Os trechos de congestionamentos, especialmente, na zona sul de Natal, estão estendidos na Amintas Barros com a Salgado Filho, também no viaduto da UFRN, com a uma colisão para piorar, deixando o tráfego parado na BR-101 a partir do complexo IV Centenário, sentido aeroporto. Um pouco antes, na Salgado Filho com a Nascimento de Castro, uma outra colisão provocou congestionamento a partir da Alexandrino de Alencar, sentido aeroporto. As informações são do Via Certa Natal.
Usem o Waze e contribuam com o trânsito!
BG, vc com sua audiência, bem que poderia encampar uma campanha em favor do uso desse aplicativo. Ele ajuda não apenas o usuário, mas todos os outros que estão conectados.
Os vereadores têm de aprovar a lei que proíbe caminhão nas ruas entre 5 da manhã e 10 da noite. Em toda cidade séria é assim. Têm de proibir também aquelas caixas de entulho que ficam "estacionadas" em frente às casas e prédios em reforma. Se não fizerem o dever de casa a coisa não anda.
NINGUÉM AGUENTA MAIS ISSO….
Até quando a sociedade vai tolerar essa omissão da Prefeitura de Natal em planejar e por em prática ações concretas para fazer fluir o transito na capital?
PAREI. Aguento mais não, com essa (I)mobilidade urbana. Triste a situação. Quando se pode gastar 10 min em um destino, gasta-se quase 1:30hs. Daqui um dia será mais vantajoso, ir em na cidade de Tangará comer o famoso pastel.
A prefeitura precisa botar amarelinho nas ruas. Todo dia tem gente obstruindo os cruzamentos. Essa burrice atrapalha todo o trânsito. Tem que educar, depois multar. E fazer campanha. Não irá solucionar, mas ajudará muito. Comece pelo seu Twitter, grande BG.
Prints de comentários nas redes sociais dão uma noção dos problemas enfrentados por clientes do grupo SETAI GP. O grupo paraibano desembarcou em Natal, no fim de 2025, com promessas de elevar o padrão do mercado imobiliário potiguar com empreendimentos de alto luxo, porém na vizinha João Pessoa-PB, enfrenta uma série de reclamações e queixas nas redes sociais, além de uma série de ações na Justiça.
Em um dos casos, um bombeiro civil que afirma ter trabalhado em um condomínio construído pelo grupo citou um outro acidente com elevador, além do que deixou uma mulher de 36 anos paraplégica. “O elevador despencou lá de cima” com quatro pessoas, entre elas uma mulher grávida. “Graças a Deus não aconteceu nada grave”.
Outra moradora do mesmo empreendimento relatou já ter ficado presa em um elevador, antes dos acidentes. “Precisou acontecer uma tragédia para que tivesse visibilidade o descaso que essa construtora está fazendo com seus clientes”, comentou.
Outros moradores disseram evitar usar os elevadores: “Subo mil escadas, mas não confio nesse troço”, comentou uma internauta.“Há ação judicial”, dizem moradores.
Uma diversidade de reclamações pode ser constatada nas redes sociais, citando panes frequentes em elevadores, travamentos, infiltrações, falhas estruturais, suposta ausência de solução definitiva, além de ações judiciais já em andamento.
Em posicionamentos anteriores, a defesa do Grupo SETAI GP argumentou que a responsabilidade pela manutenção dos elevadores passa ao condomínio após a entrega do empreendimento. Sobre as demais reclamações, não houve esclarecimentos específicos.
O grupo SETAI, da Paraíba, que lançou um empreendimento de alto luxo em Natal no ano passado, prometendo elevar o padrão do mercado imobiliário potiguar, enfrenta uma série de problemas na Paraíba em razão de reclamações de clientes por vícios em obras, ações na Justiça, e pasmem, até a queda de um elevador que deixou uma mulher de 36 anos paraplégica.
Para ingressar em um mercado de alto luxo, o grupo SETAI deveria, pelo menos, dar conta de fazer o básico bem feito.
