Duas mil milhas separam a cidade de Touros, no Rio Grande do Norte, a Porto Seguro, na Bahia. Mas poucos sabem que ambas possuem um ponto em comum: o descobrimento do Brasil. Pois é. A polêmica em torno do lugar exato onde Pedro Álvares Cabral desembarcou pela primeira vez no país voltará à tona nos próximos meses. O professor universitário Lenine Pinto, historiador e responsável por uma ampla pesquisa em torno do assunto, está finalizando mais um livro, desta vez intitulado “O Bando do Mar”. Na obra, dará continuidade ao seu primeiro livro, que tornou famosa a polêmica tese de que o Brasil foi descoberto no Rio Grande do Norte.
No ano de 1998 Lenine Pinto publicou a primeira edição do livro, que tinha por título “A Reinvenção do Descobrimento”. Naquela época a publicação foi destaque nacional pela abordagem da temática do descobrimento, e rendeu ao professor a participação em diversas palestras e programas de televisão. Em entrevista ao Portal Agora RN o docente afirmou estar animado com o novo trabalho, que ele já vem desenvolvendo desde 2007 e pretende lançar no próximo mês de novembro, durante um encontro de escritores em Natal.
“Neste novo trabalho pretendo apresentar aos leitores mais detalhes desse importante período de nossa história, detalhes estes que não estavam na primeira edição”, relatou.
Entre os pontos que o professor destaca como fundamentais para a tese da descoberta aqui no Rio Grande do Norte está o fato de Pedro Álvares Cabral, no dia em que implantou o Marco de Posse na praia de Touros, ter convocado todos os capitães para uma reunião em seu navio. No encontro ele perguntou aos capitães se não seria conveniente enviar um navio de volta a Lisboa para contar ao rei Dom Manoel que eles tinham achado a terra. Ao saber da notícia, o rei de pronto já se dispôs a mandar, no ano seguinte.
Outro ponto que ele ressalta é que Pero Vaz de Caminha, ao descrever a descoberta da terra, disse que a primeira coisa que viu foi um monte alto e redondo, que seria o Pico do Cabugi, segundo a tese de Lenine Pinto. O Monte Pascal, na Bahia, é uma torre, é cortado e não tem pico. “Isso aí é um atestado claro do descobrimento aqui”, ressalta.
O professor também detalhou que o pau brasil nascia aqui no Rio Grande do Norte e se estendia até Cabo Frio, com uma interrupção na Bahia. “Em Porto Seguro não tinha Pau Brasil, muito menos açúcar, essenciais para a economia da época”, completou.
Reivindicação histórica
Questionado sobre a passividade de políticos do RN em reivindicar uma possível correção histórica sobre a descoberta do Brasil, o professor foi bem direto em sua resposta. “Os políticos do Rio Grande do Norte, em outro caso, entregaram a Pernambuco a Ilha de Fernando de Noronha; eles não têm interesse em ajudar a história, não ligam para o nosso registro”, desabafa.
Como benefício ao Estado por essa possível correção histórica, o educador prevê que a mudança poderia ajudar muito a atividade turística potiguar, gerando mais atratividade para o RN.
Os políticos potiguares não possuem experiência política e nem condições morais para resolver uma questão dessas. São despreparados. Se fossem competentes vrdadeiramente, não tinham permitido que o Aeroporto Internacional Augusto Severo, que existiu entre Natal-RN e Parnamirim-RN, fosse totalmente desativado e transferido para São Gonçalo doAmarante-RN, cidade localizada na grande Natal. Quer dizer: Com isso caíram as receitas no turismo natalense e parnamirinense, e São Gonçaço do Amaante por isso vem crescendo e se desenvolvendo muito rapidamente, Mas, se Natal é a capital do RN, como pode o belo aeroporto haver sido deativado? Isso significou queem Natal e em Parnamirim, os políticos não tem interesse nenhum na luta de reinstalar o AIAS entre Natal e Parnamirim.
Kkkk nossos políticos são uma piada, são marionetes dos políticos do Sul e sudeste, Alves, maias, e rosados são coniventes com tudo, e o pt agora, o único interesse são neles próprios, pagarão caro por isso. Acorda norteriograndenses.
As correntes marítimas trazem até hoje todo tipo de naufrago até a costa do RN, inclusive da África ou ao litoral Cearense e por ai vai. Por que nas comemorações dos 500 anos as "caravelas" que refizeram o caminho que Cabral percorreu não utilizou o vento para poder passar pelo RN, ao ponto que ficaram quase estacionadas horizontalmente com o RN? Os aguados que se falam na carta, porque até essa data não se encontram na região de Porto seguro? Por que o marco de Touros é idêntico ao de cananeias e esta a distância exata que é descrita na carta? Isso sem falar que os marcos coloniais da coroa Portuguesas são iguais, feitos de pedra de lios (Os da costa Africana e Brasileira, o único que não é idêntico é o de Porto Seguro), além das características dos índios descritos que não descrevem que os que habitavam em Porto seguro e sim os do litoral Potiguar. Além do Pico do Cabugi.
