A Fiocruz prevê entregar, nesta sexta-feira, cerca de 5,3 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). Com isso, a fundação ultrapassa a marca de 40 milhões de doses entregues, sendo 36,2 milhões produzidas no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) e o restante de doses importadas prontas da Índia.
Vacina
A produção do imunizante foi interrompida temporariamente, a partir desta quinta-feira. Com a chegada da nova remessa de Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), prevista para dia 22 de maio, a expectativa é de que, já na próxima terça-feira, dia 25, a produção seja retomada normalmente.
Atualmente, a capacidade de produção da fundação atinge cerca de 1 milhão de doses por dia. Ao todo, a Fiocruz já produziu em torno de 50 milhões de doses do imunizante. As demais doses produzidas se encontram em diferentes etapas do processo de controle de qualidade.
Não há ainda previsão de que a interrupção temporária possa impactar entregas futuras. A fundação explicou que, caso haja impacto, será avaliado e comunicado mais à frente. “O cronograma de entregas permanece semanal, sempre às sextas-feiras, conforme pactuado com o Ministério da Saúde, seguindo a logística de distribuição definida pela pasta”, conclui a Fiocruz.
Só idiotas mesmo…para saber que a CHINA responsável junto com a OMS por espalhar o Virus, teria que agradecer….. insumos são comprados bando de besta, não tá dando de graça não. Se fosse gente de boa fé, destribuia de graça para todos.
Obrigado, povo Chinês pela vacinas! Aqui no Brasil tem gente que sabe reconhecer e agradecer. Obrigado Venezuela por enviar oxigênio para Manaus. No Brasil, nem tudo está perdido! Esse governo passará e nós continuaremos!
Faltou agradecer a china pelo presente da pandemia, e a maduro pelas famílias que invadiram as cidades brasileira fugindo da fome da Venezuela, essas que vivem nos sinais com placas dizendo que são Venezuelanos, alem de agradecer pelo calote feito, pelos empréstimos concedidos por luladrão pra infraestrutura naquele país, empréstimos totalmente sem lastro. Apenas pra receber propinas e afundar nossa nação.
Doido do pão, alguém arruma uma vaga pra ele no João Machado.
Um tremor de terra de magnitude 2.6 foi registrado próximo aos municípios de Touros e Tibau, no Rio Grande do Norte, às 11h21 da manhã do dia 29 de abril. Até o momento, não há confirmação de que o evento tenha sido sentido pela população.
O abalo sísmico foi registrado pelas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e analisado pelo Laboratório Sismológico da UFRN (LabSis/UFRN). A RSBR é coordenada pelo Observatório Nacional (ON/MCTI) com apoio do Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM).
O último tremor de terra registrado no Rio Grande do Norte havia ocorrido no dia 24 de abril, em Currais Novos, com magnitude 1.7.
Tremores de terra de baixas magnitudes são relativamente comuns no Brasil e ocorrem quase todas as semanas, mas a maior parte deles não é sentida pela população. Os sismos naturais, na sua grande maioria, se devem às grandes pressões geológicas que atuam na crosta terrestre.
Sobre a RSBR
Coordenada pelo Observatório Nacional (ON/MCTI), com apoio do Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM), a Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) é a organização pública responsável por monitorar a sismicidade do território nacional através de suas quase 100 estações sismográficas espalhadas pelo país, fornecendo dados essenciais para a compreensão da atividade sísmica e da estrutura interna da Terra. As estações são operadas pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP), Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (Obsis/UnB), Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LabSis/UFRN) e Observatório Nacional (ON). Saiba mais.
Um levantamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN) revela um cenário preocupante sobre a transparência das emendas parlamentares no Rio Grande do Norte. Nenhum dos 168 portais analisados, incluindo o do Governo do Estado e os das 167 prefeituras, atende integralmente às exigências estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para dar publicidade ao uso desses recursos.
Cidades como Mossoró, Extremoz, Canguaretama, Areia Branca e Guamaré estão na lista daquelas com nota 0. Outras grandes cidades, como Natal e Parnamirim, aparecem com desempenho baixo quanto à transparência sobre as emendas parlamentares.
