Geral

Simulação da Nasa mostra que asteroide dizimaria a Europa em colisão com a Terra

Foto: SCIEPRO/Getty Images

Um exercício de simulação realizado pela Nasa aponta que, caso um asteroide colidisse com a Terra, a Europa seria dizimada — e não existe, até o momento, uma forma conhecida para evitar o impacto causado pelo objeto espacial. Segundo a agência americana, o impacto da explosão causada pelo asteroide seria comparável ao de uma bomba nuclear.

A simulação, feita por especialistas das agências espaciais americana e europeia, levou em conta um asteroide fictício a 35 milhões de milhas de distância do planeta (ou mais de 56 milhões de quilômetros) que estaria se aproximando dele aos poucos.

Em um período de seis meses, ele acertaria a Terra, já que, por aqui, não existem as tecnologias necessárias para evitar uma eventual colisão. Na simulação, foi mostrado que as missões terrestres atuais não conseguiriam chegar ao espaço em tempo hábil para evitar o impacto causado pelo objeto.

No universo paralelo estudado pelos cientistas, o asteroide teria uma maior propensão de atingir a Europa Ocidental ou a região norte da África — e conseguiria acabar com o continente europeu inteiro. O asteroide fictício, chamado de 2021PDC, teria sido descoberto no dia 19 de abril, com 5% de chance de atingir o planeta no dia 20 de outubro.

“Se fôssemos confrontados com o cenário hipotético do 2021PDC na vida real, não conseguiríamos lançar nenhuma espaçonave em tão pouco tempo com as nossas capacidades atuais”, disseram os participantes em um comunicado. Mesmo se as espaçonaves fossem lançadas neste domingo (2), elas não chegariam a tempo de evitar a colisão daqui a cinco meses.

Explodir o asteroide podia até funcionar — mas, mesmo assim, com o 2021PDC tendo um tamanho estimado (de 35 a 500 metros), alguma parte dele poderia chegar à Terra e causar um sério problema.

Já no dia 30 de junho, o futuro da Terra estaria fadado ao fracasso, com o asteroide tendo uma forte probabilidade de atingir somente a Europa.

Uma semana antes do impacto do objeto, as chances de o continente ser atingido seriam de 99%, sendo que o asteroide provavelmente cairia entre a fronteira da Alemanha, da República Tcheca e da Áustria.

Nenhum asteroide dessa magnitude foi descoberto até agora, mas é estimado que dois terços de asteroides com mais de 140,8 metros ainda não foram descobertos.

A ideia da Nasa (e das outras agências espaciais) é tentar se preparar e adiantar um problema de tamanho imensurável.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. A cada dia que passa esse meteoro que vai dizimar a terra deixa de ser uma ameaça pra ser uma esperança.

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Saúde

Europa tem mais de um milhão de mortos pela Covid-19

Foto: Andreas Solaro/AFP

A Europa registrou mais de um milhão de mortos por covid-19 desde que o coronavírus foi descoberto na China em dezembro de 2019, segundo contagem realizada pela AFP a partir de balanços fornecidos pelas autoridades de saúde nesta segunda-feira às 15h30 de Brasília (18H30 GMT).

Os 52 países e territórios da região (que vai, ao leste, até o Azerbaijão e a Rússia) totalizam ao menos 1.000.288 mortos (entre 46.496.560 casos), à frente da América Latina e do Caribe (832.577 mortos, 26.261.006 casos), Estados Unidos/Canadá (585.428 mortos, 32.269.104 casos), Ásia (285.824 mortos, 19.656.223 casos), Oriente Médio (119.104 mortos, 7.011.552 casos), África (115.779 mortos, 4.354.663 casos) e Oceania (1.006 mortos, 40.348 casos).

No entanto, as tendências são muito diferentes neste grupo de países.

Após ter registrado até 8.700 mortes em uma semana no fim de janeiro, o Reino Unido viu a pandemia recuar (238 óbitos nos últimos sete dias), após ter vacinado maciçamente desde o começo de dezembro – cerca de 60% da população adulta já recebeu a primeira dose da vacina.

Outros países, como Itália (3.200 mortes desde terça-feira passada), Rússia (2.500) ou França (2.200) enfrentam uma terceira onda.

As cifras compiladas pela AFP se baseiam em informes diários publicados pelas autoridades sanitárias de cada país. Trata-se de uma estimativa parcial do número real de mortes, já que os organismos estatísticos de vários países chegaram à conclusão a posteriori de um número ainda maior de mortes vinculadas à covid-19.

A Europa superou o limite do meio milhão de mortos em 17 de dezembro, 11 meses após o anúncio da primeira morte na China, em janeiro de 2020. Outras 500.000 pessoas morreram em menos de quatro meses.

Desde o fim de março, a taxa de mortalidade se estabilizou.

A Europa registrou 27.036 mortes na semana passada, uma média de 3.900 por dia, cifras muito inferiores às da semana mais mortal, registrada no continente. Entre 14 e 20 de janeiro de 2021, foram contabilizadas 40.178 mortes, ou seja, 5.700 por dia.

Proporcionalmente à população, os países mais afetados do mundo são europeus: a República Checa é o país mais enlutado, com 261 mortes por 100.000 habitantes, seguida da Hungria (245) e da Bósnia-Herzegovina (228).

As mortes registradas na Europa, que tem 900 milhões de habitantes, ou seja, a nona parte da população mundial, representam um terço dos 2,94 milhões de vítimas da pandemia reportadas no mundo, dos mais de 136 milhões de casos diagnosticados desde o começo da pandemia, segundo contagem da AFP.

AFP

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Saúde

O que explica a lenta vacinação contra covid-19 na União Europeia

Foto: EPA

Apesar de seu peso econômico e diplomático, a União Europeia (UE) vem enfrentando problemas em seu programa de vacinação, iniciado no fim de dezembro. O total de imunizados até agora está bem abaixo de países como Estados Unidos e Reino Unido.

