Geral

Funcionários de Biden admitem “erro de cálculo” sobre tomada de Cabul pelo Talibã

Foto: Rahmat Gul

O governo Joe Biden luta para tentar estabelecer a ordem enquanto há uma corrida de americanos e outros estrangeiros para evacuar o Afeganistão após os combatentes do Talibã tomarem a capital, Cabul, neste domingo (15). Funcionários do alto escalão do governo dos EUA já admitem um “erro de cálculo” sobre quanto tempo demoraria para o Talibã tomar a capital.

A rápida queda das forças nacionais e do governo do Afeganistão foram um choque para Biden e para os altos membros de sua administração, que no mês passado acreditavam que poderia levar meses até que o governo civil em Cabul caísse – permitindo um período de tempo após a saída das tropas americanas antes que todas as consequências da retirada fossem expostas.

Agora, meses após sua declaração inicial de que todos os 2.500 soldados dos EUA estariam fora do Afeganistão até o final do verão, um total de 6 mil soldados devem ajudar a facilitar a evacuação do país. E as autoridades estão admitindo francamente que calcularam mal o tempo que o Talibã levaria para assumir o controle de Cabul.

“O fato é que vimos que aquela força não foi capaz de defender o país”, disse o secretário de Estado, Antony Blinken, ao jornal “State of the Union”, da CNN, referindo-se às forças de segurança nacional do Afeganistão. “E isso aconteceu mais rapidamente do que prevíamos.”

Espera-se que Biden fale à nação nos próximos dias sobre a crise no Afeganistão, de acordo com um alto funcionário do governo, embora uma decisão final sobre um discurso não tenha sido feita e o presidente ainda não tenha encurtado sua visita de férias de verão para Camp David.

Uma opção em discussão é fazer com que Biden volte à Casa Branca, embora o funcionário tenha advertido que eles não haviam descartado completamente a possibilidade de fazer os comentários no local ele foi fotografado neste domingo (15) recebendo uma instrução de sua equipe de segurança nacional.

Na foto, Biden apareceu sozinho vestindo uma camisa pólo em frente a uma grande fileira de monitores. Os riscos para Biden politicamente são incertos; a maioria dos americanos afirma nas pesquisas que apoia a retirada das tropas do Afeganistão, e os assessores de Biden calcularam que o país compartilha o cansaço em prolongar um conflito de 20 anos.

No entanto, as cenas caóticas que se desenrolam – evocando a queda de Saigon em 1975, uma imagem que assombrava Biden quando ele avaliava sua retirada no início deste ano – certamente seguirão o presidente norte-americano enquanto o Talibã afirma o controle sobre grandes áreas do país.

Alguns membros do Congresso dos EUA já estão exigindo mais informações do governo sobre como sua inteligência poderia ter avaliado mal a situação no local – ou por que planos de contingência mais robustos para a evacuação de americanos e seus aliados não estão em vigor.

Durante uma reunião neste domingo, funcionários do alto escalão enfrentaram duros questionamentos sobre os planos de retirada, incluindo a evacuação de intérpretes afegãos e outros que ajudaram no esforço de guerra dos EUA.

“O fato é que vimos que aquela força [afegã] não foi capaz de defender o país. E isso aconteceu mais rapidamente do que prevíamos.” (Antony Blinken, secretário de Estado dos EUA).

Pressão do Congresso aumenta

O líder da minoria da Câmara, Kevin McCarthy, pressionou os oficiais, incluindo o secretário de Defesa Lloyd Austin e o presidente do Estado-Maior Conjunto, general Mark Milley, sobre por que o processo aconteceu tão rapidamente.

“Não demos cobertura aérea a eles. Você diz que tinha esse plano. Ninguém planejaria esse resultado. As ramificações disso para a América continuarão por décadas e não será apenas no Afeganistão”, disse McCarthy, de acordo com uma fonte que esteve presenta na chamada de vídeo.

Biden deve retornar à Casa Branca e fazer um pronunciamento ainda nesta segunda-feira (16).

Embora Biden possa receber o mesmo nível de instruções de Camp David, como tem feito durante todo o fim de semana por meio de uma videoconferência segura, as autoridades estão cientes da ótica de o presidente estar fora da Casa Branco durante este momento perigoso.