O diagnóstico foi feito a partir da análise das plataformas oficiais sob o critério de transparência ativa, ou seja, aquilo que deve estar disponível de forma clara e acessível ao cidadão. E o resultado acende um alerta: se as falhas não forem corrigidas, a execução das emendas parlamentares pode ser comprometida já a partir de 2026.
Transparência incompleta
Embora a maioria das prefeituras — 76,2% — tenha criado uma área específica para divulgar informações sobre emendas, o conteúdo apresentado é, na prática, insuficiente. Em pontos considerados essenciais, a ausência de dados é generalizada.
Nenhum dos portais municipais informa, por exemplo, o cronograma de execução das emendas. Também não há identificação dos órgãos responsáveis pela execução dos recursos. Na prática, isso impede que o cidadão saiba quando uma obra começa, quem está executando e em que estágio ela se encontra.
Outro dado chama atenção: nenhum portal apresenta informações sobre emendas parlamentares municipais. Em um cenário em que esse tipo de recurso deveria ser cada vez mais transparente, a ausência completa de registros levanta dúvidas sobre a existência ou não dessas emendas — ou sobre sua divulgação.
Ranking da opacidade
Os dados do TCE permitem identificar, de forma objetiva, os municípios com pior desempenho em transparência sobre emendas parlamentares. No recorte mais crítico, dezenas de cidades aparecem com 0% de atendimento aos critérios avaliados, ou seja, não cumprem nenhum dos requisitos mínimos.
Abaixo, as maiores cidades do RN com os piores resultados:
Mossoró
Extremoz
Canguaretama
Areia Branca
Guamaré
Pedro Velho
Acari
Serra Negra do Norte
Lagoa de Pedras
Passagem
Na prática, esses municípios não oferecem ao cidadão qualquer informação estruturada sobre a destinação e execução de emendas parlamentares.
Além deles, cidades de maior peso também apresentam desempenho crítico. Mossoró, por exemplo, aparece com 0% de atendimento, enquanto Parnamirim registra apenas 12,5% e Natal, 43,8% — todos abaixo do mínimo esperado para garantir transparência efetiva.
Ranking baixo, mesmo entre os melhores
Mesmo entre as prefeituras com melhor desempenho, o nível de transparência ainda está longe do ideal. Os municípios de Ipueira e São Francisco do Oeste lideram o ranking do TCE, mas com apenas 56,2% de atendimento aos critérios avaliados.
O próprio Tribunal é direto ao afirmar que nenhuma prefeitura está apta, neste momento, a cumprir plenamente as exigências estabelecidas.
Estado também apresenta falhas
O portal do Governo do Estado apresenta um desempenho superior ao dos municípios, mas ainda assim incompleto. O levantamento aponta que cerca de 73,3% dos critérios são atendidos.
As lacunas, no entanto, são relevantes. Faltam informações sobre a vinculação das emendas à Lei Orçamentária, a indicação precisa das localidades beneficiadas e os prazos de execução. Também não há detalhamento de instrumentos jurídicos, como contratos ou convênios relacionados às despesas.
Essas ausências dificultam o rastreamento dos recursos e limitam o controle social sobre a aplicação do dinheiro público.
Emendas “invisíveis”
Um dos pontos mais sensíveis do relatório é a ausência total de informações sobre emendas parlamentares municipais nos portais analisados. Apenas uma parcela mínima das prefeituras declara oficialmente que não recebeu esse tipo de recurso. Nos demais casos, não há qualquer informação.
Diante disso, o próprio TCE reconhece a necessidade de aprofundar a fiscalização para verificar se essas emendas de fato não existem ou se não estão sendo divulgadas. A situação abre margem para um cenário de opacidade que contraria diretamente as determinações do STF.
Risco para 2026
As falhas identificadas ganham ainda mais peso diante das regras que passam a valer a partir de 2026. Com base em decisão do STF que exige transparência total na execução das emendas — em reação ao chamado orçamento secreto —, o TCE estabeleceu que a liberação desses recursos dependerá de uma Certidão de Regularidade.
Sem essa certificação, estados e municípios podem ficar impedidos de executar emendas parlamentares. Na prática, isso significa risco direto para obras, investimentos e políticas públicas financiadas com esses recursos.
