teich, Pazuello, a mídia, com o STF, com as Forças Armadas, com Pujol, com a OMS, com 27 goverdaores, com os prefeitos, com a VACINA e com metade da população do Brasil. Como definir este homem?

    1. É de bolsonaro que vc ta falando?
      Defino como reeleito em primeiro turno.

  2. Só uma constatação para os adoradores do mico! Quem trabalhou contra vacina, quem disse que iria virar jacaré ou dar uma rebolada como consequência da vacina, foi o próprio idiota-miliciano-corrupto que vocês idolatram! O resto é fingir o noticiário e jogar cortina de fumaça! Agora ele virou o protetor das vacinas! Bota na conta 518.000 homicidios, contra a ciência, contra a máscara e a favor da aglomeração!

  3. Nunca vi um Presidente tão investigado, perseguido, odiado, massacrado, impedido de presidir, como Bolsonara. Se o voto for auditável, será eleito no primeiro turno. As pesquisas não dizem nada.Não são confiáveis. Quero ver a esquerda arrastar multidão ordeira como faz o meu capitão.

    1. O sujeito que mais cria contenda, que menos apazigua, que é incapaz de conciliar e que sempre vai na contramão, agora diz que não quer conflito. Essa CPI se for levada a sério, vai desnudar esse presidente fajuto,responsavel pela situação atual do país.

  4. Isso da um desespero na esquerdalhada.
    Rsrsrs…
    Eles morrem de inveja do Bolsonaro, que por onde passa é aclamado.
    Kkkkkkkkkkkkk
    Segue a passos largos a queda da narrativa petralha.
    Xau!!!

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Geral

Morre Walter Byron Dore Júnior, herdeiro da Dore Refrigerantes

Imagem: reprodução

O empresário Walter Byron Dore Júnior, herdeiro da Dore Refrigerantes, morreu aos 70 anos. A informação foi confirmada pelo irmão, Herbert Dore, no sábado (10).

Em nota, Herbert Dore lamentou a perda e pediu conforto a Deus para a família. A filha do empresário, Bianca Dore, também publicou uma mensagem emocionada nas redes sociais, destacando o pai como alicerce da família e lembrando sua inteligência, generosidade e carinho.

O velório e o sepultamento ocorrerão na terça-feira (13), pela manhã, no Morada da Paz, em Emaús.

Walter Dore Júnior era herdeiro de uma das indústrias de bebidas mais tradicionais do Nordeste. A Dore Refrigerantes foi fundada em 1911 por seu bisavô, o inglês Sidney Clement Dore, e é conhecida por marcas clássicas como a Grapette.

Em homenagem à relevância da família para o setor industrial potiguar, a Fiern criou a Medalha do Mérito Industrial Walter Byron Dore, que leva o nome de seu pai e reconhece personalidades que contribuem para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte.

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Geral

CASO DOUGLAS: Polícia Civil diz que jovem acelerou moto em direção à barreira policial e efetuou disparos de arma de fogo contra a equipe

Imagens; reprodução

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte divulgou uma nota de esclarecimento sobre a ação policial que resultou na morte de Douglas Rebouças, 20 anos, na madrugada deste sábado (10), após uma ocorrência de homicídio no município de Frutuoso Gomes, no Alto Oeste potiguar. Segundo a polícia, Douglas teria atirado contra a equipe de policiais que fazia barreira, antes de ser atingido.

De acordo com a PCRN, policiais civis foram acionados na noite da sexta-feira (9) para atender a uma ocorrência de homicídio ocorrido no centro da cidade. A equipe de plantão esteve no local e realizou os procedimentos operacionais padrão de preservação da cena do crime.

Ainda segundo a PC, informações repassadas aos agentes indicavam que os suspeitos do crime estariam circulando em área de mata entre os municípios de Lucrécia e Frutuoso Gomes. Diante disso, foram montadas barreiras policiais para abordagem, com equipes uniformizadas e viaturas caracterizadas.

