A bandeira tarifária nas contas de energia do Brasil em fevereiro deve continuar verde (sem cobrança extra), uma situação que sinaliza boa condição dos reservatórios das hidrelétricas, apesar do consumo elevado de eletricidade resultante do forte calor.
A informação foi passada nesta quinta-feira (3) pelo diretor-geral do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), Luiz Eduardo Barata.
A decisão sobre a bandeira tarifária, que pode ser também amarela e vermelha (com cobrança extra na conta de luz), é da reguladora Aneel, ponderou Barata, durante evento no Rio de Janeiro.
Segundo ele, as temperaturas elevadas no país, que demandam mais energia para ar condicionado, não chegam a criar problemas para o abastecimento.
Ele citou ainda que há previsão de chuvas para a próxima semana nos reservatórios do Sudeste, principal região consumidora de eletricidade da nação. “As chuvas previstas darão um alívio”, disse ele.
A Justiça Eleitoral investiga uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) que apura suspeitas de abuso de poder econômico e possível arrecadação irregular de recursos durante a campanha eleitoral de 2024 no município de Canguaretama. O processo também cita movimentações financeiras via Pix e possíveis pagamentos fora da conta oficial de campanha.
Segundo alegações finais do processo, a investigação aponta que houve movimentação de valores em uma conta ligada a Radan Soares da Costa, representante da empresa Potiguar Music Produções, em período próximo ao pleito eleitoral. A suspeita é de que recursos teriam sido usados fora da prestação oficial de contas.
De acordo com os autos, uma quebra de sigilo bancário identificou transferências envolvendo secretários municipais, coordenadores e outros nomes ligados à gestão e ao grupo político investigado. Entre os registros, aparecem valores enviados e recebidos em datas próximas à campanha, além de pagamentos que não teriam sido declarados na prestação de contas eleitoral.
O documento também cita que um dos envolvidos teria recebido cerca de R$ 720 mil em contrato de dispensa de licitação em janeiro de 2025, meses após a eleição. Outro ponto da investigação envolve um fornecedor que teria recebido pagamentos declarados e também valores adicionais via conta ligada ao mesmo operador financeiro citado no processo.
Em outro trecho, a investigação aponta que a empresa Plano A, cujo responsável teria feito doações relacionadas à conta investigada, possui contratos e empenhos que somam aproximadamente R$ 4,9 milhões na atual gestão municipal, em 2025.
Movimentações sob análise
Os autos também mencionam a existência de uma lista de arrecadação informal que circulou em aplicativos de mensagem durante a campanha, com valores e chave Pix vinculada ao mesmo nome investigado. A Justiça apura se esse fluxo financeiro teria sido usado para custear eventos políticos e mobilizações eleitorais.
Durante depoimentos, investigados e testemunhas apresentaram versões divergentes. Parte deles afirmou que os valores eram doações voluntárias para despesas de eventos e confraternizações, enquanto outras defesas alegam que não havia estrutura financeira irregular, e que os eventos teriam ocorrido de forma espontânea.
O Ministério Público Eleitoral analisa o conjunto de provas e depoimentos para decidir se houve irregularidade suficiente para eventual cassação de mandato ou inelegibilidade dos envolvidos por até oito anos. O processo segue em tramitação na Justiça Eleitoral.
O STF chegou a 1.402 condenações relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira (29) pelo gabinete do ministro Alexandre de Moraes, relator dos processos. Os dados detalham a distribuição das penas aplicadas e o andamento das ações envolvendo os investigados.
De acordo com o levantamento, as condenações estão divididas em três principais categorias: 431 penas de prisão, 419 penas alternativas e 552 acordos de não persecução penal.
O maior grupo é formado por 404 réus que receberam penas de um ano de prisão, o equivalente a 28,82% do total. Em seguida, aparecem 213 condenações com pena de 14 anos de prisão, representando 15,19% dos casos.
O relatório também aponta que 190 acusados estão presos, sendo 169 com penas já em execução definitiva e 21 em prisão provisória, conforme os dados oficiais divulgados pelo STF.
Em outro trecho do balanço, o tribunal informa que as investigações foram organizadas em diferentes núcleos de atuação, com julgamentos realizados pela Primeira Turma ao longo do último ano, envolvendo réus ligados aos atos investigados desde 2023.
Durante a entrevista, Messias adotou tom emocional e afirmou que encara o episódio como parte de sua trajetória pública. “Nós sabemos quem promoveu tudo isso. Agora eu quero dizer com o coração leve, com a franqueza da minha alma, que sou grato a Deus por ter passado por este processo e à confiança do presidente Lula”, disse.
Ele acrescentou que não vê a rejeição como um encerramento de sua carreira. “Eu não encaro isto como um fim. Isto aqui é uma etapa do processo da minha vida”. E reforçou o respeito à decisão do Senado e destacou o caráter democrático da votação. “O Senado é soberano. Agradeço os votos que recebi. Faz parte do processo democrático saber ganhar, saber perder”, afirmou.
