Geral

Governo do RN libera eventos de massa, desde que com o passaporte da vacina

Eventos com mais de 600 pessoas ficam condicionados à liberação prévia da Sesap, com apresentação de protocolo sanitário específico e exigência de comprovação de pelo menos uma dose da vacina 

O Governo do Rio Grande do Norte edita novo decreto estabelecendo medidas de enfrentamento à covid-19 e institui o passaporte da vacina. O Decreto Nº 30.911, de 16 de setembro, será publicado na edição do Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (17) e tem validade indeterminada, podendo o governo, a qualquer tempo, rever as medidas em função do cenário epidemiológico.

Novo documento traz como um dos aspectos principais a apresentação do passaporte da vacina – comprovação de pelo menos uma dose do imunizante contra a covid – que passa a ser exigido como protocolo para eventos com mais de 600 pessoas, podendo os municípios exigirem também para outras situações.

Eventos de ruas que não tenham protocolos específicos, regulamentados por portarias, ficam condicionados à autorização da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed). Os organizadores do evento se responsabilizarão pela observância de todos os protocolos sanitários estabelecidos, bem como das regras de funcionamento dispostas no novo decreto, incluindo a exigência do passaporte da vacina.

As propostas de eventos com público superior a 600 pessoas, instruídas com protocolo sanitário específico, devem ser encaminhadas à Sesap. Nelas, deve estar prevista a exigência, pelos participantes, da comprovação de, no mínimo, uma dose da vacina contra a covid-19, seja pela carteira de vacinação, seja pelo aplicativo “Mais Vacina” ou similar, validado pela União, Estados ou Municípios.

Para os eventos de qualquer natureza com público superior a 600 pessoas, com exceção dos corporativos e religiosos (que não sejam de rua), fica mantida a necessidade de autorização da Sesap, que mantém o poder de dirimir dúvidas sobre a realização de quaisquer eventos onde o decreto e/ou as portarias sejam omissas.

Outra mudança diz respeito às restrições de horários e ocupação durante o funcionamento do comércio e hotelaria. Não há mais a manutenção da restrição de horários para funcionamento do comércio e hotelaria e da restrição de percentual de ocupação, permanecendo apenas o cumprimento de protocolos sanitários.

Apesar do abrandamento da pandemia, permanece em vigor o uso obrigatório de máscara de proteção facial e obediência aos protocolos sanitários.

O funcionamento em desconformidade com o disposto no decreto será punido com a suspensão automática da autorização do evento ou do estabelecimento, sem prejuízo da aplicação de multa pecuniária aos organizadores.

Opinião dos leitores

  1. Lá vem mais um FAZ DE CONTA. Agora arrancaram as portas do cabaré mesmo. tomara DEUS que NAO tenhamos uma terceira onde de covid-19.

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Saúde

Governo do Estado estuda adotar passaporte da vacina no RN

A Tribuna do Norte destaca em reportagem nesta quinta-feira(16) que a Secretaria Estadual de Saúde estuda a adoção do chamada “passaporte da vacinação” como condição do acesso a locais que tenham aglomerações. Somente pessoas que comprovem o certificado de imunização em relação à covid-19 poderão frequentar locais como shows, eventos e estabelecimentos comerciais, caso a medida seja implementada. A Prefeitura de Caicó anunciou que irá adotar a medida. Em Parnamirim, a Prefeitura disse que conversa sobre a questão. A Prefeitura de Natal, por sua vez, afirmou que não tem nenhuma iniciativa a esse respeito.

O Estado já garante o certificado, que pode ser acessado na plataforma RN + Vacina, a partir do momento do recebimento da primeira dose, mas ele ainda não é obrigatório. “Além das tratativas com a SET, estamos discutindo com empresários e comerciantes para o uso desse certificado, para que a gente consiga garantir a ampla vacinação no Estado”, informou Kelly Lima, coordenadora de vigilância em saúde da Sesap.

Veja mais detalhes em reportagem na íntegra clicando no link abaixo:

http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/governo-estuda-passaporte-da-vacina/520741

 

Opinião dos leitores

  1. Essa tentativa de governantes autoritários, movidos pela irresistível vontade de controlar a vida das pessoas, faz lembrar do que os nazistas fizeram com os judeus. Tachados de sub-raça, de perigosos para o pais, os judeus tiveram sua cidadania castrada, foram marcados e segregados da sociedade alemã ariana e “superior”. E vimos no que tudo terminou. Estamos vendo que os ditadores são exatamente aqueles que fazem oposição ao presidente Bolsonaro, o ÚNICO realmente preocupado em defender os direitos e a liberdade do povo brasileiro. E estamos vendo também que o presidente é o ÚNICO que goza de apoio popular. Seus opositores podem ter o domínio das instituições do país (exceto das FFAA), mas o povo está vendo tudo.

  2. Saiu na FOLHA DE SP: “vacinados que pegaram COVID-19 já são 81,7% dos internados em SP.

  3. Obriga logo a usar uma camisa com um símbolo qualquer para identificar esses cidadãos indesejados.

    1. Amigo, pare de banalizar o Holocausto e a perseguição do povo judeu! A comparação de tomar uma vacina com campo de concentração faz diminuir as atrocidades do nazismo!

  4. O governo do estado não consegue adotar 01 medida que seja aprovada pelo povo, isso sim é ter respeito pela população. Esse controle social manipulado através das vacinas é o novo modo de mapear, colocar coleira no povo, domesticar os incautos. Imagine se isso fosse ideia do presidente, a mídia, a esquerda e todos os jornazistas estariam 28 horas por dia criticando. Mas como é uma iniciativa do cononaDória, a esquerda vai atrás impondo a população mais uma forma de acorrentar a liberdade.

