Economia

Energia eólica: país chegará a 2015 com 8 gigawatts de capacidade instalada

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, estimou que o parque eólico do país chegará a 8 gigawats (GW) de capacidade instalada de geração de energia até 2015. Segundo ele, o Brasil, que hoje ocupa a vigésima posição no mundo entre os países que produzem energia a partir dos ventos, com uma capacidade instalada de 2 GW, no próximo ano já estará entre os dez países.

O presidente da EPE (a empresa responsável pelo planejamento energético brasileiro) participou hoje (29) da cerimônia de abertura do Brasil Windpower 2012, maior evento sobre energia eólica da América Latina, e que ocorre até sexta-feira (31), na capital fluminense.

“As perspectivas do setor de energia eólica no país são muito boas. Ela tem tido um crescimento muito expressivo no Brasil. E a boa notícia é que o consumidor não tem que pagar nada a mais por isso, uma vez que o preço da energia eólica hoje, no país, caiu a um terço do que era a três ou quatro anos atrás – e já é bastante competitivo em relação às outras fontes”.

Tolmasquim também ressaltou o crescimento da indústria de aerogeradores no país. “Hoje nós já temos 11 empresas instaladas no país, algumas das quais já atendendo aos critérios de conteúdo nacional estabelecido pelo BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social]. Ou seja, produzindo com mais de 60% de conteúdo nacional em seus equipamentos – o que é positivo porque gera emprego no país”.

Fonte: Agência Brasil

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Geral

Petrobras lança edital de R$ 910 milhões para propaganda

Foto: Divulgação

A Petrobras está lançando um edital para contratar três agências de propaganda para dividir uma verba de R$ 910 milhões num período de três anos, a partir de 2027.

No briefing às agências, a Petrobras afirma que “é hora de retomar uma apresentação institucional da marca a promovendo de forma ampla, considerando seus atributos de brasilidade, inovação e compromisso com a sociedade”. E que o seu objetivo é “traduzir esse posicionamento em histórias, presenças e impactos concretos, capazes de mostrar como a Petrobras está inserida no cotidiano, no desenvolvimento e no futuro do Brasil. Mais do que explicar quem somos, esta campanha deve tornar visível porque a Petrobras importa hoje — para as pessoas, para o país e principalmente para as próximas gerações. Deve se evitar a grandiloquência, o autoelogio excessivo, o tom político e o tecnicismo. Consolidar a imagem da Petrobras como uma empresa brasileira de energia, referência em inovação e comprometida com o desenvolvimento sustentável do país.”

Lauro Jardim – O Globo

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Geral

Dino determina bloqueio de R$ 119 milhões de bens de Valdemar por suspeita de indicação de emendas parlamentares mesmo sem mandato

Foto: Divulgação

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o bloqueio de até R$ 119 milhões em bens do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, por ser suspeito de atuar na indicação de recursos parlamentares mesmo sem ter mandato no Congresso. O valor é referente a 21 emendas cuja destinação, reservada para deputados e senadores, passou pelo crivo do dirigente partidário, segundo investigação da Polícia Federal. Deste montante, R$ 104 milhões chegaram a ser pagos, de acordo com o inquérito.

O esquema, de acordo com a investigação, conta com três servidores da Câmara próximos ao Centrão e sobre quem Valdemar teria “ascendência”: Mariângela Fialek, que foi assessora do ex-presidente da Casa Arthur Lira (PP-AL) e hoje está lotada na liderança do PP; Garigham Amarante, que foi indicado pelo PL para a diretoria do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) no governo de Jair Bolsonaro e hoje está na liderança do PL na Câmara; e Nara Brum, assessora da liderança do PL na Câmara.

“São múltiplos os indícios registrados na representação policial, segundo os quais os investigados MARIANGELA FIALEK, GARIGHAM AMARANTE PINTO e NARA BRUM teriam atuado, dentro da Câmara dos Deputados, como longa manus de VALDEMAR COSTA NETO. Consoante atestam diálogos em aplicativos de mensagens e numerosas planilhas compartilhadas entre os investigados, VALDEMAR COSTA NETO, sem exercer mandato parlamentar, parece ter atuado, até muito recentemente, como mandante do (re)direcionamento de valores públicos”, escreveu Dino na decisão.

