Diversos

Contra stress, empresas estão criando seus próprios feriados

Folga e feriado: sem reuniões, sem mensagens e sem estresse (We Are/Getty Images)

Tem semanas de trabalho que um feriado prolongado cai como uma luva. Um dia a mais para respirar e quebrar a rotina da correria tem seus benefícios e, em meio a uma pandemia e a preocupação com uma equipe estafada, as empresas começaram a criar seus próprios feriados.

A Exame Academy reuniu um time de especialistas para te ensinar a usar melhor o seu tempo e ganhar em produtividade e qualidade de vida.

Em abril, o LinkedIn resolveu dar uma semana de folga para os funcionários no mundo todo. Segundo a rede social, a pausa geral foi motivada por uma necessidade de oferecer mais saúde mental e evitar o Burnout dos colaboradores.

Não é só no LinkedIn. Em pesquisa da Fundação Dom Cabral com a Grant Thornton sobre o home office em 2021, mais de 55% dos entrevistados concordaram totalmente ou parcialmente que estão mais cansados ou irritados do que em 2020.

Entre os maiores desafios para o trabalho remoto, 24% apontaram o volume maior de horas de trabalho.

Um comando para parar as máquinas promove um silêncio raro nas engrenagens do trabalho corporativo: não tem uma reunião com a equipe de fora, e-mail não lido, prazo de entrega ou mensagem pedindo para encaminhar um último relatório.

Segundo Alexandre Ullmann, diretor de Recursos Humanos do LinkedIn, o feedback da experiência foi muito positivo; além das pessoas voltarem mais dispostas e produtivas, a folga de uma semana permitiu uma desconexão total.

“As pessoas conseguiram descansar, sem se preocuparem nos projetos que estavam acontecendo ou nos e-mails que elas teriam que responder. Com todos os funcionários de folga por uma semana, foi possível realmente desconectar de tudo e recarregar as energias”, fala ele.

A dificuldade para desligar totalmente do serviço é um dos fatores que está adoecendo os trabalhadores. Para a psicóloga da TopMed Ingrid Cancela, há uma grande culpa dos funcionários em encerrar o horário de trabalho e descansar.

E a questão se complicou com o home office: sem ver as pessoas saindo do serviço, com o fácil acesso dentro de casa ao trabalho, fica mais difícil se desligar e limitar as horas do expediente.

“Eu acredito na coletividade para aplacar essa culpa. Quando existe um conjunto, a pessoa não sente medo que vai perder o emprego por não fazer hora extra ou tirar uma folga. Todos nós precisamos de pausas e se a empresa promove coletivamente essa causa pelo bem-estar, o indivíduo entre que não está sozinho”, fala Cancela.

Como funciona o feriado corporativo

No Facebook, os funcionários em todo o mundo, incluindo o Brasil, receberam três feriados corporativos em 2021: 8 de maio, 2 de julho e 3 de setembro. Nesses dias, a empresa não funciona e não há razão para qualquer pessoa mandar uma mensagem ou e-mail.

O primeiro teste aconteceu na semana de Ação de Graças nos Estados Unidos, celebrada em novembro no país, e que conferiu três dias de descanso remunerado a todos os funcionários.

Na Intuit QuickBooks, fintech que desenvolve sistemas de gestão para PMEs e escritórios de contabilidade, a empresa também parou a operação em novembro como um teste para remediar o cansaço da pandemia.

Com o primeiro sucesso, eles deram o próximo passo: parar por uma semana em dezembro globalmente.

“E não caiu o mundo. Os resultados foram excelentes e não tivemos nenhum impacto negativo com clientes ou financeiro. Só o benefício das pessoas voltando com mais energia em janeiro, com emoções mais equilibradas, já mostrou um aumento de produtividade”, conta Flávia Molina, head de RH da Intuit no Brasil e no México.

A empresa agora vai estruturar três pausas gerais para dar esse “respiro” aos funcionários em épocas que não prejudicam as vendas do software ou o atendimento aos clientes. Eles vão parar uma semana em julho, no feriado americano de Ação de Graças em novembro e mais uma semana em dezembro.