    1. Se muda pra Cabul então. Lá a vacina não é obrigatória nem tem STF nem imprensa.

  5. Entre me vacinar ou não, prefiro me vacinar. Acredito que a diminuição do contágio e do número de óbitos foi graças à vacina. Estou ansioso pela terceira dose. Prefiro o benéficio da vacina, mesmo que eventualmente ocorra algum malefício com o imunizante.

  6. Isso é pt amigos, isso é RN, povo desprovido de inteligência, eleger uma sem futuro dessas, sindicalista radical, que se diz professora e nem falar sabe, só aquí mesmo. Tenho vergonha de ser Norteriograndense.

  7. Houve uma decisão jurídica favorável a correção dos salários atrasados do funcionalismo público, a PGE recorreu, no STF a ministra Carmem Lúcia manteve a decisão pelo pagamento. Ontem recebemos o restante do 13 salário sem nenhuma correção, lamentável o desrespeito ao funcionário e ao próprio STF e ninguém do desgoverno de Fatão vem a público dizer nada, esse governo é a última facada no estado, só um milagre para nós tirar desse buraco em que caímos.

  8. Parece que serei obrigado a mudar de residência. Não se pode criar cidadãos de 2a. classe, não se pode obrigar alguém a injetar substâncias em seu corpo. Isso é um enorme absurdo. Essas vacinas são emergenciais, cheias de dúvidas e contra-indicações. Já houve muitas mortes por causa de vacinas, a da Pfizer causa miocárdio, a Astrazêneca causa tromboses e nenhuma delas impede o contágio nem a transmissão do vírus. Tempos muito estranhos e as pessoas estão imbecilizadas, sem atentar para o que está ocorrendo.

    1. Concordo! AS pessoas estao Muito imbecilizadas a ponto de seguir essa narrativa negacionista e bovina como a sua…

    2. Sua relação de causa e efeito está bem esquisita, venha com DADOS apresentar a percentagem de possibilidade de danos e aproveite e compare com outras reações adversas oriundas de remédios ou outras ingestões.
      Cloroquina também tem diversos efeitos adversos do mesmo nível, só para constar.

    3. Desconheço esse número grande de morte porcausa da vacina. De onde tiraste isso, criatura desmiolada? Muitíssimo mais mortes ocorreram por falta de vacinas, crime pelo qual Bozó terá que responder.

    4. Não vim ao mundo para ser escravo nem admito covardia. Não admito a tutela estatal para determinar como devo viver. Vê-se claramente que a molecagem e a politicagem determinam o discurso fajuto dos idiotas. Com essa cambada não há diálogo possível e certamente minhas postagens não são dirigidas a essa escória. Mas o blogue tem muitos leitores discretos, adultos e que pensam. Felizmente.

    5. Direita bovina adestrada e PAGA: Os leitores daqui não merecem seus argumentos MENTIROSOS com dados pífios que só refletem a narrativa MENTIROSA de fake news que seu MINTO das rachadinhas usa e abusa para enganar o gado! Suas mentiras não mais passarão incólumes aqui, vá postar isso nos grupin de ZAP terraplanistas da gadolândia que lá vc tem palco e gado amestrado para aceitar isso sem contrariar as mentiras que vc bosteja!

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Saúde

São Gonçalo já vacina contra a Covid adolescentes de 14 anos sem comorbidades

Fotos: Isaias Carlos

A Prefeitura de São Gonçalo do Amarante/RN iniciou, nesta quarta-feira (15), a vacinação contra a covid-19 para adolescentes de 14 anos ou mais, com e sem comorbidades. A imunização está acontecendo nos ginásios do Amarante e Santo Antônio do Potengi, em horário estendido, das 8h às 12h, e das 16h às 20h.

É necessário que o responsável faça o cadastro do adolescente na plataforma do RN Mais Vacina, e o acompanhe durante a vacinação. Também é preciso levar cópia do documento oficial com foto do responsável e do adolescente, além do comprovante de residência.

Já as gestantes, puérperas e lactantes de 12 a 17 anos estão sendo vacinadas nas unidades de saúde de Santo Antônio e Mangueirão, das 8h às 12h.

População adulta

O município segue vacinando, com a primeira dose, toda população acima de 18 anos. E a segunda dose, para quem tomou a Oxford/AstraZeneca e Pfizer até dia 20 de julho, e Coronavac, há 28 dias.

Os pontos de vacinação são os mesmos, ginásios do Amarante e Santo Antônio, das 8h às 12h, e das 16h às 20h.

Para a D1 é necessário o comprovante de residência no nome, e documento oficial com foto. Se estiver no nome de algum familiar, comprovar grau de parentesco. Já para D2, cartão de vacina e documento oficial com foto.

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Saúde

Pfizer entrega ao Brasil 8,4 milhões de doses de vacina até domingo

No domingo, 12, o Brasil recebeu a maior remessa diária do imunizante da Pfizer: 5,1 milhões de doses – Ministério da Saúde/Divulgação

A Pfizer entregará ao Ministério da Saúde 8,4 milhões de doses da vacina contra Covid-19 até domingo, 19. O quantitativo será dividido em oito voos que sairão do Aeroporto Internacional de Miami, nos Estados Unidos, com destino ao Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). O primeiro deles chegou na noite de terça-feira, 14, com 1,1 milhão de doses.

