Diversos

Klaus rebate procurador -geral e afirma que há, sim, erro na cobrança do IPTU: “não sou irresponsável nem estou equivocado

KlausReprodução: Facebook

NÃO ESTOU EQUIVOCADO!

O PROCURADOR CASTIM LEU SOMENTE METADE DO ARTIGO

Apesar de afastado das linhas do Direito há algum tempo, tendo conhecimento da nota expedida pelo Procurador Geral do Município, sobre a perda do prazo para cobrança do IPTU e a aplicabilidade do art. 219, do Código de Processo e a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça sobre o assunto, tenho a ponderar que a visão trazida pelo Procurador na nota é apenas parcial.

O art. 219, do Código de Processo Civil diz, de fato, que o despacho de citação faz retroagir seus efeitos a data de propositura da ação, contudo essa leitura é parcial. Esqueceu-se o Procurador de apontar o que diz o resto do artigo.

Os demais parágrafos ao art. 219 dizem que cabe ao credor (Prefeitura) promover a citação em 10 (dez) dias. Prazo, este, que pode ser prorrogado por mais 90 (noventa) dias e no caso de não haver citação, considera-se não interrompida a prescrição. É o que diz o §4º, do art. 219.

Tive o cuidado de esperar os 100 (cem) dias que a lei prevê e verificamos que o Município não tomou NENHUMA medida para diligenciar os processos. Repita-se NENHUMA medida. A inércia foi sua e não do Poder Judiciário.

Ainda mais. A Súmula 106 do mesmo STJ é clara: “PROPOSTA A AÇÃO NO PRAZO FIXADO PARA O SEU EXERCICIO, A DEMORA NA CITAÇÃO, POR MOTIVOS INERENTES AO MECANISMO DA JUSTIÇA, NÃO JUSTIFICA O ACOLHIMENTO DA ARGUIÇÃO DE PRESCRIÇÃO OU DECADENCIA”. Ou seja, somente retroage quando a demora na citação não for atribuída ao Fisco.

Ora, o Procurador-Geral promoveu mais de 5 mil execuções (IPTU 2010) no mês de dezembro de 2014, faltando 10 dias para o fim do prazo, seria justo entender que a ausência de citação se deu por culpa do Judiciário? ou como alegamos, que foi o Procurador-Geral quem demorou demais, até os 45 minutos do segundo tempo, para cumprir seu dever?

É injusto o Procurador querer imputar ao Judiciário a demora da citação, quando ele esperou até a última hora, para colocar no colo do Judiciário 5 mil ações prestes a prescrever. Entendo que a ocorrência da prescrição não é culpa do Judiciário que se viu obrigado a “tocar” 5 mil processos, mas sim da inércia do Procurador.

Em recente julgamento, o STJ detalhou a situação nesses termos:

(…) Outrossim, a interrupção da prescrição pela citação válida, na redação original do art. 174, I, do CTN, ou pelo despacho que a ordena, conforme a modificação introduzida pela Lei Complementar 118/05, retroage à data do ajuizamento, em razão do que determina o art. 219, § 1º, do CPC (REsp 1.120.295/SP, Rel. Ministro Luiz Fux, Primeira Seção, DJe 21/5/10). No entanto, para que a interrupção da prescrição retroaja à data da propositura da ação, nos termos do art. 219, § 1º, do CPC, é necessário que a demora na citação não seja atribuída ao Fisco. (…)

(STJ – AgRg no AREsp: 42208 GO 2011/0112204-9, Relator: Ministro SÉRGIO KUKINA, Data de Julgamento: 09/04/2013, T1 – PRIMEIRA TURMA, Data de Publicação: DJe 15/04/2013).

E pergunto: de quem é a culpa do despacho de citação não ter sido proferido no prazo do art. 174, I, do Código Tributário, ou seja, dentro dos 5 anos? Do Poder Judiciário?

