De 18 vereadores que compõem a Câmara Municipal de Parnamirim, doze(12) anunciaram apoio a Wolney França (PSC) para presidente da Casa.
Na imagem em destaque estão os vereadores Gustavo negócio (Republicanos); Marquinhos da Climep (Avante); Diego Américo(PSL); Diogo Rodrigues(PSD); Iranir Guedes(Republicanos); Éder Queiroz(PSC); Léo lima(PSC);Afrânio Bezerra(Avante); Thiago Fernandes(Solidariedade); Michael Borges(Avante); Vavá Azevedo(PP); e Binho de Ambrósio(Solidariedade). Wolney França no centro da foto.
A 17 dias do primeiro turno das eleições, o presidente Lula anunciou nesta quinta-feira (17) reajuste de 15% nos benefícios do Bolsa Família. O piso do programa passará de R$ 600 para R$ 691, enquanto o benefício médio subirá de R$ 675 para R$ 777.
Segundo o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, o aumento corresponde à reposição da inflação acumulada desde o início do programa até agosto de 2026, de 15,04%.
O reajuste terá impacto de R$ 5,8 bilhões no Orçamento ainda em 2026 e de R$ 22 bilhões em 2027. De acordo com Moretti, a legislação do Bolsa Família permite a reposição inflacionária para preservar o poder de compra dos beneficiários.
O ministro André Mendonça, do STF, rebateu nesta quinta-feira (17) as críticas feitas por Gilmar Mendes sobre a condução do caso Master. Em nota, Mendonça negou tolerância com vazamentos e afirmou que jamais transformou o plenário em “palanque ou picadeiro”.
Sem citar Gilmar nominalmente, Mendonça disse que nunca usou o plenário “vociferando aos berros” para mascarar “ilações vazias”. Também afirmou que o levantamento do sigilo atingiu um procedimento específico e foi determinado por decisão fundamentada.
A resposta ocorre após Gilmar acusar Mendonça de usar a divulgação de informações do caso Master com fins “político-eleitorais” e chamá-lo de “pixuleco eleitoral”. O decano também comparou a atuação do colega à de Sergio Moro e Deltan Dallagnol na Lava Jato.
Mendonça ainda defendeu a aprovação de um código de ética no STF para disciplinar a postura dos ministros dentro e fora da Corte, inclusive na relação entre os próprios magistrados.
O novo capítulo ocorre dois dias após Gilmar e Mendonça protagonizarem um bate-boca no plenário durante a análise do relatório da Polícia Federal sobre o caso Master. Após a discussão, Flávio Dino pediu vista e interrompeu o julgamento.
Leia a nota de André Mendonça na íntegra:
“Diante de manifestação publicada em rede social por magistrado a respeito de questão relativa a processo em curso nesta Corte, o gabinete do ministro André Mendonça registra o seguinte.
O art. 36, inciso III, da Lei Complementar 35/1979, a Lei Orgânica da Magistratura Nacional, veda ao magistrado manifestar, por qualquer meio de comunicação, opinião sobre processo pendente de julgamento, seu ou de outrem, bem como juízo depreciativo sobre despachos, votos ou sentenças de órgãos judiciais, ressalvada a crítica nos autos e em obras técnicas.
Nada obstante, cabe um esclarecimento sobre o ponto central da manifestação. A pretensão de levantamento do sigilo de todo e qualquer procedimento, sem exceção, não partiu do relator. Veio de quem hoje se diz indignado com a publicidade dos autos.
O que o relator fez foi levantar o sigilo de procedimento específico, em decisão fundamentada e nos estritos limites do que lhe competia decidir. É no mínimo curioso que a crítica venha de quem sempre pleiteou publicidade irrestrita, da integralidade de toda a investigação.
Tampouco houve, em qualquer momento, complacência com vazamentos. Ao contrário, determinou-se a apuração de toda divulgação indevida ocorrida no curso da investigação, inclusive com a deflagração de fase específica diante da suspeita de participação de servidor da Polícia Federal.
