Governador do Texas-EUA extingue uso obrigatório de máscaras e manda abrir empresas

Foto: Getty Images

O governador Greg Abbott anunciou nessa terça-feira (2) que está retirando a determinação do uso de máscara de proteção contra a Covid-19 no Texas (EUA), mesmo com as autoridades de saúde alertando que não se podem diminuir as restrições de segurança.

Abbott fez o anúncio durante um evento da Câmara de Comércio de Lubbock, onde emitiu uma ordem executiva rescindindo a maioria de suas ordens executivas anteriores, como o decreto da máscara.

Ele também disse que negócios de qualquer tipo poderão abrir 100% a partir de 10 de março. “Muitos texanos foram excluídos das oportunidades de emprego. Muitos proprietários de pequenas empresas têm lutado para pagar suas contas. Isso deve acabar. Agora é hora de abrir o Texas 100%”, disse ele.

O governador do Mississippi, Tate Reeves, também anunciou na terça-feira o fim de todos os decretos de máscara do condado e disse que as empresas podem reabrir a 100% da capacidade. As novas medidas entrarão em vigor nesta quarta-feira (3), disse Tate.

“Nossas hospitalizações e o número de casos despencaram e a vacina está sendo rapidamente distribuída. Está na hora!”, tuitou Reeves na terça-feira.

Os texanos ‘dominaram’ a luta contra a Covid-19, diz Abbott

O anúncio da Abbott ocorre enquanto os casos de Covid-19 e as hospitalizações continuam diminuindo em todo o país. No entanto, especialistas em saúde dizem que relaxar as restrições agora pode levar a outro aumento, especialmente com a disseminação das variantes.

No ano passado, os texanos “dominaram os hábitos diários para evitar pegar Covid”, disse Abbott. Na segunda-feira, 6,57% dos texanos foram totalmente vacinados, de acordo com a Universidade Johns Hopkins.

A Abbott disse na terça-feira que 5,7 milhões de vacinas foram administradas no estado, há um excedente de equipamentos de proteção individual (PPE) e “10 milhões de texanos se recuperaram da Covid”.

“A remoção de mandatos estaduais não encerra a responsabilidade pessoal e o cuidado com seus familiares, amigos e outras pessoas em sua comunidade”, disse Abbott. “Pessoas e empresas não precisam que o estado lhes diga como operar.”

Em um comunicado na terça-feira, a juíza do condado de Harris, Lina Hidalgo, disse discordar da decisão do governador.

“Retirar as intervenções críticas de saúde pública” que estão funcionando não tornará as comunidades do Texas mais seguras ou acelerará o retorno à normalidade, disse Hidalgo.

“Cada vez que as medidas de saúde pública foram retiradas, vimos um aumento nas hospitalizações”, dizia o comunicado dela.

Hildago disse que o país está “cada vez mais perto da linha de chegada desta pandemia”. “Agora não é o momento de reverter os ganhos que trabalhamos tanto para alcançar”, diz a declaração da juíza. “Na melhor das hipóteses, a decisão de hoje é uma ilusão. Na pior, é uma tentativa cínica de distrair os texanos das falhas de supervisão estatal de nossa rede elétrica.”

Jason Brewer, porta-voz do grupo de lobby de varejo Retail Industry Leaders Association, disse em um comunicado que “relaxar os protocolos de segurança de bom senso, como usar máscaras, é um erro”.

“Retroceder nas medidas de segurança colocará injustamente os funcionários do varejo de volta ao papel de fazer cumprir as diretrizes ainda recomendadas pelo CDC e outros defensores da saúde pública”, dizia a declaração de Brewer.

“Isso também pode comprometer a segurança das farmácias e mercearias que estão se preparando como centros de vacinação.”

Pessoas que não usarem máscaras não serão penalizadas

Abbott disse que sabe que algumas autoridades temerão que a abertura 100% do estado leve ao agravamento da Covid em suas comunidades. Ele diz que sua ordem executiva trata dessa preocupação.

“Se as hospitalizações da Covid em qualquer uma das 22 regiões hospitalares no Texas subirem acima de 15% da capacidade de leitos do hospital naquela região por sete dias consecutivos, então um juiz do condado dessa região pode usar estratégias de mitigação da Covid em seu condado”, disse Abbott.

No nível do condado, porém, um juiz não pode colocar ninguém na prisão por não seguir as ordens da Covid e nenhuma penalidade pode ser imposta a pessoas que não usam máscaras, disse Abbott.

“Se as restrições forem impostas em nível de condado, todas as entidades devem ser autorizadas a operar pelo menos 50% da capacidade”, disse ele.

Os prefeitos de Mission, Houston e Dallas disseram que continuariam a incentivar o uso de máscaras ou exigiriam máscaras em seus respectivos prédios urbanos, apesar da ordem executiva da Abbott.

O prefeito de Houston, Sylvester Turner, disse que o anúncio do Abbott “realmente mina todos os sacrifícios que foram feitos por profissionais médicos, médicos, enfermeiras, trabalhadores do EMS, bombeiros, policiais, funcionários municipais e pessoas da comunidade”.

O prefeito de Austin, Steve Adler, disse a Anderson Cooper da CNN, na noite de terça-feira, que todos na cidade estavam “simplesmente pasmos” com o anúncio de Abbott.

“É incompreensível, considerando onde estamos”, disse Adler. Ele disse que trabalharam muito para “arriscar” o Covid-19 na cidade e no condado de Travis.

Adler disse que ele e o juiz do condado de Travis, Andy Brown, enviaram uma carta ao gabinete do governador na terça de manhã “implorando para que ele não o fizesse”.

A cidade continuará seu mandato de máscara e a câmara de comércio em Travis County emitiu um comunicado instando seus negócios membros a continuar a exigir máscaras também, disse Adler.
“Isso é autoajuda neste momento”, disse Adler.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Anti-Político de Estimação disse:

    “Nossas hospitalizações e o número de casos despencaram e a vacina está sendo rapidamente distribuída. Está na hora!”, tuitou Reeves na terça-feira.
    A pergunta é : PRECISA DESENHAR ??????????

  2. Burrominion disse:

    Vcs leram a matéria, burrominions?
    A hospitalização despencou e a vacina tá sendo aplicada a todo vapor… NÃO SE APLICA AQUI!
    Meu Deus..🤦…vcs são burros assim mesmo ou fizeram o curso de medicina pelo whatsapp com o Dr Bolsominto?

  3. Calígula disse:

    Governador Macho, cunhudo, cunhão rôxo.
    Certíssimo.
    A Governadora Fátima do RN trata os potiguares como cachorros, com funcinheiras na face.
    #BOLSONARO TEM RAZÃO
    É MITO 2022

  4. Eu disse:

    Esse é o poder da vacina, estão vacinando 3 milhões por dia lá.

  5. Tico de Adauto disse:

    Esse não tem mais futuro na política. Lá não é aqui.

  6. Ciro disse:

    Acertou!!!
    Toque de recolher não resolve, tá comprovado.

  7. Pepe disse:

    Um louco,mas lá a justiça funciona.Bamos ver o desenrolar

Projeto de lei de deputado do PT obriga empresas a contratarem travestis

Foto: Najara Araujo/Câmara dos Deputados

No dia 3 de fevereiro, o deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP), vice-líder do Partido dos Trabalhadores (PT) na Câmara dos Deputados, apresentou um projeto de lei que obriga empresas com mais de cem funcionários que possuam incentivos fiscais, participem de licitações ou que tenham qualquer tipo de contrato ou convênio com o poder público na esfera federal a destinar uma cota mínima de 3% do seu quadro de empregados a pessoas autodeclaradas travestis e transexuais – a proposição também define a mesma cota para estagiários e trainees.

O Projeto de Lei (PL) 144/2021, que aguarda entrada em plenário para votação, determina que a reserva de vagas para travestis e transexuais deve ser observada durante todo o período em que houver concessão dos incentivos fiscais ou que vigorar contratos ou convênios com o poder público. Caso as empresas descumpram a medida, estarão sujeitas à perda dos incentivos ou à rescisão dos contratos.