Como o Procurador Geral recorreu a Jurisprudência do STJ, é bom relembrarmos mais uma última, que também submetida ao regime de recursos repetitivos afirma que:

TRIBUTÁRIO. EXECUÇAO FISCAL. PRESCRIÇAO. INTERRUPÇAO COM A CITAÇAO DO DEVEDOR, QUE RETROAGE À DATA DE AJUIZAMENTO. ART. 219, 1º., DO CPC. INAPLICABILIDADE QUANDO A DEMORA DA CITAÇAO É IMPUTADA AO EXEQUENTE. PRECEDENTES.

(…).

Agravo regimental improvido (AgRg no REsp. 1.253.763/PR, Rel. Min. HUMBERTO MARTINS, DJe 10.08.2011).

Continuo afirmando que o Procurador-Geral cometeu falha que pode levar o Município a um prejuízo financeiro de imensa ordem e a sua nota, que confirma que as ações foram impetradas na última hora, quando não havia mais condição de despacho de citação dos Juízes competentes, apenas confirmam nossas alegações.

Klaus Araújo
Vereador

https://www.facebook.com/klausdobem/posts/693330214104960:0

 

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Política

[VÍDEO] DE NOVO: Lula diz que “traidor era enforcado”; Flávio Bolsonaro já acionou o STF

Imagens: Reprodução/Antonio Vieira Farias

O presidente Lula voltou a afirmar que, “antigamente, traidor era enforcado”, durante discurso na convenção nacional do PDT, realizada nesta terça-feira (21), em Brasília, conforme informações so da Revista Oeste.

Sem citar nominalmente o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, Lula criticou brasileiros que, segundo ele, recorrem aos Estados Unidos para defender sanções contra o Brasil.

O presidente também atribuiu ao adversário a responsabilidade pelo tarifaço de 25% anunciado pelo governo americano sobre produtos brasileiros.

Na mesma fala, Lula desafiou o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, a apoiar Flávio Bolsonaro no Brasil.

“Se o secretário de Estado americano, Marco Rubio, quiser vir apoiar o meu adversário, que venha, que monte um comitê, porque a gente vai derrotar todos em nome da defesa da democracia desse país”, declarou.

Esta é a segunda vez que Lula usa a expressão sobre “traidores”. Em junho, ele fez declaração semelhante, o que levou Flávio Bolsonaro a apresentar uma notícia-crime ao STF, alegando que a fala incentivava violência contra ele.

A nova declaração ocorreu durante a convenção em que o PDT oficializou apoio à candidatura de Lula à reeleição.

 

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Política

Previdência do RN acumula rombo de R$ 55,9 bilhões; Estado banca R$ 150 milhões por mês

Foto: Reprodução

O déficit atuarial do Instituto de Previdência dos Servidores do RN (Ipern) fechou dezembro de 2025 em R$ 55,94 bilhões, segundo relatório apresentado ao Conselho Estadual de Previdência Social.

Na prática, esse valor corresponde à diferença entre o que o sistema projeta arrecadar e o que deverá gastar, no futuro, com aposentadorias e pensões.

Hoje, o Tesouro Estadual precisa repassar cerca de R$ 150 milhões por mês para complementar o pagamento de aposentadorias e pensões, conforme informações da Tribuna do Norte.

Segundo o relatório, o regime conta com 49.374 servidores ativos, 45.686 aposentados e 8.325 pensionistas.

Pelas projeções atuariais, o sistema tem R$ 60,34 bilhões em obrigações futuras. Em contrapartida, dispõe de R$ 4,39 bilhões em ativos, considerando investimentos e compensações previdenciárias. Essa diferença explica o déficit atuarial de R$ 55,94 bilhões.

O déficit também é alvo de acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN), que estabeleceu prazo para que o Governo do Estado apresentasse um plano de amortização.

Conforme o processo, a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) recorreu da decisão e agora aguarda manifestação da relatora, conselheira Ana Paula de Oliveira Gomes.