Pressão por adequação
Os gestores públicos têm até o fim de 2025 para corrigir as falhas e adaptar seus portais às exigências legais. O relatório recomenda ajustes imediatos, tanto na estrutura das plataformas quanto na qualidade das informações disponibilizadas.
O diagnóstico traça uma radiografia clara: há um problema estrutural de transparência no uso das emendas parlamentares no Rio Grande do Norte. Mais do que uma exigência legal, trata-se de um obstáculo ao controle social.
Se o cenário não mudar, o impacto pode ser concreto. Recursos podem deixar de ser executados não por falta de verba, mas pela incapacidade de demonstrar, de forma clara, como e onde estão sendo aplicados.
O pré-candidato a deputado federal Pedro Filho cumpriu, nesta quarta-feira (29), uma extensa agenda política no Alto Oeste do Rio Grande do Norte, passando por quatro municípios e fortalecendo o diálogo com lideranças locais, representantes religiosos e apoiadores.
A agenda teve início em Pau dos Ferros, onde Pedro Filho participou de reunião com lideranças da cidade. O encontro contou com a presença do ex-vereador Junhão, do professor Valderi, além de Janaína e Sofia, em uma conversa voltada à apresentação de propostas e discussão de demandas locais.
Na sequência, o pré-candidato seguiu para Coronel João Pessoa, onde visitou o suplente de vereador Bomfim e sua esposa, Sandra, em mais um momento de aproximação com lideranças comunitárias do município.
Dando continuidade à agenda, Pedro Filho esteve em São Miguel, onde se reuniu com o pastor Herculano, da Igreja de Cristo, além de integrantes da comunidade e da suplente de vereadora Joésia, reforçando o diálogo com o segmento evangélico e lideranças locais.
Encerrando o dia, o pré-candidato participou de encontro com os pastores Charles Oliveira e Dário Campos, importantes lideranças das cidades de Rafael Fernandes e Paraná, consolidando sua presença também nesses municípios.
A agenda no Alto Oeste reforça a pré-candidatura de Pedro Filho. Vereador de Assú e líder evangélico, Pedro vem ampliando sua atuação em diversas regiões do estado, com foco na escuta da população, construção de propostas e fortalecimento de alianças políticas.
A ginasta potiguar Gabriela Cunha entra em quadra nesta quinta e sexta-feira para disputar as classificatórias do Campeonato Brasileiro de Ginástica Rítmica, no Ginásio Nélio Dias, competindo nos aparelhos bola, arco, maças e fita, em busca de vaga nas fases finais.
Representando a Act Enlace, de Natal, Gabriela chega à competição como um dos principais nomes da nova geração do país, com um currículo que inclui convocação para a Seleção Brasileira Juvenil e resultados expressivos em nível nacional e internacional.
Entre seus principais destaques estão medalhas por aparelho em torneios nacionais, com prata na fita e bronze no arco. No cenário internacional, a atleta integrou a equipe campeã sul-americana e vice-campeã pan-americana do Brasil.
A atleta integra um projeto em ascensão. A Act Enlace, mesmo com pouco mais de um ano de atuação, já apresenta resultados relevantes em competições regionais e nacionais e conta com uma comissão técnica de alto nível, formada por Kalline Miranda, árbitra internacional e chefe de delegação brasileira vice-campeã mundial, e pela técnica Cristianny Queiroga.
A participação no Campeonato Brasileiro reforça o momento da atleta, que se consolida como uma das principais representantes da ginástica rítmica do Rio Grande do Norte no cenário nacional e projeta novos avanços em sua trajetória de alto rendimento.
A prefeita de Parnamirim, Nilda Cruz visitou as obras de duplicação da RN-313, em Parnamirim, e anunciou a entrega para o próximo dia 14 de maio. A obra é considerada a maior de infraestrutura e mobilidade urbana da região e é muito aguardada pela população. Com 2,7 quilômetros de extensão, no trecho entre a BR-101 e a Avenida Olavo Montenegro, o projeto contempla uma reestruturação completa da via.
A gestão informou que a simulação de retorno em frente à entrada de Cajupiranga não apresentou o resultado esperado e, por isso, será retirada. Dessa forma, a obra será finalizada de acordo com o projeto inicial.
