De acordo com o jornal “O Dia” deste sábado, 19, o filho do dançarino Carlinhos de Jesus, Carlos Eduardo Mendes de Jesus, conhecido como Dudu, foi morto a tiros na madrugada deste sábado. O rapaz de 32 anos foi assassinado quando deixava um bar em Realengo, na Zona Oeste do Rio.
O site G1ouviu a Divisão de Homicídios do Rio que confirmou a notícia:
“Já temos algumas linhas de investigação, mas prefiro não divulgar”, disse o delegado-adjunto da DH, Allan Duarte.
A polícia disse que o músico saía do estabelecimento quando foi atingido por disparos feitos por dois homens em uma motocicleta. Os criminosos fugiram e ainda não foram identificados. Dudu foi levado ao hospita, em Realengo, mas não resistiu.
Pai soube da morte pelo Twitter
Durante a madrugada, no Twitter, Carlinhos de Jesus, que estava em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, perguntou aflito o que estava acontecendo com seu filho:
“Meu Deus por favor me digam o que aconteceu com meu filho!”
Depois de devidamente esclarecido sobre o ocorrido, escreveu:
“DOR! Insuportável perder que amamos! Perco meu filho brutalmente. Estou em Caxias do Sul tentando voltar o quanto antes. Obrigado por todas as manifestações de solidariedade!”
Imagens recuperadas do celular da corretora Daiane Alves Souza, de 43 anos, mostram que ela foi surpreendida pelo síndico Cleber Rosa, de luvas e depois encapuzado, ainda no subsolo do prédio onde morava, em Caldas Novas (GO). Os vídeos comprovam que o crime foi premeditado e ocorreram momentos antes do assassinato, em 17 de dezembro de 2025.
Segundo a Polícia Civil de Goiás (PCGO), Daiane desceu ao subsolo para verificar uma queda de energia no condomínio e acabou emboscada pelo síndico. As imagens registradas mostram o carro de Cleber estacionado próximo aos quadros de energia e, em seguida, o ataque à corretora, que foi atingida por trás enquanto ele já estava encapuzado.
O celular de Daiane foi encontrado na tubulação de esgoto do prédio, e antes do desaparecimento ela havia enviado vídeos para uma amiga mostrando o apartamento sem energia. O corpo da corretora só foi localizado 43 dias depois, em uma área de mata a cerca de 15 km da cidade, com dois tiros na cabeça. Cleber confessou o crime e indicou aos policiais onde o corpo estava.
Histórico de desavenças
O conflito entre Daiane e Cleber começou quando ele deixou de administrar os apartamentos da família da corretora. Desde 2024, houve uma série de denúncias e registros formais, incluindo interrupções de energia nos imóveis geridos por Daiane. Segundo a polícia, a decisão judicial favorável à corretora em 11 de dezembro, que obrigou o condomínio a pagar multa por danos morais, pode ter sido o estopim para o assassinato.
Cleber Rosa está preso desde o fim de janeiro em Caldas Novas e deve ser indiciado por homicídio triplamente qualificado: meio cruel, motivo torpe e ocultação de cadáver. Se condenado, pode pegar mais de 30 anos de prisão.
Daiane, natural de Uberlândia (MG), morava em Caldas Novas há dois anos e administrava seis apartamentos da família. No dia seguinte ao desaparecimento, a mãe da corretora não encontrou a filha, registrou boletim de ocorrência e, junto à polícia, confirmou que não houve movimentações em suas contas bancárias após o sumiço.
A escola de samba Acadêmicos de Niterói recebeu autorização do Ministério da Cultura para captar até R$ 5,1 milhões por meio da Lei Rouanet para financiar seu desfile em homenagem ao presidente Lula. A portaria que liberou o projeto foi publicada em 12 de dezembro de 2025. A escola, estreante no Grupo Especial, terminou na 12ª colocação no Carnaval do Rio de Janeiro e foi rebaixada nesta quarta-feira (18).
