Reino Unido pode ter vacina contra a Covid-19 em setembro, diz farmacêutica

FOTO: EFE/EPA/SEDAT SUNA

O CEO da companhia farmacêutica AstraZeneca, Pascal Soriot, afirmou, nesse domingo (24), que a população do Reino Unido pode ter acesso à vacina contra o novo coronavírus em setembro deste ano, se os testes forem bem-sucedidos. A declaração foi dada em entrevista à emissora BBC.

A empresa, que tem sede em Cambridge, trabalha junto com especialistas das Universidade de Oxford, com o objetivo de desenvolver e distribuir em massa o medicamento.

“Recebemos um pedido do governo britânico para oferecer 100 milhões de doses”, explicou.

Soriot, contudo, admitiu que o prazo estipulado para dezembro depende do trabalho dos pesquisadores.

“A vacina tem que funcionar, e essa é uma questão. A outra é que, se funciona, teremos que demonstrar isso”, disse.

Segundo o CEO da AstraZeneca, é preciso que a vacina faça a doença desaparecer totalmente do organismo, para que seja provada a eficácia.

Jovem Pan, com Agência EFE

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. george disse:

    BOLSONARO, POR FAVOR FALE MAL DESSA VACINA!

    • Vergonha disse:

      Deixa de escrever MER….quem quer que essa doença dure muito são os PTralhas, a teoria de quanto pior melhor, ….dinheiro sem trabalhar, típico de PTralhas, olha o exemplo vivo , a deputada federal Natália benevides és trabalhadora sem nunca ter trabalhado 🤣🤣, pergunte pra ela a cor da carteira de trabalho??? Ela não sabe , nunca trabalhou

Vacina chinesa gera imunidade contra o novo coronavírus, mostram testes em humanos

Foto: Valentyn Ogirenko /Reuters

Uma das primeiras vacinas Covid-19 a iniciar testes em humanos foi segura e gerou uma resposta imune contra o novo coronavírus, de acordo com resultados publicados sexta-feira (22) pela revista médica The Lancet. Estes são os primeiros resultados publicados de testes em humanos para uma potencial vacina o vírus.

A vacina, desenvolvida pela CanSino Biological Inc. e pelo Instituto de Biotecnologia de Pequim, foi testada em 108 adultos saudáveis, com idades entre 18 e 60 anos, em Wuhan, China, que não estavam infectados com o novo coronavírus.

Todos os participantes receberam uma única infecção em doses baixa, média ou alta. Não foram relatados efeitos colaterais graves dentro de 28 dias após a vacinação. Um deles, o que recebeu a dose mais alta, relatou febre severa, fadiga, falta de ar e dor muscular, mas essas reações continuaram por menos de 48 horas.

Duas semanas após a vacinação, todos os níveis de dose da vacina desencadearam alguma resposta imune nos indivíduos. Na maioria dos voluntários, a vacina também levou a uma resposta das células T, que atuam no sistema imunológico e são responsáveis por defender o organismo, segundo o estudo.

“O estudo demonstra que uma dose única da nova vacina contra a Covid-19 produz anticorpos específicos para vírus e células T em 14 dias, com potencial para uma investigação mais aprofundada”, afirma o professor do Instituto de Biotecnologia de Pequim, Wei Chen, que é responsável pela pesquisa.

Apesar do bom resultado, o professor alerta que os dados devem ser interpretados com cautela. “A capacidade de desencadear essas respostas imunes não indica necessariamente que a vacina protegerá os seres humanos contra a Covid-19. Este resultado mostra uma visão promissora para o desenvolvimento de vacinas, mas ainda estamos longe de que ela esteja disponível para todos”, afirma.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), dez vacinas contra a Covid-19 iniciaram testes em humanos, e outras 114 estão em desenvolvimento.

CNN Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Xaulim disse:

    P…. de vacina chinesa!!!!! Tá louco!!?? Jamais deveríamos quere qualquer tipo de relação com esses canalhas ,insanos, escrotos. Pouco importa se são nossos maiores "parceiros". Parceiros!!?? Na minha casa, tudo e qualquer coisa que tenha origem desse país de merda estou jogando fora.

  2. Anônimo disse:

    Será q num foi premeditada essa vacina pela China 🤧

  3. realista disse:

    alguma novidade nisso ? , criam o vírus e depois dizem que tem a cura , como dizemos aqui no Nordeste " coincidência não, a mulesta "

MAIS UMA BOA NOTÍCIA: Empresa dos EUA anuncia resultado inicial positivo da vacina do coronavírus

Foto: Getty Images

A Moderna, empresa de biotecnologia dos EUA, anunciou nesta segunda-feira(18) que testes preliminares com uma possível vacina para o novo coronavírus tiveram resultados positivos.

Veja mais – Laboratório americano diz ter descoberto anticorpo contra covid-19: “Queremos enfatizar que existe uma cura. Existe uma solução que funciona 100%”

Oito pacientes receberam doses pequenas e médias da vacina e desenvolveram níveis de anticorpos semelhantes ou superiores aos encontrados em pacientes já recuperados da doença.

UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. De olho👀 disse:

    Esse laboratório é comunista. Tem que prescrever cloroquina, a droga do enviado para salvar o mundo.

    • Neco disse:

      lacrou

    • Keynesianista disse:

      Ele defende essa m… de cloroquina pq o exercito gastou uma fortuna produzindo isso em seu laboratório e se não usar vai ficar bem escancarado o esquema dos generais!

    • Severino disse:

      Essa m..como vc diz, já ajudou a salvar muita gente.

  2. Bolsonaro Junior disse:

    Espero que o presidente finja ser contra essa vacina.
    Só assim os lulanáticos não serão contra a cura.

  3. Chicó disse:

    O país imperialista opressor salvando o mundo !!!

  4. Nego disse:

    Será que os governadores vão aceitar?

    • CIDADAO disse:

      Nego a pergunta seria: será que o asno do presidente vai aceitar?? Porque graças a não participação do Brasil na ação de Colaboração Global para Acelerar o Desenvolvimento, Produção e Acesso Equitativo a diagnósticos, tratamento e vacina contra o covid-19, pq o asno do pesidente estava mais preocupada em livrar seus filhos da PF, O BRASIL PODE IR PRO FINAL DA FILA PRA RECEBER ESSAS VACINAS. TA BOM NE?

    • Neco disse:

      Depende do emba$amento científico.

  5. Jk disse:

    Se Deus quiser vai dar certo. Assim eu acredito, pesquisa, comprovações baseadas em conhecimento científico, com testes e resultados… Não em senso comum, crenças, achismos, fantasias… Criadas na cabeça de Governantes semi analfabetos.

Universidades federais conduzem mais de 800 pesquisas para mapear coronavírus e encontrar uma vacina, diz associação

Foto: Reprodução/TV Globo

A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) apresentou, nesta segunda-feira (11), as principais iniciativas promovidas por 46 universidades federais brasileiras no combate à pandemia. Segundo a entidade, 823 pesquisas estão em andamento para mapear o novo coronavírus e encontrar uma vacina contra a Covid-19.

Os estudos buscam, principalmente:

identificar o genoma viral do Sars-CoV-2, procedimento fundamental para a produção da vacina;

elaborar sistemas informatizados para a detecção de novos casos da doença;

descobrir tipos de testes mais baratos

e fabricar nacionalmente peças para ventiladores mecânicos.

Além disso, as instituições de ensino disponibilizaram 489 leitos de UTIs e 2.228 leitos de atendimento comum. Ações preventivas também estão em andamento: há 96 projetos de produção de produtos de limpeza, responsáveis pelo fornecimento de 992.828 litros de álcool gel e de 912.000 litros de álcool comum.

Segundo a Andifes, as universidades também colaboram para a fabricação de equipamentos de proteção aos profissionais de saúde e aos cidadãos comuns: mais de 160 mil protetores faciais, 104 EPIs, 85 mil máscaras de pano, 6 mil aventais e 2 mil capuzes foram produzidos pelas instituições de ensino.

“As universidades são lugares de combate ao obscurantismo”, afirma o presidente da Andifes e reitor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), João Carlos Salles Pires da Silva.
Segundo ele, o investimento em pesquisas e no Sistema Único de Saúde (SUS) mostram-se ainda mais fundamentais durante a pandemia.

Lista de universidades participantes

Abaixo, confira quais são as 46 universidades federais que forneceram informações sobre suas ações de combate à pandemia:

1. UFJF
2. UFRN
3. UFCSPA
4. CEFETMG
5. UFV
6. UFBA
7. UFU
8. UFPR
9. UNIFAL
10. UFPI
11. UFJ
12. UFMS
13. UFRRJ
14. UFMA
15. UFRB
16. UFPB
17. UFOB
18. UNILA
19. UNIPAMPA
20. UFRGS
21. UFSB
22. UFSC
23. UFF
24. UTFPR
25. UFMT
26. FURG
27. UFRPE
28. UFPel
29. UFABC
30. Unifesspa
31. CEFETRJ
32. UFERSA
33. UFRA
34. UFOP
35. UFMG
36. UFM
37. UFPE
38. UFRJ
39. Unifesp
40. UFFS
41. UFLA
42. UFSM
43. UFES
44. UFSCar
45. UFTM
46. UFG

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marco polo disse:

    Essas universidades do Brasil tão mais para produzirem sibalena kkkkk, meu Deus….cambada de malas…

  2. Marcelo disse:

    Boa!!!! Ótima notícia!

    Em vez de todo mundo se juntar e estudar saídas para o enfrentamento dessa guerra, ficamos gritando esquerda e direita.

    Juntos somos mais fortes! Eles nos querem brigando…

  3. Brasil disse:

    Tomaram q façam alguma coisa q preste, alguma coisa q justifique os bilhões investidos nelas.

    • Manoel disse:

      As dezenas de milhares de formados q trabalham na iniciativa privada e pública justificam e muito os "bilhões " investidos, menos para quem acredita na terra plana, né?