Vários funcionários do governo também estão de férias, mas começaram a voltar ao trabalho remotamente neste domingo.

Um funcionário da Casa Branca disse à CNN neste domingo que o presidente “falou com membros de sua equipe de segurança nacional sobre a situação no Afeganistão e continuará a receber atualizações e ser informado ao longo do dia”.

“Ele está profundamente engajado em Camp David”, disse um alto funcionário do governo.

A ideia de que o governo civil liderado pelo ex-presidente Ashraf Ghani seria incapaz de resistir aos avanços do Talibã não é uma surpresa. Avaliações de inteligência no ano passado ofereceram cronogramas diferentes para o que foi considerado por muitos oficiais de segurança nacional como uma “inevitabilidade”.

O próprio Biden disse várias vezes nos últimos meses, incluindo quando Ghani o visitou no Salão Oval neste verão, que os líderes do Afeganistão precisariam reconciliar suas diferenças se tivessem alguma esperança de manter o poder.

E Blinken disse neste domingo que “sempre soubemos, dissemos o tempo todo incluindo o presidente, que o Talibã estava em sua maior posição de força desde 2001, quando foi o último a comandar o país. Este é Talibã que herdamos. E assim vimos que eles eram muito capazes de partir para a ofensiva e começar a retomar o país.”

No entanto, a queda e o colapso dos militares afegãos aconteceram muito mais rápido do que Biden ou sua equipe esperavam.

Ghani deixou o país neste domingo e partiu para o Tajiquistão, duas fontes disseram à CNN. O presidente afegão do Alto Conselho para a Reconciliação Nacional, Abdullah Abdullah, referiu-se a ele em uma declaração em vídeo como “ex-presidente”.

As autoridades americanas expressaram consternação com a incapacidade de Ghani de proteger as principais cidades e regiões do país, apesar de estabelecer uma estratégia para fazê-lo durante suas comunicações com Biden e outros líderes norte-americanos.

Biden rejeitou comparações com Saigon

Biden usou uma sessão de perguntas e respostas na Sala Leste da Casa Branca há pouco mais de um mês para minimizar a possibilidade de o governo afegão entrar em colapso e o Talibã assumir o controle, dizendo que o resultado não era inevitável.

Ele insistiu que não haveria “nenhuma circunstância” em que o pessoal americano no Afeganistão fosse evacuado do telhado de sua embaixada, rejeitando qualquer comparação com a queda de Saigon.

E ainda na última sexta-feira (13), o governo dos EUA disse que a capital afegã, Cabul, não estava em um “ambiente de ameaça iminente”.

Na tarde de domingo, os EUA concluíram a evacuação de sua embaixada em Cabul quando os combatentes do Talibã entraram na cidade. A CNN avistou helicópteros americanos transportando funcionários da embaixada para retirá-los do país em meio ao avanço do grupo.

A retirada do pessoal da embaixada marca uma rápida aceleração do processo que havia sido anunciado apenas na última quinta-feira (12), e é uma situação que muitos funcionários de segurança do Departamento de Estado esperavam que ocorresse, dada a velocidade com que o Talibã conquistou território no Afeganistão nos últimos dias.

Após a instrução deste sábado, Biden autorizou tropas adicionais para o Afeganistão “para garantir que possamos ter uma retirada ordenada e segura do pessoal dos EUA e outros funcionários aliados e uma evacuação ordenada e segura dos afegãos que ajudaram nossas tropas durante nossa missão e aqueles em risco especial diante do avanço do Talibã.”

Mas o funcionário do governo disse que a Casa Branca “não queria que isso se tornasse o Katrina do governo Biden”, uma referência ao furacão de 2005 ao qual o governo Bush demorou a responder durante suas férias de agosto.

À CNN, uma fonte democrata presente na ligação dos legisladores neste domingo disse que Austin defendeu as ações do governo com a extensão do cronograma para a retirada das tropas, o que foi inicialmente estabelecido durante o governo Trump.