Por volta de 1h30, duas motocicletas se aproximaram do bloqueio policial. Conforme o relato dos agentes, uma delas atendeu à ordem de parada, enquanto a outra, conduzida por Douglas Rebouças da Silva Cavalcante, acelerou em direção à barreira e efetuou disparos de arma de fogo contra a equipe. Durante a ação, Douglas foi atingido e caiu alguns metros à frente.

Os policiais afirmam que prestaram socorro imediato, encaminhando-o ao hospital mais próximo, mas ele não resistiu aos ferimentos.

A Polícia Civil diz que todas as circunstâncias do caso serão apuradas pela Delegacia de Crimes Funcionais, procedimento adotado de forma regular em ocorrências envolvendo intervenção policial. Em nota, a instituição reiterou seu compromisso com a legalidade, os direitos humanos e a proteção da vida e do patrimônio da população potiguar.

Com informações de BZ Notícias

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Política

Lula acumula 15 trocas ministeriais no terceiro mandato; mais saídas são esperadas no primeiro semestre de 2026

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) iniciou 2026 com a 15ª troca ministerial do terceiro mandato, após a saída de Ricardo Lewandowski do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Enquanto Lula não anuncia o novo titular da pasta, o secretário-executivo Manoel Carlos de Almeida Neto assume interinamente o comando do ministério.

A próxima mudança deve ocorrer no Ministério da Igualdade Racial. A ministra Anielle Franco confirmou à CNN que pretende deixar o cargo para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados pelo PT do Rio de Janeiro em 2026, com apoio de Lula. A data da transição ainda não foi definida.

Outra saída prevista é a do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que pretende deixar o cargo até fevereiro para atuar na campanha de Lula à reeleição. Ele já comunicou a intenção ao presidente.

Lula também avalia remanejar ministros que não disputarão as eleições por estarem em meio de mandato no Senado. Entre os cotados estão: Wellington Dias (Desenvolvimento Social), que pode ir para a Secretaria de Relações Institucionais no lugar de Gleisi Hoffmann. Camilo Santana (Educação), que pode assumir a Casa Civil, hoje ocupada por Rui Costa.

Gleisi e Rui Costa devem deixar os cargos para disputar vagas no Legislativo em 2026.

Veja as saídas de ministros no terceiro mandato de Lula:

  • Gonçalves Dias — demitido do Gabinete de Segurança Institucional (2023)
  • Daniela Carneiro — demitida do Ministério do Turismo (2023)
  • Ana Moser — demitida do Ministério do Esporte (2023)
  • Márcio França — realocado do Ministério de Portos e Aeroportos para o Empreendedorismo (2023)
  • Flávio Dino — deixou o Ministério da Justiça para assumir uma vaga no Supremo Tribunal Federal (2024)
  • Silvio Almeida — demitido do Ministério dos Direitos Humanos (2024)
  • Paulo Pimenta — demitido da Secretaria de Comunicação Social (2025)
  • Nísia Trindade — demitida do Ministério da Saúde (2025)
  • Alexandre Padilha — realocado da Secretaria de Relações Institucionais para o Ministério da Saúde (2025)
  • Juscelino Filho — demitido do Ministério das Comunicações (2025)
  • Cida Gonçalves — demitida do Ministério das Mulheres (2025)
  • Carlos Lupi — pediu demissão do Ministério do Trabalho (2025)
  • Márcio Macêdo — demitido da Secretaria-Geral da Presidência (2025)
  • Celso Sabino — demitido do Ministério do Turismo (2025)
  • Ricardo Lewandowski — pediu demissão do Ministério da Justiça (2026)

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Economia

Dois meses depois da quebra do Master, 1,6 milhão de clientes seguem sem receber um centavo

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Quase dois meses após o Banco Central decretar a liquidação extrajudicial do Banco Master, cerca de 1,6 milhão de investidores ainda não viram a cor do dinheiro aplicado na instituição. Mesmo com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que cobre investimentos de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, os recursos seguem bloqueados desde 18 de novembro, sem correção monetária ou qualquer tipo de rendimento.