Na média dos países do bloco, o índice é de 14,2%, segundo o Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC, na sigla em inglês). O total dos que já receberam as duas doses da vacina é de apenas 6%.

No início de abril, a Organização Mundial da Saúde (OMS) criticou a lentidão da vacinação no continente europeu, o que poderia resultar “no prolongamento da pandemia”.

Vários fatores explicam os percalços da campanha de vacinação no bloco europeu.

E não é pela falta de compra de imunizantes: foram fechados acordos com quatro laboratórios que totalizam 1,1 bilhão de doses, além de mais 500 milhões em opções futuras.

São aplicadas atualmente na UE as vacinas da Pfizer-BioNtech, Moderna e Astrazeneca/Oxford. As primeiras entregas da Janssen, da Johnson & Johnson, estão previstas a partir de 19 de abril.

Outros dois contratos foram firmados com a alemã Curevac e a francesa Sanofi, que ainda não solicitaram autorização de uso na União Europeia, e representam outros 500 milhões de doses potenciais.

No total, os gastos da UE com vacinas ultrapassam 2 bilhões de euros (R$ 13,4 bilhões).

Por que a vacinação está lenta?

O comissário europeu da indústria, Thierry Breton, responsável pela campanha de vacinação na UE, prefere apontar um responsável pela lentidão da imunização nos países do bloco: o laboratório britânico AstraZeneca, que entregou apenas 30 milhões de doses das 120 milhões previstas no primeiro trimestre do ano e ainda com atraso.

“Se tivéssemos recebido 100% das vacinas AstraZeneca previstas no contrato, a União Europeia estaria hoje no mesmo patamar da Grã-Bretanha em termos de vacinação”, disse o comissário, acrescentando que o “vácuo” registrado “é devido unicamente às falhas nas entregas da AstraZeneca.”

No segundo trimestre, o laboratório sueco-britânico deverá entregar na UE apenas 70 milhões de doses, menos da metade das 180 milhões previstas.

Discussões na Europa apontam outros erros na estratégia de vacinação do bloco, a começar pela demora na aquisição das vacinas, diferentemente do que fizeram os Estados Unidos. O governo do ex-presidente Donald Trump começou a investir para acelerar o desenvolvimento de imunizantes contra a covid-19 em abril do ano passado.

O presidente da França, Emmanuel Macron, reconheceu em um discurso recente que a Europa não soube agir rapidamente em relação às vacinas. “Somos muito lentos, muito complexos e reagimos menos rápido do que os Estados Unidos”, declarou Macron.

Segundo ele, os americanos foram “mais ambiciosos”, e a Europa precisa voltar a ter “gosto do risco”, se referindo às futuras vacinas de segunda geração contra a covid-19.

Em junho passado, a UE decidiu fazer compras conjuntas de vacinas contra a covid-19, que ficaram a cargo da Comissão Europeia.

O objetivo foi garantir condições mais vantajosas nas negociações por conta dos grandes volumes, além de proteger os pequenos países do bloco, com mais dificuldades para adquirir imunizantes de maneira isolada. A distribuição é feita de maneira proporcional à população.

Recentemente, Macron voltou a defender essa estratégia. Mas as compras envolvendo 27 países membros, com burocracias na tomada de decisões e negociações longas para tentar garantir melhores preços, atrasaram o processo.

A UE também demorou para adquirir vacinas com a nova tecnologia de RNA mensageiro, da Pfizer e da Moderna. Os primeiros contratos com esses dois laboratórios foram firmados só em novembro.

Devido à falta de doses, alguns países do bloco começaram a evocar a possibilidade de comprar sozinhos outras vacinas, como a russa Sputnik V, que ainda não tem autorização de uso na Europa.

Foi o que fez a Hungria, que preferiu nem esperar o aval da agência europeia. Resultado: 25,5% da população húngara já recebeu a primeira dose, bem acima da média europeia, e quase 10% tomou a segunda.

Recentemente, o país registrou um pico no número de mortes diárias, com base na média dos últimos sete dias.

Além disso, houve problemas de logística para distribuição das vacinas na Europa e de adaptação da capacidade de produção no continente.

Ceticismo com a AstraZeneca

Esses problemas logísticos foram solucionados, e o número de unidades de fabricação dos imunizantes contra a covid-19 vem sendo ampliado na Europa.

Mas há um outro fator que pode perdurar e dificultar a aceleração da campanha de vacinação no bloco: a desconfiança em relação à vacina da AstraZeneca por parte da população do continente.

Isso está levando várias pessoas a cancelarem agendamentos e preferirem os imunizantes da Pfizer ou da Moderna, mesmo que seja necessário esperar por sua disponibilidade.

O ceticismo em relação à AstraZeneca é devido aos raros casos de tromboses e embolias que foram detectados e levaram 12 países da UE a suspender temporariamente, em meados de março, a aplicação dessa vacina.

Após análise de um total de 29 casos de trombose na época, a Agência Europeia do Medicamento informou que ela “é segura e eficaz” e que não há uma relação direta entre o imunizante e os casos relatados. A OMS também fez declarações nesse sentido.

Diferentemente dos demais países do bloco, a Finlândia e a Dinamarca preferiram, no entanto, prolongar a suspensão por algumas semanas.

Na França, ocorreram alguns casos de mortes de pessoas que tomaram o imunizante e tiveram coágulos sanguíneos, inclusive cerebrais. O caso de um jovem de 24 anos que trabalha em um hospital e faleceu dez dias após tomar o imunizante ganhou repercussão.

As autoridades francesas vêm reiterando que a vacina da AstraZeneca é segura, possui o aval da agência sanitária do país e da UE, e que milhões de pessoas já receberam esse imunizante na Europa e no mundo, enquanto há apenas algumas dezenas de casos de efeitos graves.