Caos no aeroporto de Cabul

O secretário também disse que os EUA mantêm a capacidade de realizar ataques aéreos para responder a quaisquer ações do Talibã que interfiram na evacuação. Nesta segunda, os EUA confirmaram a morte de dois homens armados que atiraram contra soldados norte-americanos no aeroporto de Cabul – não se sabe se estes homens eram do Talibã.

“Vamos nos defender e defender nosso povo. E qualquer ataque a um americano terá uma resposta forte e imediata”, disse ele. Após a tomada de Cabul, milhares de afegãos correram para o aerporto em busca de voos para deixar o país – houve tumulto, tiros e desespero, segundo testemunhas relataram à CNN.

Biden permaneceu decidido em seu plano de retirar as tropas americanas do país. Em um comunicado neste sábado, ele disse que não poderia justificar manter as forças dos EUA no país pelo tempo indeterminado que levaria para treinar mais os afegãos para se defenderem.

“Mais um ano, ou mais cinco anos, de presença militar dos EUA não teria feito diferença se os militares afegãos não pudessem ou não quisessem manter seu próprio país”, escreveu Biden em um comunicado de Camp David, onde está passou o final de semana. “E uma presença americana sem fim no meio do conflito civil de outro país não era aceitável para mim.”

Biden atribui parte da culpa a Trump

Em sua declaração, Biden atribui parte da culpa pela situação atual a seu antecessor, Donald Trump, que negociou um acordo com o Talibã para retirar as tropas americanas até 1º de maio de 2021.

O presidente foi além de apenas criticar o acordo, ele também acusou Trump de deixar o Talibã em sua “posição militar mais forte” desde 2001 e mencionou que Trump convidou líderes do grupo para se reunirem em Camp David em 2019.

Foi um sinal de que, em meio às críticas – de aliados dos EUA no exterior, republicanos, especialistas em segurança nacional e grupos de direitos humanos –, Biden procura compartilhar a culpa por como a guerra mais longa dos Estados Unidos está terminando.

Assessores dizem que Biden não deu a menor idéia de questionar-se depois de anunciar em abril que todas as tropas americanas deixariam o Afeganistão em 11 de setembro, data em que os ataques terroristas que iniciaram a guerra completa 20 anos.

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Os vagabundos ladrões esquerdistas, querem voltar ao poder no Brasil do mesmo jeito, só que de maneira institucionalizada.
    Estão mudando a constituição na marra pra passar a impressão que está tudo certo.
    Mas o povo brasileiro ja sacou.
    O PR Bolsonaro também.
    Esse plano já fracassou.
    Procurem outro jeito esse o povo não deixa.
    O presidente Bolsonaro a mesma coisa.
    As forças armadas também está com o povo, então pode espernear.
    Todo mundo nas ruas dia 07 de setembro.
    O Brasil vai parar.
    O movimento pelo Brasil vai ser transmitido ao vivo pros Estados Unidos, através da plataforma particular do ex presidente Donald Trump.
    Vamos lá galera.
    Comunismo aqui não!!
    Golpe em curso.
    Governadores se juntaram aos ministros em nota hoje.
    Tá claro.
    O Brasil com dois lados.
    Vcs escolhem o seu.
    Eu ja escolhi, vou pela decência, vou pela bandeira VERDE E AMARELA.
    vamos que vamos com o nosso presidente.
    Brasil acima de tudo.
    Deus acima de todos.

    1. Idólatra de político corrupto, deixa eu te falar uma coisa gado véi: no governo do MINTOmaníaco das rachadinhas tem tanta corrupção como tinha no do PT! A diferença eh que o presidente inepto quer transformar o Brasil numa ditadura estilo Venezuela…

  2. Os canalhas do PT, querem fazer a mesma coisa aqui, a diferença é q vão pegar em armas para roubar e matar o cidadão de bem.

