Mais de 200 indústrias brasileiras já se instalaram no Paraguai, atraídas por incentivos fiscais e custos operacionais mais baixos. O movimento marca uma mudança na economia paraguaia, antes focada no comércio e na agricultura, e agora em forte processo de industrialização.
O assunto foi tema do comentário e de críticas do jornalista Eduardo Oinegue, da Band: “Olha a que ponto a gente chegou. O Brasil perder empresas para o Paraguai, que até outro dia era um patinho feio. O Brasil que já foi mais rico que a China, o Brasil que já foi a grande aposta da América Latina, o país do futuro, vendo empresários montando fábricas do outro lado da fronteira. É um movimento que está començando mas tem tudo para continuar. Não que a gente deva copiar todas as práticas paraguaias, longe disso. Mas não é possível achar normal insistir no caminho que o Brasil adotou. O Estado balofo, que gasta sem limites, afoga a sociedade com impostos e ainda trata que produz como se fosse vilão. Não é uma boa escolha”.
O principal atrativo é a Lei de Maquila, que permite importar máquinas e matérias-primas sem impostos e cobra apenas 1% sobre o valor do produto exportado. Hoje, o país conta com 320 indústrias maquiladoras, que somam US$ 1,2 bilhão em exportações.
Carga tributária é o fator decisivo
Enquanto no Brasil impostos sobre insumos podem chegar a 35%, no Paraguai a taxação é mínima. As empresas também são isentas de Imposto de Renda e de taxas sobre remessas ao exterior.
Um exemplo está na indústria de fitas para cargas: no Brasil, a importação de poliéster da China era taxada em 18%. No Paraguai, o imposto é zero. Com isso, os custos caíram até 40%, aumentando a competitividade.
Além dos impostos menores, empresários citam mão de obra mais barata e leis trabalhistas menos burocráticas. No Brasil, o chamado “Custo Brasil” pode consumir até 50% dos ganhos.
Especialistas avaliam que a mudança é definitiva. Com o certificado de origem paraguaio, as empresas conseguem vender ao Brasil com isenção de impostos no Mercosul, consolidando o Paraguai como um novo polo industrial para empresários brasileiros.
Engraçado que para equipar os hospitais não existe verba mesmo o governo Federal enviando bilhões para a desgovernadora Fátima Bezerra Bokus; agora lhe pergunto cadê o dinheiro governadora no ninguém sabe ninguém viu? Mais a PF quer saber não adianta mentir.
Todas as vidas importam ???
Cadê o governo do Estado? Ele tá sabendo da eterna tragédia que vive o Walfredo Gurgel, Hospital que falta tudo. Triste dos médicos, enfermeiros e demais equipes que dão a vida por esse hoslital e pelos pacientes. Deveria se chamar de Hospital Falta Tudo. O governo não tem respeito pela vida. Isso vai até quando? Ta na hora do povo do RN reagir, cobrar.
Parabéns Desgovernadora Fátima Bezerra, segurança aos frangalhos, educação idem, saúde vivendo situaçao delicada, denúncias de roubo, favorecimento, gente afastada, declínio na assistência a população; Deus se apiede de nós, vcs vão conseguir entregar o estado pior que Rosalba e Robinson, agora vá se acolaiar com Walter Alves e Garibaldi para sentir o gosto da lapada.
Só vai sobrar para o funcionalismo público ESTADUAL. Juntando com quem? EX-GOVERNADORES: GARIBALDI ALVES, seu governo 08 anos sem aumento para os PELEGAS , ROSALBA, 04 anos sem reposição SALARIAL, ROBINSON FARIA, 04 anos sem reposição SALARIAL e mais 04 anos da TRAIDORA FÁTIMA PT, somando tudo veja o prejuízo do funcionalismo : 08+04+04+04= 20 de perdas SALARIAL. VVIVA OS POLÍTICOS PROFISSIONAIS ! VIVA O PT!
NOBRE JORNALISTA BG, ATÉ A PRESENTE DATA OS SALARIOS NÃO FORAM CREDITADOS NAS CONTAS DOS PELEGAS.