A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) informa que os candidatos aprovados no concurso público de 2010, que foram convocados no último sábado (09) no Diário Oficial do Estado (D.O.E) tem até o dia 08 de dezembro deste ano para se apresentarem. Ao todo, foram nomeados 57 candidatos aprovados em concurso para o Quadro Geral de Pessoal do Estado, destinados a Sesap.
Dos 57 profissionais, foram convocados um médico cardiologista, seis clínicos, um ortopedista, treze enfermeiros, dois farmacêuticos, dois bioquímicos e 32 técnicos de enfermagem. Todos irão reforçar os serviços de saúde do Hospital Regional Mariano Coelho, no município de Currais Novos.
Os convocados devem se apresentar na Coordenadoria de Recursos Humanos (CRH), situada no 9° andar do edifício sede da Sesap, na Av. Marechal Deodoro da Fonseca, 730 – Centro, Natal, no horário das 8h às 12h e das 13h às 17h, de segunda a sexta-feira. A relação de exames e documentos necessários se encontra disponível no site da Sesap: www.saude.rn.gov.br, clicando na Aba “Serviços” e depois em “Concursos”.
Ao se apresentar na Sesap o convocado recebe uma guia de encaminhamento, para levar os exames solicitados à Junta Médica, que funciona no prédio da Emater no Centro Administrativo do Governo do Estado, em Natal. No horário das 8h às 12h de segunda a sexta-feira. Para os convocados que possuem um segundo vínculo empregatício, devem trazer uma declaração contendo as seguintes informações: o tipo de vínculo se público ou privado, além da carga horária diária e semanal. “É algo que os convocados sempre esquecem”, alerta o coordenador de Recursos Humanos da Sesap, Carlos Roberto Pinto.
Após a nomeação, os profissionais tem um prazo de 30 dias para tomar posse e mais 30 dias para entrar em exercício. Para a prestação dos serviços de saúde com qualidade e resolutividade é essencial a celeridade dos convocados nesse processo. Os telefones para entrar em contato com a Coordenação de Recursos Humanos são: (84) 3232-2679 ou (84) 3232-2666.
Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro | Foto: divulgação
A liquidação do Banco Pleno, decretada nesta quarta-feira (18) pelo Banco Central, elevou para cerca de R$ 58 bilhões o custo total estimado do caso Master ao Fundo Garantidor de Créditos.
Segundo o FGC, apenas o Pleno exigirá R$ 4,9 bilhões para honrar depósitos cobertos, envolvendo cerca de 160 mil credores. Esse valor se soma a aproximadamente R$ 53 bilhões já relacionados ao Banco Master — incluindo uma linha de liquidez concedida em 2025, a liquidação do próprio banco em novembro e a do Will Bank em janeiro. O Pleno pertencia a Augusto Lima, ex-sócio do Master.
Como o Pleno já não integrava o conglomerado, investidores poderão ser ressarcidos em até R$ 250 mil por instituição. O FGC informou que o impacto final ainda está em análise.
Para recompor a liquidez, o conselho do fundo aprovou um plano emergencial: bancos devem antecipar até sete anos de contribuições (cinco anos imediatos, em três parcelas, mais 12 meses em 2027 e 12 em 2028) e pagar um aumento extraordinário de 30% a 60% nas contribuições mensais por pelo menos 60 meses. Há ainda a discussão sobre usar recursos do compulsório, medida que depende de aval do Banco Central.
O FGC afirmou que as discussões com as instituições associadas e o BC estão em andamento e que uma deliberação deve ocorrer no curto prazo.
Todas as pesquisas e trackings que o Palácio do Planalto teve acesso apontam numa só direção: foi catastrófico para Lula o desfile da Acadêmicos de Niterói.
Não só o conjunto da obra não agradou a quem a essa altura o governo deveria querer seduzir — os evangélicos. Foi pior: a ala que representou a “família tradicional” dentro de uma lata de conservas está sendo vista no próprio governo como o símbolo do desastre.
