O juiz Bruno Montenegro Ribeiro Dantas, da 3ª Vara da Fazenda Pública de Natal, concedeu parcialmente medida liminar pleiteada pelo Ministério Público Estadual para determinar ao Estado do Rio Grande do Norte que se abstenha de lotar policiais civis nos setores administrativos da Delegacia Geral de Polícia Civil (Degepol) e da Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed).
A exceção são os cargos comissionados e funções gratificadas previstos no art. 9º, da LCE nº 270/2004, na Tabela XIV, do Anexo II, da LCE nº 163/1999, com a nova redação conferida pelas LCE nº 262/2003, LCE nº 270/2004, LCE nº 563/2015 e no art. 4º, I, II e III, da LCE nº 442/2010.
O magistrado determinou ainda que, no prazo de 12 meses, o Estado proceda com a regularização de pelo menos 50% dos policiais civis que se encontrem exercendo atividades administrativas no âmbito da Degepol e da Sesed, de modo a serem relotados nas delegacias e em divisões responsáveis pela execução da atividade-fim da Polícia Civil.
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Acho correta a decisão. Porém, ela é parcial para proteger interesses corporativistas do poder judiciário e ministério público, onde estão à disposição grande número de policiais militares. E sabemos que a falta desses policiais na atividade fim repercute diretamente no aumento da violência na capital e em todo o estado.
Desse modo, e sislogisticamente, tanto o ministério público quanto o poder judiciário estão contribuindo efetivamente para o aumento da violência no Estado do Rio Grande do Norte.
Em prol de um aumento no efetivo policial nas ruas, os Policiais Militares que estão a disposição do TJ dirigindo para desembargadores serão devolvidos também?
Vai fechar um bocado de setor, pois não se tem terceirizados, nem cedidos para exercer a atividade meio ou tais funções administrativas. Parabéns aos "jênios" dessa iniciativa, vão quebrar a PC e não resolverão o problema.
Agente tem que correr atrás de bandido, seja investigando ou trocando tiro. Nada de se escorar atrás de um birô. Bora trabalhar galera, foi p isso q vcs prestaram concurso.
A decoração irá vestir a capital pernambucana com a arte que combina cultura popular e I.A. na maior festa do ano.
O diretor de arte e designer potiguar Renato Quaresma, é o autor das imagens do “Carnaval do Futuro”, tema do Carnaval do Recife lançado na última quinta feira (22) pelo prefeito João Campos no Paço do Frevo. Suas imagens irão vestir as ruas, pontes, pórticos e palcos dos 50 pólos da capital pernambucana durante a folia. Mantendo a tradição de uma linguagem visual e artística que inova e se renova anualmente na cidade, o trabalho de Quaresma com a ajuda da tecnologia da Inteligência Artificial, desperta o imaginário dos brincantes, mesclando fantasia e realidade para o Carnaval de um futuro que respeita suas tradições e sua história.
Há três anos Renato deu início ao projeto “Nordeste Imaginário”( @imagetiqo ), retratando um Nordeste inspirado no Realismo Fantástico, em que suas experimentações buscam o estranhamento, dialogando com a tradição e o futurismo – onde seres imaginários, formas e cenários improváveis convivem com o artesanato, texturas, cores e elementos da cultura nordestina. No Carnaval do Recife veremos “caboclos de lança-astronautas de Baque Virado”; homens-caranguejo; La Ursas feitas de latas e outros materiais reciclados; circuitos de placas-mãe feitos de crochê, ponto cruz, bordados, fitilhos e lantejoulas, entre outros.
“Recebi com surpresa esse presente: a oportunidade única de contribuir com o maior e melhor Carnaval em linha reta do mundo. O Carnaval do Recife é a mais pura expressão da nossa riqueza. Suas tradições, sua criatividade, alegria e paixão, encontram neste ano, um olhar para o futuro. Mas um futuro que respeita e celebra a sua origem e o seu passado. É o futuro de quem sabe onde quer chegar porque, sobretudo, sabe de onde vem. Um futuro sustentável, humano, que cultiva a emoção e que não terceiriza a imaginação. Estou muito feliz em fazer parte dessa grande festa popular. É multidão nas ruas, tudo junto e misturado celebrando a vida. Vamos pintar a cidade com cores quentes e vibrantes, como ela merece.”