Para o presidente do Conselho Estadual de Previdência Social, Eleazar Cavalcante de Brito, a previdência representa hoje o maior desafio fiscal do Estado. Ele defende medidas estruturais para reequilibrar o sistema.

O economista Helder Cavalcanti explicou que o déficit atuarial não significa falta imediata de dinheiro para pagar aposentadorias e pensões. Segundo ele, o indicador mede a capacidade de o sistema se manter sustentável no longo prazo.

O Ipern informou que não comentará o assunto enquanto os estudos não forem concluídos e aprovados pelo Governo do Estado.

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Política

PUXADA DE TAPETE: advogado revela decepção com tomada de comando do Avante no RN pelo pré-candidato a governador Allyson Bezerra

Foto: Reprodução

O advogado e economista Alexandre Teixeira é a mais nova vítima da sede de poder do pré-candidato ao Governo do Estado Allyson Bezerra (União Brasil).

Ele divulgou uma nota em suas redes sociais, nesta terça-feira (20), relatando que havia sido convidado para comandar o Avante no RN, mas sofreu uma puxada de tapete e perdeu a direção do partido para o ex-prefeito de Mossoró.

De acordo com ele, após organizar a direção partidária e montar as nominatas de candidatos, houve uma mudança no comando do processo, que passou para as mãos de Allyson Bezerra.

O advogado diz ainda que aguardou “a construção de um diálogo” com a nova direção, mas que isso “na prática não ocorreu”.

Alexandre Teixeira também lamentou que “um projeto construído com diálogo e boa-fé tenha seguido um caminho diferente” e enfatizou que “a condução política do Avante e os resultados decorrentes das decisões tomadas a partir da mudança de direção são de responsabilidade exclusiva do grupo que assumiu essa missão perante a direção nacional do partido”.

Leia a nota na íntegra:

Quando fui convidado para conduzir o Avante no Rio Grande do Norte, minha missão seria de estruturar o partido, organizar sua direção e construir as nominatas de candidatos a deputado federal e deputado estadual. Aceitei esse desafio, iniciei o trabalho de organização partidária, promovi filiações, estabeleci diálogos e reuni um grupo de pessoas que acreditou no projeto político que lhes foi apresentado.

Posteriormente, houve uma alteração na condução partidária. O pré-candidato ao Governo do Estado, Alisson, passou a liderar esse processo, com a anuência da direção nacional do partido, assumindo a responsabilidade pela organização do Avante e pela formação das nominatas.

Mesmo diante dessa mudança, aguardei, por um período razoável, a construção de um diálogo que possibilitasse uma atuação conjunta e preservasse os compromissos inicialmente assumidos.

Esse diálogo, na prática não ocorreu. Apenas recentemente surgiram conversas, já em um contexto completamente diferente daquele que motivou minha participação no projeto.

Com a mudança na condução, a responsabilidade pela estruturação do Avante e pela formação das nominatas passou a ser do grupo que assumiu essa atribuição.

Essa mudança não afetou apenas a minha participação no processo. Ela também comprometeu os projetos políticos de pessoas que confiaram na proposta inicialmente apresentada, decidiram se filiar ao Avante. Essas pessoas investiram tempo, construíram articulações e fizeram escolhas políticas acreditando em um projeto que acabou sendo modificado ao longo do caminho, sem o diálogo e a previsibilidade que legitimamente esperavam.

Diante desse cenário, comunicarei às pessoas que ingressaram no Avante por minha confiança que estão livres para avaliar e definir seus caminhos políticos. Por fim, deixo um pedido público de desculpas a todas as pessoas que confiaram na minha palavra e decidiram ingressar no Avante por acreditarem no projeto que iríamos construir. Embora já tenha conversado individualmente com muitas delas, faço questão de registrar também publicamente esse pedido de desculpas.

Lamento que um projeto construído com diálogo e boa-fé tenha seguido um caminho diferente daquele que motivou essas filiações. Meu compromisso com essas pessoas permanece o mesmo: agir com transparência, lealdade e respeito.