"Homi" até no hino do RN existe um trecho que a muito tempo diz:
"..foi por te que o Brasil acordou"
Olha que isso já se falava em alguns artigos no século XVIX na enciclopédia "Laemmete" em 1.885. Fora outros fatos aqui não mencionados.
É só pensar e usar a lógica geográfica , como as caravanas de Cabral circularam toda essa imensa costa brasileira sem avistar terra e só foram avistar terra a mais de 2 mil km ao sul da esquina do novo continente onde está esquina fica bem mais próxima geograficamente do seu ponto de partida Portugal , é só pensar que vai concordar que a tese que o Brasil foi descoberto lá na praia do Marco do Descobrimento na esquina do continente e que por sinal eu conheço o local lá é uma praia semi deserta até hoje , um lugar muito lindo .
Uma das críticas ao descobrimento ocasional é que os Portugueses eram grandes navegadores, com experiência de quase 2 séculos de navegação pelo Atlântico não tinham como errar tanto.
Assim nessa nova hipótese os Portugueses erraram por 2 mil km o local onde chegaram?
Sobre o pico. O autor força a barra. Diz que o Monte Pascoal "O Monte Pascal, na Bahia, é uma torre, é cortado e não tem pico. "
Ora… ele se quer se deu ao trabalho de pegar uma foto do Monte Pascoal ou visitar o local para saber que isso é uma afirmação totalmente errada?
A Inscrição da Carta de Pero Vaz de Caminha diz "Primeiramente dum grande monte, mui alto
e redondo.."
O Monte Pascoal tem PICO arredondado.
Como diz a carta e como mostram as imagens.
LI a carta o ponto que me convenceu que foi aqui no RN o descobrimento foi o seguinte: Caminha diz:" Eles são mais amigos nosso que nós deles" Pense no povo besta para gente de fora. E portanto, desde do descobrimento, que com certeza foi aqui!!! As lagoas são aqueles de Maracajau!!
A matéria é a respeito do Descobrimento do Brasil em terras potiguares e tem um monte de gente falando de Noronha, paciência, o fato histórico é muito mais importante que isso!!!
Uma vergonha esta ilha pertencer ao Estado de Pernambuco. Temos que reverter esta situação, a Classe Política poderia muito bem comprar esta briga, no sentido reverter esta situação por questão de Justiça.
NA MINHA HUMILDE OPINIÃO NORONHA ERA PARA PERTENCER DE FATO AO R. GRANDE DO NORTE, SE NÃO É DE DIREITO MAS PELA POSIÇÃO GEOGRÁFICA IRIA BARATEAR E MUITO OS CUSTOS COM A MANUTENÇÃO DA ILHA, JÁ QUE AS CARGAS QUE PARA LÁ SÃO ENVIADAS PARTEM NA MAIORIA DAS VEZES DO PORTO DO RECIFE, ALÉM DISSO PERNAMBUCO LUCRA E MUITO COM OS IMPOSTOS E TAXAS DE PERMANÊNCIA NA ILHA, AGORA COMO O R. G. DO NORTE NÃO TEM TANTA INFLUÊNCIA POLÍTICA EM BRASÍLIA CREIO QUE SERIA UMA BATALHA MUITO GRANDE PRA REVERTER ESSA SITUAÇÃO.
EU ESTOU NA CIDADE DE FORTALEZA-CE, EM TRATAMENTO DE SAÚDE E QUANDO EU CHEGAR EM NATAL-RN, VOU EXPLICAR: ESSA FANTAZIA DE DIZER QUE FERNANDO DE NORONHA, PERTÊNCIA, AO RIO GRANDE DO NORTE; NA D DESCORTA DE FERNANDO DE NORONHA, O RIO GRANDE DO NORTE, ERA UMA CAPITANIA HEREDITÁRIA, QUE ERA SUBORDINADA A PERNANBUCO, POR ISSO A SUA LIGAÇÃO, FICOU COM AQUELE ESTADO, DEPOIS , MESMO SENDO TERRITÓRIO BRASILEIRO, TODA A SUA MOVIMENTAÇÃO ESTAVA LIGADA A RECIFE-PE. QUANDO HOUVE A CONSTITUIÇÃO PROMULGADA NO DIA 5 DE OUTUBRO DE 1988, OS OUTROS QUATROS TERRITÓRIOS, DENTRO DAS TERRAS BRASILEIRA, VIRARAM ESTADOS, COMO FERNANDO DE NORONHA, É UM CONJUNTOS DE ILHAS PEQUENAS, VOLTOU A SER PARTE DO ESTADO DE PERNAMBUCO. TENHO DOIS CURSOS SUPERIOR DE BACHAREL E LICENCIATURA EM HISTÓRIA PELA U.F.R.N.
Exatamente você esta certo referente a História do porque Fernando de Noronha pertence a PE, pq o Rio Grande do Norte era comandado pelo estado de PE, e tudo se resolvia aqui até a proteção contra invasão de outros Países essa defesa saia do Recife. Fiz pesquisa histórica em vários livro e enciclopédia para apurar os fatos.