Ou seja, que o risco é muito baixo e o benefício de ser vacinado é bem maior.

O primeiro-ministro francês, Jean Castex, foi imunizado com a vacina da AstraZeneca em frente às câmeras de TV. A chanceler alemã, Angela Merkel, informou que também tomará esse imunizante.

Mas a desconfiança de uma parte dos franceses e europeus não foi dissipada.

Na França, locais de vacinação no norte do país ficaram com centenas doses de Astrazeneca encalhadas no último final de semana e tiveram de fechar antes do horário previsto por falta de interessados.

Em Calais, no norte, a prefeita informou que tinha 550 doses de AstraZeneca e apenas 70 agendamentos previstos para os próximos dias.

Segundo responsáveis de centros de vacinação na França, as vagas para tomar vacinas da Pfizer e da Moderna desaparecem em poucos minutos, enquanto as da AstraZeneca levam até dois dias para serem preenchidas.

Vários médicos de consultórios e farmacêuticos, que também podem aplicar a AstraZeneca na França, informam que houve cancelamentos para tomar essa vacina e alguns enfrentam dificuldades para encontrar interessados.

Além dos supostos efeitos colaterais, falhas na comunicação sobre essa vacina por parte das autoridades também contribuiu para criar uma confusão sobre o imunizante, com diferentes mudanças em relação às faixas etárias autorizadas.

Na França, inicialmente, a recomendação inicial da agência de saúde era de aplicar esse imunizante apenas em pessoas com até 65 anos. Outros países europeus, como Bélgica e Suécia, fizeram o mesmo (na Espanha, era só até 55 anos).

O argumento é de que os estudos não indicavam os eventuais riscos e eficácia para populações mais idosas.

Logo depois, a França resolveu autorizar o imunizante para todas as idades. Após o período de suspensão dessa vacina decorrente dos casos de trombose, a França decidiu limitar a vacinação com AstraZeneca a quem tem mais de 55 anos. O argumento foi de que as reações adversas ocorreram com pessoas jovens.

Na Alemanha, o governo passou a autorizar essa vacina só para pessoas com mais de 60 anos. No país, também tem ocorrido o mesmo que na França: locais de vacinação com a vacina da AstraZeneca vazios e os que aplicam o imunizante da Pfizer têm fila de espera.

‘Vacinódromo’

Alguns especialistas consideram que o ceticismo em relação à AstraZeneca será superado com a ampliação das campanhas de imunização e o aumento do número de pessoas vacinadas. Outros argumentam que as autoridades deveriam fazer campanhas de informação a respeito.

Para completar a desconfiança de parte dos europeus, a AstraZeneca decidiu mudar de nome na Europa e passou a se chamar Vaxzevria. Curiosamente, o laboratório não publicou comunicado sobre isso. A mudança foi vista no site da agência sanitária europeia.

Segundo especialistas, a mudança de nome de uma empresa ou marca não resolve seus problemas. Se a desconfiança perdurar, isso poderá atrasar o ritmo da vacinação na União Europeia, já que os países contam com a vacina da AstraZeneca para ampliar o número de pessoas imunizadas.

“Vacinar, vacinar, vacinar, de manhã, tarde, noite, aos domingos e feriados”, afirmou Macron.

A partir desta terça-feira (6/4), por exemplo, o icônico Stade de France, nos arredores de Paris, se tornará um “vacinódromo” que simbolizará a tão esperada aceleração da vacinação contra a covid-19 no país.

Mas, por enquanto, faltaram as doses para isso. Em abril, a França prevê receber mais doses de imunizantes do que o total das entregas nos últimos três meses.

O comissário europeu Thierry Breton, responsável pela vacinação, declarou que a imunidade coletiva na União Europeia poderá ser atingida em meados de julho.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Se não fosse a Coronavac dos comunistas chineses com o Butantan , estaríamos numa situação vacinal pior.
    Bolsonaro desdenhou da coronavac.

  2. E o Brasil segue batendo recordes de vacinação, para desespero dos “lacradores”. Se os governadores e prefeitos da oposição deixassem de politicagem e ajudassem o Brasil, estaríamos numa situação ainda melhor.

  3. A verdade é que o europeu está esperando o resultado em outros países, só após isto muitos irão se vacinar.
    O Presidente da França expõe isso em seu discurso, a europa tem que criar gosto pelo risco.
    Infelizmente o mundo virou um grande laboratório cheio de cobaias, mas é o que temos para hoje.

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Saúde

OMS registra aumento de contágios por covid-19 na Europa após semanas de queda

FOTO: AFP / TARSO SARRAF

O número de novos casos de covid-19 aumentou novamente na Europa após seis semanas de redução, anunciou nesta quinta-feira direção regional da Organização Mundial da Saúde (OMS).

“Na semana passada, os novos casos de covid-19 na Europa aumentaram 9%, superando por pouco um milhão. Isto acaba com uma redução promissora de seis semanas”, afirmou o diretor para a Europa da OMS, Hans Kluge.

“Registramos um ressurgimento na Europa central e leste. Os novos casos também aumentam em vários países do oeste da Europa, onde os índices já eram elevados”, completou.

A divisão Europa da OMS reúne mais de 50 países que vão até o centro da Ásia.

“Mais da metade de nossa região registra um número crescente de casos”, disse Kluge.

Para o diretor da OMS no continente, os europeus devem recuperar os “instrumentos essenciais” de prevenção para lutar contra o vírus e suas variantes e acelerar a vacinação.

Dos 53 países que integram a região Europa da OMS, 45 já iniciaram a vacinação.

De acordo com dados compilados pela AFP, na União Europeia (UE, 27 países) 2,6% da população recebeu duas doses da vacina contra a covid-19 e 5,4% ao menos uma dose.

