Educação

Editorial Folha de SP: O boleto da escola

Foto ilustrativa: Luiz Gonçalves/ TV Gazeta

A interrupção das aulas em todo o país, por efeito da pandemia de Covid-19, impõe desafio imenso às escolas, obrigadas a rever seu planejamento e buscar formas de oferecer o ensino a distância.

No caso dos estabelecimentos particulares, uma outra discussão vem ganhando corpo. Nos Legislativos de ao menos 11 estados, além de no Congresso Nacional, foram apresentados projetos que determinam a redução das mensalidades, em proporções que variam de 10% a 50%, na quarentena.

Compreende-se o intuito dos parlamentares de auxiliar famílias que arcam com a educação dos filhos e, neste momento, se veem com a renda reduzida. A solução aventada, contudo, é problemática, pois esbarra em dificuldades legais e ignora a realidade do ensino.

Cabe considerar, em primeiro lugar, que a rede particular constitui universo bastante variado. Enquanto algumas escolas estão ligadas a grandes conglomerados educacionais, que lhes dão maior margem de manobra no atual momento, a maioria é pequena e local —e portanto mais sensível a quedas bruscas de receita.

Soma-se a isso o fato de que, embora algumas instituições possam ter tido seus custos reduzidos, a maior parte dos gastos (75% em média) é fixa e se dá com o pagamento a professores e funcionários.

Assim, um desconto generalizado nas mensalidades pode ter como efeito colateral a demissão de profissionais, quando não o fechamento de estabelecimentos.

Além disso, especialistas em direito do consumidor apontam que as propostas legislativas, se aprovadas, podem vir a ser consideradas inconstitucionais, ao interferirem de forma injustificada na livre iniciativa. Cria-se, assim, um cenário de insegurança jurídica, em que as reduções podem terminar, posteriormente, revertidas nos tribunais.

A forma menos imperfeita de encaminhar a questão parece ser por meio de negociações individuais com as famílias mais afetadas, que resultem em descontos provisórios ou parcelamento das mensalidades, como defende a Federação Nacional das Escolas Particulares.

Dentro desse esforço coletivo, cabe aos colégios utilizar, a despeito dos inevitáveis improvisos, as ferramentas do ensino a distância, para minimizar as perdas no aprendizado. Ademais, as aulas presenciais devem estar entre as primeiras atividades a serem retomadas quando superada a pior etapa da disseminação do novo coronavírus.

Folha de São Paulo

 

Opinião dos leitores

  1. A maioria dos trabalhadores estão tendo que renegociar seus salários com redução de 25%, 50% ou 70%. Alguns até com suspensão de seu contrato de trabalho. Por que as escolas não podem também reduzir os salários de sus professores e funcionários? Me parece uma incoerência não se reduzir os valores das mensalidades.

    1. Concordo Marieta, corta de todo mundo, aperta de todo mundo, menos dos políticos safados que nos roubaram a vida inteira, nem um centavo e retirado de seus milionários ganhos. O outro absurdo é os bancos que ano após ano consome metade do nosso PIB só em juros da dívida, coisa em torno de um TRILHÃO E MEIO por ano, não estão nem um pouco preocupados pois sabem que a sua grana é garantida, inclusive por esse tão austero presidente bolsonaro. Ou seja, quem vai pagar a conta novamente, é o povão.

    2. Quem paga banqueiro é quem compra título de divida pública, como o Tesouro Direto (bancos fazem a intermedição), cuja dívida só tá sendo rolada (e avolumada) faz uns anos. Faz uns anos que nenhum centavo de impostos foi para juros e amortizações. Tinha isso quando se via o tal do superávit primário. Não quer que se pague banqueiro, peça pro seu governante viver dentro de suas possibiliades e não peça empréstado. Mas isso mexe em muito diretuadquridu.

  2. Uma solução sensata seria a redução salarial dos funcionários de escolas e consequente redução da mensalidade enquanto o período de pandemia se mantiver. Muitas empresas estão reduzindo salários e carga horária. Somente as escolas estarão numa realidade distinta do resto da sociedade?

    1. Será que as escolas já estão fazendo isso e vc não sabe? Outra equação não levado em consideração é o índice de inadimplência e cancelamentos de matrículas, isso também conta em planilha.

