Carlos Eduardo revela acesso ao MP e esvazia denúncia de delatores

O ex-prefeito Carlos Eduardo Alves afirmou nesta sexta-feira, ao renunciar, que se sente tranquilo sobre as denúncias publicadas na imprensa, segundo as quais delatores afirmaram ter lhe repassado R$ 280 mil em propinas em 2016.

“Entre o que foi publicado e o promotor, eu acredito no promotor”, disse o prefeito.

Segundo explicou, ele procurou um membro do Ministério Público que teria lhe garantido que não existe nada contra ele.

Na sequência, o prefeito disse que as reportagens se enquadram em um movimento midiático.

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Advogado do prefeito Carlos Eduardo esclarece sobre denúncia rejeitada

Por Dinarte Assunção

O advogado do prefeito Carlos Eduardo Alves, Gleydson Kleber de Oliveira, contatou o blog para esclarecer sobre a denúncia contra o prefeito que foi rejeitada na manhã desta quarta-feira pelo Tribunal de Justiça.

“Informo que o TJRN reconheceu a atipicidade da conduta, isto é, a faculdade conferida ao contribuinte de recolher antecipadamente o IPTU não constitui crime. Só haveria a pedalada fiscal, se a cobrança antecipada fosse compulsória”, pontuou Gleydson.

Com placar empatado, de 4 x 4, a denúncia foi rejeitada. Seis desembargadores não votaram por questões de suspeição.

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Luciana Morais Gama  21/02/2018

Vixe, esse advogado é do mesmo escritório que defende HENRIQUE ALVES.... - Responder

jv  21/02/2018

Penso que tá na hora, do tribunal de justiça convocar desembargadores de fora do Rio Grande do Norte, pois a grande maioria deles, não sei porque cargas d´agua, sempre se consideram suspeitos pra julgarem autoridades locais. só se acham capazes de julgarem os zé ninguem da vida. - Responder

Luciana Morais Gama  21/02/2018

Liberou geral. Vamos pedalar!!! - Responder


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Tudo o que você precisa saber para ajudar a coibir os abusos que estão atormentado o veraneio de Pirangi está neste post

Com a repetição das cenas de caos provocadas pela fechamento da principal rua de Pirangi neste fim de semana, o BlogdoBG procurou os órgãos responsáveis pela região para saber que medidas estão sendo tomadas para coibir os abusos.

Veranistas relatam, o que pode ser atestado pelos vídeos que circulam nas redes sociais, que é impossível ter sossego com a algazarra promovida por jovens que se réunem em torno de paredões de som. Tráfico de drogas também é reportado por veranistas como acontecendo a céu aberto.

Procurada, a Prefeitura Municipal de Parnamirim explicou que a contribuição do cidadão para coibir esses abusos é fundamental através de denúncia no número que disponibilizou à população.

A linha pode ser utilizada tanto para receber conteúdo multimídia, através do Whatsapp, como para ligações.

A assessoria da prefeitura explicou que tanto mais informações que possam identificar os autores dos abusos, melhor para a fiscalização.

Ressaltou, no entanto, que o trabalho não depende só dela, já que as apreensões só podem ser realizadas em conjunto com a Polícia Militar, que, neste domingo (14), não pode acompanhar os fiscais da prefeitura, o que inviabilizou autos de apreensão.

Para contatar a fiscalização e coibir o que vem causando transtorno em Pirangi, o número ser acionado é o

98839 3214.

 

Ele é válido para serviços em toda a orla de Parnamirim, e não apenas Pirangi.

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O certo é certo.  16/01/2018

Exato. Resolvido o problema. - Responder

Vinicius Rodrigues  16/01/2018

né isso, cada uma... - Responder

Bruno  16/01/2018

Foram embora sábado - Responder


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Fachin vota a favor de denúncia da PGR contra Collor

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin votou há pouco pela aceitação da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o senador Fernando Collor (PTC-AL) pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Se o voto do ministro prevalecer na Segunda Turma, colegiado que está julgando a abertura do processo, Collor pode virar réu nas investigações da Operação Lava Jato.

Segundo o ministro, que é relator da denúncia, há indícios legais que autorizam a abertura de ação penal contra o senador. Em seguida devem votar os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello.