O FGC estima que as indenizações somem aproximadamente R$ 41 bilhões, mas afirma que o pagamento só poderá começar após a conclusão do levantamento de ativos do conglomerado controlado por Daniel Vorcaro. O processo está sob responsabilidade de uma empresa liquidante indicada pelo Banco Central, o que tem ampliado a ansiedade dos investidores, especialmente diante do noticiário político e judicial envolvendo o colapso do banco.

Clientes ouvidos relatam frustração com a demora e prejuízos indiretos pela perda de rendimentos. Muitos afirmam que confiaram no Master justamente por conta da proteção do FGC e agora repensam investir em instituições menores. Para quem usava os rendimentos como complemento de renda, como aposentados e pequenos investidores, o atraso pesa ainda mais no orçamento.

Especialistas apontam que, embora não haja prazo legal para o ressarcimento, o cenário não é inédito e os pagamentos devem ocorrer. Ainda assim, reforçam que, em processos de liquidação bancária, os investidores ficam no fim da fila de prioridades, o que ajuda a explicar a lentidão — e a sensação de insegurança que tomou conta de milhares de clientes.

Com informações do O Globo

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Geral

Turista é mordida por tubarão durante mergulho em Fernando de Noronha

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Uma turista foi mordida por um tubarão-lixa durante um mergulho em Fernando de Noronha, na última sexta-feira (9). A vítima é a advogada Tayane Cachoeira Dalazen, de 36 anos, que relatou o episódio nas redes sociais e afirmou que o ferimento foi superficial e sem gravidade. Imagens publicadas por ela mostram a marca da mordida na perna, mas a advogada garantiu que está bem e fora de perigo.

O incidente ocorreu na Praia do Porco, durante um passeio de snorkel acompanhado por um guia local. Tayane contou que já tinha experiência com mergulhos ao lado de tubarões e que não havia comida, sangue ou qualquer estímulo aparente no momento do ocorrido. Segundo o relato, ao descer em apneia, sentiu uma mordida forte na região do quadríceps e percebeu que o animal a manteve presa por alguns segundos, sendo necessário o guia intervir para que o tubarão a soltasse.

Após conseguir sair da água, a advogada recebeu ajuda do guia, de pescadores que estavam no local e de uma amiga médica, que prestou os primeiros socorros. Em seguida, Tayane foi levada ao hospital, onde passou por limpeza profunda do ferimento, recebeu medicação intravenosa e, posteriormente, tomou a vacina antitetânica em um posto de saúde. O tratamento agora segue em São Paulo, devido ao risco de infecção.

Mesmo com a repercussão do caso, Tayane destacou que não considera o episódio um ataque e afastou qualquer culpa do animal. Ela afirmou que estava no habitat natural do tubarão e acredita que o comportamento do animal possa ter sido influenciado por estresse prévio. A advogada também negou ter provocado o tubarão e reforçou que acidentes podem acontecer no mar, afirmando que não ficou traumatizada e pretende voltar a surfar assim que estiver recuperada.

Com informações da CNN

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Geral

FAB prevê gasto de R$ 413 mil com flores para eventos oficiais e recepção de autoridades

Foto: Reproduçao / Redes sociais

A Força Aérea Brasileira (FAB) vai desembolsar R$ 413,5 mil na contratação de arranjos e coroas de flores para uso em eventos institucionais. A decoração inclui orquídeas, rosas, crisântemos, flores do campo e espécies tropicais, que serão utilizadas em almoços, jantares oficiais, aniversários de unidades, formaturas de passagem de comando e recepção de autoridades nacionais e estrangeiras.

A informação é do colunista Paulo Cappelli, do Metrópoles. A licitação foi dividida em 16 itens e também prevê a aquisição de flores artificiais, vasos de vidro, cachepots e materiais de enchimento. O item mais caro do contrato corresponde à compra de 231 buquês de rosas, com 12 unidades cada, orçados em R$ 41 mil. Logo atrás aparecem 329 orquídeas em cachepot de madeira, avaliadas em R$ 37 mil.