No domingo, 12, o Brasil recebeu a maior remessa diária do imunizante da Pfizer: 5,1 milhões de doses. Até o fim do mês de setembro, o Ministério da Saúde estima receber 45,5 milhões de doses da vacina Pfizer-BioNTech. Essa é a maior entrega mensal feita por apenas um fabricante ao país e finaliza o primeiro contrato, de 100 milhões de doses, firmado entre a farmacêutica e o governo brasileiro.

Conclusão da entrega de vacinas para primeira dose

O Ministério da Saúde concluiu nesta quarta-feira, 15, o envio de vacinas destinadas à aplicação da primeira dose em adultos, com a distribuição de 1,1 milhão de doses Pfizer. No total, 26 voos partem do Aeroporto de Guarulhos, onde está localizado o centro de distribuição da pasta em, São Paulo, para levar as unidades até os estados.

“Hoje alcançamos um marco histórico: o envio da totalidade de 1ªs doses para a população adulta. Quem duvidava de nosso Programa Nacional de Imunização não acreditava na força que tem o #SUS!”, comemorou o ministro Marcelo Queiroga em publicação no Twitter.

O próximo passo da pasta é iniciar a distribuição de vacinas para o início da aplicação da dose de reforço para idosos a partir de 70 anos e pessoas com imunossupressão. Embora essa nova fase da campanha de imunização contra Covid-19 ainda não tenha começado oficialmente pelo Ministério da Saúde, muitos estados, incluindo São Paulo, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul, já aplicam a dose de reforço.

Veja

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Saúde

Sesap emite nota de esclarecimento sobre disponibilidade de doses da vacina Oxford/Astrazeneca

NOTA

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) esclarece que o estado tem disponível um total de 11.690 doses da vacina de Oxford/Astrazeneca, sendo 3.660 doses de reserva técnica e 8.030 destinadas para D2 a serem entregues em tempo oportuno para aplicação. A Secretaria aguarda o envio de novas doses por parte do Ministério da Saúde para fazer a distribuição aos municípios de forma célere, como vem ocorrendo desde o início da campanha de imunização contra a Covid-19.

O Ministério está enviando as vacinas até o momento sem completar integralmente o quantitativo para a segunda dose e ainda não sinalizou, apesar dos insistentes pedidos da Sesap, uma previsão para a entrega dessas doses. Este desabastecimento também ocorre em todos os estados do Brasil.

A Sesap reforça que, com a antecipação da segunda dose de doze para oito semanas, os municípios devem adiantar o prazo somente conforme o recebimento de doses com base no número de pessoas a vacinar.

Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde Pública

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Saúde

Estudo desenvolve vacina de Covid-19 a partir de planta do feijão-fradinho

Foto: Toby Hudson/Wikimedia Commons

O departamento de nanoengenharia da Universidade da Califórnia em San Diego, nos Estados Unidos, pode revolucionar o desenvolvimento de imunizantes contra a Covid-19. Isso porque a equipe de pesquisadores está estudando vacinas criadas à base de plantas e bactérias e que não precisariam ser armazenadas sob baixas temperaturas, como exigem algumas atualmente.

Ainda em desenvolvimento, as duas candidatas a vacinas obtiveram bons resultados em testes com camundongos, desencadeando neles alta produção de anticorpos neutralizantes contra o Sars-CoV-2. Os detalhes foram publicados nesta terça-feira (7) no Journal of the American Chemical Society.

Em caso de aprovação — após um longo processo para demonstrar segurança e eficácia em humanos —, os imunizantes poderiam ampliar a distribuição das vacinas em áreas rurais e países pobres em infraestrutura. “O que é emocionante sobre nossa tecnologia de vacinas é que ela é termicamente estável, o que poderia facilitar o alcance a lugares onde a instalação de freezers não é possível”, diz Nicole Steinmetz, professora de nanoengenharia da UC San Diego, em comunicado.

Para criar as vacinas, a equipe cultivou milhões de cópias de dois vírus em dois organismos: a bactéria Escherichia coli e uma leguminosa que está no prato de muitos brasileiros, o feijão-fradinho (também conhecido como feijão-de-corda). Diante da proliferação do vírus bacteriófago Qbeta e do vírus do mosaico severo, os cientistas coletaram suas nanopartículas e aplicaram nelas um pequeno pedaço da proteína spike do Sars-CoV-2, a responsável por permitir que o vírus entre nas nossas células.

Um imunizante criado a partir desse processo carrega um vírus que, apesar de estimular o reconhecimento do nosso sistema imunológico, não é infeccioso. Uma vez reconhecida a parte da proteína spike do coronavírus, as células do corpo estariam prontas para gerar uma resposta imune contra ele.

Benefícios no uso de vírus vegetais e bacteriófagos

Além da estabilidade a altas temperaturas, que elimina a necessidade de armazenamento frio das vacinas, os baixos custos em uma produção de grande escala são mais uma vantagem oferecida pela tecnologia que utiliza vírus vegetais ou bacteriófagos. “Cultivar plantas é relativamente fácil e envolve infraestrutura que não é muito sofisticada”, explica Steinmetz. “E a fermentação usando bactérias já é um processo estabelecido na indústria biofarmacêutica.”

Etapas também poderiam ser facilitadas pelo fato de que esse tipo de vacina não tem sua qualidade afetada ao passar por processos de fabricação que envolvem calor. Isso poderia inclusive possibilitar a produção de adesivos com microagulhas e implantes vacinais.