A PGR acusa o parlamentar de receber R$ 29 milhões em propina pela suposta influência política na BR Distribuidora, empresa subsidiária da Petrobras. Segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, além de Collor, estão envolvidos no suposto esquema a mulher do senador, Caroline Collor, e mais seis acusados que atuavam como “operadores particulares” e “testas de ferro” no recebimento dos valores.

Durante a primeira parte do julgamento, a defesa de Collor defendeu a rejeição da denúncia. O advogado de Collor sustentou durante o julgamento que não há prova de que o parlamentar teria recebido dinheiro desviado.

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Ana  22/08/2017

Esse colegiado, só tem doutor em malandragem. Gilmar , Lewandowki e Toffoli vão dá um baile em Fachin. Vai ser mais um rabuscorpus, só para quem tem rabo preso - Responder

Procuradoria Geral da República denuncia Romero Jucá na Operação Zelotes

Procuradoria Geral da República denunciou ao Supremo Tribunal Federal o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), por crimes na Operação Zelotes, que apura fraudes no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), o tribunal de recursos da Receita Federal.

O caso corre sob segredo e por isso não há detalhes.

O inquérito está sob relatoria do ministro Ricardo Lewandowski, relator da Zelotes no Supremo. Caberá a ele notificar o acusado para apresentar resposta à denúncia e levar o inquérito para julgamento na segunda Turma do STF, que decidirá se ele vira ou não réu na Zelotes.

 

Portal G1

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Blue  21/08/2017

Cajú continua solto? - Responder

Ricardo  21/08/2017

Esse é bandido profissional. No esquema dele só tinha uma saída que era derrubar Dilma com a ajuda do Supremo e tudo. - Responder

Maracujina  21/08/2017

Esse é uma autarquia . - Responder

Centrão ameaça não barrar nova denúncia contra Temer

Um dia após usar a votação da reforma da Previdência e da agenda econômica do governo na Câmara como forma de pressão, partidos do Centrão ameaçaram não barrar uma eventual segunda denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer. O grupo quer que o governo redistribua os cargos na administração federal que estão nas mãos dos chamados “infieis” para os que votaram majoritariamente para barrar a primeira denúncia por corrupção passiva contra o peemedebista na Câmara, na semana passada.

Lideranças do PP e PSD, os dois maiores partidos do Centrão, dizem que será muito difícil “segurar” suas bancadas caso o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresente uma segunda denúncia contra Temer no atual cenário de “desorganização” da base. Janot deixará o cargo no dia 17 de setembro e, nos bastidores, procuradores e parlamentares dão como certo de que, antes de sair, ele apresentará denúncia por obstrução da Justiça contra o presidente, com base na delação de executivos da JBS.

“Pode ser mortal. Se chegar (uma segunda denúncia) num cenário desses, é o fim da linha para o presidente”, afirmou ao Estadão/Broadcast o líder do PP na Câmara, Arthur Lira (AL).

Para o deputado, o governo não pode continuar dando as mesmas “regalias” a fiéis e infiéis. “O governo não se comunica, não se articula, não conversa, não prestigia. Não dá para estar na mesma base quem vota contra e quem vota a favor, com as mesmas regalias, sejam ela grandes ou pequenas”, disse. Segundo Lira, as críticas são generalizadas na bancada.

O líder do PSD na Câmara, Marcos Montes (MG), avalia que uma eventual segunda denúncia da PGR, no atual momento, pode ser “perigosa” para Temer. “Votamos pela permanência dele para não ter uma turbulência política que contaminasse a retomada do desenvolvimento econômico. (…) Agora ele tem que dar um freio de arrumação. Se não der, essa desorganização política volta e o mercado vai embora. Não adianta ele ficar e continuar com a desordem política.”

Na avaliação do deputado mineiro, cabe ao governo evitar o “tumulto” político. “É isso que precisa ficar claro. É cargo que faz ter essa calmaria política, se for, resolva o problema dos cargos. Não, são as emendas impositivas. Resolva as emendas impositivas”, disse.

