DELAÇÃO BOMBA – (Palocci): Empresas pagaram propina a Lula e Dilma em troca de desonerações e crédito

Foto: (Nelson Almeida/AFP)

Na delação premiada, Antonio Palocci detalha que Dilma e Lula receberam propina de empresas em troca de desonerações tributárias, linhas de crédito do BNDES, auxílio em fusões e apoio da base governistas a medidas que tramitavam no Congresso, informa a Veja.

Segunda a revista, houve corrupção no financiamento de todas as campanhas eleitorais, de eleição e reeleição dos ex-presidentes do PT.

O Antagonista, com Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antônio disse:

    Isso não surpreende a mais ninguém. Essa era a maior quadrilha existente no Brasil. Graças a Deus uma parte já está presa e a outra é questão de tempo.

  2. nasto disse:

    Tudo conversa de Palocci. Esse povo é muito " honesto"

Empresas de brasileiro preso estariam ligadas ao Hezbollah, aponta PF

Elton Rumich, o Galant,preso na última terça, é acusado de envolvimento com o grupo libanês e tinha arsenal em casa. (Reprodução)

A Polícia Federal apura se Elton Rumich, o Galant , usava empresas que mantinha com nomes falsos para lavar dinheiro de terroristas do Hezbollah que atuam na Tríplice Fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina. Investigação do Ministério Público do Paraguai, de 2016, já comprovou que o brasileiro utilizava duas sociedades para tornar lícito o dinheiro da venda de drogas do PCC e do CV, na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero.

Galant foi preso pela Polícia Civil, em fevereiro de 2018, no Rio. Na ocasião, foi apreendida com ele caderneta com anotações que investigadores suspeitam serem de valores de lavagem de dinheiro do tráfico .

Conforme o Dia revelou nesta terça-feira (23), com exclusividade, investigação da Polícia Civil aponta Galant como o elo entre o tráfico de drogas no Rio e o Hezbollah , grupo terrorista libanês. Procurada, a defesa de Galant, que está preso em Bangu 1, não foi localizada.

Informações de inteligência apontam que terroristas lucram com a venda de cigarros e cocaína na América do Sul e utilizam empresas de fachada para tornar o dinheiro legal. Em seguida, enviam as quantias à célula terrorista libanesa para financiar atentados. Em troca, facilitam a compra de armas a traficantes. O acordo também conta com proteção de membros do Hezbollah em cadeias brasileiras por integrantes dessas facções.

Um dos presos que teria recebido essa proteção é o comerciante Assad Ahmad Barakat, detido em Foz do Iguaçu, em setembro do ano passado, pela PF. Considerado pelos EUA um dos maiores nomes do terrorismo do Hezbollah, Barakat é suspeito de envolvimento em um atentado a uma associação judaica argentina em 1994, que deixou 85 mortos. Documentos do Tesouro Americano apontam que ele utilizaria o mesmo esquema pelo qual Galant é investigado: uso de empresas na América do Sul para financiar o Hezbollah.

Witzel vai acionar a ONU

Segundo o processo que tramita na 2ª Vara Federal de Ponta Porã, que cita a investigação do Paraguai, Galant usaria duas empresas para lavagem de dinheiro: a RSS Internacional S.A. e a Notles S.A. Em ambas ele utilizava nomes falsos e era sócio majoritário.

Essas empresas aparecem em lista do Conselho de Controle de Atividades Financeiras ( Coaf ) relacionadas a nomes de suspeitos de terrorismo. Em março, a Polícia Federal estourou um bunker do PCC em Ponta Porã (MS), onde encontrou armas, drogas e uma Dodge Ram de propriedade da empresa RSS Internacional. A Justiça afirmou que a relação comprovou que “Elton Rumich seria o líder do PCC na fronteira, sendo o real proprietário do veículo blindado”.

O governador do Rio, Wilson Witzel comentou a conexão entre o terrorismo do Hezbollah. “Ainda quando eu era juiz federal, algumas investigações da Polícia Federal já mostravam algum tipo de relacionamento do crime organizado aqui do estado com o terrorismo. A Polícia Civil, através da prisão de um terrorista (Galant), conseguiu identificar esse elo. O comércio de drogas e de armas financia o terrorismo. Agora, nós vamos nos preparar para termos defesa suficiente contra o terrorismo, que está hoje nas comunidades. Vamos levar isso para a ONU, para os organismos internacionais”, disse.

Agenda possui rede criminosa

O Dia teve acesso à caderneta de anotações que Elton Rumich , o Galant, portava ao ser preso pela Polícia civil, em fevereiro do ano passado. Na ocasião, ele chegou a oferecer R$ 7 milhões a agentes para que não apreendessem a agenda e seus celulares.

Codificada com apelidos de criminosos, a agenda ajudou a montar um organograma que mostra a extensa rede do criminoso, com cerca de 30 mil contatos. Nela, é possível ver anotações de remessas de drogas e pagamentos, que variam de R$ 1.500 a R$ 3 milhões. O codinome Bob seria um outro apelido de Galant. Somente em uma página, os montantes relacionados a esse apelido somam R$ 758,5 mil e antecedem o dia da sua prisão.