Correio Braziliense

Opinião dos leitores

  1. Culpa do Bolsonaro.
    Se tivesse feito lock não estava acontecendo.
    Bolsonaro não esta sabendo governar a Itália.

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Saúde

Astrazeneca anuncia corte na entrega de vacina à Europa

Países do bloco europeu cobram explicações sobre a redução da vacina contra a covid-19. A CNN Brasil detalhou em reportagem.

Opinião dos leitores

  1. As vacinas ainda são um bem escasso. Alta demanda mundial e produção ainda baixa.
    Depois reclamam porque Boslsonaro pagou a mais pelas vacinas da AstraZeneca.

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Saúde

Covid-19: Europa começa a exigir máscaras médicas em vez das versões de pano

Foto: Kilito Chan/Getty Images

Em meio ao aumento de casos de Covid-19 e a descoberta de novas variantes do coronavírus possivelmente mais transmissíveis, países da Europa começaram nesta semana a recomendar ou até exigir que as pessoas utilizem máscaras de maior qualidade para combater a transmissão viral. Sendo assim, saem as máscaras de pano, daquelas feitas em casa, e entram as máscaras utilizadas por equipes médicas, como as cirúrgicas comuns e, principalmente, os modelos conhecidos como FFP2 ou N95.

Embora máscaras de pano sejam melhores do que nenhum tipo de proteção facial, cada vez mais estudos deixam claro que sua eficiência é bastante limitada e que não são suficientes para evitar que o usuário esteja totalmente protegido. Já máscaras médicas são mais protetivas, especialmente os respiradores do tipo FFP, e podem ser uma boa arma contra as novas variantes do vírus, que, ao que tudo indica, parecem ser mais transmissíveis.

Leia matéria completa da Super Interessante AQUI.

Opinião dos leitores

  1. Estas máscaras para uma proteção eficaz tem que ser descartável.
    Estão fora da realidade brasileira.

  2. A única máscara que protege contra um vírus que transmite por aerossol e gotículas como o sars-cov2 é a N95. Eu só uso ela pra onde vou…

  3. Claro, as empresas parceiras precisam vender o seu produto!! Enquanto o povo aceitar pacificamente, o jogo continua.

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Saúde

Europa começará a vacinar contra o coronavírus no dia 27 de dezembro, diz presidente da Comissão Europeia

Foto: Jacquelyn Martin/Pool via Reuters

Os países da União Europeia vão começar suas campanhas de vacinação contra o coronavírus no dia 27 de dezembro, de acordo com uma afirmação de Ursula von der Leyen nesta quinta-feira (17).

Para isso, no entanto, é preciso aguardar a aprovação da agência reguladora.

Von der Leyen afirmou que a vacinação acontecerá de forma coordenada em todos os 27 países do bloco.

A agência europeia de medicina (EMA, na sigla em inglês) afirmou que os especialistas vão se reunir no dia 21 para avaliar a vacina da Pfizer desenvolvida em parceria com a BioNTech.

As encomendas devem começar a chegar no dia 26. Há locais de produção na Bélgica e na Alemanha.

Cada país vai precisar coordenar seu próprio programa de vacina.

Além disso, a União Europeia também concluir negociações iniciais com a empresa americana Novavax para garantir 200 milhões de doses.

É um acordo para exercer uma opção de compra parcelada, com 100 milhões de doses por vez.

G1

Opinião dos leitores

  1. Enquanto por Aqui vai se Trocando Vidas por impostos e se Negando a pandemia do covid-19. A depender das autoridades do Brasil, seremos talvez o último País a vacinar sua população. Que DEUS tenha MISERICÓRDIA de NÓS.

  2. Galigula, por que o excelentíssimo Sr. Presidente não fez como o Trump ou Boris e assinou antes contrato de compra de uma vacina sem ser a coronavac? Trump e Boris compraram a da Pfiser e tem acordos com Oxford e Jansen. Bastava nosso presidente ter feito a mesma coisa e não estaríamos aqui contestando ou aprovando o circo do Doria. O Doris fez o que o negacionista bolsomata deveria ter feito.

  3. Enquanto isso no Brasil não se sabe quando começará a vacina.Estamos estarrecidos com tanta irresponsabilidade do governo federal

    1. A paciência, é uma virdute que cultivamos de berço e a resposta virá em 2022 ao BOZO, ficará ciente de respeita VIDAS.

    2. Como vai se vacinar se não tem uma vacina aprovada ? Esses países que estão vacinando aprovaram uma vacina emergencial da pfizer que foram em sua totalidade vendida para os países ricos, mesmo que a Anvisa aprove o uso emergencial de alguma vacina hoje não tem disponibilidade delas para serem aplicadas no Brasil, teremos que esperar as vacinas que estão sendo produzidas aquie mesmo no Butantan ou na Fiocruz, sem depender de vacinas importadas, entenderam ?

  4. Países sérios não compram a coronavac Chinêsa? Pq?
    Só Doriana, a garota propaganda dos chineses.
    #Bolsonaro tem razão

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Saúde

Pandemia se alastra mais na Europa do que no resto do mundo

Foto: Reuters/Gonzalo Fuentes/Direitos Reservados

A Europa é a região do mundo onde a pandemia do novo coronavírus mais cresce diariamente. A Espanha registrou novo recorde de contágios nas últimas 24 horas, mas a França continua a ser o país da União Europeia com maior número de novos casos diários, apesar de o país estar em lockdown.

Um dia depois das eleições presidenciais nos Estados Unidos, o país teve novo recorde de contágios, mas é a Europa o epicentro da pandemia.

A sobrecarga de doentes em cuidados intensivos já levou a França a transferir internados, por via aérea, para unidades hospitalares de regiões do país menos atingidas.