ESTADÃO

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Nascelio  12/08/2017

O silêncio da Nação, diante de tantos absurdos cometido pelo Governo, Congresso e Gilmar Mendes, é combustível para aumentar a certeza que eles podem e vão fazer só e, apenas só, o que lhes interessar. Precisamos nos unir e protestar pois esta divisão só interessa a estes senhores. - Responder

Florencio Melo  12/08/2017

Qual a moral que um parlamento que se vende por cargos para falar de corrupção. São todos uma quadrilha só! pena que o estado islâmico ainda não descobriu o Brasil para fazer um extermínio de germes podres. Vamos lá estado islâmico aparece. Faz uma visitinha ao Congresso Nacional do Brasil. - Responder

Patricia  11/08/2017

Esse homem rouba descaradamente e não acontece nada! Se fosse a Dilma já estaria morta pelo povo!!! - Responder


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Denúncia: Parnamirim compromete arrecadação por fins políticos?

Segundo uma denúncia recebida por um servidor da Secretaria de Tributação de Parnamirim que não quis se identificar, a secretária adjunta Kathia Palhano impôs férias coletivas para os 18 auditores fiscais do município. Sem motivo aparente e sem consulta aos servidores, a equipe foi dividida em duas e suas férias agendadas para os meses de agosto e setembro, justamente nas vésperas da eleição.

Ainda de acordo com o servidor, o prefeito Maurício Marques estaria mais preocupado com a eleição do seu candidato, Naur Ferreira, do que com a arrecadação do município. Já que a fiscalização e as multas aplicadas pelo fisco poderiam comprometer seu eleitorado e prejudicar ainda mais a imagem de Naur, que aparece nas pesquisas com o maior índice de rejeição entre seus concorrentes.

Com a redução da equipe de auditores, a arrecadação da cidade terá uma queda vertiginosa, agravando mais ainda a crise financeira do município. Crise essa, que já comprometeu o pagamento da primeira parcela do 13º salário de mais de 40% dos servidores municipais. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, Maurício se compromete a pagar o benefício no final de setembro, justamente na véspera das eleições.

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Jones Ferreira  10/07/2016

Retrógrados e desqualificados! Segundo o art. 37,XXII da CF, a tributação deve ser ocupada por concursados.... isso sem falar que a formação dos chefes em nada tem a ver com a atividade fim, lá tem matemático, pedagogo e gente sem graduação tb! O despreparo é geral, quem assumiu a Secretaria foi um coordenador, já que o titular está afastado, pois a adjunta amarelo..... parece que ela não se sente competente para isso, mas para que serve adjunto mesmo?? - Responder

Belmari  09/07/2016

Manobra política para tentar eleger o seu candidato. Pessoas com pensamentos retrógrados assumindo uma secretaria tão importante que é a tributação. Auditores não baixem a cabeça, momento como esse merece união e muita luta. - Responder

Manual  08/07/2016

Esse prefeito não está nem aí para nós, depois diz que não tem dinheiro para merenda das crianças! Eita prefeitim ruim! Cadê o kite dengue? - Responder


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Agência confirma que recebeu R$ 6 milhões ilegalmente da campanha de Dilma

Dilma-Rousseff2A publicitária Danielle Fonteles, dona da agência de comunicação Pepper Interativa, confirmou em acordo de delação premiada que recebeu R$ 6,1 milhões de forma ilegal referentes a serviços prestados à campanha de Dilma Rousseff (PT) em 2010.

O valor, segundo ela informou às autoridades, foi pago pela empreiteira Andrade Gutierrez por meio de um contrato celebrado em janeiro de 2010.

A versão corrobora pela primeira vez de maneira oficial o teor do depoimento de Otávio Azevedo, ex-presidente da empreiteira, que contou, também em delação, ter pago à Pepper essa quantia a pedido da campanha de Dilma. A presidente tem negado qualquer ilegalidade.

Segundo a publicitária, sua empresa bancou despesas da campanha de Dilma em 2010, como pagamento de funcionários do comitê da petista, com recursos repassados à Pepper pela construtora Andrade Gutierrez.

