Geral

Cresce na Europa movimentos conspiratórios sobre a Covid e sinal de alerta é ligado em serviços de inteligência

Foto: STEFAN WERMUTH / AFP

“Não é um vírus”, diz Monique Lustig segurando um guarda-chuva cheio de mensagens contra a vacinação em holandês. Na Alemanha, Hellmuth acrescenta: “Covid é uma fábula da máfia financeira internacional”. “E se estivéssemos realmente num filme?”, pergunta o francês Christophe Charret.

De Haia a Stuttgart, passando por Paris, todos eles afirmam estar lutando contra o “controle de mentes”, contra as redes “pedófilas”, contra a “plandemia” inventada por uma elite governante com planos sombrios.

Eles se consideram defensores de um “discurso alternativo” às verdades oficiais e seguem o exemplo do movimento de teoria da conspiração QAnon americano para expressar a sua visão conspiracionista dos assuntos candentes nas redes sociais.

Expulsos do Twitter e do Youtube, eles se sentem perseguidos. Optaram por plataformas secundárias para trocar informações – na sua maioria falsas – que, segundo eles, são ocultadas pelos meios de comunicação “mainstream”.

Acompanhamos durante meses estes viveiros conspiratórios na Europa.

Entre eles há membros do QAnon, fundamentalistas protestantes, antivacinas, populistas de direita, terapeutas alternativos, homens de negócios, artesãos, desempregados, e até médicos.

Uma equipe heterogênea que está em plena ascensão preocupa os serviços de inteligência, que temem desestabilidades à democracia.

— A conspiração está florescendo nas redes sociais, vemos que está também organizando células clandestinas. É obviamente uma ameaça — adverte o coordenador nacional dos serviços secretos franceses, Laurent Nunez, que reconhece que as teorias de QAnon chegaram à França.

Nas redes sociais, os grupos europeus QAnon, ou ligados a eles, surgem e se juntam. Os Décodeurs da França têm mais de 30 mil assinantes no aplicativo de mensagens Telegram. Figuras da conspiração alemã como Attila Hildmann e Xavier Naidoo têm mais de 100 mil seguidores; e o britânico Charlie Ward, que difunde propagandas pró-Trump a cada quinze minutos, atingiu quase 150 mil.

— Há um coquetel molotov em marcha: o enfraquecimento do tecido socioeconômico, um forte movimento de expressão contestada em plataformas digitais, onde é fácil transmitir discursos conspiratórios, e o calendário eleitoral — afirmou uma funcionária dos serviços secretos da França.

— Estes são movimentos que surgiram há mais ou menos dez ou quinze anos. São alimentados por uma conspiração antissistema. Há uma porosidade com grupos de extrema-direita — diz um alto funcionário dos serviços secretos franceses que reconhece que o que é novo é a inclusão de “pessoas de origens bastante variadas”.

Esses pensamentos podem destruir famílias que se sentem impotentes perante a adesão dos seus entes queridos. Foi isto que aconteceu a Paulo (o nome foi mudado), que contou sobre o lento tendencionamento da sua mãe “para o outro lado”.

— Ela vivia em reclusão, passava um tempo incrível na internet a procura de respostas à sua raiva contra a injustiça do mundo. Ela consumia YouTube 24 horas por dia, os canais de conspiração eram a sua única janela para o mundo — diz o livreiro de 48 anos.

— O confinamento foi a cereja no bolo. A Covid foi a confirmação de todas as suas teorias sobre o fim do mundo — acrescenta ele.

Obsessão com Bill Gates

Estamos em meados de março, no pacato vilarejo de Uithoorn, no sul de Amsterdã. Lange Frans desdobra a sua fita métrica e, bem apressadamente, nos convida a entrar no seu estúdio de gravação.

— Aqui não há máscara — solta, sarcasticamente, o rapper que chegou a ser conhecido nos anos 90.

Entre duas metáforas musicais, conta, orgulhosamente, do “show clandestino”, sem medidas de distanciamento social, do qual participou no dia anterior.

Já há alguns anos, seus podcasts têm sido um sucesso na Holanda. Durante duas horas, o cantor conversa com uma personalidade para dar uma visão “alternativa” sobre assuntos correntes: Covid, acidente do avião MH-370, pedofilia, OVNIs… Tem espaço para tudo.

— Siga o rastro do dinheiro — fala Lange Frans entre cartazes de Bob Dylan e guitarras.

