Denúncia

Conselho de Ética da Alesp aceita denúncia de Isa Penna e abre processo contra Fernando Cury por importunação sexual

Foto: Divulgação/Agência Alesp/  Foto: Reprodução

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aceitou nesta quarta-feira (10), por unanimidade, a denúncia da deputada estadual Isa Penna (PSOL) e abriu processo contra o deputado Fernando Cury (Cidadania) por importunação sexual depois que ele foi flagrado passando a mão no seio da colega no plenário da Casa. Em caso de condenação, ele pode ter o mandato suspenso e até cassado.

Todos os nove deputados presentes na reunião virtual do Conselho de Ética votaram favoravelmente ao recebimento da denúncia:

Adalberto Freitas (PSL)

Emidio de Souza (PT)

Barros Munhoz (PSB)

Wellington Moura (Republicanos)

Delegado Olim (PP)

Erica Malunguinho (PSOL)

Alex de Madureira (PSD)

Campos Machado (Avante)

Estevam Galvão (DEM)

Na segunda-feira (7), Fernando Cury apresentou suas alegações ao Conselho de Ética. O advogado do parlamentar, Roberto Delmanto Júnior, alegou, na defesa prévia, que ele jamais teve a intenção de importunar sexualmente a colega, que não praticou infração, nem agiu com maldade ou com motivação sexual no episódio flagrado pelas câmeras da Alesp.

O advogado Roberto Delmanto esteve presente na reunião desta quarta-feira, repetindo os argumentos, mas todos os parlamentares discordaram e disseram que a discussão deve se ater ao fato denunciado, não examinar o histórico de vida do deputado Fernando Cury.

“Ninguém aqui está julgando a vida pregressa do deputado – a vida familiar, suas relações… Aqui é o fato ocorrido, denunciado e acompanhado pela sociedade, independentemente do comportamento anterior dele”, disse o deputado Emídio de Souza.

O documento apresentado pela defesa também solicitou a suspeição dos deputados do PSOL Érica Malunguinho, Carlos Gianazzi e Mônica Seixas no colegiado do Conselho de Ética por terem se manifestado publicamente em defesa de Isa Penna.

Novamente, todos os deputados contrariaram a argumentação do advogado Roberto Delmanto na reunião desta quarta, explicando que os parlamentares são eleitos pelo povo e têm obrigação de falar e expor o que pensam com clareza e transparência.

“Não somos juristas julgando; somos deputados. Não temos obrigação de calar, inclusive temos obrigação de falar e expor pensamento. Voto secreto é uma excrescência já excluímos no parlamento, nem voto para presidente é silencioso. Deputado tem que ser claro, transparente. É diferente do rito do Judiciário”, opinou o deputado Barros Munhoz (PSB).

As próximas etapas são a instauração de um inquérito e a nomeação de um relator que deve emitir um parecer 15 dias após a escolha. Em seguida, os deputados do Conselho de Ética avaliam se concordam ou não com o relator. Caso eles definam por uma condenação, o caso é enviado para o plenário da Câmara.

Na reunião desta quarta, a presidente do Conselho de Ética, deputada Maria Lúcia Amary (PSDB), informou que uma segunda representação foi oferecida ao comitê pelas deputadas Professora Bebel (PT), Márcia Lia (PT) e Marina Helou (Rede) contra Fernando Cury, por quebra de decoro parlamentar no episódio com Isa Penna. Na próxima reunião o conselho deve discutir se vai admitir o processo ou juntá-lo ao que está em andamento.

Outras investigações sobre Fernando Cury

Além do processo correndo no Conselho de Ética, Fernando Cury é alvo de uma investigação criminal aberta pelo Ministério Público de São Paulo e autorizada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, que autorizou a abertura da investigação, já que todo parlamentar tem foro privilegiado em São Paulo.

No pedido de investigação, a promotoria informou que “os fatos, em uma preliminar análise, podem ter contornos de infração criminal” e de “crime contra a liberdade sexual”, precisando, portanto, de “abertura de investigação criminal para a oitiva das testemunhas indicadas com a finalidade de angariar elementos de elucidação dos fatos”.

O deputado estadual também é alvo de um processo disciplinar no partido dele, o Cidadania. Fernando Cury é acusado de ferir o código de ética da legenda, que recomendou ao diretório nacional a expulsão do parlamentar do partido e considerou que o episódio de importunação sexual na Alesp foi “desrespeitoso, afrontoso e deve ser combatido”.