Com 50 pólos e 3 mil apresentações, o Carnaval do Futuro terá no Marco Zero o maior palco já montado na cidade com 70 metros de comprimento na fachada e 18,5 metros de altura, todo coberto por painéis de LED. pelas ruas do bairro do Recife e em cima das pontes, o Carnaval também espalhará as cores e formas do futuro que veio anunciar. As quatro pontes que dão acesso à festa – Limoeiro, Buarque de Macedo, Maurício de Nassau e a requalificada Giratória – ganharão pórticos de acesso tecnológicos como nunca, cobertos por painéis de LED, com as imagens e elementos da identidade visual deste Carnaval, que chama até o futuro para brincar. As pontes ganharão ainda iluminação cênica caprichada, para acender a alegria dos foliões, já na chegada.
Por todo o bairro histórico, no Cais da Alfândega, na Praça do Arsenal e nas ruas do Bom Jesus, Madre de Deus, Alfredo Lisboa e Marquês de Olinda, serão distribuídos: 330 banners e 13 totens com a identidade visual da festa, além de cordões e fitas coloridas que também serão utilizados nos pátios de São Pedro e do Terço e nos demais polos espalhados por toda a cidade. Neste ano os homenageados serão o cantor Lenine, Carmen Virgínia e o bloco Madeira do Rosarinho, que completa 100 anos.
O pai de uma criança com deficiência foi preso após desviar dinheiro arrecadado em doações para o próprio filho e gastar a quantia em apostas on-line, incluindo o chamado “Jogo do Tigrinho”. A prisão ocorreu após denúncia do Ministério Público de Alagoas (MPAL), apresentada na sexta-feira (23) pela Promotoria de Justiça de Murici-AL.
O acusado, João Victor dos Santos Oliveira, é apontado como responsável por desviar cerca de R$ 113 mil destinados ao filho, Noah Gabriel Ferreira dos Santos, de 1 ano e 5 meses.
O MPAL entrou com ação criminal por furto qualificado, estelionato contra vulnerável e abandono material, com pedido de prisão preventiva, aceito pela Justiça.
A criança teve braços e pernas amputados após uma pneumonia, o que gerou campanhas de doação em Murici e em outras cidades, com rifas e pedidos de ajuda divulgados até em programas de TV.
Segundo o MP, enquanto a mãe da criança estava em Maceió acompanhando o tratamento do filho, o pai abriu uma conta bancária em nome do menino e passou a receber as doações como responsável financeiro. Quando a mãe tentou acessar o dinheiro para custear o tratamento e a compra de próteses, descobriu que os valores haviam sido gastos.
A genitora, Mikaelle Ferreira dos Santos, relatou que o pai não prestava contas e evitava explicações. Do total arrecadado, restavam apenas R$ 300 na conta. Em depoimento, João Victor confessou ter usado o dinheiro em apostas virtuais e outras despesas.
Constantino Júnior — Foto: Eduardo Viana/Divulgação GOL
Morreu na manhã deste sábado (24), em São Paulo, Constantino de Oliveira Júnior, fundador da Gol Linhas Aéreas e presidente do conselho da companhia, . Ele tinha 57 anos e estava internado, tratando um câncer há anos.
Júnior fundou a Gol em 2001 e foi o primeiro CEO da empresa, responsável por introduzir no Brasil o modelo de baixo custo e baixa tarifa na aviação comercial.
Antes disso, atuou entre 1994 e 2000 como diretor da Comporte Participações, grupo do setor de transporte rodoviário de passageiros.
Em 2004, passou a integrar o Conselho de Administração da Gol, acumulando o cargo com a presidência executiva até 2012. A partir daí, deixou a gestão do dia a dia e assumiu a presidência do conselho, função que exercia até a morte.
Também era membro do conselho e um dos fundadores do Grupo ABRA, holding criada em 2022 que controla a Gol, no Brasil, e a Avianca, na Colômbia.
Fora da aviação, era entusiasta do automobilismo e chegou a competir na Porsche Cup.