  4. Tito disse:

    Boa notícia

Estados Unidos aprovam segunda fase de testes para vacina contra o coronavírus

Foto: CARL RECINE / Reuters

A Administração de Drogas e Alimentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) deu aval para que um estudo para uma possível vacina contra o coronavírus avance para a segunda fase de testes. A iniciativa é da companhia farmacêutica Moderna e a informação foi compartilhada pela própria empresa em um comunicado divulgado nesta quinta-feira.

Segundo a Moderna, os testes de fase dois devem começar em breve e serão realizados com 600 participantes. A empresa acrescenta que já está finalizando os planos para uma terceira fase nos próximos meses. Caso o produto seja eficaz, poderia ser disponibilizado para o público geral em 2021.

“Estamos acelerando a produção e nossa parceria com a Lonza nos coloca em posição de produzir e distribuir o máximo possível de doses de mRNA-1273, caso isso seja seguro e eficaz”, afirmou o CEO da empresa, Stephane Bancel.

A vacina mRNA-1273 foi a primeira a iniciar os testes nos Estados Unidos. A nova fase do estudo ajudará os pesquisadores a avaliarem se a vacina é mesmo segura, quem produz a resposta imunológica mais forte e qual deve ser a dose eficiente para evitar a doença.

Apesar da aceleração no processo para encontrar algo que possa proteger as pessoas do vírus, autoridades de saúde alertaram que o período mínimo para desenvolver uma vacina varia de 12 a 18 meses, na melhor das hipóteses. E que o tempo médio entre a primeira fase de testes e sua chegada ao mercado é de quase 11 anos, com uma taxa de sucesso de 6%.

Extra – O Globo

 

China acelera produção de vacina contra coronavírus, mas farmacêuticas do país têm histórico de corrupção e ineficácia

Foto: NICOLAS ASFOURI/AFP / NICOLAS ASFOURI/AFP

Desesperada para proteger sua população e evitar as crescentes críticas internacionais de como lidou com o surto de coronavírus, a China reduziu a burocracia e ofereceu recursos a empresas farmacêuticas para encontrar uma vacina contra o vírus causador da Covid-19. Quatro empresas chinesas começaram testes em seres humanos, mais iniciativas do que as que estão em curso nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha juntos. A informação é do jornal americano “New York Times” (NYT).

No entanto, a indústria de vacinas chinesa passa por uma crise de confiança. Apenas dois anos atrás, foi descoberto que vacinas ineficazes haviam sido dadas principalmente a bebês, o que deixou pais chineses em fúria. Por isso, não bastam descobrir a vacina, mas reconquistar a confiança da população.

— Os chineses agora não têm confiança nas vacinas produzidas na China — disse Ray Yip, ex-chefe da Fundação Gates na China, ao New York Times. — Essa provavelmente será a maior dor de cabeça. Se eles não tiveram todos esses requisitos, as pessoas provavelmente vão buscar (a imunização) em outros locais.

Além da urgência — já que o número oficial de mortes no mundo é de 247 mil pessoas, apesar de haver claros indícios de subnotificação —, a China quer evitar as acusações internacionais de que o negligenciamento de alertas precoces contra a doença tenha contribuído para a pandemia global. Por isso, diz o NYT, a vacina se tornou uma prioridade nacional. Um alto funcionário do governo asiátco disse ao jornal americano que uma vacina para uso emergencial pode estar pronta em setembro.

Pequim, avalia a reportagem, pode pressionar empresas e cientistas para alcançar objetivos nacionais. “Ao mesmo tempo, as empresas de vacinas da China estão acostumadas a um sistema político fechado que tem um histórico de encobrir escândalos de segurança e as protege da concorrência estrangeira. Poucos investem pesadamente em pesquisa e desenvolvimento e não descobriram muitos produtos com impacto global”, explica o jornal.

Candidatas

As quatro pesquisas que já estão testando em humanos são de CanSino Biologics, Instituto Wuhan de Produtos Biológicos, Sinovac Biotech e o Instituto de Produtos Biológicos de Pequim.

A primeira é uma farmacêutica de Tianjin, braço de ciências médicas do Exército de Libertação Popular. A candidata dela já foi testada em 508 pessoas e está na Fase 2. Um estudo da Universidade de Oxford na Fase 1, ou seja, em estágio inicial, foi administrado a um número de pessoas duas vezes maior. O Instituto Wuhan de Produtos Biológicos, um braço do Sinopharm Group, que é estatal, também está na Fase 2. Já os estudos da Sinovac e do o Instituto de Produtos Biológicos de Pequim, que também pertence à Sinopharm, estão na Fase 1.

Alguns deles, no entanto, estão envolvidos em escândalos de corrupção. É o caso, por exemplo, do Instituto Wuhan. Em 2018, a empresa foi acusada de aplicar em milhões de bebês vacinas sem eficácia para doenças como difteria e tétano. A China multou a empresa em US$ 1,3 bilhão, puniu nove executivos e dezenas de funcionários foram demitidos. A empresa também foi condenada na Justiça por subornar chefes de centros locais de controle de doenças por comprarem seus produtos.

