Funcionários terceirizados da organização não governamental Ativa, que presta serviço a Secretaria Municipal de Trabalho e de Assistência Social (Semtas), estão desesperados com o fechamento da Ong, prevista para o fim deste mês.
Apontada pelo Ministério Público Estadual como cabide de empregos para fins eleitoreiros, a entidade corre o risco de ser extinta, segundo recomendado pela Procuradoria-Geral do Município à atual gestão da Prefeitura de Natal.
Segundo um trabalhador, que preferiu não se pronunciar, o desvio de verbas públicas, tais como recolhimento de FGTS, INSS e o não depósito das contas devidas, fez com o que Ministério Público tomasse medida, na visão do denunciante, equivocadas.
“Em vez de punir os culpados, o órgão deixa aproximadamente 400 funcionários desempregados, alguns com mais de vinte anos de serviço na Instituição. Hoje, estes funcionários estão sendo punidos com desemprego, alguns em vésperas de aposentadoria. Estamos trabalhando normalmente sem nenhuma notificação oficial sobre o fim da instituição e nossos direitos”, desabafou.
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
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