    1. Vc vive em qual mundo? Pq o roubo e a corrupção no atual governo do MINTOmaníaco das rachadinhas tá do mesmo jeito ! O PP (esse mesmo que roubou com força no governo do PT) e mais outros partidos do centrao estão com tudo… E agora não tem lava jato pra atrapalhar já que o presidente inepto acabou com o combate a corrupção… Muuuu

    2. quem.esta Armando a.populacao e Familicia fazendo lobby para os fabricantes

    3. Biden é um esgoto, igual a Lula e seus seguidores que o babam e passam pano para ladrão, tudo gente do pior naipe.

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Acidente

Bombeiros resgatam trabalhador em marquise no IFRN, em Parnamirim

Foto: Divulgação

O Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte (CBMRN) foi acionado para atender uma ocorrência de resgate de um trabalhador que passou mal enquanto se encontrava sobre a marquise do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), no município de Parnamirim.

Ao chegar ao local, a equipe de salvamento encontrou a vítima deitada e consciente, porém impossibilitada de descer em segurança devido à altura e às condições do local. Diante da situação, os bombeiros realizaram a avaliação inicial e aplicaram técnicas específicas de resgate em altura, garantindo a estabilização e a retirada segura do trabalhador. Após o resgate, a vítima foi prontamente entregue à equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que deu continuidade ao atendimento médico.

O CBMRN reforça que, em ocorrências que envolvem risco de queda, mal súbito em locais elevados ou qualquer situação que ofereça perigo à vida, é fundamental acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros pelo número 193. A atuação rápida e especializada das equipes é essencial para preservar vidas, evitar agravamento do quadro da vítima e garantir a segurança de todos os envolvidos.

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Brasil

Aumento de impostos sobre eletrônicos é tiro no pé do governo Lula e no bolso dos cidadãos

Foto: Reprodução

A oito meses da eleição, o governo Lula volta a colocar a questão do aumento de impostos no centro do debate, ao elevar a tributação sobre componentes eletrônicos. Não se trata de um ajuste restrito a importadores ou a um nicho industrial. Hoje, praticamente toda a população depende de celulares, computadores e tablets para trabalhar, estudar, empreender, fazer operações financeiras, se comunicar e ter momentos de lazer. Quando a política fiscal incide sobre uma engrenagem tão intrincada no cotidiano das pessoas comuns, o efeito não é apenas técnico, mas sim político, porque toca diretamente a rotina de milhões.

O ponto central não é apenas a medida em si, mas o contexto simbólico em que ela se insere. Ao longo do mandato, foi se consolidando nas redes a percepção de que o governo Lula tem uma grande disposição para elevar tributos e muita má vontade em reduzir gastos. Independentemente de dados fiscais ou justificativas econômicas, essa foi a leitura que ganhou força como marca política. Um espaço narrativo que a direita ocupa de forma inversa, batendo na tecla de que é preciso reduzir a carga tributária.

Os dados da AP Exata Inteligência em Dados ajudam a dimensionar esse movimento. Em um recorte de cerca de 10 mil publicações feitas nesta quarta-feira, é possível perceber o impacto que a viralização do tema produziu de imediato. A rejeição ao presidente subiu 0,2 ponto e a aprovação caiu 0,2, gerando variação de 0,4 ponto, em poucas horas.

No debate específico sobre o aumento do imposto, a reprovação alcança 74,3%, a aprovação fica em 6,8% e 18,9% das menções são neutras, concentradas na difusão da informação. Excluído o bloco meramente informativo, o cenário se torna ainda mais contundente, com 91,6% de rejeição contra 8,38% de apoio. Algo que, às vésperas das eleições, deixa qualquer marketeiro em desespero.

A oposição percebeu rapidamente o potencial estratégico do assunto e agiu em tom crítico uníssono ao longo do dia. Parte da direita se apressou, estrategicamente, em direcionar a narrativa ao público gamer, um segmento jovem altamente conectado e com grande capacidade de produção e disseminação de conteúdo. Ao associar imposto e videogames e computadores, a crítica ganhou linguagem própria e atravessou as bolhas ideológicas, fazendo com que o debate se estabelecesse no terreno emocional de um grupo muito expressivo no ambiente online.

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O desafio do governo, portanto, se tornou menos contábil e mais narrativo. Não basta defender a medida com argumentos de proteção à indústria nacional ou ligados à saúde contábil do País, se a percepção dominante é a de encarecimento generalizado.