Outros itens incluem 232 buquês de rosas nacionais, ao custo de R$ 31 mil, além de 193 arranjos de orquídeas com cerca de 40 centímetros de altura, orçados em R$ 26 mil. Há ainda um lote reservado a pequenas empresas, com 213 arranjos de flores do campo, estimado em R$ 32,9 mil.

No estudo técnico que embasa a licitação, a FAB estabelece critérios rigorosos de qualidade. As flores deverão ser frescas, sem sinais de murchamento, manchas ou folhas danificadas, mantendo cores vivas e boa durabilidade. O fornecimento atenderá unidades como o Gabinete do Comandante da Aeronáutica, o Centro de Inteligência da Aeronáutica, o Comando-Geral de Pessoal e o Grupamento de Apoio de Brasília.

Com informações do Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. Frouxas Armadas, parasitas de uma Nação. Especializados em pintar meio fio, capinar e distribuir medalhas condecorativas a corruptos.

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Política

Governo Lula amplia uso do sigilo e dificulta acesso a informações pela LAI

Foto: Wilton Junior

O sigilo virou o principal argumento do governo Lula para negar pedidos de acesso a informações públicas feitos com base na Lei de Acesso à Informação (LAI). Levantamento mostra que, nos últimos três anos, mais de um terço das solicitações rejeitadas por órgãos federais foi barrado sob a justificativa de que os dados eram sigilosos, índice superior ao registrado no governo Bolsonaro.

Desde a entrada em vigor da LAI, em 2012, a negativa por “dados pessoais” costumava liderar os motivos para recusa. Esse padrão mudou a partir de 2019 e se consolidou na atual gestão. Sob Bolsonaro, cerca de 28% dos pedidos negados alegavam sigilo; com Lula, o percentual subiu para 34%, mesmo sem estar em vigor o decreto que ampliava o número de autoridades aptas a classificar informações como ultrassecretas.

A Controladoria-Geral da União (CGU) contesta a leitura e afirma que o governo mantém alto nível de transparência, com cerca de 74% dos pedidos atendidos entre 2023 e 2025. A pasta argumenta que parte das negativas envolve sigilos previstos em legislações específicas, como dados bancários, e cita um pico em 2025 causado por solicitações repetidas sobre extratos do PIS/Pasep.

Especialistas, porém, veem fatores políticos e administrativos por trás do aumento do sigilo. Para a ONG Fiquem Sabendo, a redução de quadros experientes na CGU e a insegurança de servidores contribuem para decisões mais restritivas. Já o professor Gregory Michener, da FGV, aponta que governos com coalizões frágeis tendem a recorrer mais à opacidade como moeda política, preservando aliados e reduzindo a exposição de informações sensíveis.

Com informações do Estadão

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Geral

Lei Rouanet bate recordes sob Lula e já iguala em três anos todo o período Bolsonaro

Foto: Reuters

O volume de recursos movimentados pela Lei Rouanet disparou no governo Lula e já alcançou, em apenas três anos, o mesmo montante registrado durante todo o mandato de Jair Bolsonaro. A renúncia fiscal no terceiro mandato do petista soma R$ 9,2 bilhões, impulsionada por um aumento de 33% no valor médio anual efetivamente pago por empresas a projetos culturais, que passou de R$ 2,30 bilhões para R$ 3,06 bilhões, já corrigidos pela inflação.

Os projetos precisam de aval prévio do governo para captar recursos, que deixam de ser recolhidos como impostos. Em 2025, o Ministério da Cultura autorizou R$ 20,9 bilhões para captação via Rouanet, mas apenas R$ 3,4 bilhões foram efetivamente liberados até agora. Mantido o ritmo atual, o governo Lula caminha para registrar o maior volume de recursos captados em um mandato desde o Plano Real.

A Petrobras lidera com folga o ranking das empresas que mais financiaram projetos culturais. Em 2025, a estatal destinou R$ 307,3 milhões à Rouanet — um salto de cerca de 1.500% em relação a 2022, último ano do governo Bolsonaro. Na sequência aparecem Vale e Nubank, considerando apenas CNPJs individuais, entre quase 20 mil empresas que fizeram aportes no período.