Leia abaixo a íntegra a nota da Gol:
A GOL Linhas Aéreas manifesta profundo pesar pelo falecimento de seu fundador, Constantino Júnior, neste sábado, 24/01/2026, aos 57 anos.
Há 25 anos, Júnior e a família Constantino deram início à trajetória da mais brasileira das companhias aéreas. Com uma visão empreendedora e valores sólidos, nascia uma empresa reconhecida por sua excelência, referência em inovação e por seu compromisso com o desenvolvimento do Brasil.
Neste dia de enorme tristeza, a Companhia se solidariza com os familiares e amigos, expressando seus sentimentos e reconhecendo seu legado.
Sua liderança, sua visão estratégica e, sobretudo, seu jeito simples, humano, inteligente e próximo deixaram marcas profundas em nossa cultura. Os princípios estabelecidos por seu fundador fizeram a companhia crescer e hoje fazer parte de um grupo internacional. Eles seguem vivos na GOL e continuam transformando a aviação no Brasil.
Constantino de Oliveira Júnior era um empresário brasileiro, fundador e primeiro CEO da GOL Linhas Aéreas Inteligentes, companhia que ajudou a transformar o mercado de aviação comercial no Brasil ao introduzir o conceito de “baixo custo, baixa tarifa” no país.
Antes de fundar a GOL, atuou entre 1994 e 2000 como Diretor da Comporte Participações, grupo que controla diversas empresas de transporte terrestre de passageiros no Brasil. Em 2001, assumiu o cargo de Diretor-Presidente (CEO) da GOL, liderando o início das operações da companhia e sua rápida expansão no mercado nacional.
Em 2004, tornou-se membro do Conselho de Administração, acumulando essa função com a presidência executiva até 2012. Constantino Júnior deixou a função executiva e assumiu o cargo de Presidente do Conselho de Administração da GOL, posição que ocupava até hoje. Além da atuação na GOL, Constantino era membro do Conselho de Administração e um dos fundadores do Grupo ABRA.
Ao longo de sua trajetória, recebeu diversos reconhecimentos por sua atuação executiva, entre eles: “Executivo de Valor” em 2001 e 2002, concedido pelo jornal Valor Econômico; “Executivo Líder” no setor de logística em 2003, pelo jornal Gazeta Mercantil; e, em 2008, foi nomeado “Executivo Ilustre” na categoria Transporte Aéreo pela premiação GALA (Galería Aeronáutica Latinoamericana), patrocinada pela IATA.
O presidente do STF, ministro Edson Fachin, deixou aberta a possibilidade de revisão de decisões do ministro Dias Toffoli no Caso Master após o fim do recesso do Judiciário.
Em nota divulgada na quinta-feira (22), Fachin afirmou que não se omitirá caso precise pautar, conduzir ou validar decisões que sejam questionadas. Ressaltou, porém, que eventuais revisões não ocorrerão por pressão política, popular ou da imprensa, mas apenas pelos meios processuais adequados.
Segundo o ministro, possíveis vícios ou irregularidades serão analisados conforme o regimento do STF e apreciados pelo colegiado. Apesar disso, o tom geral da nota foi de defesa institucional de Toffoli. Fachin afirmou não haver irregularidade na atuação do colega e disse que o Supremo “não se curva a ameaças ou intimidações”.
A manifestação, no entanto, dividiu o STF. Conforme apurou a CNN, parte dos ministros considerou a nota equilibrada e institucional. Outra ala avaliou que o texto não esclarece os fatos e adota uma postura considerada “em cima do muro”. Alguns ministros relataram que só souberam da nota após sua divulgação oficial.
Desde dezembro, decisões de Toffoli no caso têm causado incômodo na Polícia Federal e no próprio STF. Um dos pontos de tensão envolve a perícia de materiais apreendidos na Operação Compliance Zero, que ficará a cargo da PGR, com acompanhamento de quatro peritos da PF escolhidos diretamente por Toffoli, sem indicação da corporação.
Além disso, o ministro mudou orientações sobre o acesso às provas três vezes em 24 horas, o que gerou preocupação sobre a segurança e a integridade do material. Também há questionamentos sobre a ligação de Toffoli com um resort em Ribeirão Claro, que teria recebido investimentos de fundo relacionado ao Caso Master.