A proposta também prevê o respeito o respeito “à autodeclaração de identidade de gênero em sua integralidade no ambiente de trabalho”, o que inclui o uso do banheiro referente ao gênero com o qual a pessoa se identificar nas dependências da empresa.

Segundo justificativa do autor do PL, a medida se deve a dificuldades que pessoas transgênero e travestis têm na busca por emprego e que isso as levaria à prostituição. “Tais dados nos fazem refletir a necessidade urgente de o poder público estimular a contratação de pessoas transgêneras para superar tamanha exclusão e vulnerabilidade que impõem a essas pessoas índices terríveis de exclusão, desemprego e assassinatos”, argumenta o deputado.

Gazeta do Povo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Petistas jumentos disse:

    Ótima propaganda pra #Bolsonaro2022

  2. ZéGado disse:

    Boiada ignorante.
    Inclusão para essa gente não existe.
    Na surdina, adoram procurar por um na Roberto Freire.

  3. Roque Santeiro disse:

    Pronto, viva, finalmente Samuel Uel, Pixuleco, Manoel Mane e ZeGado vão poder trabalhar e se forem responsáveis, não vão usar o celular.

  4. Roque Santeiro disse:

    Pronto, viva, finalmente Samuel Uel, Pixuleco, Manoel Mane e ZeGado vão poder trabalhar e se forem responsáveis, não vão usar o celular.

    • ZéGado disse:

      Prezado, somos todos iguais.
      Não me considero pior, muito menos melhor que qualquer ser.
      Não me JULGO superior a ninguém, pela cor da pele, orientação sexual, religião, país de origem, etc. Estamos no mesmo barco.
      O COVID diz isso todo santo dia.

  5. Carlos Roberto disse:

    Tava faltando isso, cada dia que passa a População tem mais ojeriza do PT, e porque votei muitas vezes no PT.

  6. Júnior disse:

    Filho da P…. safado !

  7. Cássio disse:

    Mais uma pérola do PT. Imagina o PT hoje governando o Brasil!! Roubo, fome e os costumes padrão BBB.

  8. george disse:

    Agora pronto! Já já vão obrigar a dar o caneco

    • João Soares disse:

      Pra o grupo deles vai ser muito bom, pq isso é o natural pra eles.

  9. Lúcia Vasconcelos disse:

    Mais uma "pérola" deste partido.

  10. Antonio Turci disse:

    Era só o que faltava. Na empresa privada o dono contrata quem quer.

  11. Cris disse:

    Tudo que a esquerda gosta de fazer é OBRIGAR.
    Verbo preferido da esquerda.
    Depois dizem q o presidente da República é autoritário.

  12. Luladrão Encantador de Asnos disse:

    Kkkkkkk.
    É do cu cair da bunda.
    Esse povo de esquerda não tem nada de interessante pra apresentar? PQP que assistência. Assim Bolsonaro tá reeleito.

  13. João Soares disse:

    Porra só o que faltava. Daqui a pouco todas as vagas estarão ocupadas por uma cota de uma minoria, e nao vai sobrar nenhuma vaga pra os ditos normais, homens e mulheres heterossexuais. A que ponto chegamos nesse cabaré chamado brasil, com b minúsculo mesmo.

  14. Patrícia disse:

    Quando será resolvido o problema da rede ?
    Estou dêz das 13 00 hora sem NET

  15. Chimbau disse:

    Será que CARLUXO VAI PARTICIPAR

  16. Levi disse:

    Parabéns…muito 👍

Empresas reforçam o controle de produtividade e passam a monitorar os funcionários no home office

Foto: Morsa Images/Getty Images

A adoção do home office por empresas de diversos setores levou a uma série de análises apressadas. Alguns especialistas disseram que os escritórios sumiriam do mapa (claro que houve uma transformação, mas o desaparecimento está longe). Outros afirmaram que o trabalho a distância impulsionaria os comércios locais, já que, ao ficar mais tempo em casa, as pessoas realizariam maior parte de suas compras nos arredores da residência. Isso não ocorreu por uma simples razão: com a explosão do comércio eletrônico, foram as corporações gigantescas que mais se expandiram. A terceira projeção imprecisa diz respeito à liberdade para cumprir a labuta diária. No trabalho a distância, cravaram os observadores corporativos, os profissionais teriam liberdade para fazer o que bem entendessem, usufruindo do tempo da maneira que considerassem adequada. Nada poderia ser mais falso do que a última premissa. No home office, os funcionários nunca foram tão vigiados pelas grandes companhias, que passaram a usar a tecnologia para fazer marcação cerrada nos colaboradores. De certa forma, os chefes jamais estiveram tão atentos aos movimentos dos subordinados — cada e-mail, conversa, site visitado ou relatório está na mira de quem manda.

A americana Microsoft, uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, criou um software para medir a produtividade dos funcionários. Chamado Productivity Score, ele identifica tudo o que o colaborador faz durante o dia. Com o equipamento, os chefes sabem quantos e-mails profissionais foram enviados, quem desliga a câmera em reuniões e até o tempo que a pessoa fica na frente do computador. Para tornar o sistema mais rigoroso, os funcionários receberiam uma pontuação de acordo com as informações coletadas pelo software. A ideia da Microsoft parecia tão radical — e recebeu tantas críticas — que a companhia decidiu voltar atrás, abandonando o tal sistema de pontuação. “A liberdade de trabalho é uma ficção do home office”, diz o consultor Eduardo Tancinsky. “Por mais que o mercado tenha mudado nos últimos anos, ainda é ousado demais permitir que o empregado disponha da maneira que quiser do seu tempo, incluindo não fazer nada.”

Há uma certa ironia no fato de as empresas de tecnologia, supostamente mais abertas às inovações impostas pelos ventos da transformação, serem as mais preocupadas em controlar os funcionários. A também americana Zoom, que viu seu programa de videoconferência se tornar uma febre na pandemia, adotou o home office em larga escala, mas usa um software de monitoramento para acompanhar o expediente de sua equipe.

(Foto: Arte/Veja)

No Vale do Silício, o lar das empresas de tecnologia dos Estados Unidos, programas como o Sneek, que tira fotos com a webcam, viraram a febre do momento. O funcionário que trabalha em casa é fotografado em períodos predeterminados — a cada cinco, quinze ou vinte minutos, a depender da rigidez do chefe ­—, como se fosse uma máquina programada apenas para trabalhar. O Sneek se tornou um sucesso global. Segundo a empresa, a base de usuários semanais cresceu 250% desde o início da pandemia. É mais ou menos isso o que faz a Time Doctor, empresa que se define como “um instrumento para empresas e indivíduos se tornarem mais produtivos”, mas que no fundo consiste apenas em um software que capta fotos periódicas da webcam. Outro programa, criado pela startup Einable, usa inteligência artificial para calcular a rapidez com que os colaboradores em home office executam diferentes tarefas.

A crescente vigilância suscita alguns questionamentos. Até que ponto as empresas têm o direito de controlar o que os funcionários fazem no expediente? Segundo a nova Lei Geral de Proteção da Dados (LGPD), o monitoramento deve ser limitado ao uso de dados relacionados ao trabalho e não é permitido que as companhias tornem públicas as informações obtidas através da vigilância. A avaliação de desempenho do empregado, porém, não está prevista nas novas regras da LGPD. De todo modo, dizem os especialistas, a recente legislação precisa de tempo para ser assimilada pelas empresas e pela sociedade.

De todas as transformações impostas pela pandemia do coronavírus, o home office talvez seja a mais efetiva. O trabalho a distância, de fato, é uma tendência que veio para ficar. Não significa, porém, que o ambiente de trabalho será revirado do avesso. Há desafios pela frente. Como será possível construir uma cultura empresarial se parte dos funcionários trabalha a distância? A construção de um DNA corporativo deve-se, sobretudo, ao relacionamento entre as equipes, à troca diária entre chefes e subordinados, aos acertos — e erros — compartilhados. Como fazer isso se as pessoas estão separadas? Como criar redes colaborativas permanentes se cada profissional está em seu próprio canto? A tecnologia encurta caminhos e é forte aliada, mas não traz respostas para tudo. Esse é um desafio que as empresas terão de superar.