— Tomemos o caso de Bill Gates. As pessoas devem descobrir sobre ele, que não tem nenhum diploma médico nem experiência em vacinas. A única razão pela qual recebe tanta atenção é porque tem dinheiro — diz o cantor em inglês impecável.

Para este jovem de 40 anos, cujo canal do YouTube é frequentemente suspenso, a Covid é uma “novela” e uma “gripe exagerada” de que os meios de comunicação social não param de falar.

Ceticismo

Naquele mesmo domingo, véspera das eleições parlamentares holandesas, 3 mil pessoas reuniram-se na cidade de Haia contra as restrições anti-Covid. Um carnaval vigiado de perto pela polícia.

Semanas antes, a Holanda sofreu várias noites de tumultos violentos após impor toque de recolher obrigatório.

Participaram das manifestações ativistas do populismo, pessoas que denunciam um governo mundial e defensores dos medicamentos naturais.

Estavam unidos por um denominador comum: ceticismo em relação ao discurso oficial sobre a pandemia do Covid-19.

— Não é um vírus, é uma ferramenta para uso do poder. A elite mundial se organizou. Muitos pensam que é muita loucura para ser verdade, mas trabalharam nisso por mais de 20 anos — diz a restauradora Monique Lustig.

Um pouco mais longe, Jeffrey, um estudante de 21 anos, distribui folhetos denunciando o “Grande Reset”, plano do Fórum Econômico Mundial para relançar a economia depois do Covid-19, que esconde, segundo ele, o controle da liberdade e a subjugação da população.

Quem criou a pandemia? Cada um dá uma resposta diferente, mas geralmente citam dois avatares do capitalismo global: o organizador do Fórum Económico Mundial, Klaus Schwab, e Bill Gates.

— A elite global está se aproveitando da situação para criar uma nova sociedade. Somos milhares aqui convencidos de que não é uma pandemia — acrescenta Ard Pisa, um antigo banqueiro que se tornou defensor da medicina alternativa para curar o câncer.

— Oito milhões de crianças desaparecem todos os anos. Isto faz parte do nosso mundo, não devemos fechar os olhos, há muitos casos de pederastia que passam despercebidos — continua, abordando um dos temas favoritos dos apoiadores de QAnon.

Este número, frequentemente reportado pelas ONGs de proteção da criança, inclui. na realidade, todos os desaparecimentos denunciados, dentre os quais estão os que fogem, que na grande maioria dos casos são encontrados.

Estado profundo

A manifestação em Haia não é uma exceção na Europa. Os protestos contra as restrições antiviolência incluem sistematicamente muitos seguidores de teorias conspiratórias.

Na Dinamarca, membros do grupo “Homens de Preto” afirmam que o coronavírus é um “esquema”. Em Berlim, as bandeiras de QAnon são vistas com frequência nestes comícios, que podem reunir até dez mil pessoas. Um punhado deles até tentou forçar entrada no Parlamento em agosto passado.

De acordo com um inquérito publicado em Setembro de 2020, um terço dos alemães acredita que as “potências secretas” controlam o mundo.

Os tópicos favoritos de QAnon são ingredientes básicos deste pote de conspiração.

— QAnon é um ponto de encontro para grupos de extrema-direita, pessoas que acreditam em OVNIs, pessoas que pensam que 5G será usado para controlar pessoas — explica Tom de Smedt, um investigador belga que foi autor de vários estudos sobre a ascensão do movimento na Europa.

A opinião pública tomou consciência da existência deste movimento, nascido nos Estados Unidos, durante a invasão do Capitólio em janeiro.

O seu nome vem de mensagens crípticas postadas por um certo “Q”, supostamente um alto funcionário norte-americano próximo de Trump. Muito ativo nos Estados Unidos desde 2017, ele defende a ideia de que um “Estado profundo”, pilotado por um punhado de elites, governa a ordem mundial.

O falso escândalo Pizzagate, em que os democratas foram acusados de estarem à frente de uma arena de pederastia, é um dos fundamentos da sua luta.

Inclusive agora, uma das suas últimas falsas notícias circulando se refere ao mesmo assunto: mais de mil crianças foram libertadas dos porões do navio “Ever given” que bloqueou o Canal do Suez, como parte de um tráfego internacional encorajado por Hillary Clinton.

‘Ponto de inflexão’

— As mensagens de Q são a bíblia do conspirador — diz Christophe Charret com um sorriso.