A Sinovac Biotech também sofre acusações. Segundo o NYT, investigações apontam que o gerente geral da Sinovac Biotech deu, entre 2002 e 2014, ao vice-diretor da China encarregado das avaliações de medicamentos quase US$ 50 mil para ajudar a empresa com as aprovações de medicamentos. Documentos apontam que o responsável pela operação é o atual executivo-chefe da empresa.

As empresas não responderam aos pedidos de reportagens feitos pelo New York Times.

Apesar dos escândalos, alguns procedimentos científicos foram apressados para se chegar mais rapidamente ao resultado. O país aprovou, por exemplo, que as empresas pudessem executar combinadas as duas primeiras fases, uma decisão questionada por vários cientistas chineses, que consideravam que os resultados de segurança da primeira fase deveriam ser avaliados antes do início da segunda fase.

— Entendo a expectativa ansiosa das pessoas por uma vacina — disse Ding Sheng, ao Diário do Povo, o jornal oficial do Partido Comunista.

Sheng é reitor da escola de farmácia da Universidade Tsinghua em Pequim. Segundo ele, empresas estavam “adotando métodos não convencionais” no estágio pré-clínico da pesquisa, executando tarefas como o processo de design e modelagem de animais ao mesmo tempo. Isso deveria, segundo Sheng, ser executado uma após a outra.

— Do ponto de vista científico, por mais ansiosos que sejam, não podemos baixar nossos padrões — defende.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Wilson disse:

    "Não podemos baixar nossos padrões". Ridículo. O Comunismo é uma piada genocida.

  2. Chicão disse:

    Já sei em quem os idênticos daqui se espelham e se inspiram. Repugnante isso!

Farmacêutica diz que vacina para covid-19 pode ficar pronta neste ano

Foto: Tânia Rego/Agência Brasil

A farmacêutica americana Pfizer disse nesta terça-feira (28) que uma vacina para a covid-19 pode estar pronta para uso emergencial nos Estados Unido durante o outono local, que vai de setembro a novembro, caso seja aprovada em testes de segurança.

Os testes da vacina, que já começaram na Alemanha, podem iniciar nos EUA na próxima semana, se as autoridades reguladores permitirem, disse o CEO da companhia, Albert Bourla. Segundo o empresário, os resultados do estudo podem estar disponíveis em maio.

Segundo a Pfizer, se os testes de segurança forem bem-sucedidos, a distribuição da vacina para uso emergencial poderia começar no outono e a autorização para uso geral poderia ocorrer no final de 2020.

Estadão

Vacina contra coronavírus é testada com sucesso em macacos, diz laboratório

Material usado na pesquisa de uma vacina para o Covid-19, em imagem de 26 de março de 2020 — Foto: Douglas Magno/AFP

Uma vacina experimental contra o novo coronavírus apresentou pela primeira vez resultados promissores quando aplicada em um grupo de macacos, segundo o laboratório chinês Sinovac Biotech, que fez o experimento nesta sexta-feira (24). A informação é da agência de notícias France Presse.

Os resultados ainda precisam ser validados pela comunidade científica.

Para chegar a uma vacina efetiva, os pesquisadores precisam percorrer diversas etapas, passando por testes pré-clínicos, que podem ser in vitro ou em animais; e depois para os ensaios clínicos. Estima-se que uma vacina eficaz levará entre 12 e 18 meses para ser produzida.

Um balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS), com dados até 20 de abril, aponta que até agora ao menos 76 pesquisas de vacinas estão em andamento em todo o mundo – 71 em fase pré-clínica e 5 em fase clínica.

Nesta sexta, a OMS anunciou o lançamento de uma iniciativa colaborativa para medicamentos, testes e vacinas contra a Covid-19. Segundo a OMS, a iniciativa – chamada de Access to Covid-19 Tools Accelerator, ou o ACT Accelerator –, irá tornar as tecnologias contra a doença “acessíveis a todos que precisam delas, no mundo inteiro”.

Os testes da vacina contra Covid-19 em macacos

Usando patógenos inertes do vírus que causa a Covid-19, a vacina foi ministrada em oito macacos Rhesus, que depois foram contaminados artificialmente, de acordo com os resultados do estudo, publicado pelo gigante farmacêutico Sinovac Biotech.

“Os quatro macacos que receberam a vacina em alta dose não tinham vestígios do vírus nos pulmões sete dias após a contaminação”, afirmou o laboratório.

Outros quatro macacos, que receberam a mesma vacina, porém em doses mais baixas, apresentaram maior carga viral no corpo. Este grupo também conseguiu resistir à doença.

“Estes são os primeiros dados sérios que eu vejo sobre uma vacina experimental”, disse Florian Krammer, virologista da Escola de Medicina Icahn em Nova York, no Twitter.

“A questão é se essa proteção dura muito tempo”, questionou a imunologista Lucy Walker, da University College London.

Além do experimento do Sinovac, Pequim aprovou outros dois testes de vacina: um, em Hong Kong; e outro, em Wuhan, onde o patógeno emergiu no final do ano passado.

Testes de vacinas contra Covid-19 em humanos

Grupos farmacêuticos e laboratórios ao redor do mundo estão disputando uma corrida contra o tempo para desenvolver tratamento eficaz e uma vacina contra o Covid-19, que matou mais de 190 mil pessoas em todo mundo.