Reafirmo meu respeito a todos os envolvidos. Contudo, a condução política do Avante e os resultados decorrentes das decisões tomadas a partir da mudança de direção são de responsabilidade exclusiva do grupo que assumiu essa missão perante a direção nacional do partido.

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Geral

A quem interessa o Conselho Municipal de Saúde segurar um relatório por 120 dias?

Foto: Ilustração

O Relatório Anual de Gestão (RAG) de 2025 da Secretaria Municipal de Saúde de Natal está parado há quase 120 dias no Conselho Municipal de Saúde. O documento foi encaminhado no dia 30 de março e, até esta terça-feira (21), continua sem análise.

O RAG não é um documento qualquer. Trata-se de uma das principais prestações de contas da gestão da Saúde. Ainda assim, o Conselho, que existe justamente para exercer o controle social, não deu sequer uma resposta sobre quando pretende apreciá-lo.

A demora já passou da conta e exige uma explicação.

O que está impedindo o Conselho de cumprir sua obrigação? Morosidade? Falta de prioridade? Divergências internas? Ou simplesmente ninguém tem pressa de colocar o relatório em votação?

Um fato precisa ser registrado. Ao contrário do que chegou a ser divulgado, a apuração do BLOGDOBG mostra que Natal não perdeu recursos para a Saúde por causa do RAG.

O problema é outro. Enquanto o Conselho mantém um documento dessa relevância na gaveta por quase quatro meses, a transparência e o controle social ficam em segundo plano. E isso, no mínimo, merece uma boa explicação.

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Mundo

EUA devem anunciar 10% de tarifa sobre o Brasil por “trabalho forçado”


Foto:  AFP

O governo americano deve anunciar nos próximos dias 10% de tarifa sobre bens importados de 86 países, incluindo o Brasil. A justificativa é a suposta participação de trabalho forçado na produção de todos esses países.

Uma fonte que acompanha as negociações de perto informa que os produtos brasileiros deverão usufruir de uma lista de exceção parecida com a que foi criada para a tarifa de 25%, sob a Seção 301.

Não está claro se será uma lista de exceções idêntica à que foi feita no ano passado, ou mais extensa, como a da semana passada.

Esse novo regime tarifário tem por objetivo dar continuidade à cobrança dessa mesma alíquota, imposta em 24 de janeiro, sob a Seção 122, e que expira em 150 dias, ou seja, esta semana. No caso anterior, a justificativa foi o balanço comercial americano, que cresceu 40% nos últimos cinco anos, alcançando US$ 1,2 trilhão.

Foram incluídos nessa investigação de trabalho forçado, sob a Seção 301, os 27 países da União Europeia. Contando o bloco como se fosse um país, o número de atingidos é 60.

O representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, que ordenou a investigação, argumenta que esses países têm leis contra a inclusão do trabalho forçado em suas cadeias de valor, mas elas não são cumpridas. E que os EUA, por sua vez, as cumprem rigorosamente, o que os coloca em desvantagem competitiva.

A estratégia busca substituir os mecanismos tarifários cuja utilização foi restringida pela Suprema Corte, especialmente o recurso à IEEPA (Lei de Poderes Econômicos Emergenciais).

A iniciativa torna ainda mais complexas as disputas comerciais. Dada a longa cadeia de valor que caracteriza os produtos, é difícil provar que houve ou não participação de trabalho forçado.

CNN

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Mundo

EUA recalculam custo e já gastou R$ 190 bilhões com guerra contra o Irã

Foto: Getty

A guerra dos Estados Unidos contra o Irã já consumiu US$ 37,5 bilhões (cerca de R$ 190,8 bilhões) dos cofres norte-americanos, informou nesta terça-feira (21/7) o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth. O valor representa um aumento de quase US$ 8 bilhões em relação à estimativa pública anterior e inclui os custos previstos da operação militar até 30 de setembro.