Veja

OPORTUNIDADE: Empresas do Parque Metrópole Digital em Natal oferecem pelo menos 55 vagas de emprego em diferentes áreas

Foto: Reprodução

Em um período marcado por demissões e até falências provocadas pela crise socioeconômica da pandemia do Coronavírus (Covid-19), empresas vinculadas ao Parque Tecnológico Metrópole Digital – principal polo de tecnologia de Natal (RN) – estão oferecendo mais de 55 vagas de emprego, dentre ocupações CLT e estágios, nas áreas de TI e outros campos.

Com remunerações entre R$ 750 a R$ 8 mil, as vagas são acessíveis por meio da plataforma Jerimum Jobs – portal que conecta empresas a talentos em diferentes áreas. Até o momento, são 13 empresas ligadas ao Parque Tecnológico a cadastrarem oportunidades e a previsão é que esse número aumente ainda mais nos próximos dias.

Segundo Raphaela Galhardo, diretora de gestão da ESIG – empresa com 25 vagas abertas – muitos negócios tiveram que acelerar sua digitalização durante a pandemia, o que contribuiu para o crescimento da demanda por colaboradores.

“Houve uma mudança cultural abrupta, onde muitas atividades só puderam ser desempenhadas pelo meio digital. Houve a inclusão de muito mais pessoas e empresas na cultura digital e isso fortaleceu a área de tecnologia, gerando mais demanda para o setor”, destaca Galhardo.

Contexto de crise

De acordo com o diretor do Parque Tecnológico, Rodrigo Romão, a crescente demanda das empresas de TI advém da necessidade de criação de soluções tecnológicas no contexto de crise.

“A pandemia trouxe ao mercado de trabalho uma exigência abrupta de adaptação em decorrência do necessário distanciamento social. O segmento de TI, nas diversas áreas de atuação, foi quem propiciou a adaptação, permanência e sobrevivência de muitos negócios”, afirma Rodrigo Romão.

Ainda segundo o diretor, “há quem diga, de maneira humorada, que passamos por uma revolução chamada ‘Transformação Covi Digital’, visto que a pandemia ‘forçou’ a adoção de novas tecnologias e a derrubada de alguns mitos, como o trabalho remoto”.

Parque Tecnológico

Com 67 empresas credenciadas e reunindo cerca de 900 postos de trabalho, o Parque Tecnológico proporciona estreito relacionamento entre mercado, governo e instituições de ensino, de modo a facilitar o desenvolvimento social e econômico do Rio Grande do Norte.

A iniciativa criada pelo Instituto Metrópole Digital, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (IMD/UFRN), também visa apoiar as ações relacionadas ao campo da ciência, tecnologia, empreendedorismo e inovação.

No âmbito do mercado de trabalho, o polo de tecnologia conta com o Jerimum Jobs – plataforma que já reúne 120 empresas e 1,4 mil usuários cadastrados.

A ferramenta visa conectar empreendimentos de TI vinculados ao Parque Tecnológico, bem como outras iniciativas, como projetos de pesquisa, com profissionais de diversas áreas e formações.

Empresas externas ao Parque, ou inseridas em áreas fora da TI, também podem cadastrar suas oportunidades, desde que as vagas ou a empresa sejam do setor tecnológico e os locais de trabalho estejam situados no Rio Grande do Norte.

Oportunidades:

 25 vagas – ESIG Group
• 6 vagas – Laniaq
• 5 vagas – Surfmappers
• 3 vagas – Rits Tecnologia
• 3 vagas – Log Tecnologia e Sistemas
• 3 vagas – Hubbi
• 3 vagas – Construtor Digital
• 2 vagas – LogAp Sistemas
• 2 vagas – Hirix Software & Technology
• 1 vaga – POTI RN
• 1 vaga – Mix Internet
• 1 vaga – Logique Sistemas
• 1 vaga – GRT8

Com informações do Instituto Metrópole Digital

Aumenta número de empresas abertas no país

Foto: © José Paulo Lacerda/CNI/Direitos reservados

O número de empresas abertas em 2020 aumentou 6% em relação ao ano de 2019. É o que mostra o boletim anual do Mapa de Empresas, divulgado hoje (2) pelo Ministério da Economia. No ano passado, foram abertas 3.359.750 empresas no país e fechadas 1.044.696, o que deixou um saldo positivo de 2,3 milhões de empreendimentos ativos. O número de empresas fechadas também apresentou uma queda de 11,3% em relação ao ano anterior.

No total, o país fechou 2020 com 19.907.733 empresas ativas, o que representa crescimento de 3,2% em relação ao segundo quadrimestre (maio a agosto) de 2020. Segundo a pasta, o número reflete as medidas tomadas pelo governo para facilitar a abertura de empresas em meio à pandemia da covid-19, que levou muitas pessoas a buscarem no próprio negócio uma oportunidade para gerar renda.

São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro são os estados que têm mais empresas ativas, com quase 50%. O secretário de Governo Digital do Ministério da Economia, Luís Felipe Monteiro lembrou que a maior parte dos empreendimentos está no setor terciário.

“Nessas empresas abertas há uma predominância daquelas que atuam no setor terciário da economia, especialmente comércio e prestação de serviços, que são mais de 80% de empreendimentos ativos no seguimento”, disse Monteiro.

O boletim mostra ainda que a maioria das novas empresas e de microempreendedores individuais (MEI). Foram registrados 11.262.384 MEI’s ativos no final do terceiro quadrimestre de 2020, dos quais 2.663.309 abertos em 2020. Um crescimento de 8,4% em relação ao mesmo período de 2019.

De acordo com a subsecretária de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas, Empreendedorismo e Artesanato, Antonia Tallarida, os dados dos últimos anos mostram que a abertura de MEI’s tem elevado a taxa total de empresas abertas. Com isso, a taxa de representação total dos MEI’s tem se elevado nas medições.

“Em 2019 Os micro empreendedores individuais representavam 77,6% dos negócios aberto e, em 2020, a gente atingiu a marca de que 79,3% dos negócios abertos são MEI’s”, disse.

Entre outros pontos, o boletim apura informações relativas ao tempo médio de abertura de empresas, número de aberturas e fechamentos de empreendimentos, localização e atividades desenvolvidas.

Segundo o boletim, no terceiro quadrimestre do ano passado o tempo médio para a abertura de uma empresa foi de dois dias e 13 horas o tempo médio para a abertura de empresas no terceiro quadrimestre de 2020. Em janeiro de 2019, o tempo médio era de cinco dias e nove horas.

Estados

Entre os estados, Goiás é que apresenta o menor tempo médio para a abertura de empresas, e onde é possível registrar um empreendimento em um dia e duas horas. Na sequência, aparece Sergipe, com o tempo médio de um dia e cinco horas para a abertura da empresa.

Já os estados com o maior prazo de tempo para a abertura de um empreendimento são: O Rio Grande do Sul, onde se leva em media três dias e 20 horas para abrir uma empresa e Bahia, onde se leva, em média, seis dias e 20 horas. O estado, entretanto vem apresentando uma evolução nesse prazo, diminuindo em 22 horas o prazo na comparação com o quadrimestre anterior (maio a agosto de 2020) para abrir uma empresa.

Entre as capitais, o destaque é Curitiba (PR), onde se leva, em média, 22 horas para se abrir uma empresa. Em seguida, vem Macapá (AP), com um dia e uma hora. As capitais com maior prazo são Recife (PE), onde se leva três dias e 16 horas para abrir uma empresa, e Salvador (BA), que apresenta o prazo médio de oito dias e 17 horas para finalizar o procedimento. A capital vem melhorando a cada quadrimestre, diminuindo o prazo em 24h em relação ao quadrimestre anterior.

O secretário especial adjunto de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, Gleisson Rubin, disse que com as medidas adotadas para diminuir a burocracia, atualmente, cerca de 45,5% das empresas conseguem ser abertas em menos de um dia.

“São as [empresas] classificadas como de baixo risco, que respondem por 60% do total de registros e para as quais não existe a necessidade de obtenção de alvarás e licenças e de serviços”, disse.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Potiguar disse:

    Tem gente mamando. MEI é empresa?