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Saúde

Em 10º dia de queda, média de mortes por Covid no Brasil recua 14,7%

Foto: EVANDRO LEAL/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO – 19.03.2021

Com 2.202 óbitos registrados neste sábado (8/5) no país, a média móvel nacional de mortes por Covid-19 ficou em 2.125. Em relação ao apurado há 14 dias, a redução é de 14,7%. O indicador vem sofrendo quedas e registrando índices menores desde o dia 29 de abril.

Foram confirmados novos 63.430 casos nas últimas 24 horas. Ao todo, o Brasil já perdeu 421.316 vidas para o vírus e computou 15.145.879 casos de contaminação.

Devido ao tempo de incubação do novo coronavírus, adotou-se a recomendação de especialistas para que a média móvel do dia seja comparada à de duas semanas atrás.

Variações na quantidade de mortes ou de casos de até 15%, para mais ou para menos, não são significativas em relação à evolução da pandemia. Já percentuais acima ou abaixo devem ser encarados como tendência de crescimento ou de queda.

Os cálculos são feitos pelo (M)Dados, núcleo de jornalismo de dados do Metrópoles, e se baseiam nos relatórios repassados pelo Ministério da Saúde. Essas informações também alimentam o painel interativo com notícias sobre a pandemia desde o primeiro caso da doença registrado no país.

Metrópoles

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Saúde

Planalto escala AGU para orientar Pazuello na CPI da Covid

Foto: ALAN SANTOS/PR – 10.03.2021

Em um movimento inédito, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello passou a ser assessorado pela AGU (Advocacia-Geral da União) para traçar sua estratégia de defesa na CPI da Covid. O general da ativa já se reuniu ao menos duas vezes com advogados da equipe da AGU que estão coletando documentos sobre aquisição de respiradores e fabricação de cloroquina para subsidiá-lo na CPI, no próximo dia 19.

O depoimento de Pazuello é considerado crucial porque, ao deixar o cargo, ele ligou sua demissão a um complô de políticos interessados em verba pública e “pixulé”. Para senadores, Pazuello sabe de escândalos que podem comprometer o governo.

Esta é a primeira vez que a AGU desloca uma equipe para orientar o depoimento de um ex-ministro, segundo o Estadão apurou com servidores do órgão e quatro ex-titulares da pasta. Na CPI do Cachoeira, criada em 2012 para investigar as relações entre parlamentares e o contraventor Carlinhos Cachoeira, foram escalados advogados da União para acompanhar os trabalhos dos parlamentares, mas a situação era diferente.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, também tem a consultoria de advogados da União. Segundo a AGU, tanto Queiroga quanto Pazuello requisitaram auxílio do órgão, o que não ocorreu no caso dos ex-ministros da Saúde Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, que prestaram depoimento à CPI. Os dois apontaram erros do governo na condução da pandemia de covid-19 e disseram que o presidente Jair Bolsonaro não lhes dava autonomia.

Para o vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), o uso da AGU por parte de Pazuello é “gravíssimo”.

“A Advocacia-Geral da União é um órgão de Estado, não é um órgão de advocacia particular, privada. Não me consta que o senhor Eduardo Pazuello seja, nesse momento, ministro de Estado ou esteja exercendo algum cargo público. É um absurdo a utilização da estrutura de Estado para o benefício privado. Não é só um ato imoral, é um ato de corrupção”, afirmou Randolfe.

Já na avaliação do ex-juiz federal Luciano Godoy, não há, em princípio, “nenhuma ilegalidade”. “Mas os advogados têm de defender a política pública do governo. Se isso leva à defesa do ex-ministro, está dentro da missão constitucional da AGU”, disse Godoy, que é professor da FGV Direito São Paulo.

Os servidores convocados para dar assistência a Pazuello são os advogados da União Diogo Palau, procurador regional da União na 1.ª Região, e Jailor Capelossi, consultor jurídico no Ministério da Saúde. Palau acompanha os desdobramentos do inquérito aberto em janeiro pelo Supremo Tribunal Federal, no auge da crise em Manaus, quando dezenas de pessoas morreram asfixiadas em razão da falta de oxigênio em hospitais da capital amazonense. Após Pazuello perder o foro privilegiado, em março, quando deixou o ministério, o caso passou a tramitar na primeira instância da Justiça Federal.