O país registrou 367 mortes devido à covid-19 nas últimas 24 horas, elevando assim o número de óbitos desde o início da pandemia para 39.037, segundo as autoridades francesas.

No total, há 28.426 pessoas hospitalizadas na França com a doença e 4.230 desses pacientes estão em unidades de tratamento intensivo.

Os casos detectados continuam a aumentar de forma exponencial diariamente, tendo sido identificados, na quarta-feira (4), 58.046 novos infectados, um novo recorde desde o início da pandemia.

Já foram confirmados na França 1.601.367 casos de covid-19.

O ministro da Saúde, Olivier Véran, disse que a segunda onda na França é “violenta” e que a situação nos hospitais é “tensa”, tendo já havido necessidade de transferir 61 pacientes entre diferentes hospitais.

Agência Brasil, com RTP

Opinião dos leitores

  1. Qualquer duvida é só dá um role em Black point, e você verá, não lavam as mãos, banho jamais, álcool só no bucho, uma catinga de "buôsta terríve" .

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Saúde

Aumento de casos de covid na Europa e região Norte do Brasil mantém sinal de alerta no RN, diz secretário de saúde, Cipriano Maia

Foto: Reprodução

“Estamos acompanhando esta segunda onda na Europa e o crescimento de casos na região Norte do Brasil, principalmente Amapá e Amazonas, o que chama atenção para manutenção do estado de alerta aqui no RN. É preciso reforçar a vigilância, o rastreamento de contatos para diagnóstico precoce, acelerar as testagens e continuar com as medidas de distanciamento e higiene”, disse o secretário de Estado da Saúde Pública, Cipriano Maia, em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (28).

De acordo com o gestor, o descumprimento das medidas de segurança pode ser um dos fatores que contribuem nesses locais para a aceleração da transmissão e do número de casos. “A retomada das atividades sociais pode ser mantida, mas seguindo as normas de segurança e as medidas de proteção, até que tenhamos uma vacinação ou desenvolvimento da imunidade coletiva”, completou Maia.

De acordo com os dados epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), nesta quarta-feira, são 80.671 casos confirmados para Covid-19, além de 32.453 suspeitos e 189.712 descartados. Até o momento, foram confirmados 2.569 óbitos, sendo um óbito nas últimas 24h e um total de 360 óbitos em investigação e 650 óbitos descartados.

A taxa de ocupação de leitos está em 36%. Até o final da manhã desta quarta, 207 pessoas estavam internadas em leitos críticos e clínicos em unidades de saúde públicas e privadas do estado. Por região de saúde, a ocupação de leitos está em 29% na região Metropolitana, 50% no Oeste, 88% no Alto Oeste, 23% na região do Seridó, Trairi/Potengi com 50% e as regiões Agreste e Mato Grande estão sem pacientes internados em leitos de UTI.

Opinião dos leitores

  1. PRECISAMOS ENTENDER O COVID NO BRASIL:
    – Folga no carnaval;
    – Folga no período eleitoral;
    – Ignora pedintes e mendigos;
    – Vai estar em todas as salas de aula;
    – Vai atacar todo trabalhador;
    – Não ataca em transporte público;
    – Ataca todo e qualquer ser que se atreva a produzir;
    Sem que possamos esquecer: "até final de maio no RN, segundo a SESAP, serão 11.000 mortos".

    1. Só ataca escola pública (FATAO
      GD foi do sindicato ) e o judiciário Potiguar, o restante circula LIVRE , shopping, praias , teatro etc ….mas escola pública e judiciário , eles só atacam esses lugares ?

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Saúde

Lista obtida pelo NYT mostra que Europa vai barrar brasileiros, russos e americanos; bloco vai abrir fronteiras externas em 1º de julho

Foto: STEPHANE DE SAKUTIN / AFP

Os brasileiros, assim como os americanos e os russos, serão impedidos de entrar nos países da União Europeia quando eles reabrirem suas fronteiras externas que foram fechadas por causa da pandemia da Covid-19. A reabertura está prevista para acontecer a partir de 1° de julho. Brasil, EUA e Rússia estão nos rascunhos das lista de países cujos cidadãos continuarão impedidos de entrar no território do bloco, obtidos pelo New York Times.

O jornal americano teve acesso a uma série de listas elaboradas pelos Estados-membros da União Europeia, baseadas na maneira como nações mundo afora estão lidando com a pandemia. O Brasil, com mais de 50 mil mortos e um milhão de casos, aparece em todas as listagens de nações cujos cidadãos continuarão barrados, assim como os EUA, com 120 mil mortos e mais de 2,3 milhões de contaminados, e a Rússia, com meio milhão de infecções.

Não há uma confirmação oficial por parte dos governos — os documentos foram obtidos de forma anônima, por causa da sensibilidade do tema e por conta dos detalhes das negociações para a elaboração da lista final de todo o bloco, que deve ser divulgada no inicio da próxima semana. Tal decisão poderá ter um impacto político e econômico considerável, uma vez que americanos e russos, em especial, estão entre os principais visitantes do bloco.

Ao mesmo tempo, os países europeus estão discutindo listas de países cujos cidadãos estariam liberados para entrar no bloco, incluindo China, Uganda, Cuba e Vietnã.

As fronteiras da União Europeia estão fechadas a praticamente todos os estrangeiros desde o começo de março, assim como as fronteiras internas, entre os 27 países do bloco. Estas últimas começaram a ser reabertas em 14 de junho, à medida que nações como Itália, França e Espanha, que já foram o epicentro da pandemia, começaram a controlar o número de novas contaminações e mortes.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. Cadê os vira-latas reativos dizendo que o Brasil é o único perseguido pelos gringos?