A polícia analisa se esses seriam gastos do acusado que, ao ser preso, estava com uma BMW avaliada em R$ 300 mil e vários relógios da marca Rolex.

Último Segundo – IG

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Joaquim disse:

    Querem desviar do q importa, os diálogos imorais de juiz com acusação.

  2. Davi disse:

    Por isso que os petralhas querem intercâmbio com parlamentares do mundo árabe. Bom esclarecer que o apogeu das facções criminosas PCC e CV foi nos governos luladrão/Dilmanta, aí sim eles ficaram fortalecidos como nunca antes na história desse país.

Em Natal, desempregados podem ficar isentos de multa de empresas de telefonia

O vereador de Natal, Luiz Almir, apresentou, nesta quinta-feira (16), um projeto de lei na Câmara Municipal de Natal que prevê o fim da cobrança da multa de fidelidade contratual com empresas de telefonia quando o consumidor tiver perdido o emprego.

Segundo o texto do projeto, ficam obrigadas as concessionárias de serviços de telefonia fixa e móvel a não efetuar a cobrança de multa contratual de fidelidade quando o usuário residente no Município de Natal comprovar que perdeu o vínculo empregatício antes da conclusão dos 12 (doze) meses exigidos. O não cumprimento da lei sujeitará a concessionária infratora ao pagamento de multa diária correspondente a 100 (CEM) Unidades Fiscais de referência (UFIR).

Segundo o vereador, o desemprego é motivo suficiente para o consumidor comprovar que não pode manter o compromisso assumido. “Não se pode esquecer do dever constitucional de proteção das relações de consumo, do qual o Município não pode se esquivar. Apesar de não ser originalmente competente para legislar acerca de tal matéria, o próprio Supremo Tribunal Federal (STF), por meio da Súmula Vinculante nº 38, reconheceu que o art. 30 da Constituição dá direito ao município de legislar sobre assuntos de interesse local. Logo, torna-se o Município de Natal legitimado para tratar de demandas que afetem sua população e agravem os problemas socioeconômicos que sobre ela recaem”, disse o vereador.

Ainda segundo o vereador, a cobrança de multa de fidelidade por dissolução contratual pela concessionária transfere ao consumidor, posto em situação de hipossuficiência e desemprego, um ônus grave. Se aprovado, as empresas de telefonia fixa e celular devem se adequar aos termos dessa norma no prazo de 90 dias após a publicação da lei no diário oficial.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luciana Morais Gama disse:

    É melhor dispensar o IPTU de quem tá sem emprego.

Governo Federal edita norma que facilita registro de empresas e reduz custos

Os empresários brasileiros agora podem usar qualquer tipo de certificação digital para a assinatura de atos nas juntas comerciais. Antes da Instrução Normativa nº 57, publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (27), a exigência mínima da certificação, emitida por entidades credenciadas pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), era do tipo A3.

O custo entre os diversos tipos de certificação digital varia, essencialmente, em função do armazenamento – na nuvem, no computador ou no aparelho celular, ou em dispositivos específicos, como tokens e cartões inteligentes – e do prazo de validade, que pode ser de um a cinco anos.

Segundo o diretor do Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração (Drei) do Ministério da Economia, André Santa Cruz, a nova norma é uma demanda antiga dos empreendedores, contadores e das próprias juntas comerciais. Ele ressalta que a economia para os usuários desse serviço pode passar de 60% do valor pago.

A nova norma também permite o envio pela Internet de documentos digitalizados, desde que acompanhados de declaração de autenticidade pelo empreendedor. O envio de documentos por meio eletrônico torna o processo de abertura de empresas mais rápido e contribui para um ambiente mais favorável para empreendedores e investidores no Brasil, pois dispensa protocolos físicos, evita duplicidade de procedimentos e reduz deslocamentos.

Justiça considera legal aplicação de teste do bafômetro por empresas

Teste do bafômetro: empresa aplica teste em empregados e Justiça julga que prática é legal Foto: Pablo Jacob / Pablo Jacob/11-02-2018

Após ser submetido a um teste do bafômetro durante o trabalho, um caldeireiro de Itabirito (MG) entrou com uma ação por danos morais contra a empresa. Como o teste era aplicado de forma aleatória entre os empregados, no início da jornada, a Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho considerou que a prática não caracteriza ato ilícito passível de reparação.

“O teste foi direcionado a outros empregados, e a escolha do caldeireiro se deu de forma aleatória, ou seja, foi impessoal”, explicou a ministra e relatora Maria Helena Mallmann.

No processo, o funcionário alegou que a prática era uma invasão em sua vida privada e ter sido alvo de piadas entre os colegas. Segundo ele, a obrigatoriedade do teste do bafômetro se restringia aos motoristas profissionais, e não a ele, contratado como caldeireiro. A empresa, então, negou qualquer situação de humilhação, explicando que a medida visa à saúde e à segurança dos empregados e do ambiente de trabalho.

O Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG) negou o pedido de indenização do caldeireiro por considerar que o ato da empresa pretende evitar a ocorrência de acidentes, não podendo, portanto, ser considerado ílicito.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Seimaisquevc disse:

    Se vier para o RN me lascou

  2. João B disse:

    O cara opera Caldeiras e ainda quer trabalhar mamado, brincadeira.

Tribunal de Justiça reforça decisão de 1ª instância e mantém credenciamento de empresas para emissão de placas Mercosul no Detran-RN

O pleno do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte manteve decisão da 5ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal e referendou a legalidade do credenciamento público de empresas realizado pelo DETRAN-RN para a fabricação e estampa das novas placas tipo Mercosul. Em seu despacho, o relator do processo no TJ, desembargador Cornélio Alves, ao negar o mandado de segurança pedido pelas empresas que não conseguiram se credenciar, fala em “ausência da fumaça do bom direito”. É a segunda tentativa infrutífera de barrar o credenciamento por liminar.

Na decisão anterior, o juiz Ítalo Lopes Gondim, da 5ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal, chegou a destacar no despacho que o Poder Público “cercou-se dos cuidados necessários à implementação dessa nova exigência”. Na decisão mais recente do TJ, o desembargador Cornélio Alves cita em seu despacho a ausência de motivos para a suspensão. Detalhes da decisão podem ser acessados consultando o site do judiciário sob o número do processo: 0800631-15.2019.8.20.0000. O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) também está acompanhando o caso.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. paulo disse:

    BG
    E o consumidor pagando a conta inclusive essa dos bombeiros. Um absurdo.

Justiça nega liminar e mantém credenciamento de empresas para placas feito pelo DETRAN

O juiz Ítalo Lopes Gondim, da 5ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal, entendeu que não havia motivos para suspender o credenciamento realizado pelo DETRAN-RN para a fabricação e estampa das novas placas tipo Mercosul. O magistrado negou liminar solicitada pelas empresas que não conseguiram se credenciar no processo. Estas empresas tentam, na Justiça e por dossiês enviados ao Ministério Público Estadual, melar o processo de seleção, que obedeceu aspectos legais, inclusive orientações do DENATRAN, seguidas por todos os Estados brasileiros.

Há um mês, o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) instaurou inquérito civil para apurar a legalidade na regulamentação e credenciamento de empresas para fornecimento das placas do modelo Mercosul no Detran-RN. O MP quer esclarecer por qual motivo as trinta e oito empresas que anteriormente estavam credenciadas para fornecimento de placas não puderam se credenciar no próprio órgão (Detran-RN) para fabricação e estampagem das “placas Mercosul”.

A ação do MP está calçada pelo dossiê montado pelas empresas que não obtiveram êxito no credenciamento. Algumas destas empresas, inclusive, tentaram via justiça interferir no processo, mas não obtiveram êxito.

Entraram na justiça tentando cancelar o processo de credenciamento as empresas BRIM PLAK COMERCIO E SERVIÇOS EIRELE, ZAM EMPLACADORA LTDA ME, VAGAL AUTO PLACAS LTDA ME, VAGAL AUTO, PLACAS LTDA ME, V K AUTO PLACAS LTDA ME, V DE ALMEIDA FERNANDES. O juiz Ítalo Lopes, em seu despacho negando a liminar, declarou “não está evidenciado o requisito da verossimilhança das alegações”, disse “não haver provas de prática de ato abusivo ou ilegal por parte do Poder Público”.

O juiz declarou ainda que o Poder Público “cercou-se dos cuidados necessários à implementação dessa nova exigência. Foi noticiado, inclusive no site da instituição, que o DETRAN, na semana que antecedeu o início da implantação das novas placas, suspendeu o atendimento ao público, a fim de providenciar à adequação dos sistemas de informática”.

Ministro da Cidadania quer reduzir de 60 para 10 milhões de reais o valor máximo de captação nas empresas para o incentivo a projetos culturais

Osmar Terra (Wilson Dias/Agência Brasil)

Osmar Terra, o ministro da Cidadania, agora responsável pelas áreas de esporte e cultura, fará profundas mudanças na Lei Rouanet. A principal delas: redução do valor máximo de captação. O teto passará de 60 milhões para 10 milhões de reais. A contrapartida social exigida do artista será ampliada.

O número de gratuidades disponíveis em espetáculos financiados com recursos da Lei Rouanet também aumentará, de 10% para prováveis 20%, embora o ministro sonhe com 30%. Parte desses bilhetes terá de ser distribuída a famílias de baixa renda inscritas no cadastro único do governo federal. Artistas com pendências em prestações de contas anteriores terão ainda mais dificuldades para inscrever projetos.