Este homem de negócios afável e atlético que recebe a reportagem na sua casa moderna nos subúrbios de Paris define-se como um “conspirador moderado”.

São quase 20h e o primeiro-ministro Jean Castex acaba de anunciar que o confinamento será prorrogado em parte da França. Mas na sala de estar de Charret, a televisão foi desligada.

Tudo está acontecendo no seu pequeno escritório, na sótão, onde se prepara para falar sobre as notícias da Aliança Humana, uma associação com 12 mil assinantes na rede Telegram que decifra assuntos correntes por meio de um prisma conspiratório.

Ao som de música digna dos filmes de Hollywood, as imagens seguem uma após a outra de modo bem acelerado: Kennedy, 11 de setembro, 5G, vacina, Donald Trump, o epidemiologista francês Didier Raoult, e, claro, Bill Gates.

— O mundo é gerido por um conglomerado financeiro-tecnológico que controla a soberania do povo. A tecnologia torna possível fazer coisas preocupantes, o controle da consciência, particularmente, não é um mito —diz Charret, atrás dele está um “Q” feito de guirlanda luminosa.

Nessa noite, em um vídeo com cerca de 30 mil visualizações, ele interveio para falar sobre as vacinas, Joe Biden, e os esforços humanitários da associação para angariar fundos para os estudantes necessitados.

— Estamos em um ponto de inflexão no mundo, dois lados estão guerreando e aqueles que seguram as rédeas não são nossos amigos. E farão tudo o que estiver ao seu alcance para não as largarem, mas há forças trabalhando para um futuro Dia D — conclui, insistindo no empenho pacífico e na rejeição da violência.

Replicagem no Telegram

Na Europa, os chamados QAnon são bastante discretos e escassos. A administração do movimento permanece profundamente americana. Mas os seus herdeiros no Velho Continente assumiram a base ideológica.

— Todos os QAnon europeus apoiam a narrativa oficial, sobretudo apoio a Trump e às ideias de extrema-direita, porém cada grupo adapta estas mensagens aos interesses locais — aponta o diretor de estratégia da empresa israelita de cibersegurança ActiveFence, Nitzan Tamari.

— Entre os tópicos sobre os quais existe consenso entre os diferentes grupos, encontramos a Covid-19 e as conspirações de vacinas que constituem a maior parte das mensagens trocadas, mas também se trata das conspirações sobre o estado profundo e a pedofilia — explica o israelita.

— QAnon é como um caranguejo ferido que se retira para dentro da sua carapaça. O Twitter fez um tremendo trabalho apagando contas — recorda o investigador Tom de Smedt.

Mas esta varredura digital não atingiu as raízes do sucesso destas teorias.

— Há um sentimento de raiva que não é de esquerda ou de direita, mas anti-elite. E esse sentimento não desapareceu — acrescenta Tom de Smedt.

Contaminação do debate público

O número de rumores que se difundem entre os grupos de Telegram espalha-se frequentemente a partir deste “núcleo duro” e acabam chegando à opinião pública.

Em janeiro, na Alemanha, em um formidável estudo de caso de propagação de fake news, milhares de mensagens denunciaram subitamente em várias redes a intenção de criar “salas de masturbação” para menores em num jardim de infância de Teltow, ao sul de Berlim.

A informação, divulgada por centenas de funcionários eleitos do partido de extrema-direita AfD, levou um deputado da maioria no poder a criticar a iniciativa. Na realidade, tudo isto resultou de um artigo de jornal local cujas citações mal interpretadas foram amplificadas exponencialmente nas redes sociais.

Na França, o documentário Hold-Up — uma confusão de quase três horas de relatos conspiratórios por médicos, deputados, investigadores e sociólogos — tem sido visto por vários milhões de pessoas.

Denominada por muitos funcionários eleitos da maioria governamental como “propaganda de complô”, tornou-se uma referência para todos os céticos, independentemente da sua orientação política.

Em 2019, um estudo da Fundação Jean Jaurès mostrou que o eleitorado de Marine Le Pen, líder da extrema-direita francesa, é de longe o mais permeável às teorias da conspiração.

A bênção dos populistas

Na Holanda, após uma campanha centrada na hostilidade, a formação populista Fórum para a Democracia quadruplicou o seu número de assentos nas eleições legislativas.

Em Urk, uma pequena cidade no ultraprotestante “Cinturão Bíblico”, onde o sarampo ainda assolou em 2019, o Fórum subiu para o terceiro lugar.