Temos uma senadora petista roxa, além de um senador e um ministro protogovernistas. Ministro do Turismo, ou coisa que o valha. Então é chegada a hora de cobrar-lhes o mínimo: que se empenhem concretamente na luta pela reanexação das 21 ilhotas de Fernando de Noronha ao estado do Rio Grande do Norte. A fuga de receita desde quando o arquipélago foi anexado a Pernambuco, em 1988, é muito grande e poderia ser revertida pelas supostas lideranças políticas potiguares. É certo que vão contrariar interesses políticos do estado vizinho, cuja bancada no Câmara Federal conta com 25 deputados, contra oito do RN. Todavia, é o mínimo que se pode cobrar desses três senhores. Se eles não forem capazes de atuar pela devolução de Fernando de Noronha ao nosso Estado, que o façam melhor: também devolvam o Atol das Rocas para Pernambuco. Incompetência só serve mesmo em doses cavalares.
O político citado pelo professor Lenine Pinto que entregou o território de Fernando de Noronha que pertencia ao Rio Grande do Norte ao Governo de Pernambuco chama- se GERALDO MELO ex-governador do RN cuja gestão ficou marcada pelo atraso ni pagamento dos salarios dos servidores estaduais.
A Polícia Federal e o Ministério Público Federal identificaram Marcos Antônio Bezerra de Medeiros como o “ponto de contato” entre a distribuidora de medicamentos Dismed e a Prefeitura de Mossoró no esquema investigado pela Operação Mederi. Gravações captadas em escuta ambiental no escritório da empresa, em Serra do Mel, registraram os sócios da Dismed discutindo o pagamento de propina ao então vice-prefeito e o planejamento de financiar sua campanha eleitoral com dinheiro desviado de contratos públicos de saúde. Marcos Medeiros é prefeito de Mossoró desde o dia 27 de março de 2026, quando Allyson Bezerra renunciou para disputar o governo do estado.
Foto: Reprodução
Se os indícios levantados pela investigação federal se confirmarem, Marcos Medeiros pode responder por corrupção passiva — pena de dois a doze anos de reclusão — e por integrar organização criminosa, conforme a Lei 12.850/2013. Nas peças em que PF e MPF ajuízam perante o Tribunal Regional Federal da 5ª Região, lista-se o seu nome entre os 28 investigados alvejados nos mandados de busca e apreensão cumpridos em 27 de janeiro de 2026.
O Blog do Dina apurou o conteúdo da representação criminal, documento que ainda não havia sido analisado publicamente com foco no papel de Marcos Medeiros no esquema.
A defesa de Marcos Medeiros foi procurada para comentar essa reportagem. O Blog do Dina enviou perguntas a partir das dúvidas abertas com o papel descrito pelos investigadores sobre Marcos. Em resposta, a defesa enviou a seguinte nota:
Marcos Medeiros, por sua defesa, reafirma que não praticou qualquer irregularidade no exercício de suas funções e confia que, ao final, os fatos serão devidamente esclarecidos pela Justiça.
Antes de ser eleito vice-prefeito de Mossoró em outubro de 2024, Marcos Medeiros ocupou cargos no coração administrativo da saúde municipal. Foi secretário substituto da Secretaria Municipal de Saúde e secretário interino do Fundo Municipal de Saúde — os postos que, segundo o MPF, eram a engrenagem central do esquema investigado.
A Dismed, distribuidora de medicamentos com sede em Mossoró, recebeu R$ 13,6 milhões da Prefeitura de Mossoró entre 2021 e 2025. O pico foi em 2024: R$ 5,86 milhões em um único ano.
Dismed recebeu R$ 5,86 mi de Mossoró em 2024 — o maior volume da série
Valores pagos pela Prefeitura de Mossoró à Dismed Distribuidora de Medicamentos, por período. O pico de 2024 ocorreu enquanto o inquérito policial da Operação Mederi já corria há quase um ano.
IPL Inquérito aberto em 24/11/2023 → contratos em 2024 atingem o pico histórico → Marcos Medeiros é escolhido como vice de Allyson
Fonte: Representação Criminal nº 0006371-27.2025.4.05.0000 (TRF-5), com base em dados do TCE-RN. Valor de 2025 refere-se ao período até mai/2025 (data das escutas ambientais). Período 2021–2023 representa valor agregado (R$ 4,82 mi total; breakdown anual pendente de confirmação via TCE-RN).
A representação criminal de que Marcos e outros envolvidos são alvos descreve o papel do atual prefeito de Mossoró nesses contratos sem meias palavras:
“Mencionado como ponto de contato com os sócios da Dismed, circunstância confirmada pelos registros de mensagens e ligações de WhatsApp.”
A Polícia Federal abriu o inquérito em 24 de novembro de 2023. Investigava uma distribuidora de medicamentos que havia movimentado dezenas de milhões de reais junto a prefeituras do Rio Grande do Norte — e cujos sócios mantinham contato com o servidor que controlava os contratos dentro da Secretaria de Saúde de Mossoró.