“Todo um trabalho de aproximação com os evangélicos foi jogado fora”, diz um líder petista.
Um ministro de Lula chega a dizer que essa ala é a “prova de que o governo não teve qualquer interferência na concepção do desfile”.
O fato é que o PT já começou desde ontem a tentar baixar o fogo.
Diz Edinho Silva, presidente do PT:
— A Acadêmicos de Niterói teve e tem autonomia para definir seu enredo e suas alegorias, tentar utilizar uma construção da escola para atacar o presidente Lula chega a ser ridículo; todos sabem do respeito que ele tem pela comunidade evangélica, e pelas suas lideranças.
O fim da escala 6×1 e a implementação de jornada de trabalho de 36 horas semanais em discussão no Congresso Nacional podem gerar uma redução do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro de 6,2% se forem adotadas de forma imediata, sem regras de transição ou instrumentos para diminuição do impacto no mercado de trabalho.
A simulação ainda avalia que o custo da proposta sem adoção de ferramentas para atenuar o impacto da redução de jornada pode ocasionar em queda de renda per capita, fechamento de empresas e até mesmo perda de empregos.
Os efeitos foram apurados por um estudo do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas) assinado pelos professores Fernando de Holanda Barbosa Filho e Paulo Peruchetti.
Os pesquisadores usaram bases de dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), considerando apenas a mão de obra como fator de produção e levando em conta o valor agregado à economia (que inclui informações do mercado formal e informal).
“É um exercício sobre os efeitos que as empresas podem enfrentar se nenhum instrumento for adotado para amenizar o aumento de custo de mão de obra que pode ocorrer de um dia para o outro”, explicou Barbosa Filho.
Atualmente, três PECs estão em debate no Congresso. A mais recente está na Câmara e implementa a jornada 4×3 sem transição (totalizando 36 horas por semana). Também na Câmara, outra proposta já tramita desde 2019 e prevê a diminuição gradual da jornada atual de 44 horas semanais num prazo de 10 anos até alcançar as 36 horas.
A proposta mais antiga é do Senado Federal. Ela está pronta para votação no plenário (sem data marcada) e determina redução imediata para 40 horas semanais (escala 5×2). E nova queda escalonada em quatro anos até 36 horas semanais (4×3).
Perdas
Com base em dados de 2024, o estudo apurou que o custo da hora trabalhada pode crescer 22%, se comparado ao pago na jornada de 44 horas por semana.
A queda na geração de riqueza varia entre os segmentos da economia e estão quantificados sem a previsão de ganhos de produtividade no período.
Os setores com maior perda de valor agregado com a adoção da nova jornada são: transportes (-14,2), indústria extrativa (-12,6%), comércio (-12,2%), Siup (serviços industriais de utilidade pública, -10,6%) e serviços de informação e comunicação (-10,5%).
O trabalho do FGV Ibre chama atenção para a dificuldade de se contar com ganhos de produtividade para ajudar na recomposição de custos das empresas.
É que entre 2012 e 2024, segundo o IBGE, a taxa nacional de crescimento da produtividade horas do trabalho foi zero. A estagnação no país se repetiu entre 2018 e 2024 e dos 12 segmentos pesquisados apenas Siup (5%), agropecuária (3,3%), construção (1,8%) e outros serviços (1,2%) alcançaram taxas positivas.
Com base no crescimento histórico dos ganhos de produtividade, apenas a agropecuária conseguiria compensar a perda de valor agregado com o aumento no custo de mão de obra.
E mesmo quando a simulação projeta um crescimento de 2% na produtividade hora do trabalho, apenas 2 dos 12 segmentos iriam alcançar a compensação.
Mão de obra
Os pesquisadores ainda apontam alguns impactos para a mão de obra. A redução de horas trabalhadas no comércio pode afetar a remuneração de quem recebe comissões por vendas.
