Comissão decide que segundo debate entre presidenciáveis nos EUA será virtual, e Trump diz que é “ridículo” e não vai participar

Foto: Reprodução/GloboNews

A comissão que organiza os debates entre os dois principais candidatos a presidente dos Estados Unidos, Joe Biden e Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (8) que o segundo confronto entre eles será feito remotamente, sem que os dois estejam no mesmo local. O encontro está agendado para o dia 15 de outubro.

Trump disse que se recusa a participar de um debate virtual. Ele deu uma entrevista por telefone a um programa da rede de TV Fox.

“Eu não vou perder meu tempo com um debate virtual, essa não é a ideia de um debate. Senta-se atrás de um computador e se debate, é ridículo. Isso não é aceitável para a gente”, disse ele.

O primeiro debate entre os dois aconteceu em 29 de setembro. Três dias depois, Trump anunciou que estava com Covid-19. Os candidatos a vice também tiveram seu confronto, que foi presencial, nesta quarta-feira.

O presidente afirmou que só soube da decisão de organizar um debate virtual nesta quinta-feira, minutos antes de sua participação por telefone no programa de TV. Ele acusou a comissão que organiza o debate de tentar proteger Biden.

O presidente foi hospitalizado no dia 3 de outubro e voltou à Casa Branca na segunda-feira. No dia de seu retorno, afirmou que estava ansioso para participar de um segundo debate com Biden. Nesta quinta, Trump disse que se sente “pronto para voltar a fazer campanha”, mesmo sem ter se curado.

Em nota, a comissão afirmou que o segundo debate terá o formato de um encontro com eleitores. Os candidatos vão participar de locações remotas e distintas. O texto cita a saúde e segurança de todos os envolvidos como um dos motivos para o formato.

O plano é que o moderador, Steve Scully, conduza o debate de um centro de convenções em Miami. Eleitores da região sul do estado da Flórida vão fazer perguntas aos candidatos.

Primeiro debate

O primeiro debate entre os dois candidatos aconteceu no dia 29 de setembro. O confronto foi marcado por interrupções e acusações entre os dois.

Falando muito desde o começo, Trump quase não deu espaço para o adversário, interrompendo inclusive o moderador e tornando difícil a distribuição do tempo.

Biden, irritado, chegou a pedir para que Trump se calasse para que pudesse falar: “Você quer se calar, homem?”.

Veja alguns dos temas que foram debatidos no primeiro encontro:

A indicação para a Suprema Corte da juíza Amy Coney Barrett;

A força dos grupos mais radicais de esquerda dentro do Partido Democrata;

Os impostos de Donald Trump, que teria contribuído com US$ 750 em 2016 e não pagou nada em dois anos anteriores;

Os protestos e atos políticos durante a presidência de Trump

Debate por transmissão em 1960

Esta não é a primeira vez que um debate de presidenciáveis nos EUA é organizado para ser realizado sem que os debatedores estejam em um mesmo local.

Em 1960, John F. Kennedy e Richard Nixon fizeram um encontro via transmissão (um deles estava em um estúdio na cidade de Nova York, e o outro, em Los Angeles).

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro disse:

    Sr. Arthur lave a boca, educação, respeito e parcimônia advém da família e do caráter, esse seu comentário é grosseiro e despropositado, eivado de ignorância, lembre-se que vc muito parecido com um ser humano, pode eventualmente sofre uma queda ou acidente, aí vc vai implorar pela misericórdia de Deus e Justiça dos HOMENS.

    • Manoel C. disse:

      Você sempre se porta grosseiramente e debochado, agora tomou as dores do Pr.? Tenha vergonha na cara, hipócrita.

  2. Lopim disse:

    Esse povo todin já foi, e Lula tá quase indo de novo.

  3. Arthur disse:

    Daqui a pouco vai simular uma facada pra fugir dos debates.

  4. Antonio Turci disse:

    Trump tem razão. Debates, aulas, exames médicos têm que ser atividades presenciais entre outras centenas. O resto é medo, preguiça, impossibilidade…….

