Saúde

Com 75 casos suspeitos no RN, Sesap mantém avaliação diária das medidas de prevenção ao coronavírus

A subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica da Sesap, Alessandra Lucchesi, afirmou, em entrevista concedida à TV Tropical na manhã desta sexta-feira, 20, que tem mantido avaliações frequentes das medidas de contenção do coronavírus no Rio Grande do Norte. “A Sesap trabalha com ambos os cenários, pensando nos dados que temos e em todas as circunstâncias que podem agravar o quadro, as reuniões são frequentes e as medidas preventivas são reavaliadas diariamente”.

Até o momento os dados correspondem aos 75 casos suspeitos que aguardam resultados dos exames laboratoriais, 32 casos que já foram descartados e apenas um caso confirmado.

Uma instabilidade a nível nacional do sistema do Ministério da Saúde demandou alteração dos processos de trabalho. “Os problemas foram corrigidos no final do dia de ontem e ainda hoje serão divulgados os dados atualizados do MS, em parceria com o Estado do RN”, informou.

Sobre a atualização dos dados do estado, ela explica que a forma de acessar as bases de dados pode provocar uma variação. “Alguns estados estavam liberando essa informação com maior frequência, por utilizarem um sistema de informação único, que só depois alimentava a base do Ministério. Mas o Rio Grande do Norte segue usando a base de dados direto do Ministério da Saúde”.

De acordo com os dados atuais, não há circulação viral comprovada no Rio Grande do Norte. “É um processo mutável, com dados atualizados com uma frequência muito grande e que vai depender dos resultados dos exames”.

O boletim epidemiológico com os dados atualizados no coronavírus no RN deverá ser divulgado ainda hoje (20).

Opinião dos leitores

  1. O governo/sesap não tem feito muita coisa p amenizar a situação, diferente da prefeitura de Natal e do Sec Saude Dr George q com a experiência e vivência na gestão da saúde pública tá agindo rápido.
    O Dr Cipriano só sabe discutir o SUS c seus companheiros e a UFRN .
    A saúde do estado tá um caos. Acorda Fatão q esse vai levar a saúde e o sus do RN p o buraco.

  2. O que a SESAP quis dizer e que estamos fundidos pois quem deveria fazer os testes não estão fazendo não querem se contaminar ficam jogando o paciente de um lado pro outro e não se resolve nada

  3. acredito que muitos de nós, ja ouviu alguem dizer que esteve na UPA com sintomas relacionados, e que são mandados de volta para casa, sem exames, e que so haverá investigação se a pessoa tiver difuculdade em respirar, então nas ultimas. certas atitudes só ajudam na propagação.

  4. A palavra da Sesap – e não é de hoje – não vale um tostão furado. Entra governo e sai desgoverno e ela jamais reconhecerá o caos instalado nós corredores dos hospitais de guerra da taba de Poti.

  5. Bom dia BG, será q a SESAP está coletando os dados dos hospitais particulares? Porq segundo informes, nesses hospitais tem pessoas com todos os sintomas. Gostaria q o blog visse essa questão junto ao governo.

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VÍDEO: Minuto da Câmara Municipal de Natal – Programa de educação e conscientização sobre o câncer nas escolas públicas

Minuto da Câmara de Natal no ar, trazendo os assuntos mais importantes debatidos na última semana, na Casa.

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Prefeito Jaime Calado vistoria obras do Hospital Geral de São Gonçalo que ultrapassam 85% de conclusão

O prefeito Jaime Calado visitou, na manhã desta sexta-feira (15), as obras do Hospital Geral de São Gonçalo do Amarante, acompanhado por vereadores e secretários municipais. A unidade já ultrapassa 85% dos serviços concluídos da construção.

Durante a visita, Jaime afirmou que “o hospital funcionará como unidade de retaguarda, ampliando a oferta de serviços de saúde e desafogando outras unidades da região metropolitana”.

O hospital terá 135 leitos para atendimentos pediátricos e adultos, além de 10 leitos de UTI e seis salas cirúrgicas. O valor do investimento atualizado na obra é de R$ 49.590.966,17.