Diante da crise, Fachin interrompeu as férias, antecipou o retorno a Brasília e iniciou conversas com colegas da Corte. A aliados, disse que o momento “exige sua presença” na capital.
Levantamento do Paraná Pesquisas mostra que 60,3% dos eleitores do Paraná desaprovam o desempenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Já 36,5% aaprovam, enquanto 3,2% não souberam opinar. A pesquisa foi divulgada nesta sexta-feira (23).
A taxa de aprovação subiu 8,8 pontos percentuais em relação ao levantamento anterior e alcançou o maior nível desde fevereiro de 2025, quando era de 27,7%.
Já na avaliação do governo, 25,6% classificam a gestão como “boa” ou “ótima”. Para 52,3%, o governo é “ruim” ou “péssimo”. Outros 20,5% consideram a administração “regular”.
A pesquisa ouviu 1.300 eleitores de 54 municípios do Paraná de 18 a 22 de janeiro de 2026. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais para mais e para menos. O intervalo de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número PR-08451/2026.
Foto: José Cruz/Agência Brasil | Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O Banco Master contratou o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega atendendo a um pedido do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA). A remuneração era de R$ 1 milhão por mês, segundo apurou, com integrantes do banco, a coluna da jornalista Andreza Matais, do Metrópoles.
Mantega só entrou no Master após o governo Lula desistir de indicá-lo para o Conselho da Vale, ideia que enfrentou forte resistência do mercado. No banco, sua missão era facilitar a venda do Master, controlado por Daniel Vorcaro, ao Banco de Brasília (BRB).
O ex-ministro prestou consultoria até poucas semanas antes de o Banco Central decretar a liquidação do Master, em novembro. Os pagamentos podem ter somado ao menos R$ 11 milhões.
A interlocução política no Master passava mais por Augusto Lima, sócio de Vorcaro e ex-CEO do banco, próximo de Jaques Wagner e amigo do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT).
Visitas ao Planalto de Mantega enquanto atuava pelo Master
Enquanto atuava para o Master, Mantega esteve ao menos quatro vezes no Palácio do Planalto, em 2024. Em todas, foi recebido pelo chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro (Marcola). As agendas oficiais registram apenas “encaminhamento de pauta” e não mencionam o banco.
As visitas ocorreram em 22 de janeiro, 1º de abril, 29 de outubro e 4 de dezembro. Mantega aparece nas agendas apenas como “ex-ministro da Fazenda”. Segundo o colunista Lauro Jardim, Mantega também articulou um encontro entre Lula e Vorcaro em 2024, que não consta nos registros oficiais.
Procurado pela coluna da jornalista Andreza Matais, Vorcaro não comentou. A coluna não conseguiu contato com Jaques Wagner e Guido Mantega.
Nesta sexta-feira (23), em evento em Maceió (AL), o presidente Lula criticou duramente o Master. Sem citar o banco nominalmente, acusou Vorcaro de aplicar um “golpe de mais de R$ 40 bilhões” e afirmou que “falta vergonha na cara” de quem o defende. O tom contrasta com as boas relações recentes do banco com figuras do núcleo petista.
Com informações da coluna da jornalista Andreza Matais, Metrópoles
O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) já pagou R$ 26 bilhões a 521 mil credores do Banco Master até esta sexta-feira (23). O montante representa 66,4% do total previsto e alcança 67,3% dos investidores com direito à garantia.
Os pagamentos começaram na segunda-feira (19) e ganharam velocidade após ajustes técnicos. Atualmente, o FGC processa cerca de 2,8 mil pedidos por hora pelo aplicativo. O fundo informa que mantém monitoramento contínuo dos sistemas, mas ressalta que checagens de segurança podem atrasar casos específicos.
O valor total estimado para cobrir as garantias do Banco Master é de R$ 40,6 bilhões, cerca de um terço dos recursos disponíveis no FGC. O banco foi liquidado extrajudicialmente pelo Banco Central em novembro.