O depoimento do ex-ministro à CPI estava marcado para quarta-feira passada, mas foi adiado para o dia 19 depois que ele alegou, por meio de ofício encaminhado ao Exército, ter mantido “contato direto” com dois servidores infectados pelo novo coronavírus.

Como o Estadão revelou anteontem, Pazuello “furou” a quarentena que faria no Hotel de Trânsito de Oficiais, onde mora em Brasília, e se reuniu com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Onyx Lorenzoni, um dos auxiliares de Bolsonaro que o assessoram para o depoimento.

O Comando do Exército silenciou sobre a conduta de Pazuello. O ex-ministro da Saúde foi visto circulando sem máscara no hotel e costuma usar o telefone da recepção. O episódio causou indignação entre os parlamentares, já que as recomendações para quem está com suspeita de ter contraído coronavírus é manter isolamento social. Senadores chegaram a avaliar até mesmo uma “condução coercitiva” para forçar o comparecimento de Pazuello à comissão.

Atribuições

Procurada pelo Estadão, a AGU alegou que pode representar autoridades e ex-autoridades tanto judicial quanto extrajudicialmente.

“Nos termos do artigo 22 da Lei 9.028/1995 (que trata das atribuições da Advocacia Geral da União), a AGU atua na representação de autoridades públicas em função de atos praticados no âmbito de suas atribuições. Por exemplo, até hoje a AGU representa o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o ex-ministro Pedro Malan, dentre outras tantas autoridades”, informou o órgão. Militares das Forças Armadas que respondem a inquérito policial ou processo na Justiça também podem ser defendidos por servidores da AGU.

Mesmo prevista em lei, portarias e um manual do órgão, a medida é considerada sem precedentes no âmbito de uma CPI.

R7

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Saúde

Brasil registra mais de 13,6 milhões de recuperados da Covid-19

Foto: Diogo Zanatta

O Brasil registrou neste sábado (8) mais 37.190 pacientes recuperados do coronavírus, totalizando 13.677.668 pessoas curadas da doença.

O número de pessoas curadas representa 90,3% do total de casos acumulados.

A quantidade de pessoas curadas no Brasil é mais de treze vezes superior ao número de casos ativos (1.046.895), que são os pacientes em acompanhamento médico.

No mundo, estima-se que 135,6 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram, de acordo com o site Wolrdometers.

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Clima

Capitania dos Portos emite alerta de ventos de até 60 km/h e ‘mar grosso’ em toda faixa do litoral sul do RN

A Marinha do Brasil, por meio da Capitania dos Portos do Rio Grande do Norte, emitiu um aviso de mau tempo (veja aqui) alertando sobre a possibilidade de ocorrência de ventos fortes de direção sul a sudeste, com velocidade de até 60 km/h, e  mar grosso com ondas de 3,0 e 3,5 m de direção sudoeste a sudeste, em toda faixa do litoral sul do Rio Grande do Norte.

O alerta vale para o período do dia 9 à noite até a tarde do dia 11 deste mês. A Capitania recomenda que as embarcações de pequeno porte “evitem a navegação” durante este período e que as demais embarcações redobrem a atenção quanto ao material de salvatagem, estado geral dos motores, casco, bomba de esgoto do porão, equipamentos de rádio e demais itens de segurança.

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Saúde

Estudo em Israel mostra eficácia de 97% da Pfizer em evitar casos sintomáticos

Foto: TSAFRIR ABAYOV / AP

Um estudo conduzido em Israel junto a profissionais da área de saúde e publicado no Journal of the American Medical Association (Jama) mostrou que a vacina contra a covid-19 produzida pela Pfizer reduziu as infecções sintomáticas pela doença em 97%, ao passo em que diminuiu as assintomáticas em 86%.

O estudo foi conduzido junto a 6.710 profissionais da área de saúde, dos quais 5.953 receberam ao menos uma dose da vacina, 5.517 receberam as duas doses e 757 não foram vacinados. Eles foram acompanhados por um período de 63 dias, entre de 20 de dezembro de 2020 e 25 de fevereiro de 2021.

Entre aqueles que foram totalmente imunizados, com duas does, a infecção sintomática por SARS-CoV-2 ocorreu em 8 profissionais, enquanto esteve presente em 38 que não foram vacinados (taxa de incidência de 4,7 e 149,8 por 100 mil pessoas, respectivamente). Isso representa uma razão de 0,03 (com 95% de confiança) ou 97% de eficácia.