A Sinovac iniciou testes clínicos desta mesma vacina em seres humanos em 16 de abril. Consultada pela AFP, o laboratório não quis fazer comentários.

O laboratório americano Moderna também anunciou que está fazendo testes.

Nesta semana, o governo da Alemanha aprovou os primeiros testes clínicos de uma vacina contra o novo coronavírus. Duzentas pessoas saudáveis vão participar na primeira fase.

No Reino Unido, pesquisadores já testam outra vacina. Um dos cientistas da Universidade de Oxford disse que, se tudo der certo, as doses estariam disponíveis para o público no outono europeu, primavera no Hemisfério Sul. O laboratório já está produzindo a vacina em larga escala durante os testes, e assumiu o risco de jogar tudo fora se o produto for reprovado.

Etapas da vacina

Para chegar a uma vacina efetiva, os pesquisadores precisam percorrer diversas etapas. Entre elas está a pesquisa básica – que é o levantamento do tipo de vacina que pode ser feita. Depois, passam para os testes pré-clínicos, que podem ser in vitro ou em animais, para demonstrar a segurança do produto; e depois para os ensaios clínicos, que podem se desdobrar em outras quatro fases:

Fase 1: feita em seres humanos, para verificar a segurança da vacina nestes organismos
Fase 2: onde se estabelece qual a resposta imunológica do organismo (imunogenicidade)
Fase 3: última fase de estudo, para obter o registro sanitário
Fase 4: distribuição para a população

G1

Vacinas contra coronavírus dão resultado positivo na Itália

Foto: Ilustrativa/Reprodução/Pexel

Os testes pré-clínicos de candidatas a vacina contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2) na Itália apresentaram resultados positivos.

Luigi Aurisicchio, CEO da empresa romana Takis Biotech, que conduz os estudos com cinco vacinas, disse que houve uma “forte produção de anticorpos” com uma única dose.

“Os primeiros resultados nos modelos pré-clínicos demonstraram a forte imunogenicidade das candidatas a vacina”, declarou Aurisicchio, acrescentando que duas delas parecem mais promissoras. Os resultados definitivos são esperados para meados de maio, e os testes em humanos podem começar a partir de setembro.

Todas as cinco vacinas se baseiam em uma tecnologia chamada eletroporação, que consiste em um impulso elétrico no músculo para aumentar a permeabilidade das membranas celulares. Elas foram obtidas a partir de materiais genéticos correspondentes a diferentes partes da proteína “spike”, que o vírus utiliza para agredir as células e se multiplicar.

De acordo com a Defesa Civil, a Itália contabiliza 147.577 casos do novo coronavírus e 18.849 óbitos, mas os números vêm desacelerando há algumas semanas em função das medidas de isolamento.

Época

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Abel disse:

    Show!!

  2. Nildo disse:

    Kd O..Brasil?

    • Lobinha disse:

      A china nem fala na vacina, pelo tempo que foi criado por lá, já deveria está com os testes finais, como eles não tem o menor interesse nisso, deixam o mundo afundar mesmo. Assim fica mais fácil impor seu imperialismo.

    • Pedro disse:

      O Brasil se localiza na America do Sul, abaixo das Americas Central e Norte.
      Depois te passo a latitude e longitude!

    • Silva disse:

      E tem clima tropical Pedro.
      Corona virus atua com força acima da linha do Equador, pelo jeito.
      Vamos que vamos, aprendendo com o problema.

Sucesso no combate a Mers pode criar vacina contra novo coronavírus

FOTO: RECORD TV EMISSORAS

Pesquisadores da Universidade de Iowa e da Universidade da Geórgia, ambas instituições renomadas dos Estados Unidos, desenvolveram uma vacina que protege os ratos contra uma dose letal de Mers (síndrome respiratória do Oriente Médio), um parente próximo do coronavírus SARS-CoV2, causador da covid-19.

A vacina usa um vírus inofensivo para fornecer uma proteína do Mers nas células e gerar uma resposta imune no organismo. O sucesso do procedimento pode ser a chave para o desenvolvimento de vacinas contra outras doenças do coronavírus, incluindo a covid-19.

A equipe liderada por Paul McCray, professor de pediatria da Universidade de Iowa, e Biao He, da Georgia, testaram uma possível vacina em camundongos suscetíveis ao coronavírus Mers.

A vacina é um vírus inócuo que carrega a proteína que o vírus Mers usa para infectar células (a PIV5). Todos os camundongos vacinados sobreviveram a uma dose letal. Os resultados do estudo foram publicados em 7 de abril na revista mBio.

“Nosso novo estudo indica que o PIV5 pode ser uma plataforma útil de vacina para doenças emergentes por coronavírus, incluindo o SARS-CoV-2, o vírus que causa a pandemia contínua do COVID-19”, diz McCray.

O vírus Mers é mais mortal e fatal em cerca de um terço dos casos conhecidos, mas houve apenas 2.494 casos desde 2012, quando surgiu. Por outro lado, houve mais de 1,25 milhão de casos confirmados de covid-19 em todo o mundo desde que surgiu no final de 2019 em Wuhan, na China, e quase 70.000 pessoas morreram com a doença.

