Economia

Biden diz que desempregados com benefícios que não aceitarem oferta de trabalho perderão auxílio

Foto: KEVIN LAMARQUE / REUTERS

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, defendeu-se nesta segunda-feira contra críticas de que a expansão dos benefícios a desempregados prevista no projeto de lei de alívio à Covid, aprovado em março, está desestimulando os americanos a aceitarem novas ofertas de trabalho.

Biden disse que o governo vai lembrar aos estados americanos esta semana que qualquer cidadão desempregado que receba uma oferta de posto de trabalho deve aceitá-la ou correr o risco de perder o auxílio-desemprego.

“Qualquer pessoa que oferecer um emprego adequado deve aceitar o emprego ou perderá o seguro-desemprego”, disse Biden. Existem algumas exceções para a Covid-19, mas, fora isso, essa é a lei”, disse.

Ele também está instruindo o Departamento do Trabalho dos EUA a trabalhar com os estados para restabelecer os requisitos de que aqueles que recebem auxílio-desemprego devem demonstrar que estão procurando trabalho ativamente.

Parlamentares republicanos atribuíram o fraco relatório de empregos da semana passada à decisão do presidente democrata de oferecer benefícios a desempregados ampliados até setembro. Alguns governadores republicanos descartaram os benefícios adicionais, direcionando recursos extras a outras iniciativas.

“As pessoas que afirmam que os americanos não trabalharão, mesmo que encontrem uma oportunidade boa e justa, subestimam o povo americano”, disse Biden na Casa Branca. “Não vemos muitas evidências de” pessoas ficando em casa por causa do aumento do auxílio ao seguro-desemprego, que foi estendido até o início de setembro no projeto de lei da Covid-19, disse ele.

O número de vagas efetivadas em abril ficou em 266 mil, menos da metade da estimativa mais fraca em uma pesquisa da Bloomberg. Os republicanos rapidamente culparam a extensão do seguro-desemprego suplementar de US $ 300 por semana até o início de setembro por pagar efetivamente a alguns americanos para ficarem em casa.

Biden disse que os dados da folha de pagamento de abril foram baseados em uma pesquisa feita durante um período em que a pandemia estava atingindo com mais força do que agora. Ele sinalizou que 35% dos adultos em idade produtiva já estão totalmente vacinados, contra 18% naquela época.

Ele também destacou várias medidas que devem ajudar a estimular o crescimento do emprego no futuro. Entre elas:

O lançamento de distribuições para estados e áreas locais de US$ 350 bilhões em ajuda sob o projeto de lei de março, permitindo que esses governos aumentem as contratações.

Os primeiros cheques de socorro vão a partir de hoje para 16.000 “restaurantes duramente atingidos”.

Aviso aos empregadores de que eles podem contratar de volta seus trabalhadores dispensados em tempo parcial, sem que os indivíduos tenham que abrir mão de todos os seus benefícios de desemprego.

A liberação de orientações aos estados para ajudar a distribuir fundos para creches. O objetivo é ajudar os pais trabalhadores a voltarem ao trabalho.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Camarada Biden sendo DIREITISTA não tem jeito sempre iludindo a esquerda pateta Brasileira. O que mais o pessoal petistaesquerdalha odeia é o tal do trabalho!!! Nós somos o farol do mundo não só pelo exemplo, mas, pelo exemplo do nosso trabalho. Discurso de Biden na posse. 🇺🇸🇧🇷🙏🙏🙏

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Clima

Governo americano diz que depositará credibilidade ‘em planos sólidos’ do Brasil, e destaca que Bolsonaro adotou ‘tom positivo e construtivo’ durante seu discurso

Foto: Reprodução/CNN/Montagem

Após o discurso do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na Cúpula do Clima na manhã desta quinta-feira (22), o governo americano se posicionou sobre as metas estabelecidas pelo governo federal no combate ao desmatamento e redução de emissões de gases.

Em nota, um porta-voz do Departamento de Estado dos EUA afirmou que o país depositará sua credibilidade em “planos sólidos” e ressalta que os americanos não se furtarão de enviar os recursos necessários.

“Nossa credibilidade se apoiará em planos sólidos, na execução do trabalho e em um foco implacável nos resultados. Alcançar metas ambiciosas requer recursos e os americanos estão comprometidos com a parceria com os brasileiros nesse esforço”, diz a nota.

Após a fala de Bolsonaro na Cúpula, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmou que o governo brasileiro enviou um plano de trabalho aos EUA e que são necessários recursos para colocá-lo em prática.

Segundo o governo do presidente Joe Biden, Jair Bolsonaro revelou um “um tom positivo e construtivo” durante seu discurso.

“Estamos satisfeitos que o presidente Bolsonaro tenha reconhecido o importante papel do setor privado em nos ajudar a encontrar soluções. Concordamos com sua ênfase no envolvimento necessário dos povos indígenas e comunidades tradicionais na proteção das florestas e da biodiversidade, e com seu reconhecimento do importante papel do setor privado em nos ajudar a encontrar soluções.”

O comunicado também diz que “detalhes ainda precisam ser resolvidos”. “Muitos detalhes ainda precisam ser resolvidos, e é justo perguntar a todos os países, Estados Unidos, Brasil e outros – como vamos alcançar nossos ambiciosos objetivos.”

O governo americano diz ainda que seguirá trabalhando em conjunto com o Brasil. “Esperamos continuar trabalhando junto com o Brasil para expandir nosso diálogo e cooperação, com base em nossas décadas de cooperação em desafios ambientais compartilhados.”

“Alcançar a neutralidade de carbono até 2050, dez anos antes do comprometido anteriormente e sem pré-condições, é significativo, assim como seu compromisso de dobrar os fundos disponíveis para fiscalização, um passo crucial para eliminar o desmatamento ilegal até 2030”, diz o comunicado do departamento de Estado dos EUA.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Um finge que fala a verdade e o outro finge que acredita. Menos mau. Pior seria esse senhor continuasse vomitando bobagens.

  2. Marrapaz…deixaram o miliciano falar por último…kkkk
    TB, do Jeito que ele mente…Biden nem queria ouvir….kkkkk

  3. Nem Biden acredita no que ele próprio falou…. Ele sabe que Bozo não é de confiança…Mas os EUA precisam de aliados contra a China…por falar em China, já reduziu a compra de soja do Brasil e tá comprando “apenas” 85% a mais de soja americana…EUA pode até jogar xadrez, mas a China joga Go…kkkk

  4. Se o desmatamento é ilegal como diz o bozo, porque não para esse desmatamento agora? Por que deixar pra 2030?

  5. Pense numa matéria de tirar o sono da esquerda reacionária.
    Biden falando do Brasil sem o ranço e o ódio demostrados pela esquerda contra o Presidente. Qual será a versão que a mídia comprometida com os recursos públicos vai levar ao ar? Qual será o tamanho da mentira que vão colocar nessa notícia, afinal, tem mídia que a credibilidade não existe e ela insiste em permanecer cavando sua própria ruina, sem respeito ao povo e totalmente afastada dos fatos.
    Alguém leu o livro do ex presidente americano Baraque Obama? Ele fala de Lula, está lá escrito, registrado, para ninguém ter dúvida. Vão lá ler, é um político de esquerda atestando a conduta do ex presidente do Brasil.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Em carta a Bolsonaro, Biden pede colaboração no clima e no combate à pandemia

Foto: Tom Brenner/Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, enviou uma carta ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no último dia 26 de fevereiro. De acordo com a nota divulgada pela Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom), o teor da carta é de estabilidade e cooperação diplomática entre os dois países, bem como a intenção de união de esforços no combate à pandemia de Covid-19 e no enfrentamento das mudanças climáticas.