Com base em dados oficiais, o estudo apontou que os trabalhadores com maior escolaridade (nível médio completo/superior incompleto e superior completo) seriam os beneficiados com aumento real de salário.
Pelos dados de 2024, esses grupos têm jornadas semanais maiores (39,3 e 38,9) enquanto trabalhadores sem instrução ou com fundamental incompleto já estão próximos da futura jornada (36,2).
Fernando de Holanda lembra que, na Constituição de 1988, o Brasil reduziu a jornada de trabalho máxima de 48 horas para 44 horas semanais. Apesar do corte grande, não houve ganhos de produtividade com a medida.
O Brasil precisa se preocupar em qualificar a sua mão de obra. Pra isso existe repasses mensais nas guias do INSS para o “SISTEMA S”. Todo trabalhador que estiver recebendo o seguro desemprego deveria ser obrigado a frenquentar um curso de qualificação ou requalificação no Sistema S. São medidas simples que num futuro próximo já poderíamos colher os bons frutos. Fica a dica para a classe politica tentar implementar no Brasil. Nao a escala 6×1 que é puramente eleitoreira.
A Avenida da Alegria, na Redinha, encerrou sua programação de Carnaval nesta terça-feira (17), consagrada como um dos principais polos da folia natalense. Ao longo dos quatro dias oficiais da festa, somados à prévia do carnaval, o polo ultrapassou o número de meio milhão de pessoas ao longo da programação que reuniu grandes nomes da música.
O último dia contou com apresentações de Cavaleiros do Forró, Xanddy Harmonia e Capilé, encerrando com mais de 80 mil pessoas um ciclo que transformou a região e ofereceu estrutura completa de segurança, transporte e acessibilidade.
O prefeito Paulinho Freire comentou a transformação vivida na região. “A gente sempre acreditou no potencial da Redinha e de toda a Zona Norte. Ver essa avenida cheia de famílias, moradores e visitantes mostra que a região tem força para receber grandes eventos e continuar crescendo. É um movimento que valoriza o bairro, gera renda e faz a cidade olhar ainda mais para esse lado de Natal.”
Para quem vive na Redinha há décadas, o Carnaval de 2026 representou uma transformação histórica. João Francisco, 70 anos, e sua esposa, Nanete Brito, moradores da Avenida da Alegria há mais de 30 anos, acompanharam a festa de perto.
“É muito bom poder estar na companhia da minha esposa e da minha família, vendo toda essa festa de camarote que é a minha casa. Foi muito bonito ver essas bandas passando aqui, vendo a animação do povo. Tudo muito organizado”, declarou.
A aposentada Sebastiana Matias, frequentadora assídua dos tradicionais blocos da Redinha, viveu pela primeira vez a experiência da Avenida da Alegria. “É o primeiro carnaval que eu passo aqui na Avenida da Alegria, que eu nunca tinha vindo. Eu vinha pra cá, curtia os bloquinhos, mas não vinha pra cá porque eu tinha medo. Gostei muito. Me senti confortável e muito segura. Com certeza voltarei mais vezes com toda a minha família”, afirmou.
A avaliação positiva foi confirmada pela secretária municipal de Segurança Pública e Defesa Social, Samara Trigueiro. “Sucesso absoluto. Aqui na Avenida da Alegria e em nenhum dos outros polos tivemos registro de ocorrência grave, como roubo, tentativa de homicídio ou feminicídio. A gente considera, em razão da quantidade de público presente, um sucesso absoluto”, afirmou.
O sucesso de público refletiu diretamente no comércio local. Cícera Almeida, proprietária de um restaurante no Mercado Público da Redinha, precisou ampliar sua equipe para atender à demanda. “Me surpreendi positivamente, tive que contratar mais pessoas para trabalhar aqui no box para atender a toda a demanda que está chegando. Muito turista, muita gente daqui mesmo. Comparado com outros anos, tenha certeza de que está sendo bem melhor. Estou muito feliz!”, comemorou.