Com os implantes, uma única aplicação seria capaz de liberar lentamente a quantidade de substância necessária para alcançar a imunização. “Se as clínicas pudessem oferecer um implante de uma dose para aqueles que teriam dificuldade em se deslocar uma segunda vez, isso ofereceria proteção para mais pessoas e poderíamos ter uma chance melhor de conter a transmissão”, explica Jon Pokorski, também professor na UC San Diego.

Já os adesivos com microagulhas permitiriam que as pessoas autoadministrassem as vacinas. “Imagine se adesivos de vacina pudessem ser enviados para as caixas de correio de pessoas mais vulneráveis, em vez de fazê-los sair de suas casas e exposição ao risco?”, questiona Pokorski, que lidera a equipe responsável por desenvolver esse tipo de tecnologia.

Os camundongos testados receberam os dois novos métodos vacinais, além do esquema tradicional com duas doses. Em todos os três procedimentos, os animais produziram altos níveis de anticorpos neutralizantes.

Proteção contra variantes

Mais um fator que empolga os cientistas é o potencial das vacinas em induzir respostas contra diferentes tipos de coronavírus e cepas do Sars-CoV-2. Tudo depende do pedaço da proteína spike ligado à superfície das nanopartículas virais. Acontece que uma das peças escolhidas pela equipe de pesquisadores, chamada de epítopo, é quase idêntica entre o Sars original e o novo coronavírus.

A extensa luta contra as variantes poderia receber um reforço. Geralmente, as cepas virais surgem após mutações na região de ligação da proteína spike. As vacinas atualmente administradas utilizam justamente epítopos dessa região, o que dificulta o combate às variantes. Mas as candidatas têm uma proposta diferente. “Com base em nossas análises de sequência, o epítopo que escolhemos é altamente conservado entre as variantes Sars-CoV-2”, afirma Oscar Ortega-Rivera, primeiro autor da pesquisa.]

Agora, as vacinas seguirão em desenvolvimento até terem sua segurança verificada e depois entrarem na fase de testes clínicos.

Galileu

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Saúde

Vacina contra o HIV apresenta baixa eficácia e estudo é encerrado

Foto: Pixabay

Uma vacina experimental contra o HIV, vírus causador da Aids, teve os estudos encerrados após dados mostrarem que a proteção oferecida pelo imunizante ao organismo era insuficiente. Fabricada pela Johnson & Johnson, a vacina apresentou apenas 25% de eficácia.

— Eu já deveria estar acostumada, mas você nunca está. Você ainda coloca seu coração e alma nisso — afirma a principal pesquisadora do estudo e presidente do Conselho de Pesquisa Médica da África do Sul, Glenda Gray, ao jornal New York Times. A pesquisadora tem tentado desenvolver uma vacina para o vírus há mais de 15 anos.

O estudo, denominado Imbokodo, analisou 2,6 mil mulheres jovens, entre 18 e 35 anos, de cinco países da África Subsaariana (Malaui, Moçambique, África do Sul, Zâmbia e Zimbábue). A região escolhida foi determinante no estudo, uma vez que representa a maior parcela de mulheres vulneráveis em todo o continente, representando quase dois terços das novas infecções por HIV em 2020.

Os testes tiveram início em 2017. Desde então, as participantes receberam quatro doses do imunizante ao longo do período e foram acompanhadas pela equipe de pesquisadores. Em dois anos de observação, 51 das 1.079 participantes que receberam a vacina foram infectadas; já entre as 1.109 voluntárias que receberam placebo, 63 contraíram o vírus. A tecnologia utilizada no imunizante é a do adenovírus inativado, assim como as vacinas AstraZeneca, Janssen e Sputnik V contra a Covid-19.

Apesar da baixa eficácia, o estudo trouxe alguns dados úteis. Pesquisas recentes realizadas na Tailândia indicaram que os anticorpos provocados pela vacina podem ser suficientes para oferecer proteção contra o vírus em um período inicial da infecção. Isso significa, segundo Glenda, que o fato de o estudo ter sido conduzido na África, onde as taxas de incidência de HIV são maiores, pode ter sido determinante no resultado.

— O tipo de resposta imunológica induzida não foi suficiente para interromper as altas taxas de ataque que vemos na África — diz a pesquisadora.

Um trabalho paralelo, denominado Mosaico, ainda deve prosseguir, segundo a fabricante. Um outro imunizante está sendo atualmente testado em oito países, incluindo o Brasil, em homens que fazem sexo com outros homens e pessoas trans.

O Mosaico é um esforço conjunto público-privado envolvendo os Institutos Nacionais de Saúde (NIH) dos EUA, a Rede de Ensaios de Vacinas contra o HIV, com sede no Centro de Pesquisa do Câncer Fred Hutchinson, o Comando de Pesquisa e Desenvolvimento Médico do Exército dos EUA e a farmacêutica Janssen, da Johnson & Johnson.

A Moderna, que também é uma das fabricantes de uma vacina contra o Sars-CoV-2, anunciou recentemente que vai iniciar a testagem de um novo imunizante contra o HIV. Segundo a empresa, os testes devem começar ainda neste ano.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 38 milhões de pessoas vivem com o HIV em todo o mundo; 1,5 milhão infectadas no último ano.

O Globo, com informações de agências internacionais

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Saúde

RN recebe mais 150 mil vacinas contra Covid-19; Coronavac/Butantan, Astrazeneca/Fiocruz e Pfizer

Foto: Julianne Araújo

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) recebe nesta quarta-feira (1°), divididas em quatro carregamentos, mais 150.500 doses de vacinas contra a Covid-19. São imunizantes da Coronavac/Butantan, Astrazeneca/Fiocruz e Pfizer que vão reforçar tanto a ampliação do público atendido com a primeira dose como para completar o esquema vacinal.