“O Presidente Biden saudou a oportunidade para que ambos os países unam esforços, tanto em nível bilateral quanto em fóruns multilaterais, no enfrentamento aos desafios da pandemia e do meio ambiente, em alusão ao caminho para a COP26 e para a Cúpula sobre o Clima”, diz um trecho da nota da Secom.

Segundo a Secretaria, o presidente norte-americano dirigiu a carta a Bolsonaro em agradecimento aos cumprimentos enviados pela Presidência da República após a ratificação do democrata como presidente eleito dos Estados Unidos.

O governo do Brasil foi o último dos países que integram o G20 — grupo das maiores economias do mundo — a reconhecer a vitória de Biden nas eleições norte-americanas. Bolsonaro parabenizou o novo presidente dos Estados Unidos em 15 de dezembro de 2020, pouco mais de um mês após o resultado do pleito.

Ainda segundo a nota da Secom, “o presidente Biden sublinhou que não há limites para o que o Brasil e os EUA podem conquistar juntos”. O informe finaliza dizendo que “Biden salientou que seu governo está pronto para trabalhar em estreita colaboração com o Governo brasileiro neste novo capítulo da relação bilateral”.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

    1. Se faz referência a ivermectina, saiba que tem vários esquerdopatas se medicando com ela, regularmente. Outros usam e negam hipocritamente, como alguns que comentam aqui. Mas, falando sobre a manchete em questão, bem que Bolsonaro poderia aceitar a parceria e pedir em contrapartida, umas 10 milhões de doses da vacina de Oxford, que estão estocadas lá nos EUA!

  1. Preocupação zero do mundo com os óbitos no Brasil, nem uma palavrinha sequer, muito menos uma ajuda aos brasileiros que estão sofrendo e perdendo seus entes queridos. Agora a amazônia é um exagero de preocupação, o mundo inteiro tenta se meter com qualquer notícia veiculada, seja verdadeira ou mentirosa. Será se as vidas humanas perdidas e sofridas dos brasileiros não valem nada, só a Amazônia? Temos que cobrar das nações, o porque dessa apatia seletiva.

  2. Que saudade quando o presidente falava mal dos EUA e tinha como aliado o ditador de Cuba, o ditador da Venezuela, a socialista da Argentina e financiava obras a países falidos que jamais vão pagar ao Brasil o dinheiro público enviado.
    Que saudade do ex presidente que mente, mente e mente e vive de prometer coisas que jamais irá realizar.

  3. Kkkkk esses esquerdopatas acham que o bandido de nove dedos ganhará alguma coisa…. o povo aprendeu, PT nunca mais…..tchau queridas!!!

  4. A população do Brasil não é louca para botar um bandido corrupto no poder, este delinquente vai acabar com o pais, ele e sua quadrilha de bandidos. Deus nos livre deste mal !

  5. Desde fevereiro? Até agora nada? Lula só com suas entrevistas tem feito mais. Imagine esse homem presidente? Brasileiro voltando a ter orgulho com um presidente que já teve a taxa de mais de 80% de aprovação. Lula colocando o "presidentezinho" para trabalhar. #Lula2022

    1. Kkkkkkk
      O choro é livre.
      Que venha lula condenado, a lapada vai ser maior. 😂😂😂

    2. As mesmas palavras de Trump usava….kkkkkkkkkkk, olha o resultado, creio que teremos ae no Brasil uma reprise do ocorrido aqui nos EUA.

    3. O Sr. Acha mesmo que o "presidentezinho" vai ficar até 2022? Mourão é quem vai passar a faixa presidencial para Lula. O Centrão vai "entregar na bandeira" a "cabeça do presidentezinho", antes da primeira bombinha de São João estourar a sociedade civil, aos militares, aos grandes capitalistas banqueiros e tudo mais. O povo não aguenta mais, e quem manda é o dinheiro, sem vacina sem dinheiro e o "presidentezinho" e incompetente demais. O Centrão não vai "cair abraçados aos corpos vítimas do bolsonarismo". A negligência, imprudência e impericia é latente neste "governozinho" medíocre negacionistas. A vida vale mais e eles não reconhecem isso. Vacina Já!

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Biden revoga veto de Trump a imigrantes

© Reuters/Kevin Lamarque/Direitos Reservados

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Joe Biden, revogou medida do antecessor, Donald Trump, que vetava a entrada de alguns imigrantes no país por suposto “risco para o mercado de trabalho”.

Com a decisão, Biden inverteu com efeito imediato a decisão de Trump, anunciada em 22 de abril de 2020, nos primeiros meses da pandemia de covid-19, que atingiu duramente a economia dos EUA e atrasou a criação de emprego.

A decisão de Trump, prorrogada em junho de 2020 e depois em 31 de dezembro de 2020, determinava a suspensão da entrada de imigrantes e não imigrantes que representassem risco durante a recuperação econômica, após a pandemia.

Joe Biden defendeu agora que impedir a chegada dessas pessoas não faz avançar os interesses da América. “Pelo contrário”, acrescentou, “prejudica os Estados Unidos, inclusive ao impedir membros de famílias de cidadãos americanos e residentes permanentes legítimos de se reunirem com familiares”.

De acordo com o decreto, a decisão do antecessor também prejudica as indústrias americanas que utilizam talentos de todo o mundo. Além disso, “prejudica os indivíduos que foram selecionados para receber a oportunidade de se candidatarem, e aqueles que receberam vistos de imigrantes por meio da Lotaria da Diversidade de Vistos”.

Além de reverter a decisão da administração anterior, Biden instruiu os secretários de Estado, Trabalho e Segurança Interna a reverem “quaisquer regulamentos, ordens, documentos de orientação, políticas e quaisquer outras ações similares” desenvolvidos sob o decreto anterior e, se necessário, emitir novas disposições, de acordo com a atual política.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

    1. Melhor ficar aqui no Brasil defendendo corruptos ladrões e investigação pra os agentes da justiça que desbarataram toda a sistemática da corrupção brasileira, inclusive recuperando o dinheiro e prendendo parte dos ladrões. Isso todos os dias, desde o amanhecer até o final da noite. E se achando a cocada preta. Rsrsrs

    2. E ganhar 150. Dólares por dia.
      Mas é precisa gostar de trabalhar, quem passa o dia dependurado no celular, morre de fome.
      Lá não tem moleza, nem governo pra sustentar vagabundos.