Em 2024, enquanto o inquérito corria, a Dismed recebeu o maior volume de recursos de sua história junto à prefeitura: R$ 5,86 milhões em um único ano — o pico de uma série que somaria R$ 13,6 milhões entre 2021 e 2025.
Foi nesse mesmo ano que Allyson Bezerra escolheu Marcos Medeiros como seu candidato a vice-prefeito.
Marcos venceu as eleições de outubro de 2024. A investigação seguia em sigilo. Os contratos com a Dismed continuaram.
A rede de conexões da Operação Mederi — núcleo de Mossoró
Relações documentadas entre investigados, empresa e órgão público, conforme Representação Criminal nº 0006371-27.2025.4.05.0000 (TRF-5).
Passe o cursor sobre os nós para ver detalhes. Arraste para reorganizar.
Fonte: RepNotCrim 0006371 (pgs. 36, 98, 100, 307, 309, 311) + IPL Parte 2 (pgs. 703–705). Conexões baseadas em evidências documentais: escutas ambientais, registros de WhatsApp, análise financeira do TCE-RN e COAF.
Em 6 de maio de 2025, os sócios da Dismed, Oseas Monthalggan Fernandes Costa e José Moabe Zacarias Soares, estavam no escritório da empresa em Serra do Mel. Conversavam sobre os contratos de Mossoró — um milhão e meio de reais que a prefeitura havia pago à distribuidora — e simulavam, em voz alta, o que diriam a Marcos em um encontro que planejavam ter com ele.
A transcrição da escuta ambiental registra Oseas narrando o que diria ao então vice-prefeito:
“MARCOS, eu queria combinar com você duas coisas: do jeito que tá não tá ganhando eu nem você! Desse aqui eu fui em cima, fui abaixo, fui em cima, fui abaixo e deu pra arrumar cem conto pra vocês, tá certo? Tô tirando do meu lucro! Agora, MARCOS, eu queria que… tá aqui, um milhão e meio se fosse como a gente trabalhava antes você botava duzentos e tantos no bolso, meu filho!”
O MPF não deixou a frase passar sem interpretação. Na análise de prova, o órgão registra: “A referência a ‘como a gente trabalhava antes’ sugere claramente um relacionamento pretérito entre as partes, presumivelmente quando MARCOS ANTÔNIO ocupava função na Secretaria de Saúde. A menção a valores que ‘você botava duzentos e tantos no bolso’ indica que havia recebimento de valores por parte de MARCOS ANTÔNIO BEZERRA DE MEDEIROS em período anterior.”
O que as escutas registraram sobre Marcos Medeiros
Trechos das gravações ambientais no escritório da Dismed em Serra do Mel (mai/2025), reproduzidos na Representação Criminal nº 0006371-27.2025.4.05.0000.
MARCOS, eu queria combinar com você duas coisas: do jeito que tá não tá ganhando eu nem você! Desse aqui eu fui em cima, fui abaixo, fui em cima, fui abaixo e deu pra arrumar cem conto pra vocês, tá certo? Tô tirando do meu lucro! Agora, MARCOS, eu queria que… tá aqui, um milhão e meio se fosse como a gente trabalhava antes você botava duzentos e tantos no bolso, meu filho!
Contexto: Oseas Monthalggan simula o que diria a Marcos em reunião planejada. A frase “como a gente trabalhava antes” levou o MPF a concluir que havia repasse anterior, quando Marcos estava na Secretaria de Saúde.
Ele vai cobrar o valor. Eu tenho que dar aqui a você duzentos mil de PROPINA hoje. Aí eu pago cem (R$ 100.000,00) você está entendendo e cem… você guardando pra sua CAMPANHA.
Quem fala: José Moabe. O MPF classificou esta fala como não deixando “muita margem a outras interpretações”.
Vai tirando esse dinheiro e guardando. Quando for no final, quando for pra começar tá aqui MARCO, aqui é um extra pra você.
Plano total: acumular R$ 500 mil ao longo de um ano para a campanha de Marcos. Quando Moabe mencionou a campanha de Allyson ao governo do estado, Oseas respondeu: “Pra dele, homi!” — distinguindo os dois destinatários.
Transcrições reproduzidas a partir da Informação Policial nº 99/2025, incorporada à Representação Criminal nº 0006371-27.2025.4.05.0000 (TRF-5, págs. 36, 100, 307). Escuta ambiental autorizada judicialmente no escritório da Dismed em Serra do Mel/RN.
Dias depois, os mesmos interlocutores voltaram ao tema. Em uma sequência de três gravações, Oseas e Moabe discutiram a estratégia para financiar a campanha eleitoral de Marcos — que, naquele momento, exercia o cargo de vice-prefeito de Mossoró há quatro meses e era apontado como o sucessor natural de Allyson Bezerra na prefeitura.
Moabe propôs uma conta que, segundo o MPF, “não deixa muita margem a outras interpretações”:
“Ele vai cobrar o valor. Eu tenho que dar aqui a você duzentos mil de PROPINA hoje. Aí eu pago cem (R$ 100.000,00) você está entendendo e cem… você guardando pra sua CAMPANHA.”
