A atriz Danielle Winits deixou o hospital nesta segunda-feira (30) e já está em casa, depois de ter sofrido um acidente durante a apresentação do musical “Xanadu”, no Rio. Ela e o ator Thiago Fragoso caíram de uma estrutura de cerca de quatro metros de altura. Danielle sofreu um corte na boca e teve alta no domingo, mas preferiu ficar mais um dia em observação, e deixou o hospital no início da tarde.
Três pessoas da plateia também foram atingidas. Fragoso quebrou cinco costelas e segue internado. Uma das espectadoras teve uma vértebra fraturada e também continua no hospital, mas não deve passar por cirurgia.
Danielle contracenava com o ator Thiago Fragoso durante cena em que os dois voam sobre a plateia presos a um cabo de segurança. Segundo informações do Hospital Miguel Couto, onde Thiago deu entrada às 21h01, o cabo de segurança usado pelos atores durante um voo se rompeu e eles caíram em cima da plateia.
O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) determinou que 217 magistrados, entre ativos e inativos, devolvam valores recebidos acima do permitido. A medida atende a uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).
A ordem foi assinada pelo presidente do TJRN, desembargador Ibañez Monteiro, que também está entre os magistrados que terão de restituir valores.
O tribunal abriu processos administrativos individuais e emitiu guias para pagamento. Caso a devolução não seja feita, os valores serão descontados diretamente da folha salarial, sem necessidade de nova decisão.
Os magistrados terão dez dias úteis para contestar os cálculos, mas eventual recurso não suspende a cobrança. O documento enviado ao STF não informa o valor total a ser devolvido.
A determinação faz parte de decisões do Supremo que atingem sete tribunais e cobram a devolução de verbas consideradas irregulares pagas a magistrados.
Os ingressos para o jogo da volta da semifinal da Série D do Campeonato Brasileiro entre ABC e Uberlândia começam a ser vendidos nesta quarta-feira (19), a partir das 10h, no site Ingresse. A partida será disputada no domingo (30), às 17h, na Arena das Dunas, em Natal.
O primeiro duelo será realizado no sábado (22), às 17h, no Estádio Parque do Sabiá, em Uberlândia. O ABC chega à semifinal depois de eliminar o Nacional-AM nas quartas de final e conquistar o acesso à Série C. O Mais Querido, agora, busca dar mais um passo na competição e chegar à decisão da Série D.
A outra semifinal será disputada entre ASA e Gama. O primeiro jogo será no domingo (23), às 17h, com mando do ASA. A partida de volta está marcada para o domingo (30), às 16h, em Brasília.
A Bandigalado Rock Natal será a atração principal da festa Boteco do Carlão, neste sábado (22), no Bar 294, na Avedida Deodoro, pertinho da 96 FM, a partir das 17 horas. Serão seis horas de festa, com o melhor do samba raiz do Mesa 12 e toda a energia do pop rock da Bandigalado, garantindo animação do início ao fim.
E tem mais: durante todo o evento, você aproveita o open food com um delicioso rodízio de petiscos de boteco, preparados pelos renomados chefs Carlos Sérgio e Tinho (294). Uma combinação perfeita de boa gastronomia, ambiente seguro, conforto e muita diversão.
Ingressos antecipados pelo site Outgo, no Bar 294 ou diretamente com os organizadores pelos telefones: 99981-2329 (Beta Queiroz), 99913-7878 (Bar 294) ou 99407-9770 (Carlos Sérgio).
A Bandigalado é uma banda de rock natalense composta por sete integrantes: Alexandre Azevedo (vocal), Lucien Dantas (bateria), André Macedo (baixo), Cláudio Macedo (guitarra base), Silvério Neto (guitarra solo), Misael Queiroz (guitarra solo) e Pedro Ratts (teclado).
O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), cobrou limites à atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) e questionou a imparcialidade do ministro Flávio Dino após o afastamento por 180 dias do presidente do Tribunal de Contas do Maranhão (TCE-MA), Daniel Brandão.
Para o senador, Dino deveria se declarar impedido por ter governado o Maranhão por dois mandatos e agora atuar em casos envolvendo o Estado e grupos políticos locais.
“Além da ausência de competência do STF, Dino deveria se declarar impedido, assim como deveria ter feito ao julgar Bolsonaro”, afirmou Marinho.
O senador defendeu ainda uma reforma do Judiciário e afirmou que o STF “precisa voltar a exercer sua missão de verdadeira Corte Constitucional, deixando as disputas políticas para a política”.
Um trabalhador de 32 anos foi conduzido à delegacia na última segunda-feira (17) em Anápolis, Goiás, após inventar que havia sido vítima de um assalto apenas para justificar uma falta no emprego. A farsa foi desmantelada por equipes de segurança após análise de imagens de câmeras de monitoramento.
