Judiciário

Lula, Palocci e Paulo Bernardo viram réus acusados de receber propina da Odebrecht

FOTO: ANDRE PENNER AP

O juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal em Brasília, aceitou denúncia apresentada pelo Ministério Público e tornou réus o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os ex-ministros Antônio Palocci e Paulo Bernardo e o empresário Marcelo Odebrecht.

Lula, Palocci e Paulo Bernardo são suspeitos de terem recebido propina da construtora Odebrecht em troca de favores políticos. Segundo a acusação, a empreiteira prometeu a Lula, em 2010, R$ 64 milhões para ser favorecida em decisões do governo. De acordo com o Ministério Público Federal, o dinheiro teria sido colocado à disposição do PT.

A denúncia afirma que uma das contrapartidas solicitadas pela Odebrecht seria interferência política para elevar para R$ 1 bilhão um empréstimo concedido a Angola pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Após a concessão do empréstimo, a construtora brasileira, que havia sido contratada pelo país africano, captou parte dos valores obtidos junto ao BNDES. A liberação do financiamento foi assinada por Paulo Bernardo, que, à época, era ministro do Planejamento.

A TV Globo teve acesso à decisão que tornou Lula, Palocci, Paulo Bernardo e Marcelo Odebrecht reús. No despacho assinado nesta quarta (5), o juiz destacou que “a peça acusatória está jurídica e formalmente apta e descritiva” e, inclusive, contém vídeos, mensagens de e-mails, planilhas, relatórios policiais e outros documentos.

Veja abaixo os crimes a que cada um vai responder na ação penal:

1) LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA (à época Presidente da República), PAULO BERNARDO (à época Ministro de Estado) e ANTÔNIO PALOCCI FILHO (ex-Ministro de Estado), teriam praticado, em 2010, o delito de corrupção passiva, previsto no art. 317 do Código Penal (com a causa de aumento de pena do art. 327, § 2o do Código Penal), pela aceitação de promessa e recebimento de 40 milhões de dólares (64 milhões de reais) em contrapartida ao aumento da linha de crédito para financiamento da exportação de bens e serviços Brasil e Angola em benefício do ODEBRECHT, cuja autorização pelo Governo Brasileiro (a Angola) teria sido à época de 1 bilhão de dólares.

2) MARCELO BAHIA ODEBRECHT, em 2010, teria praticado o crime de corrupção pela promessa e pagamento dos mesmos quarenta milhões de dólares (64 milhões de reais) em contrapartida ao aumento de crédito Brasil-Angola a que alude o item anterior.

3) ERNESTO SÁ VIEIRA BAIARDI e LUIZ ANTÔNIO MAMERI (aditamento à denúncia), em 2010, teriam, juntamente com MARCELO BAHIA ODEBRECHT, praticado o crime de corrupção pela promessa e pagamento desses quarenta milhões de dólares (64 milhões de reais) em contrapartida ao aumento de crédito Brasil-Angola a que alude o item 1.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Eu não canso de informar a vcs, q réu é somente o acusado condenado após os trâmites processuais.
    Enqto não há condenação, não tem q se falar em réu. Há denunciado, acusado, requerido, promovido, mas NÃO RÉU.
    Deixem de quererem ficarem imitando a globo. Eles TB estão errados.

  2. Melhor seria se devolvesse o dinheiro que roubou. Seria a pena ideal para todo corrupto, não excluindo a cadeia, claro.

  3. Por enquanto ainda faltam sete processos para serem julgados contra o encantador de jumentos e alienados cognitivos, os coitados não dão mais nem um pio para defender seu bandido-mor de estimação…??????

  4. Se f…deu!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Vai apodrecer no xilindró…Que sirva de lição pra todos esses corruptos que dilapidaram nosso país!!!!!!

  5. Lula e a fina flor do PT envolvidos em mais uma falcatrua… Quem diria hein… Qualquer um que não tenha bandido de estimação, creio eu.