As emendas, de acordo com o inquérito, foram indicadas entre junho de 2024 e março de 2026. Dino determinou a suspensão imediata de “todas as despesas públicas ligadas às emendas indicadas na representação policial”.

A Polícia Federal afirma que Valdemar usava servidores da Câmara para “destinar recursos conforme seus interesses, em sintomas inequívocos do cometimento dos crimes de peculato”. O crime de peculato é, em regra geral, atribuído a servidores públicos, mas também pode originar punição a outras pessoas desde que atuem em concurso com servidores públicos. A PF também investiga a hipótese de associação criminosa.

“Os três servidores da Câmara, de maneira irretorquível, têm plena consciência da clandestinidade dessa atuação. Ocupam posições que não só conferem posse funcional sobre informações sensíveis e etapas internas do fluxo de alocação de emendas, como impõem a obrigatoriedade de não agir em desconformidade com diretrizes não republicanas”, escreveu a PF.

A investigação aponta que a análise do celular de Fialek aponta a “existência de um arranjo decisório paralelo para a destinação de verbas públicas”. De acordo com a PF, Valdemar , era “vetor de definição e remanejamento de emendas”. Fialek hoje está lotada na liderança do PP na Câmara, com salário de R$ 26 mil.

Para Dino, a investigação “delimitou muito claramente esse processo de apropriação indevida de cifras parlamentares pelo presidente do PL”.

“Mais do que isso, demonstrou que esse processo de desvio possivelmente contava com o apoio e a liberalidade política, ainda que através de omissão, de outros parlamentares. Basicamente, VALDEMAR COSTA NETO contava com autonomia para direcionar recursos de emendas (de comissão, proeminentemente) conforme sua cota pessoal e particular, atribuída a partir de sua condição de presidente da sigla”, acrescentou o ministro no despacho.

Os servidores na mira da investigação, segundo Dino, compilavam planilhas para organizar as emendas do lote de Valdemar.

“As planilhas eram tratadas, analisadas e condensadas pelos servidores da Câmara para encaminhamento aos Ministérios. O encaminhamento direcionava essas emendas alocando, falsamente, deputados federais como “solicitantes” das indicações, a fim de conferir ares de legalidade às indicações formalizadas conforme diretrizes de um não parlamentar”, diz a decisão.

O ministro acrescentou que, como a investigação segue em andamento, é “cedo” para afirmar se houve apropriação de valores por parte dos servidores da Câmara ou desvio de recursos públicos em proveito de Valdemar ou de “empresários contratados pelos municípios beneficiários”.

Mensagens trocadas entre Valdemar e servidores da Câmara dos Deputados mostram que o chefe do partido do ex-presidente Jair Bolsonaro mantinha uma atuação “típica” de líder da Casa, mesmo não sendo parlamentar, de acordo com a PF.

Em diálogos identificados pela PF, servidores da Câmara supostamente operacionalizam as indicações do presidente do PL. “Fechou o valor do Pres Valdemar?”, registra uma mensagem. “Pode colocar o máximo que der. Ele tá querendo Turismo”, diz outro registro.

Desdobramento de operação

O despacho sobre Valdemar é um desdobramento da investigação que, em dezembro do ano passado, mirou Mariângela Fialek, que foi assessora de Lira. Conhecida como Tuca, ela é supeita de direcionar emendas parlamentares fora dos critérios estabelecidos pela lei.

Ela é conhecida por parlamentares principalmente por sua atuação na época em que ainda havia o Orçamento Secreto. O mecanismo, que permitia a indicação de emendas sem a identificação do parlamentar responsável, foi proibido pelo STF em 2022.