O secretário municipal de Saúde, Júnior Rego, afirmou que a nova estrutura “é resultado da visão administrativa e do compromisso do prefeito Jaime Calado em dar celeridade à obra”.

O secretário municipal de Infraestrutura, Felipe Tales, destacou o avanço das etapas de acabamento da obra, incluindo climatização, pintura, pisos, fachada e estrutura interna do hospital.

“Também avançamos nos serviços das áreas externas e na implantação de equipamentos essenciais para o funcionamento da unidade”, afirmou.

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Flávio diz ter negado inicialmente negociações com Vorcaro para financiamento de filme sobre Bolsonaro por temer “perseguição” e saber que adversários “jogariam sujo”

Foto: CNN Brasil

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu desculpas, em entrevista à CNN Brasil nesta sexta-feira (15), por ter negado inicialmente qualquer relação com o banqueiro Daniel Vorcaro nas negociações para financiar o filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A mudança de versão ocorreu após o Intercept Brasil divulgar áudios, mensagens, documentos e comprovantes bancários relacionados às tratativas envolvendo o projeto.

A resposta veio depois que a CNN Brasil questionou sobre como o público poderia confiar em sua versão após ter negado anteriormente a relação com Vorcaro.

“Se alguém não entende a razão da minha obrigação de me comportar daquele jeito, eu peço desculpas. Eu sabia que isso ia acontecer, essa perseguição, sabia que iam jogar sujo”, declarou.

“O método da esquerda é o da facada. Eu tô fazendo campanha com colete à prova de bala. Eu sei que vou incomodar muita gente ainda”, continuou.

Flávio havia negado qualquer envolvimento com Vorcaro no financiamento do longa. Após a divulgação dos diálogos e documentos, no entanto, o senador admitiu ter buscado patrocínio privado para a produção.

O projeto “Dark Horse” pretende retratar a trajetória política de Jair Bolsonaro e contaria com nomes de Hollywood, como o ator Jim Caviezel.

CNN Brasil

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Mendonça vê interferência da PF no inquérito do INSS após troca de delegado que comandava investigações e cobra resultado das buscas

Foto: Rosinei Coutinho/STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça se irritou com o que classificou como interferência da Polícia Federal no inquérito que apura as fraudes do INSS. O estopim foi a troca do delegado Guilherme Figueiredo Silva, que comandava as investigações.

O ministro não foi consultado nem avisado com antecedência pelo diretor-geral da PF de que a mudança ocorreria. Ele foi avisado na manhã desta sexta (15), em reunião realizada em seu gabinete com a equipe da polícia.

No encontro, o ministro cobrou explicações sobre a mudança e disse que vai acompanhar de perto as investigações, para que não ocorra atraso nem seletividade no material apreendido.

Mendonça pediu ainda que a equipe apresente o resultado das buscas já realizadas até aqui e a análise do material correspondente.

O caso do INSS é politicamente sensível, porque Fabio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula (PT), é um dos investigados.

Ele teve seus sigilos bancário, fiscal e telemático quebrados a pedido do delegado que acaba de deixar o caso.

Os investigadores tentam entender sua relação com Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como o “Careca do INSS”, por meio da empresária Roberta Luchsinger.

Troca de coordenação

Guilherme Pereira Silva assumiu a chefia da Divisão de Repressão a Crimes Previdenciários da Polícia Federal em julho de 2025.

O inquérito sobre as fraudes do INSS corria em uma coordenação subordinada a Guilherme. Desde o último ano, foram deles as principais petições enviadas ao Supremo.

Foi dele, por exemplo, o pedido de prisão do “Careca do INSS”, as buscas contra Roberta Luchsinger e o senador governista Weverton Rocha (PDT-MA) e a quebra dos sigilos de Lulinha.

A decisão da Polícia Federal foi trocar a coordenação responsável pelo inquérito. O caso antes estava subordinado à Coordenação de Repressão a Crimes Fazendários e passa para a Coordenação de Repressão à Corrupção, Crimes Financeiros e Lavagem de Dinheiro.

Toda a equipe que conduzia a investigação do INSS mudou de uma coordenação para a outra —exceto Guilherme, que vinha conduzindo o inquérito. Procurada, a Polícia Federal não se manifestou.

