Diversos

Contra stress, empresas estão criando seus próprios feriados

Folga e feriado: sem reuniões, sem mensagens e sem estresse (We Are/Getty Images)

Tem semanas de trabalho que um feriado prolongado cai como uma luva. Um dia a mais para respirar e quebrar a rotina da correria tem seus benefícios e, em meio a uma pandemia e a preocupação com uma equipe estafada, as empresas começaram a criar seus próprios feriados.

A Exame Academy reuniu um time de especialistas para te ensinar a usar melhor o seu tempo e ganhar em produtividade e qualidade de vida.

Em abril, o LinkedIn resolveu dar uma semana de folga para os funcionários no mundo todo. Segundo a rede social, a pausa geral foi motivada por uma necessidade de oferecer mais saúde mental e evitar o Burnout dos colaboradores.

Não é só no LinkedIn. Em pesquisa da Fundação Dom Cabral com a Grant Thornton sobre o home office em 2021, mais de 55% dos entrevistados concordaram totalmente ou parcialmente que estão mais cansados ou irritados do que em 2020.

Entre os maiores desafios para o trabalho remoto, 24% apontaram o volume maior de horas de trabalho.

Um comando para parar as máquinas promove um silêncio raro nas engrenagens do trabalho corporativo: não tem uma reunião com a equipe de fora, e-mail não lido, prazo de entrega ou mensagem pedindo para encaminhar um último relatório.

Segundo Alexandre Ullmann, diretor de Recursos Humanos do LinkedIn, o feedback da experiência foi muito positivo; além das pessoas voltarem mais dispostas e produtivas, a folga de uma semana permitiu uma desconexão total.

“As pessoas conseguiram descansar, sem se preocuparem nos projetos que estavam acontecendo ou nos e-mails que elas teriam que responder. Com todos os funcionários de folga por uma semana, foi possível realmente desconectar de tudo e recarregar as energias”, fala ele.

A dificuldade para desligar totalmente do serviço é um dos fatores que está adoecendo os trabalhadores. Para a psicóloga da TopMed Ingrid Cancela, há uma grande culpa dos funcionários em encerrar o horário de trabalho e descansar.

E a questão se complicou com o home office: sem ver as pessoas saindo do serviço, com o fácil acesso dentro de casa ao trabalho, fica mais difícil se desligar e limitar as horas do expediente.

“Eu acredito na coletividade para aplacar essa culpa. Quando existe um conjunto, a pessoa não sente medo que vai perder o emprego por não fazer hora extra ou tirar uma folga. Todos nós precisamos de pausas e se a empresa promove coletivamente essa causa pelo bem-estar, o indivíduo entre que não está sozinho”, fala Cancela.

Como funciona o feriado corporativo

No Facebook, os funcionários em todo o mundo, incluindo o Brasil, receberam três feriados corporativos em 2021: 8 de maio, 2 de julho e 3 de setembro. Nesses dias, a empresa não funciona e não há razão para qualquer pessoa mandar uma mensagem ou e-mail.

O primeiro teste aconteceu na semana de Ação de Graças nos Estados Unidos, celebrada em novembro no país, e que conferiu três dias de descanso remunerado a todos os funcionários.

Na Intuit QuickBooks, fintech que desenvolve sistemas de gestão para PMEs e escritórios de contabilidade, a empresa também parou a operação em novembro como um teste para remediar o cansaço da pandemia.

Com o primeiro sucesso, eles deram o próximo passo: parar por uma semana em dezembro globalmente.

“E não caiu o mundo. Os resultados foram excelentes e não tivemos nenhum impacto negativo com clientes ou financeiro. Só o benefício das pessoas voltando com mais energia em janeiro, com emoções mais equilibradas, já mostrou um aumento de produtividade”, conta Flávia Molina, head de RH da Intuit no Brasil e no México.

A empresa agora vai estruturar três pausas gerais para dar esse “respiro” aos funcionários em épocas que não prejudicam as vendas do software ou o atendimento aos clientes. Eles vão parar uma semana em julho, no feriado americano de Ação de Graças em novembro e mais uma semana em dezembro.

Segundo Molina, é muito importante ter o respaldo das lideranças para que o período de descanso seja respeitado. “Temos uma cultura muito forte aqui e esperamos que os líderes sejam exemplo”, explica ela.

Nas pesquisas de clima, 98% dos funcionários relataram uma experiência positiva com os dias de recarga. Cada funcionário também recebeu 4 dias livres de folga que podem tirar sem justificar a ausência.

Mais folgas e flexibilidade

Até uma pausa mais curta pode ser benéfica para administrar os níveis de estresse no trabalho. Na SAP, os funcionários tiveram um dia de folga em abril. O dia de descanso remunerado criou uma pausa na rotina de empresa globalmente e serviu como uma abertura para promover a importância de cuidados com a saúde mental e física.

Já no Dafiti Group, o DFT Pause é o novo programa do pacote de benefícios para as equipes no Brasil, Argentina, Chile e Colômbia. A cada dois meses, os profissionais poderão tirar um dia de folga; e todo mês a empresa terá uma sexta-feira curta.

Como a operação do e-commerce não pode parar, eles encontraram uma solução mais flexível para dar um tempo de descanso a todos. No último ano, mesmo com uma boa adaptação ao home office, o equilíbrio entre vida pessoal e trabalho foi o que mais teve queda nas pesquisas de clima.

“Nós vimos um aumento da fadiga e do cansaço, não apenas do trabalho remoto, mas da pandemia, de estar fechado e da mudança na forma de se relacionar”, conta a Eduarda Perovano, Chief People & Culture Officer.

Para ela, a produtividade será apenas uma consequência do aumento de bem-estar dos funcionários.

Outras formas de descanso incentivados na empresa para manter o equilíbrio:

Tempo de adaptação: a Intuit treinou líderes para serem empáticos com demandas em casa durante o home office e ofereceu 10 dias adicionais de folga para quem precisou cuidar de familiares, filhos ou se adequar de outra forma para o trabalho remoto

Sem reuniões: as empresas procuraram limitar as reuniões com bloqueios de dias na semana sem reunião ou com horas determinadas para marcar compromissos na agenda

Agenda bloqueada: para ter a sexta-feira mais curta, a agenda de todos na Dafiti foi bloqueada para evitar compromissos externos e eventos após as 13h nos dias de meio período

Benefícios das pausas

Tal Ben-Shahar, especialista de Harvard sobre Ciência da Felicidade, costuma fazer um paralelo entre o estresse e a musculação na academia.

“O estresse nos deixa mais fortes, mais resilientes e melhores em resolver problemas no cotidiano. Quando você faz musculação, você coloca estresse no seu músculo, certo? Se dia após dia você trabalha um pouco e vai aumentando o peso, aos poucos você fica mais forte. Agora, se você puxar peso demais, não descansar e tentar puxar cada vez mais, você vai se lesionar”, explicou ele em palestra no Brasil em 2018.

O período de descanso é essencial para dar um “reset” no estresse e criar essa força extra, a resiliência. É o tempo de recuperação para o nosso cérebro, que pode ser mais longo, como o período de férias, ou tão breve quanto cinco minutos de pausa para tomar um café.

A pesquisa exclusiva do Laboratório de Fatores Humanos da Microsoft descobriu pequenas pausas, de 5 a 10 minutos, entre reuniões junto a atividades de meditação ajudaram a reduzir o estresse de meia hora de trabalho.

“Costumo chamar as pausas de ‘colocar a cabeça para fora d’água’. Existem tipos diferentes de cansaço, e um deles é o criativo. Quando você não consegue mais pensar em soluções, esquece palavras ou não consegue escrever, é um sinal que você deveria parar, se levantar, fazer uma caminhada ou escutar uma música”, comenta a psicóloga da TopMed.

Segundo Cancela, saber respeitar o tempo de pausa, seja ela curta, média ou longa, ajuda a aumentar o bem-estar, encontrar motivação e manter o equilíbrio emocional.

Exame

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Economia

QUEBRADEIRA: Quase 72% das empresas de hotelaria do RN estão com débitos tributários devido à Pandemia

Foto:  Canindé Soares

Os números são duros e alarmantes, mas reais. Exatamente 71,67% das empresas de hotelaria em Natal estão endividadas com relação tributos. Tomando por referência apenas dois tipos de impostos, o débito ultrapassa os 86 milhões de reais. As dívidas imobiliárias somam R$15,5 milhões e os débitos mercantis passam dos R$ 71,2 milhões.

Os dados são da própria Secretaria Municipal de Tributação, em resposta à solicitação feita pelo gabinete do vereador Aldo Clemente. Os números refletem de forma fidedigna os dados divulgados recentemente pela Federação do Comércio do Rio Grande do Norte (Fecomércio/RN). Segundo a entidade, o efeito da pandemia no turismo potiguar foi devastador e gerou uma perda de receita que gira em torno de R$ 1,5 bilhão

“Não pagaram e não é porque estão devedores ou por maldade não, é porque estão quebradas e falidas. As nossas empresas estão no chão e não têm dinheiro nem pra arcar com suas folhas de pagamento. O nosso único suporte tem sido a medida provisória 936 do Governo Federal que tem nos ajudado a pagar o pouco que podemos”, atesta Abdon Gosson, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hoteis do Rio Grande do Norte (ABIH/RN).

 

Opinião dos leitores

  1. Quando os hoteleiros recebiam benesses do governo eles não reclamavam, agora estão com essa choradeira aí

    1. Vc poderia ser mais específico e citar quando e quais foram essas benesses????

  2. Esra conta deveria ir para Governadores e Prefeitos que decretaram suspensão de atividades, o “fique em casa”, a lacração, enfim.

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Diversos

Reserva Papéis ajuda empresas a otimizarem o uso de papel no dia a dia

Foto: Divulgação

Um processo natural vem acontecendo ao redor do mundo: o de um novo perfil de consumo, muito mais consciente sobre a preservação ambiental. Essa nova consciência atinge não só pessoas da sociedade comum, mas também grandes e pequenas empresas que, cada vez mais, estão se reposicionando e construindo um uso muito mais consciente do papel. Um outro ponto que está sempre em evidência é o da economia de materiais e, por isso, cada vez mais empresas se interessam em buscar formas de otimizar seu consumo.

Para o diretor da Reserva Papéis, Moura Júnior, “ter acesso a um papel certificado de boa qualidade reflete não só na questão ambiental, como também na economia, já que é necessária uma quantidade muito menor para atingir os objetivos desejados”.

Você pode conhecer mais sobre a qualidade dos produtos da Reserva Papéis acessando o site  reservapapeis.com.br ou o instagram @reservapapeis.