Segundo Molina, é muito importante ter o respaldo das lideranças para que o período de descanso seja respeitado. “Temos uma cultura muito forte aqui e esperamos que os líderes sejam exemplo”, explica ela.

Nas pesquisas de clima, 98% dos funcionários relataram uma experiência positiva com os dias de recarga. Cada funcionário também recebeu 4 dias livres de folga que podem tirar sem justificar a ausência.

Mais folgas e flexibilidade

Até uma pausa mais curta pode ser benéfica para administrar os níveis de estresse no trabalho. Na SAP, os funcionários tiveram um dia de folga em abril. O dia de descanso remunerado criou uma pausa na rotina de empresa globalmente e serviu como uma abertura para promover a importância de cuidados com a saúde mental e física.

Já no Dafiti Group, o DFT Pause é o novo programa do pacote de benefícios para as equipes no Brasil, Argentina, Chile e Colômbia. A cada dois meses, os profissionais poderão tirar um dia de folga; e todo mês a empresa terá uma sexta-feira curta.

Como a operação do e-commerce não pode parar, eles encontraram uma solução mais flexível para dar um tempo de descanso a todos. No último ano, mesmo com uma boa adaptação ao home office, o equilíbrio entre vida pessoal e trabalho foi o que mais teve queda nas pesquisas de clima.

“Nós vimos um aumento da fadiga e do cansaço, não apenas do trabalho remoto, mas da pandemia, de estar fechado e da mudança na forma de se relacionar”, conta a Eduarda Perovano, Chief People & Culture Officer.

Para ela, a produtividade será apenas uma consequência do aumento de bem-estar dos funcionários.

Outras formas de descanso incentivados na empresa para manter o equilíbrio:

Tempo de adaptação: a Intuit treinou líderes para serem empáticos com demandas em casa durante o home office e ofereceu 10 dias adicionais de folga para quem precisou cuidar de familiares, filhos ou se adequar de outra forma para o trabalho remoto

Sem reuniões: as empresas procuraram limitar as reuniões com bloqueios de dias na semana sem reunião ou com horas determinadas para marcar compromissos na agenda

Agenda bloqueada: para ter a sexta-feira mais curta, a agenda de todos na Dafiti foi bloqueada para evitar compromissos externos e eventos após as 13h nos dias de meio período

Benefícios das pausas

Tal Ben-Shahar, especialista de Harvard sobre Ciência da Felicidade, costuma fazer um paralelo entre o estresse e a musculação na academia.

“O estresse nos deixa mais fortes, mais resilientes e melhores em resolver problemas no cotidiano. Quando você faz musculação, você coloca estresse no seu músculo, certo? Se dia após dia você trabalha um pouco e vai aumentando o peso, aos poucos você fica mais forte. Agora, se você puxar peso demais, não descansar e tentar puxar cada vez mais, você vai se lesionar”, explicou ele em palestra no Brasil em 2018.

O período de descanso é essencial para dar um “reset” no estresse e criar essa força extra, a resiliência. É o tempo de recuperação para o nosso cérebro, que pode ser mais longo, como o período de férias, ou tão breve quanto cinco minutos de pausa para tomar um café.

A pesquisa exclusiva do Laboratório de Fatores Humanos da Microsoft descobriu pequenas pausas, de 5 a 10 minutos, entre reuniões junto a atividades de meditação ajudaram a reduzir o estresse de meia hora de trabalho.

“Costumo chamar as pausas de ‘colocar a cabeça para fora d’água’. Existem tipos diferentes de cansaço, e um deles é o criativo. Quando você não consegue mais pensar em soluções, esquece palavras ou não consegue escrever, é um sinal que você deveria parar, se levantar, fazer uma caminhada ou escutar uma música”, comenta a psicóloga da TopMed.

Segundo Cancela, saber respeitar o tempo de pausa, seja ela curta, média ou longa, ajuda a aumentar o bem-estar, encontrar motivação e manter o equilíbrio emocional.