Tal como o Fórum, alguns partidos populistas europeus não abraçam oficialmente a retórica do complô, mas mantêm um discurso ambíguo e apelativo o suficiente para este eleitorado frequentemente enojado com a política.

— As pessoas aqui têm dúvidas sobre a vacina. Há razões médicas – os seus efeitos são desconhecidos – mas também religiosas. Acreditam em Deus ou na vacina? Podemos interferir com os planos de Deus? — pergunta o Reverendo Alwin Uitslag, que dá as boas-vindas à reportagem na sua casa localizada junto a uma das muitas igrejas do vilarejo.

Longe do mar, a 500 km de Urk, Christina Baum está fazendo campanha à luz do sol no estado de Baden-Württemberg, o bastião alemão de protesto contra as medidas sanitárias.

Alguns dias antes das eleições nesta região, a porta-voz regional de saúde do partido de extrema-direita alemã AfD fala aos seus apoiadores sobre o coronavírus sem máscaras ou tabus.

Um deles, Hellmuth, ataca, dizendo que se trata de “fábula da máfia financeira criminosa internacional”.

Baum recusa-se a contradizer este discurso: na AfD, todas as opiniões são bem-vindas.

Calendário eleitoral

— Com o Covid, teorias de que nunca tinha ouvido falar vieram à luz. E eu acho isso impressionante. O que quer fazer com estas pessoas? Quer dizer-lhes que as isolamos completamente da sociedade? Isso não é possível. Temos de procurar o diálogo com todos — diz Baum.

— Aqueles que votam em partidos de extrema-direita têm uma maior tendência a acreditar em teorias de conspiração ligadas à Covid. Este é o caso de um em cada cinco eleitores da AfD — afirma um relatório de fevereiro de 2021 encomendado por várias ONGs, incluindo a Fundação Amadeu Antonio.

Discursos que encontram eco na França, especialmente entre os “Patriots”, um pequeno partido soberanista cujo líder, Florian Philippot, denuncia todos os sábados em manifestações pelo país o “Coronaloucura”.

Embora esteja limitado a algumas formações políticas populistas e manifestações esporádicas, este coquetel de múltiplos discursos conspiratórios preocupa os serviços secretos europeus.

Na Alemanha, o movimento “Querdenken”, que se opõe às medidas anti-Covid, está sob crescente vigilância em várias regiões devido às suas ligações com movimentos próximos da extrema-direita, cujo discurso desafia a constituição.

— Estamos trabalhando em um grupo de pessoas claramente definido que, constatamos, terem contato com extremistas. As teorias do complô podem atuar como um catalisador para a radicalização e uma porta de entrada para o extremismo — explica um oficial de inteligência em Baden-Württemberg.

Poderiam as teorias da conspiração, que se infiltraram no debate público e nas redes sociais, abrir a porta à desestabilização das nossas democracias?

— Estamos preocupados com a mudança para o ato violento destes indivíduos — diz um alto funcionário dos serviços secretos franceses que culpa “a interferência de informação do Estado russo” no caso das redes “Russia Today e Sputnik”.

Telegram e VK, duas das principais redes sociais onde os plotters se retiraram, partilham os mesmos criadores: os irmãos russos Durov.

— Na Alemanha, recentemente, a atmosfera nas manifestações tornou-se muito mais agressiva — diz o responsável pela segurança pública de Stuttgart.

— Para mim, o mais perigoso não são alguns radicais, mas este tipo de onda de desconfiança crescente em relação às instituições — teme o investigador francês Sylvain Delouvée.

— O desafio é saber se a eleição (presidencial) canalizará ou não esta vontade de expressar protesto — conclui a fonte dos serviços secretos franceses.

A França e a Alemanha irão oferecer uma primeira resposta nos próximos meses.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Nova Era, globalismo (não confundir com globalização), poder único central, enfraquecimento das nacionalidades, “o grande irmão” previsto por George Orwel. As individualidades vão sendo suprimidas e substituídas por uma identidade coletiva idealizada por pessoas “iluminadas”, que decidem o que é melhor para todos. E um vírus criado em laboratório, usado para amedrontar as pessoas e fazê-las abdicar de sua liberdade e de seu poder de escolha. E as pessoas vão sendo imbecilizadas e manobradas como gado. Enquanto isso, a ditadura chinesa, de onde surgiu esse vírus, vai lucrando com a crise sanitária mundial e disseminando seu poder sobre os povos. Parece ser algo absurdo?

