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Funcionários de Biden admitem “erro de cálculo” sobre tomada de Cabul pelo Talibã

Foto: Rahmat Gul

O governo Joe Biden luta para tentar estabelecer a ordem enquanto há uma corrida de americanos e outros estrangeiros para evacuar o Afeganistão após os combatentes do Talibã tomarem a capital, Cabul, neste domingo (15). Funcionários do alto escalão do governo dos EUA já admitem um “erro de cálculo” sobre quanto tempo demoraria para o Talibã tomar a capital.

A rápida queda das forças nacionais e do governo do Afeganistão foram um choque para Biden e para os altos membros de sua administração, que no mês passado acreditavam que poderia levar meses até que o governo civil em Cabul caísse – permitindo um período de tempo após a saída das tropas americanas antes que todas as consequências da retirada fossem expostas.

Agora, meses após sua declaração inicial de que todos os 2.500 soldados dos EUA estariam fora do Afeganistão até o final do verão, um total de 6 mil soldados devem ajudar a facilitar a evacuação do país. E as autoridades estão admitindo francamente que calcularam mal o tempo que o Talibã levaria para assumir o controle de Cabul.

“O fato é que vimos que aquela força não foi capaz de defender o país”, disse o secretário de Estado, Antony Blinken, ao jornal “State of the Union”, da CNN, referindo-se às forças de segurança nacional do Afeganistão. “E isso aconteceu mais rapidamente do que prevíamos.”

Espera-se que Biden fale à nação nos próximos dias sobre a crise no Afeganistão, de acordo com um alto funcionário do governo, embora uma decisão final sobre um discurso não tenha sido feita e o presidente ainda não tenha encurtado sua visita de férias de verão para Camp David.

Uma opção em discussão é fazer com que Biden volte à Casa Branca, embora o funcionário tenha advertido que eles não haviam descartado completamente a possibilidade de fazer os comentários no local ele foi fotografado neste domingo (15) recebendo uma instrução de sua equipe de segurança nacional.

Na foto, Biden apareceu sozinho vestindo uma camisa pólo em frente a uma grande fileira de monitores. Os riscos para Biden politicamente são incertos; a maioria dos americanos afirma nas pesquisas que apoia a retirada das tropas do Afeganistão, e os assessores de Biden calcularam que o país compartilha o cansaço em prolongar um conflito de 20 anos.

No entanto, as cenas caóticas que se desenrolam – evocando a queda de Saigon em 1975, uma imagem que assombrava Biden quando ele avaliava sua retirada no início deste ano – certamente seguirão o presidente norte-americano enquanto o Talibã afirma o controle sobre grandes áreas do país.

Alguns membros do Congresso dos EUA já estão exigindo mais informações do governo sobre como sua inteligência poderia ter avaliado mal a situação no local – ou por que planos de contingência mais robustos para a evacuação de americanos e seus aliados não estão em vigor.

Durante uma reunião neste domingo, funcionários do alto escalão enfrentaram duros questionamentos sobre os planos de retirada, incluindo a evacuação de intérpretes afegãos e outros que ajudaram no esforço de guerra dos EUA.

“O fato é que vimos que aquela força [afegã] não foi capaz de defender o país. E isso aconteceu mais rapidamente do que prevíamos.” (Antony Blinken, secretário de Estado dos EUA).

Pressão do Congresso aumenta

O líder da minoria da Câmara, Kevin McCarthy, pressionou os oficiais, incluindo o secretário de Defesa Lloyd Austin e o presidente do Estado-Maior Conjunto, general Mark Milley, sobre por que o processo aconteceu tão rapidamente.

“Não demos cobertura aérea a eles. Você diz que tinha esse plano. Ninguém planejaria esse resultado. As ramificações disso para a América continuarão por décadas e não será apenas no Afeganistão”, disse McCarthy, de acordo com uma fonte que esteve presenta na chamada de vídeo.

Biden deve retornar à Casa Branca e fazer um pronunciamento ainda nesta segunda-feira (16).

Embora Biden possa receber o mesmo nível de instruções de Camp David, como tem feito durante todo o fim de semana por meio de uma videoconferência segura, as autoridades estão cientes da ótica de o presidente estar fora da Casa Branco durante este momento perigoso.