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Finanças

Bolsas da Europa e futuros de NY sobem forte após relato de sucesso de remédio contra o coronavírus

Foto: Ilustrativa

A sexta-feira aponta para um dia de ganhos nas Bolsas, após a indústria farmacêutica americana Gilead apresentar dados preliminares do sucesso do tratamento com 125 pacientes atingidos pela Covid-19 com o remédio Remdesivir. Apenas dois pacientes morreram após o uso da droga e a maioria ficou curada em questão de dias.

O estudo, contudo, não foi feito com um chamado grupo de controle, então é difícil saber se os pacientes foram realmente curados pela droga. A Gilead informou à CNN que publicará os resultados completos do estudo no final de abril.

“A melhor notícia é que a maioria dos nossos pacientes já recebeu alta, o que é sensacional. Nós tivemos apenas dois óbitos”, disse a doutora Kathleen Mullane, infectologista da Universidade de Chicago que coordenou o estudo para a Gilead, em um vídeo obtido pela CNN.

A notícia de que a droga da Gilead aparentemente é efetiva contra o coronavírus, bem como outra informação, a de que a fabricante de aeronaves Boeing finalmente retomará a produção na sua fábrica perto de Seattle em 20 de abril, deram impulso aos mercados nesta manhã.

Por volta das 6h40, futuro do índice Dow Jones subia quase 3%, enquanto o do S&P 500 tinha alta de 2,5%. A Bolsa alemã valorizava 3% e a do Reino Unido operava com um ganho de 2,4% (acompanhe a cobertura do mercado em tempo real no Telegram do InfoMoney).

Outra notícia que dá impulso aos mercados nesta sexta é o anúncio feito ontem pelo presidente americano Donald Trump de que a economia dos Estados Unidos “reabrirá” a partir de primeiro de maio, em três fases.

Trump apresentou diretrizes para o recomeço das atividades fechadas pelas quarentenas e a implementação depende dos governos estaduais, que estabelecerão os critérios para quais negócios e serviços poderão voltar a funcionar.

Ontem à noite, foi divulgado um número bastante esperado, o do PIB chinês no primeiro trimestre de 2020. Os dados mostraram que a economia teve uma contração de 6,8%, o pior resultado desde 1992, quando o país começou a publicar estatísticas trimestrais.

O número também ficou acima da estimativa da agência Bloomberg, que previa uma queda de 6%.

A notícia, no entanto, teve pouco impacto nos mercados. As Bolsas da Ásia fecharam em alta. Na China, a valorização foi de 0,66% e, no Japão, de 3,15%.

Infomoney

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Saúde

Coronavírus: Brasil terá resultado muito melhor que países da Europa, diz cardiologista

O Sistema Único de Saúde deve sair fortalecido após a pandemia do novo coronavírus. Essa é a avaliação do cardiologista Roberto Kalil Filho, que contraiu a covid-19 e está internado. “O SUS é brilhante, mas faltam recursos. Com certeza ele vai sair fortalecido dessa pandemia.”

Em entrevista ao Jornal da Manhã, o também professor titular de cardiologia da Faculdade de Medicina da USP disse que o Brasil teve mais tempo que outros países para se preparar para a chegada da doença.

“Demos a sorte da doença vir fora e pegar classes mais altas primeiro. O SUS teve tempo de se preparar, programar hospitais de campanha, Hospital das Clínicas também, muito antes do pico. Eu acho que o Brasil terá um resultado melhor que vários países da Europa em relação ao tratamento.”

Kalil lembrou que 80% das pessoas que serão infectadas não vão ter sintomas, 15% terão poucos sinais e apenas 5% vai precisar de hospitalização e tratamento intensivo. No caso dele, a confirmação da doença veio após uma pneumonia.

Ele não afirmou se fez ou não uso da cloroquina, mas disse que tomou “vários medicamentos” e confia no tratamento proposto pela equipe que o trata. “Em relação a esse remédio, existem muitos estudos que mostram benefícios e espero que mostrem sua eficácia. Mas tem vários estudos com vários remédios no mundo inteiro.”

Segundo Kalil, a confirmação de que o isolamento social tem efeitos positivos no combate à doença só vai vir com o tempo. “De acordo que a curva vá sendo achatada, os governantes podem flexibilizar. É preciso levar em conta que as regiões são diferentes, São Paulo é diferente. As atitudes devem ser mais radiais nesses estados.”

Jovem Pan

Opinião dos leitores

  1. Esse bom resultado e o tempo para a saúde se preparar foi graça as decisões acertadas dos governadores. Se fossemos depender do lunático do Planalto estaríamos ferrados.

  2. Pobre de espírito, em uma hora dessa chamar um imb….. desse de mito. Só ae for mito do inf…… kkkkkkk

  3. Se fosse na pegada desse doido "o minion" estavámos ferrados. Por sorte, temos no país pessoas ousadas que foram contra e tomaram medidas responsáveis. É completo desgoverno.

  4. Claro, com as recordações que a maioria dos governadores e prefeito tiveram, esse é o resultado. Se dependesse do Bozo, seria uma catástrofe.

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Saúde

Coronavírus: Europa aumenta nível de alerta de moderado para alto

Poucas pessoas são vistas ao redor do Coliseu, área que normalmente está tomada por uma multidão: Itália é epicentro do coronavírus na Europa e registra perdas na receita do setor turístico Foto: REMO CASILLI/REUTERS

A União Europeia (UE) elevou seu nível de alerta de moderado para alto nesta segunda-feira, diante do contínuo aumento de casos e a disseminação do coronavírus por todo o continente.

O coronavírus já se espalhou para 18 dos 27 Estados-membros, com mais de 2.200 casos confirmados de contaminação, segundo autoridades do bloco. Com isso, os países perderam o equivale a US$ 1 bilhão por mês em receitas do setor turístico.

Em uma entrevista coletiva, a presidente da Comissão Européia, Ursula von der Leyen, elogiou a coordenação européia na crise e pediu calma. Anunciando o novo nível de risco, ela disse que, “em outras palavras, o vírus continua se espalhando”.