Posteriormente, a Prefeitura irá implantar faixas elevadas para pedestres, instalar abrigos de ônibus e reforçar a iluminação pública.
A gestão municipal já concluiu a duplicação da via, a ciclovia e a sinalização viária, além de ter instalado defensas metálicas e o pórtico, restando apenas ajustes pontuais.
Considerada estratégica para a mobilidade da região, a obra vai melhorar o fluxo de veículos, garantir mais segurança e facilitar o acesso a diversos bairros, além de impulsionar o desenvolvimento urbano no entorno. O investimento nos serviços é superior a R$ 11 milhões.
Ao assumir a gestão, Nilda encontrou o projeto com entraves técnicos e estruturais. A prefeita priorizou a intervenção, destravou pendências e deu ritmo à execução, transformando uma demanda histórica em realidade:
“Recebemos uma obra cheia de problemas, parada, mas não deixamos isso travar o desenvolvimento da cidade. Colocamos como prioridade, organizamos o projeto e hoje estamos vendo essa transformação acontecer. A RN-313 é uma via fundamental para Parnamirim, e estamos muito próximos de entregar uma estrutura moderna, segura e que vai impactar diretamente a vida das pessoas”, destacou a prefeita.
Seis réus foram condenados pelo assassinato de Pollyana Nataluska, de 22 anos, em julgamento realizado pelo Tribunal do Júri em Natal. A decisão foi anunciada por volta da meia-noite desta quinta-feira (30), encerrando a sessão iniciada na segunda-feira (27), na 2ª Vara Criminal, no plenário do Fórum Miguel Seabra Fagundes, na capital potiguar.
Os jurados consideraram Luciano Cabral de Souza, Paloma Nataluska Costa de Medeiros, cunhado e irmã da vítima, respectivamente nesta ordem, Alcivan Bernardo da Silva, João Paulo Rocha e Josivan Pereira da Silva culpados por homicídio duplamente qualificado. Já Orklisthye Mayklie Moronel Matias de Oliveira foi condenado por homicídio qualificado.
Após a decisão dos jurados, o juiz fixou as seguintes penas:
Luciano Cabral de Souza: 16 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão (regime fechado)
Paloma Nataluska Costa de Medeiros: 16 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão (regime fechado)
Alcivan Bernardo da Silva: 16 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão (regime fechado)
Josivan Pereira da Silva: 16 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão (regime fechado)
João Paulo Rocha: 14 anos e 3 meses de reclusão (regime fechado)
Orklisthye Mayklie Moronel Matias de Oliveira: 14 anos e 3 meses de reclusão (regime fechado)
As duas refinarias responsáveis pelo abastecimento de combustíveis no Rio Grande do Norte anunciaram novos reajustes de preços nesta quinta-feira (30/04), com vigência imediata. A Brava Energia, operadora da Refinaria Clara Camarão, em Guamaré (RN), e a Acelen, que controla a Refinaria de Mataripe, em São Francisco do Conde (BA), elevaram os preços na saída de seus polos produtivos para gasolina e diesel — produtos que representam a maior parcela do consumo de combustíveis no Estado.
O reajuste mais expressivo é o da gasolina. A Acelen elevou o preço do produto puro em R$ 0,3933 por litro, enquanto a Brava praticou alta de R$ 0,2501 por litro. Considerada a mistura obrigatória de 70% de gasolina A na composição da gasolina C vendida nos postos, o impacto no produto final fica entre R$ 0,1751 e R$ 0,2753 por litro, a depender da refinaria que abasteceu o posto.
Para o diesel S-500 — principal combustível do transporte rodoviário de cargas e da frota leve a diesel —, a Brava aplicou alta de R$ 0,3196 por litro, repassada integralmente ao produto misturado. A Acelen manteve o diesel S-10 inalterado nesta rodada. O diesel marítimo subiu nas duas refinarias: R$ 0,3196/litro na Brava e R$ 0,3148/litro na Acelen. O GLP registrou comportamento oposto: a Acelen reduziu o preço em R$ 0,0031 por litro, enquanto a Brava manteve o valor sem alteração.