  6. Mentira! Lula – a alma mais sebosa, digo honesta deste país será processado novamente?? Não acredito! Isso é góipi!

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Geral

Agência de saúde do Reino Unido faz alerta para risco de pancreatite com Mounjaro e Wegovy

Foto: Matthew Horwood/Getty Images

A agência reguladora de medicamentos do Reino Unido (MHRA) emitiu um alerta após registrar casos graves de pancreatite em usuários de remédios para obesidade e diabetes, como Wegovy (Novo Nordisk) e Mounjaro (Eli Lilly). Em 19 casos, a inflamação evoluiu para morte.

Entre 2007 e outubro de 2025, a MHRA recebeu cerca de 1.300 notificações de pancreatite associadas a esses medicamentos, incluindo 24 casos de pancreatite necrosante, a forma mais grave da doença. No período, 25 milhões de embalagens foram distribuídas no país, o que indica que o efeito é raro, mas potencialmente grave.

Os medicamentos atuam imitando hormônios intestinais como o GLP-1 e o GIP, usados no tratamento do diabetes tipo 2 e, mais recentemente, no controle do peso. Nos EUA, as bulas já trazem alertas sobre o risco de inflamação no pâncreas.

A MHRA orienta pacientes a procurar atendimento médico diante de dor abdominal intensa e persistente, especialmente se houver náuseas e vômitos. Médicos também devem questionar pacientes com esses sintomas sobre o uso de canetas emagrecedoras, inclusive as adquiridas de forma privada.

As farmacêuticas afirmam que os medicamentos devem ser usados com acompanhamento médico. A Novo Nordisk diz que os benefícios superam os riscos para pacientes com indicação clínica. A Eli Lilly alerta para maior cautela em pessoas com histórico de pancreatite.

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Eleições

Lula abre ano eleitoral com menor vantagem dos últimos 16 anos

Fotos: Ricardo Stuckert/PR e Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

As primeiras pesquisas eleitorais do ano apontam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança em todos os cenários na corrida para a reeleição em outubro. No entanto, um levantamento do Metrópoles aponta que a diferença do petista para o segundo colocado, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), é a menor registrada desde 2010, em comparação com as primeiras sondagens dos respectivos anos eleitorais.

Segundo a pesquisa Genial/Quaest divulgada em 14 de janeiro, Lula tem 36% das intenções de voto contra 23% do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no primeiro turno. A diferença é de 13 pontos percentuais. Já a Paraná Pesquisas, publicada na última quinta-feira (29/1), indica uma distância menor — de 6,7 pontos percentuais, com 39,8% para o petista ante 33,1% de Flávio.

A última vez em que se registrou uma margem tão próxima entre presidenciáveis na abertura do ano eleitoral foi em 2010, na disputa entre José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT). Naquele ano, a candidata petista saiu vencedora, sob o apoio de Lula, que alcançava altos índices de aprovação.

O cenário no início do ano, entretanto, era diferente. Pesquisa Datafolha feita em 24 e 25 de fevereiro — a primeira do instituto em 2010 — colocava o candidato do PSDB com 32% das intenções de voto, contra 28% de Dilma. A diferença, portanto, era de 4 pontos percentuais. Apesar da vantagem de Serra, o levantamento já indicava uma ascensão da então ministra da Casa Civil de Lula. Em comparação com a pesquisa anterior, ela reduziu a vantagem de 14 para 4 pontos.

Pesquisas

  • Levantamentos recentes apontam o presidente Lula na liderança em todos os cenários da corrida eleitoral.
  • No entanto, as últimas sondagens indicam uma recuperação do desempenho do segundo colocado, Flávio Bolsonaro.
  • Segundo a pesquisa Genial/Quaest de janeiro, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro reduziu a rejeição de 60% para 55%. A de Lula se manteve em 54%.
  • Entre 2014 e 2022, as primeiras pesquisas do ano apontavam uma vantagem mais ampla entre o primeiro e o segundo colocado.

Nos anos posteriores, a diferença entre o primeiro e o segundo colocado se mostrava mais confortável. Em fevereiro de 2014, Dilma iniciava o ano com uma vantagem de 30 pontos percentuais em relação ao principal adversário, Aécio Neves (PSDB), de acordo com sondagem do Datafolha.