Radar On-Line, Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. ROMULO DUQUE disse:

    Olá ministro. O Sr. também vai tornar OBRIGATORIO que todos os segmentos que tem INCENTIVO FISCAL doem 20% do que produzem , gratuitamente para a população??
    É bom conservar com a industria automobilistíca e a ZONA FRANCA DE MANAUS eles têm enormes incenvitos.

Lava Jato investiga esquema de propinas de US$ 31 milhões de empresas do mercado internacional do petróleo; seis presos e Interpol acionada

Reprodução: TV Globo

A Polícia Federal (PF) prendeu seis pessoas na manhã desta quarta-feira (5) na 57ª fase da Operação Lava Jato, que investiga o suposto pagamento de US$ 31 milhões – R$ 119 milhões – em propinas a funcionários da Petrobras por empresas que atuam na compra e venda de petróleo e derivados – atividade conhecida como trading.

Ao todo, são 11 mandados de prisão (veja abaixo quem são os alvos), todos a serem cumpridos no Rio de Janeiro, e 26 de busca e apreensão. Seis pessoas foram presas e quatro estão foragidas e foram colocadas na lista de procurados da Interpol. Um alvo não foi preso porque está hospitalizado.

Entre as empresas investigadas estão Vitol, Trafigura e Glencore. Juntas, elas seriam responsáveis por US$ 15 milhões em propinas.

De acordo com a PF, a atividade criminosa permitia que as empresas conseguissem ganhos acima dos praticados pelo mercado. Também foram identificados indícios de irregularidades no aluguel de tanques de armazenagem da Petrobras pelas empresas investigadas, e no afretamento de navios.

Os pagamentos de propina ocorreram entre 2009 e meados de 2014 segundo o Ministério Público Federal. A PF afirma não descartar que o esquema continue até hoje.

A 57ª fase, batizada de “Sem Limites”, é a segunda autorizada pela juiza Gabriela Hardt, que substitutiu Sérgio Moro após a saída do ex-juiz para participar da equipe de transição do presidente eleito Jair Bolsonaro e, posteriormente, assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Além das prisões e buscas e apreensões, a Justiça expediu 6 intimações para tomada de depoimentos e determinou sequestros de bens.

A Lava Jato vai apurar se o ex-executivo da Petrobras Paulo Roberto Costa, um dos primeiros delatores da operação, omitiu esses fatos das autoridades. Ele cumpre pena atualmente em regime aberto.

Alvos de mandados de prisão

Veja quem são os alvos de mandados de prisão, e do que eles são suspeitos.

Luiz Eduardo Loureiro Andrade: intermediador de pagamento de vantagem indevida

Carlos Henrique Nogueira Herz: intermediador de pagamento de vantagem indevida

Bo Hans Vilhelm Ljungberg: intermediador de pagamento de vantagem indevida

Márcio Pinto de Magalhães: representante da Trafigura no Brasil

Rodrigo Garcia Berkowitz: empregado da Petrobrás na sede em Houston

Paulo César Pereira Berkowitz: é pai de Rodrigo Garcia Berkowitz, empregado da Petrobrás

Carlos Roberto Martins Barbosa: ex-empregado da Petrobrás

César Joaquim Rodrigues da Silva: ex- funcionário da área de marketing e comercialização da Petrobrás

Marcus Antônio Pacheco Alcoforado: ex-gerente da Área de Marketing e Comercialização da Petobrás

Gustavo Buffara Bueno: advogado, funcionário de André Luiz dos Santos Pazza

André Luiz dos Santos Pazza: advogado

De acordo com as investigações, esses dois advogados lavavam dinheiro para agentes públicos. Um atual funcionários da Petrobras e dois ex-gerentes estão entre os presos.

O G1 tenta localizar a defesa dos citados.

Os presos serão levados para a Superintendência da PF, em Curitiba. Os investigados podem responder por corrupção, organização criminosa, crimes financeiros e de lavagem de dinheiro, segundo a PF.

As operações de trading de óleos combustíveis e derivados eram de responsabilidade da diretoria de Abastecimento da Petrobras, especificamente da gerência executiva de Marketing e Comercialização.

‘Gigantes’ sob investigação

Vitol, Trafigura e Glencore pagaram, respectivamente, US$ 5,1 milhões, US$ 6,1 milhões e US$ 4,1 milhões para intermediários e funcionários, segundo o MPF. Os pagamentos estão relacionados a mais de 160 operações de compra e venda de derivados de petróleo e aluguel de tanques para estocagem.

O G1 entrou em contato com a Vitol, mas, nenhum representante se encontrava para falar sobre as suspeitas levantadas pela Lava Jato. A Trafigura informou que não comenta questões legais. O G1 tenta contato com a Glencore.

Para o MPF, as provas mostram um esquema em que as empresas investigadas pagavam propina para ter mais facilidades nos negócios, como preços mais vantajosos e contratos mais frequentes.

Os negócios envolviam compra e venda no mercado internacional de óleos combustíveis (produtos utilizados para geração de energia térmica em fornos e caldeiras); gasóleo de vácuo (produto intermediário utilizado na produção de gasolina e diesel); bunker (combustível utilizado nos motores de navio) e asfalto.

