Política

Flávio Bolsonaro se filia ao Patriota e diz que seu pai também deve ir para a legenda

Foto: Twitter/ Reprodução

O senador Flávio Bolsonaro se filiou nesta segunda-feira ao Patriota, revelou o colunista Lauro Jardim. Ele participou virtualmente da convenção nacional convocada às pressas pelo presidente da legenda, Adilson Barroso. Após o evento, o senador disse ao GLOBO que o presidente Jair Bolsonaro deve seguir o mesmo caminho e também se filiar ao partido.

— Adilson vai fazer convite oficial de filiação ao Bolsonaro. Talvez esta semana. A tendência natural é que ele venha. Agora vamos trabalhar por uma grande coalizão em 2022 com partidos como PP, PL, Republicanos, PSL e outras siglas que deverão fazer parte dessa nova etapa do Brasil — declarou.

Bolsonaro trabalha com a possibilidade de mudanças no estatuto do partido, promovida hoje, ser contestada junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pela ala do Patriota contrária às alterações. E, por isso, pretende aguardar a homologação do estatuto antes de anunciar a filiação. Uma das principais mudanças é a ampliação do poder de voto, em questões nacionais, dos 27 presidentes estaduais da legenda.

Por meio de um telão posto na reunião da executiva nacional, o senador fez elogios à nova sigla e projetou ao Patriota cenário similar ao ocorrido com o PSL, o então partido nanico que elegeu a maior bancada da Câmara em 2018 após filiar a família Bolsonaro.

— É um partido maravilhoso. Tenho certeza que vamos caminhar juntos em 2022. Nós temos tudo nas mãos, tudo. Temos o povo do nosso lado para fazer do Patriota o maior partido do Brasil. Se Deus quiser, a gente passa de nove deputados hoje para bancada de 50, 60 — declarou Flávio no evento.

Flávio publicou uma foto em seu Twitter com a ficha de filiação ao novo partido, assinada em 26 de maio. “Participei diretamente de sua refundação, em 2018, desde a elaboração de seu estatuto, com a previsão inédita de ser o primeiro partido de direita do Brasil, até a escolha do nome Patriota. Que Deus nos abençoe nessa nova jornada”, escreveu.

Briga interna

A convocação da convenção desagradou uma parte da legenda, que resiste ao desembarque de Bolsonaro. O vice-presidente, Ovasco Resende, e o deputado federal Fred Costa se puseram contra a realização do evento presencial. Filmado e transmitido pelo Facebook, o encontro teve bate-boca quando a filiação do presidente começou a ser debatida.

Ovasco Resende era presidente do PRP, que se fundiu ao Patriota em 2019 para sobreviver à cláusula de barreira e manter acesso ao fundo partidário. O acordo de fusão levou Resende à vice-presidência e Barroso, ao comando da nova sigla, que manteve o nome.

Resende e Costa se queixaram do que consideraram “falta de transparência” na suposta negociação entre Barroso e Bolsonaro. Ovasco Resende cobrou do dirigente esclarecimentos dos termos que podem resultar na filiação do presidente ao partido, chamou Adilson Barroso de “autoritário” e disse temer que seu grupo seja destituído para acomodar aliados de Jair Bolsonaro.

— Nós não temos nada contra o Bolsonaro. A questão é a forma. Como é que ele (Bolsonaro) vai vir? O que ele quer? Para mim isso é uma cilada. Como é que a gente, nessa insegurança toda que o senhor criou, vai ser responsável de colocar um presidente da República numa situação dessa? Amanhã os presidentes municipais aqui podem estar todos fora — declarou Ovasco Resende.

Fred Costa insinuou que Barroso dá um “golpe” ao tentar filiar Bolsonaro, segundo ele, sem “passar por uma decisão coletiva”. Ele se queixou de membros do diretório nacional terem sido excluídos do órgão por uma decisão individual de Barroso.

— Aqui a discussão nossa não é contra ou a favor do Bolsonaro. É sobre a condução e a forma errônea, ao excluir membros do diretório sem o devido aparato legal e sem previsão no regimento interno. Eu quero a vinda do Bolsonaro, mas com a garantia de que vocês serão mantidos (em seus cargos). Ou será que serão retirados?

Adilson Barroso, por sua vez, disse ter um “projeto de nação”:

— Eu não aceito trocar o partido por qualquer coisa que faça o partido não progredir — disse.