Em dois voos, entre 10h e meio-dia, foram descarregadas 108.440 unidades da Coronavac/Butantan no Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante. Os lotes são divididos por igual entre primeira e segunda doses.

À tarde, de acordo com o Ministério da Saúde, serão mais 21.060 imunizantes da Pfizer e 21 mil da Astrazeneca/Fiocruz, todas destinadas para aplicação da segunda dose.

Recentemente, a Sesap registrou na plataforma RN+Vacina números importantes da vacinação contra a Covid-19 no RN. Já são mais de 3 milhões de doses aplicadas, para 2,1 milhões de pessoas que tomaram ao menos uma dose, representando 80% da população adulta do estado. Já entre as pessoas que tomaram as duas doses ou a dose única o número passa dos 34%, somando mais de 923 mil pessoas acima dos 18 anos.

Opinião dos leitores

  1. OBRIGADO PRESIDENTE BOLSONARO, dando show no envio de vacinas para imunizar o povo potiguar, se estivéssemos dependendo das vacinas compradas pela GOVERNADORA não teríamos um único braço vacinado e ainda estaríamos todos sendo ameaçados por essa doença.
    Há muito que o STF autorizou os Governadores a comprarem vacinas para os seus Estados, no entanto é o Presidente que segue comprando as vacinas.

  2. O governo Bolsonaro é o responsável pela aquisição de TODAS as vacinas no Brasil e as prefeituras são responsáveis por sua aplicação. Os estados em nada contribuem na vacinação e muitos, como o RN, só atrapalham.

    1. Quem coordena distribuição e armazenamento? Seu mito do pau oco?

    2. ia ter um grande esquema de corrupção com compra de vacinas, ainda bem que foi descoberto!

  3. O governo Bolsonaro estácinundando o Brasil com vacinas. Mais uma narrativa mentirosa da esquerdalha que cai por terra.

    1. Realmente, não presta. Melhor tomar um chá de eucalipto com alho e limão ou uma cana com limão e mel de abelha. Mas dá certo prá esquerdalha.

    2. Que ridículo, até agora não mudou nada na porra desse país.

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Saúde

Mais de 80 mil vacinas contra Covid-19 foram distribuídas no RN nesta terça

Reprodução

A campanha de vacinação contra a Covid-19 no Rio Grande do Norte recebeu mais um reforço nesta terça-feira (31). As secretarias de Estado da Saúde Pública (Sesap) e da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) fizeram no início da tarde a distribuição de 80.399 doses de imunizantes enviadas pelo Ministério da Saúde para os municípios potiguares.

O trabalho de logística, seguindo o padrão de toda a campanha, se deu menos de 24h após a chegada de um novo lote de vacinas ao estado. Com o apoio da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, a Sesap encaminhou as vacinas e os insumos a todas as regiões.

Os lotes estão divididos entre 20.255 doses da Astrazeneca/Fiocruz e 60.144 da Pfizer, ambas para completar o esquema de vacinação para quem já foi atendido pela primeira dose.

Nesta terça-feira, o RN ultrapassou a marca das 900 mil pessoas que receberam as duas doses ou a dose única de vacina contra a Covid-19. No total, a plataforma RN+ Vacina recebeu o registro de 2.123.323 pessoas que tomaram ao menos uma dose, representando 79% do público-alvo acima dos 18 anos.

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Diversos

São Gonçalo faz repescagem para pessoas de 30 a 59 anos que não tomaram a 1ª dose da vacina contra a covid-19

Foto: Junior Santos

Neste sábado (28), a Prefeitura de São Gonçalo do Amarante/RN vai realizar repescagem para aqueles que ainda não tomaram, por algum motivo, a primeira dose da vacina contra a covid-19. A ação, que acontecerá das 8h às 13h no campus do IFRN, no Centro, será para a população de 30 a 59 anos. Desta vez não precisa de agendamento, apenas estar cadastrado no RN Mais Vacina.

Simultaneamente vai acontecer mais um mutirão para aplicação da segunda dose, na Unidade Móvel da Cruz Vermelha, que vai estar estacionada na Avenida Alexandre Cavalcanti, no Centro, em frente à sede da Secretaria de Assistência Social, também das 8h às 13h. O município segue fazendo chamamento dos que tomaram a D1 dos imunizantes Oxford/AstraZeneca e Pfizer até dia 3 de junho, e Coronavac há 28 dias.

Para receber a D1 é necessário documento oficial com foto e comprovante de residência no nome. Se tiver no nome de algum familiar, será preciso comprovar grau de parentesco. Já para a D2, basta o documento oficial com foto e o cartão de vacina comprovando a primeira dose no município.

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Saúde

Pfizer anuncia parceria para produzir vacina contra Covid-19 no Brasil

A farmacêutica norte-americana Pfizer anunciou nesta quinta-feira (26) um acordo com a brasileira Eurofarma para a produção local da vacina de mRNA da empresa contra a Covid-19, a ComiRNAty, que será distribuída exclusivamente na América Latina.

Em nota, a Pfizer afirmou que foi assinada uma carta de intenção com a empresa brasileira, que ficará responsável pelas “atividades de fabricação dentro da cadeia de fornecimento e rede de fabricação de vacinas contra a Covid-19 globais da Pfizer e da BioNTech”.

A previsão é que as atividades de transferência técnica, desenvolvimento no local e instalação de equipamentos comecem imediatamente. A Eurofarma receberá o produto de instalações nos Estados Unidos e a fabricação das doses acabadas terá início em 2022.