No projeto aprovado, a escola detalha que o tema abordaria a “trajetória de Luiz Inácio Lula da Silva” incluindo infância, migração, resistência durante a ditadura e atuação em causas populares. Elementos simbólicos, como o mulungu, foram citados para transmitir esperança e transformação social, conforme divulgou O Antagonista.
Como contrapartida prevista pela Lei Rouanet, a agremiação prometeu oficinas comunitárias e ações educativas para o público.
O período inicial para captação de recursos seria de 15 a 31 de dezembro de 2025, mas o governo federal prorrogou para 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2026.
A Lei Rouanet permite que empresas e pessoas físicas direcionem parte do imposto de renda devido para financiar projetos culturais, como desfiles, teatro, música e literatura, com a intenção de incentivar a cultura nacional.
No mesmo ano, a Embratur firmou um convênio inédito com a Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), totalizando R$ 12 milhões divididos entre as 12 escolas do grupo especial.
O acordo, assinado em 12 de janeiro de 2026, ocorreu após o primeiro período de captação da Acadêmicos de Niterói pela Rouanet. A oposição questiona o desfile e pretende acionar o TSE, denunciando Lula por propaganda eleitoral antecipada.
Segundo a Embratur, este foi o primeiro ano em que a autarquia firmou termo de cooperação técnica com a Liesa. Antes, o apoio às escolas do Grupo Especial vinha do Ministério do Turismo, mas não há registros de contratos públicos durante o governo Lula.
O último acordo semelhante ocorreu em 1998, no valor de R$ 170 mil (aproximadamente R$ 875 mil hoje), bem abaixo dos R$ 12 milhões aplicados em 2026.
O ministro do STF, Alexandre de Moraes, determinou que a Polícia Federal intime o presidente da Unafisco Nacional, Kleber Cabral, para prestar esclarecimentos sobre declarações à imprensa. O depoimento está marcado para sexta-feira (20), às 15h.
A Unafisco também divulgou nota crítica à operação, lembrando que o devido processo legal, a presunção de inocência e a proporcionalidade das medidas precisam ser respeitados.
O texto recorda que, em 2019, no Inquérito das Fakenews, Moraes afastou dois auditores-fiscais acusados de vazamento de dados de parentes de ministros do STF, mas depois a acusação não teve provas e os servidores foram reintegrados.
“Os auditores-fiscais da Receita Federal não podem, mais uma vez, ser transformados em bodes expiatórios em meio a crises institucionais ou disputas que não lhes dizem respeito. A instrumentalização de servidores públicos compromete a credibilidade das instituições e enfraquece o Estado de Direito”, disse a nota da entidade.
A Prefeitura do Natal realiza, nesta sexta-feira (20) e sábado (21), os tradicionais desfiles das escolas de samba da capital, na Av. Duque de Caxias, na Ribeira, encerrando oficialmente a programação cultural do Carnaval 2026. Promovido por meio da Secretaria Municipal de Cultura (Secult) e da Fundação Cultural Capitania das Artes (Funcarte), o evento é gratuito e aberto ao público, reunindo agremiações dos Grupos A, B e de Acesso. Em ambos os dias, os desfiles têm início às 20h30.
A concentração das escolas acontece na Rua Esplanada Silva Jardim, no cruzamento com a Av. Duque de Caxias, de onde seguem em cortejo até a Av. Tavares de Lira, no tradicional percurso carnavalesco da Ribeira.
A Prefeitura iniciou a montagem da estrutura para receber o público e as agremiações, com arquibancadas ampliadas em relação ao ano passado, agora com capacidade para mais de mil pessoas. A operação envolve logística reforçada, com investimento municipal cerca de 40% maior nesta etapa do Carnaval, contemplando apoio financeiro às escolas, organização, comissões julgadoras, troféus e premiações.
Os desfiles serão avaliados por uma comissão julgadora formada por 10 especialistas, que analisarão quesitos como bateria, samba-enredo, evolução, fantasias, alegorias, comissão de frente e o conjunto formado por mestre-sala e porta-bandeira.