Chama a atenção, ainda, que a preocupação com a exposição alheia se manifeste de forma seletiva, logo após a requisição de acesso ao aparelho celular de investigado e a divulgação, na imprensa, de conversas de toda ordem que constrangem, coincidentemente, apenas ministros de entendimento diverso. Se há uso indevido da publicidade nesta Corte, ele não está na decisão publicada e fundamentada nos autos, sujeita à impugnação e escrutínio pelas vias ordinárias, mas na tentativa de constrangimento dirigido a pares, com insinuações de que determinados conteúdos poderão ou não vir a público conforme o rumo de certos julgamentos.
O relator jamais ameaçou quem quer que seja de execração pública, nem se valeu de linguajar impróprio para que alguém se retirasse de julgamento. Tampouco transformou o plenário num palanque ou picadeiro, vociferando aos berros, para tentar mascarar com truculência ilações vazias e que carecem de qualquer fundamento jurídico minimamente aceitável. A divergência é legítima e própria de um tribunal colegiado. Ilegítima é a tentativa de constranger o julgador.
Episódios como esse apenas demonstram a urgência na aprovação de um código de ética no âmbito do Supremo Tribunal Federal. Um código que discipline de modo próprio a postura esperada do magistrado ao se pronunciar em qualquer ambiente, dentro e fora da Corte, inclusive no trato com os pares.
Quando se invoca a necessidade de um Judiciário que transmita segurança à população, convém lembrar que a verborragia produz efeito exatamente oposto.
O momento reclama serenidade, respeito às instituições e apego às normas da República, à liturgia e ao decoro. O respeito não é somente aos pares, é sobretudo à instituição, afinal, como bem disse o Ministro Presidente, o Supremo Tribunal Federal não pertence a nenhum de seus membros”.
A Polícia Federal cumpriu, nesta quinta-feira (17), um mandado de busca e apreensão em Jardim do Seridó, no Rio Grande do Norte, em uma investigação sobre armazenamento e compartilhamento pela internet de cenas de abuso sexual infantojuvenil.
A medida faz parte da Operação Uiraçu 40. Durante as buscas, os policiais procuram dispositivos eletrônicos e outros elementos que possam ajudar a esclarecer os crimes e identificar possíveis envolvidos.
A PF também alertou pais e responsáveis sobre a importância de acompanhar o uso da internet por crianças e adolescentes e manter diálogo sobre segurança no ambiente digital.
Pesquisa do PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (17) mostrou que o trabalho do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), é desaprovado por mais da metade dos entrevistados.
Aprovação do trabalho de Alexandre de Moraes:
Desaprova: 57%
Aprova: 33%
Não sabe: 11%
O levantamento também mostrou a avaliação do ministro André Mendonça.
Aprovação do trabalho de André Mendonça
Desaprova: 36%
Aprova: 50%
Não sabe: 14%
Aprovação do trabalho do STF
A pesquisa também aferiu a percepção da população sobre o STF. A desaprovação do trabalho da Corte é de 53%.
Desaprova: 53%
Aprova: 30%
Não sabe: 17%
Metodologia
De 13 a 16 de setembro, o PoderData entrevistou 3.000 pessoas por ligação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, com taxa de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE em 11 de setembro com o número BR-00360/2026.
Cinco servidores públicos foram afastados das funções e 20 mandados de busca e apreensão são cumpridos nesta quinta-feira (17), em Natal, Mossoró e Fortaleza. A ação faz parte da Operação Agrado 2, da Polícia Civil do RN, que investiga um esquema de fraudes e favorecimento ilícito em procedimentos do Detran-RN.
A investigação apura irregularidades em trâmites administrativos e a liberação indevida de veículos mediante pagamento de vantagens ilícitas.
Além das buscas e do afastamento dos cinco servidores, a Justiça determinou monitoramento eletrônico de quatro suspeitos e oito medidas que proíbem investigados de acessar, frequentar ou se aproximar das dependências do Detran-RN.
Os investigados são suspeitos de corrupção ativa e passiva, inserção de dados falsos em sistemas, falsidade ideológica e organização criminosa.
Durante as buscas, a Polícia Civil apreende documentos, dispositivos eletrônicos e outros materiais que serão analisados no decorrer da investigação.