    1. Exato!

      Tipo essa agora de não proteger os empregos para os americanos, que burrice! Realmente ele tem de privilegiar os estrangeiros mesmo

    2. George, a sua visão é a mesma dos paulistas que detestavam nordestinos porque achavam que aqueles retirantes iriam roubar os empregos dos habitantes originais. A xenofobia não faz bem a ninguém.

    3. Abra sua casa e chame os sem teto e os que não tem condições de pagar um aluguel para morarem em sua casa. Vocês são tão generosos.

    4. George, zÉ mane, americano não trabalha limpando bosta, Lavando prato, cuidando dos filhos dos outros, arrumando casa e nem na construção civil não… Essas vagas nunca foram comprometidas…

    5. Gadolígula, ainda que fossem essas ocupações, alguma delas é crime ou motivo de vergonha?
      Aqui no brasiu só serve emprego de dotô, né?

    6. Aproveite e leve uns venezuelanos que estão nas esquinas de todo RN pedindo esmola, seja coerente e não hipócrita já que defente tanto os estrangeiros faça você sua parte ao invés de criticar, dê casa, comida e roupa lavada pra eles também, eles também estão precisando, aí sim vc poder criticar Trump com mais propriedade

    7. Gadoligula, tem uns que nunca ajudaram os pais em casa . Nunca nem lavaram uma louça nem um pano de chão. Vao pra lá limpar bosta.

    8. Uns nunca ajudaram em casa a lavar uma louça, varrer e vao pra lá limpar bosta hahaha

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Brasil-EUA: acordos assinados por Trump não devem ser rompidos; até o momento, relação com o governo de Biden é considerada “boa”

Foto: Getty Images

Os acordos assinados pelo ex-presidente Donald Trump (Republicanos) no aspecto da relação bilateral Brasil-Estados Unidos não devem ser rompidos pelo atual presidente, Joe Biden (Democrata).

De acordo com interlocutores, encontros de diversos níveis já ocorreram entre as duas administrações e, até o momento, a relação com o governo de Biden é considerada “boa”.

Não há nenhum indicativo, segundo fontes do Ministério das Relações Exteriores, que os acordos assinados por Trump serão revistos por Biden.

Um dos acordos é de facilitação de comércio por meio de redução da burocracia em trâmites aduaneiros. O texto do acordo possui três anexos, que tratam, respectivamente, sobre facilitação de comércio e cooperação aduaneira, boas práticas regulatórias e medidas anticorrupção. No primeiro item, estão previstas iniciativas para desburocratizar os procedimentos de importação e exportação de bens e serviços entre os dois países.

Meio Ambiente

Integrantes da política externa brasileira já aguardam e estariam preparados para que ocorram mais conversas no grupo de trabalho entre Brasil e Estados Unidos sobre meio ambiente. O grupo já existe e o governo americano sinalizou, diversas vezes, que o tema é prioritário.

Acordo Mercosul x UE

A expectativa é que o acordo do Mercosul com a União Europeia, juntos representam cerca de 25% da economia mundial e mercado de 780 milhões de pessoas, seja assinado neste ano. Depois, passaria para a fase de aprovação dos Parlamentos.

O acordo de livre comércio eliminará as tarifas de importação para mais de 90% dos produtos comercializados entre os dois blocos. Para os produtos que não terão as tarifas eliminadas, serão aplicadas cotas preferenciais de importação com tarifas reduzidas. O processo de eliminação de tarifas varia de acordo com cada produto e deve levar até 15 anos contados a partir da entrada em vigor da parceria intercontinental.

R7

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Clima

Governo Biden ‘enfatiza’ questão climática e quer ser “bom parceiro” do Brasil, diz embaixador americano

Foto:  Divulgação/Expedição Jari-Paru 

O embaixador dos EUA no Brasil, Todd Chapman, disse nesta sexta-feira (5) que a administração do presidente Joe Biden tem enfatizado questões relacionadas às mudanças climáticas e quer ser “bom parceiro” do Brasil na área.

Chapman falou com jornalistas após encontro com o vice-presidente, Hamilton Mourão, nesta sexta-feira (5). Segundo ele, o governo Biden tem mantido “muita atenção” sobre temas ligados à área ambiental e quer aumentar a cooperação com o Brasil.

Biden colocou questão climática e a preservação ambiental entre os prioridades de seu governo, iniciado em 20 de janeiro. O presidente, por exemplo, recolocou o país no Acordo de Paris, na contramão da política adotada pelo antecessor Donald Trump.

Neste contexto, a preservação da Amazônia é um dos temas de interesse do governo americano. Na época em que era candidato, Biden disse que buscaria “organizar o hemisfério e o mundo para prover US$ 20 bilhões para a Amazônia”.

Ele afirmou também que o Brasil pode enfrentar “consequências econômicas significativas” se não parasse de “destruir” a floresta.

“Falamos sobre muitos temas, mas claro, muitos temas relacionados ao meio ambiente. Realmente a administração do meu novo presidente Biden está enfatizando muito a importância da mudança climática. Queremos ser bons parceiros com o Brasil nisso, como já estamos trabalhando muito”, afirmou o embaixador.

“O que é evidente é que vamos aumentar até o nosso interesse em trabalhar com o Brasil na área de mudança climática. Temos um novo representante presidencial, o secretário John Kerry, e temos muita atenção sobre esse tema e queremos trabalhar em conjunto com o Brasil sobre isso”, disse Chapman.

Amazônia

Mourão disse que, no encontro, tratou de questões sobre a Amazônia e afirmou que o governo brasileiro tem condições de prestar as informações necessárias sobre o tema aos americanos.

“A gente quer mostrar o que estamos fazendo, abrindo esse diálogo via embaixada, e deixar claro que as informações todas necessárias temos condição de prestar, para ouvir a realidade do que está acontecendo lá”, comentou Mourão.

Com G1

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Em recado à China, Biden manda navio de guerra a Estreito de Taiwan

Foto: Marinha dos EUA – 18.abr.2020 / Reuters

A Marinha dos Estados Unidos enviou um destróier de mísseis guiados pelo Estreito de Taiwan nesta quinta-feira (4). Esta é a primeira vez que um navio de guerra norte-americano navega pelas águas que separam a China e o Taiwan durante a gestão do presidente dos EUA, Joe Biden.

O USS John S. McCain, baseado no Japão, fez o caminho de rotina conforme a lei internacional, disse o tenente Joe Keiley, porta-voz da 7ª Frota da Marinha dos EUA, em um comunicado.

“A rota do navio pelo Estreito de Taiwan demonstra o compromisso dos EUA com um Indo-Pacífico livre e aberto. As Forças Armadas dos EUA continuarão a voar, navegar e operar em qualquer lugar que a lei internacional permita”, afirmou Keiley.

Desafio para Biden

A questão do autogovernado Taiwan tem sido um dos primeiros grandes desafios de política externa para o democrata Joe Biden.

Pequim reivindica total soberania sobre Taiwan, uma democracia de quase 24 milhões de pessoas localizada na costa sudeste da China, apesar do fato de que os dois lados têm sido governados separadamente por mais de sete décadas.