Desta vez, o apelido “Taxxad”, usado pela oposição para carimbar o ministro Fernando Haddad, deixou de soar apenas como ironia militante e encontrou ressonância ampla no debate público. Já não se trata mais de uma decisão politicamente equivocada do Ministério da Fazenda, mas sim de um tiro no bolso dos cidadãos e no pé do próprio governo.

Estadão

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Política

Prefeito Jaime Calado entrega trator novo à SEMADA viabilizado por emenda da senadora Zenaide Maia

Foto: Divulgação

Na tarde desta quarta-feira (25), o prefeito de São Gonçalo do Amarante, Jaime Calado, realizou a entrega oficial de um trator agrícola de 70 CV à Secretaria Municipal de Agropecuária, Desenvolvimento Agrário, Pesca e Aquicultura (SEMADA). O equipamento será incorporado à frota do município para reforçar as ações de apoio aos produtores rurais, especialmente no programa de Corte de Terra.

A aquisição do trator, no valor de R$ 185.000,00 (cento e oitenta e cinco mil reais), foi viabilizada por meio de emenda parlamentar da senadora Zenaide Maia (primeira-dama do município), por intermédio do Programa Nacional de Modernização e Apoio à Produção Agrícola (PROMAQ), do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).

Durante a solenidade, o prefeito destacou a importância do novo equipamento para fortalecer a agricultura local. “Esse trator novo é fruto de emenda parlamentar da senadora Zenaide Maia. Trata-se de um trator cabinado, com ar-condicionado, que se soma aos três tratores próprios que já temos. Ele será utilizado no Corte de Terra e reforçará ainda mais o atendimento aos nossos agricultores, juntamente com os 12 tratores alugados pelo município”, afirmou Jaime Calado.

Além do trator agrícola, o município também foi contemplado com uma pá carregadeira, no valor de R$ 378.000,00 (trezentos e setenta e oito mil reais), e um rolo compactador, no valor de R$ 560.000,00 (quinhentos e sessenta mil reais), ambos viabilizados pela senadora Zenaide Maia, ampliando os investimentos na infraestrutura e no desenvolvimento rural de São Gonçalo do Amarante.

Participaram da cerimônia de entrega o secretário municipal de Agropecuária, Jarbas Cavalcanti; a secretária municipal para Assuntos Extraordinários, Mada Calado; o secretário adjunto de Agropecuária, Marconi Pereira; o secretário municipal de Habitação, Geraldo Veríssimo; o secretário adjunto do Gabinete Civil, João Artur; além de servidores da SEMADA.

Durante a cerimônia, o prefeito Jaime Calado anunciou a contratação de mais 12 tratores para o Programa Corte de Terra no município, que será lançado oficialmente no próximo sábado (07), junto com a entrega de sementes, na comunidade rural de Poço de Pedras.

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Geral

VÍDEO: Flávio se emociona e diz que sua candidatura é para “honrar o pai”

Vídeo: Reprodução/X

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, chorou nesta quarta-feira (25) ao falar sobre o pai, o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, que está preso no Complexo da Papudinha, no Distrito Federal. A declaração foi feita durante evento com congressistas do Partido Liberal.

Flávio relatou que visitou o pai pela manhã e afirmou ter feito uma promessa: “Hoje quando eu saí eu falei ‘Pai, você vai estar na minha posse’. Então orem por isso”, disse, interrompendo o discurso em alguns momentos para conter a emoção. Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado.

O senador também criticou as condições da cela onde o ex-presidente está detido. Segundo ele, ficou aflito ao conhecer o local. “A gente sabe que ele não cometeu crime nenhum. Um ex-presidente da República, que não tem nenhum privilégio por isso. Ele não merece passar o que está passando”, declarou.

Durante o discurso, Flávio minimizou os atritos recentes dentro do partido envolvendo o deputado Eduardo Bolsonaro, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o deputado Nikolas Ferreira. As divergências vieram à tona após críticas públicas sobre o nível de apoio à sua pré-campanha.

“Não adianta querer me separar de Nikolas, de Michelle, de qualquer um”, afirmou o senador, ressaltando que respeita todos os envolvidos e que cada liderança tem seu próprio tempo de engajamento na campanha. Ele também mencionou que Eduardo Bolsonaro enfrenta bloqueios judiciais de contas e que teria sido fundamental para viabilizar sua candidatura.