    1. Comentário muito lúcido, e inteligente. A verdade é que a grande mídia e a “imprensa” tentam, a todo custo, esconder a verdade por trás da dominação imposta pelos ditos “progressistas”, que nada mais querem a não ser o controle social, a imposição de agendas globalistas, um governo global, titularizado por burocratas transnacionais, e a extinção de todo pensamento livre e democrático.

  2. Vão ser convocados pelo Renan Calheiros para depor na CPI da Cleptocracia? Só falta isso naquele circo dos horrores.

  3. O Mundo Virou De Ponta Cabeça…é só ver movimentos populares antes dos grandes conflitos mundiais…principalmente Idade Contemporânea.

  4. Maluco tem no mundo inteiro. Sempre teve. Só estão se sentindo mais empoderadas porque estão dando trela demais pra eles.

  5. Exatamente isso, as ovelhas estão correndo para o abate sem perceber, nego tomando vacina e morrendo, empresa que não quer ser responsabilizada por nada, se a vacina der errado……kkkkkkkkkkk…..Tomem 10 doses ovelhinhas…..kkkkkkkkkk

  6. Se no nosso país tem idiotas que apoiam, o maior ladrão de dinheiro público do mundo. Triste e saber que esse dinheiro roubado está fazendo falta pra sua segurança, pra sua saúde e nessa pandemia foi determinante pra o expressivo número de mortos, educação, infraestrutura, enfim pra população ter uma vida minimamente digna. Pior é saber que o autor desse crime, foi condenado após longo processo, com provas robustas, inclusive bilhões de reais recuperados, e a suprema corte anula o processo e ainda quer processar os agentes público que trabalharam incessantemente pra responsabilizar os autores desse crime. Somos um pais de acéfalos e tolos

    1. Concordo com tudo! Mas agora com essa desculpa de que lulaladrao roubou isso e aquilo, a boiada de corrupção é de corruptos está passando embaixo de nossos narizes e ninguém vê nem faz nada pq se iludiu com o MINTOmaníaco que se aliou com os mesmos condenados do mensalão e petrolão! Sabe aquele ditado que diz: dizem com que tu andas e direi quem és? Nada de novo, afinal a família das rachadinhas só está a dois anos no poder… Imagine quando chegar a 8 anos, a 12, a 14 anos como o PT ficou… Haja corrupção até lá! Haja tratoraço!

    2. Esse tal de Manoel F de fajuto, deveria ter vergonha, veja se te calas inútil, ninguém quer saber o que tu pensa, tua opinião e aquilo que desce pelo ralo do sanitario, se parecem muito. A vida oferece tempo, para com tuas idiotices desocupado.

  7. E vivam as teorias da conspiração que o MINTOmaníaco cria aqui pra manter os asseclas em alerta! O famoso “apito de cachorro”…

    1. Não vejo suas importantes de verdadeiras opiniões quando o assunto é corrupção da quadrilha da esquerda. Você não existiu quando o Brasil foi saqueado entre 2002 a 2018. Você saiu das sombras para acusar sem qualquer prova ou fundamento, é apenas um pateta que tem seus corruptos de estimação, sem qualquer discernimento entre a realidade e o mundo de faz de conta que vocês, esquerdopatas zumbis, vivem. Até aqui nenhuma opinião sua se consegue aproveitar nem as vírgulas, aliás, você não faz uso dela por não saber aplicar. É esquerdista legítimo.

    2. Fabiano, sai dessa narrativa idiota. O PT não existe pra mim faz quase duas décadas abestado! Daí eu tive que engolir o PT até 2014 roubando pra cacete, votei no MINTOmaníaco acreditando q seria diferente… Ledo engano, ele eh igual ou pior que lulaladrao! Sabe qual a diferença: O PT e a corja toda ficou 14 anos no poder e o MINTOmaníaco está a apenas dois anos! Será que eu vou ter q esperar novamente anos e anos engolindo um outro presidente corrupto? Outra coisa, há provas sim das rachadinhas da família Bolsonaro… Quem tem político CORRUPTO de estimação aqui eh vc cara!

    3. Fabiano, não adianta perder tempo com gente assim. Infelizmente, a polarização que vemos no Brasil parece ser algo irreversível. Quando leio certas asneiras e molecagens por aqui, quase sempre sobre assuntos sérios, fico a imaginar o caráter de seus autores e logo concluo que não devo conviver com tal gente. E isso nada tem a ver com intolerância com quem pensa diferente. É auto-preservação, assepsia do ambiente em que vivo. Tipo passar álcool gel nas mãos.