  2. Brasil acima de tudo disse:

    Daqui há pouco veremos os comentários dos esquerdopata, tipo do Zédogado, achando o cúmulo a abertura de empresas, para os esquerdopatas, quanto mais dependente do estado o povo, melhor…. Precisamos de EMPREENDEDORES…

  3. Brasil disse:

    Não divulguem , os PTralhas não gostam de trabalho 🤦🏼‍♂️

Governo é a favor de aquisição de 33 milhões de doses da AstraZeneca por empresas brasileiras; Bolsonaro defende metade delas doadas para o SUS

FOTO: REUTERS/Adriano Machado

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira (26) que o governo federal assinou uma carta de intenções favorável à compra de 33 milhões de doses da vacina da AstraZeneca por empresas do Brasil.

Ainda de acordo com Bolsonaro, o governo defende que metade dessas doses sejam doadas para o SUS e, a outra metade, aplicadas em funcionários dessas empresas, para garantir que a economia do país não pare.

Bolsonaro informou que foi procurado na semana passada por um grupo de empresários que quer o apoio do governo para a compra das doses.

A vacina desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, tem autorização para uso emergencial no Brasil. O governo federal fez um acordo para obter 100 milhões de doses desse imunizante. Além disso, a Fiocruz poderá produzir doses no país.

“Semana passada nós fomos procurados por um representante de empresários e nós assinamos carta de intenções favorável a isso, para que 33 milhões de doses da Oxford viessem do Reino Unido para o Brasil a custo zero para o governo. E metade dessas doses, 16,5 milhões, entrariam aqui para o SUS e estariam então no programa nacional de imunização, seguindo aqueles critérios, e outros 16,5 milhões ficariam com esses empresários para que fossem vacinados, então, os seus empregados, para que a economia não parasse”, afirmou o presidente em uma live do banco Credit Suisse.

Em nota, a AstraZeneca informou que, por ora, não tem condições de vender doses para o setor privado.

“No momento, todas as doses da vacina estão disponíveis por meio de acordos firmados com governos e organizações multilaterais ao redor do mundo, incluindo da Covax Facility [consórcio coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS)], não sendo possível disponibilizar vacinas para o mercado privado”, disse a farmacêutica.

Na live, Bolsonaro ressaltou que o governo vai estimular, no que for possível, o sucesso da proposta das empresas junto à AstraZeneca.

“No que puder essa proposta ir à frente, nós estaremos estimulando, porque com 33 milhões de graça aqui no Brasil, para nós ajudaria, e muito, a economia e aqueles que por ventura queiram se vacinar, porque a nossa proposta é voluntariado, o façam para ficar livre do vírus”, disse o presidente.

Vacinação

Em sua fala no evento, Bolsonaro afirmou que a vacinação contra a Covid-19 dará “segurança” aos brasileiros e garantirá que a economia “não deixe de funcionar”.

“Brevemente estaremos entre os primeiros lugares para dar mais conforto à população, segurança a todos e de modo que a nossa economia não deixe de funcionar”, disse Bolsonaro.

A declaração contrasta com falas públicas do presidente nos últimos meses, em que ele desestimulou a aplicação da vacina, levantando dúvidas sobre a eficácia dos imunizantes e repetindo que ele próprio não se vacinaria.

Ao longo da pandemia, Bolsonaro questionou mais de uma vez a eficiência da vacina CoronaVac, produzida no Brasil pela empresa chinesa em parceria com o Instituto Butantan, ligado ao estado de São Paulo, governador por João Doria (PSDB), seu adversário político..

Nesta terça, o presidente disse que sempre se mostrou favorável ao uso de vacinas aprovadas pela Anvisa – a CoronaVac, além da vacina de Oxford, teve uso emergencial liberado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e também está sendo aplicada no país.

Segundo consórcio de veículos de imprensa, na segunda-feira (25) 17 estados e o Distrito Federal vacinaram 685.201 pessoas.

Teto de gastos

Bolsonaro afirmou ainda que o governo manterá em 2021 o “firme compromisso” com a regra do teto de gastos do orçamento. No ano passado, o presidente admitiu que o governo discutia a possibilidade de quebrar o teto, declaração que teve reação negativa junto ao mercado. O evento do Credit Suisse era voltado a investidores.

“No âmbito fiscal, manteremos firme o compromisso com a regra do teto de despesas como âncora de sustentabilidade e de credibilidade econômica”, disse.

O presidente também declarou, sem citar o auxílio emergencial, que medidas adotadas para lidar com a crise da pandemia não se tornarão permanentes.

“Não vamos deixar que medidas temporárias relacionadas com a crise se tornem compromissos permanentes de despesas. Nossos objetivo é passar da recuperação baseada no apoio ao consumo para um crescimento sustentado pelo dinamismo do setor privado”, afirmou.

Bolsonaro também se comprometeu a acelerar privatizações e concessões, bem como a agenda de reformas, que não avançou no Congresso no ano passado.

“Também vamos avançar na tramitação de reformas fiscal, tributária e administrativa em parceria com Congresso Nacional e a sociedade brasileira”, afirmou o presidente.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tico de Adauto disse:

    Muita incompetência e desmandos deste governo.

  2. Natalense disse:

    Incompetente, não sabe nada de gestão pública. São mais de 200 mil mortos e até agora não é no mínimo exemplo, ao usar máscara em público.

  3. Marcos disse:

    E será que os empresários que iriam pagar concordam com isto?? US$ 25,00 a dose (dólares)…

  4. Bolsovirus disse:

    Se mudar o nome da vacina para leite condensado, o governo compra rapidinho.

  5. Bolsovirus disse:

    Esperar o que do governo "leite condensado"? Um incompetente, irresponsável que despreza o maior sistema de saúde do mundo e que domina uma capacidade de vacinação de mais de hum milhão de pessoas por dia. A única coisa que sabe fazer bem é comprar leite condensado. O gado adora.

  6. Analista disse:

    Boora arrochar vacina nesse povo meu Presidente! Tou doido pra aglomerar nas festas de vaquejada, dançar forró e pegar as gatas…

  7. Minion alienado disse:

    Minions, preparem o saldo do cartão de crédito ou façam empréstimos para vacinar a família.

  8. Lourenço disse:

    Povo do bem, esse ZeGado está se escondendo nesse nome por achar bonito, na verdade ele é um ASNO vermelho, portanto em fase de extinção kkkkkkkkkk.

    • ZéGado disse:

      A sua sorte é o mediador do blog, todas as merdas que vc escreve, ele posta.

    • Zé bode disse:

      Se eu não fosse um pé rapado igual a ze gado, ia comprar 100 milhões de dose dessa vacina.
      Dava todinhas pro meu presidente que Amo muito, mandar aplicar na população brasileira.
      Quero vê o povo feliz.
      Há tem mais.
      So pederia a ele que desse a primeira dose a da China no braço esquerdo da população e a outra de Oxford na segunda dose no braço direito, só assim, parava com essa frescura de divisão, todo mundo igual pra ninguém ficar com desgostos.
      Pronto!!
      Resolvido.
      Kkkkkkkk

  9. Juliano bugueiro disse:

    Gasolina 5,19

  10. Direita Honesta disse:

    O melhor presidente do Brasil após a chamada redemocratização e o melhor "governador" que o RN já teve.

    • Maria disse:

      TB se fosse contra, podia botar fora pq não era mais humano um na criatura dessa, a rede privada aliviará e muito, contanto que não atrapalhe os contratos do SUS, o ideal seria outra vacina que já não esteja sendo usada no Brasil

  11. idiota potiguar disse:

    o petralha imbecil não enxerga o óbvio: se um plano de saúde comprar vacina e vacinar seus clientes, o governo DEIXARÁ de gastar para dar vacina a essa pessoa.

    mas se petista enxergasse, não seria petista.

    • Espertao disse:

      Tu é tão esperto que esqueceu que quanto maior a demanda, maior o preço.

  12. Lourenço disse:

    Bibibibibibibibibibibibi, esses vermelhinhos vão ter que aguentar muito.