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Economia

Empresas do setor de eventos no RN têm prejuízo estimado de R$ 191 milhões

O Novo Notícias destaca que a sexta-feira 30 de abril foi marcada pelo Dia Nacional do Profissional de Eventos. Movimento provocado pelo Natal Convention Bureau com o objetivo de ocupar a mídia local, agendando vários profissionais de eventos para entrevistas e matérias jornalísticas, com o objetivo de sensibilizar as autoridades e a opinião pública acerca de milhares de pessoas absolutamente sem renda há um ano.

Na pauta, a situação crítica de um mercado que registrou prejuízo de R$ 270 bilhões com a pandemia do novo Coronavírus entre março e dezembro do ano passado no Brasil, onde perdas levaram ao desemprego de 3 milhões de pessoas. No Rio Grande do Norte, estima-se a alta cifra de R$ 191 milhões que deixaram de circular no último ano, com cálculos baseados nas pesquisas mais recentes.

O segmento, que tem um grande impacto na cadeia produtiva, já acumula 13 meses de uma crise sem precedentes e ainda com poucas possibilidades de soluções à vista. O próprio Ministério da Economia, na portaria 20.890, atesta que o Setor de Eventos foi o mais afetado na pandemia.

O mercado de eventos corporativos faz parte da cadeia econômica do Turismo através dos congressos, exposições comerciais e seminários, em razão de provocar fluxo de deslocamento entre cidades, estados e países, além da ocupação hoteleira. Por isso, atinge um número maior de naturezas de serviços, no caso, mais empresas que se nutrem dessa cadeia.

Outro dado interessante é que o ‘turista de evento’, comprovadamente deixa mais dinheiro na cidade-sede onde o evento acontece. Enquanto o turista que vem a lazer gasta cerca de R$ 322 por dia, o turista que vem para um evento gasta cerca de R$ 516,00, de acordo com os dados do Natal Convention Bureau.

O presidente Executivo do Natal Convention Bureau, George Gosson, destaca que a atividade de eventos abarca diversos tipos e formatos, e que, por exemplo, há eventos que são similares à dinâmica de um cinema, uma sala de aula, em ambientes controlados, que não oferecem o mesmo risco de um evento social ou um show, em que onde quase sempre há a bebida alcoólica e a inquietação do público como fatores complicadores do controle da programação.

Para Chirley Dantas, empresária proprietária da Crion Eventos, os eventos corporativos têm plena condição de serrem retomados, “porque seguimos protocolos, controlando efetivamente o número de pessoas e distanciamento social, dentre outras medidas de segurança que mantém esse tipo de evento, como uma extensão das corporações que nós atendemos como clientes”, explica.

Para ela, vários tipos de incentivos efetivos poderiam ser implementados, como a renegociação de possíveis dívidas, com interferência bancária, a paralisação temporária na cobrança de impostos, sem comprometer a emissão de certidões, e a isenção de taxas públicas, municipais e estaduais, por pelo menos 1 ano, para licenciamento e realização de eventos, como uso de espaço público, publicidade, estruturas, entre outras que se façam necessárias para a realização de um evento.

Com informações via Novo Notícias

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Geral

Liderada por Google, lista das dez empresas mais influentes no país tem uma brasileira

Foto: Divulgação / Unsplash

Pela quinta vez consecutiva, o Google lidera a lista de empresas mais influentes no Brasil, publicada nesta quarta-feira (14) pela empresa de pesquisa Ipsos.

A empresa de buscas é seguida por Youtube e Samsung nesta 8ª edição do ranking “The Most Influential Brasil”, que avaliou 107 nomes. No top 10, só há uma brasileira, O Boticário.

Um grupo de 2 mil pessoas respondeu em dezembro questões sobre inovação, confiança, presença, responsabilidade social e engajamento para que o ranking fosse formulado.

Destaque para Covid-19

Por causa da pandemia, a consultoria responsável pelo ranking acrescentou a categoria “Covid-19”, que avaliou o desempenho das companhias frente a crise sanitária.

Desta forma, segundo o estudo, o Google foi destaque por desenvolver uma plataforma voltada a informações e recursos de saúde sobre a Covid-19.

O documento também destaca a mobilização de políticas de segurança durante as eleições municipais e a mobilização de recursos para diferentes iniciativas de inclusão social no ano passado.

Na análise do CEO da Ipsos Brasil, Marcos Calliari, as empresas estão transformando a sociedade que vivemos e tiveram um papel fundamental durante o impacto do novo coronavírus.

“Algumas marcas usam sua influência econômica para aliviar problemas sociais e melhorar o planeta. Por meio de um propósito que enxerga a pessoa e a comunidade por trás do consumidor, essas marcas visionárias vão muito além da venda de um produto ou serviço. A influência é um dos ativos mais valiosos que uma marca pode ter”, avalia.

Sobre O Boticário, a consultoria ressaltou em apresentação sobre o ranking que a marca é reconhecida no país pela relevância que dá à diversidade, e isso refletiu nos pilares de influência da pesquisa.

Cita ainda que, no final de 2019, O Boticário comprou a Beleza na Web, “um canal bastante importante no e-commerce, que fez com que ela navegasse muito bem no meio digital”, destaca Ana Hashizume, diretora de saúde de marca na Ipsos.

Veja o top 10:

1º Google

2º YouTube

3º Samsung

4º Microsoft

5º Facebook

6º Colgate

7º Nestlé

8º O Boticário

9º Mercado Livre

10º Mastercard

Consumidores mais preocupados

Outro resultado mapeado pela pesquisa do Ipsos foi em relação à preocupação dos brasileiros. Seis em cada 10 pessoas indicaram que estão muito preocupadas com o futuro, o maior índice entre os 14 países onde a pesquisa foi conduzida.

A expectativa dos consumidores na atuação das empresas na transformação social também foi mensionada. Entre os entrevistados, 77% disseram que as marcas devem contribuir muito mais com a sociedade e investir em causas sociais que não investiam antes.

“A relevância da responsabilidade social dentro da influência de uma marca vem crescendo ao longo dos anos, e, neste ano, ficou ainda mais evidente. Ela se constrói não só participando de forma ativa na sociedade, mas também refletindo valores que as pessoas admiram e se identificam”, diz Hashizume.

CNN Brasil

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Economia

RN registra melhor trimestre em 8 anos no número de empresas abertas

Na Junta Comercial do RN, mesmo antes das restrições impostas pela pandemia, a tecnologia já é largamente utilizada para diminuir etapas e desburocratizar o registro empresarial. A Jucern utiliza o sistema Redesim RN, que reúne em espaço virtual, os órgãos presentes no processo de abertura, alteração e baixa de empresas.

Essa modernização de sistemas é essencial para garantir que os empreendedores potiguares encontrem um ambiente de negócios propício para o aproveitamento de oportunidades de mercado. E mesmo em momentos mais difíceis, o acesso facilitado à legalização de empresas permite a ampliação de oportunidades, como linhas de créditos populares e outros incentivos.

Jucern registra melhor trimestre em oito anos

Segundo dados da Jucern, no primeiro trimestre de 2021, foram 2.160 solicitações de abertura de empresas. Esse número é 17% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, além de representar o melhor trimestre desde 2013.

Já o quantitativo de negócios que encerraram suas atividades recuou 2% entre janeiro e março em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. No relatório de 2020, consolidado pela Jucern, pela primeira vez em dez anos, a Junta Comercial do RN registrou queda neste índice e a tendência vem se mantendo também em 2021.

Além disso, segundo ranking que consolida dados da Receita Federal e que inclui também o número de microempreendedores individuais (MEIs), o Rio Grande do Norte foi o terceiro estado que mais aumentou o número de novos negócios no último quadrimestre de 2020. Foram 13.943 empresas abertas, incluindo MEIs. Cerca de 14% a mais do que o verificado no quadrimestre anterior.

Para o presidente da Jucern, Carlos Augusto Maia, os órgãos de registro têm uma função estratégica no atual momento: “Desde março batemos recorde de recebimento de processos digitais. A Jucern já vinha trabalhando com recursos virtuais, mas, com a necessidade de isolamento, precisamos adaptar outros serviços e a avaliação do contribuinte tem sido positiva, graças ao investimento preliminar em recursos digitais”, destaca.

Atualmente, desde o registro de empresas e demais alterações até a emissão de certidões de inteiro teor, a autenticação de livros contábeis, as traduções oficiais e os requerimentos de alvarás da Suvisa/RN são feitos de forma 100% digital por meio da Jucern. Mais informações no site www.jucern.rn.gov.br.

Opinião dos leitores

  1. Tudo isso foi depois que o governo Federal facilitou a abertura de empresas .
    BOLSONARO TEM RAZÃO

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Política

Natália Bonavides(PT) é a única deputada no RN a votar contra empresas comprarem vacinas para a imunização gratuita de seus empregados

Foto: Lula Marques

A Câmara dos Deputados decidiu ontem pela aprovação do texto-base do Projeto de Lei 948/21, que permite à iniciativa privada comprar vacinas para a imunização gratuita de seus empregados.

O projeto de relatoria da deputada Celina Leão (PP-DF) prevê que essas compras, se feitas junto a laboratórios que já venderam vacinas ao governo federal, poderão ocorrer apenas depois do cumprimento integral do contrato e da entrega dos imunizantes ao Ministério da Saúde. Além disso, o texto determina que as empresas doem ao SUS a mesma quantidade adquirida para os trabalhadores.

Foram 317 votos a favor da proposta e 120 contrários, com 2 abstenções. Entre os parlamentares do Rio Grande do Norte, apenas Natália Bonavides(PT) votou contra o projeto.