    4. Fabiano estou com Calígula, esse mané é um mané mesmo.

  8. É uma conspiração maçônico-reptiliana-comunista. Os iluminados da Baviera ainda tocam os rumos da civilização.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

[VÍDEO] Lula atribui apoio do PL ao fim da escala 6×1 à pressão popular

Imagens: g1

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atribuiu à pressão popular a decisão do PL de apoiar o fim da escala de trabalho 6×1. A declaração foi feita nesta terça-feira (13), durante cerimônia no Palácio do Planalto.

“Depois da pressão da sociedade e de todas as manifestações nas ruas deste Brasil, o partido do PL resolveu votar o fim da escala 6×1”, afirmou Lula.

Flávio Bolsonaro (PL-RJ), adversário do presidente no segundo turno, anunciou que votará a favor da proposta de emenda à Constituição (PEC). Ele disse que decidiu se posicionar conforme “a vontade da maioria do povo”.

Nos últimos dias, Lula vinha cobrando publicamente uma posição do PL e de Flávio sobre a proposta. Na quinta-feira (8), o presidente afirmou que o partido e o candidato não queriam assumir o compromisso de aprovar a mudança.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

PESQUISA FUTURA: Flávio Bolsonaro tem 50% e Lula, 46,6%, no 2º turno

Foto: Ricardo Stuckert/PR e Andressa Anholete/Agência Senado

Flávio Bolsonaro (PL) tem 50% das intenções de voto, contra 46,6% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na primeira pesquisa Futura Inteligência após o primeiro turno das eleições presidenciais.

A diferença é de 3,4 pontos percentuais, mas está dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Na rejeição, Lula registra 48,6%, enquanto Flávio tem 45,4%. Outros 1,2% rejeitam os dois candidatos, e 3% afirmam não rejeitar nenhum deles.

A Futura/100% Cidades entrevistou 2.000 eleitores em todo o país, entre os dias 7 e 10 de outubro, por meio de entrevistas por telefone. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-00650/2026.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Meta nega interferência política e cita falha técnica global em exibição do total de visualizações de Lula nas redes sociais

Foto: Luis Nova/Especial Metrópoles

A Meta negou ter favorecido Flávio Bolsonaro (PL) na disputa presidencial e atribuiu a uma falha técnica global os problemas na contagem de visualizações de conteúdos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Instagram.

Em resposta ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta segunda-feira (12), a empresa afirmou que o problema ocorreu em 7 de outubro, entre 15h50 e 20h49, e atingiu criadores de conteúdo em mais de cem países. Segundo a companhia, as publicações continuaram sendo distribuídas, embora as visualizações pudessem aparecer zeradas ou congeladas.

A Meta também declarou que, naquele dia, os conteúdos da conta oficial de Lula tiveram distribuição acima da média recente. A manifestação ocorreu após a campanha petista acusar a empresa de restringir o alcance das publicações do presidente e de favorecer o adversário.

A ação no TSE também questiona supostas restrições à publicidade digital da campanha e a permanência de conteúdos produzidos por inteligência artificial. O ministro Marco Aurélio Bellizze solicitou esclarecimentos à empresa.

A Meta se recusou a fornecer informações individualizadas sobre contas de terceiros citadas no processo, alegando proteção de dados, e pediu mais 48 horas para apresentar informações sobre medidas aplicadas aos perfis oficiais de Lula desde 16 de agosto.

A campanha petista contestou a resposta e afirmou que a empresa não apresentou provas de que a falha tenha atingido outros candidatos no Brasil. Para a equipe do presidente, episódios recorrentes envolvendo suas contas levantam suspeitas de interferência eleitoral.

Após a manifestação da Meta, a coligação de Lula e a Procuradoria-Geral Eleitoral terão 24 horas para se pronunciar sobre as explicações da empresa.

Com informações de O Globo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

APÓS SUSPENSÃO: Campanha de Lula registra canal “Exército do Lula” no TSE por ordem de Kassio Nunes

Foto: Leobark Rodrigues/TSE

A campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comunicou oficialmente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta terça-feira (13), a criação do canal “Exército do Lula”, no WhatsApp. A medida ocorreu minutos após o presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, determinar a suspensão das atualizações até a regularização do cadastro.

Pela decisão, o canal só poderá voltar a publicar conteúdos e receber novos seguidores após o registro e o cumprimento do prazo de 48 horas previsto nas normas eleitorais.