A expectativa é que, em plena capacidade operacional, a produção anual no Brasil da vacina da Pfizer excederá 100 milhões de doses. Com o acordo, a Pfizer afirmou que a produção de seu imunizante será feita em quatro continentes, em mais de 20 instalações.

“Nossa nova colaboração com a Eurofarma expande nossa rede global de cadeia de suprimentos, nos ajudando a continuar fornecendo acesso justo e equitativo à nossa vacina. Continuaremos a explorar e buscar oportunidades como esta para ajudar a garantir que as vacinas estejam disponíveis para todos os que precisam”, disse Albert Bourla, presidente e CEO da Pfizer, em nota

“A parceria de hoje é um passo importante para ampliar o acesso às vacinas na América Latina e além, expandindo nossa rede de fabricação global ”, afirmou Ugur Sahin, CEO e cofundador da BioNTech.

Também em nota, a Eurofarma afirmou que a parceria com a Pfizer e a BioNtech é motivo de “orgulho e esperança” para a empresa.

“A assinatura dessa colaboração na produção da vacina contra a Covid-19 representa mais um marco em nossa trajetória. Estamos disponibilizando nossos melhores recursos em capacidade industrial, tecnologia e qualidade para este projeto, para que possamos cumprir o contrato com excelência e contribuir com o abastecimento do mercado latino-americano”, disse Maurízio Billi, presidente da farmacêutica.

CNN Brasil

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Saúde

RN ultrapassa 30% dos adultos totalmente vacinados contra Covid-19, que corresponde a mais 817 mil pessoas; 50 mil ainda não foram tomar a 2ª dose

A campanha de vacinação contra a Covid-19 segue avançando no Rio Grande do Norte. No início desta semana, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) registrou dois números que apontam para este avanço. A plataforma RN+ Vacina registra no fim da manhã desta quarta-feira (25) que mais de 30% dos adultos que moram no estado receberam as duas doses ou a dose única.

O percentual representa mais de 817 mil pessoas que completaram o esquema vacinal desde o início da campanha de imunização, sendo 762.521 que tomaram as duas doses de Coronavac/Butantan, Astrazeneca/Fiocruz ou Pfizer e outras 54.937 que tiveram aplicada a Janssen.

A Sesap ressalta, no entanto, que ainda há um quantitativo substancial de moradores do RN que ainda não foram até os postos de vacinação para tomar a segunda dose. O número de pessoas, segundo levantamento mais recente feito na RN+ Vacina, ultrapassa as 50 mil pessoas. No próximo sábado (28), a secretaria vai apoiar junto aos municípios a realização de mais um Dia D de vacinação, com foco nas pessoas que ainda precisam completar o esquema vacinal.

Primeira dose

Outro número alcançado esta semana reforça o avanço da vacinação contra a Covid-19 no RN. Já são mais de 2 milhões de potiguares que receberam ao menos uma dose, chegando a 76% do público-alvo.

Até o início da manhã desta terça-feira, eram exatos 2.039.755 pessoas que tiveram a aplicação de suas doses cadastradas pelos municípios junto à RN+ Vacina. O total de doses administradas nas salas de vacina das 167 cidades potiguares é de 2.857.213 unidades.

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Saúde

Mais de 560 mil pessoas de Natal receberam a D1 ou dose única da vacina contra Covid-19; veja se você está na data para D2

Foto: Joana Lima / Secom

De acordo com a estimativa populacional do Ministério da Saúde, a faixa etária a partir de 18 anos de Natal é de 690.627 pessoas, e deste quantitativo, 560.197 receberam a primeira dose (D1) ou a dose única (DU), da vacina contra Covid-19. Em termos percentuais, 81% da população vacinável recebeu uma dose e 32% da população natalense completou o esquema vacinal.

Outro dado da capital é que, na faixa etária dos 40 anos a acima de 80, 85% receberam a D1 ou a dose única. “Nosso apelo agora é para que a faixa etária dos 18 anos aos 39 anos compareça aos pontos de vacinação”, afirma o secretário Municipal de Saúde, George Antunes.

Segundo o secretário, 77% da população entre 30 a 39 anos já recebeu a D1, e 65% da população dos 18 aos 29 anos, procura os pontos de imunização. “Reforçamos a importância no combate ao vírus. A vacina é a forma mais eficiente de se proteger. A vacinação acontece de forma muito rápida, basta levar um documento com foto, cartão de vacina e comprovante de residência de Natal”, reforça.

A SMS Natal segue vacinando a faixa etária de 18 anos e a segunda dose nos cinco drives e nas 35 UBS. Todos os horários e locais estão disponíveis no site https://vacina.natal.rn.gov.br/

SEGUNDA DOSE:

CORONAVAC

As pessoas que completaram os 28 dias da primeira dose do imunizante Coronavac podem procurar as 35 UBS ou qualquer drive-thru.

OXFORD

As 35 UBS e todos os drives estão com aplicação da D2 da Oxford para quem se vacinou até o dia 06 de junho.

Grávidas que tomaram a D1 de Oxford

As gestantes que tomaram a primeira dose com o imunizante Oxford e que, por recomendação do Ministério da Saúde, não tomaram a segunda dose, poderão completar seu esquema vacinal com o imunizante da Pfizer nas 35 UBS ou qualquer ponto de aplicação (exceto Arena das Dunas).

PFIZER

A segunda dose da Pfizer está disponível nas 35 UBS ou nos drives Nélio Dias, Palácio dos Esportes, Via Direta e SESI para quem tomou a primeira dose até 03 de junho.