Messias ainda afirmou que seguirá atuando na vida pública e destacou sua trajetória como servidor de carreira. “Sou servidor público concursado. Não preciso de cargo para me sustentar. Construí minha vida pelo estudo e pelo mérito”, disse.
Indicação enfrentou resistência
A indicação de Jorge Messias já enfrentava resistência no Senado antes da votação. Em novembro de 2025, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), demonstrava insatisfação com o nome e defendia, nos bastidores, o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para a vaga no STF.
De acordo com ministros e assessores próximos ao governo, o resultado da votação não era esperado pelo núcleo político do Planalto, que considerava o cenário mais favorável para o indicado.
Conforme a coluna Milena Teixeira, do Metrópoles, a articulação no Senado teria contado com movimentações de parlamentares do Centrão, o que teria influenciado o resultado final da votação. Não há confirmação pública das acusações feitas nos bastidores.
Diante do resultado, interlocutores afirmam que a relação com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), entrou em um novo nível de desgaste político, com avaliação de que o canal de diálogo ficou mais restrito.
Em meio à crise, um ministro resumiu o clima interno do governo com a expressão: “agora é guerra”, indicando endurecimento no posicionamento político do Planalto após a derrota no Senado. Segundo relatos, o governo também passou a monitorar articulações políticas feitas durante o processo de votação.
O governo do presidente Lula (PT) liberou cerca de R$ 270 milhões em emendas parlamentares na véspera da sabatina do advogado-geral da União, Jorge Messias, no Senado Federal. A movimentação ocorreu em meio a uma articulação política intensa para garantir apoio à indicação ao STF, envolvendo aliados, ministérios e a base governista, conforme o Poder360.
De acordo com dados do portal Siga Brasil, a liberação elevou o total de emendas empenhadas no ano para cerca de R$ 13 bilhões, com forte concentração entre partidos da base aliada e do Centrão. Os valores são atualizados diariamente e mostram um aumento expressivo nas semanas que antecederam a sabatina.
O ritmo de liberações já vinha em alta desde 9 de abril, quando o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), confirmou a data da sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Até aquele momento, o volume acumulado era de R$ 2,7 bilhões, segundo os mesmos dados oficiais.
A estratégia política envolveu também articulação direta dentro do Senado. O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães (PT), afirmou que o governo trabalhava com estimativa de mais de 41 votos favoráveis para a aprovação de Messias. O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), chegou a projetar entre 45 e 46 votos.
No entanto, o resultado final foi diferente do esperado. A indicação de Jorge Messias acabou rejeitada no plenário do Senado por 42 votos contrários e 34 favoráveis, após ter sido aprovada anteriormente na CCJ. A movimentação incluiu mudanças na composição da comissão e reforço de aliados estratégicos na votação.
O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, reagiu com visível tristeza após o Senado rejeitar sua indicação ao STF por 42 votos a 34, em uma votação marcada por forte repercussão política. O episódio ocorreu durante sessão no plenário do Senado, em Brasília, e teve impacto imediato nos bastidores do governo.
Um vídeo exclusivo, divulgado pela coluna Igor Gadelha, do Metrópoles, mostra o momento em que Messias abraça a esposa na sala da liderança do governo no Senado logo após o resultado da votação ser confirmado.
O ministro acompanhou toda a sessão no local e recebeu apoio de aliados após a derrota na Casa Legislativa.
Entre as autoridades que foram até a sala para prestar solidariedade estão o ministro da Defesa, José Múcio, e o presidente nacional do PSB e ex-prefeito do Recife, João Campos.
De acordo com relatos de bastidores, o clima no ambiente era de forte emoção e tristeza entre apoiadores do indicado, com senadores governistas também presentes para oferecer apoio logo após o resultado.
E ainda teve um armário, babacão baba-ovo da esquerda sebosa tentando esconder o choro do Messias. Grande vitória contra esse governo de salafrários, que queria mais pau-mandado pra defender os interesses dele. Chuupa, esquerdalha podre!! Em outubro é vosso chefe que sofrerá a derrota mais esperada dos últimos tempos pelo povo brasileiro. O Brasil de bem comemora!
O Ministro Alexandre de Moraes, logo dará 24 horas para o Senado se explicar acerca da rejeição de Jorge Messias.
O que os 42 senadores fizeram até sei que foi ato mais político que técnico.
Todavia, é importante frisar que foi uma vitória da sociedade embora a esquerda não concorde.
Lula com tido o dinheiro liberado em 24 horas e todo o seu estafe de articuladores não foram suficientes para reverterem o que já era esperado.
Hoje, parte da população mais consciente vai dormir com a sensação de uma grande vitória.
A sessão contou com a presença de 79 dos 81 senadores, e o resultado superou o mínimo necessário de 41 votos favoráveis para aprovação. A indicação havia sido enviada pelo Palácio do Planalto em 1º de abril, após anúncio feito em novembro do ano anterior, conforme informações do Poder360.