Veja como votou cada deputado na Câmara:

Avante

André Janones (MG): SIM
Chiquinho Brazão (RJ): SIM
Greyce Elias (MG): SIM
Leda Sadala (AP): SIM
Luis Tibé (MG): SIM
Pastor Isidório (BA): NÃO
Sebastião Oliveira (PE): SIM
Tito (BA): SIM

Cidadania

Alex Manente (SP): SIM
Arnaldo Jardim (SP): SIM
Da Vitória (ES): SIM
Daniel Coelho (PE): SIM
Paula Belmonte (DF): SIM
Rubens Bueno (PR): NÃO

DEM

Alan Rick (AC): SIM
Aníbal Gomes (CE): NÃO
Arthur O. Maia (BA): SIM
Bilac Pinto (MG): SIM
Carlos Gaguim (TO): SIM
David Soares (SP): SIM
Dr Zacharias Calil (GO): SIM
Eli Corrêa Filho (SP): SIM
Fernando Coelho (PE): SIM
Geninho Zuliani (SP): NÃO
Hélio Leite (PA): SIM
Igor Kannário (BA): SIM
Jose Mario Schreiner (GO): SIM
Juninho do Pneu (RJ): SIM
Juscelino Filho (MA): SIM
Kim Kataguiri (SP): SIM
Leur Lomanto Jr. (BA): SIM
Luis Miranda (DF): SIM
Norma Ayub (ES): SIM
Olival Marques (PA): SIM
Paulo Azi (BA): SIM
Profª Dorinha (TO): SIM
Rodrigo Maia (RJ): NÂO
Sóstenes Cavalcante (RJ): SIM

MDB

Alceu Moreira (RS): SIM
Baleia Rossi (SP): SIM
Carlos Bezerra (MT): SIM
Carlos Chiodini (SC): SIM
Celso Maldaner (SC): SIM
Daniela Waguinho (RJ): SIM
Dulce Miranda (TO): SIM
Elcione Barbalho (PA): SIM
Fábio Ramalho (MG): SIM
Fabio Reis (SE): SIM
Flaviano Melo (AC): SIM
Giovani Feltes (RS): SIM
Hercílio Diniz (MG): SIM
Herculano Passos (SP): SIM
Hermes Parcianello (PR): SIM
Hildo Rocha (MA): SIM
Isnaldo Bulhões Jr (AL): SIM
Jéssica Sales (AC): SIM
João Marcelo S. (MA): SIM
Juarez Costa (MT): SIM
Márcio Biolchi (RS): SIM
Marcos A. Sampaio (PI): SIM
Mauro Lopes (MG): SIM
Moses Rodrigues (CE): SIM
Osmar Terra (RS): SIM
Raul Henry (PE): NÃO
Rogério Peninha (SC): SIM
Sergio Souza (PR): SIM
Vinicius Farah (RJ): SIM

Novo

Adriana Ventura (SP): SIM
Alexis Fonteyne (SP): SIM
Gilson Marques (SC): SIM
Lucas Gonzalez (MG): SIM
Marcel van Hattem (RS): SIM
Paulo Ganime (RJ): SIM
Tiago Mitraud (MG): SIM
Vinicius Poit (SP): SIM

Patriota

Fred Costa (MG): SIM
Marreca Filho (MA): SIM
Pastor Eurico (PE): SIM
Roman (PR): SIM

PCdoB

Alice Portugal (BA): NÃO
Daniel Almeida (BA): NÃO
Jandira Feghali (RJ): NÃO
Orlando Silva (SP): NÃO
Perpétua Almeida (AC): NÃO
Prof Marcivania (AP): NÃO
Renildo Calheiros (PE): NÃO

PDT

Afonso Motta (RS): NÃO
Alex Santana (BA): SIM
André Figueiredo (CE): NÃO
Dagoberto Nogueira (MS): NÃO
Eduardo Bismarck (CE): SIM
Fábio Henrique (SE): SIM
Félix Mendonça Jr (BA): NÃO
Flávia Morais (GO): NÃO
Flávio Nogueira (PI): SIM
Gil Cutrim (MA): SIM
Gustavo Fruet (PR): NÃO
Idilvan Alencar (CE): NÃO
Jesus Sérgio (AC): NÃO
Leônidas Cristino (CE): NÃO
Mário Heringer (MG): NÃO
Marlon Santos (RS): SIM
Paulo Ramos (RJ): NÃO
Pompeo de Mattos (RS): NÃO
Robério Monteiro (CE): SIM
Silvia Cristina (RO): SIM
Subtenente Gonzaga (MG): NÃO
Tabata Amaral (SP): NÃO
Túlio Gadêlha (PE): NÃO
Wolney Queiroz (PE): NÃO

PL

Aelton Freitas (MG): SIM
Altineu Côrtes (RJ): SIM
Bosco Costa (SE): SIM
Christiane Yared (PR): SIM
Cristiano Vale (PA): SIM
Dr. Jaziel (CE): SIM
Edio Lopes (RR): SIM
Fernando Rodolfo (PE): SIM
Gelson Azevedo (RJ): SIM
Giacobo (PR): SIM
Giovani Cherini (RS): SIM
João Maia (RN): SIM
José Rocha (BA): SIM
Josimar Maranhãozinho (MA): SIM
Junior Lourenço (MA): SIM
Lincoln Portela (MG): SIM
Luiz Carlos Motta (SP): SIM
Luiz Nishimori (PR): SIM
Luiz Antônio Corrêa (RJ): SIM
Magda Mofatto (GO): SIM
Marcio Alvino (SP): SIM
Miguel Lombardi (SP): SIM
Pastor Gil (MA): SIM
Paulo Freire Costa (SP): SIM
Policial Sastre (SP): SIM
Raimundo Costa (BA): SIM
Sergio Toledo (AL): SIM
Soraya Santos (RJ): SIM
Tiririca (SP): SIM
Valdevan Noventa (SE): NÃO
Vinicius Gurgel (AP): SIM

PODE

Bacelar (BA): NÃO
Diego Garcia (PR): SIM
Igor Timo (MG): SIM
José Medeiros (MT): SIM
Josivaldo JP (MA): SIM
Léo Moraes (RO): SIM
Renata Abreu (SP): SIM
Ricardo Teobaldo (PE): SIM
Roberto de Lucena (SP): SIM

PP

Adriano do Baldy (GO): SIM
Afonso Hamm (RS): SIM
AJ Albuquerque (CE): SIM
André Abdon (AP): SIM
Angela Amin (SC): NÃO
Átila Lins (AM): SIM
Átila Lira (PI): SIM
Cacá Leão (BA): SIM
Celina Leão (DF): SIM
Christino Aureo (RJ): SIM
Claudio Cajado (BA): SIM
Covatti Filho (RS): SIM
Dimas Fabiano (MG): SIM
Dr. Luiz Antonio Jr (RJ): SIM
Eduardo da Fonte (PE): NÃO
Evair de Melo (ES): SIM
Fausto Pinato (SP): SIM
Fernando Monteiro (PE): SIM
Franco Cartafina (MG): SIM
Guilherme Derrite (SP): SIM
Guilherme Mussi (SP): SIM
Hiran Gonçalves (RR): SIM
Iracema Portella (PI): SIM
Jaqueline Cassol (RO): SIM
Laercio Oliveira (SE): SIM
Marcelo Aro (MG): SIM
Margarete Coelho (PI): SIM
Mário Negromonte Jr (BA): SIM
Pedro Westphalen (RS): SIM
Professor Alcides (GO): SIM
Ricardo Barros (PR): SIM
Ricardo Izar (SP): SIM
Ronaldo Carletto (BA): SIM

PROS

Acácio Favacho (AP): SIM
Boca Aberta (PR): SIM
Capitão Wagner (CE): SIM
Carla Dickson (RN): SIM
Uldurico Junior (BA): SIM
Vaidon Oliveira (CE): SIM
Weliton Prado (MG): SIM

PSB

Alessandro Molon (RJ): NÃO
Aliel Machado (PR): NÃO
Bira do Pindaré (MA): NÃO
Camilo Capiberibe (AP): NÃO
Cássio Andrade (PA): NÃO
Danilo Cabral (PE): NÃO
Denis Bezerra (CE): NÃO
Elias Vaz (GO): NÃO
Emidinho Madeira (MG): SIM
Felipe Carreras (PE): SIM
Felipe Rigoni (ES): SIM
Gervásio Maia (PB): NÃO
Gonzaga Patriota (PE): NÃO
Jefferson Campos (SP): SIM
Júlio Delgado (MG): NÃO
Lídice da Mata (BA): NÃO
Liziane Bayer (RS): SIM
Luciano Ducci (PR): SIM
Marcelo Nilo (BA): NÃO
Mauro Nazif (RO): NÃO
Milton Coelho (PE): NÃO
Ricardo Silva (SP): SIM
Rodrigo Agostinho (SP): NÃO
Rodrigo Coelho (SC): SIM
Rosana Valle (SP): NÃO
Tadeu Alencar (PE): NÃO
Ted Conti (ES): NÃO
Vilson da Fetaemg (MG): NÃO

PSC

Aluisio Mendes (MA): SIM
André Ferreira (PE): SIM
Glaustin da Fokus (GO): SIM
Leonardo Gadelha (PB): SIM
Lauriete (ES): SIM
Osires Damaso (TO): SIM
Paulo Martins (PR): SIM
Ricardo da Karol (RJ): SIM

PSD

Charles Fernandes (BA): SIM
Danrlei (RS): SIM
Darci de Matos (SC): SIM
Diego Andrade (MG): SIM
Edilazio Junior (MA): SIM
Expedito Netto (RO): NÃO
Fábio Mitidieri (SE): NÃO
Fábio Trad (MS): SIM
Flordelis (RJ): SIM
Francisco Jr. (GO): SIM
Haroldo Cathedral (RR): SIM
Hugo Leal (RJ): SIM
Joaquim Passarinho (PA): NÃO
José Nunes (BA): SIM
Júnior Ferrari (PA): SIM
Marco Bertaiolli (SP): SIM
Marx Beltrão (AL): SIM
Misael Varella (MG): SIM
Neucimar Fraga (ES): SIM
Otto Alencar (BA): NÃO
Paulo Magalhães (BA): SIM
Pedro Augusto (RJ): SIM
Ricardo Guidi (SC): SIM
Sargento Fahur (PR): SIM
Sérgio Brito (BA): SIM
Sidney Leite (AM): NÃO
Stefano Aguiar (MG): Abstenção
Vermelho (PR): SIM

PSDB

Aécio Neves (MG): SIM
Alexandre Frota (SP): NÃO
Beto Pereira (MS): SIM
Bia Cavassa (MS): SIM
Carlos Sampaio (SP): SIM
Célio Silveira (GO): SIM
Daniel Trzeciak (RS): SIM
Danilo Forte (CE): SIM
Domingos Sávio (MG): SIM
Edna Henrique (PB): SIM
Eduardo Barbosa (MG): NÃO
Geovania de Sá (SC): SIM
Lucas Redecker (RS): SIM
Luiz Carlos (AP): SIM
Mara Rocha (AC): SIM
Mariana Carvalho (RO): SIM
Nilson Pinto (PA): SIM
Norma Pereira (SC): SIM
Otavio Leite (RJ): NÃO
Pedro Cunha Lima (PB): SIM
Pedro Vilela (AL): SIM
Rose Modesto (MS): SIM
Samuel Moreira (SP): SIM
Vanderlei Macris (SP): SIM
Vitor Lippi (SP): SIM