Durante a gestão de Lira na presidência na Câmara, além da função de coordenar a liberação de recursos do orçamento secreto, Fialek acumulou cargo no Conselho Fiscal da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Paranaíba (Codevasf), conhecida como “estatal do Centrão”, por concentrar boa parte dos recursos enviados pelos parlamentares. Ela também ocupou uma cadeira no Conselho Fiscal da Caixa Econômica Federal, banco que tem no comando um indicado de Lira.

Entre os indícios levantados pela PF na ocasião estavam depoimentos de parlamentares, que relataram aos investigadores problemas no encaminhamento das emendas. A PF já colheu o depoimento do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG), e dos deputados Adriana Ventura (Novo-SP), José Rocha (União-BA) e Glauber Braga (PSOL-RJ).

O Globo

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Política

Institutos divergiram até 28 pontos em eleição para o Senado no RN em junho, mas todos indicam reeleição de Styvenson e Zenaide

Foto: Reprodução

Quatro pesquisas eleitorais divulgadas em junho mediram a corrida pelo Senado no Rio Grande do Norte — e não concordam em quase nada. A senadora Zenaide Maia (PSD) aparece com 12,2% em um levantamento e 40,3% em outro, colhidos na mesma semana. Vinte e oito pontos de diferença para a mesma candidata, no mesmo indicador.

Em uma coisa, porém, Agorasei, Exatus, Metadata e Seta convergem sem exceção: Zenaide é a segunda colocada em todas, atrás do senador Styvenson Valentim (Podemos) e à frente de todos os demais nomes testados.

A divergência não é fraude nem incompetência. É matemática — e explica por que o leitor potiguar tem visto números que parecem descrever eleições diferentes.

Dois jeitos de contar o mesmo voto

Em 2026, cada eleitor vota duas vezes para o Senado: são duas vagas em disputa por estado. Os institutos divulgam a “soma dos dois votos”, mas calculam de jeitos opostos.

Seta e Exatus usam a base cheia: o percentual de eleitores que citaram o nome em qualquer um dos dois votos. Somando todos os candidatos, o total passa de 100%. Os números saem altos por construção.

A Metadata divide essa soma por dois, reduzindo a base a 100% — o mesmo critério que o TSE usa para projetar eleitos. Os números saem baixos por construção.

É por isso que Zenaide marca 40,3% no Seta (campo de 15 a 17 de junho) e 12,2% na Metadata (campo de 12 a 14 de junho). Não houve derretimento de 28 pontos em 72 horas. Houve troca de régua.

Amostras entre 1.500 e 1.900 entrevistas, margens de erro na casa de 2,5 pontos. Todas registradas na Justiça Eleitoral (RN-02699, RN-01045, RN-04028 e RN-01712, respectivamente). Duas delas — Agorasei e Exatus — foram a campo ainda no fim de maio, embora divulgadas em junho.

O terceiro lugar muda de dono conforme o instituto. O segundo, não.

A metade da eleição que ninguém está olhando

Se são duas vagas, o segundo voto vale tanto quanto o primeiro. E é aí que mora o dado mais subestimado do mês.

A Agorasei foi a única pesquisa de junho a abrir o segundo voto separadamente. O resultado: Zenaide lidera, com 13% — à frente de Rafael Motta (9,3%) e do próprio Styvenson (9,2%).

Uma leitura possível dos números: Zenaide é hoje a segunda escolha mais natural do eleitorado potiguar. Num sistema em que a segunda escolha elege senador, isso não é consolo — é ativo.

O que os números não entregam

Nenhum dos quatro levantamentos autoriza contagem de vitória antecipada.

Na pesquisa espontânea — sem lista de nomes na frente do eleitor —, Zenaide é lembrada por 5,8% (Agorasei) e 9,3% (Seta). Na Agorasei, 61,9% dos entrevistados não souberam citar nome algum para o Senado. A eleição, a três meses do voto, ainda não começou na cabeça da maioria do eleitor.

Rafael Motta (PDT), recém-chegado à disputa, aparece a 2,9 pontos de Zenaide na base reduzida da Metadata — dentro do alcance de uma campanha. E a rejeição, na Agorasei, está em empate técnico entre os principais nomes, todos entre 10,3% e 15,9%.