Passagem-relâmpago

Se Jair Bolsonaro se filiar ao Patriota, será sua segunda passagem pela legenda. Em 2017, enquanto negociava a candidatura do então deputado federal, o Partido Ecológico Nacional (PEN) foi rebatizado de Patriota, numa tentativa de seduzir Bolsonaro.

A família Bolsonaro participou da transformação da legenda, mas acabou migrando para o PSL numa negociação envolvendo seu então braço direito, Gustavo Bebianno, e o presidente nacional da sigla, Luciano Bivar. Jair Bolsonaro disputou a presidência pelo PSL, venceu o pleito e ajudou a eleger uma bancada 53 deputados federais — feito inédito para um partido que havia eleito somente um parlamentar na eleição anterior.

Em novembro de 2019, Bolsonaro rompe com Luciano Bivar e se desfilia do PSL. O racha divide a bancada entre “bivaristas” e bolsonaristas, que se lançam numa empreitada para fundar o próprio partido de Bolsonaro, o Aliança pelo Brasil.

Um ano e meio após ser lançado, o Aliança amarga uma baixa coleta de assinaturas necessárias para a obtenção oficial do registro definitivo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Com o projeto naufragando, Bolsonaro começou a negociar com outras legendas, como PP, PTB, Republicanos, PMB (agora Brasil 35) e o próprio PSL.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Ainda tem gente que vota num pilantra desse.O nosso país estão precisando de políticos sérios .Mas onde encontrá-los.?

    1. No PT? Kkkkkkk. O presidente é homem honesto, família, patriota, trabalhador, competente (veja a qualidade da equipe que montou), sincero, espontâneo, verdadeiro e boa praça. No momento, não há político mais sério do que ele no Brasil. Mas, vc pode procurar em Marte, quando voltar prá lá.

    2. Kkkkkkkk. Esse direita honesta eh um piadista mesmo! Não sei qual a piada maior: dizer que o MINTOmaníaco das rachadinhas eh honesto , dizer que o presidente inepto eh competente, ou chamar o cara que foi expulso das forças armadas por planejar atos terroristas contra o próprio exército de patriota!

  2. Se o atual presidente do Brasil acabar com desmantelo absurdo dentro do poder judiciario do Brasil,porque quando se da um aumento/reajuste para ministros do STF e STJ e membros dos tribunais federais e do ministerio público federal na esfera pública federal ocorre um efeito cascata na esfera publica estadual:no poder judiciario e no ministerio público dos estados,se ele conseguir desvincular definitivamente os aumentos/reajustes entre a esfera federal e a esfera estadual,ele tera o meu voto e de toda uma Legião.

    1. Não se preocupe, o MINTOmaníaco já aumentou o salário dele e dos militares que ocupam cargos no governo…

    2. Uma medida provisoria presidencial seria perfeita para solucionar essa questão problemática.

  3. Não estou entendendo: por que o MINTO não criou um partido para chamar de seu já que tem “tamanho” apoio popular? Afinal, são necessárias SOMENTE 500 mil assinaturas e podem inclusive ser assinaturas digitais nos termos da Lei… Estranho, muito estranho…

    1. Deixa de ser jumento, mané! Você não entende nada de política. O cara vai deixar de ir pra um partido que já tá formado, já tem vários parlamentares, pra criar um só pra ele?

    2. Kkkkkk. Jorge, sério que vc acha que sou analfabeto? Pq? Só pq falei coisas que vc nem sabia? Tadinho! Volta pra narrativa de seu grupin de Zap que só tem “entendido” como vc lá…

    3. Carlos, se entender de política eh seguir cegamente o MINTOmaníaco, prefiro não ser “entendido” nessa sua política!kkkk. Outra coisa, não fui eu que disse que era melhor criar um partido pra chamar de seu, foi o presidente inepto das rachadinhas q quis mover o gado pra colher assinaturas pra criar o aliança Brasil! Ou sua memória eh tão limitada q vc já esqueceu dessa lorota que seu MINTO inventou? Oô gado véi “entendido” kkkk

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Judiciário

STF chega a 1,4 mil condenados pelos atos de 8 de janeiro

Foto: Reprodução

O STF chegou a 1.402 condenações relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira (29) pelo gabinete do ministro Alexandre de Moraes, relator dos processos. Os dados detalham a distribuição das penas aplicadas e o andamento das ações envolvendo os investigados.

De acordo com o levantamento, as condenações estão divididas em três principais categorias: 431 penas de prisão, 419 penas alternativas e 552 acordos de não persecução penal.