PSL

Abou Anni (SP): SIM
Alê Silva (MG): SIM
Aline Sleutjes (PR): SIM
Bia Kicis (DF): SIM
Bibo Nunes (RS): SIM
Bozzella (SP): SIM
Carla Zambelli (SP): SIM
Carlos Jordy (RJ): SIM
Caroline de Toni (SC): SIM
Charlles Evangelis (MG): SIM
Coronel Tadeu (SP): SIM
Coronel Chrisóstom (RO): SIM
Daniel Freitas (SC): SIM
Daniel Silveira (RJ): SIM
Del Antônio Furtado (RJ): SIM
Delegado Marcelo (MG): SIM
Delegado Waldir (GO): SIM
Dr. Luiz Ovando (MS): SIM
Dra. Soraya Manato (ES): SIM
Eduardo Bolsonaro (SP): SIM
Fabio Schiochet (SC): SIM
Felício Laterça (RJ): SIM
Felipe Francischini (PR): SIM
Filipe Barros (PR): SIM
General Girão (RN): SIM
General Peternelli (SP): SIM
Guiga Peixoto (SP): SIM
Gurgel (RJ): SIM
Heitor Freire (CE): SIM
Helio Lopes (RJ): SIM
Joice Hasselmann (SP): SIM
Junio Amaral (MG): SIM
Loester Trutis (MS): SIM
Lourival Gomes (RJ): SIM
Luciano Bivar (PE): SIM
Luiz Lima (RJ): SIM
Major Fabiana (RJ): SIM
Marcelo Álvaro (MG): SIM
Márcio Labre (RJ): SIM
Nelson Barbudo (MT): SIM
Nereu Crispim (RS): SIM
Nicoletti (RR): SIM
Professor Joziel (RJ): SIM
Professora Dayane (BA): SIM
Sanderson (RS): SIM
Vitor Hugo (GO): SIM

PSOL

David Miranda (RJ): NÃO
Fernanda Melchionna (RS): NÃO
Glauber Braga (RJ): NÃO
Luiza Erundina (SP): NÃO
Marcelo Freixo (RJ): NÃO
Sâmia Bomfim (SP): NÃO
Talíria Petrone (RJ): NÃO
Vivi Reis (PA): NÃO

PT

Afonso Florence (BA): NÃO
Airton Faleiro (PA): NÃO
Alexandre Padilha (SP): NÃO
Arlindo Chinaglia (SP): NÃO
Benedita da Silva (RJ): NÃO
Beto Faro (PA): NÃO
Bohn Gass (RS): NÃO
Carlos Veras (PE): NÃO
Carlos Zarattini (SP): NÃO
Célio Moura (TO): NÃO
Enio Verri (PR): NÃO
Erika Kokay (DF): NÃO
Frei Anastacio (PB): NÃO
Gleisi Hoffmann (PR): NÃO
Helder Salomão (ES): NÃO
Henrique Fontana (RS): NÃO
João Daniel (SE): NÃO
Jorge Solla (BA): NÃO
José Airton (CE): NÃO
José Guimarães (CE): NÃO
José Ricardo (AM): NÃO
Joseildo Ramos (BA): NÃO
Leo de Brito (AC): NÃO
Leonardo Monteiro (MG): NÃO
Marcon (RS): NÃO
Maria do Rosário (RS): NÃO
Marília Arraes (PE): ABSTENÇÃO
Merlong Solano (PI): SIM
Natália Bonavides (RN): NÃO
Nilto Tatto (SP): NÃO
Odair Cunha (MG): NÃO
Padre João (MG): NÃO
Patrus Ananias (MG): NÃO
Paulão (AL): NÃO
Paulo Guedes (MG): NÃO
Paulo Pimenta (RS): NÃO
Paulo Teixeira (SP): NÃO
Pedro Uczai (SC): NÃO
Profª Rosa Neide (MT): NÃO
Reginaldo Lopes (MG): NÃO
Rejane Dias (PI): NÃO
Rogério Correia (MG): NÃO
Rubens Otoni (GO): NÃO
Rui Falcão (SP): NÃO
Valmir Assunção (BA): NÃO
Vander Loubet (MS): NÃO
Vicentinho (SP): NÃO
Waldenor Pereira (BA): NÃO
Zé Carlos (MA): NÃO
Zé Neto (BA): NÃO
Zeca Dirceu (PR): NÃO

PTB

Eduardo Costa (PA): SIM
Emanuel Pinheiro Neto (MT): SIM
Marcelo Moraes (RS): SIM
Maurício Dziedrick (RS): SIM
Nivaldo Albuquerque (AL): SIM
Pedro A Bezerra (CE): SIM
Pedro Lucas Fernandes (MA): SIM
Wilson Santiago (PB): SIM

PV

Célio Studart (CE): SIM
Enrico Misasi (SP): SIM
Israel Batista (DF): NÃO
Leandre (PR): SIM

REDE

Joenia Wapichana (RR): NÃO

REPUBLICANOS

Aline Gurgel (AP): SIM
Amaro Neto (ES): SIM
Aroldo Martins (PR): SIM
Benes Leocádio (RN): SIM
Cap. Alberto Neto (AM): SIM
Carlos Gomes (RS): SIM
Celso Russomanno (SP): SIM
Cleber Verde (MA): SIM
Dr. Gonçalo (MA): SIM
Gilberto Abramo (MG): SIM
Hélio Costa (SC): SIM
Jhonatan de Jesus (RR): SIM
João Campos (GO): SIM
Jorge Braz (RJ): SIM
Julio Cesar Ribeir (DF): SIM
Luizão Goulart (PR): SIM
Marcos Pereira (SP): SIM
Maria Rosas (SP): SIM
Milton Vieira (SP): SIM
Ossesio Silva (PE): SIM
Pr Marco Feliciano (SP): SIM
Roberto Alves (SP): SIM
Rosangela Gomes (RJ): SIM
Severino Pessoa (AL): SIM
Silas Câmara (AM): SIM
Silvio Costa Filho (PE): SIM
Vavá Martins (PA): SIM
Vinicius Carvalho (SP): SIM

SOLIDARIEDADE

Augusto Coutinho (PE): SIM
Aureo Ribeiro (RJ): SIM
Bosco Saraiva (AM): SIM
Dr. Leonardo (MT): SIM
Dra. Vanda Milani (AC): SIM
Eli Borges (TO): SIM
Genecias Noronha (CE): SIM
Gustinho Ribeiro (SE): SIM
Lucas Vergilio (GO): SIM
Marina Santos (PI): SIM
Ottaci Nascimento (RR): SIM
Paulo Pereira (SP): SIM
Tiago Dimas (TO): SIM
Zé Silva (MG): SIM]

Com UOL

Opinião dos leitores

  1. Já existem decisões judiciais autorizando compra privada sem repasse ao SUS. Se há vacinas disponíveis à venda por que o governo não compra? Não é apenas uma forma do governo se eximir ou dividir a sua responsabilidade não cumprida de comprar vacinas SUFICIENTES e EM TEMPO HÁBIL?

  2. Vou desenhar aqui, o governo federal compra 100 vacinas , os empresários não vão comprar mais 100 pra ajudar, vão comprar 50 do que o governo federal comprou e dar pra seus empregados, ou seja é institucionalizar o fura fila

  3. Os empresários vão comprar as vacinas disponibilizadas ao Sus, não vai aumentar o número de vacinas apenas vão ser destinadas aos empresários apaniguados enquanto a população ficará esperando ninguém sabe até quando.

  4. @Aluísio vallença; homi tu não entendeu, não? No Projeto a proposta é para as empresas que quiserem podem adquirir vacinas para serem aplicadas, gratuitamente, nos trabalhadores da empresa.sso só pra agilizar a fila do SUS. mas se o trabalhador não quiser tomar vacina na empresa vai pra fila do SUS.
    Precisa desenhar?
    A deputada votou contra porque ela é ruim, mesmo.

  5. Parabéns a todos os deputados que votaram a favor para que os empresários comprassem também as vacinas porque ai, já ajuda na aceleração da vacinação. Desde o começo da vacinação, postei na minha página lá no facebook, de que, eram para serem vacinados em sequência: A turma da “front”, ou seja, da saúde (graças a Deus) a grande maioria já estão vacinados, o pessoal da segurança pública no geral, os professores no geral, os motoristas de transportes coletivos/ônibus, alternativos, taxistas, Uber, trabalhadores e funcionários públicos de todas as áreas, ai sim, em seguida os idosos, já que essa turma é mais “caseira”. Um abraço!

  6. Meu caro BG, porque você não citou na reportagem os nomes dos “faltosos” (Beto Rosado, Rafael Motta e Walter Alves) e porque não colocou as fotos desses faltosos também? Cadê a sua imparcialidade? Seu leitor do seu blog, mas está ficando igual como muitos, parciais. Desde que esse governo federal assumiu o poder central que instalou a polarização/radicalização e a intolerância, que a “turma do PT” só leva no lombo, né isso? Não sou advogado de partido nenhum, mais sou “puto” quando veja noticias que não escuta os dois lados dos fatos. Um abraço!

  7. A cada dia fico mais surpreendido com a incapacidade de leitura e interpretação de alguns. Essa decisão, diferente do que os analfabetos funcionais raciocinaram, beneficia a sociedade como um todo, pois acelera a vacinação da população, aumenta a quantidade de vacina disponível (leia o texto e saiba interpretar pelo amor de Deus) e diminui o custo p/ o Estado. Mas acho que não adianta nem escrever isso, a turma do contra nem chegou até aqui. Parabéns aos deputados que votaram pelo sim.

  8. As cartas estão na mesa, dá para ver claramente as intenções, a turma do quanto pior melhor está unida.

  9. Vá entender!!
    O patrão quer comprar vacinas pra me vacinar e ainda tem gente contra??
    Pqp…
    É de lascar o C… com uma pedra um negócio desses.
    É imoral.
    Não dá pra entender, na minha cabeça não entra um absurdo desses.
    É sacanagem, só pode ser.
    Esse povo não quer que esse carai dessa pandemia seja controlada não???

  10. Alô alô TRABALHADORES!!
    O PT é 100% contra o seu patrão comprar vacina pra imunizar vcs.
    Ou seja, querem que vc morra, pra eles o quanto pior melhor.
    Não se esqueça desses canalhas, em 2022 dê o troco a essa gente, mate eles no voto.
    Não esqueçam.

  11. É o esquema fura filas institucionalizado. Os pobres desempregados que se danem. Farinha pouca meu pirão primeiro.