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Saúde

Vacina contra Covid aplicada perto do glúteo em SC repercute; entenda

Foto: Laura Braz/Arquivo pessoal

A foto de uma moradora de Joinville, no Norte catarinense, recebendo a vacina contra a Covid-19 no músculo do ventroglúteo, próximo ao glúteo, chamou a atenção nas redes sociais, já que muitos municípios têm aplicado o imunizante no braço. Laura Braz, de 25 anos, foi vacinada com a primeira dose na sexta-feira (20) (veja mais abaixo).

A gerente de Vigilância em Saúde de Joinville, Fabiana Almeida, afirmou que outros imunizantes já são aplicados dessa forma no município. “Como já é rotina de outras vacinas, nós optamos pelo ventroglúteo”, disse.

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive), porém, afirmou que não há diferença na eficácia da vacina ou posterior dor no local entre os dois músculos.

O G1 aguardava, até a publicação desta notícia, resposta do Ministério da Saúde sobre qual local de aplicação da vacina contra Covid-19 é recomendado.

Sem diferença

A explicação da gerente de Vigilância em Saúde de Joinville, de aplicação da vacina conforme já é feito no município, está de acordo com as orientações da Dive. “O estado já orienta que seja feita [a imunização contra a Covid] como as vacinas de rotina”, disse a gerente de Imunização da Diretoria de Vigilância Epidemiológica, Arieli Fialho.

O ventroglúteo pode ser uma primeira opção.

“Esse músculo é maior, é livre de nervos. Desde que o profissional da saúde tenha capacitação para delimitar esse músculo, é uma opção”, afirmou Fialho.

Ela também disse, porém, que as bulas das vacinas falam mais do deltoide, que fica no braço. “A vacinação é intramuscular. Geralmente as bulas vêm com orientação de deltoide, mas não significa que não possa ser feita em outros músculos”, afirmou.

Não há um levantamento para saber quantos municípios catarinenses optam por braço ou ventroglúteo. “Acredito que a maioria seja deltoide. Como estão fazendo muito drive-thru, é um músculo de mais fácil acesso”, disse Fialho. Segundo ela, alguns pontos em Florianópolis também aplicam a vacina no ventroglúteo.

A gerente de Imunização da Dive também afirmou que não há estudos sobre diferenças de efeito colateral entre os dois músculos.

“Pode ter dor no local de qualquer maneira. Pode dar as mesmas reações, como dor e vermelhidão”, declarou.

“Não tem problema deltoide ou ventroglúteo, desde que o profissional de saúde tenha capacidade para delimitar o músculo. Não vai diminuir a eficácia”, resumiu.

Repercussão

A doutoranda Laura Braz ficou surpresa com a repercussão nas redes da foto da vacina.

“Estamos isolados em casa, eu e meus pais, todo mundo trabalhando de casa. A vacina era muito aguardada. Meus pais já tomaram as duas doses, a minha foi a primeira, na sexta. Meus pais já tinham tomado [a vacina] no quadril, não foi surpresa nenhuma. Já tinha tomada outras vacinas perto do glúteo. Não estou entendendo a repercussão, é algo totalmente comum”, disse.

Como esperava muito pela vacina, ela quis fazer a foto. “Registrei, não tive constrangimento nenhum. É algo bem comum para mim. Não ia perder. Pessoal tava estranhando ser perto do glúteo. Resolvi postar por brincadeira e saiu do controle. Agora não paro de receber mensagens”, contou.

Ela acredita que repercussão possa trazer algo positivo. “Se servir como incentivo para o pessoal se vacinar, já está bom. Até para o pessoal de Joinville perder a vergonha de postar, não tem nada de mais. Às vezes publicar, pode incentivar as outras pessoas”, resumiu.

Vacinação e Covid-19 em Joinville

Em Joinville, 331.045 pessoas receberam a primeira dose contra a Covid-19, de acordo com dados da manhã desta segunda (23) da Secretaria de Estado da Saúde. Esse número corresponde a 55,39% da população da cidade, que é a maior de Santa Catarina.

Receberam também a segunda dose 136.240 pessoas, o equivalente a 22,8% da população.

Moram em Joinville 597.658, de acordo com estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em Santa Catarina, 4.429.485 receberam a primeira dose, o que corresponde a 61,08% da população. Também receberam a segunda 1.954.140 pessoas, o equivalente a 26,94% da população do estado.

Moram em Santa Catarina 7.252.502 pessoas, conforme estimativa do IBGE.

G1

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Saúde

FDA concede registro definitivo para a vacina da Pfizer contra Covid nos EUA

Foto: Myke Sena

A Agência reguladora dos Estados Unidos (FDA) concedeu nesta segunda-feira (23) o registro definitivo para a vacina da Pfizer contra a Covid-19 para pessoas com 16 anos ou mais no país. Esta é a primeira vacina contra o coronavírus aprovada pela Food and Drug Administration e espera-se que abra as portas para mais restrições que exigem a vacinação nos EUA.

“A aprovação desta vacina pelo FDA é um marco à medida que continuamos a lutar contra a pandemia de Covid-19”, declarou a Dra. Janet Woodcock, chefe do FDA.

A vacina da Pfizer/BioNTech foi autorizada para uso emergencial nos Estados Unidos em dezembro de 2020, para pessoas com 16 anos ou mais. Em maio deste ano, a autorização foi estendida a maiores de 12 anos.

De mais de 170 milhões de pessoas nos Estados Unidos totalmente vacinadas contra a Covid-19, mais de 92 milhões receberam a vacina da Pfizer/BioNTech.