O maior grupo é formado por 404 réus que receberam penas de um ano de prisão, o equivalente a 28,82% do total. Em seguida, aparecem 213 condenações com pena de 14 anos de prisão, representando 15,19% dos casos.

O relatório também aponta que 190 acusados estão presos, sendo 169 com penas já em execução definitiva e 21 em prisão provisória, conforme os dados oficiais divulgados pelo STF.

Em outro trecho do balanço, o tribunal informa que as investigações foram organizadas em diferentes núcleos de atuação, com julgamentos realizados pela Primeira Turma ao longo do último ano, envolvendo réus ligados aos atos investigados desde 2023.

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Política

[VÍDEO] Messias fala após derrota no Senado e solta: “Nós sabemos quem promoveu tudo isso”

Imagens: Reprodução/Instagram/Metrópoles

O advogado-geral da União, Jorge Messias, falou pela primeira vez na noite desta quarta-feira (29) após a rejeição de sua indicação ao STF pelo Senado Federal, que terminou com 42 votos contrários. A decisão representa uma derrota política significativa para o governo do presidente Lula (PT). Em coletiva, Messias afirmou respeitar o resultado e disse que o Senado é “soberano”, mas chamou atenção ao declarar: “Nós sabemos quem promoveu tudo isso”.

Durante a entrevista, Messias adotou tom emocional e afirmou que encara o episódio como parte de sua trajetória pública. “Nós sabemos quem promoveu tudo isso. Agora eu quero dizer com o coração leve, com a franqueza da minha alma, que sou grato a Deus por ter passado por este processo e à confiança do presidente Lula”, disse.

Ele acrescentou que não vê a rejeição como um encerramento de sua carreira. “Eu não encaro isto como um fim. Isto aqui é uma etapa do processo da minha vida”. E reforçou o respeito à decisão do Senado e destacou o caráter democrático da votação. “O Senado é soberano. Agradeço os votos que recebi. Faz parte do processo democrático saber ganhar, saber perder”, afirmou.

Messias ainda afirmou que seguirá atuando na vida pública e destacou sua trajetória como servidor de carreira. “Sou servidor público concursado. Não preciso de cargo para me sustentar. Construí minha vida pelo estudo e pelo mérito”, disse.

Indicação enfrentou resistência

A indicação de Jorge Messias já enfrentava resistência no Senado antes da votação. Em novembro de 2025, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), demonstrava insatisfação com o nome e defendia, nos bastidores, o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para a vaga no STF.

 

 

 

Opinião dos leitores

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Política

Após derrota de Messias no Senado, governo reage e dispara: “Agora é guerra”

Foto: Reprodução

Integrantes do governo do presidente Lula (PT) reagiram com forte tensão à derrota do ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, no Senado Federal, nesta quarta-feira (29). Segundo interlocutores do Palácio do Planalto, a avaliação interna é de surpresa com o resultado e de agravamento da relação política com o comando da Casa.

De acordo com ministros e assessores próximos ao governo, o resultado da votação não era esperado pelo núcleo político do Planalto, que considerava o cenário mais favorável para o indicado.

Conforme a coluna Milena Teixeira, do Metrópoles, a articulação no Senado teria contado com movimentações de parlamentares do Centrão, o que teria influenciado o resultado final da votação. Não há confirmação pública das acusações feitas nos bastidores.

Diante do resultado, interlocutores afirmam que a relação com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), entrou em um novo nível de desgaste político, com avaliação de que o canal de diálogo ficou mais restrito.

Em meio à crise, um ministro resumiu o clima interno do governo com a expressão: “agora é guerra”, indicando endurecimento no posicionamento político do Planalto após a derrota no Senado. Segundo relatos, o governo também passou a monitorar articulações políticas feitas durante o processo de votação.

Opinião dos leitores

  1. Cadê o Estado democrático de direito? Não respeita a democracia? Não aceita a derrota? Canalha!!!

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Política

R$ 270 milhões em emendas foram liberados na véspera de sabatina e escancaram articulação de Lula no Senado

Foto: Reprodução

O governo do presidente Lula (PT) liberou cerca de R$ 270 milhões em emendas parlamentares na véspera da sabatina do advogado-geral da União, Jorge Messias, no Senado Federal. A movimentação ocorreu em meio a uma articulação política intensa para garantir apoio à indicação ao STF, envolvendo aliados, ministérios e a base governista, conforme o Poder360.