Já a infecção assintomática por SARS-CoV-2 ocorreu em 19 profissionais de saúde totalmente vacinados e 17 profissionais de saúde não vacinados – taxa de incidência de 11,3 a 67,0 por 100 mil pessoas, respectivamente, numa razão de 0,14, o que resulta nos 86% de eficiência.

Assim, o estudo conclui que, entre os profissionais de saúde de um centro de saúde em Tel Aviv, Israel, a vacina da Pfizer em comparação com nenhuma vacina foi associada a uma incidência significativamente menor de infecção por covid-2 sintomática e assintomática mais de 7 dias após a segunda dose.

Estado de Minas

Opinião dos leitores

    1. Ainda assim é melhor que cloroquina e ozônio (que o gado burro adora)…
      🤡🤡🤡🐐🐐🐐🐮🐮🐮

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Saúde

Bolsonaro anuncia distribuição de novo lote de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford na próxima segunda; RN receberá 64,5 mil doses

Imagem: reprodução/Twitter

O presidente Jair Bolsonaro anunciou hoje (8) que o Ministério da Saúde enviará 3,9 milhões de vacinas AstraZeneca/Fiocruz para todos os estados e o Distrito Federal.

O estado do Rio Grande do Norte receberá 64.500 doses do imunizante.

A Região Norte receberá 281,4 mil doses, a Região Nordeste terá 984,1 mil doses e a Região Centro-Oeste receberá 294,1 mil doses.

Já as regiões Sudeste e Sul receberão 1,79 milhão e 624,3 mil doses, respectivamente. O comunicado foi feito em redes sociais.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Deveria vacinar os professores Só assim não teria mais desculpas para não retornar ao presencial

  2. Pessoal. Já que ninguém está indo Se vacinar pois os pontos estão sempre vazios, deveria pegar essas vacinas e baixar a idade de quem realmente quer se vacinar.

  3. Quero saber da 2 dose da corona. Já vai fazer 45 dias que tomei a 1 dose. É mesmo que não ter tomado pois não vai ter eficácia de nada.

    1. Vcs não cansam de serem desmoralizados e de passar vergonha. Quem puxou cadeia e foi implicado em falcatruas por 169 comparsas, tem nove dedos 😁😁😁😁😁😁😁😰😰😰😰😰😰😰

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Saúde

COVID: Brasil registra 2.202 óbitos e 63 mil novos casos nas últimas 24h

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil neste sábado (8):

– O país registrou 2.202 óbitos nas últimas 24h, totalizando 421.316 mortes;

– Foram 63.430 novos casos de coronavírus registrados, no total 15.145.879 milhões pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 13.677.668, com o registro de mais 37.190 pacientes curados. Outros 1.046.895 pacientes estão em acompanhamento.

Opinião dos leitores

  1. Ainda bem que a natureza, contra a vontade da humanidade criou esse monstro do Coronavírus”. Luiz Inácio Lula da Silva

  2. A matança continua a todo vapor…
    O genocida não comprou vacinas.
    Só empurrou cloroquina no toba da boiada.

    1. Use máscara, fique em casa e só procure um médico se sentir falta de ar, não tome nenhum remédio e morra gritando lulalivre

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Polícia

Polícia identifica mortos em Jacarezinho e diz que todos têm ligação com o crime

Foto: reprodução/TV Globo

A polícia afirmou na tarde deste sábado (8) que todos os mortos na operação em Jacarezinho, no Rio de Janeiro, já foram identificados e, com exceção de um policial civil, todos têm ligação com o crime.

O número de vítimas subiu para 29, depois que uma pessoa levada viva para hospital não resistiu.

Os corpos foram identificados via digital no Instituto Médico Legal (IML), mas nem todas as famílias foram fazer o reconhecimento. Segundo apuração da CNN, 20 corpos já foram liberados.

O delegado titular da Delegacia de Proteção à Criança e Adolescente do Rio, Pedro Brasil, informou que, dos 21 alvos da operação, 15 estão foragidos até o momento. Três teriam sido mortos e três presos pela polícia durante a operação, na última quinta-feira (6). A lista com o nome dos mortos deve ser divulgada nas próximas horas, segundo o delegado.