O PIV5, de acordo com os investigadores, está sendo investigado como uma vacina para outras doenças respiratórias, incluindo vírus sincicial respiratório (RSV) e influenza.

O fato de uma dose baixa da vacina ser suficiente para proteger os camundongos pode ser benéfico para a criação de um medicamento para imunização em massa.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Expedito Junior disse:

    BG divulga aquele quadro com os curados do coronavirus no mundo.

Revisada por cientistas, vacina contra covid-19 se mostra promissora

Coronavírus: o vírus se liga a células ACE-2 com espinhos de proteína ao entrar no corpo humano (dowell/Getty Images)

Um novo estudo publicado por pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, traz um projeto de vacina contra o novo coronavírus que já foi avaliado pela comunidade científica. A pesquisa mostra avanços promissores na criação de uma vacina contra o vírus ao atacar as células ACE-2, às quais o novo coronavírus se liga ao corpo humano para se reproduzir e atacar o organismo, causando sintomas como febre, dores no corpo e dificuldade de respirar.

Os pesquisadores atribuem a velocidade de identificação de um método para conter o novo coronavírus à pesquisa prévia sobre outros tipos de coronavírus que já infectaram humanos anos atrás.

“Tínhamos experiência anterior em Sars-CoV em 2003 e Mers-CoV em 2014. Esses dois vírus, que estão intimamente relacionados ao Sars-CoV-2 [o novo coronavírus causador da doença covid-19], nos ensinam que uma proteína específica, chamada de proteína-espinho [em inglês, spike], é importante para induzir imunidade contra o vírus. Sabíamos exatamente onde combater esse novo vírus”, afirmou Andrea Gambotto, professora associada de cirurgia na Escola de Medicina da Universidade de Pittsburgh. “Por isso que é importante financiar a pesquisa de vacinas. Você nunca sabe de onde virá a próxima pandemia”.

O projeto de vacina é chamado de PittCoVacc, uma abreviação do nome Pittsburgh Coronavirus Vaccine, usa um método parecido com o usado na vacina contra a gripe, causada pelo vírus influenza. Os pesquisadores propõem o uso de pedaços de proteína viral para a criação de imunidade contra seu contágio.

O estudo foi publicado ontem no periódico EBioMedicine, publicado pelo jornal científico The Lancet. Esse é o primeiro estudo a ser publicado após ser revisado e criticado por pesquisadores de outras universidades, um processo de validação conhecido no meio como peer review (revisão dos pares).

Em vez de ser aplicada por uma agulha comum, o projeto prevê que a vacina seja aplicada por meio de um pequeno adesivo, do tamanho de uma moeda de 5 centavos, que contém cerca de 400 microagulhas. O método facilita a absorção da vacina.

A vacina foi testada em ratos e os anticorpos surgiram duas semanas após a aplicação. Apesar de ainda não ter sido testado em humanos, o projeto de vacina manteve sua potência mesmo ao ser esterilizado com radiação gama, o que indica chances de aceitação da vacina no corpo humano.

Ainda não se sabe por quanto tempo a vacina pode imunizar contra a covid-19. Os pesquisadores afirmam que os testes em ratos indicam que aqueles que criaram anticorpos contra a Mers-CoV ficaram imunes por, pelo menos, um ano. Os pesquisadores acreditam que o mesmo se aplique à vacina contra o novo coronavírus.

A vacina será agora encaminhada para os testes rigorosos da Food and Drug Admistration, uma agência análoga à Anvisa brasileira. Somente após vencer essa etapa, que pode levar vários meses, a vacina poderá ser produzida em massa — considerando que tudo saia como esperam os cientistas.

Pesquisadores do mundo todo buscam uma vacina contra o novo coronavírus, que já infectou 1 milhão de pessoas e impôs uma quarentena global inédita para poupar vidas e não superlotar hospitais e serviços de saúde, tanto públicos quanto privados. Em Israel, pesquisadores também já testaram um projeto de vacina em roedores. Ainda assim, pesquisadores estimam que os testes clínicos e a produção em massa de vacinas contra o novo coronavírus ainda devem levar, com otimismo, cerca de um ano. Por ora, pesquisas mostram que o distanciamento social é a medida mais eficaz para conter tanto o avanço do vírus quanto os danos à economia.

Exame

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Reinaldo disse:

    Este é o grande problema! a demora da chegada da vacina! daqui a um ano se não conseguirem frear esse vírus, é provável que mais de 100 milhões de vidas tenham ido para o beleleu!!

Vacina contra Covid-19 estaria em ‘estágios finais’ em Israel

Foto: (Ammar Awad/Reuters)

Uma vacina contra a Covid-19 está sendo desenvolvida por cientistas em Israel.

Em entrevista ao jornal The Jerusalem Post, o chefe da equipe, Chen Katz, disse que pretende iniciar em junho os testes em humanos.

“Nós já estamos nos estágios finais e em poucos dias teremos as proteínas, os componentes ativos da vacina.”]