No primeiro final de semana de Biden na presidência, a China despachou duas grandes formações de aviões de guerra para a ilha. O movimento levou Taiwan a tomar medidas de defesa, como o envio de jatos de combate para monitorar os voos chineses.

Provocações

Navios de guerra norte-americanos transitando pelo Estreito de Taiwan são vistos por Pequim como provocações que ameaçam a estabilidade na região ao encorajar apoiadores da independência do território.

A última rota registrada ocorreu na madrugada de Ano-Novo, quando o McCain e um segundo destróier, o USS Curtis Wilbur, passaram pelo estreito, de acordo com comunicados da Marinha dos EUA.

Os navios de guerra norte-americanos transitaram pela área 13 vezes em 2020, informou a 7ª Frota. Em 2016, último ano da gestão Barack Obama, foram 12 vezes.

Compromisso com a defesa de Taiwan

Os EUA mostraram um forte compromisso com a defesa de Taiwan durante o governo do ex-presidente Donald Trump, ao aprovarem a venda de equipamentos militares sofisticados a Taipei, incluindo caças F-16, mísseis avançados e tanques de batalha, ao mesmo tempo em que enviavam emissários de alto nível à ilha.

Comunicados recentes do governo Biden sugerem que essas ações não serão revertidas. “Há um compromisso bipartidário forte e longo com Taiwan”, disse o novo secretário de estado dos EUA, Antony Blinken, na semana passada.

“Parte desse compromisso é garantir que Taiwan tenha a habilidade de se defender contra agressões. E este é um compromisso que permanecerá na gestão Biden”, disse Blinken.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. É mais uma estratégia dos EUA para venda de armamentos a Taiwan, nada mais do que isso.
    Fiquem tranquilos que nada vai acontecer.

  2. Americano sendo Americano só isso, quem acha que a troca Trump x Biden ia mudar alguma coisa estava muito enganado ou sofre das faculdades mentais.
    Americano só pensa e age para favorecer a sua pátria, e estão certíssimos, lá é EUA na 1ª opção, EUA na 2ª opção, EUA na 3ª opção, na 4ª opção eles podem pensar em alguém se for muito bom para o EUA.
    Ainda teve gente pensando que Trump ia salvar o Brasil e Biden destruí-lo, lêdo engano, eles são até capazes de fazer qualquer uma das coisas, mais se for conveniente para os EUA.
    Lá não tem esquerda nem direita, republicano ou democrata, situação ou oposição, lá só tem Americano que fazem tudo pelo seu País e para manter a hegemonia mundial.

    1. Tem americano, que por dinheiro, sabota o própio país.
      Patriotismo mesmo é coisa de redneck.

  3. E nao era o trump que era maluco. Kkkkk
    Estados Unidos apenas sendo Estados Unidos, americano é tão "bonzinho".

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Biden vai pedir quarentena a passageiros internacionais

Foto: © REUTERS/Jim Bourg/Direitos Reservados

O presidente norte-americano, Joe Biden, assinou decreto nessa quinta-feira (21) para requerer que passageiros internacionais de viagens aéreas façam quarentena ao chegarem aos Estados Unidos (EUA). Ele orientou as agências do país a implementarem rapidamente uma obrigação federal de uso de máscaras em transportes entre os estados.

O decreto de Biden diz que, “na medida do possível”, viajantes aéreos precisam cumprir as orientações do CDC [Centro de Controle e Prevenção de Doenças] em relação a viagens internacionais, “incluindo períodos recomendados de autoquarentena”, mas não explica como isso será aplicado.

O decreto também orienta as agências dos EUA a manterem conversas com o Canadá e México em relação a “protocolos de saúde pública para postos de entrada por terra”, incluindo a implementação de diretrizes do CDC. Quase todas as viagens não essenciais nas fronteiras terrestres dos EUA com o Canadá e México foram suspensas até 21 de fevereiro.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

    1. Vai quebrar o EUA aguardem !! Tá igual ao governadora do nosso estado.
      eu queria uma urna agora para votar novamente no MITO !!

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Biden diz que Trump deixou carta ‘muito generosa’ na Casa Branca

Foto: Tom Brenner/Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou que o seu antecessor, Donald Trump, lhe deixou uma “carta muito generosa” antes de deixar a Casa Branca, mas que não revelaria imediatamente o conteúdo da carta em respeito a Trump.

“O presidente escreveu uma carta muito generosa”, disse Biden a repórteres no Salão Oval na noite de quarta-feira (20). “Porque é privada, não vou falar sobre isso [o conteúdo] até falar com ele [Trump]. Mas foi generosa”.

A declaração foi dada após a assinatura de diversas ordens executivas — algumas revendo importantes decisões de Trump, como o retorno ao Acordo de Paris para o Clima e à OMS (Organização Mundial da Saúde).

Deixar uma nota para o sucessor é uma tradição entre presidentes dos EUA desde 1988, quando Ronald Reagan fez um texto para George H.W. Bush (veja mais abaixo).

Segundo a rede de televisão CNN, a carta é uma “nota pessoal” que deseja a Biden sucesso para o país e que pede que a nova administração cuide do país.

Posse sem Trump

Apesar da carta, Trump rompeu uma outra tradição, de mais de 150 anos: se recusou a participar das cerimônias de transferência de poder para Biden.

Antes dele, só três presidentes americanos faltaram à posse de seus sucessores: John Adams (1801), John Quincy Adams (1829) e Andrew Johnson (1869).

O agora ex-presidente dos EUA deixou a Casa Branca às 8h de quarta e decidiu passar seus últimos momentos no cargo em seu resort na Flórida.

Cartas aos sucessores

Deixar uma nota para o sucessor é uma tradição que começou na transferência de poder entre Ronald Reagan e George H.W. Bush.

Quatro anos depois, Bush deixou um recado maior para Bill Clinton. O conteúdo era encorajador, desejava sucesso e dizia para Clinton não se deixar desanimar.

No velório de Bush, Clinton descreveu as palavras de seu antecessor como honradas, graciosas e decentes e disse que elas representavam também o próprio político.

George W Bush, filho de George H. W. Bush, recebeu uma carta de Bill Clinton.

E o segundo Bush a ocupar a Presidência dos EUA também deixou uma carta para Barack Obama, em que o parabenizava e o incentivava.

Obama deixou uma carta mais longa a Trump, mas o texto tinha um tom mais distante. Depois de assumir o poder, Trump disse que ligou para Obama para agradecer pelo documento.

G1

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Biden reconhecerá Guaidó como presidente da Venezuela e provoca ira de Felipe Neto: “EUA continua sendo EUA”

Foto: Montagem

O governo do novo presidente dos EUA, Joe Biden, continuará a reconhecer o líder da oposição venezuelana Juan Guaidó como o presidente do país sul-americano, de acordo com Anthony Blinken, nomeado secretário de Estado por Biden, na terça-feira, 19.

Blinken disse a membros do Senado dos Estados Unidos que Biden aplicará sanções “mais eficazes” ao país para destituir o presidente Nicolás Maduro – que mantém o controle do país. Blinken disse que o novo governo buscará mais assistência humanitária ao país.