De acordo com dados do portal Siga Brasil, a liberação elevou o total de emendas empenhadas no ano para cerca de R$ 13 bilhões, com forte concentração entre partidos da base aliada e do Centrão. Os valores são atualizados diariamente e mostram um aumento expressivo nas semanas que antecederam a sabatina.

O ritmo de liberações já vinha em alta desde 9 de abril, quando o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), confirmou a data da sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Até aquele momento, o volume acumulado era de R$ 2,7 bilhões, segundo os mesmos dados oficiais.

A estratégia política envolveu também articulação direta dentro do Senado. O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães (PT), afirmou que o governo trabalhava com estimativa de mais de 41 votos favoráveis para a aprovação de Messias. O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), chegou a projetar entre 45 e 46 votos.

No entanto, o resultado final foi diferente do esperado. A indicação de Jorge Messias acabou rejeitada no plenário do Senado por 42 votos contrários e 34 favoráveis, após ter sido aprovada anteriormente na CCJ. A movimentação incluiu mudanças na composição da comissão e reforço de aliados estratégicos na votação.

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Política

[VÍDEO] Veja reação de Messias após Senado rejeitar indicação ao STF por 42 a 34

Imagens: Reprodução/Youtube/Metrópoles

O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, reagiu com visível tristeza após o Senado rejeitar sua indicação ao STF por 42 votos a 34, em uma votação marcada por forte repercussão política. O episódio ocorreu durante sessão no plenário do Senado, em Brasília, e teve impacto imediato nos bastidores do governo.

Um vídeo exclusivo, divulgado pela coluna Igor Gadelha, do Metrópoles, mostra o momento em que Messias abraça a esposa na sala da liderança do governo no Senado logo após o resultado da votação ser confirmado.

O ministro acompanhou toda a sessão no local e recebeu apoio de aliados após a derrota na Casa Legislativa.

Entre as autoridades que foram até a sala para prestar solidariedade estão o ministro da Defesa, José Múcio, e o presidente nacional do PSB e ex-prefeito do Recife, João Campos.

De acordo com relatos de bastidores, o clima no ambiente era de forte emoção e tristeza entre apoiadores do indicado, com senadores governistas também presentes para oferecer apoio logo após o resultado.

Opinião dos leitores

  1. E ainda teve um armário, babacão baba-ovo da esquerda sebosa tentando esconder o choro do Messias. Grande vitória contra esse governo de salafrários, que queria mais pau-mandado pra defender os interesses dele. Chuupa, esquerdalha podre!! Em outubro é vosso chefe que sofrerá a derrota mais esperada dos últimos tempos pelo povo brasileiro. O Brasil de bem comemora!

  2. quando os manifestantes do 8 de janeiro foram presos, Messias disse que foi a pedido dele ao Alexandre…. quem planta sempre colhe!

  3. VIVA O BRASIL!!🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷

  4. O Ministro Alexandre de Moraes, logo dará 24 horas para o Senado se explicar acerca da rejeição de Jorge Messias.
    O que os 42 senadores fizeram até sei que foi ato mais político que técnico.
    Todavia, é importante frisar que foi uma vitória da sociedade embora a esquerda não concorde.
    Lula com tido o dinheiro liberado em 24 horas e todo o seu estafe de articuladores não foram suficientes para reverterem o que já era esperado.
    Hoje, parte da população mais consciente vai dormir com a sensação de uma grande vitória.

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Política

Senado rejeita nome ao STF após 132 anos e impõe derrota histórica a Lula

Foto: Sérgio Lima/Poder360

O Senado Federal rejeitou nesta quarta-feira (29) a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao STF, em uma decisão considerada histórica após um intervalo de 132 anos sem recusar um nome indicado para a Corte. A votação terminou com 42 votos contrários e 34 favoráveis, impondo uma derrota política ao presidente Lula (PT).

A sessão contou com a presença de 79 dos 81 senadores, e o resultado superou o mínimo necessário de 41 votos favoráveis para aprovação. A indicação havia sido enviada pelo Palácio do Planalto em 1º de abril, após anúncio feito em novembro do ano anterior, conforme informações do Poder360.

Segundo registros históricos, a última rejeição de um indicado ao STF pelo Senado ocorreu em 1894, ainda no governo de Floriano Peixoto, nos primeiros anos da República. Desde então, todas as indicações haviam sido aprovadas pela Casa.

