O advogado Edilson França, que pediu exoneração da função de secretário de Justiça e da Cidadania do Rio Grande do Norte (Sejuc), continuará no cargo até que o governador Robinson Faria consiga outro nome.
Alegando problemas de saúde, Edilson França pediu exoneração no final do mês passado e já estava programando sua saída para os próximos dias.
Uma das pessoas que conseguiu convencer o advogado a permanecer no cargo foi a secretária Kalina Leite, titular da pasta da Segurança Pública (Sesed). O próprio governador já tinha mantido conversas com Edilson no sentido de mantê-lo no cargo até que outro nome seja escolhido.
O Ministério Público do RN (MPRN) entrou com uma ação na Justiça contra a operadora de saúde Amil e pediu a aplicação de multa de R$ 1 milhão por danos morais coletivos. Segundo o órgão, a medida busca impedir a redução da carga horária de terapias prescritas para pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) em Natal.
De acordo com o MPRN, a operadora estaria diminuindo o número de sessões de terapias multidisciplinares, como análise do comportamento aplicada (ABA), fonoaudiologia, psicologia e terapia ocupacional, mesmo quando há indicação médica. Relatos citados na ação apontam que clínicas credenciadas teriam atendimentos negados ou reduzidos, o que teria provocado interrupções no tratamento de crianças e adolescentes.
Ainda segundo o MPRN, auditorias internas da operadora estariam sendo usadas para limitar atendimentos sem avaliação presencial dos pacientes. Em um dos casos citados na ação, uma recomendação médica de 22 horas semanais de terapia teria sido reduzida para 7 horas.
A ação também questiona a ausência de uma unidade física da operadora em Natal. Conforme o MPRN, beneficiários precisariam resolver demandas apenas por telefone ou aplicativos, o que dificultaria o atendimento. O órgão afirma ainda que a situação pode contrariar normas da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que vedam a limitação de sessões para pacientes com transtornos do desenvolvimento.
A governadora Fátima Bezerra (PT) sancionou a lei que estabelece regras para a sucessão no Poder Executivo do RN em caso de dupla vacância dos cargos de governador e vice-governador por causas não eleitorais a partir do terceiro ano de mandato. O texto foi publicado no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (25).
De acordo com a nova norma, uma vez declaradas as vacâncias, caberá à Assembleia Legislativa conduzir imediatamente o processo de sucessão provisória e iniciar, ao mesmo tempo, a eleição indireta para escolha do novo governador e vice. Durante esse período, autoridades previstas na Constituição Estadual poderão assumir interinamente o governo para evitar descontinuidade administrativa.
Segundo o texto sancionado pelo governo estadual, a eleição indireta deverá ocorrer em até 30 dias após a declaração das vacâncias. A votação será realizada em sessão extraordinária da Assembleia Legislativa, com voto aberto e nominal dos deputados estaduais.
A lei também estabelece que as candidaturas deverão ser apresentadas em chapas formadas por candidatos a governador e vice-governador indicados pelos diretórios estaduais dos partidos.
De acordo com a norma, será considerada eleita a chapa que obtiver maioria absoluta dos votos, com previsão de segundo turno entre as duas mais votadas caso esse número não seja alcançado. Os eleitos tomarão posse na Assembleia Legislativa e cumprirão o restante do mandato.
Pesquisa AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, divulgada nesta quarta-feira (25), mostra que quatro nomes da direita aparecem numericamente à frente do presidente Lula (PT) em simulações de segundo turno para a eleição presidencial. Segundo o levantamento, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) lidera entre esses cenários, embora todos estejam dentro da margem de erro.
O levantamento também incluiu o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), atualmente inelegível, que aparece com 47,4% das intenções de voto contra 46,6% de Lula. Já a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) tem 47%, enquanto o presidente soma 46,8% em eventual disputa direta.
Segundo a AtlasIntel, foram ouvidos 5.028 eleitores entre os dias 18 e 23 de março. O instituto informa que o nível de confiança da pesquisa é de 95%, com margem de erro de um ponto percentual.
De acordo com a decisão judicial, estão expressamente autorizadas as visitas de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Carlos Bolsonaro (PL-RJ) e Jair Renan Bolsonaro (PL-SC). Segundo o documento, os encontros podem ocorrer às quartas e aos sábados, em horários previamente definidos.
No entanto, o nome do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) não aparece entre os familiares citados.
Conforme a decisão, as visitas devem seguir as mesmas condições aplicadas em estabelecimentos prisionais, com horários determinados e respeitando as demais restrições impostas pela Justiça. O acesso de advogados e médicos também está autorizado.