A atualização foi apresentada durante audiência da Comissão de Dotações do Senado, da qual Hegseth participou ao lado do chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine.

A divulgação do novo custo ocorre em meio ao décimo dia consecutivo de confrontos entre Washington e Teerã, que ampliaram as preocupações sobre os impactos econômicos e energéticos da escalada militar no Oriente Médio.

Metrópoles

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Mundo

BRUTAL: Ex-ministra britânica assassinada foi atingida 21 vezes com martelo

Foto: EFE

Os promotores responsáveis pelo caso da morte da ex-ministra britânica Ann Widdecombe afirmaram que ela foi atingida 21 vezes no topo da cabeça com um martelo. A informação foi apresentada nesta terça-feira (21), durante uma audiência no Tribunal de Magistrados de Westminster, em Londres.

O acusado pelo crime, Joshua Kerry, de 28 anos, compareceu à audiência. Segundo as autoridades, ele é cidadão britânico e natural do norte da Inglaterra.

Ann Widdecombe, de 78 anos, foi encontrada morta em sua residência, na região de Haytor, no sudoeste da Inglaterra em 9 de julho. Ela foi uma figura de destaque do partido Reform UK, liderado por Nigel Farage, embora já não ocupasse mandato parlamentar.

Joshua Kerry foi preso pela polícia britânica no dia 11 de julho. De acordo com os investigadores, até o momento não há indícios de que o assassinato tenha sido motivado por razões políticas.

Pleno News

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Brasil

Governo muda regras de trabalho do comércio em feriado. Veja como fica


Foto: Divulgação

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) publicou, nesta terça-feira (21/7), uma portaria que muda as regras para o funcionamento do comércio durante os feriados.

Segundo a norma, lojas e estabelecimentos só poderão abrir nesses dias com autorização prevista em Convenção Coletiva de Trabalho, firmada entre sindicatos de trabalhadores e empregadores.

No entanto, a medida, oficializada pela Portaria nº 1.316, estabelece exceções para algumas atividades que poderão funcionar normalmente nos feriados.

Entre elas, estão: padarias, farmácias, floriculturas, barbearias, salões de beleza, postos de combustíveis, comércio de gás de cozinha (GLP), locadoras, hotéis, restaurantes, bares, casas de diversão, feiras livres, lavanderias, funerárias e outros.

O texto também prevê que, caso não exista um sindicato representativo da categoria profissional ou econômica, a Convenção Coletiva poderá ser firmada com a federação ou a confederação correspondente.

Empresas serão fiscalizadas

  • A nova regra vale somente para os feriados. Já o funcionamento do comércio aos domingos continua seguindo o que diz a Lei nº 10.101, de 19 de dezembro de 2000.
  • A portaria foi publicada em 2023. Desde então, o início dela foi adiado pelo menos cinco vezes por causa da resistência de representantes do setor empresarial.
  • Em fevereiro deste ano, o governo deu mais 90 dias para a implementação e criou uma comissão com representantes de empregadores e trabalhadores.
  • O objetivo era buscar um acordo, e o consenso foi fechado agora.
  • Com a nova regra, as empresas que não cumprirem a exigência poderão ser fiscalizadas pelo MTE.
  • Quem desrespeitar está sujeito a multa.
  • Se já existir uma convenção coletiva em vigor que autoriza o trabalho em feriados, não será preciso fazer um novo acordo.

 

Metrópoles

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Geral

Eduardo Bolsonaro defende Rubio e diz que Lula “comemorou” tarifas

Foto: Reprodução/Redes sociais

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) saiu em defesa do secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, e afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tentou explorar politicamente a imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros.

Em entrevista ao Metrópoles, nesta terça-feira (21/7), Eduardo disse que o petista “comemorou” a medida ao atribuir a responsabilidade pela taxação à família Bolsonaro.