  12. O povo do RN precisa saber também das AUSÊNCIAS de Walter Alves e Rafael Motta. Pq não foram votar??

  13. Vejam a lista dos partidos que votaram contra, são verdadeiros genocidas. São cintra tratamento precoce, compra de vacinas pelas industrias, mas tem gente que nos comentários vai defender. Negacionistas estão dando as caras.

  14. Pense em uma politica mequetrefe de 5° categoria….Pensou ?? É bem melhor que essa jovem aí.

  15. Não surpreende, mas a deputada com esse voto mostra que não está na câmara para defender o povo e muito menos tem respeito às vidas. Todos precisam de vacinas, elas precisam chegar o mais rápido para que vidas possam ser salvas.
    A não ser que ela saiba que as vacinas não funcionam e tanto faz tomar ou não.
    Qualquer outro argumento, será mera desculpa.
    Por acaso ela é favorável ao lockdown, mesmo sem existir comprovação científica?
    Seria ela contrária ao tratamento preventivo por falta de comprovação científica? Se as duas respostas são sim, não resta dúvida, o que interessa a ela é a ideologia política, nunca foi e não será o melhor para o povo, nem respeito as vidas.

  16. Isso aí é obrigação desse governo de incompetentes. Vai ser uma forma de furar fila e as empresas ainda vão cobrar o valor dos funcionários, pode anotar. Governo Federal inoperante e praticante da necropolítica.

  17. Essa Depurada, é uma contradição, veja bem , contra a classe PROLETARIADO mais um erro do POVO DO RN, assim como também se VOTOU no BOZO. Então, 2022, segui uma terceira via; deixando esses maus na SAGETA: BOZO, LULA, DEPUTADA NATÁLIA DO PT e outros que foram omisso.

  18. Se for feito uma relação dos votos dessa deputada vocês poderão ver o que é ser do contra. Não importa se o projeto é bom ou ruim….ela sempre vota contra. Foi assim com o voto contra para o marco regulatorio do SANEAMENTO no Brasil.

  19. Partidos “lacradores”, de oposição ao governo Bolsonaro (e ao Brasil), votando contra. E ainda têm a cara-de-pau de dizer que defendem a saude do povo. É incrível! Essa é a epidemia da mentira e da hipocrisia.

    1. Na Inglaterra, país comunista, vacina só a oferecida pelo poder publico. Respeitando as prioridades. Mas a inglaterra comunista não é exemplo pra ninguem.

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Judiciário

Justiça derruba obrigatoriedade de doação ao SUS de vacinas compradas por empresas

O juiz Federal substituto Rolando Valcir Spanholo, da 21ª vara da SJ/DF, autorizou sindicatos a importarem vacinas para a imunização do coronavírus de seus associados e respectivos familiares sem a necessidade de realizar as doações coativas impostas no art. 2º da lei 14.125/21.

O magistrado declarou a inconstitucionalidade parcial do art. 2, afastando a expressão “desde que sejam integralmente doadas ao Sistema Único de Saúde” e total do §1º, que prevê que “após o término da imunização dos grupos prioritários, as pessoas jurídicas de direito privado poderão adquirir, distribuir e administrar vacinas, desde que pelo menos 50% das doses sejam, obrigatoriamente, doadas ao SUS e as demais sejam utilizadas de forma gratuita“.

Leia matéria completa AQUI no Justiça Potiguar.

Opinião dos leitores

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Saúde

Luciano Hang vai a Brasília para que empresas possam comprar vacinas de imediato

Foto: Reprodução/Facebook

O empresário Luciano Hang, da Havan, disse a O Antagonista que deve ir a Brasília ainda nesta semana apresentar ao governo Bolsonaro um abaixo-assinado para que a lei que permite a empresas comprarem vacinas contra a Covid seja aperfeiçoada.

Pela norma sancionada pelo presidente da República, a iniciativa privada só pode adquirir doses dos imunizantes para livre distribuição depois que todos dos grupos prioritários forem vacinados pelo governo federal. Pelos cálculos de Hang, isso só ocorreria, em uma projeção otimista, no segundo semestre.

“A lei veio com problema de fabricação. O Congresso e o governo deveriam dar liberdade total para os empresários comprarem vacinas para seus colaboradores. O governo precisa de licitação para comprar, é um processo demorado. O setor privado tem muito mais velocidade. Eu comprei recentemente 200 cilindros de oxigênio para Manaus. Não fiquei fazendo muito cotação. Queria para o dia seguinte e consegui. O setor privado é mais rápido e muitos empresários estão querendo comprar vacinas.”

Perguntamos se há vacina disponível no mercado, caso o setor privado consiga essa autorização mais ampla e de imediato.

“Estamos conversando com um laboratório que nos garantiu 8 milhões de vacinas. Eu tenho uma outra pessoa que me venderá mais 1 milhão de vacinas. Tem, sim, temos que conseguir. Mas, com a lei do jeito que está, isso é impraticável.”

O abaixo-assinado pedindo flexibilização e aperfeiçoamento da lei, segundo Hang, já tem 100 mil assinaturas. O empresário rebateu críticas de que o setor privado está querendo “furar a fila” da vacinação.

“Isso é bobagem. Lamentavelmente, de novo, estão tentando fazer política com a vacina. Eu vou vacinar meus colaboradores e isso vai abrir espaço na fila do SUS. Foi uma maldade terem colocado dificuldades nessa lei da vacina. Precisamos destravar isso logo. Ninguém aguenta mais. As pessoas estão ficando neuróticas.”

Hang, considerado bolsonarista, também quis ponderar que “não tem político de estimação nem partido político”.

“Eu só quero o bem do Brasil.”

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Esse Veio da Havan gera mais emprego que a maioria das Prefeituras do Brasil, ele tem o meu respeito.

  2. Até o Luciano Hang está abrindo os olhos diante deste governo que perdeu cometamente o controle da situação. Quem sabe outros passem a pensar como ele e forcem a promoção de uma mudança de rumo.

  3. Tá certo, se as grandes empresas compra-se pra vacinar seus funcionários, estariamos noutro patamar.

    1. Prioritário, não existe capitalismo selvagem, existe sim, socialismo selvagem! Quem gera emprego e renda é o capitalismo, sempre será.

    2. Se tivessem deixado o setor privado comprar, ja não teríamos Lockdown, 50% da população vacinada e imunizada, igual a israel. Deixar na mão de esquerdalha, faz como fatão está fazendo, vacinando a passo de tartaruga, e muitas morte acontecendo. Tem que vacinar 24 horas, sem intervalo, tempo pra vacinar, é mais mortes.

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Saúde

Anvisa oficializa permissão para empresas e Estados importarem vacinas

Foto: © Tânia Rêgo/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou resolução que regulamenta “autorização excepcional e temporária” para que estados, municípios e o Distrito Federal importem medicamentos e vacinas para covid-19 que não possuam registro sanitário ou autorização para uso emergencial no Brasil.

Ainda no âmbito do enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente da pandemia, a agência aprovou também alterações na Resolução de Diretoria Colegiada 444 (publicada em dezembro de 2020), que estabelecia as condições para a autorização temporária de uso emergencial, em caráter experimental, de vacinas contra a covid-19.

As mudanças aprovadas têm, segundo a Anvisa, o objetivo de adequar seus procedimentos à lei 14.214, sancionada ontem, em cerimônia no Palácio do Planalto, pelo presidente Jair Bolsonaro.

Empresas

Segundo as novas regras, pessoas jurídicas de direito privado, como empresas, por exemplo, poderão adquirir diretamente das farmacêuticas vacinas contra a covid-19 que tenham autorização temporária para uso emergencial, autorização excepcional e temporária para importação e distribuição ou registro definitivo concedidos pela Anvisa.

Enquanto estiver em curso a vacinação de grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, as doses deverão ser integralmente doadas ao Sistema Público de Saúde (SUS). Após a conclusão dessa etapa, o setor privado poderá ficar com metade das vacinas compradas, desde que as doses sejam aplicadas gratuitamente. A outra metade deverá ser remetida ao SUS.

O texto possibilita a estados, Distrito Federal e municípios assumirem a responsabilidade civil por eventuais efeitos adversos provocados pelos imunizantes, desde que estes tenham obtido registro Anvisa. Os governos locais poderão contratar um seguro privado para cobrir os eventuais riscos das condições impostas por fornecedores em contrato.

Essa é uma exigência feita por alguns laboratórios, como Pfizer/BioNTech e Janssen, cujas vacinas ainda não chegaram ao Brasil. Dentre essas condições, estão a ausência de responsabilização ao laboratório em caso de atraso na entrega ou de eventuais efeitos colaterais do imunizante.

Prazo

A nova legislação prevê, ainda, o estabelecimento do prazo de sete dias para a Anvisa avaliar o pedido de autorização temporária de uso emergencial sempre que a vacina tiver sido aprovada por pelo menos uma autoridade sanitária estrangeira dentre as listadas na lei: Estados Unidos, União Europeia, Japão, China, Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, Rússia, Índia, Coreia, Canadá, Austrália, Argentina e outras autoridades sanitárias estrangeiras com reconhecimento internacional e certificadas, com nível de maturidade IV, pela Organização Mundial de Saúde ou pelo Conselho Internacional para Harmonização de Requisitos Técnicos para Registro de Medicamentos de Uso Humano e pelo Esquema de Cooperação em Inspeção Farmacêutica.

Caso as informações fornecidas pela agência reguladora não estejam completas o suficiente “para comprovar o atendimento aos padrões internacionais de qualidade, segurança e eficácia”, o prazo para a avaliação da Anvisa aumenta para 30 dias. A resolução da Anvisa foi aprovada na noite desta quarta-feira (10).

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Show de bola.
    Quero vê Fátima do PT comprar.
    Bora bora bora.
    A caganeira era grande.
    Bora bora.
    Não perca tempo.
    Aproveite e dê notícia dos 5.000 milhões.

    1. Vai demais… 1 dose a 10 dólares, 500.000 doses dão 25 milhões, se ela ta com o pires na mão, como vai comprar se nao tem dinheiro pra nada..

  2. Vacinas sempre serão importantes, mas, estou feliz mesmo pq o presidente Bolsonaro resolveu usar máscaras, mesmo que tenha sido por causa do Lula.