A expulsão de Cury seria decidida na reunião do diretório nacional no dia 13 de janeiro, mas o encontro foi suspenso porque ele conseguiu uma liminar na Justiça de Brasília para suspender o processo interno.

A juíza Thassia de Moura Guimarães, da 20º Vara Cível de Brasília, entendeu que o processo contra o deputado deve ser primeiro direcionado ao conselho de ética no âmbito estadual do Cidadania em São Paulo. Depois disso é que ele deve ser analisado no âmbito nacional.

Apesar da liminar favorável, Cury continua afastado das tarefas do partido, incluindo a de liderança da sigla na Alesp.

Caso

Fernando Cury foi afastado das funções dele no Cidadania em 18 de dezembro, após a repercussão do caso de importunação sexual nas redes sociais. Na ocasião, o Cidadania declarou em nota que “a acusação refere-se a uma conduta absolutamente incompatível com os princípios defendidos pela legenda”.

“Eu não aceito e nem as mulheres brasileiras aceitam a desculpa do deputado. O que ele cometeu foi crime ele precisa, no mínimo, começar a reconhecer que cometeu um crime, pra gente começar a debater qual é a retratação cabível à altura do que ele fez. O corpo nosso não é público. Só toca no corpo de uma mulher quem ela quiser”, disse Isa Penna.

Na noite após a divulgação dos vídeos que mostram o caso de importunação sexual da Alesp, os Fernando Cury e Isa Penna discursaram sobre o caso no plenário. A deputada disse que a situação demonstra a “violência política e institucional contra as mulheres”. Cury pediu desculpas por “abraçar” a colega e negou que houve assédio ou importunação sexual.

“Em primeiro lugar, gostaria de frisar a todos, principalmente às mulheres que estão aqui, que não houve, de forma alguma, da minha parte, a tentativa de assédio, importunação sexual ou qualquer outra coisa ou qualquer outro nome semelhante a esse. Eu nunca fiz isso na minha vida toda”, disse ele.

“Mas se a deputada Isa Penna se sentiu ofendida com o abraço que eu lhe dei, eu peço, de início, desculpa por isso. Desculpa se eu a constrangi. Desculpa se eu tentei, como faço com diversas colegas aqui, de abraçar e estar próximo. Se com esse gesto eu a constrangi e ela se sentiu ofendida, peço desculpas”, continuou.

G1

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ATLASINTEL: Desaprovação de Lula chega a 53,4% e 51,9% avaliam governo como ruim ou péssimo

O governo do presidente Lula (PT) é desaprovado por 53,4% dos brasileiros, segundo levantamento AtlasIntel/Bloomberg divulgado nesta sexta-feira (9). A aprovação da gestão é de 44,7%, uma queda de dois pontos percentuais em relação à pesquisa divulgada no último sábado (3).

Na avaliação do governo, 51,9% dos entrevistados consideram a administração ruim ou péssima, enquanto 36,9% classificam a gestão como ótima ou boa. Outros 11,2% avaliam o governo como regular.

A pesquisa ouviu 5.026 pessoas entre os dias 3 e 8 de outubro. A margem de erro é de um ponto percentual, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03663/2026.

Com informações do Metrópoles

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ATLASINTEL: Flávio abre 5,6 pontos sobre Lula no 2º turno e chega a 52,8% dos votos válidos

O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece à frente do presidente Lula (PT) na disputa pelo 2º turno, segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta sexta-feira (9). Flávio tem 52,8% dos votos válidos, contra 47,2% de Lula, uma vantagem de 5,6 pontos percentuais.

Considerando os votos totais, Flávio registra 51,1% das intenções de voto, enquanto Lula soma 45,7%. Brancos, nulos e indecisos representam 3,2%.

O resultado mostra uma mudança em relação à pesquisa divulgada na véspera do 1º turno, quando Lula aparecia com 50,1% dos votos válidos e Flávio tinha 49,9%.

O levantamento também avaliou em qual candidato os eleitores mais confiam para administrar diferentes áreas do governo. Flávio lidera na maioria dos temas pesquisados, com destaque para criminalidade e tráfico de drogas, com 53%, e equilíbrio fiscal e controle de gastos, com 52%. Nos dois casos, a vantagem sobre Lula é de dez pontos percentuais.