O candidato a deputado federal Wender Andrade, de 27 anos, foi preso em flagrante por suspeita de tráfico de drogas nesta quinta-feira (17), em Alexandria, no Alto Oeste potiguar. A prisão ocorreu durante buscas da Polícia Civil em uma investigação sobre ameaças contra eleitores e candidatos da região.
Segundo a Polícia Civil, Wender também é investigado por possível participação em uma organização criminosa e seria responsável, entre outras funções, pelo armazenamento de drogas destinadas ao grupo.
Durante buscas em endereços ligados ao candidato, nas zonas urbana e rural de Alexandria, os policiais encontraram dois tabletes e porções fracionadas de substância semelhante à maconha, além de dinheiro em espécie.
Os mandados foram expedidos pela 41ª Zona Eleitoral. A investigação apura ainda ameaças contra eleitores e candidatos, inclusive pelas redes sociais. A suspeita é de que as ações tenham ocorrido no contexto da atuação do grupo criminoso e com o objetivo de interferir no processo eleitoral.
Wender Andrade ficou à disposição da Justiça. As investigações continuam para apurar a participação dele na organização criminosa, as ameaças de natureza eleitoral e a possível atuação de outros envolvidos.
Mais uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (17) mostra Flávio Bolsonaro (PL) numericamente à frente do presidente Lula (PT) em um eventual segundo turno. Na AtlasIntel, Flávio tem 47,2% das intenções de voto, contra 46,8% de Lula.
A diferença entre os candidatos é de 0,4 ponto percentual. Brancos, nulos e indecisos somam 6%. No levantamento anterior do instituto, Flávio tinha 46,4% e Lula, 46,2%.
A AtlasIntel ouviu 5.018 eleitores entre os dias 11 e 16 de setembro, por recrutamento digital. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Contratada pela Bloomberg, a pesquisa está registrada no TSE sob o protocolo BR-06221/2026.
Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 50% das intenções de voto contra 43% do presidente Lula (PT) em um eventual segundo turno da eleição presidencial, segundo pesquisa Gerp divulgada nesta quinta-feira (17). A diferença é de sete pontos percentuais.
Outros 6% afirmaram que não votariam em nenhum dos dois candidatos, enquanto 1% não soube responder.
O Gerp ouviu 2.400 eleitores por telefone entre os dias 14 e 16 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00535/2026.
Vamos ganhar do time desse corrupto no primeiro turno.
É assim que o brasileiro tem que agir, não exister outra maneira de varrer tudo que está acontecendo pro lixo.
Dois mandados de prisão preventiva e quatro de busca e apreensão foram cumpridos nesta quinta-feira (17) em Canguaretama e Vila Flor. A ação faz parte da Operação Dédalo, deflagrada pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) contra um grupo suspeito de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Durante as buscas, foram apreendidos celulares, drogas e dinheiro em espécie. O material será analisado pelo MPRN para identificar possíveis novos envolvidos e outros crimes relacionados ao grupo.
A operação contou com apoio da Polícia Militar e é um desdobramento da Operação Ícaro, realizada anteriormente pelo MPRN.
Fotos: Carlos Moura/Agência Senado e Ricardo Stuckert/PR
Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 46% das intenções de voto contra 44% do presidente Lula (PT) em uma eventual disputa de segundo turno, segundo pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (17). Com margem de erro de 1,8 ponto percentual, os dois estão tecnicamente empatados. Brancos e nulos somam 8%, e 2% não souberam responder.
Na comparação com a rodada anterior, divulgada em 10 de setembro, os dois oscilaram para baixo: Flávio passou de 47% para 46%, enquanto Lula foi de 45% para 44%.
O levantamento também testou um segundo turno entre Lula e Augusto Cury (Avante). Cury aparece com 45% e Lula, com 42%, também em empate técnico. Em um confronto entre Flávio e Cury, o senador registra 43%, contra 36% do escritor.
A pesquisa ouviu 3 mil eleitores entre os dias 13 e 16 de setembro, por telefone. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi feito com recursos próprios e está registrado no TSE sob o número BR-00360/2026.
BG.
Cadê o meu que não foi publicado?
É censura prévia?