A propina, ainda conforme o MPF, beneficiava funcionários da gerência executiva de Marketing e Comercialização, que subordinada à diretoria de Abastecimento. As investigações mostraram, ainda, que as operações foram conduzidas pelo escritório da Petrobras em Houston, nos Texas, nos EUA; e pelo centro de operações no Rio de Janeiro.

Os investigados se referiam ao esquema como “delta business”, uma referência à letra delta do alfabeto que é usada na matemática para representar a diferença entre duas variáveis.

Segundo o MPF, no esquema, os investigados chamavam de delta a diferença entre o preço de mercado de compra ou venda do petróleo ou derivados e o preço mais vantajoso concedido às tradings mediante pagamento de propina.

Paulo Roberto Costa

A diretoria de Abastecimento da Petrobras, que foi comandada por Paulo Roberto Costa, era responsável pelo setor onde foram identificados os crimes investigados nessa fase.

O delegado Filipe Pace afirmou que, a partir das descobertas dessa fase da Lava Jato, Paulo Roberto Costa pode ser alvo de diligências de investigação. Segundo Pace, ele não relatou o esquema no acordo de colaboração que assinou. “Se tivermos indícios de omissões dolosas, terá que ser, talvez, efetuada alguma medida contra ele”, disse o delegado.

Segundo o Ministério Público Federal, Paulo Roberto Costa pode perder, inclusive, os benefícios do acordo de delação.

Executivo ligado a ex-cônsul é alvo

Um dos mandados de busca e apreensão é contra Omar Emir Chaves Neto. Ele é diretor de uma empresa de transporte marítimo.

Chaves Neto era ligado a Konstantinos Kotronakis, ex-cônsul honorário da Grécia. Kotronakis chegou a ser proibido de deixar o país, pelo então juiz federal Sérgio Moro, por suspeita de pagar propina ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.

Os policiais permaneceram cerca de uma hora no apartamento de Chaves Neto, no Rio de Janeiro (RJ). Eles apreenderam um computador, um HD externo e um celular.

Outro alvo de busca é Jorge Oliveira Rodrigues.

‘Braço comercial’

O delegado da PF Filipe Hille Pace afirmou que está foi a primeira vez que a Lava Jato atingiu um “braço comercial” da Petrobras.

“Crimes praticados dentro de gerências e setores que visam efetivamente praticar atividade de fim da empresa, que é a comercialização, negociação de petróleo, derivado, biocombustíveis, petroquímicos, etc”,disse Pace.

O procurador da República Athayde Ribeiro Costa reforçou essa diferenciação na nota etapa da operação: “É o principal ataque da Lava Jato na área comercial da Petrobras”.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. DJ disse:

    A PETROBRAS SO FICARA LIVRE DE CORRUPCAO, QUANDO FOR PRIVATIZADA.
    ENQUANTO POLITICOS TIVEREM METENDO O DEDO NA EMPRESA, A CORRUPCAO IRA EXISTIR!!
    O GOVERNO SO DEVE GERENCIAR, SAUDE, EDUCACO E SEGURANCA.
    NADA MAIS!!

  2. Valdemir disse:

    Eu avisei, o moro vai fazer uma devassa nesse país, os desonestos e os defensores deles, vão penar. Hehehe

  3. Flauberto Wagner disse:

    Quando eu penso que nada mais tem a ser acrescido ao lamaçal chamado operação Lava Jato, ai aparece mais situações escabrosas.
    Isso me faz crer que vivemos em um país aonde o crime sempre compensa.

Empresa opta por avião para fugir de roubo de cargas nas estradas do Brasil

Remédios e celulares estão abandonando estradas e viajando só de avião no Brasil.

A escolha tem sido feita até para trajetos curtos, como São Paulo-Rio, em que por terra a carga chega no mesmo dia, relatam o diretor-geral da Latam Cargo Brasil, Diogo Elias, e o diretor de Cargas da Gol, Eduardo Calderon.

No aeroporto de Viracopos, segundo principal terminal de cargas do país, o valor dos itens transportados subiu 17% entre 2016 e 2017, e o volume, 11% —ou seja, cada metro cúbico foi ocupado por carga mais valiosa.

A concessionária BH Airport registrou em 2017 alta de aproximadamente 19% no volume de cargas domésticas.

O movimento é confirmado não só por empresas aéreas e aeroportos mas também pelas transportadoras, que, antes, enviavam parte desses produtos por terra.

O motivo é o roubo nas estradas, cujo número de ocorrências quase dobrou no país de 2011 a 2016, segundo a Firjan (federação das indústrias do Rio), para 22.547 em 2016.

Mais assaltos significam risco maior do frete terrestre, e, quanto mais valiosa for a carga, maiores serão as exigências das seguradoras para cobrir esse risco.

Folhapress

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. ????? ??????? disse:

    Só falta agora os bandidos cercarem os aeroportos.