Vários funcionários do governo também estão de férias, mas começaram a voltar ao trabalho remotamente neste domingo.

Um funcionário da Casa Branca disse à CNN neste domingo que o presidente “falou com membros de sua equipe de segurança nacional sobre a situação no Afeganistão e continuará a receber atualizações e ser informado ao longo do dia”.

“Ele está profundamente engajado em Camp David”, disse um alto funcionário do governo.

A ideia de que o governo civil liderado pelo ex-presidente Ashraf Ghani seria incapaz de resistir aos avanços do Talibã não é uma surpresa. Avaliações de inteligência no ano passado ofereceram cronogramas diferentes para o que foi considerado por muitos oficiais de segurança nacional como uma “inevitabilidade”.

O próprio Biden disse várias vezes nos últimos meses, incluindo quando Ghani o visitou no Salão Oval neste verão, que os líderes do Afeganistão precisariam reconciliar suas diferenças se tivessem alguma esperança de manter o poder.

E Blinken disse neste domingo que “sempre soubemos, dissemos o tempo todo incluindo o presidente, que o Talibã estava em sua maior posição de força desde 2001, quando foi o último a comandar o país. Este é Talibã que herdamos. E assim vimos que eles eram muito capazes de partir para a ofensiva e começar a retomar o país.”

No entanto, a queda e o colapso dos militares afegãos aconteceram muito mais rápido do que Biden ou sua equipe esperavam.

Ghani deixou o país neste domingo e partiu para o Tajiquistão, duas fontes disseram à CNN. O presidente afegão do Alto Conselho para a Reconciliação Nacional, Abdullah Abdullah, referiu-se a ele em uma declaração em vídeo como “ex-presidente”.

As autoridades americanas expressaram consternação com a incapacidade de Ghani de proteger as principais cidades e regiões do país, apesar de estabelecer uma estratégia para fazê-lo durante suas comunicações com Biden e outros líderes norte-americanos.

Biden rejeitou comparações com Saigon

Biden usou uma sessão de perguntas e respostas na Sala Leste da Casa Branca há pouco mais de um mês para minimizar a possibilidade de o governo afegão entrar em colapso e o Talibã assumir o controle, dizendo que o resultado não era inevitável.

Ele insistiu que não haveria “nenhuma circunstância” em que o pessoal americano no Afeganistão fosse evacuado do telhado de sua embaixada, rejeitando qualquer comparação com a queda de Saigon.

E ainda na última sexta-feira (13), o governo dos EUA disse que a capital afegã, Cabul, não estava em um “ambiente de ameaça iminente”.

Na tarde de domingo, os EUA concluíram a evacuação de sua embaixada em Cabul quando os combatentes do Talibã entraram na cidade. A CNN avistou helicópteros americanos transportando funcionários da embaixada para retirá-los do país em meio ao avanço do grupo.

A retirada do pessoal da embaixada marca uma rápida aceleração do processo que havia sido anunciado apenas na última quinta-feira (12), e é uma situação que muitos funcionários de segurança do Departamento de Estado esperavam que ocorresse, dada a velocidade com que o Talibã conquistou território no Afeganistão nos últimos dias.

Após a instrução deste sábado, Biden autorizou tropas adicionais para o Afeganistão “para garantir que possamos ter uma retirada ordenada e segura do pessoal dos EUA e outros funcionários aliados e uma evacuação ordenada e segura dos afegãos que ajudaram nossas tropas durante nossa missão e aqueles em risco especial diante do avanço do Talibã.”

Mas o funcionário do governo disse que a Casa Branca “não queria que isso se tornasse o Katrina do governo Biden”, uma referência ao furacão de 2005 ao qual o governo Bush demorou a responder durante suas férias de agosto.

À CNN, uma fonte democrata presente na ligação dos legisladores neste domingo disse que Austin defendeu as ações do governo com a extensão do cronograma para a retirada das tropas, o que foi inicialmente estabelecido durante o governo Trump.

Caos no aeroporto de Cabul

O secretário também disse que os EUA mantêm a capacidade de realizar ataques aéreos para responder a quaisquer ações do Talibã que interfiram na evacuação. Nesta segunda, os EUA confirmaram a morte de dois homens armados que atiraram contra soldados norte-americanos no aeroporto de Cabul – não se sabe se estes homens eram do Talibã.

“Vamos nos defender e defender nosso povo. E qualquer ataque a um americano terá uma resposta forte e imediata”, disse ele. Após a tomada de Cabul, milhares de afegãos correram para o aerporto em busca de voos para deixar o país – houve tumulto, tiros e desespero, segundo testemunhas relataram à CNN.

Biden permaneceu decidido em seu plano de retirar as tropas americanas do país. Em um comunicado neste sábado, ele disse que não poderia justificar manter as forças dos EUA no país pelo tempo indeterminado que levaria para treinar mais os afegãos para se defenderem.

“Mais um ano, ou mais cinco anos, de presença militar dos EUA não teria feito diferença se os militares afegãos não pudessem ou não quisessem manter seu próprio país”, escreveu Biden em um comunicado de Camp David, onde está passou o final de semana. “E uma presença americana sem fim no meio do conflito civil de outro país não era aceitável para mim.”

Biden atribui parte da culpa a Trump

Em sua declaração, Biden atribui parte da culpa pela situação atual a seu antecessor, Donald Trump, que negociou um acordo com o Talibã para retirar as tropas americanas até 1º de maio de 2021.

O presidente foi além de apenas criticar o acordo, ele também acusou Trump de deixar o Talibã em sua “posição militar mais forte” desde 2001 e mencionou que Trump convidou líderes do grupo para se reunirem em Camp David em 2019.

Foi um sinal de que, em meio às críticas – de aliados dos EUA no exterior, republicanos, especialistas em segurança nacional e grupos de direitos humanos –, Biden procura compartilhar a culpa por como a guerra mais longa dos Estados Unidos está terminando.

Assessores dizem que Biden não deu a menor idéia de questionar-se depois de anunciar em abril que todas as tropas americanas deixariam o Afeganistão em 11 de setembro, data em que os ataques terroristas que iniciaram a guerra completa 20 anos.

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Os vagabundos ladrões esquerdistas, querem voltar ao poder no Brasil do mesmo jeito, só que de maneira institucionalizada.
    Estão mudando a constituição na marra pra passar a impressão que está tudo certo.
    Mas o povo brasileiro ja sacou.
    O PR Bolsonaro também.
    Esse plano já fracassou.
    Procurem outro jeito esse o povo não deixa.
    O presidente Bolsonaro a mesma coisa.
    As forças armadas também está com o povo, então pode espernear.
    Todo mundo nas ruas dia 07 de setembro.
    O Brasil vai parar.
    O movimento pelo Brasil vai ser transmitido ao vivo pros Estados Unidos, através da plataforma particular do ex presidente Donald Trump.
    Vamos lá galera.
    Comunismo aqui não!!
    Golpe em curso.
    Governadores se juntaram aos ministros em nota hoje.
    Tá claro.
    O Brasil com dois lados.
    Vcs escolhem o seu.
    Eu ja escolhi, vou pela decência, vou pela bandeira VERDE E AMARELA.
    vamos que vamos com o nosso presidente.
    Brasil acima de tudo.
    Deus acima de todos.

    1. Idólatra de político corrupto, deixa eu te falar uma coisa gado véi: no governo do MINTOmaníaco das rachadinhas tem tanta corrupção como tinha no do PT! A diferença eh que o presidente inepto quer transformar o Brasil numa ditadura estilo Venezuela…

  2. Os canalhas do PT, querem fazer a mesma coisa aqui, a diferença é q vão pegar em armas para roubar e matar o cidadão de bem.

    1. Vc vive em qual mundo? Pq o roubo e a corrupção no atual governo do MINTOmaníaco das rachadinhas tá do mesmo jeito ! O PP (esse mesmo que roubou com força no governo do PT) e mais outros partidos do centrao estão com tudo… E agora não tem lava jato pra atrapalhar já que o presidente inepto acabou com o combate a corrupção… Muuuu

    2. quem.esta Armando a.populacao e Familicia fazendo lobby para os fabricantes

    3. Biden é um esgoto, igual a Lula e seus seguidores que o babam e passam pano para ladrão, tudo gente do pior naipe.

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PROCESSO ARQUIVADO: Alexandre de Moraes extingue investigação contra Allan dos Santos e Oswaldo Eustáquio

Foto: Reprodução

Uma investigação que envolvia os jornalistas Allan dos Santos e Oswaldo Eustáquio foi arquivada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A decisão foi tomada em 10 de setembro, e seguiu parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Com o arquivamento, Eustáquio afirmou que a decisão representa um “primeiro passo” para seu retorno ao Brasil. A defesa pretende agora pedir a revogação de outra ordem de prisão contra o jornalista.

O caso apurava supostos ataques e a divulgação de dados pessoais do delegado da Polícia Federal Fábio Shor, responsável por investigações relacionadas à tentativa de golpe de Estado.

Allan dos Santos e Eustáquio haviam sido indiciados pela PF por obstrução de Justiça e incitação ao crime. O senador Marcos do Val também era investigado por compartilhar publicações contra o delegado.

Para a PGR não foram encontrados elementos suficientes que comprovassem uma articulação estruturada para incentivar crimes contra agentes públicos ou interferir diretamente nas investigações. A Procuradoria entendeu que os fatos poderiam configurar, no máximo, crimes contra a honra, que dependeriam de representação dos envolvidos.

Com informações da Revista Oeste

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PESQUISAS: Futura foi o instituto que mais se aproximou do resultado das urnas no 1º turno da eleição presidencial; veja ranking

A pesquisa Futura foi a que mais se aproximou do resultado das urnas no primeiro turno da eleição presidencial de 2026, considerando a diferença entre os dois candidatos mais votados. Apenas Futura, Veritá e Palver acertaram qual candidato à Presidência que terminaria o 1º turno à frente.

O levantamento Futura ficou a apenas 0,33 ponto percentual da diferença registrada na votação oficial. Na sequência aparecem Veritá (1,38 p.p.), Paler (2,13 p.p.), Quaest (2,87 p.p.), Meio/Ideia (2,89 p.p.), AtlasIntel (4,77 p.p.), Datafolha (4,87 p.p.), Real Time Big (6,87 p.p.), Data BTG/Nexus (6,87 p.p.) e CNT/MDA (7,57 p.p.).

Na última pesquisa divulgada antes da eleição, a Futura apontava 44,8% para Flávio Bolsonaro e 42,6% para Lula, uma diferença de 2,20 pontos percentuais. Nas urnas, a vantagem foi de 1,87 ponto, com Flávio em 47,03% e Lula em 45,16%.

A pesquisa Futura ouviu 2 mil pessoas nos dias 2 e 3 de outubro, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

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Pipa Aruã Resort Village: MVP Incorporações apresenta ao mercado paraibano o novo condomínio de casas na Praia da Pipa

A MVP Incorporações apresenta ao mercado paraibano o Pipa Aruã Resort Village, condomínio de casas na Praia da Pipa, em pré-lançamento no dia 7/10, em João Pessoa.

A MVP Incorporações, incorporadora potiguar com atuação consolidada no Rio Grande do Norte, apresenta ao mercado paraibano o Pipa Aruã Resort Village, o novo condomínio de casas na Praia da Pipa. O pré-lançamento acontece na próxima quarta-feira, 7 de outubro, às 18h30, no Ville des Plants, em João Pessoa, com acesso exclusivo para corretores e futuros proprietários.

Pipa dispensa apresentação. Falésias, mata atlântica, golfinhos na baía e um dos pores do sol mais bonitos do Brasil, tudo a pouco mais de uma hora de João Pessoa. É o destino que o paraibano já conhece de coração e que o mundo inteiro quer visitar: turismo nacional e internacional o ano todo, alta procura e uma orla que não se multiplica. Ter um endereço em Pipa é ter um pedaço do litoral mais desejado do Nordeste.

É esse cenário que o Pipa Aruã Resort Village traduz. São 104 casas com projeto do arquiteto Flávio Góis, em um conceito de resort village: o conforto de uma casa com a estrutura de um resort do lado de fora da porta. A área de lazer e convivência é completa, com piscina, sauna, beauty space, quadra, academia e muitas outras comodidades, no encontro perfeito da natureza com o mar. Um lugar para viver, veranear e receber, em Pipa, o ano inteiro.

E tem o fator tempo. Por estar em pré-lançamento, o evento do dia 7 é a primeira e melhor janela de entrada: as plantas, as casas e as condições iniciais antes da abertura oficial ao público. Para o corretor paraibano, é a chance de chegar primeiro em um produto que vende o próprio destino. Para o cliente, é garantir a casa dos sonhos em Pipa enquanto as melhores unidades ainda estão na mesa.

“Pipa é um destino que se vende sozinho, e faltava um produto à altura dele. O Pipa Aruã Resort Village é isso: casas com estrutura de resort, no endereço que o mundo inteiro quer conhecer”, afirma Marcelo Pereira, diretor da MVP Incorporações. “Estamos trazendo para o paraibano a oportunidade de ter a sua casa em Pipa, com a segurança de quem constrói no Rio Grande do Norte há quase duas décadas.”

Essa segurança tem lastro. A MVP Incorporações é a nova frente da MVP Engenharia, que soma 19 anos de atuação na Paraíba e no Rio Grande do Norte, com participações em obras como a Ponte em Estrutura Metálica em Manaíra, a conclusão do Terminal de Valentina em João Pessoa, o Natal Shopping, o Vila Galé Touros e a Ponte Estadual Mapa da Pipa (PEMP). É uma trajetória que reduz o risco de execução, um dos pontos que mais pesa na decisão de comprar na planta. O Pipa Aruã Resort Village integra a grife Aruã, cujo nome traduz justamente o encontro do mar com a natureza.

Mais informações: @mvpincorporacoes ou whatsapp (84) 2030-2323

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Globo faz auditoria interna para investigar relação e contratos de Luciano Huck e Daniel Vorcaro após mensagens reveladas citarem R$ 109 milhões

Foto: Dados obtidos pela PF no celular de Vorcaro/Divulgação

A Globo autorizou uma auditoria interna para apurar o histórico da relação de Luciano Huck com Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. O levantamento deve analisar contratos, contatos e possíveis negócios entre o apresentador e o banqueiro. A informação é da coluna Faria Lima News, da Veja Negócios.

Mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular de Vorcaro indicaram encontros, jantares, uso de aeronaves e tratativas comerciais. Em uma das conversas, Huck cita R$ 83 milhões em investimentos de mídia do Will Bank na Globo e outros R$ 26 milhões em um “contrato pessoal”, somando R$ 109 milhões.

Huck nega ter sido sócio de Vorcaro e afirma que os negócios estavam relacionados à captação e gestão do patrocínio do Will Bank. Sua assessoria diz que os contratos foram formalizados, com notas fiscais emitidas, impostos pagos e serviços prestados. Até o momento, as mensagens divulgadas não indicam, por si só, prática ilegal do apresentador.

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Moraes faz consulta à PGR e aguarda posicionamento antes de decidir sobre pedido de visita de Flávio a Jair Bolsonaro

Fotos: Fellipe Sampaio/STF | Ton Molina/STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou nesta terça-feira (6) que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre o pedido para que Flávio Bolsonaro (PL) possa visitar o pai, Jair Bolsonaro (PL). O ministro aguarda o parecer da PGR antes de decidir sobre o pedido. Não foi estabelecido prazo para a manifestação.

A defesa do ex-presidente pediu a retomada das visitas de familiares de primeiro grau ou, alternativamente, que Flávio seja autorizado a fazer uma única visita antes de 11 de outubro, quando termina a suspensão de 90 dias determinada por Moraes.

A restrição foi imposta em julho, após Flávio divulgar nas redes sociais uma carta escrita por Bolsonaro. Para Moraes, a publicação violou a proibição de o ex-presidente utilizar redes sociais diretamente ou por meio de terceiros.

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União Brasil e PP fecham com Flávio Bolsonaro e preparam evento para anunciar apoio no 2º turno

Foto: Charles Vieira

A Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP, deve oficializar nesta quarta-feira (7) o apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial. A informação é a do blog de Tainá Falcão, da CNN Brasil.

A decisão será discutida nesta terça-feira (6), em Brasília, durante reuniões simultâneas das duas siglas, marcadas para as 16h. Se confirmada, a aliança será anunciada ao lado de Flávio na sede do União Brasil.

No PP, o presidente nacional Ciro Nogueira já declarou que defenderá o apoio ao candidato do PL. No União Brasil, o presidente Antonio Rueda também considera a adesão como o caminho mais provável. Como os partidos integram uma federação, a decisão precisa ser conjunta.

As conversas entre Flávio e os dirigentes começaram antes do primeiro turno e avançaram após o senador terminar a primeira etapa à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além do crescimento da direita no Congresso.

Apesar da tendência de apoio, há resistências dentro das legendas. Diretórios do Nordeste defendem Lula, enquanto o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), sinalizou que pretende manter o apoio ao petista.

A aproximação com Flávio também ocorre em meio a divergências entre Ciro Nogueira e Antonio Rueda e o governo Lula. Os dois dirigentes acumulam atritos com o presidente e passaram a defender uma postura mais distante do Palácio do Planalto.

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A missão é “ampliar votação de Lula e eleger Cadu”, diz Cadu de Lula após reunião com o presidente

Diretamente do Aeroporto de Brasília, após reunião com o presidente Lula na capital federal, Cadu de Lula apareceu acompanhado da governadora Fátima Bezerra, da senadora Samanda e do ex-deputado federal Rafael Motta para celebrar os desdobramentos do encontro estratégico na noite desta segunda-feira (5). Com o objetivo de alinhar as próximas ações da campanha no estado, a comitiva destacou a energia renovada para enfrentar a etapa decisiva da eleição e consolidar o projeto no Rio Grande do Norte.

A grande novidade anunciada pelo grupo foi o compromisso assumido pelo próprio presidente da República de participar diretamente da campanha no RN. Cadu enfatizou a importância dessa aliança para o pleito ao declarar: “a notícia boa é essa: o presidente disse que vai estar no segundo turno no Rio Grande do Norte! Missão dada é missão cumprida, presidente. Vamos ampliar sua votação e fazer campanha para me eleger governador”.

Com entusiasmo, a governadora Fátima Bezerra, Rafael Motta e a senadora Samanda reafirmaram o empenho do grupo em intensificar as agendas de rua e fortalecer a candidatura ao lado da militância. Samanda destacou ainda o entusiasmo de Lula com a disputa local. “Lula tá muito entusiasmado que é você governador, Cadu”, completou a senadora eleita.

Opinião dos leitores

  1. Petista sempre subestimando a opinião pública! O recado nas urnas já foi dado.O Brasil não quer mais o pt do molusco e cia!quem tem uma folha corrida de ex-presidiário por roubo ,jamais pode acusar adversários com narrativas e fake news!

  2. Petista sempre subestimando a opinião pública! O recado nas urnas já foi dado.O Brasil não quer mais o pt do molusco e cia!quem tem uma folha corrida de ex-presidiário por roubo ,jamais pode acusar adversários com narrativas e fake news.

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MARIO SABINO: Lula “passa ridículo” ao tentar se afastar do STF após resultado das urnas

Foto: Evaristo Sa/AFP

O jornalista Mario Sabino afirma que o presidente Lula (PT) tenta se desvincular politicamente do Supremo Tribunal Federal (STF) depois de perceber que a associação com a Corte teria provocado desgaste eleitoral no primeiro turno. Em coluna publicada nesta terça-feira (6) no Metrópoles, Sabino classifica a tentativa como “patética”.

O colunista comenta uma declaração feita por Lula na segunda-feira (5), na qual o petista se apresentou como candidato “antissistema” e criticou a relação estabelecida com o Supremo. “Só tem um candidato que é antissistema, e somos nós, não tem outro candidato. E estamos carregando nas costas uma coisa muito grave que é a promiscuidade que ficou estabelecida na Suprema Corte brasileira depois dessas denúncias”, disse Lula.

Para Sabino, a declaração representa uma tentativa de Lula de se afastar de uma relação da qual teria sido beneficiário. O jornalista cita decisões do STF que favoreceram o presidente e lembra que Lula indicou para a Corte seu ex-ministro da Justiça, Flávio Dino, e seu ex-advogado Cristiano Zanin.

A coluna também relaciona a mudança de discurso ao novo cenário político produzido pelas eleições para o Congresso. Segundo Sabino, a eleição de uma bancada no Senado hostil a ministros do Supremo, com parlamentares que defenderam durante a campanha processos de impeachment contra integrantes da Corte, pode alterar a relação de forças entre STF, Executivo e Legislativo.

Na avaliação do jornalista, caso Lula seja reeleito, a composição mais oposicionista do Congresso aumentaria as dificuldades para o governo e também os riscos políticos de uma eventual interferência do Supremo em disputas entre Executivo e Legislativo.

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BETS: R$ 1,33 bilhão ficam sem resgate; veja como apostadores receberão o dinheiro

Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

Cerca de R$ 1,33 bilhão ainda estavam depositados nas plataformas de apostas na tarde desta segunda-feira (5), poucas horas antes do fim do prazo para saque voluntário. Com os sites e aplicativos obrigados a sair do ar nesta terça-feira (6), os valores que não foram retirados serão devolvidos aos apostadores por meio das instituições financeiras.

Segundo dados do Ministério da Fazenda, desde 26 de setembro os usuários retiraram R$ 775,6 milhões das plataformas. No mesmo período, o número de CPFs com saldo positivo caiu de 28,9 milhões para 26,54 milhões.

O encerramento do prazo para saque voluntário não significa perda do dinheiro. Nesta terça (6) e quarta-feira (7), as bets deverão informar aos bancos os valores restantes vinculados a cada CPF e a conta bancária utilizada pelo apostador para fazer os depósitos.

A devolução deverá ocorrer entre os dias 9 e 14 de outubro. O dinheiro será transferido para uma conta ativa de titularidade do próprio apostador, preferencialmente aquela utilizada anteriormente para enviar recursos à plataforma.

Caso existam dificuldades operacionais para a restituição pelos bancos, os valores serão encaminhados à Caixa Econômica Federal. A partir de 14 de outubro, a instituição ficará responsável por intermediar a devolução aos usuários.

A medida provisória que determinou o encerramento das bets estabelece a restituição integral dos saldos e determina que o dinheiro pertencente aos apostadores permaneça separado do patrimônio das empresas.

Com informações da Veja

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Após vitória da direita, oposição e empresários se mobilizam para esvaziar votação do fim da escala 6×1

Foto: Hugo Marques/VEJA

A vitória da direita nas eleições de domingo já provoca reflexos no Congresso. Senadores da oposição e representantes de setores empresariais articulam uma estratégia para dificultar o avanço da PEC que prevê o fim da escala 6×1, enquanto o governo Lula tenta levar a proposta adiante durante o segundo turno da eleição presidencial.

Segundo a Veja, empresários dos setores de comércio, serviços e indústria têm pressionado senadores a não comparecer às sessões. Paralelamente, a oposição busca adiar a análise da proposta. Para uma PEC ser aprovada, são necessários pelo menos 49 votos entre os 81 senadores em cada um dos dois turnos de votação.

O primeiro teste acontece nesta terça-feira (6). O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), manteve a PEC 221/2019 na pauta e marcou para as 14h a primeira das cinco sessões de discussão exigidas antes da votação em primeiro turno. Outras sessões estão previstas para quarta e quinta-feira, embora o governo ainda possa tentar acelerar o processo por meio de um calendário especial.

A movimentação para frear a proposta já havia ocorrido em setembro, quando a PEC passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Na ocasião, o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), atribuiu a Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Rogério Marinho (PL-RN) uma articulação que impediu a tentativa de levar imediatamente a matéria ao plenário.

O cenário, porém, mudou depois das eleições. De acordo com a publicação, o avanço da direita no Senado tornou mais difícil a articulação governista em torno da PEC. Nos bastidores do governo, já existe a avaliação de que a aprovação ficou politicamente mais complicada.

A proposta reduz de 44 para 40 horas a jornada máxima semanal, estabelece dois dias de descanso e proíbe redução salarial. Na votação realizada na CCJ, Rogério Marinho, Tereza Cristina, Hamilton Mourão e Jaime Bagattoli foram os únicos a votar contra o parecer favorável à PEC.

Com informações da Veja

Opinião dos leitores

  1. “Flávio vai melhorar minha vida!” Quem votou em Flávio vai aprender que só a vida do patrão vai melhorar kkkkkkkkkk

    1. Quer ser patrão pode idiota, é questão de talento pra empreender,se não tem continue “pião”!Simples assim !

    2. Sem patrão não tem emprego
      Pare de achar que todo patrão e rico

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