Segundo Eduardo, a investigação conduzida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, teve caráter técnico e a manifestação pública de Rubio ocorreu apenas após, segundo ele, declarações políticas de Lula.

“A Seção 301 sempre foi um processo técnico. O Marco Rubio teve que entrar no campo político porque o Lula também estava mentindo para ter ganhos políticos. O Lula fez um textão quase comemorando as tarifas, onde ele abre o texto culpando o Flávio Bolsonaro”, afirmou.

O ex-parlamentar disse que Rubio não participou da análise comercial que embasou a investigação americana, mas reagiu politicamente ao discurso do presidente brasileiro.

“O que o Marco Rubio fez? Ele viu essa mentira, essa injustiça. Ele não é um ator técnico, porque não faz uma análise comercial das coisas. Ele é um ator político que estuda e trabalha dentro da geopolítica. Ele botou uma ‘água no chope do Lula’”, declarou.

Eduardo também atribuiu a postura do secretário de Estado à origem familiar de Rubio. “O Rubio é descendente de cubanos. Dentro de casa ouviu as histórias de como se comportam, de maneira inescrupulosa, esses líderes de esquerda. E o Lula não é exceção à regra.”

Na avaliação do ex-deputado, o governo brasileiro buscou transformar a crise comercial em um ativo eleitoral.

“Se for preciso que o povo pague mais tarifa, que gere inflação e desemprego para os próprios brasileiros, se o Lula entender que isso vai trazer ganhos na eleição, ele o fará, tanto que o fez. O Rubio só desnudou a estratégia do Lula.”

Metrópoles

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Mundo

Professora casada é acusada de vendar e amarrar aluno de 10 anos durante abuso sexual

Foto: Reprodução

Uma professora casada está sendo acusada de ter vendado e amarrado à cama que dividia com o marido um aluno de 10 anos durante abuso sexual ocorrido há 35 anos.

O caso parou na Justiça em 2024, após a vítima resolveu relatar o que viveu com Deborah Franklin, atualmente com 65 anos, contou o “Sun”.

O denunciante contou aos jurados, emocionado, que tinha apenas 9 anos quando desenvolveu uma “forte amizade” com a sua professora — descrita como “muito sociável” —, que também se tornou sua professora particular em Hertfordshire (Inglaterra), no início da década de 1990. A relação rapidamente evoluiu para “sussurros” e “piadas” de cunho inapropriado.

“Ela falava sobre drogas, cigarros, sexo. Coisas muito adultas”, alegou ele, acrescentando ser a “vítima perfeita”.

Num episódio, contou a vítima, Deborah zombou dele após perder uma aposta:

“Ela disse: ‘Estou muito surpresa que seja isso o que você quer. Eu teria pensado que você queria me ver sem roupa'”.

Embora hoje perceba que foi vítima de “muita manipulação”, o denunciante disse que à época Deborah fazia com que ela se parecesse “sua namorada”. Ele afirmou que ela o beijou na boca pela primeira vez na garagem dele — e logo depois: “Lembro-me de que ela estava sem roupa e me ensinando como tocar uma mulher”.

“Lembro-me de ela apenas me dizer o que fazer, e eu simplesmente fazia”, ​​testemunhou ele.

O denunciante declarou que eles tiveram “relações sexuais” quando ele tinha apenas 10 anos, tanto no quarto do irmão dele quanto na própria casa da professora. Um dia foi destacado:

“Ela me pediu para subir na cama. Acho que era a cama de casal dela. Lembro-me de ela me amarrar. De amarrar meus braços. Ela tinha uma pena. Uma espécie de luvas com penas e pele. Ela fazia cócegas em mim. Lembro-me de estar amarrado à cama e de olhos vendados. Acho que eu não fazia ideia do que estava acontecendo. Eu simplesmente deixava rolar e confiava nela.”

Eles continuaram mantendo relações sexuais por cerca de quatro anos — incluindo uma vez em que “a professora chamou pelo nome do marido”.

Extra

 

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