O segundo lugar, hoje, é consenso. Consenso de junho não elege ninguém em outubro — mas define quem larga na frente pela segunda vaga.

 

Com informações do Blog do Dina

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Política

POR UNANIMIDADE: TRE-RN condena Allyson Bezerra por propaganda eleitoral antecipada e aplica multa de R$ 10 mil

Foto: Reprodução

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) condenou, por unanimidade, Allyson Bezerra (União Brasil) por propaganda eleitoral antecipada irregular. Os magistrados também decidiram aplicar uma multa de R$ 10 mil ao pré-candidato ao Governo do Estado.

A representação que originou a condenação (nº 0600193-91.2026.6.20.0000) foi movida pelo Partido Novo. Na ação, a legenda denunciou que Allyson Bezerra publicou em diversos perfis nas redes sociais um vídeo com um “verdadeiro jingle de campanha eleitoral”. Na peça, o pré-candidato é chamado de “Allyson Governador” e “Agora é Allyson que eu quero”.

O relator do processo foi o juiz Hallison Rego Bezerra, que votou de acordo com o parecer da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE), reconhecendo a propaganda eleitoral antecipada a favor de Allyson Bezerra.

No final de junho, o juiz Eduardo Pinheiro determinou, em decisão liminar, a remoção do vídeo do jingle de Allyson Bezerra. O magistrado entendeu que havia indícios de propaganda eleitoral antecipada e ordenou que a Meta, dona do Instagram, retirasse o conteúdo em até 24 horas.

No julgamento da ação, os juízes rejeitaram a tese da defesa de Allyson Bezerra, que alegava que o pré-candidato não tinha conhecimento prévio do conteúdo. O processo estava com vista para o juiz Daniel Maia. Ao votar, o magistrado disse que “resta configurada, quando às circunstâncias e peculiaridades do caso específico, a impossibilidade de o beneficiário não ter tido conhecimento da propaganda”.

“No caso concreto, verifica-se que, embora a divulgação não tenha ocorrido no perfil oficial do próprio representado, as circunstâncias objetivamente demonstradas revelam, inclusive à luz das regras de experiência comum, a impossibilidade de o beneficiário não ter tido ciência dessa publicação específica, promocional e impugnada”, disse o juiz.

Daniel Maia também destacou que, na publicação do vídeo com a propaganda eleitoral antecipada, verificou-se “a marcação do perfil pessoal do próprio representado em diversos comentários feitos por usuários, o que demonstra sua inequívoca ciência prévia quanto ao jingle divulgado”.

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Geral

BEAT! apresenta DUO Sara & Warllan, nova aposta da música potiguar, com lançamento de “Acoustic Sessions”

 

A BEAT! Music e Eventos apresenta ao mercado seu mais novo projeto musical: o DUO Sara & Warllan. A dupla estreia oficialmente nesta sexta-feira (10) com o lançamento do álbum “Acoustic Sessions”, disponível em todas as plataformas de streaming e no YouTube.

Com um repertório que reúne grandes clássicos internacionais das décadas de 70, 80 e 90, o DUO aposta em interpretações sofisticadas, arranjos contemporâneos e uma sonoridade pensada para eventos sociais, casamentos, recepções e ambientes que valorizam música de qualidade.

O álbum de estreia traz 10 faixas e apresenta a identidade artística de Sara & Warllan, unindo nostalgia e elegância em releituras que dialogam com diferentes gerações. O projeto nasce para atender um público que buscava, em Natal, uma proposta musical diferenciada, marcada pela qualidade das interpretações e por performances intimistas.

Entre as canções escolhidas estão sucessos que atravessaram décadas, como Billie Jean, de Michael Jackson; Everybody Wants to Rule the World, do Tears for Fears; Have You Ever Seen the Rain, do Creedence Clearwater Revival; e My Girl, do The Temptations. A música brasileira também ganha espaço com uma releitura elegante de Mania de Você, clássico de Rita Lee.