  3. Vou lembrar aos esquerdopatas a responsabilidade do direcionamento no controle da pandemia porque todos tem memória curta.
    O STF em abril de 2020 determinou que o controle citado acima é de responsabilidade dos estados e municípios esta lei foi renovada em março pelos mesmos ministros.
    Vamos ver quanto tempo vai demorar para chegar o primeiro lote.
    Assinar acordo de intenção de compra é fácil quero ver as vacinas chegando.
    E ainda tem o outro lado que conhecemos muito bem, compra de placebo no mercado negro.
    E ainda vai ter doido dizendo aqui que não vai ocorrer por ser a compra efetuada em laboratórios farmacêuticos e etc…
    Temos exemplos de hospitais de campanhas e respiradores superfaturados que não serviram para o objetivo.
    Rezemos para que dê tudo certo.

  4. País sem comando.
    Não tem vacina, transporte é luxo e comida (alimentação básica), só em sonho mesmo.

  5. Agora tudo está mais dificil.Jogou a responsabilidade para estados e o privado.
    Agora a vacina presta,o uso de máscaras tambem e que tem que evitar aglomerações,que a doenca é seria.
    Faltou COMANDANTE!!!
    PREPOTENCIA!!!
    IRRESPONSABILIDADE!!

    1. Eh o jogo do MINTOmaníaco: tirar o corpo fora e jogar a culpa nos demais entes federativos! Não apresentou um plano sequer de imunização ou que objetivasse mitigar a pandemia! Eh um inepto negacionista que só fez piorar a contaminação aqui no Brasil!

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Economia

Governador do Texas-EUA extingue uso obrigatório de máscaras e manda abrir empresas

Foto: Getty Images

O governador Greg Abbott anunciou nessa terça-feira (2) que está retirando a determinação do uso de máscara de proteção contra a Covid-19 no Texas (EUA), mesmo com as autoridades de saúde alertando que não se podem diminuir as restrições de segurança.

Abbott fez o anúncio durante um evento da Câmara de Comércio de Lubbock, onde emitiu uma ordem executiva rescindindo a maioria de suas ordens executivas anteriores, como o decreto da máscara.

Ele também disse que negócios de qualquer tipo poderão abrir 100% a partir de 10 de março. “Muitos texanos foram excluídos das oportunidades de emprego. Muitos proprietários de pequenas empresas têm lutado para pagar suas contas. Isso deve acabar. Agora é hora de abrir o Texas 100%”, disse ele.

O governador do Mississippi, Tate Reeves, também anunciou na terça-feira o fim de todos os decretos de máscara do condado e disse que as empresas podem reabrir a 100% da capacidade. As novas medidas entrarão em vigor nesta quarta-feira (3), disse Tate.

“Nossas hospitalizações e o número de casos despencaram e a vacina está sendo rapidamente distribuída. Está na hora!”, tuitou Reeves na terça-feira.

Os texanos ‘dominaram’ a luta contra a Covid-19, diz Abbott

O anúncio da Abbott ocorre enquanto os casos de Covid-19 e as hospitalizações continuam diminuindo em todo o país. No entanto, especialistas em saúde dizem que relaxar as restrições agora pode levar a outro aumento, especialmente com a disseminação das variantes.

No ano passado, os texanos “dominaram os hábitos diários para evitar pegar Covid”, disse Abbott. Na segunda-feira, 6,57% dos texanos foram totalmente vacinados, de acordo com a Universidade Johns Hopkins.

A Abbott disse na terça-feira que 5,7 milhões de vacinas foram administradas no estado, há um excedente de equipamentos de proteção individual (PPE) e “10 milhões de texanos se recuperaram da Covid”.

“A remoção de mandatos estaduais não encerra a responsabilidade pessoal e o cuidado com seus familiares, amigos e outras pessoas em sua comunidade”, disse Abbott. “Pessoas e empresas não precisam que o estado lhes diga como operar.”

Em um comunicado na terça-feira, a juíza do condado de Harris, Lina Hidalgo, disse discordar da decisão do governador.

“Retirar as intervenções críticas de saúde pública” que estão funcionando não tornará as comunidades do Texas mais seguras ou acelerará o retorno à normalidade, disse Hidalgo.

“Cada vez que as medidas de saúde pública foram retiradas, vimos um aumento nas hospitalizações”, dizia o comunicado dela.

Hildago disse que o país está “cada vez mais perto da linha de chegada desta pandemia”. “Agora não é o momento de reverter os ganhos que trabalhamos tanto para alcançar”, diz a declaração da juíza. “Na melhor das hipóteses, a decisão de hoje é uma ilusão. Na pior, é uma tentativa cínica de distrair os texanos das falhas de supervisão estatal de nossa rede elétrica.”

Jason Brewer, porta-voz do grupo de lobby de varejo Retail Industry Leaders Association, disse em um comunicado que “relaxar os protocolos de segurança de bom senso, como usar máscaras, é um erro”.

“Retroceder nas medidas de segurança colocará injustamente os funcionários do varejo de volta ao papel de fazer cumprir as diretrizes ainda recomendadas pelo CDC e outros defensores da saúde pública”, dizia a declaração de Brewer.

“Isso também pode comprometer a segurança das farmácias e mercearias que estão se preparando como centros de vacinação.”

Pessoas que não usarem máscaras não serão penalizadas

Abbott disse que sabe que algumas autoridades temerão que a abertura 100% do estado leve ao agravamento da Covid em suas comunidades. Ele diz que sua ordem executiva trata dessa preocupação.

“Se as hospitalizações da Covid em qualquer uma das 22 regiões hospitalares no Texas subirem acima de 15% da capacidade de leitos do hospital naquela região por sete dias consecutivos, então um juiz do condado dessa região pode usar estratégias de mitigação da Covid em seu condado”, disse Abbott.

No nível do condado, porém, um juiz não pode colocar ninguém na prisão por não seguir as ordens da Covid e nenhuma penalidade pode ser imposta a pessoas que não usam máscaras, disse Abbott.

“Se as restrições forem impostas em nível de condado, todas as entidades devem ser autorizadas a operar pelo menos 50% da capacidade”, disse ele.

Os prefeitos de Mission, Houston e Dallas disseram que continuariam a incentivar o uso de máscaras ou exigiriam máscaras em seus respectivos prédios urbanos, apesar da ordem executiva da Abbott.

O prefeito de Houston, Sylvester Turner, disse que o anúncio do Abbott “realmente mina todos os sacrifícios que foram feitos por profissionais médicos, médicos, enfermeiras, trabalhadores do EMS, bombeiros, policiais, funcionários municipais e pessoas da comunidade”.

O prefeito de Austin, Steve Adler, disse a Anderson Cooper da CNN, na noite de terça-feira, que todos na cidade estavam “simplesmente pasmos” com o anúncio de Abbott.

“É incompreensível, considerando onde estamos”, disse Adler. Ele disse que trabalharam muito para “arriscar” o Covid-19 na cidade e no condado de Travis.

Adler disse que ele e o juiz do condado de Travis, Andy Brown, enviaram uma carta ao gabinete do governador na terça de manhã “implorando para que ele não o fizesse”.

A cidade continuará seu mandato de máscara e a câmara de comércio em Travis County emitiu um comunicado instando seus negócios membros a continuar a exigir máscaras também, disse Adler.
“Isso é autoajuda neste momento”, disse Adler.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. “Nossas hospitalizações e o número de casos despencaram e a vacina está sendo rapidamente distribuída. Está na hora!”, tuitou Reeves na terça-feira.
    A pergunta é : PRECISA DESENHAR ??????????

  2. Vcs leram a matéria, burrominions?
    A hospitalização despencou e a vacina tá sendo aplicada a todo vapor… NÃO SE APLICA AQUI!
    Meu Deus..?…vcs são burros assim mesmo ou fizeram o curso de medicina pelo whatsapp com o Dr Bolsominto?

  3. Governador Macho, cunhudo, cunhão rôxo.
    Certíssimo.
    A Governadora Fátima do RN trata os potiguares como cachorros, com funcinheiras na face.
    #BOLSONARO TEM RAZÃO
    É MITO 2022

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Diversos

Projeto de lei de deputado do PT obriga empresas a contratarem travestis

Foto: Najara Araujo/Câmara dos Deputados

No dia 3 de fevereiro, o deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP), vice-líder do Partido dos Trabalhadores (PT) na Câmara dos Deputados, apresentou um projeto de lei que obriga empresas com mais de cem funcionários que possuam incentivos fiscais, participem de licitações ou que tenham qualquer tipo de contrato ou convênio com o poder público na esfera federal a destinar uma cota mínima de 3% do seu quadro de empregados a pessoas autodeclaradas travestis e transexuais – a proposição também define a mesma cota para estagiários e trainees.

O Projeto de Lei (PL) 144/2021, que aguarda entrada em plenário para votação, determina que a reserva de vagas para travestis e transexuais deve ser observada durante todo o período em que houver concessão dos incentivos fiscais ou que vigorar contratos ou convênios com o poder público. Caso as empresas descumpram a medida, estarão sujeitas à perda dos incentivos ou à rescisão dos contratos.

A proposta também prevê o respeito o respeito “à autodeclaração de identidade de gênero em sua integralidade no ambiente de trabalho”, o que inclui o uso do banheiro referente ao gênero com o qual a pessoa se identificar nas dependências da empresa.

Segundo justificativa do autor do PL, a medida se deve a dificuldades que pessoas transgênero e travestis têm na busca por emprego e que isso as levaria à prostituição. “Tais dados nos fazem refletir a necessidade urgente de o poder público estimular a contratação de pessoas transgêneras para superar tamanha exclusão e vulnerabilidade que impõem a essas pessoas índices terríveis de exclusão, desemprego e assassinatos”, argumenta o deputado.

Gazeta do Povo

Opinião dos leitores

  1. Boiada ignorante.
    Inclusão para essa gente não existe.
    Na surdina, adoram procurar por um na Roberto Freire.

  2. Pronto, viva, finalmente Samuel Uel, Pixuleco, Manoel Mane e ZeGado vão poder trabalhar e se forem responsáveis, não vão usar o celular.

  3. Pronto, viva, finalmente Samuel Uel, Pixuleco, Manoel Mane e ZeGado vão poder trabalhar e se forem responsáveis, não vão usar o celular.

    1. Prezado, somos todos iguais.
      Não me considero pior, muito menos melhor que qualquer ser.
      Não me JULGO superior a ninguém, pela cor da pele, orientação sexual, religião, país de origem, etc. Estamos no mesmo barco.
      O COVID diz isso todo santo dia.

  4. Tava faltando isso, cada dia que passa a População tem mais ojeriza do PT, e porque votei muitas vezes no PT.

  5. Mais uma pérola do PT. Imagina o PT hoje governando o Brasil!! Roubo, fome e os costumes padrão BBB.

    1. Pra o grupo deles vai ser muito bom, pq isso é o natural pra eles.

  6. Tudo que a esquerda gosta de fazer é OBRIGAR.
    Verbo preferido da esquerda.
    Depois dizem q o presidente da República é autoritário.