O Antagonista, com The Jerusalem Post

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. .40 disse:

    Um bando de babaca comentando que a vacina vem "dali" ou "de aculá". Temos que rezar e torcer para que seja inventada logo uma vacina, independente de onde venha, pois estamos vivendo uma situação de calamidade e ficar brigando por ideologia política ou políticos que não estão nem aí para nós, não ajuda em nada. Bando de desocupado.

  2. Pai Véi disse:

    Quando chegar a vacina no Brasil, vindo de Israel, a petralhada, deve rejeitar, não tomem.
    Esperem chegar da Venezuela.
    Lá ta bem pertinho de descubrirem, o estudo está avançado, a de Israel e dos Estados Unidos, ainda vai demorar.
    Corram, vão atrás do Maduro.
    Kkkkkkkkkkkkkk
    Ôô meu Deus, não tem JEITO. O caba quando nasce pra ser BURRO , nunca chega a CAVALO.
    É o caso da esquerdalhada, MAIS os PETISTAS.
    Kkkkkkkkkkk
    Vão atrás do maduro.
    Machem!!!!
    Kkkkkkkkk

  3. Pedro disse:

    Manoel na bozolandia, com diz vc, tem um maluco, nesse caso, para todo maluco existe remédio. Felizmente não tem ladrão, pois para esse não tem cura, só cadeia….kkkkkk.

  4. Pedro disse:

    Eu pensei que os malas do Lula e da anta seriam os cientistas do feito, eles são tão inteligentes, conseguiram doutrinar parte significativa de pestilentos piolhos vermelhos. Receberiam de bom prêmio uma imagem de Santo e uma mandioca….kkkkkkk.

  5. Bill disse:

    Eu jurava que Cuba, com sua medicina avançada, já tinha a vacina.

  6. Silva disse:

    Pensei que fosse na Venezuela.

    • Manoel disse:

      E eu na Bozolandia.

    • Minion de Peixeira disse:

      Se fosse, já estaria sendo alardeada como salvação. Como não está no eixo progressista, logo aparece na extrema-imprens um especialista especialmente selecionado pra criticar.

Técnica usada em vacina contra ebola pode ser aplicada ao novo coronavírus

Estratégia usada para desenvolver uma candidata à vacina contra o ebola, elaborada pela farmacêutica americana Flow Pharma em parceria com pesquisadores brasileiros, pode orientar a criação de um imunizante contra o novo coronavírus SARS-CoV-2, causador da Covid-19.

Em testes com camundongos, a vacina experimental contra o ebola demonstrou ser capaz de conferir, com uma única dose, imunidade contra o vírus hemorrágico que se propagou na África Ocidental entre 2013 e 2016.

Os resultados dos testes do imunizante em modelo animal foram descritos em um artigo publicado no final de fevereiro no bioRxiv – um repositório de acesso aberto de artigos em fase de pré-print na área de ciências biológicas.

“Uma abordagem semelhante à usada para desenvolver essa vacina contra o ebola pode ser possível de ser aplicada contra o novo coronavírus”, disse à Agência FAPESP Edécio Cunha Neto, professor do Instituto do Coração (Incor) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e um dos autores da plataforma.

O projeto também tem a participação de Daniela Santoro Rosa, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

“Daniela e eu somos autores da busca da sequência para a vacina contra o ebola”, contou Cunha Neto, um dos pesquisadores principais do Instituto de Investigação em Imunologia – um dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) financiados pela FAPESP no Estado de São Paulo.

A vacina contra o ebola é composta por fragmentos de proteínas (peptídeos) do vírus – capazes de estimular o sistema imune e de induzir uma resposta potencialmente protetora – encapsulados em partículas micrométricas.

Para mapear regiões da estrutura do vírus ebola mais promissoras para identificação desses peptídeos capazes de serem usados como antígenos para o desenvolvimento da vacina, os pesquisadores usaram algoritmos computacionais.

Um dos critérios que estabeleceram para os algoritmos localizarem essas potenciais regiões na estrutura do vírus é que tinham de ser muito conservadas, ou seja, não poderiam variar muito de um isolado viral para outro. Isso garante que a vacina será eficaz mesmo contra variantes do patógeno.

Outro critério é que as regiões escolhidas sejam capazes de serem reconhecidas pelo sistema imune da maioria das pessoas.

“Esse critério é muito importante porque garante a cobertura ampla da vacina, uma vez que essas regiões do genoma viral mudariam muito pouco de um microrganismo que circula em um determinado local em relação ao que está aparecendo em outro, e o sistema imune dos pacientes induzirá resposta contra a vacina”, explicou Cunha Neto.

Os potenciais peptídeos localizados em regiões mais conservadas do vírus foram testados em células de 30 pacientes sobreviventes do surto do ebola no Zaire, entre 2013 e 2016.

As análises indicaram que células do sistema imune, chamadas linfócitos T CD8+, de 26 desses 30 pacientes sobreviventes ao ebola responderam a uma proteína denominada NP44-52.

Com base nessa constatação, foi fabricada uma vacina experimental com a NP44-52 encapsulada em microesferas, na forma de um pó seco, estável à temperatura ambiente e biodegradável.