O crescimento dos incentivos culturais ocorre em meio à expansão geral dos gastos públicos. Até novembro de 2025, o deficit acumulado do governo federal chegou a R$ 83,3 bilhões, enquanto a dívida pública alcançou 79% do PIB. Para críticos, o avanço das despesas pressiona o Banco Central a manter juros elevados, freando o crescimento econômico.

Com informações do Poder360

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Mundo

VÍDEO: Repressão no Irã provoca reação global e amplia pressão internacional contra regime

Vídeo: Reprodução/X

A repressão violenta do governo iraniano contra manifestantes provocou uma onda de repúdio internacional e reacendeu críticas ao regime dos aiatolás. Autoridades de diferentes países passaram a manifestar apoio público aos protestos, que se espalharam pelo país nas últimas duas semanas e já são considerados o maior desafio ao governo iraniano em anos.

A União Europeia foi uma das primeiras a reagir. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, declarou apoio “integral” aos manifestantes, enquanto a chefe da diplomacia do bloco, Kaja Kallas, classificou a resposta das forças de segurança como “desproporcional”. Para Kallas, o bloqueio da internet somado à repressão violenta evidencia um regime “com medo do próprio povo”. França, Alemanha e Reino Unido também divulgaram nota conjunta condenando o assassinato de manifestantes e cobrando respeito às liberdades de expressão e reunião pacífica.

Outros países reforçaram a pressão. O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, pediu que a comunidade internacional amplie as sanções contra Teerã, ligando a repressão interna ao apoio iraniano à Rússia na guerra contra a Ucrânia. Os Estados Unidos também se posicionaram: Donald Trump voltou a alertar os líderes iranianos, e o secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que Washington apoia “o bravo povo do Irã”.

Enquanto isso, o regime endurece o discurso. A Guarda Revolucionária declarou que a segurança é uma “linha vermelha”, e o procurador-geral Mohammad Movahedi Azad afirmou que os manifestantes serão julgados “sem clemência”. Segundo organizações de direitos humanos, ao menos 65 pessoas morreram e mais de 2.300 foram presas em 13 dias de protestos, iniciados após uma disparada nos preços de alimentos básicos e agravados pelo fim de subsídios cambiais. Apenas em 2025, quase 2 mil prisioneiros já foram executados no país, ampliando o alerta internacional sobre a escalada autoritária no Irã.

Com informações da CNN

Opinião dos leitores

  1. Ditadura cortejada pelo descondenado de nove dedos. Ainda abra a boca para falar em democracia.

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Política

Aliados de Lula veem eleição mais dura e apontam ‘fator Trump’ como ameaça em 2026

Foto: Ricardo Stuckert/PR

Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliam que a disputa presidencial deste ano tende a ser mais difícil do que a eleição de 2022, quando o petista derrotou Jair Bolsonaro por uma margem apertada de 1,8% dos votos válidos — cerca de 2,1 milhões de eleitores. Nos bastidores, a leitura é de que o cenário político e internacional impõe novos obstáculos à campanha do PT.

Entre os fatores citados está o contexto global, especialmente a influência do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Interlocutores de Lula classificam o pleito como a “primeira eleição internacional” enfrentada pelo PT, com impacto direto de governos estrangeiros, em especial do americano. A avaliação é de que Trump atua de forma mais explícita na América Latina, inclusive interferindo em disputas eleitorais.

Como exemplo, aliados mencionam as eleições legislativas da Argentina, em outubro, quando o partido do presidente Javier Milei enfrentava risco de derrota. Segundo essa análise, a entrada de US$ 20 bilhões teria sido decisiva para garantir o resultado favorável, o que acendeu o alerta no entorno do Planalto.

No cenário interno, o avanço das redes sociais também preocupa. Petistas acreditam que o peso do ambiente digital será ainda maior do que em 2022, citando como sinal de alerta a chamada “crise do Pix”, que gerou desgaste ao governo e levou o Executivo a recuar em medidas relacionadas ao sistema de pagamentos. A combinação entre pressão externa e disputa digital intensa é vista como um dos maiores desafios da campanha de Lula.

Com informações do R7

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