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, falou sobre a operação realizada pela Polícia Civil na favela do Jacarezinho, e afirmou que a ação foi o “fiel cumprimento de dezenas de mandados expedidos pela Justiça”.

Opinião dos leitores

  1. Um policial morreu, ninguém se compadeceu. Um policial morreu. ONU emudeceu. Um policial morreu. Direitos humanos não apareceu.

  2. Todo meu respeito aos PMs que participaram da operação. Lamentável mesmo, só a morte de um bravo soldado.

  3. Isso não nunca aconteceria aqui no RN de Fátima, ela não permitiria que sua polícia impedisse os cumpanheiros de bandidagem de continuarem a trabalhar para o tráfico.

    1. Tem medo não. Ela esconde a verdade pra acobertar bandido. A Globo tem ódio de polícia.

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Política

Bolsonaro: “CPI tá um vexame, só se fala em cloroquina”

Foto: Marcos Correa/Reuters

O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid na manhã deste sábado, 8 e se referiu ao colegiado do Congresso como um “vexame”. A apoiadores, o presidente também defendeu o uso da cloroquina no tratamento contra o coronavírus e afirmou que irá fazer um vídeo nesta semana com seus ministros falando se tomaram ou não o medicamento, que não tem eficácia comprovada contra a doença.

“Continuo dizendo, só Deus me tira daquela cadeira. Não vai ser… essa CPI tá um vexame, só se fala em cloroquina. Mas, o cara que é contra, não dá alternativa. Tenho certeza que alguém tomou hidroxicloroquina aqui. Alguém tomou?”, perguntou a um grupo de apoiadores que estavam no Palácio da Alvorada nessa manhã. “A gente vai fazer um vídeo nesta semana, dos 22 ministros, todas aqueles que tomaram hidroxicloroquina vão falar eu tomei. É a alternativa no momento. Ah, não tem comprovação científica, mas não tem cientificamente falando o contrário também”, afirmou.

Em sua primeira semana de trabalho, os depoimentos prestados à CPI tiveram como foco o “tratamento precoce”, defendido por Jair Bolsonaro. Aos senadores, os ex-ministros Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich relataram a pressão do chefe do Executivo para que o Ministério da Saúde defendesse o tratamento. Já o atual titular da pasta, Marcelo Queiroga, evitou se comprometer com a defesa pública que o presidente faz da cloroquina.

Nessa sexta-feira, 07, o presidente já havia se manifestado com críticas ao colegiado. Em publicação nas redes sociais dirigida a senadores da CPI, Bolsonaro afirmou que os “inquisidores” que criticam o uso de medicamentos “não encham o saco de quem optou por uma linha diferente”.

Na quinta-feira, 6, em transmissão semanal, Bolsonaro também reclamou que o colegiado “bateu muito” no ministro da Saúde. “Cloroquina, cloroquina, cloroquina, o tempo todo cloroquina. Ah o presidente falou…”, analisou Bolsonaro. O chefe do Executivo ainda ameaçou usar a máquina do governo federal para investigar o governador de Alagoas, Renan Filho (MDB), filho do senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Covid, que tem se mostrado forte crítico ao Planalto.

Além das críticas, o presidente afirmou que, apesar de o governo ter minoria de representantes na CPI do Senado, pretende apurar de casos na cidade de Manaus onde, segundo ele, pessoas receberam doses quádruplas de cloroquina e vieram a óbito.

“Já temos os nomes das pessoas que participaram dessa experiência e queremos explicações, qualquer remédio que derem em excesso faz mal”. Ele também voltou a repetir que irá tomar a vacina após todos os brasileiros estarem imunizados e afirmou se tratar de um gesto de “altruísmo”.

Em postagem no Twitter, após a conversa com apoiadores nesta manhã, Bolsonaro afirmou que o Ministério da Saúde enviou nova remessa com 3,9 milhões de doses da vacina AstraZeneca/Oxford para todos os Estados e Distrito Federal. Segundo ele, a partir da próxima segunda-feira, 10, mais de 1,1 milhão de doses do imunizante da Pfizer também começarão a ser enviadas para as capitais brasileiras.