A filha mais nova do ex-presidente, Laura Bolsonaro, poderá manter contato com o pai por residir na mesma casa que ele e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, em Brasília, segundo informações do próprio processo.
A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (25), a Operação Fallax para investigar um esquema de fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal e crimes de estelionato e lavagem de dinheiro. Segundo a PF, a ofensiva cumpre 43 mandados de busca e apreensão e 21 mandados de prisão preventiva em três estados.
Entre os alvos da operação está Rafael Góis, CEO do Grupo Fictor. Segundo a Polícia Federal, também é alvo Luiz Rubini, ex-sócio do grupo que atua nos setores de alimentos, serviços financeiros e infraestrutura.
Conforme a PF, as fraudes investigadas podem ultrapassar R$ 500 milhões. Os mandados foram expedidos pela Justiça Federal em São Paulo e são cumpridos em cidades paulistas como Rio Claro, Americana e Limeira, além de endereços no Rio de Janeiro e na Bahia, segundo as informações do Metrópoles.
A Justiça também determinou o bloqueio e sequestro de bens, incluindo imóveis, veículos e ativos financeiros, até o limite de R$ 47 milhões. Segundo a Polícia Federal, foram autorizadas ainda medidas cautelares para rastreamento de ativos, incluindo a quebra de sigilo bancário e fiscal de pessoas físicas e jurídicas investigadas.
De acordo com a PF, a investigação começou em 2024 após indícios de um esquema estruturado para obtenção de vantagens ilícitas. Segundo os investigadores, o grupo utilizaria empresas de fachada e cooptação de funcionários de instituições financeiras para inserir dados falsos em sistemas bancários, permitindo saques e transferências indevidas e posterior ocultação dos recursos.
Os investigados poderão responder por crimes como organização criminosa, estelionato, lavagem de dinheiro e delitos contra o sistema financeiro nacional.
Mais omi, não tem uma pessoa que nao esteja envolvida em rolo de desvio, saque fantasma, aviões emprestado, politicagem seboso, apadrinhamento, meu Deus, tá difícil punir, quem vai punir, geralmente está no meio, kkkkkk, como pode da certo uma coisa dessas, caramba, impressionante, que roubalheira sem fim.
A alta hospitalar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pode ocorrer até sábado (28), segundo informações divulgadas pela equipe médica responsável pelo tratamento no hospital DF Star, em Brasília. De acordo com os profissionais de saúde, a liberação ainda depende do resultado de exames que estão sendo realizados nos próximos dias.
Bolsonaro está internado desde 13 de março para tratamento de um quadro de broncopneumonia. Nesta semana, segundo boletim médico divulgado pelo hospital, o ex-presidente apresentou evolução clínica e deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), passando a seguir tratamento em outra ala da unidade.
De acordo com a equipe médica, Bolsonaro continua recebendo antibioticoterapia endovenosa, além de acompanhamento clínico e sessões de fisioterapia respiratória e motora. Os profissionais avaliam diariamente a evolução do quadro para definir o momento mais seguro para a liberação hospitalar.
Caso receba alta, Bolsonaro deverá seguir diretamente para casa, onde cumprirá prisão domiciliar por 90 dias, conforme decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF. Segundo a determinação, após esse período a Corte poderá reavaliar a medida, inclusive com eventual perícia médica para verificar o estado de saúde do ex-presidente.
O novo uniforme da Seleção Brasileira de Futebol para a Copa do Mundo de 2026 tem gerado uma série de polêmicas antes mesmo do início do torneio. As críticas envolvem desde escolhas estéticas até possíveis influências políticas e culturais no design das peças produzidas pela Nike.
A informação é da colunista Ilca Maria Estevão, do portal Metrópoles. Uma das primeiras controvérsias surgiu com a possibilidade de um uniforme na cor vermelha, o que gerou forte reação negativa nas redes sociais. A cor foi associada a posicionamentos políticos e levantou especulações sobre interferência externa. Diante da repercussão, a Confederação Brasileira de Futebol recuou e confirmou a manutenção das cores tradicionais: amarelo no uniforme principal e azul no secundário.
Outro ponto de debate envolve a parceria com a linha Jordan Brand, ligada ao ícone do basquete Michael Jordan. A presença da silhueta do atleta nos uniformes e peças oficiais desagradou parte dos torcedores, que consideram inadequada a associação com outro esporte em um símbolo tão tradicional do futebol brasileiro — especialmente diante da ausência de referências a ídolos nacionais como Pelé.
Além disso, a adoção de elementos do streetwear e da cultura do basquete norte-americano nas peças também gerou estranhamento. Jaquetas oversized e detalhes estilísticos foram vistos por críticos como um afastamento da identidade clássica da Seleção.