  2. Bolsonaro disse:

    Daqui a pouco vão inventar uma modalidade de roubo no ar ! Será que não aprenderam que o que está errado são a leis pra bandidos ?

  3. chico da burra disse:

    Concordo. Não teríamos roubos nas rodovias e sim nas ferrovias!!!

  4. otavio disse:

    Se tivéssemos 1 boa rede ferroviária não teríamos este problema de roubos de cargas nas rodovias.Acho inadimissível 1 país com dimensões continentais não ter nas ferrovias seu principal meio de transportes de cargas e passageiros.Como seria bom pegar 1 trem como se faz na Europa ou America do Norte e percorrer grandes distancias,tipo Natal/São Paulo ou Rio de Janeiro,Salvador,etc.Acho investir em ferrovia deveria ser 1 prioridade.

Google, Microsoft, Yahoo! e Facebook se unem para enfrentar a NSA na justiça

27955.43078-NSAFacebook e Yahoo! se uniram ao Google e a Microsoft para enfrentar o governo dos Estados Unidos no Tribunal de Vigilância de Inteligência Estrangeira (FISA) do país. Eles querem que as solicitações de dados que receberam da Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA) sejam divulgadas publicamente.

Microsoft e Google acionaram o FISA em agosto, mas o processo foi adiado a pedido do governo norte-americano para que exista tempo para negociar. Na última segunda-feira (09), o Google atualizou seu pedido, solicitando que a empresa tenha “permissão para publicar estatísticas detalhadas sobre os tipos de solicitações de segurança nacional que recebemos sob a Lei de Vigilância de Inteligência Estrangeira, incluindo a seção 702”.

A seção 702, chamada “FISA Amendment Act”, de 2008, é a suposta base legal para todo o esquema de espionagem online do governo. Basicamente, a seção 702 concede ao governo novos poderes para controlar as comunicações de pessoas que se supõe que sejam estrangeiras e vivam fora dos Estados Unidos.

“Dadas as importantes questões políticas públicas que estão em jogo, também pedimos ao tribunal para manter sua audiência aberta ao invés de ter as portas fechadas. É hora de mais transparência”, escreveu Richard Salgado, o diretor de segurança da informação do Google, e Pablo Chavez, diretor de políticas públicas e assuntos governamentais do Google, em um post no blog da companhia.

A postura da gigante da web é que “os níveis de segredo que se acumularam em torno de pedidos de segurança nacional minaram as liberdades fundamentais que estão no centro de uma sociedade democrática”. A Microsoft também alterou a sua petição na última segunda-feira, uma vez que se comprometeu a trabalhar em parceria com o Google em sua tentativa de conseguir permissão para divulgar os dados solicitados pela NSA.
Gigantes unidos pela transparência

Enquanto isso, a batalha pela transparência ganhou novos aliados: Facebook e Yahoo!, que também decidiram apresentar suas reivindicações ao Tribunal FISA. Colin Stretch, vice-presidente e conselheiro geral do Facebook, disse que o governo dos Estados Unidos não tem feito o suficiente para “tratar adequadamente” as preocupações do público em relação a segurança de suas informações e das empresas de internet que lidam com elas.

“Nós acreditamos que existem mais informações que o público merece saber, e que ajudaria a promover um debate informado sobre se os programas de segurança do governo equilibram adequadamente os interesses de privacidade enquanto tenta manter a segurança pública”, disse o executivo.

Em sua petição, o Facebook pediu para publicar o número total de pedidos que recebe relacionados com pesquisas físicas, registros comerciais e ordens de escuta, bem como o número total de usuários que tiveram suas mensagens e outros conteúdos pessoais liberados para a NSA.

Já o Yahoo! entrou com uma petição similar a do Google, onde a empresa diz que está impossibilitada de se empenhar plenamente no debate sobre o “uso correto dos poderes do governo”, pois ele impôs uma restrição à liberdade de expressão da empresa.

“Acreditamos que a importante responsabilidade do governo dos Estados Unidos de proteger a segurança pública pode ser realizada sem proibir as empresas de internet de compartilhar o número de solicitações referentes a segurança nacional que recebem”, disse Ron Bell, conselheiro geral do Yahoo! ao britânico The Guardian.

As quatro empresas citadas tiveram seus nomes envolvidos no escândalo do vazamento dos documentos de Edward Snowden, já que elas supostamente deixavam a NSA acessar os dados de seus clientes. Agora, os gigantes da internet lutam para corrigir o que dizem se tratar de falsas alegações.

Canal Tech

TRT-RN: Empresas pagam dívidas e retiram bens do leilão

Antes mesmo do início do leilão unificado do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região, na próxima segunda-feira (12), muitos devedores que tiveram bens penhorados para o pagamento de ações trabalhistas têm procurado o TRT-RN para quitar ou negociar suas dívidas.

Esse é o caso do Potiguar Esporte Clube, que quitou sua dívida com a 1ª Vara do Trabalho de Natal e retirou do leilão a sua sede, no centro de Parnamirim, avaliada em R$ 8,8 milhões.

Outro imóvel retirado do pregão, com o pagamento da dívida, foi um prédio residencial localizado na rua Lafayette Lamartine, em Candelária, construído numa área de 900m2 e avaliado em R$ 1 milhão.

Pregão – Durante três dias serão leiloados mais de 150 lotes de bens penhorados pelas Varas do Trabalho de Natal, Assu, Caicó, Currais Novos, Macau e Pau dos Ferros por falta de pagamento de ações trabalhistas. São imóveis, terrenos urbanos e rurais, prédios comerciais e residenciais, veículos e equipamentos.

O prédio do salão de beleza Pequeno Príncipe, na avenida Rio Branco, no centro de Natal, avaliado em R$ 300 mil, será um desses bens penhorados, assim como os equipamentos de uma fábrica de salgadinhos, avaliados em R$ 70 mil.

Entre os terrenos, destacam-se uma área de 615 m2 na avenida Nascimento de Castro, em Dix-Sept Rosado, no valor de R$ 531 mil e outra medindo 858 m2 no Tirol, avaliado em R$ 200 mil.

Os destaques entre os veículos são três ônibus da Viação Nordeste, dois caminhões, caminhonetas, veículos de passeio e motos.

Lances – O leilão será realizado no auditório do Pleno do TRT-RN, a partir das 8:00h de segunda (12), sob a presidência do juiz Antônio Carneiro, coordenador da Central de Apoio à Execução (CAEx) e prosseguirá na terça (13) e na quarta-feira (14).

O valor arrecadado durante os três dias de leilão será utilizado para pagamento de dívidas trabalhistas já transitadas em julgado e que não cabem mais recursos.

A participação no leilão poderá ser presencial ou on-line. Quem desejar participar na forma eletrônica deverá realizar cadastro prévio no site do TRT-RN, dentro do sistema de Hasta Pública Eletrônica.

Os donos dos bens penhorados e em vias de ser leiloados, poderão retirá-los do pregão antes da abertura do leilão. Basta apenas que o interessado procure a CAEx, no TRT-RN e quite suas dívidas.

Confira a lista completa dos bens que serão leiloados pelo TRT-RN: http://www.trt21.jus.br/publ/leiloes/pdfs/2013/Leilao-Caex-0025_12-08-2013.pdf

LEILÃO UNIFICADO DO TRT/RN

Data: Segunda (12), Terça (13) e Quarta-feira (14)

Horário: 8:00h

Local: Sala de Sessões do Pleno (Av. Capitão Mor-Gouveia, 1738 – Lagoa Nova).

IBGE: RN foi segundo estado do NE com mais empresas falidas

Do G1 RN

O Rio Grande do Norte foi o segundo estado do Nordeste que, em 2010, amargou mais resultados negativos quanto à sobrevivência e falência de empresas, segundo estatísticas publicadas nesta segunda-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), através do estudo Demografia das Empresas. O estado só ficou atrás do Maranhão em ambos quesitos analisados.

A taxa de sobrevivência de empresas no Rio Grande do Norte foi de 74,1% em 2010, sendo a oitava menor taxa do Nordeste. O Maranhão foi o estado com o pior desempenho nessa modalidade de análise, com a menor proporção de sobrevivência de empresas da região, com 71,8%.

Já em relação à taxa de saída de empresas do mercado, o RN  ocupou, em 2010, a segunda posição do ranking da região Nordeste, com 17,9%, ficando atrás, mais uma vez, do Maranhão, que somou 21,4%.

De acordo com Ivanilton de Oliveira, do Setor de Disseminação de Informações do IBGE/RN, vários fatores foram responsáveis pelas elevações negativas destes dois índices no Rio Grande do Norte. “A elevada carga tributária, as dificuldades no escoamento da produção, a falta de recursos para capacitação dos gestores, a falta de assessoria técnica e a necessidade de capital de giro, levaram muitas pequenas empresas à falência no estado”, ressaltou Ivanilton Oliveira. Ele disse, ainda, que mais da metade das pequenas empresas formais abertas no Rio Grande do Norte, a partir de 2007, faliram.

Em contrapartida, no mesmo período analisado (o ano de 2010), foram registradas 28.107 empresas ligadas à área de comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas, com 99.370 empregadas. O saldo de aberturas foi superior à taxa de saída de empresas com este perfil, com uma diferença de 6,2% e 6.166 novos funcionários, contra 1.881 pessoas demitidas, o que corresponde a 1,9%.

Em relação à indústria de transformação, o saldo também foi positivo, com 4.278 empresas gerando empregos para 75.017 pessoas. A taxa de entrada – abertura de empresas – neste segmento de mercado foi de 3,9% (admissões) contra 0,6% de saídas (demissões). Conforme dados do IBGE, a economia potiguar passou por um processo de recuperação em 2010,entretanto, com saldo positivo no número de contratações e na abertura de novas empresas.