*Sobre a dupla*

Natural do Rio de Janeiro e radicada em Natal desde a infância, Sara Maia, de 28 anos, construiu sua trajetória artística desde cedo. Passou pela dança e pelo teatro, começou a cantar ainda criança na igreja e, aos 12 anos, aprendeu violão, instrumento que consolidou sua relação com a música.

Já Warllan Medeiros nasceu em São Fernando, no Seridó potiguar, onde teve os primeiros contatos com a música ainda na infância. Iniciou a carreira se apresentando em bares e eventos do interior do Rio Grande do Norte e, em 2020, mudou-se para Natal em busca de novos desafios profissionais. Foi na capital que sua carreira ganhou projeção e, agora, um novo capítulo com o DUO Sara & Warllan.

*Serviço*
Lançamento do álbum “Acoustic Sessions” – DUO Sara & Warllan
Data: Sexta-feira, 10 de julho de 2026
Onde ouvir: Disponível em todas as plataformas de streaming e no YouTube https://www.youtube.com/@BandaDuo.

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Política

De Brasília, Prefeita Aize Bezerra inicia articulação para garantir escrituras de milhares de imóveis em João Câmara

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Poucos sabem, mas quase 50% da área urbana e parte da zona rural de João Câmara pertencem oficialmente à União, uma situação que se arrasta há mais de um século e impede que milhares de famílias obtenham a escritura pública de seus imóveis. Sem esse documento, muitos proprietários enfrentam dificuldades para financiar, vender, regularizar ou valorizar seus imóveis.

Para enfrentar esse problema histórico, a prefeita Aize Bezerra, acompanhada da secretária de Planejamento, Karolina Assunção, da Procuradoria do Município e do deputado federal Benes Leocádio, cumpre agenda na Superintendência do Patrimônio da União (SPU), em Brasília.

A reunião marca o início de uma articulação que poderá resultar no maior projeto de regularização fundiária da história de João Câmara.

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Judiciário

TSE bloqueia contas de ex-esposa de Bolsonaro

Screenshot

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A Justiça Eleitoral determinou o bloqueio de R$ 227 mil, em valores atualizados após correção monetária, de Ana Cristina Valle, segunda esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O motivo é falha na prestação de contas de campanha.

Ana Cristina foi candidata a deputada distrital pelo partido Progressistas em 2022, obteve apenas 1.485 votos na capital e não se elegeu.

Segundo o TRE-DF (Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal), os gastos da campanha totalizaram R$ 303.488,96 e não houve comprovação referente ao montante de R$ 134,4 mil – valor antes da correção monetária. Ana Cristina falhou em apresentar documentação correspondentes a 44,31% das despesas de campanha.

O tribunal apontou diversas inconsistências em despesas custeadas com recursos do FEFC (Fundo Especial de Financiamento de Campanha). Entre elas, ausência de notas fiscais, de contratos e de comprovantes de prestação de serviços. Também foi verificada a falta de documentos que demonstrassem a efetiva realização de gastos com militância, alimentação, combustível, locação de bens e impulsionamento de conteúdo na internet.

Entre as inconsistências, segundo a Justiça Eleitoral, houve um pagamento de R$ 35.150 destinado a atividades de militância sem documentação comprovando a efetiva prestação dos serviços. Ainda foram identificados R$ 3 mil em despesas com combustível sem comprovação da vinculação dos abastecimentos a veículos utilizados na campanha. Por fim, houve um gasto com aluguel de imóvel pago por período posterior ao encerramento das eleições.

Durante a tramitação do processo, a candidata foi intimada em duas oportunidades para apresentar esclarecimentos ou documentos complementares, mas não deu retorno à Justiça Eleitoral. Para o relator do caso, a ausência de manifestação reforçou a gravidade das irregularidades. A prestação de contas final da campanha também foi apresentada fora do prazo formal.

Caso o bloqueio das contas não seja suficiente, a medida do TSE pode afetar imóveis e veículos de Ana Cristina.