E mais adiante, na mesma conversa:
“Vai tirando esse dinheiro e guardando. Quando for no final, quando for pra começar tá aqui MARCO, aqui é um extra pra você.”
Oseas confirmou: “Pra campanha!”
O plano total era acumular R$ 500 mil ao longo de um ano — dinheiro reservado para a campanha de Marcos. Quando Moabe mencionou a campanha de Allyson ao governo do estado, Oseas foi direto: “Pra dele, homi!” — distinguindo os dois destinos.
A PF, ao analisar as gravações, identificou “MARCO” como “provavelmente o atual vice-prefeito da cidade de Mossoró/RN, Marcos Antônio Bezerra de Medeiros, futuro candidato a cargo eletivo e destinatário de valores a título de propina a ser oferecida pelos representantes da Dismed Distribuidora.”
O que tornaria o caso de Marcos Medeiros distinto dos demais é uma linha registrada nos autos: os contatos entre ele e Oseas não cessaram quando ele deixou a Secretaria de Saúde.
Os autos da investigação revelam a troca de mensagens e ligações pelo WhatsApp entre o sócio da Dismed e o então vice-prefeito. “Tais diálogos”, registra o documento, “ocorreram já no ano de 2025, quando Marcos Antônio já havia assumido como vice-prefeito e não ocupava mais nenhuma função na Secretaria de Saúde.”
O MPF avalia: “A manutenção do contato, mesmo após a mudança de função administrativa, sugere que o relacionamento transcende questões meramente administrativas ou profissionais.”
A representação criminal descreve o papel estrutural de Marcos Medeiros no esquema com uma precisão que vai além das escutas:
“A contribuição de Marcos Antônio Bezerra de Medeiros na estrutura seria a de servir como ponto de contato e interlocução entre as empresas fornecedoras e a administração municipal. Durante o período em que ocupou cargos na Secretaria de Saúde, teria facilitado as contratações e mantido o fluxo de pagamentos que beneficiava o esquema. Após assumir como vice-prefeito, teria continuado, conforme referido naqueles diálogos, como interlocutor relevante, o que sugere manutenção de sua influência sobre as decisões relacionadas aos contratos.”
Em 27 de janeiro de 2026, quando a Polícia Federal cumpriu os mandados da fase ostensiva da Operação Mederi, dois endereços em Mossoró foram alvos de busca e apreensão vinculados ao nome de Marcos Medeiros. Um mandado de busca pessoal também foi expedido em seu nome.
Cinquenta e nove dias depois, Marcos Bezerra de Medeiros tomava posse como prefeito de Mossoró.
O Governo do RN realizou a abertura dos envelopes da licitação de publicidade no dia 30 de março de 2026, ou seja, há quase 40 dias, e até hoje não julgou as propostas das agências participantes.
Diversas agências do RN e de todo o Brasil participaram do certame, entregaram suas propostas e aguardam o julgamento. Já são quase quarenta dias e o julgamento das propostas sequer se iniciou. Serão escolhidas 5 agências para atender às demandas do Governo, uma outra para o Detran e mais uma para o Idema.
Uma licitação deste porte exige meses de trabalho por parte das agências, que mobilizam suas equipes e investem pesado para apresentar um trabalho de excelência na concorrência.
O Governo do RN, além de não julgar as propostas e nem dar sequência ao certame, sequer deu uma satisfação oficial às quinze agências participantes, deixando todo mundo no escuro.
O que está acontecendo? Tem alguma carta marcada? Estão querendo anular a licitação? Por qual motivo? Alguém que deveria entrar ficou de fora? A sociedade (
e os órgãos de controle quer saber.
Fica só a pergunta, será que o publicitário Bruno Oliveira está no meio?
Levantamento da Meia/Ideia divulgado nesta 4ª feira (6.mai.2026) mostra que o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 45,3% das intenções de voto em um eventual 2º turno. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pontua 44,7%. Os 2 estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro, de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.
A pesquisa entrevistou 1.500 pessoas em todo o Brasil de 1º a 5 de maio de 2026. O grau de confiança do levantamento é de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-05356/2026. Custou R$ 27.600 e foi pago pelo Canal Meio. Leia a íntegra (PDF – 4,47mB).
A pesquisa testou um cenário de 1º turno. A Meia/Ideia perguntou: “Em qual desses candidatos você votaria para presidente da República se a eleição fosse hoje?”. Eis como os entrevistados responderam:
O vereador de Extremoz, Rafael Correia, apresentou ao Poder Executivo Municipal uma importante proposição legislativa solicitando a realização de um censo populacional de animais de pequeno e grande porte em todo o município.
A proposta, encaminhada à Secretaria Municipal de Meio Ambiente e ao Centro de Zoonoses, visa mapear com precisão a realidade da população animal na cidade, incluindo cães, gatos, cavalos, bovinos e outros animais de relevância.
