Fotos e vídeos: Pedro Vitorino
A Avenida Rio Branco, no Centro de Natal, foi fechada por manifestantes integrantes de sindicatos, que protestaram na tarde desta quarta-feira(18), contra as reformas do governo Bolsonaro.
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Fotos e vídeos: Pedro Vitorino
A Avenida Rio Branco, no Centro de Natal, foi fechada por manifestantes integrantes de sindicatos, que protestaram na tarde desta quarta-feira(18), contra as reformas do governo Bolsonaro.
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O ministro Nunes Marques, sorteado relator da revisão criminal apresentada pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal, já manifestou posições alinhadas a pontos centrais do recurso de Bolsonaro.
A defesa de Bolsonaro argumenta que a condenação foi baseada em uma “narrativa globalizante”, reunindo discursos, reuniões e atos de terceiros para suprir a falta de provas diretas contra o ex-presidente.
Segundo os advogados, houve substituição da prova individualizada por uma construção ampla que tratou como equivalentes condutas distintas e sem ligação direta com os crimes atribuídos.
Em julgamentos relacionados aos atos de 8 de janeiro, Nunes Marques criticou a responsabilização genérica de acusados e defendeu que condenações exigem comprovação concreta da conduta de cada réu.
Em um dos votos, o ministro afirmou que “a responsabilização penal coletiva (…) é vedada em nosso sistema”, por transformar o acusado em “mero objeto do processo penal”.
A revisão criminal também questiona a competência da Primeira Turma do STF para julgar o caso. A defesa sustenta que, por envolver fatos ligados ao exercício da Presidência da República, o julgamento deveria ter ocorrido no plenário da Corte.
Esse entendimento também se aproxima de posicionamentos anteriores de Nunes Marques, que já alertou contra a ampliação da atuação do STF em casos sem foro privilegiado.
“É vedada, em consequência, a instituição de juízo posterior ao fato em investigação, bem assim de juízo universal perante esta Corte Suprema em relação a determinadas classes de crimes e de investigados e réus”, escreveu o ministro em outro voto.
Os advogados de Bolsonaro também alegam que houve interpretação excessivamente ampla dos crimes contra o Estado Democrático de Direito, especialmente em conceitos como “violência” e “grave ameaça”.
Nunes Marques já sustentou entendimento semelhante em processos do 8 de janeiro, afirmando que esses crimes exigem requisitos concretos e efetivo potencial de ruptura institucional.
A revisão criminal é uma medida excepcional usada para reavaliar condenações definitivas quando surgem novos elementos ou questionamentos relevantes sobre o processo.
Procurado, Nunes Marques informou que não comenta casos em andamento por restrições legais.
Com informações de O Globo
A assessoria do pré-candidato a governador Alysson Bezerra (União Brasil) enviou uma nota ao Blog do BG esclarecendo nossa postagem em relação às suas declarações favoráveis ao fim da escala 6×1. Na nota, o ex-prefeito de Mossoró reafirma que defende a redução da jornada de trabalho, mas disse que “qualquer mudança nas relações de trabalho precisa vir acompanhada de apoio ao pequeno empreendedor e ao setor produtivo”.
A proposta, como apontou um estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM), pode abrir um rombo de até R$ 811 milhões para os 167 municípios do Rio Grande do Norte, exigir mais de 15 mil novas contratações e afetar diretamente serviços essenciais prestados à população. Um dos setores mais afetados seria o transporte público com o aumento da passagem de ônibus.
Leia a íntegra da nota de Allyson Bezerra:
Para Allyson Bezerra, fim da escala 6×1 precisa vir com apoio a quem gera emprego
Em entrevista à TCM nesta segunda-feira, dia 11 de maio, o pré-candidato ao Governo do Estado Allyson Bezerra defendeu o fim da escala 6×1 e o direito do trabalhador brasileiro a mais tempo com a família e melhor qualidade de vida. Uma visão construída a partir da própria trajetória de quem já trabalhou no comércio, utilizou transporte público e conhece de perto a realidade enfrentada diariamente pela população.
Neste sentido, a matéria veiculada pelo Blog do BG, não retrata o que disse o pré-candidato ou até mesmo sua clara intenção de defender o trabalhador Potiguar.
Allyson foi igualmente claro ao afirmar que qualquer mudança nas relações de trabalho precisa vir acompanhada de apoio ao pequeno empreendedor e ao setor produtivo. “Temos que diminuir os impostos e incentivar os pequenos e médios empresários”, afirmou. Para o pré-candidato, responsabilidade social e responsabilidade econômica não são opostos, são condições para uma mudança que funcione de verdade.