A articulação política em torno do nome de Messias enfrentou resistência dentro do Senado, com divergências entre lideranças partidárias e insatisfações relacionadas ao processo de negociação conduzido pelo governo.

Com a rejeição, o Palácio do Planalto deve agora indicar um novo nome para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal, em um ambiente político considerado mais sensível para articulação no Congresso Nacional.

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  1. O Brasil tem que ser passado a limpo , da forma como anda as coisas não pode mais continuar . Parabéns

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Política

MESSIAS: Indicado por Lula para o STF sofre derrota acachapante e é rejeitado no Senado

Foto: Reprodução

O Senado Federal rejeitou nesta quarta-feira (29) a indicação de Jorge Messias para o STF, em uma votação marcada por forte divisão e resultado histórico. Foram 42 votos contrários, 34 favoráveis e 1 abstenção, impondo uma derrota inédita ao presidente Lula  (PT), já que, pela primeira vez em 134 anos, uma indicação ao Supremo é barrada pelo plenário da Casa.

A votação aconteceu após intensa articulação política no Senado e encerrou um processo que já vinha dividido desde a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Messias havia sido aprovado na comissão com 16 votos favoráveis, mas não conseguiu repetir o desempenho no plenário.

Segundo o resultado oficial, o advogado-geral da União precisava de pelo menos 41 votos para ser aprovado, mas terminou com 34. A rejeição foi articulada em meio à resistência de parlamentares da oposição e também de parte da própria base, conforme apuração no Senado.

Mais cedo, durante a sabatina na CCJ, Messias defendeu o “aperfeiçoamento” do STF e criticou a atuação individual de ministros. Ele também se posicionou contra a legalização do aborto e destacou sua formação evangélica como parte de sua trajetória pessoal.

Com a rejeição, o governo Lula terá de recalcular a estratégia para indicar um novo nome à vaga deixada pelo ministro Roberto Barroso, que antecipou sua aposentadoria para outubro de 2025. O Planalto agora enfrenta um cenário de articulação política mais difícil no Senado, segundo avaliação de bastidores.

Opinião dos leitores

  1. A derrota foi pouco dinheiro,se aproxima de uma campanha milionária e como dizia dinarte ,aonde o dinheiro não comprar é por que foi pouco

  2. Pessoalmente, sempre achei que o Presidente da República, não deveria indicar Ministros do STF, Tribunais Superiores, Desembargadores, Oficiais General…
    Apesar de estar na Constituição, que deveria ser emendada nesse tema, a escolha deveria ser dentre os juízes e militares de carreira, feita por Conselhos e, principalmente, longe do aspecto político, para garantir a total imparcialidade…
    A reprovação do indicado pelo Governo, mostra que a “nau” chamada Brasil, está muito mal comandada…

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Saúde

Servidores da saúde aprovam paralisação de 24h no RN após impasse salarial; veja o que aconteceu

Foto: Divulgação/Sindsaúde

Servidores da saúde do RN aprovaram uma paralisação de 24 horas marcada para o dia 5 de maio, após impasse nas negociações com o Governo do Estado sobre o pagamento da recomposição salarial de 4,26%, prevista para abril de 2026. A decisão foi tomada em assembleia da categoria.

A categoria afirma que cobra o cumprimento de um acordo firmado em 2024, previsto na política remuneratória da Lei 778/2025. O impasse se intensificou após a ausência do pagamento da recomposição salarial no mês de abril.

Segundo informações apresentadas pelo Governo do Estado em reunião com representantes sindicais, o pagamento não foi realizado por insuficiência de arrecadação, com previsão de implantação apenas no mês de maio.

Ainda de acordo com o governo, a Secretaria de Administração do RN avalia, junto à Procuradoria-Geral do Estado, a forma de pagamento dos valores retroativos referentes a abril. Uma nova reunião entre o Executivo e entidades sindicais já está marcada para o mesmo dia da paralisação.

De acordo com o Sindsaúde/RN, além da recomposição, os servidores também cobram a definição de um calendário de pagamento dos valores atrasados e o cumprimento integral do acordo firmado entre as partes.