De acordo com o parlamentar, a iniciativa é essencial para garantir a formulação de políticas públicas eficazes e direcionadas. “Não se consegue fazer políticas públicas sérias sem dados concretos. Precisamos conhecer a realidade do município para agir com responsabilidade e eficiência”, destacou Rafael Correia.
O levantamento também prevê a identificação específica dos chamados “pets comunitários” animais em situação de rua bem como sua distribuição territorial dentro do município.
A proposta ainda sugere que, caso o município não disponha de equipe técnica suficiente, seja realizada a contratação de empresa especializada para a execução do estudo, assegurando qualidade e precisão nos dados coletados.
A indicação reforça a necessidade de transparência, recomendando que os dados obtidos sejam amplamente divulgados à população, servindo de base para ações estratégicas nas áreas de saúde pública, controle de zoonoses, campanhas de castração e programas permanentes de bem-estar animal.
Rafael Correia tem se destacado pela atuação firme em defesa da causa animal no município. Ao longo de seus mandatos, o parlamentar já foi autor de diversas iniciativas legislativas voltadas ao tema, como a lei que proíbe o uso de fogos de artifício com estampido, protegendo animais e pessoas sensíveis ao barulho, além de pleitos importantes como a solicitação de implantação de um hospital veterinário municipal.
A proposta do censo animal surge como mais um passo estruturante para consolidar políticas públicas modernas e eficazes, alinhadas às necessidades da população e ao respeito aos animais.
Um homem morreu após sofrer um choque elétrico enquanto manuseava uma bomba d’água na zona rural do município de Ouro Branco, no Seridó Potiguar. O caso aconteceu nessa terça-feira (5). A vítima foi identificada inicialmente como Joaquim Silva.
Segundo as informações, ele havia saído de casa para o local onde costumeiramente fazia esse manuseio. Com a demora dele para voltar, familiares decidiram ir atrás e encontraram o homem já sem vida.
A próxima indicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao STF (Supremo Tribunal Federal) deveria ser de um nome técnico e sem ligação com o governo, segundo 39,4% dos brasileiros. Os dados são da pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (6).
O levantamento aponta também que 37% dos brasileiros defendem que o presidente mantenha uma indicação de cunho político e ligações com o governo.
Para 13,2% dos brasileiros, a vaga aberta do STF deve ser negociada com o Senado. Outros 5% acreditam que uma mulher deve ser indicada. Do total de entrevistados, 5,4% não souberam responder.
Metodologia
A pesquisa Meio/Ideia ouviu 1.500 eleitores em todo o território nacional, entre os dias 1 e 5 de maio. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos. O código de registro no TSE é BR-05356/2026
A cantora Daniela Mercury se tornou ré em uma ação judicial que investiga o uso de recursos públicos em um show realizado no Dia do Trabalhador de 2022, em São Paulo. O caso envolve o pagamento de cachê de R$ 100 mil à artista e apura se houve irregularidades na contratação e no contexto da apresentação, conforme informações do Diário do Poder.
De acordo com informações do processo, o evento ocorreu em 1º de maio de 2022, na Praça Charles Miller, e teria custado cerca de R$ 170 mil aos cofres públicos, sendo R$ 100 mil destinados à cantora. Outros artistas e a produtora responsável também são citados na ação.
Segundo os autos, a investigação busca esclarecer se houve uso indevido de recursos públicos em um evento que, conforme alegações apresentadas no processo, teria assumido caráter político fora do período eleitoral.
A ação foi movida pelo deputado estadual Gil Diniz, que aponta possíveis irregularidades e classifica o caso como um “showmício”. O processo segue em tramitação na Justiça paulista.
Em manifestação no processo, a defesa da produtora responsável pela contratação afirma que não houve ilegalidade e sustenta que eventuais posicionamentos da artista durante a apresentação estão amparados pela liberdade de expressão.
O deputado federal Alencar Santana (PT) chamou a deputada Érika Hilton de “deputado” durante uma fala no Congresso Nacional, o que gerou repercussão nas redes sociais nesta semana.
De acordo com registros da sessão, o parlamentar citava integrantes da base quando se referiu a “deputado Reginaldo Lopes e deputado Érika Hilton”, chamando atenção pelo uso do termo no masculino, segundo informações do Portal do Paulo Mathias.
A fala repercutiu rapidamente nas redes sociais, onde usuários criticaram a forma de tratamento direcionada à deputada, que é uma mulher trans. Segundo comentários publicados online, apoiadores de Érika Hilton apontaram falta de respeito na referência feita durante o discurso.
O presidente Lula (PT) vetou o aumento de pena para casos de roubo com resultado de lesão grave, previsto em projeto aprovado pelo Congresso. A decisão foi justificada pelo governo com base na necessidade de manter proporcionalidade entre os crimes previstos na legislação penal.
De acordo com o texto analisado, o trecho vetado previa elevar a pena atual, que varia de 7 a 18 anos, para um intervalo de 16 a 24 anos nos casos em que a vítima sofresse lesões graves durante o assalto.
Em justificativa oficial, o governo argumentou que o aumento poderia gerar distorções no sistema penal, especialmente em comparação com crimes como o homicídio qualificado.
A decisão provocou reação de parlamentares e especialistas em segurança pública, conforme informações do Diário360. Segundo críticos, o veto pode ser interpretado como um sinal de enfraquecimento no combate à criminalidade violenta.
Por outro lado, há quem defenda que o sistema penal deve manter coerência e proporcionalidade entre as penas, evitando desequilíbrios legais.
O CEO da LATAM Airlines Brasil, Jerome Cadier, afirmou que o possível fim da escala de trabalho 6×1, em discussão no Congresso, pode inviabilizar voos internacionais no Brasil. Segundo ele, mudanças que incluam pilotos e tripulantes podem impedir operações com duração superior a oito horas.
De acordo com Jerome, parte dos projetos prevê a inclusão de aeronautas nas novas regras de jornada, o que limitaria o tempo de trabalho e afetaria diretamente voos intercontinentais.
Segundo ele, a maioria das rotas internacionais operadas no país ultrapassa esse limite, o que poderia comprometer a operação das companhias aéreas.
Em nota e entrevistas, o CEO defendeu que pilotos e comissários fiquem fora das mudanças, por questões operacionais ligadas à segurança e à duração das viagens.
Dados da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo indicam que mais da metade dos trabalhadores do setor atua hoje no modelo 6×1, e a mudança para 5×2 poderia elevar custos operacionais em cerca de 20%.
Galera, o assunto aqui é o local exato do descobrimento do Brasil. Fernando de Noronha é em outro tópico. Obrigado!
Os políticos potiguares não possuem experiência política e nem condições morais para resolver uma questão dessas. São despreparados. Se fossem competentes vrdadeiramente, não tinham permitido que o Aeroporto Internacional Augusto Severo, que existiu entre Natal-RN e Parnamirim-RN, fosse totalmente desativado e transferido para São Gonçalo doAmarante-RN, cidade localizada na grande Natal. Quer dizer: Com isso caíram as receitas no turismo natalense e parnamirinense, e São Gonçaço do Amaante por isso vem crescendo e se desenvolvendo muito rapidamente, Mas, se Natal é a capital do RN, como pode o belo aeroporto haver sido deativado? Isso significou queem Natal e em Parnamirim, os políticos não tem interesse nenhum na luta de reinstalar o AIAS entre Natal e Parnamirim.
Kkkk nossos políticos são uma piada, são marionetes dos políticos do Sul e sudeste, Alves, maias, e rosados são coniventes com tudo, e o pt agora, o único interesse são neles próprios, pagarão caro por isso. Acorda norteriograndenses.
As correntes marítimas trazem até hoje todo tipo de naufrago até a costa do RN, inclusive da África ou ao litoral Cearense e por ai vai. Por que nas comemorações dos 500 anos as "caravelas" que refizeram o caminho que Cabral percorreu não utilizou o vento para poder passar pelo RN, ao ponto que ficaram quase estacionadas horizontalmente com o RN? Os aguados que se falam na carta, porque até essa data não se encontram na região de Porto seguro? Por que o marco de Touros é idêntico ao de cananeias e esta a distância exata que é descrita na carta? Isso sem falar que os marcos coloniais da coroa Portuguesas são iguais, feitos de pedra de lios (Os da costa Africana e Brasileira, o único que não é idêntico é o de Porto Seguro), além das características dos índios descritos que não descrevem que os que habitavam em Porto seguro e sim os do litoral Potiguar. Além do Pico do Cabugi.
"Homi" até no hino do RN existe um trecho que a muito tempo diz:
"..foi por te que o Brasil acordou"
Olha que isso já se falava em alguns artigos no século XVIX na enciclopédia "Laemmete" em 1.885. Fora outros fatos aqui não mencionados.
Só agora vcs querem reiventar o descobrimento do Brasil?
É só pensar e usar a lógica geográfica , como as caravanas de Cabral circularam toda essa imensa costa brasileira sem avistar terra e só foram avistar terra a mais de 2 mil km ao sul da esquina do novo continente onde está esquina fica bem mais próxima geograficamente do seu ponto de partida Portugal , é só pensar que vai concordar que a tese que o Brasil foi descoberto lá na praia do Marco do Descobrimento na esquina do continente e que por sinal eu conheço o local lá é uma praia semi deserta até hoje , um lugar muito lindo .
Uma das críticas ao descobrimento ocasional é que os Portugueses eram grandes navegadores, com experiência de quase 2 séculos de navegação pelo Atlântico não tinham como errar tanto.
Assim nessa nova hipótese os Portugueses erraram por 2 mil km o local onde chegaram?
Sobre o pico. O autor força a barra. Diz que o Monte Pascoal "O Monte Pascal, na Bahia, é uma torre, é cortado e não tem pico. "
Ora… ele se quer se deu ao trabalho de pegar uma foto do Monte Pascoal ou visitar o local para saber que isso é uma afirmação totalmente errada?
A Inscrição da Carta de Pero Vaz de Caminha diz "Primeiramente dum grande monte, mui alto
e redondo.."
O Monte Pascoal tem PICO arredondado.
Como diz a carta e como mostram as imagens.
Acho bairrismo.
LI a carta o ponto que me convenceu que foi aqui no RN o descobrimento foi o seguinte: Caminha diz:" Eles são mais amigos nosso que nós deles" Pense no povo besta para gente de fora. E portanto, desde do descobrimento, que com certeza foi aqui!!! As lagoas são aqueles de Maracajau!!
A matéria é a respeito do Descobrimento do Brasil em terras potiguares e tem um monte de gente falando de Noronha, paciência, o fato histórico é muito mais importante que isso!!!
Uma vergonha esta ilha pertencer ao Estado de Pernambuco. Temos que reverter esta situação, a Classe Política poderia muito bem comprar esta briga, no sentido reverter esta situação por questão de Justiça.
NA MINHA HUMILDE OPINIÃO NORONHA ERA PARA PERTENCER DE FATO AO R. GRANDE DO NORTE, SE NÃO É DE DIREITO MAS PELA POSIÇÃO GEOGRÁFICA IRIA BARATEAR E MUITO OS CUSTOS COM A MANUTENÇÃO DA ILHA, JÁ QUE AS CARGAS QUE PARA LÁ SÃO ENVIADAS PARTEM NA MAIORIA DAS VEZES DO PORTO DO RECIFE, ALÉM DISSO PERNAMBUCO LUCRA E MUITO COM OS IMPOSTOS E TAXAS DE PERMANÊNCIA NA ILHA, AGORA COMO O R. G. DO NORTE NÃO TEM TANTA INFLUÊNCIA POLÍTICA EM BRASÍLIA CREIO QUE SERIA UMA BATALHA MUITO GRANDE PRA REVERTER ESSA SITUAÇÃO.
EU ESTOU NA CIDADE DE FORTALEZA-CE, EM TRATAMENTO DE SAÚDE E QUANDO EU CHEGAR EM NATAL-RN, VOU EXPLICAR: ESSA FANTAZIA DE DIZER QUE FERNANDO DE NORONHA, PERTÊNCIA, AO RIO GRANDE DO NORTE; NA D DESCORTA DE FERNANDO DE NORONHA, O RIO GRANDE DO NORTE, ERA UMA CAPITANIA HEREDITÁRIA, QUE ERA SUBORDINADA A PERNANBUCO, POR ISSO A SUA LIGAÇÃO, FICOU COM AQUELE ESTADO, DEPOIS , MESMO SENDO TERRITÓRIO BRASILEIRO, TODA A SUA MOVIMENTAÇÃO ESTAVA LIGADA A RECIFE-PE. QUANDO HOUVE A CONSTITUIÇÃO PROMULGADA NO DIA 5 DE OUTUBRO DE 1988, OS OUTROS QUATROS TERRITÓRIOS, DENTRO DAS TERRAS BRASILEIRA, VIRARAM ESTADOS, COMO FERNANDO DE NORONHA, É UM CONJUNTOS DE ILHAS PEQUENAS, VOLTOU A SER PARTE DO ESTADO DE PERNAMBUCO. TENHO DOIS CURSOS SUPERIOR DE BACHAREL E LICENCIATURA EM HISTÓRIA PELA U.F.R.N.
Exatamente você esta certo referente a História do porque Fernando de Noronha pertence a PE, pq o Rio Grande do Norte era comandado pelo estado de PE, e tudo se resolvia aqui até a proteção contra invasão de outros Países essa defesa saia do Recife. Fiz pesquisa histórica em vários livro e enciclopédia para apurar os fatos.
Fiquei curiosa, vou comprar o li ro
Fiquei curiosa, vou comprar o livro
Pense num povo entendido de fernando de noronha
Só a título de registro, Fernando de Noronha nunca pertenceu ao RN, então não se pode falar em devolução ou reanexação.
Temos uma senadora petista roxa, além de um senador e um ministro protogovernistas. Ministro do Turismo, ou coisa que o valha. Então é chegada a hora de cobrar-lhes o mínimo: que se empenhem concretamente na luta pela reanexação das 21 ilhotas de Fernando de Noronha ao estado do Rio Grande do Norte. A fuga de receita desde quando o arquipélago foi anexado a Pernambuco, em 1988, é muito grande e poderia ser revertida pelas supostas lideranças políticas potiguares. É certo que vão contrariar interesses políticos do estado vizinho, cuja bancada no Câmara Federal conta com 25 deputados, contra oito do RN. Todavia, é o mínimo que se pode cobrar desses três senhores. Se eles não forem capazes de atuar pela devolução de Fernando de Noronha ao nosso Estado, que o façam melhor: também devolvam o Atol das Rocas para Pernambuco. Incompetência só serve mesmo em doses cavalares.
O político citado pelo professor Lenine Pinto que entregou o território de Fernando de Noronha que pertencia ao Rio Grande do Norte ao Governo de Pernambuco chama- se GERALDO MELO ex-governador do RN cuja gestão ficou marcada pelo atraso ni pagamento dos salarios dos servidores estaduais.