A pesquisa ouviu 5.026 pessoas entre os dias 3 e 8 de outubro. A margem de erro é de um ponto percentual, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03663/2026.

Com informações do Metrópoles

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[VÍDEO] MÁRIO SABINO: Fake news são uma tradição do PT


Vídeo: Reprodução/Metrópoles

Durante participação no programa Contexto Metrópoles, o jornalista Mário Sabino afirmou que a disseminação de fake news faz parte da “tradição” histórica do Partido dos Trabalhadores (PT). Segundo Sabino, os petistas “sempre foram falsificadores da realidade”, prática que ele classificou como recorrente na trajetória da sigla.

O comentarista chamou atenção para o teor de peças de campanha recentes citando como exemplo um vídeo que retrata duas pessoas idosas e em situação de vulnerabilidade com ferimentos nas mãos, associando-as a Jair Bolsonaro. Para Sabino, esse tipo de propaganda é direcionado de forma cirúrgica para o eleitorado mais velho e de menor renda que se absteve no primeiro turno.

Na avaliação do analista, a única estratégia viável para a campanha de Lula no segundo turno depende justamente de atrair esse público. “A única saída para o Lula é procurar que esse eleitorado vote no segundo turno, né, sempre levando em conta, esperando que votará nele, porque tradicionalmente é nesse eleitorado que ele tem mais votos. Então, está muito direcionado e chamou atenção justamente para velhos e gente pobre”, concluiu Sabino. 

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[VÍDEO] Flávio Bolsonaro visita arcebispo de Brasília e recebe imagem de Nossa Senhora


Vídeo: Reprodução/G1

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e seu vice na chapa, Alfredo Gaspar (PL), realizaram uma visita, na última quinta-feira (8), ao arcebispo metropolitano de Brasília, cardeal Paulo Cezar Costa. A reunião não constava na agenda pública de campanha da chapa e foi divulgada no início da noite pela própria Arquidiocese de Brasília.

De acordo com a nota publicada pela arquidiocese em suas redes sociais, o encontro ocorreu em um ambiente de cordialidade e diálogo, servindo como espaço para reflexão sobre pautas de interesse mútuo da Igreja e da sociedade brasileira. Imagens compartilhadas na postagem mostram o momento em que Flávio Bolsonaro recebe das mãos do arcebispo uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do país.

A pauta da conversa incluiu temas de relevância institucional e social, como a liberdade religiosa e de consciência, o respeito à laicidade legítima do Estado, a proteção da vida humana e da família, além de iniciativas voltadas à justiça social, ao combate à pobreza e às desigualdades. Também foi destacada a importância da parceria entre o poder público e as instituições religiosas em prol do bem comum.

Este não é o primeiro gesto público do candidato em relação à santa padroeira durante o período eleitoral, no primeiro turno Flávio já havia exibido uma imagem de Nossa Senhora Aparecida em um ato de campanha realizado no estado de São Paulo.

Com informações do G1

Opinião dos leitores

  1. Um bom jeito do nosso futuro presidente, no Brasil tem muito ódio, Lula prometeu acabar e não cumpriu, pelo contrário, ele quis foi se vingar por ter sido condenado na lava jato.

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[VÍDEO] Presidente de associação de supermercados critica fim da escala 6×1: “Vai prejudicar inúmeras empresas”


Vídeo: Reprodução/Revista Veja

O presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), João Galassi, manifestou forte oposição à imposição de modelos rígidos para o fim da escala 6×1 por meio de alterações na Constituição. Em declaração divulgada pela VEJA Mercado, o dirigente empresarial argumentou que fixar uma escala padronizada na Carta Magna ignora a dinâmica e as necessidades distintas de cada setor produtivo da economia.

Para Galassi, a medida pode gerar graves reflexos negativos no mercado corporativo. “Você não pode fazer um… isso daí é uma ação que vai prejudicar inúmeras empresas, inúmeros setores”, pontuou. O presidente da Abras destacou ainda que o setor supermercadista já aplica com sucesso o modelo de divisão 5×2 em algumas frentes, sobretudo quando associado a jornadas semanais de 44 horas.

Durante sua avaliação sobre o tema, Galassi enfatizou que o debate sobre a redução da jornada de trabalho e o controle de horas extras precisa ser conduzido com profundidade e flexibilidade, ponderando os impactos práticos na rotina dos trabalhadores. Segundo o executivo, engessar regras sem considerar a realidade operacional pode gerar um efeito reverso, empurrando profissionais para a informalidade ou estimulando a adesão a duplas jornadas em empresas diferentes.