Exame

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Política

Ação dos EUA na Venezuela ameaça paz da América do Sul, diz embaixador

Foto: Reprodução

O embaixador brasileiro na ONU, Sérgio França Danese, declarou nesta segunda-feira (5) que a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos coloca em risco a paz na América do Sul. Segundo ele, intervenções armadas anteriores no continente já resultaram em mortes, prisões políticas e regimes autoritários.

Danese reforçou que o futuro da Venezuela deve ser decidido apenas pelo povo venezuelano, sem interferência externa, e que a operação norte-americana viola normas do direito internacional. “O recurso à força em nossa região evoca capítulos da história que acreditávamos ter deixado para trás”, disse o diplomata.

Outros países sul-americanos reagiram: Colômbia e Cuba repudiaram a ação, apontando ameaça à soberania venezuelana e impactos humanitários. A Argentina, em contrapartida, apoiou a operação, chamando o sequestro de Maduro de “passo decisivo contra o narcoterrorismo”.

O alerta brasileiro deixa claro que a região está dividida, com tensões geopolíticas em alta, e evidencia que ações militares externas podem desestabilizar toda a América do Sul.

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Mundo

Coreia do Norte dispara mísseis hipersônicos e treina para “guerra real”

Foto: KCNA via KNS/AFP

A Coreia do Norte realizou seu primeiro lançamento de mísseis balísticos de 2026, incluindo hipersônicos, capazes de manobrar em voo e viajar cinco vezes a velocidade do som. O líder Kim Jong-un afirmou que os testes preparam suas forças nucleares para “uma guerra real” e reforçam a dissuasão do país.

Segundo a agência oficial KCNA, os mísseis atingiram alvos a 1.000 quilômetros no mar do Japão. Pyongyang diz que a operação é resposta à “crise geopolítica e eventos internacionais complexos”, citando indiretamente a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos.

O Ministério das Relações Exteriores norte-coreano classificou a ação dos EUA na Venezuela como “criminoso” e “brutal” e reafirmou que seus programas nucleares são necessários para proteger a soberania. Analistas afirmam que os lançamentos enviam uma mensagem clara: Pyongyang possui poder nuclear real — diferente da Venezuela.

Nos últimos anos, a Coreia do Norte intensificou seus testes militares, apesar de tentativas de aproximação com a Coreia do Sul. Kim também estreitou laços com a Rússia, chegando a apoiar Moscou na guerra contra a Ucrânia. Enquanto isso, a tensão internacional aumenta e os mísseis norte-coreanos reforçam o alerta sobre a instabilidade global.

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Política

Vice de Tarcísio dispara: PT é “partido narcoafetivo”

Foto: Divulgação/Governo de SP

O governador em exercício de São Paulo, Felicio Ramuth (PSD), não economizou nas críticas ao PT nesta segunda-feira (5). Durante agenda em Santo Amaro, ele classificou o partido como um “partido narcoafetivo”, ao comentar a situação na Venezuela e o possível fluxo migratório para o Brasil.

Ramuth afirmou que o êxodo de venezuelanos tende a se reverter e que, ao retornar ao país vizinho, as pessoas poderiam finalmente viver em liberdade, diferente do que acontece no Brasil sob um Estado controlado pelo PT. “Lamentavelmente, o partido que está no poder aqui no Brasil é um partido ‘narcoafetivo’”, disse.

A declaração vem logo após a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, no último sábado (3), e o comunicado do PT condenando a ação americana, classificando-a como “sequestro” e alertando para supostos riscos à segurança do Brasil por causa da fronteira com a Venezuela.

Enquanto isso, fontes internacionais detalham que a operação dos EUA, chamada Operação Resolução Absoluta, contou com meses de planejamento, réplica do esconderijo de Maduro, atuação da Força Delta e monitoramento da CIA, que garantiu a captura do ditador de forma precisa e rápida. Trump acompanhou tudo ao vivo e chamou a missão de histórica.

 

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Política

VÍDEO: Líder do PT na Câmara ameaça Bolsonaros e aliados: “Têm que ser presos por traição”

Imagens: Reprodução/X

O líder do PT na Câmara, deputado federal Lindbergh Farias, fez duras acusações contra políticos bolsonaristas nesta segunda-feira (5). Em publicação no X, ele afirmou que Nikolas Ferreira (PL), Flávio Bolsonaro (PL) e Eduardo Bolsonaro (ex-deputado) “têm que ser presos por traição e atentado contra a soberania nacional”.