A posição de Allyson reflete um consenso crescente na sociedade brasileira. Pesquisa Datafolha de março de 2026 mostra que 71% dos brasileiros apoiam o fim da escala 6×1, incluindo 55% dos eleitores de Bolsonaro. O tema avança no Congresso Nacional com apoio transversal e votação prevista para ainda este mês.
Desta forma, reposicionando os fatos, agradecemos pelo espaço, caso seja concedido.
Ele esquece que quem gera emprego e o pequeno empreendedor e o grande empresário. Político gera despesas para todo contribuinte.
[VÍDEO] BG sobre declarações de Allyson Bezerra a favor do fim da escala 6×1: “Começo a duvidar se Allyson não é o plano B do PT”. https://t.co/lPRLIehhUm pic.twitter.com/QDKBnIXcus
— BLOGDOBG (@BlogdoBG) May 12, 2026
No programa “Meio Dia RN” desta terça-feira (12), Bruno Giovanni comentou as declarações do pré-candidato a governador Allyson Bezerra (União Brasil) a favor da redução da escala 6×1.
“Allyson é um durante seis anos e agora porque é candidato a governador faz discurso populista, discurso fácil, discurso para agradar. Eu começo a suspeitar, porque a forma que ele tem definido isso, que ele tem se colocado, é tudo aquilo que o PT e que Lula defendem. Eu começo a duvidar realmente se Allyson não é o plano B do PT”, comentou BG.
CALMA BG, AS URNAS AINDA NÃO SE ABRIRAM…..POR QUE ESSE MEDO TODO DE ALYSSOM GOVERNADOR?
Pois eu nunca tive dúvidas.
Caso eleito, abafa e segura os pelegos do PT no governo.
Não tenho medo de está pegando.
Por isso, vou votar em Álvaro, mesmo sem vontade, mas para tirar o governo dos braços da extrema esquerda.
Eu já sabia que ele é o plano B
Foto: David Foodphototasty na Unsplash
A União Europeia (UE) publicou, nesta terça-feira (12), uma atualização da lista de países que cumprem suas regras contra o uso excessivo de antimicrobianos na pecuária, e excluiu o Brasil.
A lista, validada por países europeus, estabelece quais países terceiros poderão continuar exportando carne e outros produtos de origem animal para a Europa a partir de 3 de setembro, por cumprirem as normas sanitárias europeias.
A publicação da lista acontece 12 dias depois da assinatura de um acordo de livre comércio com os países do Mercosul, criticado por agricultores e ambientalistas europeus, principalmente por parte dos franceses.
Na lista de 2024, o Brasil aparecia como autorizado a exportar para o bloco carnes de boi, frango e cavalo, tripas, além de peixe e mel. Na lista publicada nesta terça, o Brasil não aparece. Outros países do Mercosul, como Argentina, Paraguai e Uruguai, permanecem com autorização.
Antimicrobianos são substâncias usadas para tratar, prevenir infecções em animais.
Segundo a UE, o país foi excluído por não fornecer garantias quanto à não utilização de produtos antimicrobianos na pecuária, destacou a agência de notícias France Presse.
À agência Lusa, a porta-voz da Comissão Europeia para a Saúde, Eva Hrncirova, confirmou que o Brasil não está incluído na lista. Segundo ela, isso significa que o país poderá deixar “de exportar para a UE mercadorias como bovinos, equinos, aves, ovos, aquicultura, mel e invólucros”.
O Ministério da Agricultura do Brasil não havia se manifestado até a última atualização desta reportagem.
Com informações de g1
Foto: Fabio Rodrigues
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta terça-feira (12) que prefere a relação com o governo atual de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) do que a que tinha com o governo anterior.
Sem citar o nome do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o presidente da Câmara falou que, na gestão anterior, os parlamentares eram “coagidos” para aprovação de projetos de lei.
O presidente da Câmara afirmou que, atualmente, o Congresso é independente em relação ao Poder Executivo. “Quando se trata da relação Executivo-Legislativo, temos tido esse respeito e, de certa forma, dado prioridade às matérias que são importantes para o governo federal. Prefiro muito mais o governo atual que é uma relação de harmonia, de diálogo e de respeito, do que a relação antiga, de quando os parlamentares tinham que ficar com o pires na mão, sendo coagidos pelo governo federal, pelo Poder Executivo, para aprovar as matérias”, disse em entrevista a uma rádio de São Paulo.
O presidente da Câmara afirmou que, atualmente, o Congresso é independente com relação ao Poder Executivo. “Penso que essa relação de igualdade ajuda o país e dá condições de as matérias serem tratadas com mais responsabilidade, com igualdade de posições e com condições do debate ser feito sem uma subserviência, sem uma dependência que não atende quem quer que seja”, completou.