SBT News

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VÍDEOS: Incêndio atinge prédio no residencial Morabem, em Passagem de Areia, Parnamirim

Um incêndio atingiu um dos prédios no condomínio residencial Moragem, no bairro Passagem de Areia, em Parnamirim, nesta sexta-feira (15).

Equipes do Corpo de Bombeiros já estão no local realizando o combate às chamas. Até o momento, não há informações sobre feridos nem sobre o que teria provocado o incêndio.

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[VÍDEO] EXCLUSIVO: Delação premiada na Operação Mederi pode explodir Mossoró, Apodi e Pau dos Ferros

No programa “Meio Dia RN” desta sexta-feira (15), BG comenta sobre uma possível delação premiada de um dos envolvidos na Operação Mederi, deflagrada no final de janeiro pela Polícia Federal, com o objetivo de investigar um suposto esquema de distribuição de propinas em contratos da empresa Dismed com a Prefeitura de Mossoró, durante a gestão do ex-prefeito e pré-candidato a governador Allyson Bezerra (União Brasil).

“Tudo indica que está em negociação uma delação premiada de um dos personagens envolvidos nesse escândalo de corrupção. Em se confirmando essa delação premida, salve-se quem puder!!! Envolve o ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra, que foi alvo da operação da Polícia Federal, envolve em muito o atual prefeito Marcos Medeiros (Republicanos), envolve pessoas ligadíssimas a Allyson Bezerra e envolve pessoas dos municípios de Pau dos Ferros e Apodi”, disse com exclusividade BG.

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Com 109 cursos e 14 mil alunos, Uern custará R$ 500 milhões em 2026

Foto: Agecom UERN/Reprodução

A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) deverá receber orçamento de R$ 496,8 milhões em 2026, segundo dados divulgados pela própria instituição ao jornal Agora RN. Se confirmado até o fim do ano, o valor representará aumento de 9% em relação a 2025, quando o repasse foi de R$ 455,2 milhões.

Mantida pelo Governo do Rio Grande do Norte, a Uern possui autonomia financeira e patrimonial desde 2021, após sanção da Lei nº 11.045/2021 pela governadora Fátima Bezerra. A legislação definiu um modelo de repasse baseado na arrecadação estadual de impostos.

Em 2022, o percentual destinado à universidade foi de 2,31% da arrecadação. O índice subiu gradualmente até atingir 3,08% em 2025, percentual mínimo previsto também para os próximos anos.

Atualmente, a Uern possui 109 cursos de graduação e pós-graduação, distribuídos em seis campi presenciais — em Mossoró, Natal, Assú, Pau dos Ferros, Patu e Caicó — além de 22 polos de educação a distância.

A universidade reúne 14.280 estudantes e conta com 1.538 servidores, entre professores e técnicos administrativos.

Segundo dados institucionais divulgados pela universidade, 80,2% dos alunos vieram da escola pública, 79,6% pertencem a famílias de baixa renda e 82,8% são naturais do Rio Grande do Norte.

Criada em 1968 em Mossoró, inicialmente como Universidade Regional do Rio Grande do Norte (URRN), a instituição foi estadualizada em 1987 e reconhecida oficialmente pelo Ministério da Educação em 1993.

O futuro da Uern entrou recentemente no debate da pré-campanha ao Governo do Estado após o ex-prefeito de Natal e pré-candidato Álvaro Dias mencionar estudos sobre possível federalização ou privatização da universidade.

Após a repercussão negativa, Álvaro recuou e afirmou que manterá a universidade estadual caso seja eleito. “Eu jamais iria pensar em federalizar ou, muito menos, em privatizar a Uern”, declarou em entrevista à rádio 96 FM.

O ex-prefeito de Mossoró e pré-candidato Allyson Bezerra criticou a proposta e afirmou que a Uern é “inegociável”.

Outro pré-candidato, Cadu Xavier, também saiu em defesa da instituição e afirmou que a universidade transforma a vida de jovens potiguares, especialmente estudantes de origem popular.

A reitora Cicília Maia declarou que a universidade será defendida “permanentemente” diante de qualquer questionamento sobre sua relevância.