“Embora esta e outras vacinas tenham atendido aos rigorosos padrões científicos da FDA para autorização de uso de emergência, como a primeira vacina Covid-19 aprovada pela FDA, o público pode estar muito confiante de que esta vacina atende aos altos padrões de segurança, eficácia e qualidade de fabricação”, disse Woodcock.

Para poder autorizar o registro definitivo, o FDA diz ter feito uma avaliação “incrivelmente completa e cuidadosa dessa vacina”, segundo o diretor do Centro de Avaliação e Pesquisa Biológica da FDA, Peter Marks.

“Avaliamos dados científicos e informações incluídas em centenas de milhares de páginas, conduzimos nossas próprias análises de segurança e eficácia da Comirnaty e realizamos uma avaliação detalhada dos processos de fabricação, incluindo inspeções das instalações de fabricação”, disse em nota.

Como funciona a vacina da Pfizer

A vacina Pfizer/BioNTech utiliza a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA). O material genético sintético, que carrega o código genético do SARS-CoV-2, estimula o organismo a gerar anticorpos contra o vírus.

Em outras palavras, o objetivo é que o mRNA sintético dê as instruções ao corpo humano para a produção de proteínas encontradas na superfície do vírus. São essas proteínas que levam à resposta do sistema imunológico e trazem a proteção para o indivíduo.

As vacinas de RNA mensageiro são um novo tipo de imunizante, considerado de terceira geração, que também tem como objetivo proteger as pessoas de doenças infecciosas.

CNN Brasil

 

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Saúde

Eficácia de vacina da Pfizer cai mais rápido do que AstraZeneca, diz estudo

Foto: Bigstock

Um estudo publicado nessa quinta-feira (19) indicou que a eficácia da vacina contra Covid-19 da Pfizer/BioNTech decai mais rapidamente do que a da AstraZeneca/Oxford, embora a primeira seja mais efetiva no combate à variante Delta do novo coronavírus.

A pesquisa, liderada por especialistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, indicou que, em infecções com alta carga viral, a proteção oferecida pelo imunizante da Pfizer um mês depois da segunda dose é 90% maior do que em indivíduos não vacinados, mas depois cai para 85% e 78% depois de dois e três meses, respectivamente. Já no caso do agente desenvolvido pela AstraZeneca, a proteção oferecida foi de 67%, 65% e 61%, respectivamente.

O estudo, que ainda não foi revisado pela comunidade científica internacional, analisou dados do serviço de Saúde Pública do Reino Unido (NHS), coletados entre dezembro de 2020 e agosto de 2021.

Além disso, os especialistas examinaram os testes de detecção do novo coronavírus de 700 mil pacientes, feitos antes e depois de 17 de maio, quando a variante Delta se tornou dominante no território britânico.

Os resultados, segundo os autores do estudo, apontam que as pessoas que contraem a Covid-19 por causa desta mutação, depois da aplicação da segunda dose da vacina, têm níveis máximos de vírus similares ao de pessoas não imunizadas.

Além disso, indicam que os preparados não eliminam a possibilidade de contrair a doença, mas sim, reduzem o risco de contágio e seguem sendo a forma mais efetiva de garantir a proteção contra a variante Delta do patógeno. “Contudo, não sabemos quanta transmissão pode causar as pessoas que contraem a Covid-19 depois de serem vacinadas. Podem ter, por exemplo, níveis altos de vírus durante período de tempos mais curtos”, afirma Sarah Walker, especialista em estatística médica e epidemiologia da Universidade de Oxford.

Porém, ela afirma, que o fato de os pacientes poderem apresentar níveis altos, sugere que “as pessoas que não estão vacinadas podem não estar tão protegidas contra a Delta como esperávamos”. E que “isto significa que é essencial que se vacine o máximo de pessoas possível, tanto aqui no Reino Unido, como no restante do mundo”, garante a especialista da instituição de ensino britânica.

Koen Pouwels, também participante do estudo, aponta que, apesar de a Pfizer e AstraZeneca apresentarem “ligeiras diminuições de proteção” contra todas as infecções e contra aquelas com alta carga viral, a eficácia geral das vacinas ainda é “muito alta”.

Paralelamente, os pesquisadores constataram que uma dose do imunizante produzido pela companhia americana Moderna tem eficácia contra a variante delta “igual ou maior” do que as vacinas da Pfizer e da AstraZeneca, no entanto, ainda não há dados para avaliar os dados do esquema completo, com duas doses.

Intervalo entre doses

Sobre os intervalos entre as aplicações, o estudo comprovou que esse fator não altera a eficácia das vacinas para prevenir novas infecções, ao mesmo tempo em que detectaram que os grupos mais jovens, de 18 a 34 anos, apresentam níveis de proteção mais altos que os mais velhos, de 35 a 64 anos.

Os pesquisadores indicaram que as conclusões que chegaram poderiam servir para assessorar o Comitê Conjunto sobre Vacinação e Imunização mantido pelo governo britânico, que deverá decidir se recomendará a administração de uma terceira dose, de reforço, ainda neste ano.

Gazeta do Povo

Opinião dos leitores

  1. Venha apresentar suas falácias sobre a Coronavac aqui, Calígula! Apresentar suas inverdades sobre a eficácia da mesma! Preciso de diversão!

    1. Eu sinceramente preferia ter tomado a Coronavac. Óbvio que, sendo educada, instruída e humana (mesmo que isso soe como falta de modéstia), não perguntei qual era nem nada quando fui tomar. Mas eu queria era a vacina do criador do vírus. Quem vai saber fazer vacina melhor do que o criador e vetor do vírus?

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