CNN
“Çei”… A grande diferença, na verdade, é que no Governo anterior, não havia a liberação de milhões e milhões em emendas parlamentares, de forma sem controle como ocorre hoje…
Façam uma pesquisa simples e irão ver o montante de dinheiro liberado nos últimos quatro anos, para aprovação dos projetos do Governo atual…
Quem é desonesto não gosta de Bolsonaro, porque ele foi o único presidente que combateu a maracutaia no Congresso e STF; simples assim!
Falará o mesmo próximo ano se outro ganhar.
Esse tipo de gente se entende. Nem vou adjetivar. Como estão as emendas lá de Malta, motinha?
Ladrão gosta de Ladrão
Grande bosta, esse Hugo.
Ganhou quanto $$$$$$
Claro! Com nine tem toma lá dá cá.
Um vídeo que circula nas redes sociais gerou revolta em Mossoró nesta terça-feira (12). As imagens mostram um garoto, de aproximadamente 12 anos, passando por uma situação de constrangimento enquanto trabalhava vendendo paçocas em um semáforo da cidade.
O caso aconteceu no bairro Nova Betânia, em frente a uma unidade do McDonald’s. No vídeo, um jovem que estava dentro de um carro tenta puxar a vasilha onde estavam os produtos vendidos pelo menino. Durante a ação, parte das paçocas cai na pista.
Após a atitude, os ocupantes do veículo ainda fazem zombarias contra o garoto, que continuou no local tentando recolher a mercadoria.
Veja:
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Mossoró Notícias
BANDO DE DESOCUPADOS NÃO SABEM QUANTO CUSTAM UM PÃO(FILHINHOS DE PAPAI) E VÃO IMPORTUNAR UMA POBRE CRIANÇA.SERÁ QUE ESTES MALANDROS SABEM DA VIDA PESSOAL DESTA CRIANÇA???
Falta de educação, essa geração só Deus
Foto: Ricardo Stuckert
A oposição acionou a Justiça para tentar frear a propaganda do governo acerca da PEC da mudança da escala 6×1, uma das principais apostas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para se reeleger.
Uma ação popular protocolada na sexta-feira (8) aponta que o governo gastou R$ 1,5 milhão para impulsionar a PEC 6×1 nas redes sociais e pede que seja determinada a imediata suspensão das campanhas publicitárias sobre a proposta.
A ação popular aponta “utilização reiterada e irregular dos meios de comunicação institucionais disponíveis ao presidente da República, com desvio de finalidade dos recursos públicos para promoção pessoal e com fim eleitoral”.
Nela, o deputado federal de oposição Carlos Jordy (PL-RJ) afirma que isso tem sido feito tanto por meio de pronunciamentos oficiais em cadeia de rádio e televisão custeados com recursos públicos como com campanha de publicidade institucional paga nas redes sociais (Meta/Facebook/Instagram), também financiada com recursos públicos.
A ação foi feita pelo parlamentar e elaborada pela advogada Maria Claudia Buchianneri, que coordena o jurídico da campanha do pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro.
Eles apontam ainda desvios de finalidade em recentes pronunciamentos em cadeia nacional de rádio e televisão do presidente Lula.
“Ao longo do pronunciamento, para além do núcleo temático que inicialmente foi usado de pretexto para a convocação da cadeia nacional, o réu enumerou uma série de programas governamentais e políticas públicas de caráter geral, passando a listar e a promover, de forma exaustiva, marcas de sua gestão como o Bolsa Família, o Farmácia Popular, o Minha Casa, Minha Vida, além de programas como o Pé-de-Meia, o Gás do Povo e o Luz do Povo, com evidente ampliação indevida do escopo do pronunciamento e para fins de claríssima promoção pessoal”, diz a ação sobre o recente pronunciamento em razão do Dia da Mulher.
Ao final, pede a expedição de ordem judicial determinando a imediata suspensão das campanhas publicitárias destinadas à promoção da proposta de fim da escala de trabalho 6×1 nas plataformas digitais enquanto a matéria não for aprovada definitivamente pelo Poder Legislativo, sob pena de multa diária; a anulação dos atos administrativos que autorizaram a veiculação de publicidades institucionais e dos pronunciamentos em cadeia nacional; além da restituição dos valores pagos.
A ação diz que um levantamento feito a partir da Biblioteca de Anúncios da Meta (Meta Ad Library) “aponta que o Governo Federal gastou ao menos R$ 1,5 milhão para promover publicações favoráveis ao fim da escala 6×1 em 2026” e que “a maior parte do valor – R$ 881 mil – foi gasta entre 15 e 18 de abril de 2026, mesmo período da votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, o que evidencia o uso político e estratégico dos recursos públicos”.