Para sustentar a história perante o empregador e as autoridades, o homem acionou a Polícia Militar de Goiás (PMGO). Ele relatou ter sido abordado por dois criminosos em uma motocicleta, que teriam roubado seu celular e sua carteira. Além disso, alegou ter sido agredido e ter tido a blusa rasgada antes de conseguir fugir a pé para casa.
No entanto, durante as diligências para tentar localizar os supostos suspeitos, os policiais checaram câmeras de segurança da região. Os registros demonstraram que o homem caminhava sozinho pela via no horário informado, sem qualquer indício da abordagem criminosa.
Questionado novamente pelas autoridades em sua residência, ele confessou que a história era mentira e justificou que havia “acordado morgado”, decidindo inventar o crime por falta de vontade de ir trabalhar. O homem foi encaminhado à Central de Flagrantes de Anápolis, onde a autoridade policial lavrou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) pelo crime de comunicação falsa de delito.
Membros da articulação política do senador Flávio Bolsonaro (PL) avaliam positivamente uma eventual movimentação do ex-coach Pablo Marçal (PRTB) rumo ao pleito presidencial. De acordo com fontes internas, existem convergências capazes de impulsionar o debate das propostas do parlamentar.
No entanto, o cenário esbarra em barreiras jurídicas relevantes. O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) confirmou a inelegibilidade de Marçal por oito anos, abrangendo o período até 2032, devido a condenações por abuso de poder econômico, uso irregular de meios de comunicação e captação ilícita de recursos durante o pleito municipal de 2024.
As sanções incluem penalidades pecuniárias e restrições fundamentadas na difusão sistemática de conteúdos nas redes sociais. Embora a defesa ainda possa submeter novos recursos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a avaliação no entorno de Flávio Bolsonaro é de que eventuais pretensões eleitorais do empresário tenderão a enfrentar forte resistência judicial, servindo primariamente para catalisar discussões temáticas na base conservadora.
Durante uma edição recente do programa de análise política da CNN Brasil, o comentarista Daniel Rittner comentou o cenário atual das eleições e as movimentações recentes nos bastidores dos principais partidos. Um dos pontos centrais da apreciação foi a divulgação de dados internos de pesquisas de intenção de voto.
Segundo a análise apresentada na emissora, o tracking (pesquisa de monitoramento diário) realizado pelo Partido Liberal (PL) registrou, pela primeira vez em semanas, o nome de Flávio Bolsonaro à frente em um dos cenários avaliados. Embora especialistas ressaltem que esse tipo de levantamento interno não possua o mesmo rigor metodológico ou a mesma confiabilidade de institutos tradicionais de pesquisa de opinião pública, o resultado é interpretado como um termômetro de que o momento político recente tem favorecido a oposição.
Os desafios da campanha governista
Em discussão no programa, o jornalista Daniel Rittnerd também abordou os principais pontos de desgaste enfrentados pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com a avaliação, a própria coordenação estratégica do Partido dos Trabalhadores (PT) reconhece que o principal “calcanhar de Aquiles” no atual momento envolve questionamentos e investigações ligadas a figuras e episódios do entorno político e familiar do governo.
Antes de enfrentar o colapso financeiro que culminou em um pedido de recuperação judicial, o Grupo Casas Bahia esteve no centro de graves acusações de violação de direitos humanos. Denúncias apresentadas por vítimas e órgãos oficiais apontam que a estrutura da varejista serviu de abrigo, ao longo de 30 anos, para um esquema de exploração sexual de jovens e adolescentes.
Os registros contra o fundador da companhia, Samuel Klein, tiveram início na década de 1990. Segundo os relatos, o empresário atraía adolescentes em situação de vulnerabilidade social de diversas regiões do país. Funcionários da própria varejista eram encarregados de intermediar o esquema, providenciando imóveis, dinheiro e presentes para a manutenção das vítimas. Samuel Klein faleceu em 2014, aos 91 anos, sem nenhuma condenação judicial. Anos depois, em 2021, reportagem da Agência Pública reuniu depoimentos de vítimas e ex-funcionários, revelando que muitas das ações movidas haviam sido extintas devido à prescrição dos crimes.
O caso motivou a criação do “PL Caso Klein”, Projeto de Lei que visa alterar o Código Civil brasileiro para ampliar de 3 para 20 anos o prazo de prescrição de ações de reparação civil por crimes sexuais contra vulneráveis. A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados em 2023 e aguarda apreciação no Senado Federal.