Exame

Opinião dos leitores

  1. O bolsonaro sabe que o que ele faz com relação a cloroquina é crime. Ninguém, nem mesmo médico, pode prescrever algo que não é reconhecido pela comunidade científica, não pode prescrever algo que não tem indicação nos seus estudos. Não a toa o CFM já pulou fora, embora não seja possível apagar das mídias sociais, o seu posicionamento, outros estão apagando postagens com relação a defesa da cloroquina. Pra não ficar sozinho, ele mandar seus ministros declararem terem usados a cloroquina. Isso parece palhaçada e é. O pior é que tudo isso, com mais de 400 mil mortes e a maior pandemia da nossa história. Sem falar que ele também pode ser enquadrado por ser servidor público e fazer comercial de um produto privado. A única saída para ele não ser responsabilizado é o pazuello matar no peito e assumir tudo sozinho, mesmo depois de dizer que cumpria ordens. Por isso, o pazuello está sendo chamado de borra botas fujão, ele não vai ter coragem de responder sozinho por algo que ele seguia ordens. Ou vai?

    1. Pela lógica desse jegue,Eu posso tomar um Melhoral infantil para tratamento da Covid, já que o termo “Comprovado cientificamente sua ineficácia “não existe para Ele. Vcs imaginam em Que situação o Nosso País está, na mão desse Sarrabuio de presidente?

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Saúde

Estado de São Paulo ultrapassa 100 mil mortes por Covid-19

Foto: Amanda Perobelli – 13.mai.2020 / Reuters

O estado de São Paulo atingiu neste sábado o registro de 100 mil mortes causadas pela Covid-19, tornando-se o primeiro do Brasil a alcançar um número tão alto de vidas perdidas pelo coronavírus. Segundo o painel on-line de monitoramento do Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), são 100.649 óbitos pela doença e 2.997.282 casos desde o início da pandemia.

Os dados ainda devem ser atualizados até o final da tarde pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. Até esta sexta-feira, a pasta contabilizava 99.989 mortes e 2.984.182 casos.

Essa quantidade de pessoas mortas é comparável, por exemplo, à população completa de algumas cidades do estado de São Paulo, como Mairiporã (município da Região Metropolitana de São Paulo com população estimada pelo IBGE em 101.937 habitantes), Caieiras (também na Grande São Paulo, com 102.775 moradores) e Itanhaém (na Baixada Santista, com 103.102). É como se uma dessas localidades tivesse perdido, ao longo de pouco mais de um ano e por uma única causa, todos os seus munícipes.

A marca de 100 mil óbitos por Covid-19 também está próxima à registrada na França toda. O país europeu já teve 106.270 mortes, segundo dados compilados pela Universidade Johns Hopkins, que monitora a situação global da pandemia. A França ultrapassou os 100 mil casos fatais em 15 de abril.

Se o estado de São Paulo fosse um país, estaria em nono no ranking em número absoluto de mortes por Covid-19, segundo a universidade americana Johns Hopkings. A lista é liderada pelos Estados Unidos (581.120 mortes), seguida de Brasil (419.114 mortes até a sexta-feira, e incluindo os dados de São Paulo), Índia (238.270), México (218.657), Reino Unido (127.694), Itália (122.694), Rússia (111.097) e França (106.649). Após o estado de São Paulo, a Alemanha completa o “top ten” do ranking, com 84.668 mortes por Covid-19.

Atrás de São Paulo, o estado com mais mortes pelo vírus Sars-CoV-2 é o Rio de Janeiro, que contava 46.171 óbitos até sexta-feira. No Brasil todo, já foram 419,3 mil perdas, segundo dados do consórcio de imprensa até a noite de sexta.

São Paulo, até o final da tarde de sexta, tinha 21.320 pacientes internados com Covid, sendo 10.060 em unidades de terapia intensiva e 11.260 em enfermaria. A taxa de ocupação dos leitos de UTI estava em 78,2% para o estado como um todo e em 76,2% na Grande São Paulo. Desde o começo da pandemia, o estado contabiliza ainda 306.789 altas hospitalares de pessoas que precisaram de atendimento por causa da doença.

Neste sábado, o estado passa a ter regras menos rígidas dentro da chamada fase de transição, período estabelecido para retomar atividades não essenciais após uma nova onda de Covid. O horário de funcionamento de comércio e serviços foi ampliado até 21h e a ocupação máxima dos locais subiu para 30%.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Calcinha apertada tá mais fraco que caldo de arroz, todas as medidas que foram tomadas fracassaram.

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