  5. Jailson disse:

    Maurício Macri já foi…
    Trump está indo…
    Bolsonaro tá bem ali na esquina…

AMAZÔNIA: Bolsonaro rebate candidato à presidência dos EUA, Joe Biden, diz que não aceita infundadas ameaças e que soberania do Brasil é inegociável

 

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– O candidato à presidência dos EUA, Joe Biden, disse ontem que poderia nos pagar U$ 20 bilhões para pararmos de “destruir” a Amazônia ou nos imporia sérias restrições econômicas. – O que alguns ainda não entenderam é que o Brasil mudou. Hoje, seu Presidente, diferentemente da esquerda, não mais aceita subornos, criminosas demarcações ou infundadas ameaças. NOSSA SOBERANIA É INEGOCIÁVEL. – Meu governo está realizando ações sem precedentes para proteger a Amazônia. Cooperação dos EUA é bem-vinda, inclusive para projetos de investimento sustentável que criem emprego digno para a população amazônica, tal como tenho conversado com o Presidente Trump. – A cobiça de alguns países sobre a Amazônia é uma realidade. Contudo, a externação por alguém que disputa o comando de seu país sinaliza claramente abrir mão de uma convivência cordial e profícua. – Custo entender, como chefe de Estado que reabriu plenamente a sua diplomacia com os Estados Unidos, depois de décadas de governos hostis, tão desastrosa e gratuita declaração. – Lamentável, Sr. Joe Biden, sob todos os aspectos, lamentável. XXXXXXXXXXXXXXXXXXX Texto em inglês no snapgram:

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O presidente Jair Bolsonaro rebateu nesta quarta-feira(30) o candidato à presidência dos EUA, Joe Biden, que disse nessa terça-feira(30), sobre oferta de U$ 20 bilhões para Brasil parar de “destruir” a Amazônia, sob ameaça de impor sérias restrições econômicas.

Veja trecho do presidente:

“O que alguns ainda não entenderam é que o Brasil mudou. Hoje, seu Presidente, diferentemente da esquerda, não mais aceita subornos, criminosas demarcações ou infundadas ameaças. NOSSA SOBERANIA É INEGOCIÁVEL.

– Meu governo está realizando ações sem precedentes para proteger a Amazônia. Cooperação dos EUA é bem-vinda, inclusive para projetos de investimento sustentável que criem emprego digno para a população amazônica, tal como tenho conversado com o Presidente Trump.

– A cobiça de alguns países sobre a Amazônia é uma realidade. Contudo, a externação por alguém que disputa o comando de seu país sinaliza claramente abrir mão de uma convivência cordial e profícua.

– Custo entender, como chefe de Estado que reabriu plenamente a sua diplomacia com os Estados Unidos, depois de décadas de governos hostis, tão desastrosa e gratuita declaração.

– Lamentável, Sr. Joe Biden, sob todos os aspectos, lamentável”.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Braulio Pinto disse:

    A eleição nos states não será mais a mesma depois da fala de Bolsonaro. Periga Biden desistir de concorrer depois de tão contundente declaração.

  2. Morais disse:

    Interessante é que ele abriu as pernas para os Estados Unidos idolatrando a bandeira e batendo continência. Até secretário gringo chegou escondido poucos dias atrás. Olho grande na Amazônia todos têm, principalmente os EUA, mas agora a questão é econômica. Ou aprendemos a lidar com o ambiente do qual fazemos parte ou vamos sentir no próprio bolso. Vale lembrar que a Amazônia não é somente brasileira e é preciso um plano de ação de todos os países amazônicos. O Brasil deve fazer a sua parte protegendo a floresta e os povos que dela sobrevivem de modo sustentável e não querer passar a boiada por cima de tudo, como quer o ministro bandido Ricardo Sales. O boicote a produtos brasileiros começou desde o ano passado com a falta de ação do governo e este ano já estamos colhendo os maus frutos.

  3. João Macena disse:

    Cara Almira, o que vc têm a dizer ou comentar, do governo mais corrupto da história Repúblicana do Brasil? O governo do PT? Lembrando: Bolsonaro, não têm nenhum processo de cunho pessoal. João Macena.

  4. Afonso disse:

    Chora PTralha

  5. Almira disse:

    Se fosse tão bom homem assim, já teria dado fim a muita conspiração (Gabinete do Ódio) e também a certas corrupções dentros dos átrios do governo. E por que não cortar os penduricalhos dos políticos? Verbas de
    gabinete nas alturas… Não transparência com os gastos parlamentares….

Biden abre 14 pontos para Trump

(Foto: Reprodução)

intensa semana de protestos diários nos Estados Unidos em razão da morte de George Floyd, e a condução do país na pandemia do novo coronavírus afetaram o apoio ao presidente Donald Trump, mostra uma nova pesquisa da CNN, realizada pelo SSRS, divulgada nesta segunda-feira (8).

De acordo com o estudo, feito por telefone com 1.259 adultos, entre 2 e 5 de junho, com margem de erro é de 3,4 pontos percentuais, o índice de aprovação de Trump caiu 7 pontos neste mês. Ao mesmo tempo, o apoio ao democrata Joe Biden atingiu seu maior índice nas pesquisas da CNN.

Os números também mostram que uma maioria crescente de americanos acredita que o racismo é um grande problema no país, hoje, e que o sistema de Justiça dos Estados Unidos favorece os brancos em relação aos negros.

Mais de 80% também afirmaram que são justificados os protestos que se espalharam pelo país após a morte de George Floyd nas mãos dos policiais de Minneapolis. Agora, os norte-americanos consideram as questões raciais tão importantes para a campanha presidencial quanto a economia e o sistema de saúde, de acordo com a pesquisa.

Em média, 38% aprovam a maneira como Trump está conduzindo a presidência, enquanto 57% reprovam. Esse é o seu pior índice de aprovação desde janeiro de 2019 e é praticamente igual ao índice de aprovação de Jimmy Carter e George H.W. Bush no mesmo momento de seus mandatos – ambos deixaram a Casa Branca após perderem a disputa pela a reeleição.

Na disputa pela Casa Branca, entre os eleitores registrados, Trump está 14 pontos atrás de Biden, que garantiu, oficialmente, delegados suficientes para ganhar a indicação democrata na estimativa de delegados da CNN no sábado. Os 41% que afirmam apoiar o presidente são os mais baixos no levantamento da CNN nesta questão desde abril de 2019, e o apoio de 55% de Biden atingiu seu ápice até agora.

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Filhos de Trump insinuam que Biden é pedófilo e que coronavírus é farsa política

Foto: Ethan Miller/Getty Images – 23.fev.16/AFP

Os dois filhos mais velhos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fizeram sérias acusações ao principais adversários políticos do pai, que concorre, em novembro, à reeleição no país.

Donald Trump Jr., 42, publicou, no sábado (16), uma montagem com um trocadilho em inglês em que insinua que Joe Biden, pré-candidato à presidência pelo Partido Democrata, de oposição a Trump, é pedófilo.

Eric Trump, 36, disse, em entrevista à Fox News no mesmo dia, que os democratas estão usando a pandemia de coronavírus como uma farsa política para prejudicar a campanha de reeleição do pai.

A estratégia de atacar os adversários não é uma exclusividade dos filhos de Trump, mas vem em um momento em que os EUA se tornaram o novo epicentro da pandemia de coronavírus. As medidas de contenção também devastaram o principal trunfo político de Trump, que era o o bom momento da economia americana.

Na TV americana, Eric defendeu a reabertura do país, motivo de conflito entre o presidente e os governadores. Segundo ele, os democratas acham que o confinamento está tirando a “maior ferramenta” do líder republicano, que é “entrar em uma arena e preenchê-la com 50 mil pessoas todas as vezes”.

Ele também apostou em um “desaparecimento mágico” do coronavírus após as eleições americanas.

“Vocês vão ver. Eles [democratas] insistem nisso [isolamento] todos os dias, de hoje até 3 de novembro [dia da eleição]. E adivinhe, depois de 3 de novembro, o coronavírus magicamente, de repente, vai embora, vai desaparecer e todos poderão reabrir.”

Eric também afirmou que, como presidente, seu pai tem que tomar “uma das decisões mais difíceis que qualquer presidente da história já teve”.

“Você precisa por na balança a segurança do povo versus nossa economia, mas os EUA precisam voltar ao trabalho, e os americanos também querem voltar ao trabalho”.

Em comunicado, a diretora de comunicação da campanha de Biden, Kate Bedingfield, disse que os comentários de Eric foram “inacreditavelmente imprudentes”.

“Estamos no meio da maior emergência de saúde pública do século, com quase 90 mil americanos mortos, 1,5 milhão de infectados e 36 milhões de trabalhadores recém-desempregados. Portanto, Eric Trump afirmar que o coronavírus é uma farsa política que desaparecerá ‘magicamente’ é absolutamente impressionante e inacreditavelmente imprudente”.

 

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🤣🤣🤣 that said, there’s definitely way too many Creepy Joe videos out there!

Uma publicação compartilhada por Donald Trump Jr. (@donaldjtrumpjr) em

Enquanto Eric criticou os democratas como um todo, Trump Jr. mirou seu ataque diretamente na reputação de Joe Biden. A montagem no Instagram, insinuando que o candidado democrata é pedófilo, foi feita após a publicação de uma sequência de trechos de vídeos nos quais Biden aparece em contato com crianças durante um evento quando ainda era vice-presidente no governo de Barack Obama.

“Há muitos clipes diferentes de Joe Biden, bizarra e inapropriadamente, cheirando cabelos e tocando meninas. Alguém realmente acha que esse é um comportamento normal de Joe?”, escreveu Trump Jr., em uma das publicações no Twitter.

Criticado, ele fez uma nova publicação com fotos de Biden tocando crianças em eventos, e disse que os emojis de risadas que usou no Instagram são suficientes para “indicar a qualquer pessoa com bom senso” que ele estava brincando ao acusar Biden de pedofilia.

“Se a mídia não quer que as pessoas zombem e façam piadas sobre o quão assustador Joe é, então talvez ele deva parar o toque indesejado e manter as mãos para si.”

Em um comunicado, o porta-voz de Biden, Andrew Bates, disse: “Nenhuma tática repulsiva e manipuladora mudará de assunto de como quase 90 mil americanos pagaram com suas vidas pela negligência de Donald Trump em relação ao coronavírus, e de como como a economia em expansão que ele herdou do governo Obama-Biden agora está sofrendo com a perda de empregos no nível da Depressão [de 1929].”

No começo do mês, Biden negou pela primeira vez, após semanas de silêncio, as acusações de assédio sexual feitas por sua ex-assessora no Senado Tara Reade.

Segundo ela, em 1993, Biden a encostou contra uma parede em um prédio do Senado, enfiou a mão sob suas roupas e a penetrou com os dedos.

“Reconheço minha responsabilidade de ser uma voz, um defensor e um líder da mudança na cultura que começou, mas que está longe de terminar. Então, quero abordar as acusações de uma ex-funcionária de que tive uma má conduta há 27 anos. Elas não são verdadeiras. Isso nunca aconteceu”, escreveu Biden em um artigo publicado em 1º de maio na plataforma Medium.

O presidente Trump também já foi acusado de agressão sexual e erro de conduta sexual por mais de uma dúzia de mulheres, que descreveram um padrão de comportamento que ultrapassa em muito as acusações feitas a Biden. ​

Folha de São Paulo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cidadão pagador de impostos disse:

    Se Trump não se reeleger. Bolsonaro ficará completamente isolado do resto do mundo!
    Mais fumo no Brasil consequentemente.

  2. Pedro disse:

    Edilson, infelizmente, sob a minha ótica, continua sendo falta de PAI. Não me refiro a quem levou mais ou é mais perseguido, certamente os filhos de nove dedos levaram muito mais, inclusive pelo fato de precisarem mais. E essa busca dos órgãos de controle, tipo COAF, sabemos bem a razão, ou seja, o anterior era mais mala.

  3. Medeiros disse:

    Essa procedência é muito parecida com as daqui. Os filhos do Trump devem estar querendo desviar o foco de algo maior.

  4. Pedro disse:

    Parece que esse problema de família não é só aqui, antes eram os filhotes de Lula, agora os filhotes do Messias, nos EUA os filhos de Trump, devia ter algo que impedisse esse tipo de intromissão, acho que isso é falta de pai.

    • Edilson disse:

      Só que o coaf e imprensa não fez com os de lula como esta fazendo com bolsonaro.

Biden lidera intenções de voto para presidente nos EUA com 44%, ante 38% de Trump

Foto: Chip Somodevilla/Getty Images

 

O ex-vice-presidente Joe Biden lidera as intenções de voto para a Presidência dos Estados Unidos, segundo pesquisa eleitoral divulgada nesta segunda-feira, 27, pelo USA Today e realizada em parceria com a Universidade de Suffolk.

Em âmbito nacional, Biden aparece com 44% das intenções de voto, contra 38% do atual presidente Donald Trump.

O USA Today destaca que, na pesquisa realizada em dezembro de 2019, quando Trump enfrentava o processo de impeachment, o atual presidente liderava as intenções de voto com 44%, ante 41% de Biden.

Exame, com Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. João Neto disse:

    Agora o louco vai " enloucar" mais ainda.