Condenação e desdobramentos na segunda geração
O filho do fundador, Saul Klein, seguiu caminho semelhante e tornou-se alvo da Justiça. Em 2023, após denúncia do Ministério Público do Trabalho (MPT), ele foi condenado pela Justiça do Trabalho ao pagamento de R$ 30 milhões por tráfico de pessoas e submissão de jovens a condições análogas à de escravidão para fins de exploração sexual.
As investigações do MPT demonstraram que Saul aliciava mulheres e adolescentes entre 16 e 21 anos sob a falsa promessa de carreiras como modelos. As vítimas eram levadas ao sítio do empresário, onde eram submetidas a confinamento, violência psicológica, controle por vigilância armada e relações sexuais forçadas durante dias consecutivos. Laudos médicos anexados ao processo confirmaram que diversas jovens contraíram infecções sexualmente transmissíveis no local.
Na esfera criminal, a 2ª Vara Criminal de Barueri aceitou parcialmente denúncia do Ministério Público de São Paulo (MPSP), tornando Saul réu por exploração sexual e organização criminosa. A decisão judicial destacou a existência de uma estrutura padronizada de recrutamento e submissão psicológica em ambiente controlado. O processo corre em segredo de Justiça.
O candidato a vice-governador Babá Pereira (PL), integrante da chapa encabeçada por Álvaro Dias (Republicanos), afirmou nesta segunda-feira (18) que a população brasileira está “cansada” da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e declarou confiança na vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL) na corrida presidencial. As declarações foram concedidas em entrevista ao programa Jornal da Cidade, da rádio 94 FM.
Questionado sobre a condução de um eventual governo de Álvaro Dias caso Lula seja reeleito, Babá descartou o cenário. “Primeiro, eu acho difícil o Flávio Bolsonaro perder essa campanha, pelos números que estão mostrando aí e até porque o povo está cansado também de Lula há muito tempo”, declarou, associando a rejeição ao governo federal a pautas como segurança pública e integridade administrativa.
Estratégia do “voto casado” e força regional
O núcleo da argumentação de Babá Pereira baseia-se na defesa do voto alinhado — Flávio Bolsonaro para a Presidência e Álvaro Dias para o governo do Estado. Segundo o candidato, essa parceria traria investimentos diretos ao Rio Grande do Norte devido ao papel de destaque do senador potiguar Rogério Marinho na articulação nacional.
“É importante a eleição de Flávio Bolsonaro para que possa nos ajudar, porque ao seu lado nós temos o coordenador-geral da sua campanha, que é o senador Rogério Marinho, que vai ter muita força no novo governo”, defendeu Babá, destacando que a presença de Marinho no núcleo da campanha federal pode se converter em apoio ao estado.
Diálogo institucional e disputa pelo eleitorado conservador
Apesar das críticas severas à atual administração federal, Babá assegurou que, em caso de reeleição de Lula, a relação com o Planalto manteria o respeito institucional. “Claro, institucionalmente a gente tem que tratar com respeito. Tem que buscar, se for o caso, conversar, dialogar para poder ajudar o nosso Estado”, afirmou.
A fala reforça a estratégia do candidato em marcar posição no campo conservador. Recentemente, Babá chegou a declarar que a maioria do eleitorado do prefeito Allyson Bezerra seria de esquerda, buscando monopolizar a preferência dos eleitores de direita no estado.
A mobilização da chapa no Rio Grande do Norte começou com atos e adesivaços em Natal e Parnamirim, contando com o apoio de lideranças como o prefeito Paulinho Freire, o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, e o senador Styvenson Valentim.
Para acompanhar as informações oficiais sobre o pleito, calendários de votação e regras eleitorais atualizadas, acesse o portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN).
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A Polícia Federal (PF) concluiu em relatório de novo inquérito que a lobista Roberta Luchsinger aparentava ter autorização para atuar em nome de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em negociações com a administração pública.
A avaliação da corporação baseia-se em mensagens interceptadas, nas quais a empresária declara a Gustavo Gaspar, ex-assessor do senador Weverton Rocha: “Eles sabem o que eu sou. Eu sou o Fábio”. Diante do teor dos diálogos, a PF abriu três inquéritos para apurar suspeitas de tráfico de influência envolvendo a dupla em articulações junto ao Ministério da Saúde, à Dataprev e a outros setores do governo federal.
As investigações são desdobramentos da Operação Sem Desconto, que apura fraudes e retenções indevidas em aposentadorias do INSS. A PF suspeita que Gaspar tenha se aliado ao empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, para prospectar contratos públicos em parceria com a lobista. Procurada para comentar o teor do relatório e a abertura das investigações, a defesa de Lulinha não enviou resposta até a publicação desta reportagem.
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