Impacto estimado nas bombas
Os preços aos consumidores ainda não incorporam os reajustes desta data. A última coleta da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), referente à semana de 19 a 25 de abril, registrou gasolina comum a R$ 6,59 por litro em Natal e diesel S-10 a R$ 7,18 por litro.
O repasse aos postos ocorre de forma gradual, à medida que os estabelecimentos recebem novos carregamentos com os custos atualizados. O intervalo habitual é de 24 a 72 horas, podendo se estender em postos com estoques mais folgados.
Os reajustes desta quinta-feira não são os primeiros do mês. Desde o início de abril, os preços na saída de refinaria já acumulavam pressão de alta, reflexo da manutenção do barril Brent acima de US$ 100, sustentado por tensões geopolíticas no Estreito de Ormuz. As refinarias privadas — diferentemente da Petrobras, que opera com defasagem negativa estimada em –R$ 1,47 por litro na gasolina e –R$ 1,73 por litro no diesel S-10 frente ao mercado internacional (boletim Nortear Energy, 23/04/2026) — repassam as variações do mercado externo com maior velocidade e fidelidade.
Apesar do discurso do governo e do próprio Jorge Messias de que é preciso aceitar a derrota, aliados do ministro da AGU e de Lula estudam acionar o STF após a votação do Senado que rejeitou a indicação do presidente.
A estratégia é defendida pelo advogado Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do Prerrogativas, grupo de juristas antilavajatistas e progressistas. O advogado é amigo pessoal tanto de Messias quanto de Lula.
Em conversa com a coluna Igor Gadelha nesta quinta-feira (30/4), Carvalho disse estar reunindo um grupo de juristas e dirigentes partidários para “avaliar a conduta” do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), na votação.
Na avaliação de Marco Aurélio, pode ter havido um “desvio de finalidade” do atual chefe do Senado na condução do processo de análise da indicação do nome de Messias para uma vaga de ministro do Supremo.
“Estamos reunindo um grupo de juristas para avaliar a conduta do Alcolumbre. Ele funciona como uma espécie de juiz. (…) Ele não deu ao sabatinado condições que pudesse enfrentar a sabatina. Há um desvio de finalidade dele na condução do processo”, disse o advogado.
Marco Aurélio afirma que esse grupo de juristas vai estudar uma reação e levará sugestões para Lula decidir se aciona ou não o Supremo contra a votação. Para o advogado, o presidente deveria insistir na indicação de Messias.
“O Senado tem o direito de rejeitar quem quer que seja. O que não dá é para reverter papéis e tentar capturar a importante prerrogativa do presidente da República de indicar ministro do Supremo. Eles já capturaram a excecução orçamentária, a indicação para as agências reguladoras…”, afirmou.
O coordenador do Prerrogativas pondera que a ideia ao acionar o STF não seria obrigar o Senado a aceitar as indicações ao tribunal, mas, sim, entender quais são os limites de cada poder nesse processo.
A despesa do setor público consolidado –União, Estados, municípios e estatais– com juros da dívida será recorde no 3º governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O gasto médio será 7,64% do Produto Interno Bruto.
O pico anterior havia sido no 1º mandato de Lula, de 2003 a 2006, quando o pagamento médio foi de 7,25% do PIB. O governo Jair Bolsonaro (PL) teve o menor patamar da história com esse tipo de despesa (4,97%). O percentual foi impactado pela pandemia de covid-19, quando o Banco Central reduziu o juro-base, chegando até 2% ao ano, para estimular a economia em momento de crise sanitária.
O gasto com juros da dívida está em trajetória de expansão. No acumulado de 12 meses até março, o setor público consolidado pagou R$ 1,08 trilhão com juros da dívida, o maior valor anualizado em termos nominais da série histórica. A despesa em base anual era de R$ 1,037 trilhão em fevereiro e de R$ 935 bilhões em março de 2025.
Lula culpou o ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto pelos juros elevados. Foram dezenas de críticas, que começaram em 18 de janeiro de 2023 e se estenderam até a saída do ex-banqueiro central do cargo. Indicado pelo governo, Gabriel Galípolo foi poupado das reclamações de Lula, apesar de ter votado para subir a taxa básica, a Selic, depois da saída de Campos Neto.