Por fim, a expressão “Vai, Brasa”, estampada em itens do enxoval, também entrou na mira das críticas. Embora usada por públicos mais jovens como apelido para o Brasil, muitos torcedores consideram o termo pouco representativo e distante da linguagem popular mais ampla, ampliando a lista de questionamentos sobre o novo uniforme.
O senador Flávio Bolsonaro aparece à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um cenário de segundo turno para as eleições presidenciais de 2026, segundo nova pesquisa da AtlasIntel em parceria com a Bloomberg News.
De acordo com o levantamento, Flávio tem 47,6% das intenções de voto, contra 46,6% de Lula. A diferença é de um ponto percentual, dentro da margem de erro da pesquisa, que também é de um ponto, indicando um cenário de empate técnico, mas com vantagem numérica para o senador.
O estudo foi realizado entre os dias 18 e 23 de março, com 5 mil eleitores em todo o país, e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral. O resultado marca a primeira vez em que Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente de Lula em um cenário de segundo turno.
Além dos votos válidos, a pesquisa aponta ainda 5,8% de eleitores indecisos ou que não responderam. O dado reforça que a disputa segue aberta e com margem para mudanças ao longo da campanha.
O resultado surge em meio a um cenário de maior competitividade eleitoral, com crescimento da oposição e desgaste do atual governo. A tendência indica uma disputa acirrada até outubro, com equilíbrio entre os principais nomes na corrida presidencial.
A desaprovação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva alcançou 61% dos brasileiros, segundo pesquisa do PoderData realizada entre os dias 21 e 23 de março de 2026. É o pior índice registrado desde o início da série histórica, em março de 2024, a pouco mais de seis meses da eleição presidencial.
O levantamento mostra que a avaliação pessoal do presidente é mais negativa do que a do governo. Enquanto 61% desaprovam Lula, 57% dizem desaprovar a administração federal como um todo, com 37% de aprovação. A diferença entre quem aprova e desaprova o presidente chegou a 30 pontos percentuais, quase o triplo do registrado há dois anos.
Os dados indicam uma deterioração contínua na percepção da população. Desde setembro de 2025, a desaprovação do governo subiu seis pontos, enquanto a aprovação caiu para o menor patamar do mandato. O distanciamento entre a imagem do presidente e a avaliação da gestão também tem se mantido nos últimos meses.
Outro ponto destacado pela pesquisa é a comparação com o governo anterior. Atualmente, 42% dos entrevistados afirmam preferir a gestão de Jair Bolsonaro, enquanto 32% consideram o governo atual melhor — diferença que aumentou em relação a levantamentos anteriores.
Com alta rejeição, piora recente nos indicadores e perda de vantagem na comparação com o antecessor, o cenário eleitoral se torna mais competitivo. Os números indicam maior pressão sobre Lula na corrida pela reeleição e ampliam o espaço político para a oposição.
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. Os dados foram coletados de 21 a 23 de março de 2026, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 132 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%.
Ainda nao chegou aos 100% ? Tá chegando perto, em outubro chega, vai se desfazendo aos poucos, não precisa de pressa, o dia e a hora vai chegar, disso tenho certeza, país desorganizado da bexiga, vão sentindo devagarinho.
Documentos enviados à CPI do Crime Organizado revelam que Fabiano Zettel, cunhado do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, recebeu quase R$ 200 milhões de um fundo investigado por suspeitas de lavagem de dinheiro. Ambos estão presos desde o início de março.
De acordo com as declarações de Imposto de Renda, o patrimônio de Zettel saltou de R$ 67 milhões em 2021 para mais de R$ 200 milhões em 2024. No mesmo período, os valores declarados em itens de luxo, como joias e relógios, cresceram significativamente, chegando a quase R$ 51 milhões.
A Polícia Federal do Brasil aponta Zettel como operador financeiro do esquema, responsável por executar estratégias e acompanhar a movimentação dos recursos. Parte dos valores teria origem no Fundo de Investimento em Participações Kairós, administrado por uma gestora ligada ao Banco Master.
As investigações também apuram a ligação do fundo com a empresa Super Empreendimentos, onde Zettel atuou como diretor. Segundo decisão do ministro André Mendonça, a empresa teria sido utilizada para contratos fictícios e movimentações financeiras suspeitas, levando à suspensão de suas atividades.
Enquanto Zettel permanece preso em São Paulo, Vorcaro foi transferido para a Superintendência da Polícia Federal e iniciou conversas com advogados, em meio a sinais de possível acordo de delação. A defesa de Zettel não se pronunciou sobre as acusações.
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