Segundo Lindbergh, ele vai protocolar na Polícia Federal uma representação pedindo a abertura de inquérito contra os três. Para ele, as falas e ações dos bolsonaristas configurariam crimes gravíssimos, como atentado à soberania, tentativa de golpe e associação criminosa, além de tentar normalizar uma intervenção militar estrangeira no país.

O deputado reforçou que o Brasil não é colônia e que a democracia não é negociável. “Não é opinião. São falas, ameaças e peças de propaganda que tentam normalizar a ideia de intervenção militar estrangeira, questionar eleições, incitar guerra e depor um governo legitimamente eleito”, escreveu.

Lindbergh concluiu com um recado direto: “Golpismo não passará. Defender a Constituição é dever”. A declaração marca mais um episódio da escalada de tensão política no país entre aliados de Bolsonaro e a oposição petista.

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Política

MST chama Trump de “maior pirata da atualidade” e defende Maduro

Foto: Divulgação

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) saiu em defesa de Nicolás Maduro e chamou Donald Trump de “maior pirata da atualidade”. Em comunicado, o movimento classificou a prisão do presidente venezuelano pelos EUA como um “sequestro” e acusou o republicano de só se interessar pelo petróleo venezuelano.

Segundo o MST, o ataque americano é parte de uma ofensiva do imperialismo contra a Revolução Bolivariana, que busca devolver a Venezuela a uma posição de submissão aos interesses estadunidenses. O movimento cita a Doutrina Monroe e acusa Washington de tratar a América Latina como “quintal do imperialismo”.

O MST ainda afirma que suas equipes e militantes na Venezuela estão em segurança, mas reforça a solidariedade histórica ao povo venezuelano e conclama outras organizações populares do Brasil e do mundo a se somarem à defesa do regime chavista.

No documento, o movimento enfatiza: “Enquanto MST, estaremos ao lado daquele povo que ousa desafiar o imperialismo e ser protagonista de seu futuro”.

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Geral

Carlos Bolsonaro critica prisão do pai: “Uma pessoa decente não deseja isso nem aos piores inimigos”

Foto: Reprodução

Carlos Bolsonaro voltou a criticar duramente a situação do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, mantido em uma carceragem da Polícia Federal. Em publicação no X nesta segunda-feira (5), ele classificou a permanência do ex-presidente nesse tipo de instalação como ilegal e uma violação dos direitos de alguém de 70 anos e com problemas de saúde.

Ele explicou que as superintendências da PF são feitas para presos provisórios ou em trânsito, não para condenados de longo prazo. Segundo ele, a Portaria nº 1.104/2024, usada para justificar a custódia, só regulamenta visitas e procedimentos internos, e não dá aval para manter Bolsonaro preso por tanto tempo.

Carlos ainda criticou a chamada “sala de Estado-Maior”, afirmando que, apesar do nome sugerir tratamento especial, a dignidade mínima não é garantida. Ele ressaltou que a situação reflete um desrespeito às leis e aos direitos humanos, que atinge não só o ex-presidente, mas “milhares de brasileiros”.

Em tom de alerta, o ex-vereador comparou o cenário atual do Brasil à Venezuela e disse que a omissão diante dessas ilegalidades pode levar a algo ainda pior. “Ou escolhemos dias melhores, ou a Venezuela não será apenas um espelho, mas algo muito pior”, escreveu.

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Política

Presidente da Colômbia ameaça pegar em armas e manda soldados atirar no “invasor”

Foto: Reprodução

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, deixou claro nesta segunda-feira (5) que, se for preciso, volta a pegar em armas para defender o país. Ele ordenou à força pública que atire contra qualquer “invasor” e não hesite em defender a soberania nacional.

As declarações foram feitas no X, em resposta às ameaças de Donald Trump, que no domingo disse que poderia lançar uma operação militar contra a Colômbia. Petro, ex-guerrilheiro do M19, afirmou que nunca quis mais empunhar armas desde 1989, mas que fará isso “pela Pátria”, se necessário.