No caso mais grave, no condomínio residencial Reserve Altiplano 1, em que um elevador caiu, deixando paraplégica uma mulher holandesa de 36 anos, já há decisão judicial ordenando o reparo nos elevadores, alertando para possibilidade de novas quedas livres ou esmagamentos, colocando em risco a vida dos moradores.
Processos ligados a empreendimentos de luxo
Também há registros processuais vinculados à razão social GGP Construções e Incorporações Ltda., empresa ligada ao grupo, envolvendo empreendimentos como “Setai Aquamaris” e “Setai Edition”, em ações que tramitam no Tribunal de Justiça da Paraíba.
Os processos incluem discussões sobre:
obrigações contratuais;
responsabilidade civil;
questões condominiais;
reparos estruturais;
pedidos indenizatórios.
O que diz a SETAI
Sobre o acidente em um elevador que deixou uma mulher paraplégica, o advogado Rinaldo Mouzalas, representante do grupo SETAI, afirmou que “as causas do acidente não podem ser definidas por vídeos, manchetes ou versões precipitadas. Elas precisam ser apuradas tecnicamente, com análise completa do histórico dos equipamentos”. Ele ainda sugere que que a culpa poderia recair sobre a administração condominial. No entanto, moradores afirmam que os equipamentos já apresentavam sinais claros de precariedade há anos.
Em momento algum, há uma explicação convincente do grupo sobre por que os elevadores, segundo denúncias dos próprios condôminos, estavam operando em condições consideradas inadequadas.
Além disso, o acidente ocorreu em meio a um histórico já conhecido de ações judiciais envolvendo empreendimentos entregues com problemas estruturais e falhas apontadas por compradores.
Relatório médico apresentado hoje ao STF (Supremo Tribunal Federal) diz que o ex-presidente Jair Bolsonaro apresenta quadro persistente de desequilíbrio corporal.
Segundo o boletim médico, Bolsonaro está em “quadro persistente e inalterado de instabilidade do equilíbrio corporal”. O documento é assinado pelo médico Brasil Ramos Caiado.
Melhora de crises de soluços
O boletim também detalha que o ex-presidente apresentou melhora das crises de soluços após um ajuste terapêutico. Na semana passada, os médicos indicavam que Bolsonaro passou por intensas crises de soluços.
Bolsonaro está usando tipoia
O documento também diz que o ex-presidente tem mantido de forma regular, diariamente, o protocolo de fisioterapia motora leve, além do uso de tipoia para imobilização parcial do ombro que passou por cirurgia.
Bolsonaro passou por uma cirurgia no começo do mês no ombro direito, para fixação das lesões do manguito rotador. O procedimento durou cerca de cinco horas. Segundo o boletim, o ex-presidente tem se recuperado bem.
Bolsonaro está em prisão domiciliar. O ex-presidente também está em prisão domiciliar temporária, pelo período de 90 dias, para tratar uma broncopneumonia.
O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu um alerta de “Perigo Potencial” para chuvas intensas em todos os 167 municípios do RN neste sábado (16). O aviso é válido até o fim do dia e prevê chuva forte, além de rajadas de vento que podem chegar a 60 km/h.
A previsão é de até 50 mm ao longo do dia. Há possibilidade de pequenos alagamentos em áreas urbanas e interrupções pontuais no fornecimento de energia elétrica.
Segundo a Defesa Civil, há risco de queda de galhos de árvores e descargas elétricas durante os temporais. O órgão recomenda evitar o uso de aparelhos eletrônicos ligados à tomada durante períodos de chuva intensa.
⚠️ Recomendações de segurança do INMET:
Não se abrigue debaixo de árvores, devido ao risco de queda e descargas elétricas
Evite estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda
Evite utilizar aparelhos eletrônicos conectados à rede elétrica durante tempestades
Em caso de emergência, acione a Defesa Civil pelo 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193
A Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros informaram que seguem monitorando áreas de risco em diferentes regiões do estado.
O alerta também serve de orientação para motoristas que pretendem pegar a estrada ou circular por áreas urbanas nas próximas horas.