Além desses R$ 6,1 milhões pagos por fora, a Pepper recebeu R$ 6,4 milhões oficialmente da campanha da petista. A publicitária afirmou às autoridades que os serviços ligados ao contrato paralelo com a empreiteira foram prestados. A expectativa é que esse trecho da delação seja enviado ao STF (Supremo Tribunal Federal), em razão de Dilma ter foro privilegiado.

Daniele Fonteles já prestou alguns depoimentos e o termo de colaboração com as investigações está em fase final de ajustes entre ela, o Ministério Público Federal e o STJ (Superior Tribunal de Justiça).

O tesoureiro da campanha presidencial de 2010, José de Filippi Júnior, nega irregularidades. Segundo sua defesa, “tudo foi feito de maneira legal, legítima e não houve fraude” na relação com a Andrade Gutierrez.

Segundo a Folha apurou, em um dos capítulos da delação, a dona da Pepper confirma que recebeu R$ 717 mil da empreiteira OAS em 2014, mas diz que o dinheiro foi pago por serviços ligados à campanha do petista Rui Costa ao governo da Bahia, sem ter relação com Dilma. Na campanha daquele ano, a Pepper cuidou da página da presidente no Facebook.

A publicitária disse, em sua colaboração com a Justiça, que foi orientada pelo petista Fernando Pimentel a firmar o contrato de R$ 6,1 milhões com a Andrade Gutierrez para a campanha de 2010. Hoje governador de Minas, Pimentel foi um dos principais coordenadores da primeira fase da campanha presidencial de Dilma naquele ano.

Depois, as ordenações de despesas ficaram a cargo da equipe de Antonio Palocci, um dos principais coordenadores da campanha de Dilma na época. Tanto Palocci como Pimentel negam irregularidades nas contas da campanha de Dilma em sua primeira disputa presidencial.

A delação premiada da dona da Pepper foi fechada com a Procuradoria-Geral da República em torno da Operação Acrônimo, que apura suspeita de um esquema de desvio de dinheiro público para campanhas políticas do PT. Caberá ao ministro Herman Benjamin, relator da Acrônimo, homologar o acordo com a publicitária.

Na negociação com as autoridades, Danielle Fonteles comprometeu-se ainda a entregar informações sobre a atuação de Benedito Rodrigues Oliveira Neto, o Bené, espécie de operador de partidos políticos, sobretudo do PT, na Esplanada.

A Operação Acrônimo foi deflagrada em 2015 e apura irregularidades no financiamento e na prestação de contas da campanha de Pimentel ao ao Palácio da Liberdade, em 2014, e eventual favorecimento a empresas com empréstimos do BNDES, subordinado ao Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, pasta que foi comandada pelo governador.

Fonte: Folhapress

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paulo  29/03/2016

BG Pense numa Tereza de Calcutá, coitadinha não sabe de nada, não viu nada , não ouvi-o nada e por isso não sabe ainda que o instituto do IMPEACHMENT existe na constituição. Ou bocado de mau caráter dissimulados e CÍNICOS. - Responder

Val Lima  28/03/2016

Isso tudo é GOLPE!!!!!....kkkkkkkkkkll - Responder

Recurso sobre denúncia contra prefeito Carlos Eduardo Alves não deve prosperar

por Dinarte Assunção

O Ministério Público do Estado anunciou nesta quarta-feira que irá recorrer contra a rejeição da denúncia sobre o prefeito Carlos Eduardo Alves.

A peça foi recusada em placar de 4×4 no Tribunal de Justiça.

A vigorar o entendimento do STF, será mantida a decisão do TJRN.

No STF, dúvida é pró-denunciado.

O primeiro recurso do MP será ao Superior Tribunal de Justiça.

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Luciana Morais Gama  22/02/2018

Pelo mesmo motivo Dilma sofreu impechiment. Aqui isso não vale?? - Responder

VÍDEO: Leitor denuncia churrascaria na zona Sul de Natal por crime ambiental

Um leitor enviou ao BlogDoBG denúncia sobre crime ambiental praticado pela Churrascaria Gaúcha, localizada no cruzamento das avenidas Prudente de Morais com a Miguel Castro.

A reclamação é pela realização de eventos que terminam incomodando a vizinhança em razão do som alto.