Administrado pelo deputado federal André Janones (MG), o canal era utilizado na propaganda eleitoral da campanha sem a comunicação exigida pela Justiça Eleitoral. O caso chegou ao TSE por meio de uma ação do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).

Kassio também determinou que a Meta, responsável pelo WhatsApp, monitore publicações do canal e de outros grupos públicos de grande alcance, além de remover conteúdos que reproduzam materiais já atingidos por decisões judiciais de retirada.

A empresa terá 24 horas após a notificação para informar as providências adotadas e os mecanismos de fiscalização utilizados.

O ministro havia determinado a suspensão do canal em 11 de outubro. Após uma decisão provisória de restabelecimento pelo corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, Kassio reexaminou o caso e estabeleceu novas condições para o funcionamento da página.

Com informações do Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

[VÍDEO] Flávio Bolsonaro é a favor do fim da escala 6×1

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta terça-feira (13) que votará a favor do fim da escala de trabalho 6×1, proposta defendida pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“A maioria dos trabalhadores brasileiros quer o fim da escala 6×1”, declarou Flávio após visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília.

A proposta prevê mudanças na jornada de trabalho, atualmente organizada, nesse modelo, em seis dias de trabalho para um de descanso. O tema está em discussão no Congresso Nacional.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

REENCONTRO: Jair Bolsonaro está satisfeito com resultado do 1º turno e deu dicas para campanha, diz Flávio

Foto: Reuters

O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta terça-feira (13) que o ex-presidente Jair Bolsonaro está satisfeito com o resultado do 1º turno das eleições e deu orientações para a disputa contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi feita após o senador visitar o pai, em Brasília.

“Eu conversei com ele, tá bem humorado, tá satisfeito com o trabalho que vem sendo feito, tá esperançoso que o Brasil vai mudar. É óbvio que ele dá algumas dicas aqui, mas não vou ficar externando, porque pode ser interpretado de forma maldosa e ser revertido contra ele”, declarou Flávio.

O encontro ocorreu após três meses de afastamento determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Flávio estava impedido de visitar o pai desde 13 de julho, quando divulgou uma carta do ex-presidente com conteúdo político-eleitoral.

A restrição de 90 dias terminou no último domingo (11). Apesar da autorização para retomar as visitas, Moraes manteve a proibição de utilizar os encontros para qualquer finalidade político-eleitoral.

Antes da visita, Flávio havia criticado a decisão judicial, classificando a restrição como uma tentativa de separar pai e filho durante a campanha presidencial.

Com informações da CNN Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

PESQUISA AFFARE: Blog do BG e Meio Dia RN divulgam primeiro levantamento do 2º turno no RN para Governo do Estado e Presidência da República

Fotos: Reprodução

O Blog do BG e o programa “Meio Dia RN”, da 96 FM, divulgam nesta quarta-feira (14), às 12h30, a primeira pesquisa Affare sobre as disputas de segundo turno para o Governo do Estado e presidente da República.

O levantamento vai mostrar as intenções de voto dos eleitores potiguares na disputa entre os candidatos a governador Allyson Bezerra (União Brasil) e Cadu Xavier (PT) e entre os presidenciáveis Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT).

A pesquisa realizou 1.350 entrevistas telefônicas automatizadas, com coleta entre 9 e 12 de outubro. A margem de erro prevista é de 2,67 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. Os registros na Justiça Eleitoral são RN-08411/2026 (governador) e BR-05784/2026 (presidente). O cenário presidencial se refere exclusivamente ao eleitorado do RN.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

[VÍDEO] Médico acusa secretário de Saúde do RN de perseguição e denuncia superlotação no Walfredo Gurgel

 

O médico Elder Freire da Silva Bezerra acusou o secretário estadual de Saúde do Rio Grande do Norte, Alexandre Motta, de perseguição profissional. Em vídeo publicado nas redes sociais no dia 4 de outubro, ele afirmou ter recebido uma ordem para deixar seu plantão no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal, mesmo com a unidade superlotada.

Segundo Freire, ele chegou ao hospital às 7h e, uma hora depois, foi informado de que seu plantão seria glosado, ou seja, não seria reconhecido para pagamento. O médico afirmou que estava escalado para um setor de emergência que precisava de profissionais para atender os pacientes.