  13. ZéGado disse:

    Rachadinha até de vacinas
    Negacionista

    • Neco disse:

      Não tem mais o que dizer, né?

    • ZéGado disse:

      Tenho gado, 217 mil mortes.
      É pouco pra vc?
      O STF abriu inquérito conta o milico da logística, o miliciano é contra qualquer tipo de vacina.

    • Neco disse:

      Já ouviu falar em números relativos, para efeito de comparação com países muito mais ricos, menores e menos populosos, seu quadrúpde?
      E a responsabilidade de estados e muncípios?

    • Neco disse:

      Se ele fosse contra a vacina não teria contratado Oxford em junho e começado a trazer a vacina na semana que a Anvisa deu sinal verde. SÓ MENTIRAS REPETIDAS AD NAUSEAM.

    • Bruno disse:

      Chora mais Zé gadinha!

  14. Adalberto disse:

    Atestado de incompetência!!!!

Junta Comercial do RN registra estabilidade nos dados de encerramento de empresas; estado ganhou 7.389 novos negócios em 2020

Em 2020, mesmo com os desafios impostos pela pandemia, a Junta Comercial do Rio Grande do Norte manteve o atendimento ao público sem interrupções. E a tecnologia foi uma importante aliada para digitalizar serviços e atender a demanda crescente de todo o estado. Atualmente, desde o registro de empresas e demais alterações até a emissão de certidões de inteiro teor e a autenticação de livros contábeis são feitas de forma online.

Os serviços estão integrados no portal Redesim RN, que reúne os dados cadastrais da Receita Federal e demais órgãos estaduais e municipais que participam do processo de abertura, alteração e baixa de empresas, em um ambiente virtual interativo e de fácil acesso. Com o registro 100% digital, a Jucern conseguiu reduzir o tempo médio de abertura de empresa para até 1 hora e 35 minutos, contribuindo para um ambiente de negócios mais ágil e propício ao desenvolvimento econômico do estado.

Jucern registra estabilidade no número de encerramento de empresas

Pela primeira vez em dez anos, a Junta Comercial do Estado do Rio Grande do Norte registrou estabilidade nos dados de encerramento de empresas. O índice que chegou a 4.968 solicitações no fim de 2019, foi de 4.965 em 2020. A última queda nesses dados havia sido registrada em 2011. Já a solicitação de abertura de empresas foi 10% menor neste ano. Ao todo, o Rio Grande do Norte ganhou 7.389 novos negócios em 2020.

“No Rio Grande do Norte, a predominância é de empresas de pequeno porte, cerca de 80% das nossas empresas têm esse perfil, sendo a maioria do setor de serviços e comércio, então, elas costumam puxar os dados de abertura e encerramento. Mas os números da Jucern mostram também que a tendência agora é de recuperação, no segundo semestre de 2020 foram quatro meses seguidos de ascensão no número de novos negócios”, destaca o presidente da Jucern, Carlos Augusto Maia.

Recentemente, a Jucern participou, juntamente com outras entidades do setor econômico e produtivo, da elaboração da Lei da Micro e Pequena Empresa, sancionada pela governadora Fátima Bezerra, que regulamenta o tratamento diferenciado, favorecido e simplificado para os pequenos negócios por meio de políticas de desenvolvimento e desburocratização.

O novo jeito de fazer a ‘festa da firma’ durante a pandemia: férias a mais, delivery de churrasco, lives e mais

Lacerda, VP de gente, cultura e inovação da Cogna, diz que dias de férias a mais e não descontados substituíram os brindes — Foto: Divulgação

As “festas da firma” de fim de ano vão ter de esperar. Com a necessidade de distanciamento social por conta da pandemia, empresas optam por celebrações virtuais ou compensam a confraternização com outros benefícios. As iniciativas, que geralmente marcam a conclusão de um ciclo nas operações, vão incluir lives com shows exclusivos para os funcionários, envio de kits de churrasco, festa de pijama a distância até 15 dias de recesso. Ações que faziam parte do calendário, como entrega de cestas de Natal e de brinquedos para os filhos dos funcionários, seguirão no modelo de entrega em domicílio.

Pesquisa realizada pela consultoria de recursos humanos Robert Half indica que a maioria dos profissionais (48%) espera um fechamento de período sem festas, pois não estão no clima para comemorações, e 44% dos entrevistados gostariam de confraternizações adaptadas ao “novo normal” – no padrão on-line. Apenas 4% dos entrevistados torcem para um evento presencial. O levantamento foi feito entre os dias 23 e 30 de novembro, com 1,6 mil profissionais, na página da consultoria no LinkedIn.

“Como 2020 foi desafiador, testou a inteligência emocional e exigiu o máximo de entrega das equipes, é importante que as lideranças encontrem formas de reconhecer a dedicação do quadro”, diz Fernando Mantovani, diretor geral da Robert Half. Separar um momento em que todos se conectem para celebrar ou enviar brindes para a casa dos colaboradores são movimentos que propiciam engajamento e diversão, afirma.

O escritório do LinkedIn no Brasil, com 180 funcionários, é um dos que vai adaptar a agenda festiva no último mês do ano. “Vamos enviar um pijama customizado para funcionários, terceirizados e prestadores de serviços”, diz Pedro Alencar, CFO e ‘facilities leader’ da rede social no país. A ideia remete ao que acontece hoje quando as câmeras estão desligadas, diz. “O pijama é o uniforme oficial do home office na quarentena.”

Serão despachadas 200 caixas com a peça, mais uma carta convite para participar da atividade, marcada para o dia 17 de dezembro, que conta com apresentações on-line de diretores e vídeos de funcionários sobre as principais experiências e desafios do ano. Em 2019, o LinkedIn organizou uma festa com o tema “as mil e uma noites”, com comida, música, dançarinos e decoração inspiradas em motivos árabes.

Na Ingredion, gigante americana do setor de ingredientes com 1,4 mil funcionários no Brasil, todos vão receber um kit churrasco (fraldinha, linguiça, coxinha, pão de alho e farofa). “Para animar, teremos uma live com show da banda Jota Quest”, diz Santiago Bellotti, diretor de recursos humanos e excelência operacional para América do Sul e Brasil. O encontro virtual terá sorteio de brindes, como smartphones e aparelhos de TVs.

A despedida do ano não descartou ações praticadas pelo grupo no pré-pandemia, como o envio de cestas de Natal e brinquedos para filhos de funcionários de até 12 anos. Outros 245 empregados que completam de cinco a 40 anos de companhia também ganham uma placa comemorativa pelo tempo de casa.

Bellotti diz que o destino da festa começou a ser discutido em junho e, em agosto, venceu o modelo virtual. “O objetivo era levar a companhia para dentro da casa dos funcionários. Nos outros anos, as famílias dos times sempre estiveram nas celebrações.”

Ao longo de 2020, a Ingredion, com unidades em São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Paraná, realizou três pesquisas para entender as necessidades dos funcionários na pandemia. As análises mostraram que 94% do pessoal queriam ficar mais tempo trabalhando remotamente por questões de saúde. A resposta guiou decisões administrativas, como o incremento da política de home office, para três dias na semana, e a possibilidade de horários mais flexíveis.

Laís Mastantuono, diretora de RH da farmacêutica Astellas Farma Brasil, com 180 funcionários, lembra que o congraçamento virtual de dezembro não será o primeiro de 2020. “Tivemos festa junina, halloween e show de talentos”, diz. “São ações para manter o time engajado e reforçar o senso de pertencimento à empresa.”

A comemoração no dia 17 terá show do cantor Tiago Abravanel e abre uma série de benefícios pensados para o término de 2020. Os funcionários ganharão 15 dias de férias, compensados durante o ano, a partir do dia 18 de dezembro, mais cartão de R$ 320 para a ceia de Natal e vale-presente de R$ 160 para os filhos de até 12 anos. Antes, no dia 11, os colaboradores têm o dia livre e recebem em casa uma cesta de piquenique, com 40 itens. “É uma maneira de agradecer às famílias que, desde o início da pandemia, deram suporte para que eles durante o trabalho”.