Já a secretária estadual de Educação, Socorro Batista, afirmou que a Uern é “patrimônio do povo potiguar” e destacou o papel da instituição na inclusão social, interiorização do ensino superior e desenvolvimento do estado.

Sobre a Uern

Ano de criação: 1968
Campi presenciais: 6
Polos de educação a distância: 22
Cursos: 109 (66 de graduação e 43 de pós-graduação)
Servidores: 1.538 (862 professores e 678 técnicos-administrativos)
Alunos: 14.280 (80,2% oriundos da escola pública, 79,6% de baixa renda, 82,8% naturais do RN)
Orçamento estimado para 2026: R$ 496,8 milhões
Participação no orçamento líquido do Estado: 3,08%

Com informações de Agora RN

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Polícia Federal troca delegado de inquérito do INSS, que investiga Lulinha

Foto: reprodução/redes sociais

A Polícia Federal trocou o delegado que comandava as investigações sobre as fraudes do INSS e apresentou os novos delegados ao ministro André Mendonça, do STF, nesta sexta-feira (15).

O delegado substituído foi o responsável pelo pedido de quebra de sigilo contra o filho mais velho do presidente Lula (PT), conhecido como Lulinha.

Um dos delegados ligados ao caso, chefe da divisão de combate a crimes previdenciários, deixou o cargo em meio às mudanças. A PF informou que ele continua auxiliando os trabalhos.

Segundo fontes ouvidas pela reportagem, o delegado teria solicitado a transferência para Minas Gerais, seu estado natal.

Os demais delegados da investigação permanecem na nova coordenação, ainda vinculados à Diretoria de Combate ao Crime Organizado e à Corrupção.

Após as mudanças, o senador Carlos Viana, ex-presidente da CPMI do INSS, enviou ofício ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, pedindo esclarecimentos formais sobre a saída do delegado.

A oposição relaciona a mudança às investigações envolvendo Lulinha. A coordenação anterior foi responsável tanto pelo pedido de quebra de sigilos quanto pela negociação da delação premiada do empresário Mauricio Camisotti.

A proposta de delação foi enviada ao STF, mas retornou para ser refeita com participação da Procuradoria-Geral da República.

“Trocas dessa natureza, em momentos delicados da investigação, exigem explicações claras e imediatas à sociedade brasileira”, afirmou o senador Carlos Viana.

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Flávio Bolsonaro e Rogério Marinho assinam pedido de criação de CPMI do Banco Master

Foto: reprodução/X

O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), e os senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Fabiano Contarato (PT-ES) assinaram o requerimento de criação da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) para investigar as fraudes ligadas ao Banco Master. A informação foi divulgada nas redes sociais pelo senador Carlos Viana (PSD-MG).

No último dia 13, Viana disse ter protocolado o pedido no Congresso Nacional. “Está oficialmente aberto para assinaturas o pedido de criação da CPMI do Banco Master no Congresso Nacional. Quem não deve não teme CPMI”, escreveu, na ocasião.

Segundo o senador, os líderes do governo no Senado e na Câmara ainda não assinaram o pedido, assim como os demais parlamentares governistas.

“O governo terá que decidir: apoia uma investigação ampla e sem blindagem… ou continuará apenas no discurso político?”, completou.

As solicitações para a instalação da comissão são feitas desde o escândalo do Master. Entretanto, apesar de ter atingido o número de assinaturas, a pauta não tem avançado no Congresso. A resistência surge, principalmente, devido ao possível envolvimento de congressistas no esquema.

No início do mês, parlamentares de oposição ao governo do presidente Lula negaram ter feito acordo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para abrir mão de uma CPI a fim de investigar o Banco Master em troca da derrubada do veto presidencial ao projeto da dosimetria, que reduz penas a condenados do 8 de Janeiro.

Por meio de nota, o líder oposicionista da Câmara, deputado Cabo Gilberto (PL-PB), afirmou que não houve acordo ou negociação e que não haverá recuo no pedido de abertura da CPI. O deputado declarou ser a favor da instalação da investigação.

“A CPI do Banco Master não é uma pauta política, é uma necessidade do país. O povo brasileiro tem o direito de saber o que aconteceu”, afirmou o parlamentar.

R7

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Você está pagando para errar. A IA cobra para acertar

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