“Já foi feita a denúncia na SEMURB no dia 13/9/17 (protocolo de atendimento 025401/2017) e até hoje os shows nem sequer diminuíram. Em contato com a delegacia do meio ambiente fui informado que é muito óbvio que esse bar não possui uma licença para operar com apresentações desse tipo sem qualquer isolamento acústico, e que uma simples visita da SEMURB questionando isso já poderia evitar a continuação desse absurdo”, escreveu o leitor.

No texto enviado ao Blog, o leitor ainda destaca que está publicizando o caso porque as autoridades competentes para agir não tomaram providências.

“Estou recorrendo a vocês porque não sabemos mais quem pode nos ajudar. Espero que um veículo de comunicação com o alcance do Blog do BG possa influenciar às autoridades tomarem alguma providência”, anotou ele.

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Francisco  21/01/2018

É um absurdo. Isso é recorrente em Natal. Toma-se o direito básico ao descanso na sua própria casas. Não se pode nem dormir. Semurb, Ministério Público, Idema, Cipam... Devem tomar as providências cabíveis não só nesses caso, mas também em vários outros absurdos sonoros noturnos. - Responder

Cláudio  21/01/2018

A hora dessa pouca vergonha no Brasil , Estados e Municípios tá bem perto de acabar.... Nenhum cidadão de bem nesse País sabe mais a quem recorrer....Boa parte das autoridades, estão mais preocupadas em benefícios próprios do que cumprir seu dever para o qual está sendo pagos por nós.... - Responder

George  21/01/2018

Concordo plenamente com a denuncia. Moro nas proximidades e todas as noites tem esse som alto. Não há respeito em nenhum dia da semana, pois os "shows" de péssima qualidade, por sinal, vai de domingo a domingo. Outro fato interessante: fica em frente ao Batalhão da polícia militar, que pelo que vejo, não tem competência legal para inibir esse barulho... - Responder

Juiz aceita denúncia e ex-prefeito de Caicó, secretários e empresários viram réus em suposto esquema de corrupção

O juiz criminal de Caicó, Dr.Luiz Cândido Vilaça aceitou a denúncia feita pelo Ministério Público contra os empresários Allan Emmanuel Ferreira da Rocha, Felipe Gonçalves de Castro, João Paulo Melo Alves da Silva, o ex-prefeito Roberto de Medeiros Germano e os ex-secretários de Infraestrutura de Caicó, Jorge Araújo e Abdon Augusto Maynard Júnior.

Todos eles são investigados por suposta prática de corrupção no município. Recebida a denúncia, o juiz intimará as partes para apresentarem suas defesas.

Com informações do Blog do Marcos Dantas.

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caoscò  23/08/2017

Só falta realizar a segunda fase da operaçāo, após análise da busca e apreensáo das atuais licitaçāo, planilhas de cálculos, computadores e telefones. Descobrir qual gerente de banco autorizou secretária de finanças fazer alquemia de sete milhões da folha de pagamentos no feriadão de fim-de-ano. Saber quem recebeu esse material na folg a e qual ameia dúzia de empresários envolvido no esquema? - Responder

JULIETA  24/08/2017

BG, em Caicó, faz vinte anos de esquema, sai um entra outro, vive-se sendo administrada por gestores ‘arrodeados‘ de ‘babões’ dentro de um sistema sofisticado de fraudes eternas!!!! - Responder

Lava Jato denuncia Bendine por corrupção

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou o ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras Aldemir Bendine. Também são acusados os empresários Marcelo Odebrecht e Fernando Reis, os operadores André Gustavo e Antonio Carlos Vieira da Silva e o doleiro Álvaro Novis. Os crimes atribuídos ao grupos são corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro, embaraço à investigação e organização criminosa.

Bendine é acusado de exigir R$ 17 milhões em propinas da Odebrecht. Segundo a investigação, ele acabou recebendo R$ 3 milhões em três parcelas de R$ 1 milhão entre junho e julho de 2015 enquanto ocupava a Presidência da Petrobras. Em troca teria agido em defesa dos interesses da empreiteira. Bendine foi preso em 27 de julho na Operação Cobra, 42ª fase da Lava Jato.