Na Zenvia, do setor de tecnologia, foi reservada uma semana para uma agenda com show de talentos dos funcionários, com vídeos de música, dança e gastronomia que enfrentarão a votação dos colegas, e uma retrospectiva dos projetos e equipes que se destacaram em 2020. “Devemos refletir sobre os aprendizados dos últimos meses”, diz Katiuscia Teixeira,
head de gestão de pessoas da companhia de 400 funcionários.

A Cogna, holding da Kroton, optou por não adaptar a sua tradicional festa da firma, que costuma reunir até 5 mil pessoas vestindo camisetas personalizadas, em uma casa de show. Ao invés dessa forma de celebração, a empresa anunciou aos seus 28 mil funcionários um período de folga de 15 dias no fim de ano. O recesso “extra” não será descontado no banco de horas, nem entrará na conta de férias coletivas. A empresa irá arcar com os custos de paralisação extra. A iniciativa surgiu da percepção, obtida em pesquisas de clima nos últimos meses, de que os funcionários, em home office desde o início da pandemia, estavam sobrecarregados. “As entregas estavam elevadas, mas começamos a ver que as pessoas estavam trabalhando mais horas e mais cansadas porque estão lutando para equilibrar demandas pessoais e afazeres com a casa”, diz Fabio Lacerda, VP de gente, cultura e inovação da Cogna. Segundo ele, a iniciativa foi bem recebida – o NPS (índice que mede a satisfação com relação a um produto ou serviço) dos funcionários com a iniciativa foi de 90%.

Para viabilizar esse benefício, o executivo disse que a empresa fez ajustes de entregas para garantir que algumas áreas pudessem ficar ausentes por mais tempo. “Há uma pequena parte que precisará manter operações entre o Natal e Ano Novo, mas combinamos que eles receberão esses dias mais para frente”. No âmbito do RH, a iniciativa faz parte do que Lacerda define como “criar uma nova experiência para o funcionário” e que engloba várias ações envolvendo uso de tecnologia e de serviços de saúde e bem-estar para acompanhar a jornada do colaborador dentro da empresa, em todos os níveis.

Cada empresa conhece a cultura corporativa que tem e a melhor forma de lidar com o quadro nesse momento, diz Mantovani, da Robert Half. “Independentemente do formato escolhido, o essencial, considerando as particularidades do ano, é transmitir sinais de agradecimento, confiança e sobre a importância do funcionário.”

Valor

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jailson disse:

    O ideal seria 60 dias de férias p todo igual os juízes e promotores.

SET-RN reforça fiscalização às empresas e nas BR’s e apreende R$ 1,6 milhão em mercadorias

A Secretaria Estadual de Tributação (SET-RN) intensificou a fiscalização e está apertando o cerco no combate à sonegação de impostos no Rio Grande do Norte. Dessa vez, três operações simultâneas foram deflagradas nesta semana para coibir irregularidades e identificar crimes contra a ordem tributária tanto no fluxo de mercadorias transportadas pelas principais rodovias do RN quanto diretamente nas empresas. Envolvendo 60 auditores fiscais e 30 técnicos da secretaria, além de agentes policiais, a força tarefa encerrou na manhã desta sexta-feira (20) com mercadorias apreendidas orçadas em R$ 1,6 milhão.

O eixo central das operações foi a parte de itinerância fiscal, em que os auditores fazem uma inspeção in loco nos estabelecimentos comerciais para identificar inconformidades quanto à inscrição estadual, uso de máquinas de cartão – já que todos os equipamentos obrigatoriamente precisam estar cadastrados no mesmo CNPJ da empresa – e sobretudo os estoques.

Nesse período, foram visitados dezenas de estabelecimentos do setor atacadista e também do varejo em várias partes diferentes do estado. Pelo menos sete deles foram autuados por irregularidades no valor de R$ 232,3 mil, além de duas notificações para comprovação de documentos fiscais. Outras 13 empresas estão com documentação sendo averiguada.

De acordo com o coordenador de Fiscalização da SET-RN, Rodrigo Otávio Cunha, a intenção é tornar esse tipo de operação de visita in loco rotineiro, notadamente durante o ciclo natalino e vendas de fim de ano. “Esse trabalho vai continuar pelos próximos meses. O combate à sonegação busca equalizar a competição justa de mercado minimizando a concorrência desleal.. Queremos unir forças contra esse tipo de crime, que traz prejuízos para consumidores, demais empresários e para o Estado”.

Mercadorias em trânsito

A força tarefa, no entanto, teve outras duas ramificações com as operações de fiscalização de mercadorias em trânsito na BR-101, na altura do município de Canguaretama, e na BR-304 na região de Mossoró, com a parceria da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Militar (PM) e Departamento Estadual de Estrada de Rodagem (DER-RN). Juntamente com a fiscalização aos estabelecimentos, as operações resultaram em R$ 1,6 milhão em artigos apreendidos, o que representa uma sonegação fiscal da ordem de R$ 400 mil, que deixariam de entrar para os cofres públicos.

De todos os materiais apreendidos ao longo da semana, 47% eram calçados e artigos de confecção. Mas também foram retidos equipamentos eletrônicos, acessórios para celular, material de construção, bebidas alcoólicas, ração animal e peças automotivas – como resultado da ação dos agentes e auditores.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tarcísio Eimar disse:

    Tá vendo como é fácil arrecadar, basta trabalhar. Agora imaginem o quanto não se perde por falta de fiscalização, q por sinal a própria SET sabe q existe desvios mesmo, porque é o pau q mais tem é mercadoria pra vender sem nota de origem

  2. Roberto disse:

    Muito bem, agora queremos retorno desse dinheiro, segurança, saúde, boas estradas, multar para engordar o próprio bolso é fácil, quero ver fazer melhorias no estado.

  3. Luciana Morais Gama disse:

    Parabéns a toda equipe da SET. Agora nós contribuintes aguardamos a devolução dos R$ 5 milhões por parte da governadora Fátima. O silêncio é total com relação a isso.

Brasil tem saldo de mais de 231 mil empresas abertas em outubro

Foto: © Marcello Casal JrAgência Brasil

O Brasil teve saldo positivo de 231.253 novos negócio no mês de outubro, quando foram abertas 320.559 empresas e 89.306 foram fechadas. Os dados são do Mapa de Empresas, ferramenta digital do Ministério da Economia para acompanhamento dos registro empresariais no país

De acordo com a pasta, entre as unidades da federação com maior aumento percentual em relação ao registro de novas empresas, o Amapá foi o que mais cresceu. Em outubro, foram abertos 755 novos empreendimentos no estado, 15,62% de crescimento se comparado com setembro. Destacam-se, também, Mato Grosso (5,13%) e Rondônia (3,71%).

“Por outro lado, Tocantins registrou a maior variação em relação ao número de empresas fechadas. Em outubro, 601 negócios foram finalizados no estado, o que representa um aumento de 19,48% em relação ao mês anterior”, informou o Ministério da Economia.

A atividade econômica com maior crescimento em outubro foi o comércio varejista de bebidas, que teve aumento de 4,81% no registro de novos negócios, na comparação com o mês anterior. Transporte rodoviários de cargas cresceu 4,77% e promoção de vendas, 3,26%.

Para o Ministério da Economia, os números são mais uma evidência da retomada da atividade econômica, após os efeitos causados pela pandemia do novo coronavírus, e do impacto das medidas de simplificação e melhoria do ambiente de negócios, bem como de transformação digital, implementados pelo governo.

No mês de outubro, para abrir uma empresa, o empreendedor levou, em média, 2 dias e 17 horas. O tempo é 4 horas menor que o registrado em setembro. A medição registrada no mês de outubro é a menor para a série histórica do Mapa de Empresas, que possui dados desde janeiro de 2020.

Goiás segue na liderança como a unidade da federação mais rápida no processo de abertura de empresas no Brasil. No estado, leva-se, em média, 1 dia e 2 horas para registrar um novo negócio. A Bahia é o estado onde o empreendedor leva mais tempo para iniciar sua empresa: 6 dias e 6 horas.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Josa disse:

    Ôôô governo bom.