A vendedora de bebidas, Leda Santos, que trabalhou desde os shows do pré-carnaval, também aprovou o desempenho das vendas. “Nossas vendas aqui foram maravilhosas, superaram muito. Os trios com os cantores, maravilhosos. A organização foi ótima, temos os nossos banheiros, assistência médica e segurança muito boas”, afirmou.
Eficiência de segurança e mobilidade
A operação de segurança contou com a atuação conjunta da Guarda Municipal, Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar, além do apoio da segurança privada e dos bombeiros civis. Foi implementado também um protocolo operacional padrão nos três principais polos para proteção de pessoas em situação de risco, incluindo crianças, adolescentes, pessoas idosas, pessoas com deficiência, mulheres e vítimas de violência.
A mobilidade também foi destaque na organização do evento. A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU) disponibilizou seis linhas especiais do Transporte Folião, com 34 veículos por dia, totalizando 572 viagens ao longo dos quatro dias, com capacidade para transportar 5.500 passageiros.
A secretária Jódia Melo explicou os ajustes realizados na operação. “A gente fez algumas mudanças em relação ao ano de 2025, que foi o primeiro ano, era tudo muito novo, e este ano já aprimoramos a operação. As seis linhas saíam para todas as regiões da cidade”, disse.
A grande novidade foi a criação do Expresso Nélio Dias, que conectava a Avenida da Alegria diretamente ao polo do Ginásio Nélio Dias a cada 15 minutos. “Esta linha, que foi criada este ano, foi inovadora. Ela já transportou 3.081 passageiros nos três primeiros dias. Ou seja, mais de mil pessoas saíram diariamente direto para o Nélio Dias”, acrescentou.
Quanto ao trânsito, a STTU cadastrou 859 moradores com veículos na área restrita, garantindo o direito de ir e vir durante a festa. A pedido dos comerciantes da Avenida do Caju, a interdição passou a ocorrer apenas a partir das 14h, permitindo o acesso de clientes durante a manhã.
Com apresentação de Esportes da Sorte, o Carnaval de Natal é uma realização da Prefeitura do Natal.
Servidores da Receita Federal do Brasil e do Serpro suspeitos de envolvimento em vazamento de dados fiscais de autoridades serão ouvidos pela Polícia Federal nos próximos dias. A investigação apura acessos irregulares a informações sigilosas, incluindo dados de familiares de ministros do Supremo Tribunal Federal.
A informação é da colunista Manoela Alcântara, do Metrópoles. Na terça-feira (17), quatro investigados foram alvo de mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. A próxima etapa inclui depoimentos à PF, que tenta identificar se a quebra de sigilo fiscal teria sido encomendada para eventual venda das informações a terceiros. A operação foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, após pedido da Procuradoria-Geral da República, dentro do chamado inquérito das fake news.
Segundo o Supremo, os servidores investigados são Luiz Antônio Martins Nunes, Luciano Pery Santos Nascimento, Ruth Machado dos Santos e Ricardo Mansano de Moraes. As apurações apontam que dados fiscais da esposa do ministro Moraes, Viviane Barci de Moraes, além de informações de parentes de outros magistrados, teriam sido acessados sem autorização.
Além das buscas, foram impostas medidas cautelares, como afastamento das funções públicas, uso de tornozeleira eletrônica, proibição de acesso aos sistemas da Receita e do Serpro, recolhimento domiciliar noturno e impedimento de deixar o país. Também houve determinação para entrega de passaportes e restrições migratórias.
Paralelamente, a Receita Federal deverá enviar ao STF um relatório detalhado com todas as consultas realizadas envolvendo ministros da Corte e familiares diretos. Em nota, o órgão afirmou que não tolera desvios relacionados ao sigilo fiscal e destacou que seus sistemas são rastreáveis, permitindo identificar e punir eventuais irregularidades.
É inacreditável, os crimes praticados pelos ministros são abafados, já para quem ousar denunciá-lo, esses serão investigas e provavelmente presos, só em ditaduras se ver esses atos itimidatorios.