O trânsito em Natal terá interdições e alterações viárias neste sábado (16) por causa da realização do Circuito Sesc de Corridas. A PRF mantém bloqueadas as duas marginais da BR-101, entre o Viaduto do 4º Centenário e o túnel da UFRN, enquanto novas interdições em avenidas da capital estão previstas para começar às 13h.
Segundo a PRF, o fluxo segue normalmente pelas faixas principais da BR-101, mas as marginais permanecem interditadas. A STTU informou que o segundo turno de bloqueios parciais em trechos da zona Sul ocorrerá entre 13h e 19h.
A orientação da STTU e da PRF é que motoristas evitem o entorno da Arena das Dunas e da UFRN nas próximas horas. A recomendação é utilizar rotas alternativas e programar deslocamentos com antecedência para evitar congestionamentos.
📍 Trechos com bloqueio ou controle viário:
Marginais da BR-101 — entre o Viaduto do 4º Centenário e o túnel da UFRN
Passarela da Av. Prudente de Morais
Viaduto Estaiado da Av. Lima e Silva
Túnel da Av. Romualdo Galvão
Rotatória do Centro Administrativo
Av. Odilon Gomes com Av. Passeio dos Girassóis
Retorno do Ginásio Poliesportivo da UFRN
A STTU informou ainda que a Rua Projetada, na marginal da Arena das Dunas, permanece parcialmente interditada desde o início da semana para a montagem das estruturas do evento.
A liberação do trecho está prevista para domingo (17), às 20h.
A Polícia Federal promoveu mudanças no comando do inquérito que apura supostos desvios no INSS e que cita o nome de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT). A alteração ocorreu nesta sexta-feira (15), com a substituição do delegado responsável pelo caso após a transferência da investigação para uma estrutura mais centralizada da corporação.
O fato gerou reação no STF, que buscou explicações sobre a reorganização interna do inquérito.
A PF informou que o inquérito deixou a divisão de crimes previdenciários e passou a ser conduzido pela Coordenação de Inquéritos nos Tribunais Superiores, setor voltado a investigações consideradas mais sensíveis.
Segundo a corporação, a mudança foi feita para “potencializar recursos” e garantir maior eficiência na apuração. O delegado que conduzia o caso foi substituído, embora parte da equipe tenha sido mantida.
A investigação apura suspeitas de desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e cita nomes ligados ao esquema sob apuração. Entre eles, está o empresário conhecido como “Careca do INSS”, investigado no âmbito do caso e apontado como peça central em supostos desvios de aposentadorias e benefícios.
Segundo informações do inquérito, também são analisadas movimentações financeiras e relações comerciais envolvendo pessoas ligadas aos investigados.
Pontos da investigação:
Mudança de delegacia dentro da PF
Transferência do caso para setor superior
Apurações sobre esquema no INSS
Citações a pessoas ligadas aos investigados
Análise de movimentações financeiras
Segundo relatos de bastidores, a mudança no comando teria motivado questionamentos internos e reuniões entre representantes da PF e integrantes do Judiciário. Não há confirmação oficial sobre o teor das conversas.
O caso segue em andamento sob supervisão judicial. As defesas dos investigados negam irregularidades e afirmam que não há elementos que sustentem acusações. A PF afirma que não houve prejuízo às investigações e que a reestruturação busca garantir continuidade e eficiência na apuração.
Hoje celebramos aqueles que fazem a diferença todos os dias, cuidando das nossas cidades, do meio ambiente e de toda a população.
Com coragem, dignidade e dedicação eles estão sempre presentes, pode contar com a gente!
A MB limpeza urbana parabeniza todos os profissionais de limpeza pelo seu dia, reconhecendo cada colaborador que veste a nossa camisa com muito orgulho!
Se somos a Melhor do Brasil é porque temos os melhores do Brasil, obrigado a todos vocês!
No fim da tarde de 16 de março de 2022, Maycon Lucas Zacarias Soares mandou pelo WhatsApp uma foto da fachada do Palácio da Resistência. A imagem era para combinar o ponto de encontro com o cunhado, Oseas Monthalggan Fernandes Costa — sócio-administrador da DISMED Distribuidora de Medicamentos. Oseas estava dentro do prédio, sede da Prefeitura de Mossoró. Maycon ia até lá entregar “o envelope”.
A Polícia Federal não detalha o conteúdo do envelope em que a cena está registrada. Em mensagens anteriores na mesma conversa, Oseas mencionara “os papéis da Roberta” — sua esposa, sócia da Drogaria Mais Saúde —, que precisariam ser assinados. Não se sabe se a assinatura de papéis é ou não verdadeira.
Quando a Operação Mederi se tornou pública, três anos depois, o registro daquele encontro ganhou outra dimensão. Não pela cena em si, mas pelo quintal em que aconteceu. Em 21 de junho de 2024, no auge da investigação, R$ 138.547,73 caíram na conta da DISMED. O dinheiro era do Fundo Municipal de Saúde de Mossoró — pago, justamente, pela Prefeitura sediada no Palácio Felipe Camarão. No mesmo dia, antes que a empresa usasse aquele dinheiro para comprar uma caixa sequer de medicamento, a DISMED transferiu valores para Maycon, para Oseas, para a Posto MM Soares — e depositou R$ 20 mil na conta poupança da filha menor de Oseas,
Naquela tarde, pelo WhatsApp, Oseas lembrou ao cunhado:
“Maikynho, só se ligue aí que é poupança viu, tem que botar essa variação 51.”
Maycon, que acabara de sair do banco, então chega ao Palácio da Resistência:
Quando a foto de Allyson Bezerra e Oseas, de 2024, foi postada no Instagram e virou peça do inquérito, o ex-prefeito de Mossoró disse não ter relação com o sócio da Dismed. Em sua defesa, nesse dia, é preciso sublinhar que ele estava em Brasília.
A matemática que o sócio recitou
A cena é um único dia de uma rotina. Entre maio e outubro de 2024 — seis meses —, a DISMED recebeu R$ 8,15 milhões em pagamentos de prefeituras e sacou R$ 2,21 milhões em espécie. Aproximadamente 27,1% de tudo o que entrou de dinheiro público, virou cash.
O percentual não é coincidência. Em outra escuta — desta vez ambiental, dentro do escritório da DISMED em Mossoró —, Oseas Monthalggan recitou em voz alta a divisão. O áudio é da tarde de 13 de maio de 2025:
“Fica cento e quarenta (R$ 140.000,00) pra ele entregar cem por cento (100%). Dos cento e quarenta ele ganha setenta (R$ 70.000,00). Setenta com sessenta é meu, cento e trinta (R$ 130.000,00). Só que dos cento e trinta nós temos que pagar cem mil (R$ 100.000,00) a ALLYISON e a FÁTIMA, que é dez por cento (10%) de FÁTIMA e quinze por cento (15%) de ALLISSON. Só ficou trinta mil (R$ 30.000,00) pra a empresa!”
ALLYISON é como Oseas se refere a Allyson Leandro Bezerra Silva, então prefeito de Mossoró. FÁTIMA é como aparece nas escutas uma pessoa ainda não identificada pela PF.
Aplicando a “matemática” só ao que Mossoró pagou à DISMED no semestre auditado — R$ 3.332.710,27, segundo o relatório bancário —, a PF calcula um valor teórico de propina de R$ 833.177,57 apenas para esta cidade. Os 25% que escapam da empresa, na conta da PF, “guardam proporção próxima” do percentual de 27,1% sacado em espécie sobre o total creditado por prefeituras.
A engenharia dos saques
A retirada do dinheiro em espécie obedece a um padrão. Dos R$ 2,21 milhões sacados em 70 operações entre maio e outubro de 2024:
Maycon Lucas Zacarias Soares, cunhado de Oseas, sacou R$ 1.784.000,00 em 20 saques — média de R$ 89.200 por operação. Representa 80,7% do total.
Oseas Monthalggan, sócio-administrador, sacou R$ 294.000,00 em 6 operações — média de R$ 49.000 por saque. Representa 13,3% do total.
Os 13,3% de Oseas não são arredondamento à toa. R$ 49 mil é o limite imediatamente abaixo de R$ 50 mil — valor a partir do qual o banco é obrigado a comunicar a operação ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Em outro período, anterior, a mesma DISMED havia feito 22 saques exatos de R$ 49 mil — somando R$ 1,07 milhão. Para a PF, é fracionamento deliberado para escapar do controle automático.
Os outros 5,97% dos saques (R$ 132 mil em 44 operações) saíram pulverizados em retiradas de R$ 3 mil em terminais de autoatendimento. Outra forma de não chamar atenção.
A conclusão da própria PF, na fl. 500 do laudo:
“os saques logo após os pagamentos tenham servido para repasses ilícitos, inclusive a outras prefeituras.”
A sócia de fachada
A engrenagem do dinheiro em espécie tinha mais peças. Vitória Cibele Pinheiro Bezerra Soares — esposa de Maycon, sócia formal da DISMED até janeiro de 2024 — atuava como armazenadora doméstica do numerário. Em diálogo do WhatsApp do dia 9 de dezembro de 2023, Maycon escreveu para a esposa:
“Na última gaveta lá de baixo do colaste, onde fica a minha maquininha, tem um bolo de dinheiro de 4.000,00 purgue 3.000,00 e traga.”
Minutos depois, ela confirma: “Tá aqui no meu bolso.”
A PF conclui na fl. 477:
“Ela atuava no armazenamento e repasse de numerário em espécie, na realização de pagamentos via contas de empresas de fachada e na execução de transferências bancárias a mando do marido. Sua participação reforça o caráter estruturado do esquema, no qual familiares eram utilizados para diluir responsabilidades.”
Em 9 de janeiro de 2024, um “Aditivo 04” formaliza a saída de Vitória do quadro societário. No lugar dela, entra o próprio Maycon. A movimentação, segundo a PF, “reforça o uso de interpostas pessoas para dar aparência de legalidade ao controle do grupo”.
A escala
A DISMED Distribuidora de Medicamentos Ltda. foi fundada com outros sócios. Em 4 de fevereiro de 2021, Oseas Monthalggan — então vereador de Upanema com rendimento declarado de R$ 4.049,05 mensais — entrou no quadro. Em 2016, à Justiça Eleitoral, Oseas declarara patrimônio total de R$ 26 mil.
A empresa apresentou crescimento exponencial. Em 2023, o faturamento anual ultrapassou R$ 11 milhões. Entre 8 de junho de 2018 e 14 de maio de 2023, apenas numa única instituição financeira, a DISMED movimentou R$ 65,43 milhões.
O contrato com a Prefeitura de Mossoró é o maior do bloco, mas não é o único. Os sócios da Dismed admitiram em conversas captadas pela PF que o modelo de negócio deles era a propina. Sem propina, não teriam como existir.
A Dismed também vendeu, mas não só, para os Fundos Municipais de Saúde de Tibau, Serra do Mel, Upanema, Patu, Porto do Mangue, Campo Grande, Triunfo Potiguar, Areia Branca, Grossos — entre outros municípios do oeste e do Seridó potiguar. Em alguns deles, escutas registradas pela PF mencionam o mesmo padrão de divisão por porcentagem — com prefeitos e secretários locais sendo nomeados nos áudios.
A passagem do ex-prefeito de Mossoró e pré-candidato ao Governo do Estado, Allyson Bezerra (União Brasil), pelas cidades do Alto Oeste potiguar virou motivo de comentários e ironias em redes sociais e grupos de mensagens da região, segundo o portal Potiguar.
Segundo publicações e relatos de moradores, vídeos da agenda passaram a circular com diferentes interpretações, incluindo piadas e deboches, pela falta de apoio de lideranças expressivas e pelo estilo excessivamente performático nas ruas.
Segundo os moradores da região, o comportamento do pré-candidato, com chapéu na cabeça e pulos coreografados para as câmeras, gerou questionamentos se quem passava era o humorista “Tiririca” ou “Tirullipa”. A comparação ganhou força rapidamente nas redes sociais e grupos de WhatsApp locais, traz o portal Potiguar.