Com informações do Poder360

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RISCO DE COLAPSO: Estado do RN quer contratar empresa sem experiência para gerir o SAMU

Foto: Divulgação/Sesap

Mais uma polêmica envolvendo a Secretaria Estadual de Saúde dessa vez envolvendo o SAMU e o risco de colapsar o serviço. A SESAP contratará para gerir o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência uma empresa que o único contrato de referência que tem é na pequena cidade de Princesa Isabel, na Paraíba, município com 21 mil habitantes, onde realiza apenas 4 plantões mensais, sempre aos sábados.

O SAMU do Estado do Rio Grande do Norte é altamente especializado e complexo.

Envolve mais de 15 mil plantões distribuídos em 29 bases, abrangendo 91 municípios e atendendo mais de 1.700.000.

Além do componente de colapsar o SAMU do Estado, especialistas em Licitação já sinalizam que o processo poderá terminar com questionamentos judiciais devido a ausência de requisitos de seleção mais robustos. E ainda há outro agravante: a empresa supostamente vencedora não tem corpo clínico suficiente para o serviço

Quando as bombas na saúde explodem no RN, depois as pessoas não sabem porque.

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VÍDEO: Nikolas Ferreira convoca manifestações para 1º de março com críticas a Lula e ministros do STF

 

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Vídeo: Reprodução/Instagram

O deputado federal Nikolas Ferreira publicou um vídeo nas redes sociais convocando a população para manifestações no próximo dia 1º de março. Na gravação, o parlamentar faz críticas ao governo federal e a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), além de afirmar que o ato será o início de uma sequência de mobilizações no país.

Durante o vídeo, Nikolas afirma que o Brasil vive um ciclo repetido de “corrupção, escândalos e promessas não cumpridas” e convoca apoiadores a irem às ruas. Ele cita diretamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, defendendo protestos com o mote “Fora Lula”, e também direciona críticas aos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, usando as expressões “Fora Toffoli” e “Fora Moraes”.

O deputado também menciona investigações e decisões judiciais envolvendo aliados do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, além de citar o caso do Banco Master como exemplo de escândalos que, segundo ele, precisam ser apurados com rigor.

Na gravação, Nikolas afirma que o movimento não se trata apenas de eleições, mas de mobilização nacional. “Essa não será a última manifestação, é apenas o começo”, declarou, convocando apoiadores conservadores e patriotas a participarem dos atos.

A expectativa é que os atos ocorram em diferentes capitais do país no dia 1º de março.

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Geral

Campeã em 2025, Malandros do Samba é desclassificada do Carnaval de Natal

Foto: Reprodução

A tradicional Malandros do Samba, campeã de 2025, foi desclassificada da edição 2026 do Carnaval de Natal. O anúncio foi feito no início da apuração realizada nesta terça-feira (25), na sede da Fundação Capitania das Artes. A agremiação informou que pretende recorrer da decisão.

A desclassificação ocorreu após recurso apresentado pela escola Balanço do Morro, que alegou que a rival utilizou, no desfile do último sábado (21), alegorias e fantasias já apresentadas no ano anterior, além de adereços e figurinos oriundos de uma quadrilha junina.

Mais antiga escola de samba da capital potiguar e detentora do maior número de títulos, a Malandros entrou na avenida às 4h20, ainda com público presente, apostando na mistura de samba e forró. O enredo deste ano foi “Quando o samba acende a fogueira, a Malandros celebra os 28 anos do Arraial Coração Nordestino, que não para de pulsar”, em busca do 38º troféu.

O título de 2026 ficou com a Batuque Ancestral, nova campeã do Carnaval de Natal.

Com informações da Tribuna do Norte

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Economia

Haddad diz que imposto sobre eletrônicos não é para arrecadar e estima impacto de R$ 14 bilhões

Foto: Reuters/Jorge Silva

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira (25) que o aumento do imposto de importação sobre produtos eletrônicos tem caráter regulatório, e não arrecadatório. Segundo ele, a medida busca equilibrar a concorrência entre empresas estrangeiras e fabricantes instalados no Brasil.