A Selic tem efeito importante no encarecimento dos juros da dívida. Quando Campos Neto saiu do cargo, em dezembro de 2024, o juro-base estava em 12,25% ao ano. Com Galípolo, subiu para 15% ao ano em junho de 2025, e permaneceu neste patamar até março de 2026.
O Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu cortar a taxa básica para 14,50% ao ano na reunião de 4ª feira (29.abr.2026).
Eis o histórico anual de gastos com juros da dívida no governo Lula:
2023: -6,56% do PIB;
2024: -8,07% do PIB;
2025: -7,91% do PIB;
2026: -8,0% do PIB (estimativa do Boletim Focus).
Desenhando para petista entender: esse dinheiro vai para o bolso dos banqueiros e rentistas que o papai dos pobres diz combater nos discursos inflamados “contra o capitalismo” – mas todo governo esquerdista é a mesma coisa, bancos e rentistas fazem a festa
O produtor do Festival de Música Negra, evento alvo de críticas devido à baixíssima presença de negros na edição realizada no último fim de semana, já havia protagonizado outras polêmicas há cerca de três anos. O nome de Luciano Pontes Garcia aparece em reportagens que apontam suposto conflito de interesses em projetos bancados com dinheiro público.
O Festival de Música Negra é elaborado pela Associação Brasiliense e Promoção à Cultura, Diversidade e Formação (ABC-DF), cujo presidente é Luciano Pontes Garcia, de nome artístico Luciano Ibiapina.
Em junho de 2023, o Metrópoles revelou que a associação presidida por Luciano recebeu R$ 3 milhões da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) para administrar os desfiles das escolas de samba da capital daquele ano.
A associação, no entanto, tinha o mesmo Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) do Grêmio Recreativo Carnavalesco de Vicente Pires (Gruvipi), escola vencedora do grupo de acesso do Carnaval daquele ano, gerando suspeita de conflito de interesses.
A entidade foi responsável por pagar os jurados do desfile, que acabaram concedendo o título ao Gruvipi.
Àquela altura, a associação se chamava Instituto Candango de Política Social e Econômica Criativa (ICPec). Depois da confusão, houve a mudança de nome para Associação Brasiliense e Promoção à Cultura, Diversidade e Formação (ABC-DF).
À época, Luciano Ibiapina declarou à reportagem que o Tribunal de Contas do DF (TCDF) analisou o caso e concluiu que não existia ilegalidade.
No mês seguinte, o Metrópoles apontou que Luciano Ibiapina contratou a si mesmo no projeto “Brasília Viva Live Show”, em dezembro de 2021. O então ICPec, presidido por Luciano, recebeu R$ 567 mil por meio de um termo de fomento para a realização do evento.
O evento, realizado de maneira virtual devido às restrições geradas pela pandemia, ocorreu em 5 de dezembro. Um dos artistas a se apresentar foi o próprio Luciano Ibiapina, em um show de uma hora (das 19h10 às 20h10). Ele recebeu o cachê de R$ 15 mil.
Só idiotas mesmo…para saber que a CHINA responsável junto com a OMS por espalhar o Virus, teria que agradecer….. insumos são comprados bando de besta, não tá dando de graça não. Se fosse gente de boa fé, destribuia de graça para todos.
Obrigado, povo Chinês pela vacinas! Aqui no Brasil tem gente que sabe reconhecer e agradecer. Obrigado Venezuela por enviar oxigênio para Manaus. No Brasil, nem tudo está perdido! Esse governo passará e nós continuaremos!
Vacina chinesa fraca do caramba.
Faltou agradecer a china pelo presente da pandemia, e a maduro pelas famílias que invadiram as cidades brasileira fugindo da fome da Venezuela, essas que vivem nos sinais com placas dizendo que são Venezuelanos, alem de agradecer pelo calote feito, pelos empréstimos concedidos por luladrão pra infraestrutura naquele país, empréstimos totalmente sem lastro. Apenas pra receber propinas e afundar nossa nação.
Doido do pão, alguém arruma uma vaga pra ele no João Machado.