O executivo esteve à frente do Banco do Brasil entre 17 de abril de 2009 e 6 de fevereiro de 2015, e foi presidente da Petrobras entre 6 de fevereiro de 2015 e 30 de maio de 2016.

A investigação da Operação Cobra apontou que, na véspera de assumir a presidência da estatal petrolífera, Bendine e um de seus operadores financeiros novamente solicitaram propina a Marcelo Odebrecht e Fernando Reis. O pedido teria ocorrido para que o grupo empresarial Odebrecht não fosse prejudicado na estatal, inclusive em relação às consequências da Operação Lava Jato.

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Decisão de Fachin não muda estratégia de Janot para nova denúncia contra Temer

A decisão do ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), de não incluir formalmente o nome do presidente Michel Temer no inquérito conhecido como “quadrilhão do PMDB da Câmara” não muda a estratégia da PGR (Procuradoria-Geral da República) de apresentar nova denúncia contra o peemedebista até setembro, quando Rodrigo Janot deixa o cargo.

Nesta quinta (10), Fachin considerou “desnecessária” a inclusão formal de Temer e dos ministros Eliseu Padilha (Casal Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral) no “quadrilhão” sob o argumento de que esse inquérito já tramita em conjunto com outro, resultante da delação da JBS, que tem como alvo o presidente por suposto envolvimento em organização criminosa.

A organização criminosa seria a do chamado “PMDB da Câmara”, suspeito de ter lesado a Petrobras e a Caixa. Desse grupo participavam, segundo as investigações, os ex-deputados pelo PMDB Eduardo Cunha (RJ) e Henrique Alves (RN) e o doleiro Lucio Funaro, os três presos, e mais 12 pessoas.

Já no inquérito da JBS, o presidente continua alvo de investigação de obstrução da Justiça e organização criminosa.

A parte da apuração sobre obstrução da Justiça, na qual Temer é suspeito de ter dado aval para a JBS comprar o silêncio de Cunha, já foi concluída pela Polícia Federal. Em junho, em seu relatório, a PF indicou que o presidente praticou o crime de embaraçar investigações –cuja pena vai de 3 a 8 anos de prisão.

A expectativa de investigadores, segundo a Folha apurou, continua sendo a de oferecer ao Supremo nova denúncia contra Temer até o término do mandato de Janot. A nova denúncia poderá ser só por obstrução da Justiça ou por obstrução e organização criminosa.

Na semana passada, a Câmara dos Deputados suspendeu a primeira denúncia contra Temer, acusado de corrupção passiva no caso da mala com R$ 500 mil entregue pela JBS a seu ex-assessor Rodrigo Rocha Loures (PMDB-RJ).

A acusação de integrar organização criminosa é mais complexa do que a de obstrução e exige que a Procuradoria descreva quem eram os membros do grupo e quais os crimes praticados pelos eles.

Fachin deu 15 dias para a PF concluir a investigação sobre organização criminosa no inquérito do “quadrilhão” e reforçou que ele deve ser analisado em conjunto com o da JBS.

O inquérito da JBS foi aberto em maio deste ano, após vir à tona a delação dos donos do frigorífico. Já o do “quadrilhão do PMDB” foi aberto em outubro do ano passado, como desdobramento do “inquérito-mãe” da Lava Jato –que, inicialmente, apurava supostos desvios na Petrobras, mas depois ampliou seu foco também para a Caixa.

Segundo a Folha apurou, investigadores disseram considerar que a decisão de Fachin foi até melhor para o ritmo da investigação. Se o ministro tivesse incluído Temer no inquérito do “quadrilhão”, disseram, a defesa poderia recorrer ao plenário do STF, o que atrasaria a apresentação de uma nova denúncia.

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Val Lima  11/08/2017

Será o "grand finale" de Janot a frente da PGR.... - Responder

Justiça aceita denúncia contra PMs acusados de matar menina dentro de escola

A 3ª Vara Criminal do Rio de Janeiro aceitou denúncia contra os policiais militares Fábio Barros Dias e David Gomes Centeno, acusados de fazer os disparos que mataram a adolescente Maria Eduarda Alves da Conceição, 13 anos, em março deste ano. Maria Eduarda estava dentro da escola, quando foi atingida pelos tiros.