Conforme relatos de bastidores, a coordenação da campanha já demonstra forte preocupação com o esvaziamento das agendas no interior. Allyson não conseguiu reunir prefeitos de peso ou deputados da região durante o trajeto.
O senador Rogério Marinho (PL) já havia alertado em entrevistas recentes que o ex-prefeito tenta criar um personagem popular artificial. Adversários políticos apontam que o estilo cansou o eleitorado tradicional que busca propostas sérias.
Aliados do ex-prefeito tentam minimizar o episódio nas redes, mas admitem reservadamente que a internet não está se convertendo em alianças políticas reais. O isolamento no Alto Oeste acendeu o sinal de alerta no grupo governista de Mossoró.
A decisão do desembargador federal Rogério Fialho Moreira ocorreu após relatório do Coaf apontar movimentações atípicas de R$ 65 milhões. Elas atingem diretamente a gestão do ex-prefeito de Mossoró e pré-candidato ao Governo do RN, Allyson Bezerra (União Brasil), e prefeituras como Tibau e Serra do Mel.
Segundo o relator, há elementos nos autos que justificam a permanência da investigação no TRF-5, como o possível envolvimento de agentes públicos com prerrogativa de foro. E que o próprio MPF já havia concordado, antes, com medidas cautelares no mesmo processo.
O inquérito investiga possíveis irregularidades em contratos de fornecimento de medicamentos firmados por prefeituras potiguares com empresas do setor farmacêutico.
Há análise de movimentações financeiras consideradas atípicas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que deram origem à investigação. Relatórios apontam que uma das empresas citadas teria movimentado mais de R$ 65 milhões entre 2018 e 2023.
Segundo a PF, entre maio e outubro de 2024, uma das empresas investigadas teria recebido cerca de R$ 8,15 milhões de recursos públicos, com parte do dinheiro em espécie.
A investigação cita registros de escutas, quebras de sigilo e mensagens de aplicativo que estão sob análise.
Em uma gravação, há referência a uma suposta divisão de valores atribuída a interlocutores ligados ao contexto da investigação, incluindo menção ao ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra.
A PF identificou padrões de saques fracionados e movimentações em espécie abaixo do limite de comunicação obrigatória, além do uso de terceiros em parte das transações investigadas.
Usem o Waze e contribuam com o trânsito!
BG, vc com sua audiência, bem que poderia encampar uma campanha em favor do uso desse aplicativo. Ele ajuda não apenas o usuário, mas todos os outros que estão conectados.
Trânsito de Natal: desorganizado, caótico e mal gerenciado.
Só perde em desorganização para o de Mumbai, na India.
Os vereadores têm de aprovar a lei que proíbe caminhão nas ruas entre 5 da manhã e 10 da noite. Em toda cidade séria é assim. Têm de proibir também aquelas caixas de entulho que ficam "estacionadas" em frente às casas e prédios em reforma. Se não fizerem o dever de casa a coisa não anda.
POPULAÇÃO AUMENTOU E A CIDADE NÃO ACOMPANHOU O CRESCIMENTO DESORDENADO FORA A FACILIDADE DE RETIRAR UM VEICULO !!!!!!!!!
NINGUÉM AGUENTA MAIS ISSO….
Até quando a sociedade vai tolerar essa omissão da Prefeitura de Natal em planejar e por em prática ações concretas para fazer fluir o transito na capital?
PAREI. Aguento mais não, com essa (I)mobilidade urbana. Triste a situação. Quando se pode gastar 10 min em um destino, gasta-se quase 1:30hs. Daqui um dia será mais vantajoso, ir em na cidade de Tangará comer o famoso pastel.
Tudo isso, por causa de 4 jogos de futebol ? A política do" pão e circo" versão 2014, enquanto isso os ratos …….
A prefeitura precisa botar amarelinho nas ruas. Todo dia tem gente obstruindo os cruzamentos. Essa burrice atrapalha todo o trânsito. Tem que educar, depois multar. E fazer campanha. Não irá solucionar, mas ajudará muito. Comece pelo seu Twitter, grande BG.