Os Estados Unidos, junto com dezenas de outros países, reconheceram Guaidó, o líder da Assembleia Nacional da Venezuela, comandada pela oposição, como o presidente do país em janeiro de 2019, argumentando que a reeleição de Maduro em 2018 foi fraudada.

“Precisamos de uma política eficaz que possa restaurar a democracia na Venezuela, começando com eleições livres e justas”, disse Blinken. O esforço de Guaidó para derrubar Maduro – que comanda o país em colapso e é acusado de corrupção e violações dos direitos humanos – parou.

Maduro chama Guaidó de um “fantoche dos EUA” que tenta derrubá-lo em um golpe. Seus aliados expressaram o desejo de entrar em negociações com o governo Biden após anos de tensões e escaladas de sanções nos EUA.

Foto: Reprodução/Twitter

Com informações do Estadão

Opinião dos leitores

  1. Os Estados Unidos já desistiram desse plano. Ninguém leva a sério esse tal de Guaidó!

  2. Quem é esse sujeito? É algum chefe de estado? É algum bilionário empresário ? Faz negócios com EUA? É um Zé ninguém, vocês perdem muito tempo dando importância a quem não tem .

  3. Se é por falta de assunto chegou; Felipe Neto questiona o Presidente dos EUAA, sobre sua posição política em relação a Venezuela, provavelmente Joe Biden voltará atrás.

  4. Enquanto derem "espaço" para um imbecil como esse Felipe Neto, estaremos sujeitos a conviver com essas declarações imbecis.

    1. É aquele que fala assim:
      "Você não gosta de mim, mas sua filha gosta".
      Pergunte aos seus netos que eles te dirão.

    2. Lascou se.
      Não tenho filhas.
      Hehehehe.
      Só filhos e ta de olho na sua casa.
      Tem a mamãe tem a titia, tem a mana.
      Tome cuidado!!
      Só super dotados.
      Hehehehehe

  5. Nos EUA o Governo é superior ao Governante, o Estado é mais forte que o Gestor, por isto eles são uma potência e tem uma democracia forte, onde prevalecem os interesses da Nação. Lá político não faz o que quer, não pinta e borda, não é Deus.
    Sabe o que vai mudar com a troca de Trump por Biden, praticamente nada, só diminuirá a arrogância do galego topetudo. Lá prevalece e sempre prevalecerá os interesses americanos, eles fazem o que é melhor para os Estados Unidos, independente de quem ocupe a Casa Branca, e ponto final, o Mundo que se lixe.

  6. Biden é fascista, e está destruindo os EUA. Discurso da quadrilha petralha é o mesmo, sempre. São limitadíssimos cognitivamente para uma crítica justa e construtiva. Luciano Hulk, Amoedo ou qualquer um que nao pague o pedágio ideológico, caso ganhem em 2022 serão tb chamados de Fascista e Genocida.

  7. Depois dessa joe Biden quase não dormiu direito. Já percebeu que antes de qualquer decisão tem que consultar o pitaco de Felipe Neto.

    1. Quem é esse besta do Felipe Neto, o Brasileiro se preocupa muito com esses influenciadores conversadores de bostas

  8. A boiada é limitada mesmo.
    A Europa inteira não reconhece esse aventureiro como presidente, aí sai uma nota informando que o novo presidente dos EUA vai reconhecer, mas ninguém falou quais as condições…
    Não é atoa que esse povo (boiada) nao passa num concurso.

  9. Qual a motivação e importância em dar visibilidade ao que esse desmiolado fala?
    Esse rapaz não tem nada de construtivo a falar, suas opiniões são uma aberração de A a Z.
    É apenas mais um desvirtuado mental, que não se sabe a que preço, vem tendo espaço na mídia.
    Por favor BG, eleve o nível do seu blog, deixe de dar visibilidade a esse tipo de pessoa.
    Isso não é liberdade de expressão e sim apologia a falta de moral, falta de educação e falta de princípio familiar.

    1. Respondendo a Senhora Luciana,agora Joe Biden o novo presidente dos EUA passará a ser considerado o próprio satanás,um anti Cristo pelos filiados e adeptos do PT e dos outros partidos aliados da esquerda brasileira.

  10. Radicais da direita, do centro e da esquerda, todos alienados imbecis. Raça asquerosa.

  11. eu fico impressionado como dao ouvidos a certas pessoas quem diabo e felipe neto????
    como se apoia um genocida como maduro?
    a fraude nas eleicoes da venezuela foi clara inclusive com prisoes de dversarios politicos um pais enterrado no caos.
    e esse bloco a ainda sita o nome de felipe neto um ze ninguem sem cultura.
    lamentavel

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Biden anuncia retorno dos EUA à OMS e ao Acordo de Paris e medidas de Trump que serão anuladas

Foto: Kevin Lamarque/Reuters

O gabinete de transição do presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou na manhã desta quarta-feira (20), horas antes da posse, uma série de medidas que serão tomadas no primeiro dia no cargo.

Entre as principais estão medidas sanitárias e econômicas de combate à pandemia, o retorno dos EUA à OMS (Organização Mundial da Saúde) e ao Acordo de Paris para o Clima. Também foi anunciada a reversão de várias outras decisões do atual presidente americano, Donald Trump, como a construção do muro na fronteira com o México e o veto à entrada de cidadãos de países muçulmanos nos EUA.

Veja as principais medidas anunciadas:

Meio ambiente

Retorno ao Acordo de Paris para o Clima;

Reverter as ações ambientais de Trump “para proteger a saúde pública e o meio ambiente e restaurar a ciência”;

Saúde

Acabar com o processo de saída dos EUA da OMS (Organização Mundial da Saúde);

Obrigar o distanciamento social e o uso de máscaras em prédios e áreas federais e por funcionários públicos do governo e terceirizados;

Política externa

Parar a construção do muro na fronteira com o México;

Reverter o veto de Trump à entrada de cidadãos de países muçulmanos nos EUA;

Economia

Estender a moratória para despejos até 31 de março;

Estender a pausa no pagamento de financiamentos estudantis até 30 de setembro;

Outras medidas

Lançamento de uma série de iniciativas governamentais para promover a igualdade racial;

Prevenir e combater a discriminação com base no gênero ou na orientação sexual;

O gabinete de transição afirmou que as ações executivas visam adotar “ações para lidar com a pandemia da Covid-19, fornecer alívio econômico, combater as mudanças climáticas e promover a igualdade racial”.

Segundo o comunicado, Biden “assinará uma combinação de ordens executivas, memorandos, diretivas e cartas para dar os passos iniciais” horas após a posse, que está marcada para o meio-dia em Washington (14h em Brasília).

“O presidente eleito Biden agirá não apenas para reverter os danos mais graves do governo Trump, mas também para começar a fazer nosso país avançar”, aponta o comunicado.

Biden promete para os 100 primeiros dias de governo vacinar 100 milhões e mudar completamente a abordagem de combate à pandemia, para reduzir seu impacto econômico e social.

G1

Opinião dos leitores

  1. Show. A luta contra a ditadura de Trump começou. Graças a Deus nos EUA tudo se desfaz. Espero que no Brasil a coisa seja igual.

  2. Já consigo ver uma luz no fim do horizonte brasileiro. Em breve, mudanças na política daqui. O extremismo bolsonarista não pode vingar. É muito amadorismo. Desgoverno Federal. Humilhação Federal. Todo santo dia. Chega!

    1. A esquerda não cansa de passar vergonha.
      Os derrotados em 2018, a turma do mensalão e do petrolao, a turma de Maduro, posando de sabichao…
      Xô, comunismo.
      Quem quer a saída de Bolsonaro?
      Traficantes de drogas, maconheiros, bicheiros, políticos corruptos, imprensa que deixou de receber dinheiro, radicais de esquerda, a turma do Maduro e parte da população que se deixa influenciar pelos primeiros.
      Urubus usam a pandemia que afeta o mundo todo para tomar o poder.
      Na Inglaterra, 80 mil óbitos.
      França 70 mil óbitos.
      Índia 150 mil óbitos.
      Ninguém está falando mal do presidente.
      No Brasil, o Foro de São Paulo quer surfar na onda do coronavirus para implantar o comunismo.
      Na Venezuela e Argentina não foi diferente.
      No Chile, os militantes de esquerda fizeram suruba nas praças e colocaram fogo em igrejas e universidades.
      Esquerda é ódio e violência.
      Querem dar um golpe na democracia.
      A população brasileira não se deve deixar enganar pelo discurso enganoso de comunistas.
      Comunismo é mentira e atraso.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Trump diz que não vai à posse de Biden

Foto: Twitter/via Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (8) que não participará da posse de Joe Biden no cargo em 20 de janeiro. Na véspera, após a certificação do democrata como vencedor das eleições de novembro, o republicano reconheceu pela primeira vez que deixará a presidência e “prometeu uma transferência suave e ordeira”.

“A todos aqueles que perguntaram, eu não vou à cerimônia de posse em 20 de janeiro”, escreveu Trump no Twitter.

Presidente Donald Trump diz em um tweet que não estará presente na posse do presidente Joe Biden em 20 de janeiro de 2021, registro feito em 8 de janeiro de 2021 — Foto: Reprodução/Twitter/realDonaldTrump

Tradicionalmente, os presidentes que deixam o cargo participam da cerimônia de posse do sucessor. Quando Trump assumiu a Casa Branca, em 2017, Barack Obama compareceu ao evento e cumprimentou o republicano.

Os únicos três presidentes que faltaram à posse dos seus sucessores foram John Adams (em 1801), John Quincy Adams (em 1829) e Andrew Johnson (em 1869).

Mesmo com a ausência de Trump, o vice-presidente Mike Pence deve participar da cerimônia, embora não tenha confirmado a ida. Ele transmitirá o cargo para a eleita Kamala Harris.

Semana de tensão nos EUA

Trump tem insistido que não perdeu a eleição presidencial de novembro e que houve fraude e irregularidades. Entretanto, os auditores e a Justiça dos EUA não encontraram nenhum indício que pudesse mudar a vitória de Biden, que obteve 306 votos no Colégio Eleitoral contra 232 do republicano.

A situação atingiu o ápice nesta quarta-feira, quando o Congresso se reuniu para contar as cédulas do Colégio Eleitoral e certificar a vitória de Joe Biden — processo que, em outros anos, teve papel muito mais cerimonial do que político.

Após Trump dizer em comício que “iria junto” com os apoiadores ao Capitólio, um grupo de extremistas invadiu a sede do Congresso americano, e os parlamentares precisaram ficar protegidos em áreas seguras ou ser evacuados do edifício. Houve tumulto, e cinco pessoas morreram, incluindo um policial.

Horas mais tarde, após intervenção da Guarda Nacional e de um toque de recolher imposto pela prefeita da capital Washington, a sessão foi retomada e Biden, enfim, recebeu a certificação como presidente eleito dos EUA.

Somente aí, Trump reconheceu que “um novo governo tomará posse” em 20 de janeiro. Ele porém se recusou, mais de uma vez, a dizer o nome de Joe Biden como novo presidente dos EUA. E somente mais de 24 horas depois da invasão, o republicano condenou a invasão ao Congresso, que chamou de “ataque odioso”, e pediu investigação aos envolvidos na violência.

G1

Opinião dos leitores

  1. Nossa, que tristeza que Biden vai sentir se o Bozo americano não comparecer à cerimônia de posse. Tragédia nacional.

  2. ahhahahahah
    O presidente sentirá uma falta tãoooooo grande desse vodú!
    Tomara que Bolsonaro faça o mesmo no dia de sua derrota.

  3. Oxente! Que besteira! Ele aprendeu a ser educado com a Rosalbinha do Mossoró. Ela também não foi para a posse do menino Alysson e não fez a menor falta. Gente fina, elegante e sincera como diz Lulu Santos…..

  4. Por causa desse miserável quatro pessoas inocentes foram mortas naquela terrível invasão ao parlamento estadunidense da América,este Trump que insitou e estimulou as pessoas com palavras de agressividade e violência e de insurreição,revolução e rebeldia não aceitando a derrota eleitoral presidencial de 2020 que ocasionou nesta execrável desordem política e social no país.
    Se houver uma reviravolta eleitoral para a presidência da República aqui no Brasil em 2022 e o atual presidente perder essa eleição presidencial nas urnas no Brasil pode acontecer uma tragédia de proporções ainda maiores do que essa ocorrida nos EUA,nos EUA Trump não conseguiu consumar um golpe de estado,mas no Brasil o atual presidente da República provavelmente podera consumar um golpe de estado ou pode causar uma grande confusão institucional,política e social.

  5. ?????????
    Que é isso Trumpinho…eu esperava mais…esperava vc se trancar na casa Branca e resistir, se amarrar ao pé da mesa, se acorrentar na porta…nammmm decepcionada..?
    ?????????

  6. Biden e a democracia agradecem pela ausência kkk! Isso se Trump não for impedido antes do dia da posse, já que incitou aos retardados que o seguem e acreditam nas bostas dele a invadir o congresso e tentar um autogolpe… O MINTOmaníaco vai querer fazer o mesmo aqui, anotem!

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Após Congresso ratificar vitória de Biden, Trump diz que haverá ‘transição ordenada’

O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa para apoiadores enquanto o Congresso se reúne para certificar a vitória de Biden — Foto: Evan Vucci/AP

Após o Congresso americano ratificar a vitória de Joe Biden nas eleições presidenciais de novembro na madrugada desta quinta-feira (7), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que “haverá uma transição ordeira em 20 de janeiro”.

“Embora isso represente o fim do maior primeiro mandato da história presidencial, é apenas o começo de nossa luta para tornar a América grande de novo”, afirmou Trump ao reconhecer a derrota para Biden, que tomará posse no dia 20.

A declaração foi publicada pelo porta-voz da Casa Branca, Dan Scavino, e foi feita após apoiadores do presidente invadirem o Capitólio, sede do Congresso americano, e causar a suspensão da sessão. Quatro pessoas morreram durante a invasão, segundo a polícia.

“Mesmo que eu discorde totalmente do resultado da eleição, e os fatos me confirmem, haverá uma transição ordenada em 20 de janeiro”, afirmou o presidente dos EUA.

Trump tem se recusado a reconhecer a derrota para Biden e afirma que houve “fraudes massivas” na eleição, apesar de não haver nenhuma prova ou evidência de que isso tenha ocorrido.

A sessão do Congresso foi retomada após horas de interrupção causada por extremistas apoiadores de Trump, que invadiram o Capitólio, e foi encerrada às 5h44 (horário de Brasília) desta quinta-feira (7), após o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, proclamar o resultado da eleição.

“O anúncio do estado da votação pelo presidente do Senado será considerado uma declaração suficiente para as pessoas eleitas presidente e vice-presidente dos Estados Unidos para o mandato que começa no dia 20 de janeiro de 2021 e será inscrito junto à lista de votos nos jornais do Senado e da Câmara dos Representantes”, afirmou Pence após a contagem dos votos do Colégio Eleitoral.

Em condições normais, a sessão seria um procedimento meramente formal. Mas Trump pressionava Pence, que presidiu a sessão porque o vice-presidente dos EUA também ocupa o cargo de presidente do Senado, a não aceitar a certificação de Biden

Ao retomar a sessão, Pence — que também saiu derrotado na tentativa de se reeleger como vice na chapa de Trump — criticou a invasão do Capitólio e celebrou a volta da sessão.

“Para aqueles que causaram estragos em nosso Capitólio hoje: vocês não ganharam”, disse Pence durante seu discurso na reabertura.

“A violência nunca vence. A liberdade vence. Ao nos reunirmos novamente nesta câmara, o mundo testemunhará novamente a resiliência e a força de nossa democracia. E esta ainda é a casa do povo. Vamos voltar ao trabalho”, concluiu.

Momentos antes da invasão, Trump disse que marcharia junto com os apoiadores ao Congresso. “Eu estarei com vocês. Vamos andar até o Capitólio e felicitar nossos bravos senadores e congressistas”, disse no discurso em que rejeitou, mais uma vez, reconhecer o resultado da eleição. Ele, no entanto, não foi visto na marcha.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Antes da pandemia o nivel de emprego tinha chegado ao melhor nível em meio século. Os americanos vão chorar sangue. Quer saber? Se arrombem. Mesmo com fraude, Bidê teve votação expressiva.

  2. Pra quem quer ver os EUA se ferrarem, faz todo o sentido comemorar a derrota de Trump. Nisso há coerência.. No fundo é pura inveja (cheia de discursos para justificar).

  3. Todos os inimigos dos EUA comemoram. O país seguraa uma barra que está muito além da compreensão das cabecinhas bitoladas por fessorzinho comuna. Avança o expancionismo do PCCh, o fundamentalismo islámico, os projetos oligopolistas com o seus cavalos de Tróia ( progressismo).Muitos vão achar graça dessas palavras. Riem da própria ignorância. De quebra, os idiotas úteis daqui vão servir de fantoches do agro americano, com o seu discurso hipócrita sobre ambientalismo.

    1. Pode chorar kkk Bolsonaro assinou um decreto liberando as lágrimas da esquerda.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Itamaraty dá aval e Bolsonaro reconhece Biden como presidente dos EUA

Foto: Joshua Roberts – 25.nov.2020 / Reuters

O Palácio Itamaraty deu aval e o presidente Jair Bolsonaro determinou que o governo brasileiro reconheça a vitória de Joe Biden nas eleições americanas.

Em nota, o presidente brasileiro reconheceu a vitória de Biden nas eleições dos Estados Unidos. Veja a mensagem:

“Cumprimentos do Presidente Jair Bolsonaro ao Presidente-Eleito dos EUA Joe Biden

O Presidente Jair Bolsonaro transmite a seguinte mensagem ao Presidente-Eleito Joe Biden após o anúncio dos resultados da votação no Colégio Eleitoral dos EUA:

– Saudações ao Presidente Joe Biden, com meus melhores votos e a esperança de que os EUA sigam sendo “a terra dos livres e o lar dos corajosos”.

– Estarei pronto a trabalhar com V. Exa. e dar continuidade à construção de uma aliança Brasil-EUA, na defesa da soberania, da democracia e da liberdade em todo o mundo, assim como na integração econômico-comercial em benefício dos nossos povos.”

A avaliação na diplomacia brasileira foi a de que, com a vitória de Biden no colégio eleitoral e a conclusão da judicialização promovida por Donald Trump –com resultado negativo para ele— é inevitável o reconhecimento.

Junto com o reconhecimento, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, já determinou à Embaixada do Brasil nos Estados Unidos que comece a reconstrução de pontes com 0o governo americano. O motivo é que chegou a ele informações de que os democratas passaram de uma situação de incômodo com o não-reconhecimento para um estágio de indiferença com o governo brasileiro.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. A Vitória FLAGROROSA de Joe Biden como Presidente Eleito do Estados Unidos da América, independe do AVAL de pessoas CRETINAS, como JAIR BOLSONARO e Donald TRUMP! O POVO americano, ao contrário do POVO brasileiro, tem formação política e não se deixa conduzir pelo ÓDIO e pelo FANATISMO!

  2. Já se rendeu? Acho que vou chamar bostarano de deca… adivinhem.. quando abre a boca é só merda!!

  3. Quam a importância tem ele reconhecer ou não?
    O cabra besta.
    O Presidente eleito dos EUA deve ter passado uns dias sem dormir esperando isso.
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  4. Não acredito que o mitu está se rendendo aos comunistas da América do Norte. É uma traição para com a JBB (Juventude bolsonarista bovina). Mas não há problema nenhum. Com auxílio do Ernesto das Relações Internacionais vamos fazer um boicote a esse paisinho arrogante até a volta do líder Tramp.

  5. O presidente norte americano tava esperando essa cartinha para começar a acreditar que havia sido eleito. Kkkkkkkkkkkkk

  6. Finamente, o Pateta Mor reconheceu a vitória dele.
    Talvez o gado, agora, também aceite.
    Muuuuuuuuu

  7. Agora sim Joe Biden é o Presidente…ele nem vai dormir agora de tão emocionado..kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    #bozoéridiculo

    1. Graças a Deus, é um milagre, agora sim, Joe Bidem está feliz e realizado, a partir de agora é realmente presidente dos EUA. A pessoa mais importante do mundo, a mais ou inteligente, o homem do ano ter reconhecido, agora o mundo pode acabar, tudo nos seus devidos lugares, estava com medo enorme de Bidem suicidar_se e o povo americano jamais nos perdoariam. Hj vou até parar de tomar o Rivotril que de tão ansiosa eu estava.???????????????

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Líder republicano do Senado reconhece vitória de Biden

Líder republicano no Senado dos Estados Unidos, Mitch McConnell. 08/12/2020 Kevin Dietsch/AFP

Em um novo golpe à tentativa do presidente Donald Trump de reverter o resultado da eleição presidencial dos Estados Unidos, o líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, reconheceu nesta terça-feira, 15, a vitória do democrata Joe Biden no pleito. A fala acontece um dia após o Colégio Eleitoral oficializar o democrata como presidente eleito do país.

“Ontem os eleitores (do Colégio Eleitoral) se reuniram em 50 estados e a partir desta manhã nosso país tem oficialmente um presidente eleito”, disse o influente senador. “Sendo assim, hoje quero parabenizar o presidente eleito Joe Biden”.

McConnell foi um pilar fundamental de Trump para governar e seu papel no Senado foi crucial para avançar na agenda do governo. Até agora, poucos republicanos se distanciaram da postura do presidente, que não reconhece a derrota e iniciou uma série de processos judiciais para invalidar os resultados, sem sucesso em nenhum deles.

“Muitos desejaram que a eleição presidencial tivesse um resultado diferente, mas nosso sistema de governo tem processos que determinam quem tomará posse em 20 de janeiro”, disse o chefe da bancada majoritária do Senado.

O conservador, que representa Kentucky, também parabenizou também Kamala Harris, que será a primeira mulher a ocupar a vice-Presidência do país.

“Além de nossas diferenças, os americanos podem ficar orgulhosos de que nossa nação tem uma mulher eleita vice-presidente pela primeira vez em sua história”, disse

O processo do Colégio Eleitoral, que normalmente não passa de uma formalidade, ganhou mais atenção neste no devido à campanha de Trump de tentar desqualificar o pleito. Os resultados da eleição foram certificados pelos 50 estados americanos, assim com pelo Distrito de Columbia. O democrata venceu com 81,3 milhões de votos, 51,3% dos sufrágios emitidos, contra 74,2 milhões (46,8%) do republicano.

Mas nos Estados Unidos o presidente é decidido pelo sufrágio universal indireto, e cada estado dispõe de um número determinado de delegados com base no tamanho de sua população. Biden conquistou 306 dos 538 delegados do Colégio Eleitoral, e Trump 232. Para vencer a eleição eram necessários ao menos 270.

Ofensiva

Trump segue fazendo afirmações sem fundamento de que a eleição de novembro foi a “mais corrupta na história dos Estados Unidos”, como tuitou novamente no domingo.

A campanha do republicano, porém, não conseguiu provar nenhum caso de fraude e as tentativas de impugnar a votação, examinadas por dezenas de juízes, foram rejeitadas, com apenas uma exceção. A Suprema Corte, de maioria conservadora graças às designações de três integrantes por Trump, se negou na sexta-feira sequer a considerar duas demandas dos republicanos.

Quase junto à confirmação do Colégio Eleitoral, Trump usou suas redes sociais para anunciar a saída do secretário de Justiça, William Barr, de seu governo. O secretário, notório por seu apoio ao presidente, disse em entrevista recente à Associated Press que “não vimos fraude em uma escala que pudesse levar a um resultado diferente nas eleições”, enfurecendo a base do republicano.
Muitos congressistas republicanos respaldam as afirmações de fraude de Trump, mas alguns estariam dispostos a reconhecer a vitória de Biden após a ratificação do resultado pelo Colégio Eleitoral.

Mas como as pesquisas mostram que apenas um em cada quatro eleitores republicanos aceita os resultados das eleições como válidos, não se espera que Trump admita a derrota a curto prazo.

No fim de semana, ao ser questionado em uma entrevista no canal Fox News se compareceria à posse de Biden em 20 de janeiro, como exige o protocolo e séculos de tradição, Trump se limitou a responder: “Não quero falar sobre isto”.

À imprensa na tarde desta segunda, a porta-voz da Casa Branca, Kayleigh McEnany, se recusou a responder se Trump aceitará o resultado do Colégio Eleitoral.

Veja

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Putin parabeniza Biden por eleição nos EUA

Foto: Sputnik/Mikhail Klimentyev/Kremlin via Reuters

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, parabenizou Joe Biden nesta terça-feira (15) por sua vitória na eleição presidencial dos Estados Unidos, realizada em novembro, e disse que estava disposto a trabalhar com o americano, apesar da deterioração das relações bilaterais com o governo do derrotado Donald Trump.

“De minha parte, estou pronto para uma colaboração e para estabelecer contatos com vocês”, escreveu Putin em um telegrama, segundo o Kremlin.

O presidente russo é um dos poucos líderes que esperou o voto do colégio eleitoral norte-americano a favor de Biden para parabenizá-lo. Ele explicou a demora devido à recusa de Donald Trump em reconhecer a derrota e pelos vários apelos à Justiça dos EUA feitos pelo republicano.

“Putin desejou sucesso ao presidente eleito e assegurou-lhe que está convencido de que a Rússia e os Estados Unidos … podem, apesar de suas divergências, resolver numerosos problemas e desafios no mundo”, acrescentou o Kremlin em seu comunicado.

Biden prometeu firmeza contra a Rússia, acusada de interferência no sistema eleitoral norte-americano para favorecer a eleição de Trump em 2016.

Trump, por sua vez, sempre negou que tenha se beneficiado de qualquer tipo de ação russa.

O presidente brasileiro Jair Bolsonaro ainda não se manifestou sobre a vitória de Joe Biden nos EUA.

Colégio eleitoral

O Colégio Eleitoral confirmou nesta segunda (14) a vitória Biden nas eleições presidenciais dos Estados Unidos. A etapa foi mais uma das formalidades entre a votação de novembro e a posse do democrata como novo presidente, prevista para 20 de janeiro.

Na etapa desta segunda-feira, os 538 delegados dos 50 estados e do Distrito de Columbia designados a votarem conforme os resultados das eleições depositaram publicamente seus votos. As cédulas serão enviadas até 23 de dezembro para a capital Washington, onde serão formalmente recebidas e contadas em uma solenidade em janeiro no Congresso americano.

Esses eleitores do Colégio Eleitoral são nomeados a partir da certificação dos resultados eleitorais em cada estado, etapa que oficializou os números da apuração. Todas os estados protocolaram os dados até a semana passada.

Com os 55 votos da Califórnia no início desta noite, Biden ultrapassou oficialmente os 270 votos mínimos no Colégio Eleitoral para se eleger presidente. Nenhum delegado votou diferente do que havia sido designado — ou seja, não houve “eleitores infiéis”.

Com isso, o democrata confirmou 306 delegados no Colégio Eleitoral, contra 232 do republicano Donald Trump, atual presidente e derrotado na tentativa de se reeleger. Considerando o voto popular, Biden teve 81,3 milhões de votos (51,3%) contra 74,2 milhões (46,8%) de Trump.

G1

Opinião dos leitores

  1. E Tonho ? Será que agora se pronuncia ? Soube que BIDEN está sem dormir , impaciente esperando o pronunciamento de Da lua . Disse que se ele não reconhecer os EUA , não serão os mesmos . Aí papai ! Fecha a porta Abomael , o cheiro de bufa está vindo de terreiro

    1. Esse omi passa o dia postando asneira nesse blog. Vai arrumar uma lavagem de roupa!

    2. Parabéns EUA, era o vice de Obama, sensatos e inteligentes, tanto que tem certeza dos bilhões de reais roubados por luladrão, conforme declarou Obama há poucos dias atrás.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *