Vida digital: Evento gratuito da Caio Fernandes traz especialista com experiência internacional para falar das transformações nas empresas, famílias e carreiras

Foto: Divulgação

Como as mudanças na sociedade, nas empresas, no ambiente de trabalho e no aprendizado, estão impactando as decisões? Como a aceleração da presença digital em todas as ações pessoais e profissionais devem influenciar o nosso dia a dia? Essas e outras perguntas fazem parte da vida de todos, empresas, famílias e profissionais. Para promover uma reflexão útil e aprendizado sobre esses temas, a imobiliária Caio Fernandes realiza o evento on-line “Sociedade Digital – Mudanças e Transformações”, com o palestrante e formador de executivos Romeo Busarello.

A palestra é voltada para todos que desejam compreender melhor as mudanças mundiais, independente da área de atuação, e será transmitida ao vivo pelo canal do YouTube da imobiliária Caio Fernandes (aqui o link), no dia 09 de julho, a partir das 17h. Além de Busarello, o evento digital contará com convidados especiais para um debate pós-palestra, que será mediado pela jornalista Juliska Azevedo.

O evento será também uma oportunidade única de se informar e ouvir, gratuitamente, um dos principais analistas brasileiros do momento que vivemos, listado entre os executivos mais inovadores do Brasil, segundo a revista Meio&Mensagem. Formado em administração com pós-graduação em Marketing, Romeo Busarello tem 32 anos de experiência em empresas nacionais e multinacionais nas áreas de consumo e digital business e mais de 5 mil executivos brasileiros já passaram por suas aulas.

Busarello fez carreira internacional na China e nos Estados Unidos e é professor com mais de 20 anos de docência nos cursos de MBA e Pós-Graduação da ESPM, INSPER e USP. “Vamos falar sobre a época de mudanças, as novas competências, as oportunidades óbvias versus as oportunidades ocultas. A mudança favorece a mente preparada”, resume Busarello.

O empresário Caio Fernandes explica que o evento é uma retribuição da sua empresa à toda sociedade potiguar, pelos quase trinta anos de atuação no mercado local. “Todos estamos sentindo uma vertiginosa mudança em nossas vidas. Tenho ouvido isso de amigos, recebido relatos de clientes que administramos os imóveis. Essa é a percepção dos mais diversos profissionais”, relata. “Resolvermos realizar este evento digital com um profissional altamente qualificado e habituado já há muito tempo com esse tipo de vida digital para nos trazer um pouco de luz nas nossas dúvidas nesse momento”, explica.

Caio Fernandes afirma que as mudanças chegaram na vida de todos, em praticamente todas as ações, pessoais ou profissionais, o que faz com que temas como o que será abordado no evento digital sejam de interesse de todas as esferas da sociedade. “Seja na forma quase obrigatória do trabalho em home office, nas crianças em casa trocando as salas de aula pela tela do computador, seja substituindo os restaurantes por delivery, nos aniversários comemorados em lives familiares, nas transações bancárias 100% a distância, entre muitos outros exemplos”, menciona. “Será uma oportunidade para reflexão e aprendizado, urgente e necessária”, afirma.

Serviço:

EVENTO DIGITAL GRATUITO

SOCIEDADE DIGITAL – MUDANÇAS E TRANSFORMAÇÕES, COM ROMEO BUSARELLO

QUANDO: 09 DE JULHO

HORÁRIO: 17H

ONDE: CANAL DO YOUTUBE DA IMOBILIÁRIA CAIO FERNANDES

ABERTO AO PÚBLICO

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Silvia Regina disse:

    Muito interessante não vou perder!!!!

Empresas entregam escritórios para enxugar custo e ampliam home office até fim do ano

Benjamim Quadros, CEO da BRQ, que vai ter todos os funcionários remotos, diz que vai manter escritórios apenas para servirem como ambientes de convivência — Foto: Divulgação

Os 150 funcionários que trabalhavam no escritório da LafargeHolcim, no centro no Rio de Janeiro, não vão mais voltar para lá quando a pandemia passar. Eles atuam na área administrativa da multinacional suíça que fabrica materiais de construção e, a partir de agora, vão trabalhar de casa. A companhia, que emprega 1.500 funcionários no país, vai entregar o imóvel do escritório carioca e estima economizar R$ 2 milhões por mês, ao eliminar custo fixo com aluguel, condomínio, estacionamento, copa, manutenção e recepcionista. O teletrabalho para a área administrativa já era adotado uma ou duas vezes por semana, mas a pandemia foi o empurrão para que a prática fosse estendida em tempo integral nesta unidade, segundo a diretora de recursos humanos, Juliana Andrigueto.

Empresas ouvidas pelo Valor estão indo na mesma direção. Como a LafargeHolcim, algumas já decidiram entregar escritórios e colocar uma parte dos funcionários trabalhando definitivamente de casa após o fim da pandemia. Outras estudam adotar o regime para todo o efetivo e há ainda as que estenderam a permanência do home office para o fim deste ano ou 2021. A justificativa, em geral, é o ganho de produtividade que obtiveram nesse período experimental, além do corte de custos fixos com a manutenção de escritórios. A tendência, na visão delas, é que os escritórios virem espaços para reuniões, treinamentos e não representem mais o local para o expediente de trabalho.

Leia matéria completa da Valor AQUI.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gustavo disse:

    Isso aumenta qualidade de vida e satisfação. Que seja de fato uma tendência.

  2. Moro 2022 disse:

    Moro 2022

    • bawer disse:

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk "moro de vrgonha". Moro é a volta do PSDB ao governo.

    • Yago disse:

      Moro 2022 para substituir o Faustão kkkkk

    • Zé Ruela disse:

      Terá meu voto se candidato. Melhor que qualquer outro que existe por aí. Apesar de ser atacado agora tanto pela esquerda quanto pela direita é o único com passado limpo e perspectiva de futuro limpo.

Recuperação Judicial: uma saída para crise das empresas no RN

Tulio Cascardo. Foto: Divulgação

Assim como repercutido na crise de 2015, quando foram processados 1,8 mil pedidos de recuperação judicial de empresas no Brasil no ano de 2016 (cifra até então recorde), não faltam manchetes, notícias e citações sobre o assunto.

Desde o início da crise instalada em consequência da pandemia de COVID-19, muitas notícias preveem a elevação dos pedidos de recuperação judicial em todo país.

Os números oficiais catalogados por sistemas de informações ao crédito que monitoram os pedidos registraram que no mês abril de 2020 houve decréscimo no número de pedidos de recuperação judicial em relação ao mesmo mês de 2019, conforme o gráfico:

Em analogia ao termo que está em evidência no tratamento da pandemia de saúde, o “pico” de pedidos de recuperação judicial em consequência da atual crise econômica, provavelmente ainda está por vir.

Segundo o Advogado especialista na matéria, Tulio Cascardo, sócio fundador do TC Advogados, “Há uma grande procura por informações a respeito da matéria desde o início da pandemia. Contudo, apesar de bastante citado em momentos dificuldade econômica o instituto da recuperação judicial ainda é pouco conhecido e estudado no RN, de modo que as citações trazidas pela imprensa e nas redes sociais, oportunamente em momentos de crise, e a carência de profissionais especialistas no estado do RN, acaba por gerar mais dúvidas do que esclarecimentos nos empresários locais, que chegam para consulta, na grande maioria, com
uma visão equivocada sobre o fundamento principal do instituto da Recuperação Judicial, que seria a função social da manutenção das atividades da empresa e por consequência manutenção dos postos de trabalho, além da arrecadação de impostos e tributos .”

Afirmou ainda o expert que “Apesar da Lei de recuperação judicial não ser mais nova, em vigor desde 2005, ainda se faz muita confusão entre a extinta concordata, o que gera um certo preconceito no empresariado local, por mera falta de conhecimento e distinção entre concordata e até mesmo a falência e a recuperação judicial, procedimentos completamente distintos.”

O procedimento é dividido em duas fases, a primeira se inicia com o pedido de processamento da recuperação judicial, podendo ser requerido por qualquer empresário que no momento do pedido, exerça regularmente suas atividades há mais de 2 (dois) anos e atenda aos seguintes requisitos, cumulativamente: não ser falido; não ter, há menos de 5 (cinco) anos, obtido concessão de recuperação judicial; não ter, há menos de 5 (cinco) anos, obtido concessão de recuperação judicial com base no plano especial; não ter sido condenado ou não ter, como administrador ou sócio controlador, pessoa condenada por qualquer dos crimes previstos nesta Lei 11.101/05.

Apresentada a relação de documentos exigidos pela Lei 11.101/2005 será determinado o processamento da recuperação judicial e uma série de prerrogativas legais que impactam de imediato a empresa como suspensão do pagamento das dívidas vencidas e vincendas e das execuções (trabalhistas, cível ou tributárias), proteção dos bens essenciais e faturamento e o exercício da atividade com a dispensa de apresentação de certidões negativas, dentre outras.

Em 60 dias do deferimento do pedido de processamento deverá ser apresentado o plano de recuperação judicial, documento apresentado pela empresa que registra o modo, tempo e condições de pagamento dos credores, dentre outras disposições.

Aprovado o plano, se tem a segunda etapa: o deferimento da recuperação judicial através da homologação do plano aprovado pelos credores. Por fim, após 2 anos de cumprimento do plano, ocorrerá a novação das dívidas, ou seja, a desconstituição da dívida anterior em detrimento das novas condições aprovadas pelos credores no plano.

Na sua avaliação, “apesar de ser uma matéria extremamente técnica, permeada por procedimentos judiciais, extrajudiciais, econômico-financeiro e de negociação que se mesclam, não é um processo inacessível ou o “bicho de sete cabeças” que parece, devendo ser levado em consideração por empresas locais, grandes ou pequenas, como opção para contornar a crise em negócios que estejam em dificuldade, porém, ainda sejam viáveis mediante a suspensão e replanejamento do pagamento das dívidas a nova realidade de faturamento.”

Artigo realizado com o apoio dos Advogados e Administradores Judiciais Tulio Cascardo e Danilo Braulino, especialistas em direito empresarial e recuperação judicial de empresas com formação no INSPER, FGV e Califórnia Western School of Law – EUA, sócios do TC Advogados, com sede em Natal/RN e Brasília.

Pandemia “não será a tábua de salvação das empresas que já estavam em vias de perder a concessão por estarem extremamente inadimplentes”, avisa ministro da Infraestrutura

Foto: © Marcello Casal JrAgência Brasil

Os efeitos negativos da pandemia do novo coronavírus para a economia e, consequentemente, para empresas concessionárias do setor de infraestrutura, não servirão de “tábua de salvação” para aquelas que, antes da pandemia, já estavam inadimplentes.

A afirmação foi feita nesta terça-feira (5) pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, durante debate virtual promovido pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Segundo ele, a pandemia não servirá de desculpa para promover o “reequilíbrio da ineficiência”.

“Pandemia é uma situação de força maior, mas não será a tábua de salvação das empresas que já estavam em vias de perder a concessão por estarem extremamente inadimplentes, com problemas para executar os contratos. Vamos verificar, caso a caso, cada situação de reequilíbrio econômico e financeiro. Já temos o ferramental para fazer esse reequilíbrio e estávamos atentos às concessionárias que já estavam em situação de inadimplência, doentes antes mesmo da pandemia”, disse o ministro.

Pacto pela infraestrutura

Freitas destacou a necessidade de diferentes setores do poder público atuarem de forma conjunta, criando um ambiente favorável para a retomada de negócios e investimentos. Segundo ele, há no mundo liquidez para investimentos. No entanto, acrescentou, esses recursos – que serão disputados por diversos países – só terão como destino o Brasil, caso o país seja rápido no sentido de restabelecer um ambiente seguro para investimentos.

“Vamos concorrer com projetos do mundo inteiro. Todos países estão fazendo esforços para captar investimentos. A liquidez está lá e temos de atuar para captar esses investimentos”, argumentou.

Nesse sentido, Freitas destacou a relevância do Plano Pró-Brasil para integrar e aprimorar ações estratégicas para recuperação e retomada do crescimento socioeconômico em resposta aos impactos relacionados à pandemia do novo coronavírus. “Muito se falou desse plano, que ainda é mal compreendido. Ele nasceu do pacto pela infraestrutura, pensado lá atrás”, disse.

O ministro ressalta que o plano é um pacto pela infraestrutura. “Ele tem de engajar várias partes em uma grande coalizão, tendo como vertente o ambiente de negócio e a segurança jurídica, para trazer o investidor para cá. Esse plano tem de ser uma coisa de todos os poderes. Havendo esse engajamento, seremos bem-sucedidos”. Ele enfatizou que acredita que o plano vai unir todos os poderes.

“Mas se faltar velocidade vamos perder essa guerra global, e a liquidez vai para outro lugar, que não nossos projetos. Temos de ser rápidos para restabelecer o ambiente”, complementou o ministro ao defender que o cronograma de concessões e projetos sejam mantidos, o que, segundo ele, só será possível por meio de um diálogo eficiente e parceiro abrangendo governo e órgãos de controle.

Saneamento

Para o ministro, investimentos privados em concessões de infraestrutura são fundamentais para a retomada da atividade econômica, de forma a reverter o ambiente difícil criado pela pandemia que, acrescenta ele, deixou “evidente que muitas cidades precisam ser saneadas”. Freitas disse prever “uma explosão de investimentos nesse setor que tanto interesse desperta na iniciativa privada”.

Agência Brasil

 

Empresas ganham com sangue doado por recuperados do novo coronavírus

Nos EUA, empresa vende sangue para laboratórios e fabricantes de testes a preços exorbitantes Foto: MIKE SEGAR / REUTERS

Depois de dez dias de calafrios, náusea, febre e dor de cabeça, Aleacia Jenkins sabia que havia sido atingida pelo coronavírus antes mesmo de ter um resultado positivo. Então, quando uma amiga lhe contou sobre uma empresa obscura da Califórnia que pedia doações de sangue de pessoas que se recuperaram para ajudar os pesquisadores a desenvolver testes de anticorpos, ela não hesitou.