A vacina experimental foi inoculada em camundongos geneticamente modificados (C57BL/6), usados como modelo de doenças humanas.

Os resultados do estudo indicaram que a vacina produziu uma resposta imune protetora nos animais 14 dias após uma única administração.

“A plataforma que desenvolvemos possibilita a fabricação e a implantação rápida de uma vacina de peptídeo para responder a uma nova ameaça viral”, afirmam os autores no artigo.

Vacina contra a COVID-19

Na avaliação dos autores do estudo, a mesma abordagem poderia ser aplicada à Covid-19, uma vez que o vírus também possui regiões conservadas e é possível identificar peptídeos potenciais para o desenvolvimento de uma candidata à vacina.

“Se agirmos agora, durante a pandemia de Covid-19, talvez seja possível coletar e analisar amostras de sangue e criar rapidamente um banco de dados de peptídeos ideais para inclusão em uma vacina com cobertura potencialmente ampla, com desenvolvimento e fabricação rápidas”, afirmam.

Cunha Neto também trabalha em outra estratégia de vacina contra a Covid-19, desenvolvida no Laboratório de Imunologia do Incor, com apoio da FAPESP.

“A ideia de usar a mesma estratégia da candidata à vacina do ebola para desenvolver um imunizante contra a Covid-19 é da farmacêutica americana, com quem continuamos a colaborar em outros projetos. A estratégia da vacina que estamos nos baseando aqui, no Brasil, é um pouco diferente”, disse.

O pesquisador e algumas das maiores autoridades mundiais em vacina, como Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos (NIAID, na sigla em inglês), têm ponderado, contudo, que o desenvolvimento de uma candidata à vacina contra a Covid-19 deve demorar de um ano a um ano e meio.

Esse tempo é necessário para a realização de todas as fases de testes, inicialmente em animais e depois em humanos, a fim de assegurar a segurança e a eficácia do imunizante, ressaltam os especialistas.

O artigo An effective CTL peptide vaccine for ebola Zaire based on survivors’ CD8+ targeting of a particular nucleocapsid protein epitope with potential implications for Covid-19 vaccine design, (doi.org/10.1101/2020.02.25.963546), de CV Herst, S Burkholz, J Sidney, A Sette, PE Harris, S Massey, T Brasel, E Cunha Neto, DS Rosa, WCH Chao, R Carback, T Hodge, L Wang, S Ciotlos, P Lloyd e R Rubsamen, pode ser lido no bioRxiv.

E o artigo Coronavirus infections – more than just the common cold (10.1001/jama.2020.0757), de Catharine I. Paules, Hilary D. Marston e Anthony S. Fauci, pode ser lido no Journal of the American Medical Association (JAMA).

Galileu

 

 

Comunicado aos beneficiários – Unimed Natal: sistema de Drive-thru para imunizar os seus beneficiários maiores de 60 anos

Foto: Divulgação

Comunicado aos beneficiários

A Unimed Natal em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde criou um esquema especial para imunizar os seus beneficiários maiores de 60 anos com medidas para evitar a aglomeração de pessoas e impedir a proliferação do coronavírus.

Como num sistema de Drive-thru, os beneficiários não precisarão sair de seus carros para a aplicação da vacina contra a gripe Influenza e H1N1.

Data: 25/03/2020 (quarta) a 27/03/2020 (sexta)
Horário: 08:00 às 17:00h
Local: Estacionamento Centro Clínico Via Direta – Av. Senador Salgado Filho, 2233, Lagoa Nova

Obs: O Centro Clinico Via Direta e o Shopping estarão vazios e poderão receber na sua recepção os beneficiários que porventura se deslocarem para a unidade sem veiculo e não puderem entrar na fila de carros.

Apresentar:
Documento de identidade com Foto
Cartão beneficiário
Cartão vacina

VÍDEO: Congestionamento é registrado na Lima e Silva, próximo ao Arena das Dunas, devido a fila da vacina contra a gripe

Via Certa Natal destaca na tarde desta terça-feira(24) um trânsito travado na Avenida Lima e Silva, próximo ao Arena das Dunas. Segundo o registro, o congestionamento acontece devido a fila da vacina contra a gripe.

Prefeitura de Parnamirim emite nota sobre vacina contra a gripe

A Secretaria Municipal de Saúde informa que receberá o segundo lote de vacinas contra a gripe nesta quinta (26), para abastecer os postos de saúde de Parnamirim. Devido à antecipação da campanha nacional, em virtude do enfrentamento do Coronavírus, o Governo Federal tem optado por distribuir as dosagens separadas por lotes, para estados e municípios. Nesta primeira etapa estão sendo vacinados idosos e servidores da saúde. Para o início da campanha o Governo Federal enviou 9.500 doses. Para este segundo lote o Ministério da Saúde vai liberar mais 3.600 doses. As vacinas são distribuídas de maneira uniforme entre os postos, sendo que em alguns a procura é maior do que em outros. A campanha prossegue até o dia 15 de abril, tempo suficiente para atender a todos, sem a necessidade de aglomeração ou de grandes filas.