A premiação contempla as melhores colocadas de cada grupo. No Grupo A, o primeiro lugar receberá R$ 60 mil; o segundo, R$ 45 mil; o terceiro, R$ 30 mil; e o quarto, R$ 15 mil. Já no Grupo B, o primeiro lugar será premiado com R$ 45 mil; o segundo, com R$ 30 mil; e o terceiro, com R$ 20 mil.
Carnaval Tradição de Natal
Para a secretária municipal de Cultura e presidente da Funcarte, Iracy Azevedo, os desfiles representam um dos momentos mais tradicionais do Carnaval natalense. “É uma manifestação cultural que mobiliza as comunidades durante todo o ano. A Prefeitura segue incentivando e estruturando o evento para que as escolas, o público e os visitantes tenham conforto, segurança e possam vivenciar essa tradição”.
Como diferencial nesta edição, as tribos indígenas não participarão do desfile competitivo. Em substituição, será realizada uma solenidade específica para homenagear as sete tribos que desfilaram no ano passado. Os rituais acontecerão no domingo, a partir das 17h, nas proximidades da rótula da Redinha. A previsão é de que as tribos retornem à competição no próximo Carnaval.
Com a realização dos desfiles na Ribeira, o município conclui o ciclo oficial do Carnaval 2026, mantendo viva uma das expressões mais marcantes da cultura popular da cidade.
Ordem dos desfiles
Sexta-feira (20) – Grupo B e Grupo de Acesso
Tempo de desfile: 50 minutos para escolas do Grupo B e 40 minutos para a escola do Grupo de Acesso.
Grande Rio do Norte
Em Cima da Hora
Confiança no Samba
Imperatriz Alecrinense
Dragão Imperial (Grupo de Acesso)
Sábado (21) – Grupo A
Tempo de desfile: até 1 hora por agremiação.
Dois suspeitos foram presos ao tentar vender um scanner automotivo avaliado em R$ 25 mil por apenas R$ 2 mil, em São Gonçalo do Amarante. A ação da Polícia Militar resultou na recuperação do equipamento e na prisão dos dois envolvidos por furto e receptação qualificada.
A vítima havia abordado a equipe de uma viatura, informando que o scanner havia sido furtado no dia anterior. O suspeito que tentou vender o produto em oficinas da região foi detido por receptação, que é quando alguém compra ou vende produto sabendo que é roubado.
Com as informações, a PM chegou à residência dele. Inicialmente não encontrado, confirmou-se que o suspeito usava tornozeleira eletrônica. Após diligências, ele foi localizado e confessou o crime. O scanner recuperado foi devolvido ao proprietário.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública avalia aceitar o texto do deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP) no Projeto de Lei Antifacção, que deve ir à votação na próxima semana. A sinalização foi dada pelo secretário de Assuntos Legislativos do MJ, Paulo Modesto, em conversa com a imprensa.
Segundo Modesto, uma equipe técnica do ministério analisa tanto o texto de Derrite quanto a versão alterada no Senado Federal, onde a proposta foi relatada pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE). O projeto voltou à Câmara após mudanças feitas pelos senadores, e o governo agora tenta construir um caminho de convergência entre as duas versões.
O secretário afirmou que a articulação envolve o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e que o objetivo é levar a plenário um texto considerado “eficaz”. Ele declarou que o governo não quer retomar normas que considera ultrapassadas, mas busca um consenso mínimo para aprovação da matéria.
O movimento marca um recuo do Planalto. Antes, o governo defendia o texto do Senado e chegou a pressionar publicamente para retirar Derrite da relatoria, como fez a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. Derrite é aliado direto do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e seu texto avançou no Congresso mesmo em meio à resistência inicial do governo Lula.
Servidores da Receita Federal suspeitos de vazamento de dados de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) tiveram que prestar depoimentos à Polícia Federal (PF) após operação deflagrada nesta terça-feira. Em uma das oitivas, uma servidora alegou que atendia outra pessoa quando dados da mulher de Alexandre de Moraes foram acessados.