CNN

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Jornalismo

VÍDEO: Natalense registra encontro com Neymar em parque da Disney

Um vídeo gravado por um natalense durante visita a um dos parques da Disney mostra o momento em que Neymar passa pelo local cercado por algumas pessoas.

Enquanto registra a cena, o potiguar chama pelo jogador e repete diversas vezes: “Te amo, Neymar! Obrigado, te amo!”.

O atleta segue caminhando, acena rapidamente para o grupo e continua o trajeto, em um registro que repercutiu nas redes sociais.

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Judiciário

Defesa de Virginia diz que influencer não quis prejudicar consumidores

Foto: Reprodução 

Após o MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios) ajuizar uma Ação Civil Pública com pedido de tutela de urgência contra a influenciadora Virginia Fonseca, a defesa da influencer afirmou que ela não teve “intenção de causar prejuízo aos consumidores”.

O MP acusa a influenciadora e a plataforma de apostas Blaze de adotarem práticas publicitárias abusivas para atrair consumidores às apostas esportivas durante a Copa do Mundo.

A ação sustenta que a empresa utilizou estratégias de marketing capazes de induzir o público ao jogo por meio da promessa de ganhos fáceis, publicidade considerada enganosa e uso de influenciadores digitais de grande alcance para estimular as apostas.

Em nota divulgada nesta quinta-feira (9), a defesa de Virginia Fonseca refutou a ação do Ministério Público e alegou que a responsabilização civil deve estar amparada em provas concretas, e não em “presunções ou ilações decorrentes da condição de pessoa pública da influenciadora”.

Veja o posicionamento da defesa na íntegra

“A defesa de Virginia Fonseca tomou conhecimento, por meio da imprensa, nesta quinta-feira (9), da Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). As alegações serão respondidas tecnicamente nos autos.

Contudo, cabe destacar que a própria petição inicial reconhece a existência de diligências ainda pendentes, incluindo a requisição de contratos e outras informações relevantes. Esses documentos são essenciais para o completo esclarecimento dos fatos, especialmente quanto à natureza do vínculo, à forma de remuneração e aos limites da atuação publicitária de Virginia Fonseca.

A defesa entende que o MPDFT poderia ter aguardado a conclusão das apurações instauradas pelo próprio órgão, o que certamente daria outro rumo à demanda. A defesa refuta as alegações manifestadas na ação, especialmente qualquer afirmação de conluio, atuação predatória ou intenção de causar prejuízo aos consumidores. A responsabilização civil deve estar amparada em provas concretas, e não em presunções ou ilações decorrentes da condição de pessoa pública da influenciadora. A defesa reafirma sua confiança nas instituições e no Poder Judiciário e prestará todos os esclarecimentos nos autos, oportunidade em que demonstrará, de forma técnica e documentada, a improcedência dos pedidos formulados contra Virginia Fonseca.”

CNN

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Marketing

Ratts Ratis: a agência que aprova campanha por dado, não por feeling

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Aprovar uma campanha porque “ficou bonita” é apostar dinheiro no escuro. Às vezes dá certo. Mas “às vezes” não paga boleto no fim do mês, e construir um negócio em cima de sorte é o caminho mais caro que existe. Durante anos, foi assim que o mercado funcionou: criava-se, publicava-se e torcia-se.

A Ratts Ratis trabalha de outro jeito. Antes de investir pesado, a gente usa IA para testar título, imagem, público e oferta com pouco orçamento. Descobrimos o que realmente engaja e o que faz a pessoa comprar — e só então direcionamos a verba para onde o retorno já foi comprovado. Menos achismo, mais previsibilidade.

Na prática, isso significa que você para de financiar tentativa e erro. Cada real entra numa decisão sustentada por dado, não por opinião. E quando a campanha sobe, ela já passou por um filtro que a maioria das agências sequer aplica.

→ Se você cansou de torcer para a campanha dar certo, a Ratts Ratis te mostra como ter mais controle sobre o resultado. Chama no @rattscom ou no 99215-9781.

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