Assembleia vota nesta quarta projeto histórico para as pequenas e médias empresas do RN

Os deputados estaduais no Rio Grande do Norte farão uma votação histórica nesta quarta-feira, dia 21, no plenário da Assembleia Legislativa.

Será votada a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, uma luta empreendida há mais de uma década pelo setor produtivo, e que agora vira pode virar realidade, q garantir tratamento diferenciado e fortalecer o segmento que mais gera emprego e renda no estado.

“Vamos pedir o apoio aos deputados da nossa relação para não faltem e votem pela aprovação do Projeto que apoia o empreendedorismo e beneficia mais de 200 mil empresas potiguares”, convocam empresários

Junta Comercial registra aumento na abertura empresas no RN, com 2.253 novas solicitações entre julho e setembro

Dados da Junta Comercial do Rio Grande do Norte (Jucern) mostram que o terceiro trimestre de 2020 – meses de julho a setembro – registram 2.253 solicitações de abertura de novas empresas no estado. O número é superior ao registrado no mesmo período do ano passado: 2.213.

A estratificação revela que o setor de serviços representa 46% dos novos negócios, em seguida vem o comércio (39%) e a indústria (15%). Dos novos empreendimentos, 82% são micro e pequenas empresas, sendo 1.805 micros e 279 pequenas.

IBGE COMPROVA NÚMEROS POSITIVOS

Os números positivos da economia do Rio Grande do Norte são corroborados pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada nesta quinta-feira, 08. Ao apurar os indicadores do volume de vendas do comércio varejista ampliado, o instituto registrou crescimento de 5,4% (com ajuste sazonal) e 3,1% sobre agosto de 2019.

Com relação a empresas que encerraram suas atividades, o quantitativo no terceiro trimestre de 2020 foi de 1.366, frente a 1.211 no mesmo período 2019. Nesta condição, 49% foram empreendimentos do setor comercial, 37% de serviços e 14% da indústria.

=

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fernando Santiago disse:

    Boa notícia, porém deveria demonstrar o número de MEI aberto. Embora traga benefícios para a economia, a médio e curto prazo e um problema para previdência, pois eles contribuem com uma alíquota muito reduzida em consideração a outro tipo de contribuinte do INSS. Outro ponto a ser analisado é o percentual de MEI com contribuições em aberto e esse tipo de empresa só pode contratar 1 colaborador. Por esses motivos é importante extratificar por tipo de empresa. Ademais, o volume de MEI teve grande crescimento em virtude da pandemia.

  2. GCF disse:

    Desafio os PeTralhas a comentar essa matéria.

  3. Kiko disse:

    Ôôô véi bom!!!
    Duro e forte.

Sancionada lei em Natal que reduz em 50% ISS cobrado a empresas de transporte público até dezembro

Foto: Reprodução/Diário Oficial de Natal

Está no Diário Oficial de Natal desta sexta-feira(02). A Prefeitura de Natal sancionou a lei que reduz em 50% o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) às empresas concessionárias e permissionárias de transporte público coletivo na cidade.

Conforme texto em destaque, a medida é válida por seis meses, de forma retroativa, de julho a dezembro de 2020.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcos Benício disse:

    E as passagens vão baixar, ou esse benefício será só para os empresários?

  2. Francisco disse:

    Vadiagem! Tem que dizer que foi apenas até dezembro.

IMPRESSIONANTE (FOTOS): Traficantes que tinham empresas de fachada e vida de luxo são alvos de ação da PF em 5 estados e no Paraguai; apreendidos R$ 230 milhões em veículos, embarcações, aeronaves e imóveis

Fotos: PF/Divulgação

Traficantes de drogas que agiam na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, mantendo empresas de fachada e ostentando festas e carros de luxo são alvos da Operação Status, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (11). A investigação começou em 2018 e foram analisadas contas de 95 pessoas físicas e jurídicas.

Dos 8 mandados de prisão preventiva expedidos pela 5ª Vara da Justiça Federal de Campo Grande, seis já foram cumpridos. Foram presos em Pedro Juan Caballero, pai e dois filhos, que são apontados pela PF como os chefes do grupo, e outras três pessoas ligadas às lojas de veículos de fachada, em Campo Grande e em Cuiabá.

Foram cumpridos também 42 mandados de busca e apreensão, nos estados do Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Paraná, e também nas cidades paraguaias de Assunção e Pedro Juan Caballero.

Entre as apreensões estão R$ 230 milhões em veículos, embarcações, aeronaves e imóveis do grupo. Parte no Paraguai e parte no Brasil. A quantia é recorde no Brasil, segundo o delegado de PF Elvis Secco, coordenador nacional da Coordenadoria de Repressão a Drogas, Armas e Facções Criminosas.

No Brasil, foram apreendidos 42 imóveis, duas fazendas, 75 veículos, embarcações e aeronaves, cujos valores somados atingem R$ 80 milhões. No Paraguai, a ação foi feita em parceria com a Secretaria Nacional Antidrogas, e apreende 10 imóveis, no valor aproximado de R$ 150 milhões.

Na Chapada dos Guimarães, região turística de Cuiabá, foi apreendida uma pousada, que na prática não recebia turistas e sim somente a família do ‘tráfico da ostentação’. Lá ficavam a lancha, os jet ski e quadriciclos, que são veículos normalmente usados em passeios na terra.

Foram sequestradas ainda duas fazendas em Barra dos Garças (MT), onde o grupo havia feito investimento em maquinário e reforma, mas teve prejuízo com plantação de arroz. Os imóveis avaliados em R$ 10,5 milhões estava em nome de laranjas.

É atribuído ainda aos traficantes, uma loja de roupas e uma barbearia em Ponta Porã; uma loja de veículos comuns em Campo Grande e diversos outros imóveis.

Entre as festas que a família ostentava o dinheiro do tráfico, está uma festa de aniversário de um dos chefes com a contratação de uma dupla sertaneja conhecida nacionalmente.

Segundo a PF, os traficantes usavam empresas de fachada ou de laranjas, como construtoras, administradoras de imóveis, lojas de veículos de luxo, para lavar dinheiro obtido com o tráfico de cocaína.

Segundo a Receita Federal, foi verificado que várias pessoas integrantes do grupo não tinha rendimento para movimentar R$ 2 milhões em um ano e meio, que um mesmo carro era passado de nome em nome várias vezes e que empresas eram criadas só no papel, sem empregados, mas com compras e movimentação financeira.

Dinheiro

A PF começou a rastrear o caminho do dinheiro da organização criminosa a partir da necessidade de um dos chefes em utilizar R$ 350 mil como calção para tratamento de saúde em um hospital de São Paulo. Os policiais conseguiram até imagens de uma mulher envolvida no esquema depositando milhões de reais em contas indicadas pelos doleros.

O grupo contava ainda com uma rede de doleiros sediados no Paraguai, com operadores em cidades brasileiras como Curitiba, Londrina, São Paulo e Rio de Janeiro. Cabia a eles repassar a conta de laranjas ou de pessoas jurídicas determinadas pelos ‘chefes’ os valores.

O pai e os dois filhos não se aproximavam do tráfico em si e nem na fase inicial da circulação do dinheiro. Confiavam a terceiros o transporte e a negociação. Algumas dessas pessoas eram parentes.

Para se ter uma ideia do poder aquisitivo da organização, apenas uma das empresas movimentou mais R$ 278 milhões entre 2016 e 2018, sendo metade crédito e outra metade débito.

Na conta da esposa de um dos irmãos foi verificado gastos altos com roupas, bolsas e calçados. E no meio de despesas altas, os investigadores observaram vários depósitos em diferentes contas de valores menores como R$ 1,5; 2 mil.

Conforme a PF, esses valores eram destinados a visitantes de pessoas que tinham sido presas com cocaína do grupo. Eles pagavam uma espécie de ‘auxílio reclusão’ à família pelo silêncio do detento.

A operação foi batizada de “Status” em alusão à ostentação de alto padrão de vida mantida pelos chefes da organização criminosa, com participações em eventos de arrancadas com veículos esportivos de alto valor, contratação de artistas famosos para eventos pessoais e residências de luxo.