CADÊ OS SENADORES?
Descobrir possíveis ilícitos do poderosos pode ser uma furada, igualzinho a pintar um perdeu mane numa estátua, os brasileiros sofrem com algumas verdades.
O Banco Central do Brasil decretou nesta quarta-feira (18) a liquidação extrajudicial do conglomerado prudencial do Banco Pleno S.A.. A instituição é controlada por Augusto Ferreira Lima, ex-CEO e ex-sócio do Banco Master.
Em nota, a autarquia informou que a medida foi motivada pelo comprometimento da situação econômico-financeira do grupo, com deterioração da liquidez, além de infrações às normas que regem a atividade bancária e descumprimento de determinações do próprio BC. Segundo o órgão, o conglomerado é de pequeno porte, representando 0,04% dos ativos totais e 0,05% das captações do Sistema Financeiro Nacional.
O histórico recente envolve mudanças societárias relevantes. Em 2024, o Banco Central aprovou a aquisição do Banco Voiter (antigo Indusval) pelo Master. Já em julho de 2025, Augusto Lima foi autorizado a comprar o Voiter de Daniel Vorcaro, rebatizando a instituição como Banco Pleno S.A.
O Banco Central afirmou que seguirá apurando responsabilidades dentro de suas competências legais. O resultado das investigações poderá levar à aplicação de sanções administrativas e à comunicação às autoridades competentes. Conforme previsto em lei, os bens dos controladores e administradores da instituição ficam indisponíveis a partir da decretação da liquidação.
A Mocidade Alegre conquistou nesta terça-feira (17) o título do Carnaval de São Paulo após uma apuração emocionante no Sambódromo do Anhembi. Com 269,8 pontos, a escola do bairro do Limão garantiu a vitória no último quesito divulgado e levantou seu 13º troféu, consolidando-se como a segunda maior campeã da folia paulistana, atrás apenas da tradicional Vai-Vai.
A disputa foi apertada até o fim. A Gaviões da Fiel terminou na segunda posição com 269,7 pontos, seguida pela Dragões da Real, que somou 269,6. Também garantiram vaga no desfile das campeãs a Acadêmicos do Tatuapé e a Barroca Zona Sul, completando o grupo das cinco melhores colocadas.
Com o enredo “Malunga Léa – Rapsódia de uma Deusa Negra”, a Mocidade Alegre homenageou a atriz Léa Garcia, exaltando o protagonismo negro e a trajetória da artista no Brasil e no mundo. A escola foi a terceira a desfilar na segunda noite do Grupo Especial e voltou ao topo após ter ficado em quarto lugar no ano anterior. A comissão de frente contou com participações conhecidas, como os ex-BBBs Fred Nicácio e Thelminha.
Na apuração, Mocidade e Gaviões foram as escolas que mais receberam notas 10 — 29 e 28 respectivamente — mostrando o alto nível técnico da disputa. A presidente Solange Bichara comemorou muito o resultado e agradeceu repetidas vezes após a confirmação do título. A leitura das notas seguiu o regulamento tradicional: cada escola começa com nota máxima e perde décimos conforme avaliação dos jurados, sempre com justificativa técnica.
A vitória reforça a força recente da Mocidade Alegre, que acumulou a maioria de seus títulos a partir dos anos 2000 e vem se firmando como uma das potências do Carnaval paulistano. O desfile das campeãs acontece no próximo sábado (21), reunindo as melhores escolas da temporada em mais uma noite de festa no Anhembi.
A decisão do ministro Alexandre de Moraes de determinar investigação sobre o vazamento de dados fiscais de integrantes do Supremo Tribunal Federal agravou o clima interno na Corte, que já vinha desgastado nas últimas semanas em meio às disputas relacionadas ao Caso Master.