  7. Kkkkkkk.
    É do cu cair da bunda.
    Esse povo de esquerda não tem nada de interessante pra apresentar? PQP que assistência. Assim Bolsonaro tá reeleito.

  8. Porra só o que faltava. Daqui a pouco todas as vagas estarão ocupadas por uma cota de uma minoria, e nao vai sobrar nenhuma vaga pra os ditos normais, homens e mulheres heterossexuais. A que ponto chegamos nesse cabaré chamado brasil, com b minúsculo mesmo.

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Diversos

Empresas reforçam o controle de produtividade e passam a monitorar os funcionários no home office

Foto: Morsa Images/Getty Images

A adoção do home office por empresas de diversos setores levou a uma série de análises apressadas. Alguns especialistas disseram que os escritórios sumiriam do mapa (claro que houve uma transformação, mas o desaparecimento está longe). Outros afirmaram que o trabalho a distância impulsionaria os comércios locais, já que, ao ficar mais tempo em casa, as pessoas realizariam maior parte de suas compras nos arredores da residência. Isso não ocorreu por uma simples razão: com a explosão do comércio eletrônico, foram as corporações gigantescas que mais se expandiram. A terceira projeção imprecisa diz respeito à liberdade para cumprir a labuta diária. No trabalho a distância, cravaram os observadores corporativos, os profissionais teriam liberdade para fazer o que bem entendessem, usufruindo do tempo da maneira que considerassem adequada. Nada poderia ser mais falso do que a última premissa. No home office, os funcionários nunca foram tão vigiados pelas grandes companhias, que passaram a usar a tecnologia para fazer marcação cerrada nos colaboradores. De certa forma, os chefes jamais estiveram tão atentos aos movimentos dos subordinados — cada e-mail, conversa, site visitado ou relatório está na mira de quem manda.

A americana Microsoft, uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, criou um software para medir a produtividade dos funcionários. Chamado Productivity Score, ele identifica tudo o que o colaborador faz durante o dia. Com o equipamento, os chefes sabem quantos e-mails profissionais foram enviados, quem desliga a câmera em reuniões e até o tempo que a pessoa fica na frente do computador. Para tornar o sistema mais rigoroso, os funcionários receberiam uma pontuação de acordo com as informações coletadas pelo software. A ideia da Microsoft parecia tão radical — e recebeu tantas críticas — que a companhia decidiu voltar atrás, abandonando o tal sistema de pontuação. “A liberdade de trabalho é uma ficção do home office”, diz o consultor Eduardo Tancinsky. “Por mais que o mercado tenha mudado nos últimos anos, ainda é ousado demais permitir que o empregado disponha da maneira que quiser do seu tempo, incluindo não fazer nada.”

Há uma certa ironia no fato de as empresas de tecnologia, supostamente mais abertas às inovações impostas pelos ventos da transformação, serem as mais preocupadas em controlar os funcionários. A também americana Zoom, que viu seu programa de videoconferência se tornar uma febre na pandemia, adotou o home office em larga escala, mas usa um software de monitoramento para acompanhar o expediente de sua equipe.

(Foto: Arte/Veja)

No Vale do Silício, o lar das empresas de tecnologia dos Estados Unidos, programas como o Sneek, que tira fotos com a webcam, viraram a febre do momento. O funcionário que trabalha em casa é fotografado em períodos predeterminados — a cada cinco, quinze ou vinte minutos, a depender da rigidez do chefe ­—, como se fosse uma máquina programada apenas para trabalhar. O Sneek se tornou um sucesso global. Segundo a empresa, a base de usuários semanais cresceu 250% desde o início da pandemia. É mais ou menos isso o que faz a Time Doctor, empresa que se define como “um instrumento para empresas e indivíduos se tornarem mais produtivos”, mas que no fundo consiste apenas em um software que capta fotos periódicas da webcam. Outro programa, criado pela startup Einable, usa inteligência artificial para calcular a rapidez com que os colaboradores em home office executam diferentes tarefas.

A crescente vigilância suscita alguns questionamentos. Até que ponto as empresas têm o direito de controlar o que os funcionários fazem no expediente? Segundo a nova Lei Geral de Proteção da Dados (LGPD), o monitoramento deve ser limitado ao uso de dados relacionados ao trabalho e não é permitido que as companhias tornem públicas as informações obtidas através da vigilância. A avaliação de desempenho do empregado, porém, não está prevista nas novas regras da LGPD. De todo modo, dizem os especialistas, a recente legislação precisa de tempo para ser assimilada pelas empresas e pela sociedade.

De todas as transformações impostas pela pandemia do coronavírus, o home office talvez seja a mais efetiva. O trabalho a distância, de fato, é uma tendência que veio para ficar. Não significa, porém, que o ambiente de trabalho será revirado do avesso. Há desafios pela frente. Como será possível construir uma cultura empresarial se parte dos funcionários trabalha a distância? A construção de um DNA corporativo deve-se, sobretudo, ao relacionamento entre as equipes, à troca diária entre chefes e subordinados, aos acertos — e erros — compartilhados. Como fazer isso se as pessoas estão separadas? Como criar redes colaborativas permanentes se cada profissional está em seu próprio canto? A tecnologia encurta caminhos e é forte aliada, mas não traz respostas para tudo. Esse é um desafio que as empresas terão de superar.

Veja

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Economia

OPORTUNIDADE: Empresas do Parque Metrópole Digital em Natal oferecem pelo menos 55 vagas de emprego em diferentes áreas

Foto: Reprodução

Em um período marcado por demissões e até falências provocadas pela crise socioeconômica da pandemia do Coronavírus (Covid-19), empresas vinculadas ao Parque Tecnológico Metrópole Digital – principal polo de tecnologia de Natal (RN) – estão oferecendo mais de 55 vagas de emprego, dentre ocupações CLT e estágios, nas áreas de TI e outros campos.

Com remunerações entre R$ 750 a R$ 8 mil, as vagas são acessíveis por meio da plataforma Jerimum Jobs – portal que conecta empresas a talentos em diferentes áreas. Até o momento, são 13 empresas ligadas ao Parque Tecnológico a cadastrarem oportunidades e a previsão é que esse número aumente ainda mais nos próximos dias.

Segundo Raphaela Galhardo, diretora de gestão da ESIG – empresa com 25 vagas abertas – muitos negócios tiveram que acelerar sua digitalização durante a pandemia, o que contribuiu para o crescimento da demanda por colaboradores.

“Houve uma mudança cultural abrupta, onde muitas atividades só puderam ser desempenhadas pelo meio digital. Houve a inclusão de muito mais pessoas e empresas na cultura digital e isso fortaleceu a área de tecnologia, gerando mais demanda para o setor”, destaca Galhardo.

Contexto de crise

De acordo com o diretor do Parque Tecnológico, Rodrigo Romão, a crescente demanda das empresas de TI advém da necessidade de criação de soluções tecnológicas no contexto de crise.

“A pandemia trouxe ao mercado de trabalho uma exigência abrupta de adaptação em decorrência do necessário distanciamento social. O segmento de TI, nas diversas áreas de atuação, foi quem propiciou a adaptação, permanência e sobrevivência de muitos negócios”, afirma Rodrigo Romão.

Ainda segundo o diretor, “há quem diga, de maneira humorada, que passamos por uma revolução chamada ‘Transformação Covi Digital’, visto que a pandemia ‘forçou’ a adoção de novas tecnologias e a derrubada de alguns mitos, como o trabalho remoto”.

Parque Tecnológico

Com 67 empresas credenciadas e reunindo cerca de 900 postos de trabalho, o Parque Tecnológico proporciona estreito relacionamento entre mercado, governo e instituições de ensino, de modo a facilitar o desenvolvimento social e econômico do Rio Grande do Norte.

A iniciativa criada pelo Instituto Metrópole Digital, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (IMD/UFRN), também visa apoiar as ações relacionadas ao campo da ciência, tecnologia, empreendedorismo e inovação.

No âmbito do mercado de trabalho, o polo de tecnologia conta com o Jerimum Jobs – plataforma que já reúne 120 empresas e 1,4 mil usuários cadastrados.

A ferramenta visa conectar empreendimentos de TI vinculados ao Parque Tecnológico, bem como outras iniciativas, como projetos de pesquisa, com profissionais de diversas áreas e formações.

Empresas externas ao Parque, ou inseridas em áreas fora da TI, também podem cadastrar suas oportunidades, desde que as vagas ou a empresa sejam do setor tecnológico e os locais de trabalho estejam situados no Rio Grande do Norte.

Oportunidades:

 25 vagas – ESIG Group
• 6 vagas – Laniaq
• 5 vagas – Surfmappers
• 3 vagas – Rits Tecnologia
• 3 vagas – Log Tecnologia e Sistemas
• 3 vagas – Hubbi
• 3 vagas – Construtor Digital
• 2 vagas – LogAp Sistemas
• 2 vagas – Hirix Software & Technology
• 1 vaga – POTI RN
• 1 vaga – Mix Internet
• 1 vaga – Logique Sistemas
• 1 vaga – GRT8

Com informações do Instituto Metrópole Digital

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Economia

Aumenta número de empresas abertas no país

Foto: © José Paulo Lacerda/CNI/Direitos reservados

O número de empresas abertas em 2020 aumentou 6% em relação ao ano de 2019. É o que mostra o boletim anual do Mapa de Empresas, divulgado hoje (2) pelo Ministério da Economia. No ano passado, foram abertas 3.359.750 empresas no país e fechadas 1.044.696, o que deixou um saldo positivo de 2,3 milhões de empreendimentos ativos. O número de empresas fechadas também apresentou uma queda de 11,3% em relação ao ano anterior.

No total, o país fechou 2020 com 19.907.733 empresas ativas, o que representa crescimento de 3,2% em relação ao segundo quadrimestre (maio a agosto) de 2020. Segundo a pasta, o número reflete as medidas tomadas pelo governo para facilitar a abertura de empresas em meio à pandemia da covid-19, que levou muitas pessoas a buscarem no próprio negócio uma oportunidade para gerar renda.

São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro são os estados que têm mais empresas ativas, com quase 50%. O secretário de Governo Digital do Ministério da Economia, Luís Felipe Monteiro lembrou que a maior parte dos empreendimentos está no setor terciário.