Mandados

Campo Grande – 14 de busca e apreensão e três de prisão preventiva;

Ponta Porã – 9 de busca e apreensão;

Dourados – 2 de busca e apreensão;

Cuiabá – 3 de busca e apreensão e 1 de prisão preventiva;

Barra do Garças– duas fazendas com mandado de busca e apreensão;

Primavera do Leste– 2 de busca e apreensão;

Curitiba– 4 de busca e apreensão;

Londrina– 1 de busca e apreensão;

São Paulo – 5 de busca e apreensão;

Rio de Janeiro – 1 de busca e apreensão.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Zanoni disse:

    Os maconheiros e outros drogados, inclusive os de plantão, são os verdadeiros patrocinadores do tráfico. Parabéns, drogaditos. Vocês são 1000!!!!!!!

  2. Kadi disse:

    Acho que agora Bolsonaro tá intervindo na PF, mas positivamente. Quem intervia negativamente, saiu. Ou seja, o biografado, saiuuuuuuuuuu.

Nova lei ajudará na recuperação de empresas em dificuldade

Foto: Jefferson Rudy / Agência Senado

A Câmara dos Deputados deu um importante passo ao aprovar a nova Lei de Recuperação Judicial e Falência, que facilita a concessão de empréstimos e acelera os processos de empresas em dificuldade. O texto depende de aprovação no Senado antes de seguir para a sanção presidencial.

Para discutir as novas regras, o jornal O GLOBO e a Revista Justiça & Cidadania promovem, no dia 8/9, às 11h, o webinar “O impacto legislativo na recuperação e na falência”, com participação especial do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Os palestrantes serão o deputado federal Hugo Leal; o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Luis Felipe Salomão; o professor de Direito Processual da Uerj Flávio Galdino e o administrador judicial Bruno Rezende.

A mediação será feita pelo editor-executivo da Revista Justiça & Cidadania, Tiago Salles, e pela colunista do GLOBO Flávia Oliveira e, a transmissão, nas redes sociais do jornal O GLOBO.

Durante três meses, uma equipe de magistrados reunidos pelo Instituto Justiça e Cidadania analisou os efeitos da nova lei em diferentes setores da economia. O resultado foi a publicação de uma Análise de Impacto Legislativo (AIL), que será lançada durante o evento e inspirou inclusive modificações no projeto da Câmara. Durante o debate virtual, Salomão e Galdino, coordenadores do grupo de trabalho, apresentarão os resultados do estudo para o presidente do Senado Federal. O livro resultado da análise ficará disponível no site da Revista Justiça & Cidadania para download.

— Nossa ideia é mostrar ao Senado Federal a importância da aprovação do PL e também ouvir qual é o sentimento do Senado a respeito desse projeto — afirma Tiago Salles, que preside o Instituto Justiça e Cidadania.

Flavio Galdino explica que a legislação em vigor, de 2005, atualizou a recuperação de empresas, com base na lei americana do início dos anos 2000, mas não se modernizou tanto em relação à falência.

— O projeto aprovado na Câmara atualiza bastante as normas, solidifica pontos muito importantes — diz o professor.

Entre os avanços está o financiamento DIP, empréstimo que garante prioridade na recuperação de créditos para o investidor que apostou com “dinheiro novo” em empresas em dificuldades.

— Faltava a segurança jurídica para a pessoa que emprestou para a empresa ter certeza de que será a primeira a receber. A nova lei deixa isso muito claro — afirma Galdino.

Outro ponto relevante é o mecanismo que insere o Brasil no sistema de insolvência internacional e permite que participe de processos de recuperação em diferentes países. Também se destaca o fresh start, que permite às companhias fechar de maneira mais veloz seus negócios para saldar dívidas:

— A ideia é que o devedor deve voltar rapidamente para a vida empresarial, em vez de ficar afastado durante processos de duram dez ou até 15 anos.

A nova lei estimula e fortalece a solução consensual entre as partes, como a recuperação extrajudicial e a mediação, a fim de reduzir o número de litígios na Justiça. Também inclui mecanismos que facilitam as condições para pagamento de dívidas com a União e a permissão para que produtores rurais possam entrar em recuperação.

Integrante do grupo de trabalho do Conselho Nacional de Justiça para modernização e efetividade dos processos de falência e recuperação, e também do grupo de trabalho reunido pelo Instituto Justiça & Cidadania que se debruçou sobre o tema nos últimos meses, o administrador judicial Bruno Rezende destaca que a atualização da lei não abandona as premissas do texto aprovado pelo Senado em 2005.

— Ao contrário, estamos modernizando com base nos princípios estabelecidos em 2005. A recuperação judicial deve ser mais moderna para manter as empresas viáveis, inclusive micro e pequenas empresas. Isso se traduz em eficiência econômica para o país. E o processo de falência não deve ser uma pena perpétua para o empresário — afirma Rezende, que atuou como consultor externo do deputado Hugo Leal, relator do projeto recém aprovado na Câmara.

Serviço:

Webinar “O impacto legislativo na recuperação e na falência”

Dia 8 de setembro, às 11h

Transmissão: redes sociais do jornal O GLOBO

Participação especial: presidente do Senado, Davi Alcolumbre

Palestrantes: deputado federal Hugo Leal; ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Luis Felipe Salomão; professor de Direito Processual da Uerj Flávio Galdino e administrador judicial Bruno Rezende

Inscreva-se aqui

O Globo

Incubadora de empresas da UFRN abre inscrições; veja edital

A BIO INOVA, incubadora de empresas dos centros de Biociências e de Ciências da Saúde, divulga edital para pré-incubação e incubação de empresas. De fluxo contínuo, as inscrições com as propostas dos interessados deverão ser realizadas através do e-mail da BIO INOVA e estarão abertas a partir desta sexta-feira, 31, estendendo-se até o dia 30 de julho de 2021.

O edital de incubação está disponível nos endereços eletrônicos do Centro de Biociências (CB), e do Centro de Ciências da Saúde (CCS). Nele, constam as etapas e modalidades do sistema de incubação, bem como serviços oferecidos e a infraestrutura disponibilizada, além das regras para as inscrições.

O gerente executivo da BIO INOVA e professor do Departamento de Farmácia, Matheus de Freitas Fernandes Pedrosa, frisou que o Edital recém-publicado tem caráter de fluxo contínuo e que serão ofertadas vagas para empresas residentes, ou seja, que utilizam da infraestrutura física da incubadora, bem como de não residentes, as quais localizam-se fora da incubadora, em etapas de pré-incubação e incubação.

“Não existe um número de vagas pré-definido, restringindo-se à capacidade física e administrativa da incubadora. O público-alvo são empresas e empreendedores pessoa física, individualmente ou em grupo, que tenham ideias de produtos ou processos inovadores em Ciências da Vida, que necessitem de apoio para desenvolvê-las e transformá-las em negócio”, explicou o gestor. Segundo ele, a BIO INOVA disponibilizará sala de reunião e espaços para uso compartilhado pela incubadora, seus parceiros e os participantes de seu sistema de incubação, além de salas de uso compartilhado pelas empresas selecionadas para a pré-incubação e incubação, com instalações básicas padronizadas de energia elétrica e de comunicação de dados.

Matheus Fernandes acrescentou ainda que a perspectiva é que a incubadora possa ainda disponibilizar alguns laboratórios do CB e do CCS da UFRN. Ele pontuou ainda que a BIO INOVA irá oferecer serviços como orientação tecnológica sobre o desenvolvimento de produtos e processos, orientação sobre propriedade industrial, orientação empresarial através de consultorias e assessorias especializadas, capacitação para os empreendedores e a Divulgação dos empreendimentos nas diversas mídias utilizadas pelas incubadoras.

Empreendimento

Uma incubadora de empresas é uma entidade que fornece suporte e conhecimento para pequenas empresas que estão se organizando para se lançar ao mercado. As incubadoras prestam auxílio para as empresas iniciantes, oferecendo suporte técnico, gerencial, administrativo e mercadológico. A incubação é a etapa em que se dá início ao projeto e se começa a desenvolver o plano de negócio com toda a assessoria necessária para seu sucesso.

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