A informação é do colunista Igor Gadelha, do Metrópoles. Nos bastidores, ministros que costumam divergir de Moraes criticaram a medida, avaliando que a solicitação feita à Receita Federal deveria partir exclusivamente do presidente do STF, Edson Fachin. Para esses magistrados, a decisão teria sido tomada sem comunicação prévia aos demais colegas, aumentando a sensação de desconforto dentro do tribunal.
Outro ponto que gerou reação foi o fato de a diligência ter sido determinada no âmbito do inquérito das fake news, que corre sob sigilo. Segundo relatos reservados, alguns ministros consideram inadequado o uso desse procedimento para apurar o caso e classificam a iniciativa como excessiva, num momento de forte tensão institucional.
Por outro lado, aliados de Moraes defendem a medida e afirmam que não há irregularidade na decisão. Eles lembram que a investigação sobre servidores da Receita suspeitos de acessar dados sigilosos teria sido solicitada pela Procuradoria-Geral da República, e que o objetivo é identificar responsáveis por ataques e vazamentos envolvendo membros da Corte.
O episódio, porém, amplia a divisão interna no STF e reforça o cenário de desgaste entre ministros, em um momento em que a instituição enfrenta pressão externa e debates intensos sobre sua atuação em casos de grande repercussão política.
A divisão no STF deve ser por causa da desproporcionalidade dos salários dos cônjuges. O que não faz sentido algum. O ator principal dos filmes tem que ganhar mais que os atores coadjuvantes.
O potiguar Marcelinho está fora do Big Brother Brasil 26. O médico de Currais Novos foi eliminado nesta terça-feira (17) com 68,56% dos votos em um paredão contra Samira e Solange Couto.
No discurso, o apresentador Tadeu Schmidt fez uma metáfora com o Carnaval para definir a trajetória do participante. Ele destacou que, em toda edição, é preciso se sobressair para marcar o público, afirmando que Marcelinho demonstrava disposição para “sambar”, mas parecia aguardar ser chamado para o centro da avenida. Ao final, cravou: “O Carnaval acabou pra você, Marcelinho”.
Marcelo entrou no reality após ser escolhido pelo público na Casa de Vidro do Nordeste, com 68,23% dos votos. Aos 31 anos, o médico deixou o Brasil para cursar Medicina na Bolívia e, durante o período de formação, trabalhou como modelo e vendedor de trufas para se manter.
A eliminação encerra a participação do único representante do Rio Grande do Norte na edição.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o reajuste salarial para servidores do Legislativo federal — incluindo Câmara, Senado e também o Tribunal de Contas da União — mas vetou dispositivos que permitiriam pagamentos extras acima do teto constitucional. A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União nesta quarta-feira (18).
Com a sanção, passam a valer mudanças na estrutura das carreiras, como a criação da Gratificação de Desempenho e Alinhamento Estratégico, que substitui modelos anteriores de bônus e passa a ter natureza remuneratória, submetida ao limite salarial do funcionalismo. Também foi reconhecido o caráter de carreiras de Estado para os servidores envolvidos, além da ampliação de cargos e funções no TCU.
Apesar disso, o presidente vetou pontos considerados sensíveis, como mecanismos que poderiam gerar aumento automático de despesas nos próximos anos. Entre os trechos barrados estão reajustes escalonados previstos para 2027, 2028 e 2029, pagamentos retroativos continuados e a criação de licença compensatória que poderia ser convertida em dinheiro — prática vista como brecha para ultrapassar o teto constitucional, atualmente fixado em cerca de R$ 46,3 mil mensais.
Segundo o Palácio do Planalto, a decisão teve como base a Lei de Responsabilidade Fiscal, que impede a criação de novas despesas obrigatórias sem previsão de execução dentro do próprio mandato presidencial. A avaliação do governo é que manter esses dispositivos poderia comprometer o equilíbrio fiscal nos próximos anos.
A sanção com vetos ocorre em meio ao debate sobre gastos com pessoal no serviço público e aumenta a pressão política no Congresso, já que parlamentares poderão tentar derrubar parte das restrições impostas pelo Executivo nas próximas sessões.
Comente aqui