O presidente também deixou um recado direto aos militares: qualquer comandante que escolher a bandeira dos EUA em vez da Colômbia deve sair da instituição imediatamente. Ele reforçou que a ordem é proteger o país e não atirar contra o povo, apenas contra o “invasor”.

Petro ainda se defendeu das acusações de Trump sobre narcotráfico, dizendo que governa democraticamente, não é ambicioso e mantém sua vida financeira transparente. Ele concluiu afirmando confiar no povo colombiano para defender o presidente de qualquer ameaça violenta, em um país que já viu regimes caírem quando aliados externos decidem agir.

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Mundo

Venezuela declara guerra aos “traidores” que ajudaram a prender Maduro

Foto: Reprodução

O governo chavista entrou em modo caça total. Após a captura de Nicolás Maduro e da esposa Cilia Flores pelos Estados Unidos, a Venezuela decretou que todos que tenham dado “apoio ou promoção” ao ataque devem ser presos imediatamente. A ordem vale para policiais e órgãos de segurança de todo o país.

O decreto, publicado nesta segunda-feira (5), manda que a polícia nacional, estadual e municipal encontre e prenda qualquer pessoa envolvida, entregando-a ao sistema judicial venezuelano para julgamento. Em outras palavras: o regime quer limpar o próprio quintal e mostrar que ninguém ajuda os EUA sem pagar o preço.

Maduro, agora detido em Nova York no famoso Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, enfrenta acusações de narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas. Mas enquanto ele aguarda julgamento, dentro da Venezuela cresce o terror: “traidores” estão na mira de um regime desesperado, disposto a tudo para manter controle e evitar novas humilhações.

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Política

Petista explode contra ONU: “Nem ladra nem morde” após EUA prender Maduro

Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

O senador petista Humberto Costa, que comanda o Parlamento do Mercosul, resolveu dar seu show de indignação nesta segunda-feira (5). Ele criticou a ONU por não reagir aos ataques dos Estados Unidos contra a Venezuela e publicou um meme mostrando o organismo internacional como um cachorro que “não faz nada”.

“Nem ladra nem morde. Essa complacência com as violações ao direito internacional é inaceitável”, disse o petista, cobrando que a ONU dê uma “resposta à altura” e preserve o tal multilateralismo. Palavras que, na prática, soam como mais um teatrinho do PT.

O ataque americano à Venezuela aconteceu no sábado, e Maduro chegou a ser sequestrado por tropas dos EUA, segundo relatos. Agora, o Conselho de Segurança da ONU vai se reunir para discutir o episódio, a pedido da Colômbia de Gustavo Petro.

O Brasil estará presente, mas sem direito a voto. Quem vai falar é o embaixador Sérgio Danese, representando o país, mesmo sem poder decidir nada. Ou seja: enquanto Humberto Costa grita contra a ONU, na prática, o Brasil só observa.

Opinião dos leitores

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Geral

Filho de Lula deve R$ 370 mil à União e ignora a Justiça

Foto: Reprodução

Uma das empresas de Sandro Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula, acumula uma dívida de mais de R$ 370 mil com a União. O valor inclui débitos previdenciários, tributos federais e até IPVA atrasado em São Paulo, segundo informações do Metrópoles.

A empresa em questão, a Gasbom Cursino, revendedora de gás, é alvo de execuções judiciais desde 2022 por não recolher tributos. Segundo a Receita Federal, cerca de R$ 80 mil não foram pagos em impostos federais, enquanto o IPVA atrasado soma R$ 17 mil.

A Gasbom foi comprada em 2013 por Sandro e seu sócio, Marcos José de Araújo, de uma família libanesa dona da Consigaz. A empresa enfrentou ainda processos judiciais por não emissão de notas fiscais, que chegaram a gerar a penhora de R$ 125 mil em bens, desbloqueados apenas em 2024 após o arquivamento do caso.

Sandro Luís é publicitário e também sócio de uma empresa de tecnologia em São Paulo, ao lado da esposa. Procurado pelo Blog, ele e a Gasbom não responderam até o fechamento da reportagem. O espaço segue aberto para manifestação.

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