De acordo com a ação, “o investimento focou em cinco publicações específicas, direcionadas a usuários de 18 a 44 anos em estados como São Paulo, Bahia e Minas Gerais — perfil típico de segmentação político-eleitoral —, com evidente finalidade de construir pressão popular sobre o Legislativo e projetar a imagem do Governo Federal na antecipação da disputa eleitoral de 2026”.
A CNN procurou o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Sidônio Palmeira, e aguarda uma posição.
CNN
Foto: Reprodução
Uma lei estadual proíbe planos e seguros privados de saúde de rescindir contratos quando a interrupção resultar em suspensão de tratamento contínuo de pacientes diagnosticados com transtornos do neurodesenvolvimento.
A norma classifica essa conduta como prática abusiva, conforme a legislação de defesa do consumidor, desde que haja comprovação clínica da necessidade de continuidade do tratamento.
A lei lista os serviços protegidos: análise do comportamento aplicada (ABA), fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia comportamental ou cognitiva, fisioterapia e acompanhamento médico especializado.
Em casos de encerramento de contratos coletivos, as operadoras ficam obrigadas a oferecer alternativa que garanta a continuidade do atendimento, seguindo as regras da Agência Nacional de Saúde (ANS) e da legislação federal.
O beneficiário ou responsável legal pode acionar os órgãos estaduais de defesa do consumidor apresentando laudo médico, indicação de tratamento contínuo e comprovante de vínculo contratual ativo.
O descumprimento sujeita as operadoras a sanções administrativas previstas no Código de Defesa do Consumidor, além de outras medidas civis cabíveis.
98FM
Foto: Divulgação
A Secretaria de Mobilidade Urbana informa que, em virtude de obras executadas pela Caern no bairro de Neópolis, haverá intervenção temporária no trânsito da Av. São João Del Rey, nesta terça-feira (12).
A intervenção ocorrerá no trecho compreendido entre a rua Sabinópolis e a rua Serrânia. Durante a execução dos serviços, o desvio operacional do tráfego será realizado pelo seguinte itinerário:
* Av. São João Del Rey
* Rua dos Juritis
* Rua dos Bem-te-vis
* Rua dos Pintassilgos
A STTU orienta os condutores a redobrarem a atenção à sinalização implantada na área e, se possível, utilizarem rotas alternativas durante o período da intervenção.
O trecho também integra o itinerário do transporte público. Em razão disso, as linhas L-51 e L-52 terão seus percursos temporariamente desviados, seguindo o mesmo trajeto operacional definido para os veículos em geral.
Agentes de mobilidade estarão no local para orientar motoristas e garantir maior segurança viária e fluidez no trânsito da região.
tinha muita gente , quase não dava pra andar nas ruas, em torno da avenida rio branco
Essa cambada de baderneiros sem futuro de esquerda que só sabem tumultuar a vida do verdadeiro trabalhador.
Bocado de desocupados
Só aturma das direções sindicais do pt e psol, o pstu com a condutas caiu fora, viu que era barca furada defender corruptos e criminosos.
A reforma da previdência estadual ninguém lembra né, só paga!!!
Sindicatos?? Talvez o titulo seja manifestacao politica da esquerda taleban. Tem apenas mst e outras siglas que nao representam nenhuma classe profissional. Ja estao ate vacinando 18 anos e tao reclamando por vacinas? Vi apenas um pequeno grupo com bandeiras de símbolos que fazem apologia a regimes violentos genocidas (a foice), tal qual o nazismo fazia a sua propaganda. E nas imagens, sao sempre as mesmas pessoas que aparecem em outras manifestaçoes politicas de esquerda em prol da tomada de poder. Talvez o trabalho dessa minoria de nada, seja fazer barulho e propaganda com simbolos que deveriam ser proibidos por representam no mundo o autoritarismo, o genocidio e regimes anti-democraticos. Um atraso em prol do egoismo e de algo que nao deu certo no passado e no presente. Ta com cara de taleban brasileiro. Quem financia o taleban potiguar?
Agora Bolsonaro cai kķkkk
Onde tava esses pelegos, quando Fátima Bezerra PT, fez a reforma da previdência do estado? Reforma mais perversa que a Do governo federal.
A liga está com Anestegistas em greve? É isso mesmo? O Memorial também
A SESAP não paga à COOPANEST desde dezembro de 2020. E propôs pagar o atrasado em 36 meses. Isso também acontece com outros profissionais terceirizados e fornecedores. É o retrato do governo Fátima Bezerra na condução da saúde do RN.