Segundo registros históricos, a última rejeição de um indicado ao STF pelo Senado ocorreu em 1894, ainda no governo de Floriano Peixoto, nos primeiros anos da República. Desde então, todas as indicações haviam sido aprovadas pela Casa.
A articulação política em torno do nome de Messias enfrentou resistência dentro do Senado, com divergências entre lideranças partidárias e insatisfações relacionadas ao processo de negociação conduzido pelo governo.
Com a rejeição, o Palácio do Planalto deve agora indicar um novo nome para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal, em um ambiente político considerado mais sensível para articulação no Congresso Nacional.
O Senado Federal rejeitou nesta quarta-feira (29) a indicação de Jorge Messias para o STF, em uma votação marcada por forte divisão e resultado histórico. Foram 42 votos contrários, 34 favoráveis e 1 abstenção, impondo uma derrota inédita ao presidente Lula (PT), já que, pela primeira vez em 134 anos, uma indicação ao Supremo é barrada pelo plenário da Casa.
A votação aconteceu após intensa articulação política no Senado e encerrou um processo que já vinha dividido desde a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Messias havia sido aprovado na comissão com 16 votos favoráveis, mas não conseguiu repetir o desempenho no plenário.
Segundo o resultado oficial, o advogado-geral da União precisava de pelo menos 41 votos para ser aprovado, mas terminou com 34. A rejeição foi articulada em meio à resistência de parlamentares da oposição e também de parte da própria base, conforme apuração no Senado.
Mais cedo, durante a sabatina na CCJ, Messias defendeu o “aperfeiçoamento” do STF e criticou a atuação individual de ministros. Ele também se posicionou contra a legalização do aborto e destacou sua formação evangélica como parte de sua trajetória pessoal.
Com a rejeição, o governo Lula terá de recalcular a estratégia para indicar um novo nome à vaga deixada pelo ministro Roberto Barroso, que antecipou sua aposentadoria para outubro de 2025. O Planalto agora enfrenta um cenário de articulação política mais difícil no Senado, segundo avaliação de bastidores.
Pessoalmente, sempre achei que o Presidente da República, não deveria indicar Ministros do STF, Tribunais Superiores, Desembargadores, Oficiais General…
Apesar de estar na Constituição, que deveria ser emendada nesse tema, a escolha deveria ser dentre os juízes e militares de carreira, feita por Conselhos e, principalmente, longe do aspecto político, para garantir a total imparcialidade…
A reprovação do indicado pelo Governo, mostra que a “nau” chamada Brasil, está muito mal comandada…
Servidores da saúde do RN aprovaram uma paralisação de 24 horas marcada para o dia 5 de maio, após impasse nas negociações com o Governo do Estado sobre o pagamento da recomposição salarial de 4,26%, prevista para abril de 2026. A decisão foi tomada em assembleia da categoria.
A categoria afirma que cobra o cumprimento de um acordo firmado em 2024, previsto na política remuneratória da Lei 778/2025. O impasse se intensificou após a ausência do pagamento da recomposição salarial no mês de abril.
Segundo informações apresentadas pelo Governo do Estado em reunião com representantes sindicais, o pagamento não foi realizado por insuficiência de arrecadação, com previsão de implantação apenas no mês de maio.
Ainda de acordo com o governo, a Secretaria de Administração do RN avalia, junto à Procuradoria-Geral do Estado, a forma de pagamento dos valores retroativos referentes a abril. Uma nova reunião entre o Executivo e entidades sindicais já está marcada para o mesmo dia da paralisação.
De acordo com o Sindsaúde/RN, além da recomposição, os servidores também cobram a definição de um calendário de pagamento dos valores atrasados e o cumprimento integral do acordo firmado entre as partes.
O projeto “O Pagode Taí Vai Quem Quer” chega à sua 19ª edição em grande estilo e de casa nova: pela primeira vez, a festa será realizada no @rooftopdunas, na Arena, neste sábado (2), a partir das 18h. A programação promete cerca de oito horas de música, reunindo os grupos natalenses Mesa Doze, Daquele Jeito e Preto no Branco em uma grande roda de samba, além do forró de Fabinho Miranda.
Criado em novembro de 2021, o projeto se consolidou como uma das festas mais queridas do público potiguar. Nesta edição especial, os três grupos sobem ao palco juntos para uma apresentação com quatro horas ininterruptas de roda de samba, misturando estilos, repertórios e diferentes vertentes do gênero em um formato que já virou marca registrada da festa.
O evento aposta em proporcionar uma experiência completa ao público. A escolha do Rooftop Dunas reforça essa proposta, reunindo a comodidade e a exclusividade de um espaço com estrutura diferenciada, 100% coberto, com estacionamento privativo e todo o conforto necessário para quem deseja curtir a noite com tranquilidade e segurança.
Comente aqui