Will Bank
O FGC também terá de honrar garantias do Will Bank, liquidado nesta semana, com desembolso estimado em R$ 6,3 bilhões. Ainda não há prazo para início dos pagamentos, que dependem do envio da lista de credores pelo liquidante.
O fundo esclareceu que, como o Will Bank faz parte do mesmo conglomerado do Banco Master desde agosto de 2024, o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ não é cumulativo. Quem já recebeu o teto não terá novos valores a receber.
O controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, foi preso no dia da liquidação em operação da Polícia Federal que apura suspeitas de fraudes bilionárias, mas responde ao processo em liberdade.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na quinta-feira (22) a criação do chamado “Conselho da Paz”, iniciativa voltada à manutenção da paz e à reconstrução da Faixa de Gaza, com possibilidade de atuação em outros conflitos no futuro.
23 aceitaram, seis recusaram e oito ainda analisam
Cerca de 60 países foram convidados. Até o momento, 23 aceitaram, seis recusaram e oito ainda analisam o convite. O Canadá foi o único país que teve o convite cancelado por decisão direta de Trump, após troca de críticas com o primeiro-ministro Mark Carney durante o Fórum Econômico Mundial.
Países que aceitaram
Armênia
Arábia Saudita
Argentina
Azerbaijão
Bahrein
Belarus
Bulgária
Catar
Cazaquistão
Egito
Emirados Árabes Unidos
Hungria
Indonésia
Israel
Jordânia
Kosovo
Marrocos
Mongólia
Paquistão
Paraguai
Turquia
Uzbequistão
Vietnã
Países que recusaram
França
Noruega
Eslovênia
Suécia
Espanha
Alemanha
Países que estão analisando
Brasil
Reino Unido
China
Croácia
Itália
Rússia
Singapura
Ucrânia
Desde o anúncio, diplomatas alertam que o novo conselho pode enfraquecer a ONU. Segundo o estatuto obtido pela Reuters, Trump terá mandato vitalício como presidente do órgão. Países interessados em assento permanente deverão pagar US$ 1 bilhão, valor que será administrado pelo próprio Trump.
Posição do Brasil
Nesta sexta-feira (23), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a iniciativa e afirmou que o mundo vive um momento político “muito crítico”, com a Carta da ONU sendo desrespeitada.
“Em vez de corrigir a ONU, o presidente Trump está propondo criar uma nova ONU, como se fosse dono dela”, afirmou Lula.
O governo brasileiro não pretende responder imediatamente ao convite. A estratégia é solicitar esclarecimentos técnicos e jurídicos sobre o funcionamento do conselho. O tema será usado como argumento para defender uma reforma do Conselho de Segurança da ONU durante a Assembleia Geral, em setembro.
Segundo diplomatas, o Brasil pretende mobilizar outros países para pressionar por mudanças no sistema multilateral e alertar que, sem reforma, o mundo tende a ser governado por modelos unilaterais como o proposto por Trump.
Para integrantes da diplomacia, o plano do presidente americano expõe a fragilidade do atual sistema internacional, sobretudo diante da incapacidade do Conselho de Segurança de lidar com crises como a de Gaza.
Em depoimento à Polícia Federal no fim de 2025, o banqueiro Daniel Vorcaro atribuiu a liquidação do Banco Master à falta de liquidez e a mudanças nas regras do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), além de confirmar encontros com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), durante o período em que tentava vender a instituição ao Banco de Brasília (BRB). O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Master em novembro, apontando justamente a incapacidade de honrar compromissos financeiros e indícios de fraude em operações que somam R$ 12,2 bilhões. As informações são da colunista Andréia Sadi, do g1, que teve acesso à transcrição do depoimento.
Segundo Vorcaro, o modelo de negócios do Master era “100% baseado” no FGC, mecanismo criado para proteger correntistas em casos de quebra bancária. O banqueiro afirmou que a instituição atravessava uma crise de liquidez, mas que teria cumprido todos os compromissos até 17 de novembro, um dia antes da intervenção. O BC, no entanto, destacou graves violações às normas do sistema financeiro, e o pagamento aos investidores do Master — estimado em R$ 41 bilhões — deve ser o maior da história do FGC.