Segundo o Ministério Público, durante uma operação policial no Morro da Pedreira, por volta das 16h, os dois acusados se posicionaram em frente à Escola Municipal Jornalista Daniel Piza para abordar criminosos que pudessem fugir por aquela rua. A escola funcionava normalmente já que era uma quinta-feira em horário escolar.

Quando criminosos armados chegaram ao muro da escola, fugindo da operação, os policiais, armados com fuzis, atiraram contra eles, na direção da unidade de ensino. Segundo o MP, quatro desses tiros atingiram Maria Eduarda.

De acordo com a denúncia apresentada, os policiais tinham consciência do risco de atingir as pessoas que estavam dentro da escola.

AGÊNCIA BRASIL

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PGR recebe quase 18 mil reclamações e decide apurar conduta de Bolsonaro

size_810_16_9_jair-bolsonaroA Procuradoria-Geral da República (PGR) decidiu investigar a conduta do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) após receber 17,8 mil reclamações de cidadãos que criticaram a conduta do parlamentar durante a votação da abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, no último domingo (17).

Em breve discurso antes de votar a favor da abertura do impeachment, Bolsonaro exaltou o coronel Carlos Brilhante Ustra, um dos maiores torturadores da ditadura militar brasileira, falecido no ano passado.

As reclamações foram recebidas em todo o país por meio de um serviço eletrônico do Ministério Público Federal (MPF) que permite aos cidadãos denunciar qualquer tipo de crime.

O procedimento aberto pela PGR será analisado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, porque Bolsonaro é deputado. Como parlamentar, ele também tem direito ao foro de julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF).

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EDER  20/04/2016

TEMOS QUE COROA-LO DE BOSTA, PARA QUE ENFIM , JAIR SEJA REALMENTE BOSTONARO - Responder

peter  20/04/2016

E se a homenagem fosse para;Stalin,Che,Fidel,Mao,Kmer vermelho,Kim, sendero luminoso,colina. - Responder

jailson  21/04/2016

Não entendo o que é liberdade, se o direito de liberdade existe, deve ser total, praticar crime no Brasil hoje é mais aceito, do que mesmo expressar seu gosto ou desejo - Responder


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PF conclui inquéritos que investigam 4 deputados e 2 ex-deputados do PP

A Polícia Federal informou ter concluído nesta segunda-feira (21) quatro inquéritos da Operação Lava Jato envolvendo os ex-deputados João Pizzolatti (PP-SC) e Mário Negromonte (PP-BA) e os deputados federais Mario Negromonte Junior (PP-BA), José Otávio Germano (PP-RS), Luiz Fernando Ramos Faria (PP-MG) e Roberto Pereira de Britto (PP-BA).

Nota divulgada pela assessoria da PF não informa quais são os crimes atribuídos a cada um dos investigados.

Segundo apuraram o G1 e a TV Globo, a todos foram imputados os crimes de corrupção passiva qualificada, lavagem de dinheiro e organização criminosa. A Mario Negromonte Filho também é atribuído o crime de ameaça.
O G1 busca contato com os parlamentares e ex-parlamentares alvos da investigação.

Segundo informou a PF, os inquéritos foram enviados nesta segunda para o Supremo Tribunal Federal (STF), que supervisiona as investigações, junto com todo o material colhido na investigação. Agora, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, decidirá se apresentará denúncia ao Supremo.

De acordo com a nota divulgada pela PF, os inquéritos apuravam o envolvimento de políticos em possíveis crimes de corrupção e desvio de recursos da Diretoria de Abastecimento da Petrobras.

Foram colhidas provas em buscas e apreensões, e também por meio de testemunhas, documentos, diligências de campo e relatórios de análise de inteligência.

Segundo a TV Globo apurou, os policiais federais concluíram que os ex-deputados e ex-líderes do PP na Câmara João Pizzolatti e Mário Negromonte chefiaram uma organização que, durante oito anos, desviou aproximadamente R$ 500 milhões da Petrobras por meio de doações eleitorais fraudulentas e custeio de despesas pessoais.

Fonte: G1

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