“Nós estamos dificultando o trabalho no Brasil, ao invés de nós facilitarmos”, afirmou Galassi, reforçando que discussões de tamanha relevância para o futuro do país exigem seriedade e cautela institucional, distantes de medidas com apelo puramente eleitoral ou momentâneo.

Opinião dos leitores

  1. Tem que fazer igual aos Estados Unidos, trabalho por hora, sendo assim o trabalhador escolhe se que trabalhar mais ou menos. Esse fim da escala 6 x 1 é oportunismo eleitoral, PT teve 18 anos no poder nos últimos anos. Por que quer fazer isso só agora em cima das eleições?

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[VÍDEO] SEM ÓDIO, SEM VINGANÇA: Augusto Cury revela exigências para apoiar Flávio Bolsonaro no 2° turno


Vídeo: Reprodução/Metrópoles

O escritor Augusto Cury veio a público nesta quinta-feira (8) para detalhar os motivos de sua decisão de apoiar a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais. Terceiro colocado no primeiro turno da disputa pelo Avante, Cury afirmou que adotou uma postura exigente nas negociações antes de firmar aliança, condicionando seu apoio a pautas humanitárias e de pacificação nacional.

Em pronunciamento divulgado nas redes sociais, o escritor destacou que sua escolha foi pautada pela busca de um modelo político sem polarização extrema ou ataques pessoais. “Fui exigente. Afirmei que precisamos de um governo para todos, sem ódio, sem vingança”, declarou Cury, ressaltando que manteve conversas profundas e intensas com o candidato do PL “olho no olho”.

Cury revelou que não pleiteou cargos ou influência política, mas exigiu o compromisso formal com um programa abrangente de melhorias para o país. O acordo firmado com Flávio Bolsonaro, cujo documento na íntegra foi disponibilizado em suas redes sociais engloba oito eixos centrais de atuação

Opinião dos leitores

  1. Nenhuma exigência tão complicada assim… mas, precisava “Cirar” e fugir do país? Ao menos, desmascarou o Renan que, ao chamá-lo de ‘comédia’, mostrou quem sempre apoiou com o “Movimento Bora Lula”…

  2. Eu votei em Flávio foi para ver a vingança mesmo, se fosse para ver moderação teria votado no escritor de baboseiras.

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[VÍDEO] COMEMORAÇÃO E IRONIA: Flávio Bolsonaro diz que até o Lula vai declarar apoio à sua candidatura


Fotos: Reuters/Mateus Bonom e Diego Herculano

Em transmissão ao vivo realizada nesta quinta-feira (8), o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, ironizou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e sugeriu, em tom de brincadeira, que o próprio adversário poderá declarar apoio à sua campanha no segundo turno. A declaração ocorreu enquanto o senador comemorava a adesão de novos partidos e lideranças políticas derrotadas na primeira etapa do pleito.


“Daqui a pouco até o Lula vai declarar apoio em mim, porque ele sabe que não tem condição de arrumar o país”, afirmou Flávio. “Lula daqui a pouco vai estar fazendo propaganda: ‘Para salvar o país, vote em Flávio Bolsonaro’. Vai ser muito bem-vindo. Se quiser fazer isso, Lula, já quiser desistir agora”, completou.

Apesar do tom descontraído, o candidato fez questão de ressaltar que as adesões recebidas não configuram carta branca para uma eventual gestão. “Todo mundo que está dando apoio a mim não é carta em branco para Flávio Bolsonaro, não. Eu vou escrever esse livro, essas novas páginas do Brasil junto com cada um de vocês”, pontuou.

Desde o encerramento do primeiro turno, a campanha de Flávio consolidou o apoio de cinco legendas que estavam fora de sua coligação original: União Brasil, PP, Novo, Republicanos e Podemos. Além dos partidos, ele acumulou o respaldo de ex-presidenciáveis, como os governadores Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), além do escritor Augusto Cury (Avante), terceiro colocado na disputa presidencial, que oficializou seu apoio nesta quinta-feira.

Com informações do Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. Será, que perdendo a eleição, este senhor chegado a pinga, vai ter condições de ir ao palácio do planalto passar a faixa, JANJA certeza na vai, ela é sabida, não inteligente, e não vai querer ser diminuída.

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Confira o documento apresentado à PGR com os relatos de Daniel Vorcaro sobre o repasse de R$ 30 milhões ao filme de Lula


Foto: Brenno Carvalho/O Globo e Ana Paula Paiva/Valor

Novos desdobramentos de relatos atribuídos ao banqueiro Daniel Vorcaro apontam uma suposta articulação política de alto escalão para liberar o acesso a fundos de pensão de servidores federais. De acordo com informações obtidas pela revista VEJA, Vorcaro afirma ter negociado propinas com o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto em troca de facilidades nas entidades. Entre os repasses, destaca-se a entrega de R$ 30 milhões em dinheiro vivo para financiamento do filme de Lula. Confira abaixo o documento, que foi apresentado à Procuradoria-Geral da República:

O filme de Lula foi dirigido pelo cineasta norte-americano Oliver Stone e composto por depoimentos de aliados e figuras próximas ao petista. Vorcaro também teria repassado valores ao Instituto Lula.

O esquema, segundo o banqueiro, teria contado com a articulação de seu então sócio e CEO do Banco Master, Augusto Lima, tendo como intermediário o então líder do governo no Senado, Jaques Wagner. Os detalhes foram formalizados em um anexo apresentado à PGR em junho passado, período em que a segunda tentativa de delação premiada de Vorcaro acabou sendo descartada pelo órgão.

Com informações da Revista Veja

Opinião dos leitores

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BOMBA: Daniel Vorcaro relata repasse de 30 milhões para documentário de Lula e manutenção do Instituto Lula em espécie


Reprodução/Revista Veja

Novos relatos atribuídos ao banqueiro Daniel Vorcaro apontam um suposto esquema de propinas envolvendo fundos de pensão de servidores federais. De acordo com as informações obtidas pela revista VEJA, o banqueiro afirma ter negociado pagamentos ilícitos com o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto para garantir acesso aos recursos das entidades controladas por aliados do partido.

Entre as transações relatadas, Vorcaro menciona a entrega de R$ 30 milhões em dinheiro vivo ao Instituto Lula, administrado por Paulo Okamotto. O montante teria como destino o financiamento de um documentário sobre a trajetória de Luiz Inácio Lula da Silva no exterior. Além dessa quantia, outro valor cujo montante não foi revelado teria sido pago diretamente à mesma instituição.

O banqueiro apresentou os detalhes do caso à Procuradoria-Geral da República (PGR). No entanto, o órgão optou por não dar seguimento à investigação, sob o argumento de que faltavam provas materiais, uma vez que as operações teriam ocorrido em espécie.

Em contrapartida, a defesa de Vorcaro sustenta que o caso dispõe de elementos comprobatórios robustos, incluindo mensagens de WhatsApp, registros de identificação dos operadores responsáveis pelas retiradas do dinheiro, além de informações detalhadas sobre os locais e as rotas utilizadas nas entregas.

Com informações da Revista Veja

Opinião dos leitores

  1. Tem gente ainda que ainda vai dizer que é mentira do vorcaro,so pra não dizer qie lula não embolsou o dinheiro, pior cego é aquele que não quer vê!!

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Eleitor de Lula esfaqueia apoiador de Flávio Bolsonaro durante discussão em Mato Grosso do Sul

Foto: Divulgação/Ricardo Stuckert/PR

Um homem de 36 anos foi esfaqueado durante uma discussão em um bar de Paranaíba, em Mato Grosso do Sul, na noite de terça-feira (6). De acordo com o boletim de ocorrência, o suspeito tem 52 anos, declarou ser eleitor do PT e afirmou que a vítima apoiava o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que também foi alvo de uma facada durante a campanha de 2018. As informações são da Revista Oeste.

Conforme o registro policial, o suspeito aparentava estar embriagado, discutiu com a vítima e teria buscado uma faca no próprio carro. Ao retornar, atingiu o homem na região posterior do quadril esquerdo. Frequentadores conseguiram contê-lo e retirar a arma de suas mãos.

A vítima foi levada à Santa Casa de Paranaíba e, segundo o boletim, está estável e não corre risco de vida. O suspeito deixou o bar antes da chegada da polícia, mas depois se apresentou e foi conduzido à delegacia. Uma faca de aproximadamente 25 centímetros foi apreendida. O caso foi registrado como tentativa de homicídio simples e lesão corporal dolosa. A Polícia Civil investigará as circunstâncias e a alegação de motivação política.

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