Durante o desabafo, Freire criticou as condições do hospital, relatou a presença de várias ambulâncias e afirmou que esta seria a quarta vez que enfrentava situação semelhante. Segundo ele, episódios anteriores ocorreram na UTI e na clínica médica do Hospital Regional de Assú.

O médico atribuiu as decisões ao secretário Alexandre Motta. A justificativa administrativa para a suposta suspensão do plantão não foi esclarecida nas informações apresentadas.

Com informações do BNews RN

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

LUTO NA MÚSICA: Morre de câncer aos 60 anos o cantor Netinho, ícone do axé

Foto: Reprodução

O cantor Netinho, um dos principais nomes da axé music, morreu nesta terça-feira (13), aos 60 anos, em decorrência de um câncer. A morte foi confirmada pela assessoria do artista em comunicado publicado nas redes sociais.

Segundo a equipe, Netinho enfrentava um linfoma não Hodgkin do tipo B, que evoluiu para um quadro de falência renal e disfunção múltipla de órgãos. O cantor estava em tratamento médico em Salvador e havia retomado as sessões de quimioterapia, com previsão de passar por um transplante autólogo de medula óssea.

Em nota, a assessoria destacou a trajetória do artista e reproduziu uma declaração que ele costumava fazer durante os últimos meses de tratamento: “Partirei feliz, realizado, pois a vida me deu muito mais do que eu sonhei. Levarei comigo o sorriso de cada fã que foi feliz com a minha arte.”

Por desejo do próprio cantor, o velório e a cremação serão realizados de forma reservada, em cerimônia restrita a familiares e amigos próximos. A equipe também pediu respeito à privacidade da família neste momento.

Netinho havia se afastado das redes sociais para se dedicar ao tratamento. Sua última publicação no Instagram ocorreu em 30 de agosto. A última apresentação aconteceu em 25 de outubro de 2025, na cidade de Coronel Fabriciano, em Minas Gerais.

Nascido em Santo Antônio de Jesus, na Bahia, Netinho ganhou projeção nacional como vocalista da Banda Beijo, que integrou a partir de 1988. Em 1993, iniciou carreira solo com o álbum Um Beijo Pra Você e consolidou seu sucesso com músicas como “Milla”, “Beijo na Boca”, “Capricho dos Deuses” e “Preciso de Você”.

O cantor também marcou a história do axé ao levar um trio elétrico à Itália durante a Copa do Mundo de 1990. Em 1998, realizou cinco apresentações com ingressos esgotados no Coliseu de Lisboa, em Portugal.

Nos últimos anos, Netinho também participou da política. Apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro, filiou-se ao Partido Liberal (PL) em 2022 e disputou uma vaga de deputado federal pela Bahia. Recebeu 31.448 votos, mas não foi eleito.

Em 2013, o artista já havia enfrentado graves problemas de saúde, após complicações que resultaram em internação prolongada e tratamento no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

TSE: Nunes Marques volta a suspender canal “Exército do Lula” no WhatsApp

Foto: Kebec Nogueira/Metrópoles

O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, determinou novamente, nesta terça-feira (13), a suspensão das atualizações do canal “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) no WhatsApp. O espaço reúne cerca de 4,1 milhões de seguidores.

A decisão condiciona a retomada das publicações à comunicação formal do endereço eletrônico do canal à Justiça Eleitoral e ao cumprimento do prazo de regularização de 48 horas previsto nas normas eleitorais.

Nunes Marques também determinou que a Meta, empresa responsável pelo WhatsApp, faça o acompanhamento proativo das publicações em canais públicos de grande alcance vinculados às campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

A fiscalização deverá identificar e remover conteúdos idênticos ou substancialmente semelhantes a publicações que já tenham sido proibidas pela Justiça Eleitoral. A medida não abrange conversas privadas dos usuários.

O canal “Exército do Lula” havia sido suspenso inicialmente no domingo (11), após um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro, que acusou o grupo de disseminar informações falsas contra o candidato. A decisão foi revertida horas depois pelo corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, que autorizou seu funcionamento provisório.

A nova determinação considera informações técnicas da Assessoria de Enfrentamento à Desinformação do TSE sobre a estrutura e o funcionamento do canal, que combina administração centralizada e distribuição de tarefas entre os participantes.

O presidente do TSE também marcou uma reunião com representantes das campanhas de Lula e Flávio para esta terça-feira, às 15h30. O objetivo é discutir regras para a atuação dos canais digitais e tentar estabelecer um acordo para combater a disseminação de informações falsas durante o 2º turno.

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *