Finanças

Governo Bolsonaro tem até abril para definir regra para reajustar salário mínimo; entenda

Imagens Regra atual de reajuste do salário mínimo foi adotada por volta de 2008 e transformada em lei em 2011. FOTO: Marcos Santos/USP/ BBC NEWS BRASIL

O reajuste do salário mínimo anunciado no primeiro dia de governo Bolsonaro, de R$ 954 para R$ 998, impactou diretamente a vida de pelo menos 48 milhões de brasileiros.

Esse é o número estimado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) de pessoas que têm a renda referenciada no mínimo, seja porque esta é sua remuneração ou porque recebem aposentadoria ou pensão do INSS.

O valor sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro é R$ 8 inferior ao que já havia sido aprovado pelo Congresso no Orçamento enviado pela equipe de Temer, R$ 1.006.

A mudança gerou insatisfação em muita gente, mas estava dentro da lei: levou em consideração o PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos antes — o de 2017, que foi de 1% — e a inflação do ano anterior — o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) em 2018, que será informado apenas no fim deste mês e que foi estimado em 3,6%.

A proposta feita pela equipe de Temer incorporava uma projeção mais elevada para a inflação de 2018, de 4,2%.

Desde 2011 o Brasil usa a mesma fórmula para o cálculo. Ela foi negociada pelas centrais sindicais ainda no governo Lula, adotada por volta de 2008 e formalizada em lei no governo Dilma Rousseff. A medida, com duração de 4 anos, foi renovada em 2015 e perde a validade neste ano.

Trajetória do salário mínimo entre 2004 e 2019. BBC NEWS BRASIL

O salário mínimo é uma medida importante não apenas no Brasil ou em países com alto nível de pobreza — nos últimos anos, ele tem sido tema nacional de debate inclusive em países desenvolvidos.

Parte dos economistas acredita que, em um mundo em que os sindicatos perdem cada vez mais relevância e os laços entre empresas e empregados se tornam mais etéreos, a existência de um patamar mínimo de renda fixado pelo Estado é um importante mecanismo para evitar o aumento da desigualdade.

Outros defendem que um valor estipulado por lei como nível mínimo das remunerações desestimula contratações formais, na medida em que torna mais cara a folha de pagamentos das empresas, e, por isso, aumenta o desemprego.

O que vai acontecer com o salário mínimo daqui para frente?

Em tese, o novo governo tem até abril para definir se mantém a regra atual ou se propõe algo diferente.

Com o fim da vigência da lei aprovada em 2015, o Executivo fica livre para definir se haverá reajuste anual e, em caso positivo, como ele será calculado — se baseado apenas no índice de inflação, por exemplo, em vez da fórmula “inflação mais PIB”.

Abril é o prazo para que o Executivo envie ao Congresso a proposta de Orçamento para 2020 — e, como o salário mínimo é base para uma série de pagamentos da União, como as aposentadorias, a equipe econômica precisa estipular seu valor para ter uma dimensão de quanto vai gastar.

Na prática, o governo teria até o fim do ano para formalizar a mudança através de um projeto de lei.

Uma das questões em torno do salário mínimo é justamente seu impacto sobre as finanças do governo. A Constituição de 1988 o fixou como piso dos benefícios pagos pelo INSS, pela assistência social e para o seguro desemprego.

O Dieese estima, por exemplo, que cada real de reajuste no salário mínimo aumenta em cerca de R$ 302 milhões os gastos da Previdência em um ano.

Salário mínimo e reforma da Previdência

Ao contrário do reajuste em si, que deve ser proposto por meio de Projeto de Lei, a indexação do salário mínimo aos benefícios previdenciários e assistenciais só poderia ser modificada por meio de uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional), que exige apoio mais amplo do Congresso para ser aprovada.

Algumas das propostas de reforma da Previdência apresentadas durante a transição de governo ao ministro da Economia, Paulo Guedes, contemplam essa desvinculação – entre elas está o estudo apresentado pelos economistas Paulo Tafner e Armínio Fraga e outro entregue pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) com apoio de entidades previdenciárias.

“Esse vai ser um debate simultâneo ao do financiamento da Previdência”, diz Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Dieese.

A entidade, mantida pelo movimento sindical, defende a manutenção do vínculo entre salário mínimo e benefícios pagos pelo INSS para “garantir certa distribuição da riqueza” produzida pelo país e um nível mínimo de renda para as classes mais baixas.

“Isso (o reajuste pela regra atual e a indexação) é insustentável indefinidamente (do ponto de vista das contas públicas)? Pode ser, mas o salário mínimo já é muito aquém do necessário”, ele afirma.

O Dieese estima em cerca de R$ 3.960,00 o “salário mínimo necessário”, que atenderia necessidades básicas de uma família conforme estabelecido na Constituição, como moradia, alimentação, educação, saúde e transporte.

Para especialistas como o professor da FGV-EBAPE Kaizô Beltrão, não faz sentido que as aposentadorias e pensões sejam reajustadas pela mesma regra que corrige os salários de quem está na ativa.

“O reajuste deveria ser apenas a reposição da inflação, já que o discurso do salário mínimo é o de (incorporação nos salários dos) ganhos de produtividade”.

O governo deve apresentar sua proposta de reforma da Previdência no início de fevereiro e ainda não se manifestou sobre o salário mínimo – seja em relação à indexação ou à fórmula de reajuste.

Uma década de redução da desigualdade

A valorização do salário mínimo é apontada como um dos motores por trás da redução da desigualdade que o Brasil assistiu entre 2004 e 2015.

Seu valor, que correspondia a cerca de 25% da renda média no país em 1995, saltou para mais de 40% recentemente, destaca o coordenador do Centro de Políticas Públicas (CPP) do Insper, Naercio Menezes Filho.

O economista lembra que, pela regra atual, o mínimo praticamente não sofreria aumento real pelos próximos dois anos. Isso porque o crescimento esperado para a economia para 2018 e 2019 – o PIB, variável que compunha o cálculo junto com o INPC – ainda é modesto.

“A questão seria se a economia voltar a crescer, quando a regra pode ter impacto forte sobre as contas públicas”, ele pondera.

Nesse sentido, ele avalia que uma boa fórmula, “mais cautelosa”, levaria e conta a inflação mais crescimento do PIB per capita, em vez do PIB em si.

Visto por muitos especialistas como indicador de bem-estar, o PIB per capita é a razão entre a riqueza produzida pelo país e seu número de habitantes – e, por isso, costuma variar menos do que o PIB.

“O que não pode acontecer é voltar ao que já aconteceu, quando o salário mínimo chegou a ficar sem qualquer reajuste”, defende o especialista.

A polêmica do salário mínimo nos países desenvolvidos

Depois de 15 anos de discussões, a Alemanha instituiu seu salário mínimo nacional em 2015. Até então, o que valiam eram os pisos salariais negociados por cada categoria com as entidades patronais.

Demanda antiga do Partido Social Democrata (SPD), ele entrou na pauta do Legislativo quando os democrata-cristãos (CDU) da sigla da chanceler Angela Merkel tiveram de fazer uma ampla coalizão com o partido rival em nome da governabilidade.

O salário mínimo de 8,5 euros por hora – reajustado para 9,19 euros por hora em 2019 – foi adotado sob forte oposição das empresas. Na época, uma estimativa do Deutsche Bank projetava a perda de cerca de 400 mil postos de trabalho por causa da medida, que teoricamente tornaria alguns funcionários caros demais para as empresas.

Até o ano passado, a comissão formada por representantes das empresas, de sindicatos e da academia, a Mindestlohn Komission, não havia encontrado evidências de impacto significativo.

“Em um nível macroeconômico, a introdução de um salário mínimo estatutário não mostrou efeitos mensuráveis em indicadores padrão de competitividade como custo do trabalho, custo unitário do trabalho, produtividade e lucro”, diz o documento divulgado em junho de 2018.

“O salário mínimo virou uma forma de tentar proteger a renda dos mais pobres”, diz Naercio Menezes Filho, do Insper.

Também nos países desenvolvidos os sindicatos, que já tiveram grande poder de barganha para negociar salários, têm perdido força. O número de empregados na indústria diminui e o do setor de serviços, mais pulverizado e com menor representação sindical, só aumenta.

Nos Estados Unidos, pontua o economista, a queda nos salários reais – ou seja, quando descontada a inflação – nos últimos anos ajuda a explicar o aumento da desigualdade no país. E é por isso que o debate sobre salário mínimo também está em ebulição entre os americanos.

Um dos exemplos com maior repercussão é o da cidade de Seattle, que aprovou em 2014 uma lei que aumentava o salário mínimo de US$ 9,47 por hora para US$ 15, o dobro do piso federal na época.

A justificativa foi o avanço da desigualdade de renda e da pobreza na cidade desde a crise financeira de 2008.

R7, com BBC Brasil

 

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Podcast “Todas Nós” estreia no YouTube da 96 FM, apresentado pela jornalista Suzy Noronha

Estreia nesta quinta-feira (17), às 17h, no YouTube da 96 FM, o podcast “Todas Nós”, idealizado e apresentado pela jornalista Suzy Noronha. O programa será exibido semanalmente, sempre às quintas-feiras.

Com o conceito “Muitas histórias. Uma voz de cada vez”, o podcast receberá mulheres de diferentes áreas e trajetórias para conversas sobre carreira, escolhas, desafios, conquistas e experiências de vida.

“O Todas Nós nasce para ouvir mulheres reais. Acredito que, quando uma mulher conta sua história de verdade, alguma parte dela encontra a história de outra mulher”, afirma Suzy Noronha.

O primeiro episódio recebe Arméli Marques Brennand, ex-secretária-adjunta da Administração Penitenciária do RN. Em uma conversa aberta, ela fala sobre sua trajetória e a realidade e os problemas do sistema prisional potiguar, além dos desafios enfrentados durante sua atuação na gestão pública.

O projeto é realizado em parceria com a 96 FM, com direção e produção de Arthur Peres.

Todas Nós — Muitas histórias. Uma voz de cada vez.
Quintas-feiras, às 17h, no YouTube da 96 FM.

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Expo Meia do Sol Sicredi reúne esporte, experiências e solidariedade em Natal

Maior feira ligada ao segmento esportivo do Norte e Nordeste marca o início da experiência dos corredores com a Meia Maratona do Sol Sicredi

A Meia Maratona do Sol Sicredi começa antes mesmo da largada. De 17 a 20 de setembro, a Arena das Dunas recebe a Expo Meia do Sol Sicredi, considerada a maior feira ligada ao segmento esportivo do Norte e Nordeste. O espaço reúne a programação que antecede e acompanha a corrida, com retirada dos kits dos atletas, ativações dos patrocinadores, shows, palestras com especialistas e plantão de informações para os participantes.

A retirada dos kits será realizada nos dias 17, 18 e 19 de setembro, das 9h às 20h, no setor de Hospitalidade da Arena das Dunas. Durante esse período, a Sicredi RN também promove uma ação de solidariedade em benefício de pessoas em situação de vulnerabilidade social no Rio Grande do Norte. Os atletas que adquiriram o ingresso Meia Solidária devem lembrar de levar, no momento da retirada do kit, os 2 kg de alimentos não perecíveis previstos no regulamento.

A Sicredi RN também convida os demais atletas que desejarem participar dessa corrente do bem a fazer a doação voluntária de alimentos. As doações serão destinadas a iniciativas sociais no estado.

Para o presidente da Sicredi RN, Damião Monteiro, a iniciativa reforça o compromisso da instituição financeira cooperativa com a comunidade potiguar. “A Meia Maratona do Sol Sicredi é um momento de celebração do esporte, mas também uma oportunidade de exercitarmos a cooperação e a solidariedade. Ao trazer os alimentos no momento da retirada do kit, cada corredor contribui para levar um pouco mais de dignidade a quem precisa”, afirma.

Depois de receber mais de 60 mil visitantes na edição passada, a Expo Meia do Sol Sicredi tem expectativa de superar 80 mil visitantes neste ano. A programação amplia a experiência proporcionada pela Meia Maratona do Sol Sicredi, reunindo atletas, familiares, parceiros e público em torno do esporte, do lazer e da solidariedade.

A Meia Maratona do Sol Sicredi, maior corrida de rua do Norte-Nordeste, será realizada nos dias 19 e 20 de setembro, em Natal, com largada e chegada na Arena das Dunas. A expectativa é reunir mais de 20 mil atletas nas provas de 21 km, 10 km e 5 km, além da Meia do Sol Sicredi Kids, no dia 20, voltada para crianças e famílias. Ao todo, serão distribuídos mais de R$ 115 mil em premiações.

SERVIÇO — EXPO MEIA DO SOL SICREDI

Local: Arena das Dunas – setor de Hospitalidade
17, 18 e 19 de setembro: das 9h às 20h
20 de setembro: das 4h às 11h
Retirada dos kits: 17, 18 e 19 de setembro, das 9h às 20h
Ação solidária: doação voluntária de 2 kg de alimentos não perecíveis pelos atletas no momento da retirada do kit.

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Moraes é mencionado em 72,8% das publicações sobre caso Master nas redes durante sessão no STF

Foto: Reprodução/YouTube

Alexandre de Moraes concentrou 72,8% das publicações sobre o caso Master nas redes sociais durante a sessão do STF em 15 de setembro. Do total de menções, 55% tiveram tom crítico, classificado pelo estudo como “exposição adversa”. O levantamento foi realizado pelo DSC LAB, laboratório de dados, comunicação e comportamento digital da Descomplica, com base em conteúdos do Instagram e Facebook.

Ao todo, Moraes foi citado em 12.952 publicações relacionadas aos 13 eixos do caso, volume 529% maior que o registrado em 8 de setembro. Parte dos questionamentos envolveu suspeitas relacionadas a contratos de prestação de serviços do escritório de advocacia de sua mulher, Viviane Barci de Moraes.

André Mendonça apareceu em 7.652 publicações, equivalentes a 43% das menções do dia, sendo que 19,9% continham críticas diretas ao ministro.

A discussão sobre a relatoria, o sigilo e o trâmite conduzido por Mendonça foi o tema de maior alcance, presente em 8.112 posts, ou 45,6% do universo analisado. Mensagens e minutas relacionadas a Moraes somaram 6.291 publicações, 35,3% do total, enquanto pedidos de investigação, afastamento ou impeachment chegaram a 710 posts, 4,0%. Já o debate sobre a entrega de dados telefônicos e o acesso por gabinetes somou 399 publicações, 2,2%.

No mesmo dia, Lula registrou 692 menções nas duas plataformas da Meta, enquanto Flávio Bolsonaro teve 407. No acumulado de 15 dias, Flávio somou 14.811 citações, contra 13.002 de Lula. Na medição de reputação negativa do estudo, em escala de 0 a 100, Flávio marcou 80,8 e Lula, 68,7.

O levantamento analisou 153.485 publicações entre 31 de agosto e 16 de setembro de 2026, envolvendo 20.090 contas ativas no Instagram e Facebook. Os conteúdos acumularam 274 milhões de interações e 4,74 bilhões de visualizações. Do total, 76.754 publicações foram feitas no Instagram, por 12.409 contas, e 76.731 no Facebook, por 7.681 contas.

Com informações de Poder 360

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Carga de Mounjaro que nunca foi entregue teria sido a motivação para execução de empresário sequestrado em São Gonçalo do Amarante

Foto: Reprodução

A execução do empresário Marcelo Silva de Oliveira, de 29 anos, que havia sido sequestrado quando chegava em casa no dia 29 de agosto em São Gonçalo do Amarante, estaria relacionada a uma carga de tirzepatida, substância que é o princípio ativo comercialmente conhecido como Mounjaro.

Marcelo teria vendido a carga da substância a um grupo de empresários e não teria realizado a entrega nem devolvido o dinheiro pago pela compra. Diante do impasse, os compradores passaram a pressionar o empresário e a fazer ameaças, cobrando uma solução para o problema. As cobranças e ameaças teriam se intensificado e motivado os crimes praticados contra Marcelo.

Este grupo teria instalado um rastreador no veículo de Marcelo como parte do plano de sequestro e execução. O corpo dele foi encontrado em 1º de setembro, enterrado em uma cova de cerca de quatro metros de profundidade em uma granja de Macaíba.

Entre as quatro pessoas presas em operações realizadas nos dias 15 e 17 de setembro, estaria um ex-candidato a vereador, suspeito de participar diretamente na execução de Marcelo. O outro homem, preso em Fortaleza(CE), teria participado do crime viabilizando a logística.

Dois dos investigados que foram presos no dia 15, já haviam deixado o Rio Grande do Norte e pretendiam sair do Brasil com destino ao Paraguai, de acordo com a Polícia Civil. Eles foram interceptados no Paraná com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Militar do Paraná (PMPR).

LEIA TAMBÉM: Polícia prende suspeitos de participação no sequestro e morte de empresário em São Gonçalo do Amarante

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CÁLCULO POLÍTICO: Flávio é orientado a não questionar reajuste do Bolsa Família no TSE

Foto: Beto Barata/PL Nacional

O senador Rogério Marinho (PL-RN), principal coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), vai orientar o candidato à Presidência da República a não recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado por Lula (PT) a apenas 17 dias do primeiro turno.

De acordo com Marinho, existe o temor de que uma ação seja interpretada pelos eleitores como uma tentativa de Flávio de impedir o aumento do benefício. “Se ele me ouvir, não vamos entrar na Justiça”, afirmou o senador.

Apesar da cautela, o coordenador classificou o reajuste como sinal de “puro desespero” de Lula diante do avanço de Flávio nas pesquisas. “Ele já deu subsídio para óleo diesel, o Durigan está falando em terceiro Desenrola. Agora dizem que vão acabar com bets, já acabaram com a taxa das blusinhas”, disparou.

O governo anunciou aumento de 15% no Bolsa Família. O piso passará de R$ 600 para R$ 691 a partir de outubro. Segundo o ministro Bruno Moretti, o índice corresponde à inflação acumulada desde o início do programa até agosto de 2026.

Com informações do Metrópoles

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Indicado pela deputada Isolda Dantas (PT), supervisor do Detran-RN em Mossoró é afastado em operação que apura esquema de corrupção no órgão

oto: Reprodução

O supervisor do Detran-RN em Mossoró, Hans Ronieli Cardoso Ferreira de Willegaignon, foi afastado do cargo nesta quinta-feira (17), durante a segunda fase da Operação Agrado, que investiga um suposto esquema de corrupção e favorecimento ilícito no órgão.

Hans Ronieli possui ligação política com a deputada Isolda Dantas (PT) e teria sido indicado por ela para o cargo, de acordo com informações do Blog Saulo Vale. A nomeação de Hans foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) em setembro de 2024.

Além do afastamento de cinco servidores, entre eles Hans Ronieli, a Justiça determinou monitoramento eletrônico de quatro investigados e outras medidas cautelares.

Operação Agrado

A investigação apura suspeitas de corrupção ativa e passiva, inserção de dados falsos, falsidade ideológica e organização criminosa. Entre as suspeitas está a liberação irregular de veículos mediante pagamento de vantagens. Durante a operação realizada nesta quinta-feira (17), celulares, computadores, documentos e outros equipamentos também foram apreendidos para análise.

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Quarta pesquisa Perfil/BG aponta crescimento de Zenaide, com empate técnico na liderança e distante do 3º lugar

Senadora obteve maior percentual na série das quatro pesquisas do instituto

A quarta pesquisa consecutiva do Instituto Perfil em parceria com o Blog do BG mostra Zenaide Maia em empate técnico na liderança da disputa pelo Senado no Rio Grande do Norte. Na soma do primeiro e do segundo voto, Zenaide aparece com 13,97%. A diferença em relação ao primeiro colocado, Styvenson Valentim, que tem 16,72%, é de 2,75 pontos percentuais e está dentro da margem de erro de 2,45 pontos para mais e para menos.

O novo levantamento também mostra crescimento de Zenaide ao longo da série do Perfil/BG. Em julho, a senadora tinha 12,06%. Em agosto, passou para 13,44%. Na pesquisa divulgada no início de setembro, registrou 12,81%. Agora, chegou a 13,97% — seu maior percentual nas quatro pesquisas do instituto. No mesmo período, a vantagem sobre o terceiro colocado também aumentou: era de 3,31 pontos em julho e agora chega a 5,06 pontos.

Na nova rodada, Samanda aparece com 8,91%, Rafael Motta com 7,06% e Coronel Hélio com 4,78%. Como duas das três cadeiras do Senado pelo Rio Grande do Norte estarão em disputa em 2026, cada eleitor poderá escolher dois candidatos.

A pesquisa ouviu 1.600 eleitores em todas as regiões do estado, entre os dias 12 e 15 de setembro, com margem de erro de 2,45 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-02304/2026 e no TRE-RN sob o número RN-08335/2026.

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Fachin adia julgamento sobre atuação de Mendonça no caso Master; nova data será definida “oportunamente”

Foto: Alejandro Zambrana/STF

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Edson Fachin, adiou o julgamento que analisaria a atuação do ministro André Mendonça nos casos envolvendo o Banco Master e o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). A análise estava prevista para a próxima quarta-feira (23), ainda não tem nova data e será definida “oportunamente” pelo presidente do STF.

A decisão ocorreu em razão do pedido de vista apresentado pelo ministro Flávio Dino na sessão da última terça-feira (15), que discutia a possível abertura de investigação contra Alexandre de Moraes por causa de mensagens trocadas com Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Durante a sessão, o ministro Gilmar Mendes apresentou uma questão de ordem para que os casos envolvendo Moraes e Mendonça fossem analisados conjuntamente, sob o argumento de que fazem parte do mesmo cenário fático.

Fachin afirmou que essas questões precisam ser resolvidas antes da análise do procedimento envolvendo Mendonça, inclusive por haver questionamentos sobre a própria relatoria.

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PESQUISA BG/PERFIL – APROVAÇÃO DO GOVERNO LULA: 65,19% dos potiguares aprovam e 27,00% desaprovam a gestão do presidente


A pesquisa do Instituto Perfil, em parceria com o Blog do BG, também avaliou a aprovação da administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entre os eleitores do Rio Grande do Norte.

De acordo com o levantamento, 65,19% dos entrevistados aprovam o governo Lula. Outros 27,00% desaprovam a gestão do petista, enquanto 7,81% não souberam ou não responderam.

A pesquisa ouviu 1.600 eleitores, em todas as regiões do Rio Grande do Norte, entre os dias 12 e 15 de setembro de 2026, com margem de erro de 2,45 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado sob os números TSE BR-02304/2026 e TRE-RN RN-08335/2026.

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PESQUISA BG/PERFIL – APROVAÇÃO DO GOVERNO FÁTIMA: 56,19% dos potiguares desaprovam e 33,81% aprovam a gestão da governadora


O novo levantamento do Instituto Perfil, realizado em parceria com o Blog do BG, também mediu a avaliação da administração da governadora Fátima Bezerra (PT) entre os eleitores potiguares.

De acordo com a pesquisa, 56,19% desaprovam o governo Fátima. Já 33,81% afirmam aprovar a gestão da petista, enquanto 10,00% não souberam ou preferiram não responder.

A pesquisa ouviu 1.600 eleitores, em todas as regiões do Rio Grande do Norte, entre os dias 12 e 15 de setembro de 2026, com margem de erro de 2,45 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado sob os números TSE BR-02304/2026 e TRE-RN RN-08335/2026.

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