— Se minha doação pudesse ajudar a salvar a vida de alguém mais velho ou mais vulnerável seria loucura não ajudar — disse Jenkins, 42 anos.

Mas o que ela não sabia era que a empresa, a Cantor BioConnect, estava vendendo as doações para laboratórios e fabricantes de testes a preços às vezes exorbitantes: de US$ 350 a US$ 40 mil para uma amostra rara de um único doador. A empresa disse que os preços são compatíveis com os “altos custos” de sua cadeia de suprimentos, que incluem encontrar doadores, testar amostras, custos de segurança e logística de remessas.

Em todo o mundo, cientistas estão correndo contra o tempo para desenvolver e produzir em massa testes de anticorpos que, segundo especialistas, são um elemento crucial para conter a doença. Mas o esforço vem sendo prejudicado pela escassez de amostras de sangue contendo anticorpos contra a Covid-19, necessárias para validar os testes.

E algumas empresas estão lucrando com essa escassez, pedindo doações e vendendo as amostras, uma prática considerada, no mínimo, antiética. Documentos, e-mails e tabelas de preços obtidos pelo “New York Times” mostram que a Cantor BioConnect é uma das que oferecem a venda de amostras de sangue com anticorpos da Covid-19 a preços elevados. Quanto maior o nível de anticorpos no sangue, maior o preço.

Amostras premium

De 31 de março a 22 de abril, os preços das amostras mais baratas vendidas pela Cantor BioConnect — o equivalente a menos de um quarto de uma colher de chá — aumentaram mais de 40%, chegando a US$ 500. Além da amostra rara de US$ 40 mil, a empresa criou uma nova tabela de preços de US$ 1 mil a US$ 2 mil para outras amostras “premium”.

A Cantor BioConnect foi fundada em 2016 em um subúrbio de San Diego. Seu criador, David Cantor, disse em comunicado que “estava orgulhoso de desempenhar um papel na pesquisa científica que acabará por ajudar a neutralizar esse vírus mortal”. Cantor e seus funcionários começaram a entrar em contato com pacientes com coronavírus nas mídias sociais para pedir doações de sangue. Em um anúncio on-line, já removido, eles disseram que estavam trabalhando “em conjunto” com a força-tarefa da Casa Branca e ofereceram US$ 100 por doação.

Em poucos dias, a empresa enviava frascos com amostras de sangue para clientes em todo o mundo, a maior parte laboratórios e fabricantes de testes dos EUA, mas também no Japão e na Europa. Segundo especialistas, algumas amostras têm preços razoáveis, com exceção do “estoque premium”, considerado muito mais alto que o normal. E todos consideraram o valor de US$ 40 mil com três doações de sangue de um único paciente como “exorbitante”.

A empresa disse que sua margem de lucro no projeto era de 30% a 40%, o que, segundo ela, estava alinhada às normas do setor. O valor de US$ 40 mil, segundo a Cantor BioConnect, era para uma “transação única” de uma amostra extremamente rara e valiosa.

Em nota, a companhia disse ainda que o processo de coleta de sangue de doadores positivos para a Covid-19 era “complexo” e “extremamente difícil e caro” devido aos protocolos de segurança e ao pequeno número de casos de coronavírus conhecidos quando começou a fornecer doações de sangue.

“Existem formas de fazer as coisas bem e com segurança, e existem outras maneiras de fazê-la, de forma barata”, disse a empresa, acrescentando que vendeu amostras para “um dos maiores fabricantes de testes do mundo”, ajudando-o a “salvar vidas”.

Em uma etapa final, a Cantor BioConnect conta com uma rede de intermediários, empresas que encontram compradores para seus produtos em todo o mundo. A companhia se recusou a citar seus clientes ou parceiros, mas os documentos mostram que a Advy Chemical, um importante fabricante de biotecnologia em Mumbai, é um dos intermediários. A empresa indiana produz kits de diagnóstico e materiais para desenvolver testes para várias doenças, que depois são vendidos através de sua rede mundial de clientes. É certificado pelo regulador de segurança da Alemanha e licenciado pela Food and Drug Administration da Índia.

De acordo com e-mails e listas de preços revisados pelo jornal americano, no espaço de um único dia o preço das amostras de sangue mais baratas dobrou, enquanto o estoque “premium” chegou a US$ 5 mil. A amostra de sangue mais cara passou para US$ 50 mil, um aumento de US$ 10 mil.

‘Triste e errado’

A Advy Chemical disse em comunicado que a empresa não vendeu nenhuma das amostra de sangue da Cantor BioConnect, mas ajudou a facilitar transações para outros fabricantes. Questionada sobre o porquê de ter inflado tanto os preços, já que era apenas uma facilitadora, a empresa citou acordos “rígidos” de confidencialidade e disse que não comentaria “especulações e especificações comerciais”.

“Nossa única intenção era ajudar a levar testes mais precisos e mais rapidamente”, afirmou a nota. “Esperávamos que isso ajudasse a humanidade, em pequena escala, nestes tempos difíceis.”

As explicações não convenceram Jenkins, a possível doadora de sangue. Depois de ser informada por um repórter quanto dinheiro estava sendo obtido com as doações solicitadas pela Cantor, ela disse que havia decidido doar seu sangue a uma clínica sem fins lucrativos em Seattle.

— É realmente triste e errado qualquer um tentar tirar vantagem disso.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bolsovirus disse:

    É o capital insaciável. Precisa ganhar até na desgraça dos outros. A vida, as condições, o sofrimento e as consequências desastrosas desses atos não têm a menor importância. Que morram todos mas que continuemos ganhando. Esquecem que pra ganharem precisam dos outros vivos para serem explorados. A lógica burra do capitalismo. Destroem tudo, principalmente a vida e o planeta. Chegará o momento que não terão a quem sugar.

Governo do Estado intensificará fiscalização em empresas para proteger população do Covid-19

Ações de fiscalização em estabelecimentos comerciais e feiras livres foram planejadas durante reunião ocorrida nesta quinta-feira (16), na Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesed). O objetivo é o cumprimento às medidas de quarentena, conforme versa o decreto governamental nº 29.583, publicado no último 1º de abril. Participaram da reunião representantes do Procon, das polícias Militar e Civil e da Controladoria Geral do Estado. Denúncias podem ser feitas pelo número 190.

“As ações de fiscalização terão caráter educativo, numa primeira fase. Caso continuem a descumprir o Decreto, haverá multa diária que varia de R$ 5 mil até R$ 50 mil, além de possível apreensão, interdição e o emprego de força policial, ou ainda aplicação de responsabilidade penal pela caracterização de crime contra a saúde pública”, alerta o Coordenador do Procon Estadual, Thiago Silva.

A Força Tarefa coordenada pelo Procon Estadual, e integrada pela Controladoria Geral do Estado, Polícia Civil e Polícia Militar, irá verificar se os estabelecimentos comerciais abrem apenas para vendas por entrega em domicílio ou como pontos de coleta, conforme permite o Decreto. Exceções relacionadas à assistência social e à atividades de segurança (pública e privada), transporte coletivo (incluso táxi ou aplicativo), telecomunicações e internet, atividades de fiscalização, monitoramento e sanitárias e de serviço público, distribuição de material essencial, serviços funerários, atividades de imprensa e jurídica.

Durante o funcionamento dos comércios será observado o distanciamento mínimo de 1,5 metro entre as pessoas; o controle de acesso de uma pessoa por família; a higienização regular dos ambientes e equipamentos de contato; anteparos de proteção aos caixas, embaladores e demais funcionários em contato com clientes; a disponibilidade de máscaras aos funcionários, e de álcool gel 70% em local de fácil visualização; adoção ao sistema de escalas, quando possível, entre outras medidas mais específicas a determinados setores.

Feiras Livres

O Governo do RN recomenda ainda que municípios potiguares adotem medidas necessárias à prevenção ao enfrentamento do Covid-19. Entre elas, a reorganização das feiras livres para assegurar o distanciamento social e mantendo as condições de higiene dos respectivos ambientes. Essa reorganização deve observar, sob pena de interdição e multa, as recomendações sanitária e de saúde expedidas pelos órgãos estaduais e municipais.

Entre as recomendações urgentes, estão a proibição de qualquer venda para consumo local, distanciamento mínimo de dois metros entre pessoas, disponibilidade de álcool 70% e de pias com água e sabão para usuários e feirantes, além de uso obrigatório de luvas descartáveis e máscaras de proteção para feirantes, controle no fluxo de pessoas, higienização dos produtos, alternância dos dias de feira para evitar aglomerações, e uso preferencial do sistema de delivery.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. PEDROA disse:

    É GÓPI,É GÓPI,É GÓPI………..

  2. Pedro disse:

    Agora vai, ou morre pelo COVID ou por fome. Em breve Fatao GD acerta na receita, os cozinheiros são ruins, mais ela é forte e entende da matéria.

  3. Maria do Céu disse:

    A prefeitura de natal está de parabens, as feiras estão funcionando de forma organizada. Só falta mais educação para os fiscais da semsur. estamos sendo tratado com truculência por eles.

PGM oficia desembargador para que mandado de segurança em favor do Carrefour, contra decreto estadual, seja estendido para demais empresas em Natal

O Procurador-Geral do Município de Natal, Fernando Benevides, oficiou o desembargador do Tribunal de Justiça, Amilcar Maia, responsável por deferir o mandado de segurança ao Carrefour para manter o funcionamento aos domingos e feriados, mesmo contrariando o decreto estadual, mas seguindo a legislação municipal, para que seja oficiado o Comando da Polícia Militar para que o mesmo dispositivo que assegura ao hipermercado seja estendido a todo o comércio da capital. A notícia é destaque no Justiça Potiguar. Veja aqui na íntegra.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tarcísio Eimar disse:

    É melhor dispersar o visitantes nos supermercados do que acumular numa segunda-feira

  2. LSV disse:

    Gente boa lá de Rafael Godeiro. Decisão péssima, não consultou nenhuma autoridade médica , eu acho.
    FECHA GERAL NO DOMINGO .

  3. Costa disse:

    Desembargador Amílcar Maia, nosso respeito!!!

  4. Luciana Morais Gama disse:

    Parabéns ao Desembargador Amílcar Maia pela sensatez. Ora, nos q vamos ao supermercado é que devemos nos prevenir. Máscara nesse momento é fundamental e evite aglomerações. Tome muita água, e uma dose diária de vitamina C. Agora se vc tá no grupo de risco, fique em casa.

Novo decreto estadual atinge empresas do Alecrim e Associação dos Empresários pede ajuda do Estado e Prefeitura

O novo Decreto Estadual nº 29.600/2020 estabelece medidas mais rígidas de isolamento social no Rio Grande do Norte para diminuir o contágio pelo novo coronavírus (Covid-19) e vai impactar nos negócios do Alecrim.

“A adoção dessas medidas já era esperada pelo comércio, diante do agravamento dos casos de coronavírus em nosso Estado, contudo vai ampliar as dificuldades das empresas que terão suas receitas estagnadas.

As micro e pequenas empresas do Alecrim, que constituem mais de 92% do total de estabelecimentos no bairro, serão as mais afetadas com essa decisão, pois a maioria delas não tem estrutura para desenvolver um trabalho de vendas online e devem ter queda de quase 100% nas suas vendas.

Chegou o momento do Governo do Estado e Prefeitura de Natal ampliarem as medidas de ajuda, uma vez que apenas prorrogar impostos e tarifas são insuficientes para manter essas empresas ativas.

Caso os governos não encontrem mecanismos de apoio à sobrevivência dessas empresas, o RN irá conviver com índices alarmantes de desemprego, pobreza e empresas falidas.

A AEBA, juntamente com outras lideranças do comércio, CDL, Fecomércio, Sindicatos e Sebrae, vem atuando junto aos governos, em busca de ações que possam diminuir os impactos dessa crise.

Pedro Campos de Azevedo
AEBA – Associação dos Empresários do Bairro do Alecrim”

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Francisco de Assis Xaviet disse:

    Incompetência total desse governo, querem transformar o RN em Venezuela

  2. Juvenal Loureti disse:

    Lideranças do comércio, CDL, Fecomércio, Sindicatos e Sebrae, coloquem na cabeça que é necessário PARAR, do que ENTRAR EM COLAPSO e os números só aumentam!!! Aproveito para breve me desfiliar a CDL!

    • Tertu disse:

      Feche mas pague o aluguel, o funcionário, seus fornecedores, a mulher da quentinha e o rapaz do detergente. Não faça como os petralhas, Fecham o comércio, e some com a mercadoria e não paga a ninguém. Assim é fácil.

Empresas da cadeia turística do RN terão crédito em condições especiais para superar a crise; veja como solicitar

Nova linha operada pela AGN oferece crédito competitivo as micro, pequenas e médias empresas. Objetivo é assegurar renda e preservar empregos do setor no estado

Micro, pequenas e médias empresas com atuação relacionada à cadeia produtiva do setor do Turismo já podem buscar a Agência de Fomento do Rio Grande do Norte S.A. (AGN-RN) para ter acesso a recursos através de linha de crédito com condições especiais. O novo instrumento surge como uma alternativa em meio à crise no setor provocada pela pandemia do novo coronavírus (COVID-19).

A nova linha oferece crédito competitivo, preferencialmente, as micro, pequenas e médias empresas legalmente constituídas e estabelecidas no setor turístico, como forma de gerar renda e preservar a oferta de empregos, além de promover o seu desenvolvimento no estado. Os recursos são do Fundo Geral do Turismo (Fungetur), ligado ao Ministério do Turismo.

Os valores financiáveis chegam até R$ 400 mil, podem ter carência de até 24 meses para começar a pagar e um prazo de parcelamento que pode chegar até 42 meses. As condições de prazo, juros, carência e limite de financiamento variam de acordo com o perfil do empreendimento e da natureza do investimento, seja capital de giro, obras ou bens a serem adquiridos.

Em razão do momento crítico pelo qual passa o setor, os financiamentos para capital de giro contratados até 17 de junho terão juros de apenas 5% ao ano + o INPC do período. As operações realizadas posteriormente terão juros de 7% ao ano + INPC.

As empresas interessadas em contratar as operações de crédito precisam estar devidamente inseridas no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos do Mtur – Cadastur. O cadastro é gratuito, sai em até cinco dias úteis e pode ser feito através do site www.cadastur.turismo.gov.br.

Para mais informações ou iniciar o processo de solicitação do financiamento, o empreendedor deve entrar em contato com a AGN através de ligação ou por Whatsapp por meio dos números 84 99136-1897/99640-0700 ou enviar um email para [email protected] com o título “Solicitação de financiamento – Linha Pró-Turismo – Fungetur”.

Para a diretora-presidente da AGN-RN, Márcia Maia, se mostrou urgente a celeridade para viabilização da linha e dos recursos junto ao Ministério do Turismo em razão dos efeitos da pandemia no Turismo do RN e nas empresas ligadas à cadeia da atividade.

“Recebemos a missão da governadora Fátima Bezerra de apresentar alternativas econômicas para o setor produtivo através da Agência de Fomento. Anunciamos várias medidas na semana passada e agora trazemos novas iniciativas para reforçar e proteger a cadeia da atividade turística, uma das principais fontes de receita e emprego no RN. Neste momento, mais do que ampliar a competitividade da atividade em nosso estado, precisamos garantir a sustentabilidade dos empregos e dos negócios”, afirmou.

A iniciativa faz parte de uma série de ações realizadas pela Agência de Fomento do RN, sob determinação do Governo do Estado, em oferecer alternativas para microempreendedores formais e informais, além de micro, pequenas e médias empresas do RN.

Saiba mais sobre a nova linha ProTurismo

Quem pode?
Pessoa jurídica – micro, pequena ou média empresa da cadeia turística inseridas no Cadastur/Mtur. Cadastro é gratuito, sai em até cinco dias úteis e pode ser feito através do site www.cadastur.turismo.gov.br.

Quanto posso solicitar?

Valores podem chegar até R$ 400 mil.

Quais as condições?

As condições de prazo, juros, carência e limite de financiamento variam de acordo com o perfil do empreendimento e da natureza do investimento a ser feito. Carência pode chegar até 24 meses.

Como posso usar?
Para capital de giro, investimento ou aquisição de bens.

A partir de quando?
As solicitações já podem ser feitas.

Como faço?
Entre em contato através de ligação ou Whatsapp pelos números 84 99136-1897/99640-0700 ou envie um email para [email protected] com o título “Solicitação de financiamento – Linha Pró-Turismo – Fungetur”.

Advogado Tulio Cascardo comenta recomendações do CNJ para empresas em recuperação judicial

Foto: Reprodução

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou na 307ª Sessão Ordinária nesta terça-feira (31/3) orientações para todos os juízos com competência para julgamento de ações de recuperação judicial em decorrência dos impactos dos econômicos do COVID-19. Entre os itens da recomendação estão: priorizar análise de levantamento de valores, suspender assembleias presenciais e ter cautela especial no deferimento de medidas de urgências.

“Consideramos que os processos de recuperação empresarial são processos de urgência, cujo regular andamento impacta na manutenção da atividade empresarial e, consequentemente, na circulação de bens, produtos e serviços essenciais à população, na geração de tributos que são essenciais à manutenção dos serviços públicos, e na manutenção dos postos de trabalho e na renda do trabalhador”, enfatizou o relator do Ato Normativo 0002561-26.2020.2.00.0000, conselheiro Henrique Ávila.

No total, são seis orientações aos tribunais. A primeira trata da priorização, nas ações de recuperação empresarial e falência, da análise de decisões em favor de credores ou empresas em recuperação. “Tais medidas possuem importância econômica e social para ajudar a manter e regular o funcionamento da economia brasileira e para a sobrevivência das famílias em momento de pandemia”, explicou o conselheiro.

Outra indicação do CNJ diz respeito a que todos os juízos suspendam a realização de Assembleias Gerais de Credores presenciais enquanto durar a pandemia de Covid19. Caso seja urgente, se recomendam encontros virtuais.

O CNJ orienta ainda a prorrogação dos prazos de duração da suspensão das dívidas das empresas chamada “stay period” nos casos em que houver necessidade de adiar a Assembleia Geral de Credores. O “stay period” é um prazo no qual ficam suspensos o curso de todas as ações e execuções promovidas em face do devedor, isto é, da empresa em recuperação judicial, contados do seu deferimento. O objetivo é que a empresa possa se reorganizar financeiramente, sem o risco de uma penhora ou outra espécie de constrição que prejudique a construção de um plano para permitir o prosseguimento da atividade empresarial.

Também há indicação para que os tribunais autorizem todas as empresas que já estejam em fase de cumprimento do plano de recuperação, aprovado pelos credores, em prazo razoável, apresentem planos modificativos, desde que comprovem que tiveram suas atividades e capacidade de cumprir suas obrigações afetadas pela crise da pandemia causada pelo Covid-19. Além disso, o CNJ sugere que, caso alguma empresa descumpra o seu plano de recuperação em decorrência da pandemia, que os juízos considerem a situação como “caso fortuito” ou “força maior”.

“Lembramos que essa lista de recomendações apresenta sugestões, em especial para orientar juízos que não têm experiência na matéria. Cada juízo tem autonomia para decidir de acordo o a realidade de cada processo”, enfatizou o relator.

O Ato Normativo foi aprovado por unanimidade pelos demais conselheiros do CNJ.

A pedido do Justiça Potiguar, o Advogado especialista em recuperação judicial, Tulio Cascardo, do TC Advogados, escritório focado em assessoria para empresas em crise econômico-financeira, sediado em Natal/RN, comentou que tais diretrizes foram encaminhadas aos juízos competentes a processar e julgar processos de recuperação judicial, por meio da recomendação nº 63 de 31 de março de 2020, assinada pelo ministro presidente do STF, Dias Tófolli, no cumprimento de suas atribuições como Presidente do Conselho Nacional de Justiça.

Afirmou que apesar do ato normativo não vincular os juízos competentes, servindo como orientação: sinaliza que o judiciário está atento quanto a importância da Lei 11.101/05 como instrumento legal a socorrer as empresas nesse momento.

Comentou ainda que a recuperação judicial pode ser a solução mais ágil e eficaz para amenizar os problemas econômicos financeiros ocasionados de forma inesperada e repentina pela paralização geral ou parcial das atividades do empresário em face do estado de calamidade decretado, sobretudo no tocante a segurança jurídica, por ser o instrumento legal específico para socorrer empresas em crise, já positivado no ordenamento jurídico brasileiro há 15 anos, fato que aponta a estabilidade jurisprudencial em eventuais discussões levadas aos tribunais superiores.

Justiça Potiguar

Central recebe doações de empresas e inicia para pessoas físicas próxima semana

Para evitar maiores efeitos colaterais provocados pela pandemia do Covid-19 nas camadas sociais mais vulneráveis, o Governo do RN já montou uma Central para doações de material em grande volume por parte de pessoas jurídicas. E no início da próxima semana tem início o funcionamento da Central de Doações para pessoas físicas.

As doações por pessoas jurídicas podem ser realizadas diretamente na Escola de Governo do RN (Centro Administrativo), das 8h às 17h. A equipe do Governo também pode providenciar o recebimento do material no estabelecimento da empresa, caso requisitado. O contato para efetivação das doações pode ser feito pelo telefone: (84) 98146-5124.

A partir da próxima semana tem início a Central de Doações para pessoas físicas. Para evitar aglomerações e facilitar a doação, a coleta e a distribuição, toda uma logística tem sido arquitetada pelo Governo, em parceria com o Ministério Público Estadual e a Associação dos Supermercados do RN (Assurn). Poderão ser doadas cestas básicas montadas ou a granel, além de materiais de higiene e hospitalares.

As doações acontecerão em supermercados e atacadistas. A lista será disponibilizada nos próximos dias pela imprensa e redes sociais do Governo. Os materiais doados receberão cuidados para desinfecção, armazenamento e condicionamento. A Secretaria de Trabalho, Habitação e Assistência Social (Sethas), em contato com assistenciais sociais dos municípios, indicará postos de doações. A Defesa Civil fará a distribuição na capital e no interior.

Para dar mais transparência ao processo, a Controladoria Geral do Estado, responsável pela coordenação da Central de Doações, também tem montado uma área dentro do Portal da Transparência para reportar todos os registros de entrada e saída de doações, com respectivos volumes e locais de entrega.

A Control organizou, na tarde desta quarta-feira (1) uma teleconferência com, presença da governadora Fátima Bezerra, a secretária da Sethas, Iris Oliveira, representantes da rede de supermercados, do Ministério Público Estadual, da Seturn e da Cruz Vermelha. Na oportunidade, a promotora Ana Ximenez informou a cessão de dois caminhões com motoristas para distribuição das doações, além de seis servidores experientes em almoxarifado. A Seturn se dispôs a contribuir através do projeto “Busão da Solidariedade”, também disponibilizando ônibus para doação.

Nesta sexta-feira será realizada nova reunião para definir os últimos detalhes de logística e a identidade da campanha de doações para o início da Central de Doações para pessoas físicas.

Saiba Mais

O Governo criou por meio do Decreto nº 29.565, de 25 de março de 2020, a Central de Controle de Recebimento e Distribuição de Doações de Insumos e Bens destinados ao enfrentamento e amenização dos impactos da Calamidade Pública decorrente do novo Coronavírus (COVID-19).

Maia diz que ajuda do governo para empresas pagarem salários “não é ruim”, mas é “tímida” e “não vai resolver nada”

Foto:Michel Jesus/ Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta sexta-feira (27) que a linha de crédito emergencial anunciada pelo governo para pequenas e médias empresas pagarem os salários por dois meses “não é ruim”, mas é “tímida” e “não vai resolver nada”. Segundo Maia, ainda faltam medidas voltadas para outros setores da sociedade.

O programa de crédito, divulgado mais cedo pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, vai disponibilizar no máximo R$ 20 bilhões por mês, num período de dois meses.

O objetivo é aliviar a pressão financeira sobre as empresas durante a crise gerada pela pandemia do novo coronavírus.

“Acho que essa [decisão] do financiamento, que eu não acho ruim, porque, pela informação que eu tenho, a taxa de captação é a mesma do empréstimo. [Tem] uma carência, um prazo para pagar, [e] a garantia majoritária do governo, ainda é tímida – 20 bilhões por mês – não vai resolver nada”, afirmou Maia a um grupo de empresários do grupo Lide, em evento realizado por videoconferência.

Crédito anunciado

A linha de crédito anunciada é voltada para empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 10 milhões. Para Maia, o governo precisa pensar logo em medidas destinadas também a empresas que estão fora dessa faixa.

“Como é que faz com o resto? Porque tem empresas maiores, que também vão ter dificuldade. Tem microempresas que ficaram de fora”, afirmou.

Feito no Palácio do Planalto, o anúncio do pacote ocorre após o aumento da pressão sobre Bolsonaro para que adote medidas semelhantes às vistas em outros países para facilitar medidas como o isolamento recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para reduzir o crescimento no número de doentes pela Covid-19.

Bolsonaro tem dado declarações diminuindo os riscos do coronavírus e defendendo a redução das restrições ao movimento de pessoas e a volta ao trabalho devido aos prejuízos econômicos das medidas de isolamento.

Exemplo de fora

Maia citou o exemplo de outros países que apresentaram políticas para todos os setores da sociedade.

“O que o governo deveria fazer é o que os outros países estão fazendo, a Grã-Bretanha virou completamente há 15 dias a sua política. […] Os americanos fechando agora um pacote no Congresso de 2 trilhões de dólares com políticas focadas em todos os segmentos, incluindo os mais vulneráveis, no pagamento de salário, na renda mínima, olhando os setores da economia, capital de giro, específico para o setor aéreo, [que] justamente foi primeiro a ser atingido”, afirmou.

Maia cobrou ações do governo que, na avaliação dele, são “simples” e “óbvias” e poderiam contribuir para dar mais tranquilidade à população – como a extensão do prazo para entrega do imposto de renda, previsto para ir até o fim de abril.

“O governo não conseguiu até hoje, pelo menos eu não li até hoje ainda, adiar a entrega do Imposto de Renda, que é uma coisa simples. Muitos já entregaram, não tem nenhum grande impacto porque as pessoas já tem suas documentações, mas é um gesto, é uma sinalização que passa tranquilidade pras pessoas”, afirmou.

Questionado pelos empresários sobre o que achava do afrouxamento das medidas de restrição à circulação de pessoas nas cidades, o presidente da Câmara ponderou que, para isso, são necessárias ações que garantam a integridade especialmente das pessoas que estão no grupo de risco, como os idosos.

“É claro que todos querem reduzir o isolamento, mas a gente não pode ter uma onda de abertura de isolamento que gere uma segunda onda de aprofundamento maior da crise econômica e também uma tragédia maior, principalmente na perda de vidas pelo colapso do sistema de saúde”, observou.

Ele afirmou ainda que outros países que afrouxaram o isolamento, depois, precisaram retomar a medida com resultados piores.

“A Itália fechou, liberou e a tragédia veio. Então, os exemplos que nós temos no mundo é que começar fechando, depois liberar, o impacto é pior”, disse.

“Então, eu acho que nesse momento de crise é ruim um poder atropelar o outro. Porque, como é o Poder Executivo que organiza, executa, se tentar atropelar é ruim. Agora, é fato, como eu disse aqui, [são] decisões simples, óbvias que o governo já deveria ter tomado”, acrescentou.

Na avaliação dele, se essas ações estivessem organizadas em um pacote único, seria mais fácil para dar previsibilidade ao país e aos setores da economia e, assim, evitar os conflitos entre setores que devem a manutenção do isolamento e aqueles que pedem o seu afrouxamento.

“Se estiver tudo organizado, num pacote só, eu tenho certeza que esses conflitos mais cedo mais tarde não existiriam. Porque todos estariam minimamente organizados”, afirmou.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    Esse nhonho é um canalha, querer comparar a nossa economia com a maior economia do mundo está de sacanagem.
    Porque até agora não fez nenhum projeto para liberar os bilhões do fundo eleitoral para ajudar na contenção da doenca.
    No dos outros é refresco não é mesmo seu canalha.

  2. Biró disse:

    Kkkkkkkkkklkk
    Kkklklllkllkkkk
    Bote o fundo(dão) safado que da pra ser suficiente.

  3. Sergio disse:

    Mentiu???

  4. LEO disse:

    Esse canalha é o "Vulgo Botafogo "da lista da Odebrescht……

  5. Sidney disse:

    Esse Maia juntamente com o Alcolumbre é a escória da política desse país,são idênticos a turma do PT,esses 2 estão querendo tirar proveito da situação,vcs são um monte de bosta.

  6. Valdir Mesquita disse:

    Quem é Rodrigo Maia? Filho de quem? Quem ele apoia politicamente?
    Não foi ele que pediu desculpas ao governo comunista chinês, mesmo o mundo sabendo que o coronavírus começou na China?
    Não é Rodrigo Maia que foi denuncia por 03 delatores como tendo participado de esquemas de lavagem de dinheiro? Não é Rodrigo Maia que sabe não poder sair da proteção do foro privilegiando, pois a lava jato pega ele? O Brasil precisa de Rodrigo Maia pra quê mesmo?
    Qual o lado político que ele representa, dos corruptos ou dos honestos?

  7. Brasil disse:

    Maia tá mais que certo, o que o governo de bozo tá fazendo não representa nada, como danado empresa sem faturar vai pegar empréstimo? Essa proposta é engana besta, vamos demitir e pronto, pra ajudar banco eles ajudam com força

  8. Brasil mostra sua cara disse:

    esse absecado pelo poder tem que parar de fazer politicagem safada, colocando opiniões contrária a quem está se esforçando pra na medida do possível ajudar as pessoas. O maior problema hoje no Brasil é esse vírus Rodrigo Maia.

  9. Observando disse:

    Campanha a presidencia 2022 ja comecou.

  10. Olímpa disse:

    Falar sobre a liberação da verba partidária ele fica quietinho !!! Diminuir salários e verba de gabinetes zero . Palhaço

  11. Ronaldo disse:

    ninguém quer tirar o dinheiro do bolso!

    • M.D.R. disse:

      O MINISTRO DA FAZENDA, é verdadeiro Tio Patinhos e pior que fica travando as verbas no momento de guerra.

    • Bolsominion disse:

      Autoridade, esse dinheiro é nosso. A gente paga imposto também para situações de emergência.

  12. Joaquim disse:

    Esse é um tremendo filho da puta

Dependendo do tempo da quarentena, muitas empresas vão desaparecer, diz Luiza Trajano

Foto: Ana Paula Paiva/Valor

A empresária Luiza Helena Trajano disse que dependendo do tempo da quarentena, muitas empresas, especialmente as micro, pequenas e médias vão desaparecer.

“Após superarmos a fase de isolamento, que é necessária, sem dúvida, o que me preocupa muito é o quadro que iremos enfrentar na economia. Dependendo do tempo de quarentena, muitas empresas, especialmente as micro, pequenas e médias, irão desaparecer, e muitas das grandes terão que demitir equipes, agravando ainda mais o enorme quadro de desemprego que tínhamos pré-crise. Estudiosos estão falando em dezenas de milhões”, escreveu em texto publicado nas redes sociais na noite de ontem.

“Estávamos em um momento de expectativa de recuperação gradual da economia, mas um impacto deste tamanho irá trazer consequências graves que deverão levar muitos anos para serem recuperadas, e com grandes consequências sociais para o Brasil”, escreveu.

A empresária, presidente do conselho de administração do Magazine Luiza, já havia publicado um vídeo dias atrás em rede social em que pede que empresas evitem demitir funcionários.

Agora, no texto recém-publicado, ela diz que é “hora da verdadeira união de forças contra um inimigo comum que está assolando o mundo e do próximo que virá, o risco da miséria. Não é hora de vaidades ou discussões sobre competências, a população já estava cansada disso, e agora não admitirá divisões com objetivos eleitoreiros ou de aumento de poder”.

“É necessário focar todos os esforços na saúde pública e na recuperação da economia. Quem não participar ativamente, com todos os esforços possíveis da solução destes problemas, pagará um preço histórico”.

Na avaliação dela, as medidas econômicas “não podem esperar”.

“É necessário caminhar rapidamente com planos que possibilitem a tranquilidade já durante a quarentena, em todos os níveis: Executivo, Legislativo e Judiciário, da União, Estados e municípios, para que haja condições para que os cidadãos não sejam assombrados com o fantasma do desemprego e da insegurança financeira para sustentar suas famílias”.

Ela reforça que o IDV, instituto do varejo, do qual faz parte, tem propostas para discutir com a sociedade soluções para o período. O Valor publicou ontem essas propostas.

Ela defende o avanço das reformas já em discussão, além da injeção de “muito dinheiro na economia”, como já está anunciando os EUA, e incentivos para empresas evitarem demissões, além de programas de incentivos para a população.

“Temos um longo trabalho pela frente, e nunca na história precisamos tanto dos governantes, que devem pensar e agir em conjunto com o único objetivo de vencermos a crise da saúde e a grave crise econômica que se anuncia”.

Valor

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. LEO disse:

    O Brasil emergiu da pandemia de 14 anos do pt,imagina de uma gripinha dessa!!!!

  2. Francisca disse:

    Não vai não Não vai não, aposto!!
    O brasileiro é tinhoso, tem memoria curta, ja ja esquece a pandemia, não aquentam passar muito tempo coçando o saca de jeito nenhum.
    No máximo 15 dias.
    Depois disso, vai todo mundo pro pau, pode vim quem vier.
    Vcs vão vê.
    De hoje a 15 dias, o País volta a pipocar de novo.
    Avante meu Brasil!!
    Não pandemia que segure.
    Todos vam vê.
    Principalmente nos, povo nordestino que tem côro grosso.
    Pode esperar.

  3. Jefferson disse:

    Essa senhora na hora que se trata de política interna ela é agarrada nas saias do PT e mamar no "socialismo" mas na hora que o negócio ameaça o patrimônio dela ela que botar o povo tá se expor ao virus.

  4. Jefferson disse:

    e quantas pessoas vão desaparecer com sua pressa senhora empresária?

  5. Verônica disse:

    Injeção de muito dinheiro significa abastecer o caixa das empresas pra ficarem pagando uma miséria de salário ao trabalhador
    Ou seja, tirar dinheiro do trabalhador pra pagar o trabalhador. E o empresário contribui com o que mesmo?

    • Neco disse:

      Contribui criando negócios, inovando, empreendendo a partir do zero. Negócios que fazem coisas, coisas que as pessoas compram para ter uma vida melhor. De quebra empregam e geram impostos. Agora querem que empresário não lucre ou viva igual aos trabalhadores. Se for para fazer isso, é melhor fechar as portas e virar alto burocrata (o trabalhar para outros sem os riscos empresariais inerentes). Mas se todos fizerem isso, nem burocrata vai ter dinheiro (dos impostos) ou ter o que consumir. Quem se acha explorado, trabalhe por conta própria. E se tá achando que ao se entregar os mesmos recursos para todos haverá os mesmos resultados, é não conhecer nada das dispares motivações, talentos e esforços humanos. Há pessoas muito díspares em ambientes totalmente isonômicos. No fundo, empresário não precisa de gostar dos seus empregados, precisa agradar os empregados dos outros, vendendo-lhes algo que valha o seu dinheiro. E quanto mais os empregados (dos outros – mas tudo se cruza) melhorarem de vida material (deixe o lado espiritual no seu devido lugar), melhor para o empresário, melhor para todos os trabalhadores. Não precisa ser bonzinho, o capitalismo malvado produz bons resultados, independentemente das intenções.

Sindicato das Empresas e dos Trabalhadores de Transporte de Turismo informa que vai parar a partir de segunda

O Sindicato das Empresas e dos Trabalhadores de Transporte Urbano Intermunicipal e de Turismo informa que vai parar a partir de segunda-feira(23), inclusive, com suspensão de contratos de trabalho.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    E pra isso que serve os sindicatos para atrapalhar a vida do povo trabalhador, além disso eles servem para que?.

  2. Laura disse:

    A Itália demorou para tomar essa decisão, olha no que deu, para tudo agora.

  3. Teresa disse:

    3 dias fazendo a propagação do vírus. É um absurdo.

  4. EDILANIA disse:

    Isso também serve para Extremoz? Pois moro em Extremoz e trabalho em Natal

  5. Sérgio Nogueira disse:

    Algumas atividades fundamentais não deveriam parar. Isso, além de não ajudar, transmite a ideia de covardia e egoísmo.
    O transporte entre cidades é uma dessas.
    O de turismo, ok. Fazer passeio e se divertir pode esperar ou sequer é hora.

  6. Marcello disse:

    E os profissionais da saúde e da segurança como irão trabalhar?

    E os trabalhadores dos supermercados como irão abastecer?

    Querem que vire um caos?

Empresas recrutam brasileiros para 250 vagas no Canadá

Cidade de Québec, no Canadá. Foto: (Yanis Ourabah/Getty Images)

A agência Québec International vai recrutar brasileiros para 250 vagas na área de tecnologia da informação para nove empresas na região metropolitana de Québec, no Canadá.

As oportunidades são para cargos como de desenvolvedor, analista, administrador de bases de dados, arquiteto tecnológico, engenheiro de software e especialista em inteligência artificial.

Os interessados devem criar um perfil no site Québec na Cabeça e se candidatar para as vagas em francês até o dia 13 de abril. As entrevistas com executivos das empresas canadenses acontecerão nos dias 2 e 3 de maio em São Paulo.

Os candidatos precisam ter diploma técnico ou universitário no setor, experiência de um a nove anos e conhecimento da língua francesa. Não é necessário ter documentos para imigração.

Exame

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Só não vão se não quiser. Falta de corona é que não é.

  2. Andreilson disse:

    A melhor saída P o Brasil é o aeroporto, com toda certeza!

Caixa e BB planejam socorro a empresas afetadas por coronavírus

Imagem: Brenda Rocha/Shutterstock

A crise nos mercados deflagrada pela onda do coronavírus e pela queda do petróleo levou o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal a planejarem a ampliação de suas linhas de crédito para empresas que entrarem em dificuldades financeiras.

A estratégia comercial dos bancos públicos preenche um espaço deixado pelo governo, resistente a medidas de socorro à economia por considerar, entre outros motivos, que não há espaço orçamentário para pacotes dessa natureza.

O ministro Paulo Guedes (Economia) tem repetido que o caminho para conter a crise é aprofundar as reformas propostas.

Nos bastidores, técnicos do governo afirmam que não ter um plano de estímulo de curto prazo é uma estratégia para aumentar a pressão no Congresso pelas reformas, particularmente a administrativa e a tributária.

Mas com a Bolsa em queda e o dólar se aproximando de R$ 5, o governo começou a ser cobrado por medidas que vão além das reformas planejadas.

“Estamos prontos para ajudar, como colaboramos no ano passado com toda agenda de reformas. Acho que elas ajudam, mas certamente não são o único ponto para solucionar os danos da crise”, disse nesta segunda-feira (9) o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Analistas de mercado consideravam a possibilidade de que a equipe de Guedes pudesse copiar o exemplo dos EUA e propor cortes de impostos ou a postergação do pagamento de tributos como alternativa às empresas que sofrem com a alta do dólar.

Como o país não tem condições fiscais de propor algo nesse sentido, Caixa e Banco do Brasil identificaram uma oportunidade de fazerem novos negócios com linhas de crédito específicas para empresas que sofrerem com a crise.

“Não é uma ordem do meu chefe [Paulo Guedes]”, disse à Folha Pedro Guimarães, presidente da Caixa. “Vamos oferecer mais linhas de capital de giro para micro, pequenas e médias empresas que tiverem problemas de caixa”.

Guimarães disse que a Caixa vai ampliar as ofertas dessas linhas para esse tipo de empresa, mais “suscetível à retração econômica provocada pelo coronavírus”.

“Nossas taxas já são as mais baixas do mercado. Não haverá nenhuma mudança em relação a isso. A diferença é o volume. Poderemos entrar com mais força, com mais linhas, caso seja necessário”.

O surto do coronavírus tem causado temores sobre o crescimento global e o consequente impacto para a atividade no Brasil. O medo de contágio pode afastar pessoas de locais públicos, como restaurantes, lojas, shoppings, derrubando o consumo de forma geral.

Para evitar demissões de funcionários no setor de comércio e serviços diante da queda do consumo, a Caixa detectou a oportunidade de ampliar as linhas de capital de giro, uma forma de retardar esse processo.

Empresas de médio e grande portes podem ser suscetíveis tanto à queda da atividade econômica provocada pelo coronavírus como serem afetadas pelas variações cambiais.

A moeda americana disparou com a queda do preço do petróleo após as negociações entre a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) e a Rússia sobre um possível corte na produção de petróleo por conta do coronavírus terem sido abandonadas sem acordo na sexta-feira (6).

A Caixa não opera no câmbio, mas pretende oferecer empréstimos especialmente para companhias de grande porte que são clientes do banco e estejam expostas a variações cambiais. Construtoras e grupos que atuam em infraestrutura são alvos dessa medida.

No Banco do Brasil, o discurso é semelhante. O presidente da instituição, Rubem Novaes, afirma que ela está pronta para atender os clientes.

“O Banco do Brasil está preparado para ser a ponte necessária para os nossos clientes e empreendedores nos momentos de volatilidade e de necessidade de capital de giro”, disse, em nota.

Para ele, os ânimos estão exaltados, mas o estresse causado pelo coronavírus é pontual e temporário.

“Os mercados tendem a se acomodar após o susto do inesperado. Estamos confiantes na reaceleração da economia e do crédito”, afirmou. “É natural que os ânimos do mercado se exaltem, mas os fundamentos econômicos de longo prazo não mudaram, continuam sólidos”, disse.

Folhapress

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Leo disse:

    Pq as empresas nao vao pedir socorro ao Bradesco, Itau? Onde anda os minions defensores do livre mercado e tudo privado? Abutres e mau caracteres!

  2. Observando. disse:

    Mas nao tem q privatizar tudo? Por que não vão procurar socorro no Bradesco e no Itaú?