No depoimento, Vorcaro confirmou encontros com Ibaneis entre 2024 e 2025, tanto em sua residência quanto na casa do governador, e afirmou que conversou sobre a venda do banco ao BRB, controlado pelo governo do DF. Ibaneis negou a versão e disse que “entrou mudo e saiu calado” nas reuniões. O negócio acabou barrado pelo Banco Central, apesar de o BRB ter injetado R$ 16,7 bilhões no Master, operação que hoje é investigada pelo Ministério Público por suspeita de gestão fraudulenta.
O banqueiro também falou sobre a prisão no Aeroporto de Guarulhos, em 17 de novembro, dizendo ter sido pego de surpresa e negando tentativa de fuga. Atualmente em prisão domiciliar, Vorcaro alegou não ter influência política e afirmou que, se tivesse o poder que lhe atribuem, não estaria usando tornozeleira eletrônica. Em acareação com o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Bezerra, admitiu que não houve desembolso real em uma operação de R$ 6 bilhões envolvendo carteiras de crédito, reforçando os indícios de que os recursos simplesmente “não existiam” no caixa do banco.
De olho na reeleição, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu turbinar os recursos do programa Minha Casa Minha Vida em 2026, ano de eleição presidencial. A previsão é de investimentos da ordem de R$ 178 bilhões, consolidando o programa como principal vitrine social da gestão. Do total, R$ 8,56 bilhões virão do Orçamento Geral da União, R$ 24,76 bilhões do Fundo Social e R$ 144,5 bilhões do FGTS.
Desde que foi retomado em 2023, o Minha Casa Minha Vida passou a receber aportes crescentes. No primeiro ano do atual mandato, o volume chegou a R$ 111,1 bilhões; em 2024, subiu para R$ 145,6 bilhões; e, em 2025, ultrapassou a marca de R$ 180 bilhões. A escalada de recursos reforça o papel estratégico do programa para o governo, tanto no enfrentamento do déficit habitacional quanto na movimentação da construção civil e geração de empregos.
Nos quatro anos do governo Jair Bolsonaro (PL), quando o MCMV foi substituído pelo Casa Verde e Amarela, os investimentos somaram cerca de R$ 186 bilhões — praticamente o mesmo volume que o governo Lula projeta aplicar em apenas um ano. Na prática, o programa enfrentou restrições orçamentárias severas e chegou a sofrer cortes de até 95% no fim do mandato anterior, reduzindo drasticamente novas contratações.
Além do reforço no MCMV, o governo lançou o programa Reforma Casa Brasil, com R$ 30 bilhões do Fundo Social para financiar melhorias em imóveis já existentes, e criou uma nova faixa voltada à classe média, com financiamento de até R$ 2,25 milhões e juros abaixo da Selic. O pacote amplia o alcance social e eleitoral da política habitacional, recolocando o Minha Casa Minha Vida como um dos principais trunfos de Lula na disputa de 2026.
Acho correta a decisão. Porém, ela é parcial para proteger interesses corporativistas do poder judiciário e ministério público, onde estão à disposição grande número de policiais militares. E sabemos que a falta desses policiais na atividade fim repercute diretamente no aumento da violência na capital e em todo o estado.
Desse modo, e sislogisticamente, tanto o ministério público quanto o poder judiciário estão contribuindo efetivamente para o aumento da violência no Estado do Rio Grande do Norte.
Faltam os policiais militares que além de exercerem atividades burocráticas, também estão cedidos ao Ministério Público e à Justiça.
Em prol de um aumento no efetivo policial nas ruas, os Policiais Militares que estão a disposição do TJ dirigindo para desembargadores serão devolvidos também?
Certeza!!!!
Deveriam começar por ai!!!!!
Vai fechar um bocado de setor, pois não se tem terceirizados, nem cedidos para exercer a atividade meio ou tais funções administrativas. Parabéns aos "jênios" dessa iniciativa, vão quebrar a PC e não resolverão o problema.
Agente tem que correr atrás de bandido, seja investigando ou trocando tiro. Nada de se escorar atrás de um birô. Bora trabalhar galera, foi p isso q vcs prestaram concurso.