Como mostrou o GLOBO, a servidora Ruth Machado dos Santos afirmou que atendia uma pessoa, presencialmente, na agência da Receita que trabalha no Guarujá, no litoral de São Paulo, no momento em que, segundo as investigações, teria acessado dados cadastrais de Viviane Barci, mulher do ministro Alexandre de Moraes.
A Receita apontou que a servidora acessou dados cadastrais de Viviane, como CPF, nome da mãe e data de nascimento, e dados eleitorais da advogada no dia 21 de agosto do ano passado. Durante o depoimento aos policiais, Ruth informou que já havia sido instada pela própria Receita para explicar o acesso irregular, que ela nega ter feito.
À PF, ela disse ter apresentado provas de que estava atendendo outra pessoa no momento do suposto acesso, como dados cadastrais do contribuinte. Questionada pela polícia, ela afirmou que jamais passou senha dos seus sistemas a ninguém, o que poderia justificar o acesso simultâneo. O depoimento durou cerca de 40 minutos. Ruth é técnica de seguro social e atua em uma agência da Receita Federal.
Em nota, a defesa informou ainda que ela não possui vínculo partidário, não tem histórico de militância e que “não incorreu para a infração penal”.
Além de Ruth, outros três servidores que atuavam em delegacias do Fisco foram alvo de busca e apreensão e afastados de seus cargos. A operação da PF foi deflagrada após uma investigação da Receita apontar indícios de que informações fiscais dos magistrados e de seus familiares foram acessadas irregularmente.
O auditor-fiscal Ricardo Mansano, lotado na Receita em Presidente Prudente (SP), foi um dos alvos da PF. Nesta quarta, o presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco), Kléber Cabral, confirmou nesta que o auditor admitiu ter acessado os dados da enteada do ministro Gilmar Mendes, do STF. Maria Carolina Feitosa é filha de Guiomar Feitosa, que era casada com o magistrado.
Segundo Cabral, Mansano admite o acesso irregular e que a atitude foi uma “burrice” e uma “ideia cretina”, mas o presidente da Unafisco argumenta que foi um “acidente do destino”, porque não há registros de vazamento de dados de Maria Carolina. Dessa forma, o caso de Mansano não teria relação com os vazamentos de dados que o STF quer investigar.
O servidor da Receita, alegou, de acordo com o presidente da Unafisco, que teria feito a pesquisa para descobrir se Maria Carolina, citada em uma reportagem, era esposa de um ex-colega de Cuiabá. A busca teria sido feita em novembro do ano passado, mas teria atingido documentos antigos, de 2008, e não teria ultrapassado a tela inicial.
— Os sistemas da Receita mostram tudo que a pessoa fez. Não dá para ter dúvida se olhou, se printou, se mandou imprimir, quantos segundos ficou em cada tela, tudo isso a Receita guarda e registra para uma futura apuração. Mas existe algum dado vazado dessa pessoa (Maria Carolina)? Não. Então não tem nada a ver com essa história — defendeu Cabral. — Ricardo caiu de gaiato nesse navio furado aí, infelizmente.
O GLOBO tentou contato com o servidor, mas não se manifestou.
Uma investigação da Receita Federal apontou indícios de que dados fiscais de ministros do STF e de seus familiares foram acessados irregularmente. A apuração levou a PF a realizar a operação a terça-feira de carnaval.
De acordo com o STF, “foram constatados diversos e múltiplos acessos ilícitos ao sistema” do Fisco, com “posterior vazamento de informações sigilosas”. A Receita vai entregar o relatório final sobre sua auditoria ao STF até o fim do mês.
A auditoria realizada pela Receita foi pedida em janeiro pelo ministro do STF Alexandre de Moraes para apurar possível vazamento de dados de ministros da Corte e de seus parentes em sistemas do Fisco e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). O pedido foi feito no âmbito do inquérito das fake news, do qual Moraes é relator, e em meio aos desdobramentos do caso do Banco Master.