De acordo com Haddad, o objetivo é impedir que companhias que não produzem em território nacional concorram em vantagem com indústrias brasileiras. “Essa medida impede que uma empresa estrangeira consiga concorrer com uma empresa que está instalada aqui”, declarou. Questionado sobre o impacto fiscal, o ministro confirmou estimativa de R$ 14 bilhões, mas afirmou que o efeito não deve ser sentido pela população.

O ministro ressaltou que cerca de 90% dos celulares vendidos no país são fabricados na Zona Franca de Manaus, o que, segundo ele, protegeria a maior parte da produção nacional da nova tributação. Haddad também afirmou que, caso o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio identifique empresas produzindo no Brasil ou itens não fabricados internamente sendo taxados, a alíquota poderá ser revista.

A decisão foi formalizada por meio de resolução do Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex), que elevou as alíquotas de importação para cerca de 1.250 produtos. As novas taxas variam entre 7,2% e 25%, com parte das mudanças entrando em vigor a partir de 1º de março.

Segundo o Ministério da Fazenda, a medida ocorre em meio à redução do superávit comercial nos últimos anos e ao aumento do déficit nas contas externas. O governo sustenta que a iniciativa busca proteger a indústria nacional e enfrentar práticas consideradas desleais no comércio internacional.

Com informações do Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. Quero que mas um PTista alienado, tente me convencer que esse governo tá ajudando a povo.
    Ridículo o que esse PT tá fazendo com esse País.

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Geral

VÍDEO: Natal finalmente recebe sua 1ª Ferrari

Foto: Divulgação/Ferrari

A capital potiguar entrou de vez no mapa dos superesportivos. Natal agora tem oficialmente sua primeira Ferrari registrada por um morador da cidade. Até então, nenhum cidadão residente na capital havia adquirido um veículo da tradicional marca italiana.

Fundada em 1947 por Enzo Ferrari, a Ferrari é símbolo mundial de luxo, velocidade e exclusividade. Os modelos da marca costumam ultrapassar facilmente a casa dos milhões de reais, dependendo da versão e dos opcionais escolhidos.

 

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Supercarros da Ferrari são conhecidos não apenas pelo desempenho — com motores que podem superar os 300 km/h — mas também pelo design marcante e pelo ronco inconfundível.

O fato marca um novo capítulo no mercado de alto padrão da capital. Se antes a Ferrari era vista apenas em viagens ou grandes centros como São Paulo, agora ela também pode ser vista circulando pelas avenidas de Natal.

Opinião dos leitores

  1. Ja tinha visto em Jampa, Natal vou ver se topo ela por aí.
    Kkkk.
    A segunda vai ser a minha.
    Vcs todos vão ver.

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Geral

Decisão de Mendonça restringe acesso da PF e tira Lula do eixo de influência no inquérito do Banco Master

Foto: Luiz Silveira/STF

A decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), de restringir o acesso interno da Polícia Federal às informações do inquérito envolvendo o Banco Master reacendeu o debate sobre o controle institucional da investigação. A medida impede o compartilhamento amplo de dados com superiores hierárquicos fora da equipe diretamente vinculada ao caso.

Nos bastidores do STF, a avaliação de integrantes da Corte é que a decisão preserva a autoridade do relator e evita que a condução prática da investigação se desloque para estruturas subordinadas ao Poder Executivo. Nesse contexto, interlocutores apontam que, sem a restrição, haveria risco de influência indireta do governo sobre o fluxo de informações.

A discussão ganhou peso político porque a Polícia Federal é vinculada ao Ministério da Justiça, integrante do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A interpretação de aliados do ministro é que a limitação reforça a independência do Judiciário no comando do inquérito.

O caso ficou ainda mais sensível após a PF apresentar pedido de suspeição envolvendo o ministro Dias Toffoli, ampliando a tensão entre diferentes esferas institucionais. Relatórios e despachos internos passaram a ser analisados sob forte escrutínio político.

Com a decisão, Mendonça redefine o fluxo da investigação e eleva o grau de tensão entre Judiciário e Executivo, em um caso que já mobiliza o Congresso e amplia o embate nos bastidores de Brasília.

Com informações do Diário do Poder

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