Opinião dos leitores

  1. O estouro da BOIADA começou,assim como profetizou Walter Alves e todo RN que o estado estaria DESGOVERNADO.Calma que o melhor está por vim 🤣

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Geral

Rooftop Dunas recebe neste sábado (2) “O Pagode Taí Vai Quem Quer”, com mais de oito horas de festa

Foto: Divulgação

O projeto “O Pagode Taí Vai Quem Quer” chega à sua 19ª edição em grande estilo e de casa nova: pela primeira vez, a festa será realizada no @rooftopdunas, na Arena, neste sábado (2), a partir das 18h. A programação promete cerca de oito horas de música, reunindo os grupos natalenses Mesa Doze, Daquele Jeito e Preto no Branco em uma grande roda de samba, além do forró de Fabinho Miranda.

Criado em novembro de 2021, o projeto se consolidou como uma das festas mais queridas do público potiguar. Nesta edição especial, os três grupos sobem ao palco juntos para uma apresentação com quatro horas ininterruptas de roda de samba, misturando estilos, repertórios e diferentes vertentes do gênero em um formato que já virou marca registrada da festa.

O evento aposta em proporcionar uma experiência completa ao público. A escolha do Rooftop Dunas reforça essa proposta, reunindo a comodidade e a exclusividade de um espaço com estrutura diferenciada, 100% coberto, com estacionamento privativo e todo o conforto necessário para quem deseja curtir a noite com tranquilidade e segurança.

Ingressos à venda na Ingresse.com e na @davvero.natal (sem taxa), localizada dentro da Arena.
Mais informações: @opagodetaivaiquemquer ou @rooftopdunas

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Política

Com marcha de 200 vereadores, gabinete de Zenaide vira posto avançado do RN em Brasília

Fotos: Divulgação

Parlamentar municipalista, a senadora Zenaide Maia (PSD-RN) recebeu cerca de 200 vereadores e vereadoras do RN ao longo desta semana, em seu gabinete no Senado Federal, em Brasília. Os parlamentares participaram de uma Marcha Nacional dos legislativos municipais e, ao pleitearem novas emendas orçamentárias de Zenaide para suas respectivas cidades, reafirmam, junto à senadora, a parceria política pela continuidade de repasses federais para obras e investimentos nos municípios potiguares.

“Sempre com portas abertas para todas e todos, trabalho para que nosso mandato seja, na capital federal, um posto avançado para solução de desafios do RN. Receber os vereadores é parte dessa vontade de trabalhar coletivamente pela nossa população, com união e sem divisão. Ao longo de meu trabalho parlamentar em Brasília, tenho feito questão de apoiar os municípios. Por uma razão simples: é no município que as pessoas vivem, trabalham, estudam, precisam de serviços públicos para ter saúde, segurança, educação de graça e com qualidade. Isso não é favor, gente: é direito”, assinalou Zenaide.

A senadora já destinou mais de R$ 500 milhões em emendas parlamentares ao RN, valor que contempla todos os nossos 167 municípios. Atendendo dezenas de grupos de diversas cidades desde a manhã de segunda-feira (27), em dezenas de reuniões, Zenaide ressaltou a prioridade de destinar verbas federais, a que tem direito legal todo ano no Orçamento Geral da União, para financiar saúde, educação, assistência social, esporte, turismo, infraestrutura, crescimento econômico e diversas outras áreas nos 167 municípios potiguares.

Política do bem comum

Fortalecendo a interlocução com a vereança, a parlamentar também participou, na terça-feira (28), de uma reunião dos vereadores com a bancada federal do Estado, a fim de alinhar investimentos e prioridades legislativas e políticas. Em seguida, integrou uma reunião coletiva externa para celebrar a aproximação entre o mandato e as câmaras legislativas locais.

“Eu digo sempre aos meus colegas vereadores e vereadoras de todo o Rio Grande do Norte: a Câmara de Vereadores é o coração do debate democrático em nível municipal. É onde as ideias se encontram, as divergências se transformam em diálogo e os projetos se convertem em leis que impactam diretamente a vida de cada cidadão. É na vereança, é no Parlamento, que se exerce, de forma legítima, a representação popular”, frisou Zenaide.

Do meio bilhão de recursos já destinados ao Estado, que compreende um somatório desde o período como deputada federal (2015-2019) até este momento do atual mandato (2019-2027), 70% das emendas foram diretamente para a saúde pública, ajudando a construir unidades básicas de saúde, pagar exames e cirurgias, comprar ambulâncias e construir centros de atendimento para pessoas com deficiência, por exemplo.

“Acredito na política do bem comum, na política que coloca o ser humano e a vida em primeiro lugar, na política que dá as mãos em união para gerar desenvolvimento em cada comunidade, em cada bairro do nosso Estado”, destacou Zenaide.

Opinião dos leitores

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