Segundo Ivanilton Oliveira, em contrapartida, o constante fluxo de fechamento e abertura de empresas prejudica o crescimento econômico do estado e, consequentemente, a dinâmica do mercado. Diferente das pequenas empresas, as indústrias de grande porte instaladas no Rio Grande do Norte registraram aumento de 20,72% em 2010, quando comparados os índices com 2009.

Para Ivanilton, a principal diferença entre as grandes e as pequenas empresas, é o aporte financeiro disponível para investimentos, assessoria técnica e capacitação dos gestores. O problema em comum às empresas, porém, ainda de acordo com Ivanilton, é a elevada carga tributária paga pelo empresário que se instala no Rio Grande do Norte. “Faltam incentivos e isto é um grande problema”, destacou.

Quase metade das empresas não passa do 3º ano de vida, diz IBGE

Do total de 464,7 mil empresas abertas em 2007, 224 mil já haviam fechado as portas até 2010 – o equivalente a 48,2% –, de acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgado nesta segunda-feira (27). Segundo a pesquisa, 23,9% das empresas fecharam ainda no primeiro ano de vida. Até 2009, apenas 61,3% das empresas abertas em 2007 sobreviveram.

De 2007 a 2010, as atividades que apresentaram as mais altas taxas de sobrevivência foram saúde humana e serviços sociais (61,4%), eletricidade e gás (60,8%) e água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação (57,4%). Já as menores taxas de sobrevivência foram apresentadas por artes, cultura, esporte e recreação (45,6%), outras atividades de serviços (46,5%) e atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (47,4%).

Porte
O levantamento do IBGE mostra que a taxa de sobrevivência está relacionada ao porte das empresas. Entre as companhias abertas em 2007 sem pessoal assalariado, apenas 45,3% permaneciam abertas em 2010. Já entre as que tinham entre 1 e 9 trabalhadores assalariados, a taxa de sobrevivência em 3 anos foi de 70,3%. Entre as de grande porte, o percentual alcançou 80,2%.

“Portanto, as empresas maiores, com maior capital imobilizado, tendem a permanecer mais tempo no mercado, pois os custos de saída costumam ser elevados, dentre outros fatores”, avalia o IBGE.

Empresas novas
De cada cinco empresas em atividade em 2010, uma era nova, segundo o IBGE. Naquele ano, 999.123 entraram no mercado no país, número 5,5% superior ao registrado no ano anterior.

Essas novas empresas geraram, no total, 2.294.015 novos postos de trabalho, sendo 1.023.753 assalariados, e foram responsáveis por 6,2% de acréscimo no pessoal ocupado total.

Já as empresas que saíram do mercado levaram junto 1.318.293 postos, sendo 363.848 assalariados.

“O saldo, considerando as empresas entrantes, sobreviventes e saídas, permanece positivo: de 2009 para 2010, houve um acréscimo de 8,2% no pessoal ocupado total (2.830.242) e de 9,1% no pessoal ocupado assalariado (2.582.415)”, aponta o IBGE.

Cenário em 2010
De acordo com o Cadastro Central de Empresas (Cempre), havia no Brasil, em 2010, 4,5 milhões de empresas ativas, que ocupavam 37,2 milhões de pessoas. Dessas, 30,8 milhões (82,9%), eram assalariadas e 6,4 milhões (17,1%) eram sócios ou proprietários.

Os salários e outras remunerações pagos no ano pelas entidades empresariais totalizaram R$ 566,1 bilhões, com um salário médio mensal de R$ 1.357,99, equivalente a 2,9 salários mínimos médios mensais. A idade média dessas empresas era de 9,7 anos.

Fonte: G1

Twitter é a rede social mais popular entre grandes empresas

O uso de redes sociais se fortifica a cada dia. O microblog Twitter é a rede social mais usada entre as grandes empresas do mundo, aponta o “Estudo Global Social Mídia Check-up”, divulgado nesta terça-feira (17). A pesquisa foi realizada pela Burson-Marsteller.

O relatório mostra que 80% das 100 primeiras empresas que estão na lista elaborada pela revista Fortune, que inclui nomes como Telefônica, Santander e Repsol, possuem pelo menos uma conta nesta rede.

Cada uma destas empresas, conforme o estudo, tem uma média de quase 15 mil seguidores no Twitter, um número que foi triplicado a partir de 2011.

Depois do Twitter, as redes sociais mais usadas pelas grandes companhias são YouTube e Facebook. Isso porque, 79% destas empresas possuem um canal próprio no site do YouTube, sendo que no último ano esse índice era situado em 57%.

No caso do Facebook, o número de empresas que possui pelo menos uma página nesta plataforma é de 74%. Apesar de sua recente implementação, a rede Google+ também já é utilizada por 48% das grandes corporações.

O “Estudo Global Social Media Check-up” foi desenvolvido pela empresa Burson-Marsteller, com dados da Visible Technologies, que se dedica ao acompanhamento, análise e serviços de mídias sociais para empresas internacionais.

Fonte: Época / EFE