“Nessas empresas abertas há uma predominância daquelas que atuam no setor terciário da economia, especialmente comércio e prestação de serviços, que são mais de 80% de empreendimentos ativos no seguimento”, disse Monteiro.

O boletim mostra ainda que a maioria das novas empresas e de microempreendedores individuais (MEI). Foram registrados 11.262.384 MEI’s ativos no final do terceiro quadrimestre de 2020, dos quais 2.663.309 abertos em 2020. Um crescimento de 8,4% em relação ao mesmo período de 2019.

De acordo com a subsecretária de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas, Empreendedorismo e Artesanato, Antonia Tallarida, os dados dos últimos anos mostram que a abertura de MEI’s tem elevado a taxa total de empresas abertas. Com isso, a taxa de representação total dos MEI’s tem se elevado nas medições.

“Em 2019 Os micro empreendedores individuais representavam 77,6% dos negócios aberto e, em 2020, a gente atingiu a marca de que 79,3% dos negócios abertos são MEI’s”, disse.

Entre outros pontos, o boletim apura informações relativas ao tempo médio de abertura de empresas, número de aberturas e fechamentos de empreendimentos, localização e atividades desenvolvidas.

Segundo o boletim, no terceiro quadrimestre do ano passado o tempo médio para a abertura de uma empresa foi de dois dias e 13 horas o tempo médio para a abertura de empresas no terceiro quadrimestre de 2020. Em janeiro de 2019, o tempo médio era de cinco dias e nove horas.

Estados

Entre os estados, Goiás é que apresenta o menor tempo médio para a abertura de empresas, e onde é possível registrar um empreendimento em um dia e duas horas. Na sequência, aparece Sergipe, com o tempo médio de um dia e cinco horas para a abertura da empresa.

Já os estados com o maior prazo de tempo para a abertura de um empreendimento são: O Rio Grande do Sul, onde se leva em media três dias e 20 horas para abrir uma empresa e Bahia, onde se leva, em média, seis dias e 20 horas. O estado, entretanto vem apresentando uma evolução nesse prazo, diminuindo em 22 horas o prazo na comparação com o quadrimestre anterior (maio a agosto de 2020) para abrir uma empresa.

Entre as capitais, o destaque é Curitiba (PR), onde se leva, em média, 22 horas para se abrir uma empresa. Em seguida, vem Macapá (AP), com um dia e uma hora. As capitais com maior prazo são Recife (PE), onde se leva três dias e 16 horas para abrir uma empresa, e Salvador (BA), que apresenta o prazo médio de oito dias e 17 horas para finalizar o procedimento. A capital vem melhorando a cada quadrimestre, diminuindo o prazo em 24h em relação ao quadrimestre anterior.

O secretário especial adjunto de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, Gleisson Rubin, disse que com as medidas adotadas para diminuir a burocracia, atualmente, cerca de 45,5% das empresas conseguem ser abertas em menos de um dia.

“São as [empresas] classificadas como de baixo risco, que respondem por 60% do total de registros e para as quais não existe a necessidade de obtenção de alvarás e licenças e de serviços”, disse.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Daqui há pouco veremos os comentários dos esquerdopata, tipo do Zédogado, achando o cúmulo a abertura de empresas, para os esquerdopatas, quanto mais dependente do estado o povo, melhor…. Precisamos de EMPREENDEDORES…

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Saúde

Governo é a favor de aquisição de 33 milhões de doses da AstraZeneca por empresas brasileiras; Bolsonaro defende metade delas doadas para o SUS

FOTO: REUTERS/Adriano Machado

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira (26) que o governo federal assinou uma carta de intenções favorável à compra de 33 milhões de doses da vacina da AstraZeneca por empresas do Brasil.

Ainda de acordo com Bolsonaro, o governo defende que metade dessas doses sejam doadas para o SUS e, a outra metade, aplicadas em funcionários dessas empresas, para garantir que a economia do país não pare.

Bolsonaro informou que foi procurado na semana passada por um grupo de empresários que quer o apoio do governo para a compra das doses.

A vacina desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, tem autorização para uso emergencial no Brasil. O governo federal fez um acordo para obter 100 milhões de doses desse imunizante. Além disso, a Fiocruz poderá produzir doses no país.

“Semana passada nós fomos procurados por um representante de empresários e nós assinamos carta de intenções favorável a isso, para que 33 milhões de doses da Oxford viessem do Reino Unido para o Brasil a custo zero para o governo. E metade dessas doses, 16,5 milhões, entrariam aqui para o SUS e estariam então no programa nacional de imunização, seguindo aqueles critérios, e outros 16,5 milhões ficariam com esses empresários para que fossem vacinados, então, os seus empregados, para que a economia não parasse”, afirmou o presidente em uma live do banco Credit Suisse.

Em nota, a AstraZeneca informou que, por ora, não tem condições de vender doses para o setor privado.

“No momento, todas as doses da vacina estão disponíveis por meio de acordos firmados com governos e organizações multilaterais ao redor do mundo, incluindo da Covax Facility [consórcio coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS)], não sendo possível disponibilizar vacinas para o mercado privado”, disse a farmacêutica.

Na live, Bolsonaro ressaltou que o governo vai estimular, no que for possível, o sucesso da proposta das empresas junto à AstraZeneca.

“No que puder essa proposta ir à frente, nós estaremos estimulando, porque com 33 milhões de graça aqui no Brasil, para nós ajudaria, e muito, a economia e aqueles que por ventura queiram se vacinar, porque a nossa proposta é voluntariado, o façam para ficar livre do vírus”, disse o presidente.

Vacinação

Em sua fala no evento, Bolsonaro afirmou que a vacinação contra a Covid-19 dará “segurança” aos brasileiros e garantirá que a economia “não deixe de funcionar”.

“Brevemente estaremos entre os primeiros lugares para dar mais conforto à população, segurança a todos e de modo que a nossa economia não deixe de funcionar”, disse Bolsonaro.

A declaração contrasta com falas públicas do presidente nos últimos meses, em que ele desestimulou a aplicação da vacina, levantando dúvidas sobre a eficácia dos imunizantes e repetindo que ele próprio não se vacinaria.

Ao longo da pandemia, Bolsonaro questionou mais de uma vez a eficiência da vacina CoronaVac, produzida no Brasil pela empresa chinesa em parceria com o Instituto Butantan, ligado ao estado de São Paulo, governador por João Doria (PSDB), seu adversário político..

Nesta terça, o presidente disse que sempre se mostrou favorável ao uso de vacinas aprovadas pela Anvisa – a CoronaVac, além da vacina de Oxford, teve uso emergencial liberado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e também está sendo aplicada no país.

Segundo consórcio de veículos de imprensa, na segunda-feira (25) 17 estados e o Distrito Federal vacinaram 685.201 pessoas.

Teto de gastos

Bolsonaro afirmou ainda que o governo manterá em 2021 o “firme compromisso” com a regra do teto de gastos do orçamento. No ano passado, o presidente admitiu que o governo discutia a possibilidade de quebrar o teto, declaração que teve reação negativa junto ao mercado. O evento do Credit Suisse era voltado a investidores.

“No âmbito fiscal, manteremos firme o compromisso com a regra do teto de despesas como âncora de sustentabilidade e de credibilidade econômica”, disse.

O presidente também declarou, sem citar o auxílio emergencial, que medidas adotadas para lidar com a crise da pandemia não se tornarão permanentes.

“Não vamos deixar que medidas temporárias relacionadas com a crise se tornem compromissos permanentes de despesas. Nossos objetivo é passar da recuperação baseada no apoio ao consumo para um crescimento sustentado pelo dinamismo do setor privado”, afirmou.

Bolsonaro também se comprometeu a acelerar privatizações e concessões, bem como a agenda de reformas, que não avançou no Congresso no ano passado.

“Também vamos avançar na tramitação de reformas fiscal, tributária e administrativa em parceria com Congresso Nacional e a sociedade brasileira”, afirmou o presidente.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Incompetente, não sabe nada de gestão pública. São mais de 200 mil mortos e até agora não é no mínimo exemplo, ao usar máscara em público.

  2. Esperar o que do governo "leite condensado"? Um incompetente, irresponsável que despreza o maior sistema de saúde do mundo e que domina uma capacidade de vacinação de mais de hum milhão de pessoas por dia. A única coisa que sabe fazer bem é comprar leite condensado. O gado adora.

  3. Boora arrochar vacina nesse povo meu Presidente! Tou doido pra aglomerar nas festas de vaquejada, dançar forró e pegar as gatas…

  4. Minions, preparem o saldo do cartão de crédito ou façam empréstimos para vacinar a família.

  5. Povo do bem, esse ZeGado está se escondendo nesse nome por achar bonito, na verdade ele é um ASNO vermelho, portanto em fase de extinção kkkkkkkkkk.

    1. A sua sorte é o mediador do blog, todas as merdas que vc escreve, ele posta.

    2. Se eu não fosse um pé rapado igual a ze gado, ia comprar 100 milhões de dose dessa vacina.
      Dava todinhas pro meu presidente que Amo muito, mandar aplicar na população brasileira.
      Quero vê o povo feliz.
      Há tem mais.
      So pederia a ele que desse a primeira dose a da China no braço esquerdo da população e a outra de Oxford na segunda dose no braço direito, só assim, parava com essa frescura de divisão, todo mundo igual pra ninguém ficar com desgostos.
      Pronto!!
      Resolvido.
      Kkkkkkkk

  6. O melhor presidente do Brasil após a chamada redemocratização e o melhor "governador" que o RN já teve.

    1. TB se fosse contra, podia botar fora pq não era mais humano um na criatura dessa, a rede privada aliviará e muito, contanto que não atrapalhe os contratos do SUS, o ideal seria outra vacina que já não esteja sendo usada no Brasil

  7. o petralha imbecil não enxerga o óbvio: se um plano de saúde comprar vacina e vacinar seus clientes, o governo DEIXARÁ de gastar para dar vacina a essa pessoa.

    mas se petista enxergasse, não seria petista.

    1. Tu é tão esperto que esqueceu que quanto maior a demanda, maior o preço.

    1. Tenho gado, 217 mil mortes.
      É pouco pra vc?
      O STF abriu inquérito conta o milico da logística, o miliciano é contra qualquer tipo de vacina.

    2. Já ouviu falar em números relativos, para efeito de comparação com países muito mais ricos, menores e menos populosos, seu quadrúpde?
      E a responsabilidade de estados e muncípios?

    3. Se ele fosse contra a vacina não teria contratado Oxford em junho e começado a trazer a vacina na semana que a Anvisa deu sinal verde. SÓ MENTIRAS REPETIDAS AD NAUSEAM.

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