Na Itália, epicentro do surto europeu, o número de novas infecções saltou na segunda-feira para 1.835 – mais do que o dobro registrado na sexta-feira —, com 52 mortes. O governo anunciou planos de injetar bilhões de dólares na economia para mitigar os efeitos do vírus.

Recentemente, as autoridades de Berlim e Moscou relataram seus primeiros casos do vírus.

Um homem infectado na capital alemã foi isolado no principal hospital de pesquisa da cidade, onde estaria em condições estáveis.

A França registrou 178 casos desde janeiro — três vezes mais do que na sexta-feira — e pelo menos duas mortes. O Museu do Louvre permaneceu fechado aos visitantes nesta segunda-feira, enquanto sua administração discutia como lidar com grandes multidões de maneira a limitar a possível propagação do vírus.

O Globo

 

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Diversos

Brasileiros barrados na Europa crescem 62%

Controle de imigração no terminal 2 do aeroporto de Heathrow, em Londres – Neil Hall – 4.jun.14/Reuters

O número de brasileiros impedidos de entrar nos países da União Europeia (UE) aumentou 62% em 2018, em comparação com o ano anterior.

Dados divulgados no último relatório de riscos da Frontex, a agência de fronteiras da UE, indicam que 4.984 brasileiros tiveram sua entrada recusada na Europa em 2018, contra 3.086 em 2017.
Com o resultado, o Brasil se tornou a sétima nacionalidade com mais cidadãos barrados no continente.

Em 2017, o país ocupava a décima posição na lista. A Ucrânia lidera a lista deste ano de países com mais cidadãos rejeitados na Europa: 57,5 mil, o equivalente a 30% de todas as pessoas barradas. Houve uma alta de 55% em relação a 2017.

Em um distante segundo lugar está a Rússia, com 25,9 mil entradas recusadas, uma queda de 29% em relação ao ano anterior. A Albânia aparece logo em seguida, com 24,5 mil de seus nacionais barrados na UE.

De acordo com as autoridades migratórias, a maior parte dos casos é motivada por falta de documentação adequada e meios que comprovem as condições exigidas de estadia.

O aumento na quantidade de brasileiros barrados no velho continente foi bem mais expressivo do que a subida geral de imigrantes impedidos de entrar na UE no período, de 4%.

A quantidade de brasileiros deportados dos países europeus também cresceu. Em 2018, 1.926 imigrantes do Brasil foram forçados a retornar dos países membros da União Europeia: uma alta de 22% em relação a 2017.

O número de brasileiros apanhados em situação irregular, por ter extrapolado o período de permanência como turista, aumentou, sendo a maior parte dos casos identificados em Portugal.

As autoridades portuguesas ainda não divulgaram as estatísticas oficiais de 2018, mas já anteciparam que houve aumento significativo na comunidade brasileira no país.

Na Europa, o aumento de brasileiros em situação irregular contrasta com a redução geral de migrantes que cruzam ilegalmente as fronteiras europeias. Em 2018, foi registrado o menor patamar dos últimos cinco anos: 150.114 pessoas.

As autoridades europeias atribuem a forte queda à menor quantidade de pessoas tentando chegar ao continente pelas rotas do Mediterrâneo central, que vai da Tunísia à Itália.

A rota migratória que passa pelo Marrocos e vai para a Espanha, porém, está em alta, com aumento de 157% no número de chegadas em relação à 2017.

Folha de São Paulo

 

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Política

Ciro retorna ao Brasil na noite desta sexta e apoiadores querem já lançá-lo candidato à Presidência para 2022

Foto: Ciro Gomes deixa reunião da Executiva Nacional do PDT Foto: Ailton de Freitas/Agência O Globo/10-10-2018

Depois de passar quase todo o segundo turno em viagem pela Europa com sua mulher, Ciro Gomes (PDT) chega de volta ao Brasil nesta sexta-feira à noite. O presidenciável, que teve 13 milhões de votos no primeiro turno, será recebido no aeroporto de Fortaleza em um ato que está sendo organizado por militantes e simpatizantes. Não há previsão de nenhuma agenda de campanha para o petista Fernando Haddad, que disse recentemente esperar por um maior engajamento do pedetista.

Segundo um dos organizadores, seu irmão Cid Gomes, eleito senador pelo Ceará, a ideia é mostrar apoio a Ciro e já lançá-lo candidato à Presidência para 2022.

— Vamos fazer uma recepção com amigos e as pessoas que votaram nele no segundo turno. É um ato para dar apoio moral e psicológico, e lançá-lo para 2022 — disse Cid ao GLOBO.

Pouco tempo depois de saber do resultado das urnas, no último dia 7, Ciro telefonou para cumprimentar Haddad por sua ida ao segundo turno. A jornalistas, sobre sua posição no segundo turno, disse: “Ele não, sem dúvida”, em referência ao candidato do PSL, Jair Bolsonaro. Mas, enquanto o PT esperava um apoio maciço de Ciro a Haddad no segundo turno, o PDT decidiu apenas por dar um “apoio crítico” ao petista.

Ciro não participou de nenhum ato pró-Haddad, e Cid, por sua vez, fez um discurso que viralizou na internet no qual cobrava do PT um pedido de desculpas pelos erros que cometeu. Ao ter sua fala reprovada por petistas, disse que o partido ia “perder feio” a eleição. Depois, divulgou vídeo defendendo voto em Haddad.