Servidores do Rio e Bahia
Os servidores da Receita, Luiz Antônio Martins Nunes, lotado no Rio de Janeiro, e Luciano Pery Santos, que atuava numa delegacia do Fisco na Bahia também foram alvo da operação da PF. Os quatro investigados são suspeitos de terem violado o sigilo funcional, quando funcionário público revela fatos que devem ficar sob sigilo.
Se confirmado, os servidores podem pegar pena de seis meses a dois anos de detenção ou multa. Caso haja dano à administração pública ou a terceiros, a pena passa ser de dois a seis anos de reclusão e multa.
A tensão entre Estados Unidos e Irã voltou a escalar após o presidente Donald Trump afirmar que um acordo nuclear precisa ser fechado rapidamente para evitar “coisas ruins”. Segundo ele, os próximos dez dias serão decisivos para definir se a via diplomática seguirá ou se haverá avanço militar.
Enquanto isso, as Forças Armadas americanas já estão posicionadas para um possível ataque ao Irã, com reforço naval e aéreo no Oriente Médio. Israel elevou seu nível de alerta e prepara defesas diante da possibilidade de um conflito iminente, embora Trump ainda não tenha tomado uma decisão final.
O impasse gira em torno do enriquecimento de urânio. EUA e Israel exigem o fim total da atividade nuclear iraniana, enquanto o Irã insiste no direito de manter o processo para fins civis. Autoridades iranianas alertaram que qualquer ataque será respondido, inclusive com a possível obstrução do estreito de Ormuz, rota estratégica para o petróleo mundial.
As negociações realizadas em Genebra terminaram sem avanços concretos. O diretor da Agência Internacional de Energia Atômica, Rafael Grossi, afirmou que a janela diplomática está se fechando, apesar de ainda existirem propostas técnicas em discussão.
Nos bastidores, fontes americanas indicam que o Pentágono se prepara para uma ofensiva conjunta com Israel, caso Teerã não apresente concessões até o fim de fevereiro. Trump, que fez campanha prometendo evitar novas guerras, avalia agora um novo ataque ao Irã, que pode ser mais amplo e duradouro do que a ofensiva realizada no ano passado.
A etapa de abertura do Circuito Mundial de vôlei de praia, marcada para João Pessoa entre 11 e 15 de março, não terá a presença da atleta Carol Solberg. A jogadora foi punida pela Federação Internacional de Voleibol por declarações feitas durante o Mundial do ano passado.
A sanção foi revelada pelo jornalista Juca Kfouri e tem como base o entendimento de que Carol adotou “conduta antidesportiva”. A FIVB considerou inadequada a comemoração pública da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, feita após a conquista da medalha de bronze no Mundial disputado na Austrália.
Na ocasião, ao lado da parceira Rebecca Silva, Carol afirmou que vivia “um dia incrível” tanto no esporte quanto no campo político, celebrando o episódio ocorrido no Brasil.
Segundo Kfouri, a punição se apoia no artigo 8.3 do regulamento disciplinar da FIVB, que trata de manifestações consideradas ofensivas, não esportivas ou que possam trazer descrédito ao esporte e à entidade.
A Polícia Federal retomou o controle da perícia dos celulares e documentos apreendidos na segunda fase da Operação Compliance Zero, após autorização do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal.
A decisão foi tomada depois de uma reunião entre delegados responsáveis pela investigação e o novo relator do inquérito que apura irregularidades envolvendo o banco Master. Com isso, a PF volta a definir quem atuará internamente na análise do material, atribuição considerada natural da investigação policial.
O inquérito estava sob relatoria do ministro Dias Toffoli, que deixou o caso após a PF encaminhar relatório ao presidente do STF, Edson Fachin, apontando menções a pagamentos ao ministro em dados extraídos do celular de Daniel Vorcaro.
Fontes ligadas à investigação afirmam que a perícia anteriormente indicada não tinha qualificação técnica adequada para análise financeira. Entre decisões agora revertidas está a que determinava que provas da segunda fase ficassem sob custódia da Procuradoria-Geral da República.
Com a nova definição, a PF iniciou a extração e análise de dados de ao menos quatro celulares de Vorcaro, além de documentos e computadores apreendidos na operação.
força meu amigo