Na terça-feira, Haddad lamentou que Ciro não tenha se engajado em sua campanha, durante sabatina na realizada na Redação Integrada dos jornais GLOBO, Extra, Valor e da revista Época.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Não conseguiu nem ultrapassar os votos de um fantoche de presidiário, com somente 30 dias de campanha. Esse só tem votos dos enganados do Ceará

  2. Mas ele não prometeu deixar a política se Bolsonaro ganhasse a eleição? Puxa vida! Que decepção! kkkkkkkkkk

    1. Impossível como decepcionar quem possui coluna vertebral envergada. Passar os dias comentando "com profundidade" em blogs é cansativo mas dá preparo. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Turismo

FOTOS: Governo lança campanha de divulgação turística do RN na Europa, EUA, África e América Latina

13.10 Governo lança campanha de divulgação do RN na Europa, EUA, África e América Latina - Foto Rayane Mainara (1) 13.10 Governo lança campanha de divulgação do RN na Europa, EUA, África e América Latina - Foto Rayane Mainara (3)FOTOS: Rayane Mainara

O governador Robinson Faria assinou nesta quinta-feira (13) contrato para campanha de divulgação turística do Rio Grande do Norte pela companhia aérea TAP (Transportes aéreos Portugueses). A campanha tem o objetivo de atrair visitantes e novos voos da Europa, América do Norte, América do Sul e África com destino a Natal.

O ato aconteceu no auditório da Governadoria. Na ocasião o governador Robinson Faria disse que “o turismo é política pública da gestão e é prioridade por se um setor que rapidamente gera emprego e renda com impacto em mais de 50 atividades econômicas”.

A campanha de divulgação do RN em parceria com a TAP será feita através da divulgação dos atrativos do Estado na revista de bordo da companhia aérea, inclusive com matéria de capa com fotos, e em encostos que serão fixados nos bancos das aeronaves em todos os voos. “Buscamos inovação e criatividade para vencer a crise. A campanha vai ampliar a promoção do turismo potiguar, inclusive com foco no desenvolvimento regional. Para isso serão divulgados os destinos do RN em diversas plataformas. Uma delas será publicação de matéria especial na revista UP, que é distribuída a todos os passageiros em todos os voos TAP”, enfatizou Robinson Faria.

O vice-presidente de comunicação e marketing da TAP, Abílio Martins veio Natal especialmente para assinar o contrato. Ele destacou a importância da parceria também para a TAP que está investindo para ampliar suas atividades. “Apostamos no destino Rio Grande do Norte. O Governo pode contar com a TAP para apoiar seus projetos para o turismo. Nós reconhecemos a pró-atividade da administração deste Estado na promoção do turismo”, declarou Abílio Martins, que veio a Natal acompanhado do diretor da TAP para a América Latina, Mário Carvalho, e ainda afirmou: “Nosso compromisso é promover o Rio Grande do Norte em Portugal, na Europa e no mundo”.

A campanha terá duração de três meses e se junta aos esforços do Rio Grande do Norte na promoção dos seus destinos. Desde o ano passado o Governo do Estado vem investindo de forma maciça na divulgação turística e na participação em Feiras e Eventos de Turismo, tanto na esfera regional como em diversos estados brasileiros e no mercado internacional.

No exterior através da Secretaria de Estado do Turismo do RN (SETUR) o Governo já investiu na divulgação em eventos na Espanha, Inglaterra, Portugal, Alemanha, Holanda, França, Itália, Argentina, Colômbia e Chile.

Em outras frentes, o Governo do Estado atua para incentivar a atividade turística como na edição do decreto para redução da alíquota de ICMS no querosene de aviação de 17% para 12% para voos nacionais e para 9% os voos internacionais, o que amplia a competitividade do RN. Com essa medida, o RN nivelou condições com seus principais concorrentes. Outra ação foi tomada em maio deste ano, de forma pioneira no Brasil, que zerou o imposto para voos fretados, visando atrair mais voos ao Estado.

O resultado destes investimentos do Governo do Estado é o fato de que o Rio Grande do Norte foi um dos três estados do Brasil a registrar aumento de turistas estrangeiros no primeiro semestre deste ano, com percentual 43,77% superior ao mesmo período do ano passado, segundo dados da Polícia Federal.

Participaram do ato de assinatura os secretários de Estado do Turismo, Ruy Gaspar, da Comunicação, Juliska Azevedo, da Infraestrutura, Jáder Torres, das relações institucionais, Getúlio Ribeiro, a presidente da Emprotur, Ana Costa, o vice-presidente da Emprotur, Aroldo Azevedo Filho. Ainda compareceram a presidente Associação Brasileira de Agentes de Viagens (ABAV) Diassis Holanda, o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH) José Odécio, o coordenador da Inframérica, Bruno Machado e dezenas de operadores do trade turístico.

Opinião dos leitores

  1. Se quer incentivar o Turismo de verdade, deveria chegar a 1% ou ate isentar o querosene de Aviação QAV, para todas as empresas aéreas, porque o que pode ser arrecadado com ICMS e ISS com o gasto de turistas em Natal com certeza compensa e muito uma redução ou isenção de aliquota, e poderia ser aliado um incentivo para o setor hoteleiro que tornaria Natal um destino com valores mais atraentes, e também menor taxação pelo pouso e estacionamento das Aeronaves cobrado pela Inframérica ( operadora do aeroporto) e pela Estapar ( operadora do estacionamento do aeroporto).
    Isso tudo sem contar que a propaganda gratuita do boca a boca que turistas do Brasil e de todo o Mundo podem proporcionar a Natal, o que pode trazer um salto para a economia do Estado, bem como a geração de empregos, mais dinheiro circulando no comercio, e a ciranda da economia potiguar estaria novamente impulsionada por um dos principais geradores de renda da cidade, o Turismo.

  2. Até hoje não divulgaram o percentual de aumento da quantidade de voos após a redução da alíquota (para ZERO) do ICMS de aviação. Tá valendo a pena esse sacrifício para o Estado??

  3. A convocação para anunciar apenas uma revista de turismo custou mais do que a revista. O ideal contratar uma empresa europeia que venda a imagem nas agencias.

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