Já em 2018, a distância entre Lula, na liderança, e Bolsonaro, era de 21 pontos percentuais. A pesquisa do instituto Datafolha foi feita nos dias 29 e 30 de fevereiro, na mesma semana em que o petista teve a condenação confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4).

Posteriormente, ele teve a candidatura indeferida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com base na Lei da Ficha Limpa. Lula foi substituído pelo então candidato a vice, Fernando Haddad, que acabou derrotado no pleito de outubro.

No início de 2022, Lula volta a surgir como favorito para a disputa presidencial, com uma ampla vantagem em comparação a Bolsonaro. Pesquisa Quaest divulgada em 12 de janeiro, apontou o petista com uma margem de 22 pontos percentuais à frente. Naquele ano, Lula venceu a eleição no segundo turno com uma diferença de apenas 1,8 ponto percentual.

Veja o histórico de pesquisas eleitorais desde 2002:

Cenários estimulados de 1º turno (2002–2026)

2026

  • Lula: 36%

  • Flávio Bolsonaro: 23%

  • Diferença: 13 pontos percentuais

  • Fonte: Quaest (14/01/2026)

2022

  • Lula: 45%

  • Jair Bolsonaro: 23%

  • Diferença: 22 pontos percentuais

  • Fonte: Quaest (12/01/2022)

2018

  • Lula: 37%

  • Jair Bolsonaro: 16%

  • Diferença: 21 pontos percentuais

  • Fonte: Datafolha (31/01/2018)

2014

  • Dilma Rousseff: 47%

  • Aécio Neves: 17%

  • Diferença: 30 pontos percentuais

  • Fonte: Datafolha (19 e 20/02/2014)

2010

  • José Serra: 32%

  • Dilma Rousseff: 28%

  • Diferença: 4 pontos percentuais

  • Fonte: Datafolha (24 e 25/02/2010)

2006

Cenário 1

  • José Serra: 34%

  • Lula: 33%

  • Diferença: 1 ponto percentual

Cenário 2

  • Lula: 36%

  • Geraldo Alckmin: 20%

  • Diferença: 16 pontos percentuais

  • Fonte: Datafolha (1 e 2/02/2006)

 2002

  • Lula: 30%

  • Roseana Sarney: 21%

  • Diferença: 9 pontos percentuais

  • Fonte: Datafolha (3 e 4/01/2002)

Para fazer o levantamento, o Metrópoles levou em consideração as primeiras pesquisas publicadas em anos eleitorais pelo instituto Datafolha e a consultoria Quaest. Foram considerados apenas cenários estimulados para o primeiro turno.

Disputa presidencial

Nas últimas semanas, as articulações em torno da corrida ao Planalto vêm se intensificando. O senador Flávio Bolsonaro caminha para se consolidar como o principal nome da direita bolsonarista nas urnas em outubro. Nesta semana, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), até então visto como alternativa à Presidência, se reuniu com o ex-presidente Jair Bolsonaro para discutir cenários.

Como mostrou o Metrópoles, na coluna Igor Gadelha, Bolsonaro e Tarcísio debateram possibilidades para vice de Flávio e possíveis candidatos ao Senado em São Paulo e no Rio de Janeiro. Ao final do encontro, o chefe do Executivo paulista reafirmou a pré-candidatura à reeleição.

Em outra frente, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, deixou o União Brasil e filiou-se ao PSD, na tentativa de costurar uma candidatura à Presidência. O PSD, agora, tem três opções para a corrida ao Planalto: Caiado, Eduardo Leite (governador do Rio Grande do Sul) e Ratinho Jr. (governador do Paraná).

Lula, por outro lado, é unanimidade no campo da esquerda. Ele deve lançar a pré-candidatura à reeleição na próxima semana, durante as celebrações do aniversário de 46 anos do PT, em Salvador (BA).

Metrópoles

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Geral

UM DOS MELHORES DE NATAL: Restaurante Santa Maria vai encerrar as atividades

Foto: André Stuckert

Após mais de duas décadas de funcionamento em Natal, o Restaurante Santa Maria, referência da gastronomia portuguesa na capital potiguar, anunciou que vai encerrar suas atividades. A casa seguirá aberta por cerca de mais 10 dias, permitindo que clientes se despeçam de um dos endereços mais tradicionais da culinária lusitana na cidade.

O grupo empresarial responsável informou que decidiu concentrar os investimentos na Gelo Camelo, fábrica de gelo que integra o mesmo grupo, o que resultará no encerramento definitivo da operação do restaurante. A decisão marca o fim de uma história que atravessou gerações de frequentadores em Natal.

Atualmente, os clássicos pratos à base de bacalhau já não fazem mais parte do cardápio. Ainda assim, o restaurante segue oferecendo opções como polvo, camarão e carnes, mantendo parte da identidade que o consolidou ao longo dos anos.

Além do fechamento, o Santa Maria também está aberto a negociações para a transferência do ponto comercial, da operação completa e até da própria marca. A despedida representa o encerramento de um capítulo importante da gastronomia natalense.

Com informações do Blog do Washington

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Geral

PODERDATA: Rejeição ao aborto atinge maior nível no Brasil e chega a 68%

Foto: Reprodução

Levantamento do PoderData realizado entre 24 e 26 de janeiro de 2026 mostra que 68% dos brasileiros se declaram contrários à liberação do aborto no país. O índice subiu 2 pontos percentuais em relação ao ano passado e alcançou o maior patamar desde o início da série histórica, em 2021. Já 22% dizem ser favoráveis à liberação, enquanto 10% não souberam responder.

Atualmente, o aborto é permitido no Brasil apenas em situações específicas: quando a gravidez é resultado de estupro, há risco à vida da gestante ou em casos de anencefalia do feto. Fora dessas hipóteses, a interrupção da gestação é considerada crime. A legislação não estabelece um limite máximo de semanas para os casos autorizados, mas o tema segue cercado de controvérsias jurídicas e políticas.

Os dados mostram que a rejeição ao aborto é majoritária em praticamente todos os recortes sociais e políticos. Mesmo entre eleitores que afirmam ter votado em Lula no segundo turno de 2022, 65% dizem ser contra a liberação. Entre os que votaram em Jair Bolsonaro, o índice sobe para 73%. A oposição ao procedimento é mais forte no Sul do país e entre pessoas com renda superior a cinco salários mínimos.

O debate segue em aberto no STF, onde há uma ação que discute a descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação. O julgamento está suspenso após pedidos de destaque e, até o momento, conta com dois votos favoráveis à descriminalização. A pesquisa ouviu 2.500 pessoas em 111 municípios, com margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Com informações do Poder360

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Política

Códigos de conduta que inspiram STF foram criados em contextos de crises semelhantes à do Master

Foto: Wilton Junior

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, afirmou ao Estadão que se inspira em experiências internacionais ao defender a criação de um código de conduta para ministros de tribunais superiores. Entre as principais referências estão o modelo adotado pelo Tribunal Constitucional Federal da Alemanha, em 2018, e o código instituído pela Suprema Corte dos Estados Unidos, em 2023.

Nos dois casos, as normas surgiram em contextos de desgaste público das cortes, cenário que se assemelha à crise enfrentada hoje pelo STF após o escândalo envolvendo o Banco Master. Na Alemanha, o debate ganhou força após críticas sobre ganhos de juízes com palestras em eventos empresariais sem transparência, levando a corte a aprovar um código com regras claras sobre participação em eventos e divulgação de valores recebidos.

Já nos Estados Unidos, a reação veio após reportagens revelarem que ministros da Suprema Corte tiveram viagens, benefícios e despesas pessoais bancadas por empresários com interesses em processos julgados pelo tribunal. O escândalo abalou a credibilidade da instituição e levou à criação de um código de conduta com diretrizes sobre conflitos de interesse, recebimento de presentes e influência indevida de relações pessoais.

A situação americana guarda paralelos com o momento vivido pelo STF. Ministros como Dias Toffoli e Alexandre de Moraes passaram a ser associados ao caso Master por vínculos de familiares e pela participação em eventos financiados por empresas investigadas. A ausência de transparência ativa sobre valores pagos a magistrados tem ampliado a pressão interna e externa por regras mais claras, reforçando o debate defendido por Fachin.

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Geral

PT sai em defesa de Cuba, critica Trump e reafirma apoio à soberania da ilha

Foto: Lula Marques/Agência PT

O Partido dos Trabalhadores (PT) divulgou neste sábado (31) uma nota oficial em que manifesta apoio político a Cuba diante do que classifica como novas ameaças dos Estados Unidos, sob a liderança do presidente Donald Trump. No texto, a legenda afirma solidariedade ao povo cubano e reforça a defesa da soberania e da autodeterminação da ilha caribenha.

A nota cita o recente episódio envolvendo a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro para sustentar que Washington estaria intensificando sua ofensiva sobre a América Latina. Segundo o PT, após a Venezuela, Cuba passa a ser alvo direto dessa escalada, em um movimento que atinge não apenas o governo, mas a população e o processo revolucionário cubano.

O partido também critica o bloqueio econômico imposto pelos EUA há mais de seis décadas, afirmando que a medida inviabiliza o desenvolvimento do país. De acordo com o texto, a política norte-americana busca “asfixiar totalmente” a economia cubana ao restringir o acesso a combustíveis, comprometer a geração de energia e dificultar o transporte e o comércio humanitário.

Por fim, o PT defende o fim imediato do bloqueio e a reinserção plena de Cuba na economia e na política internacionais. A legenda afirma que seguirá apoiando o povo cubano, sua soberania e os princípios da Revolução Cubana, que, segundo o partido, são baseados na justiça social e na autodeterminação dos povos.

Opinião dos leitores

  1. É os paÍses CUmpanheiros e aliados estão acabando! Chora petista, mas se chorar, mande audio kkkk

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Política

Lula avisa ao Congresso que 2026 será ano de entregas e pressão por resultados

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviará ao Congresso Nacional a mensagem de abertura do ano legislativo com um recado claro: 2026 será o “ano da entrega”. O documento deve destacar que o governo deixou para trás a fase de reconstrução e agora busca aprovar medidas com impacto direto na vida da população, concentrando esforços no primeiro semestre, antes do esvaziamento do calendário por causa das eleições.

A estratégia vem após um 2025 marcado por atritos entre Executivo e Legislativo, especialmente em torno do controle do Orçamento e das emendas parlamentares. Mesmo assim, o Planalto tem apostado na reaproximação institucional, simbolizada pelo encontro de Lula com os presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre, em gesto para reduzir tensões e destravar votações.

Entre as prioridades está o fim da escala 6×1. O governo avalia unificar propostas que tratam da redução da jornada de trabalho, com preferência inicial pela escala 5×2, considerada mais viável politicamente. A agenda também inclui a regulamentação do trabalho por aplicativos, com criação de uma categoria específica, garantia de remuneração mínima, contribuição ao INSS e maior transparência das plataformas.

Na segurança pública, o Planalto tenta avançar com a PEC que cria o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) e com o marco legal de combate ao crime organizado, mesmo diante da resistência da oposição e de governadores. Internamente, a avaliação é de que o Congresso terá um “ano curto”, o que transforma o primeiro semestre em uma corrida contra o tempo para aprovar pautas de apelo social e eleitoral.

Com informações do Correio Braziliense

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Geral

VÍDEO: Duplo homicídio é registrado em área de mata em São José de Mipibu

 

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Vídeo: Via Certa Natal

Um duplo homicídio foi registrado na tarde deste sábado (31) no município de São José de Mipibu, na Grande Natal. Dois jovens foram encontrados mortos a tiros em uma região de mata de difícil acesso. O caso eleva para três o número de homicídios registrados apenas neste sábado na região metropolitana.

De acordo com as informações apuradas no local, a Guarda Municipal recebeu a denúncia por volta das 16h e realizou incursões na área, conseguindo localizar os corpos no início da noite. O local foi isolado para o trabalho da Polícia Científica. Equipes do Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep), da Polícia Militar e da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) também estiveram presentes.

As vítimas ainda não foram identificadas oficialmente. Segundo as primeiras informações, tratam-se de dois homens jovens, de estatura média. Há a suspeita inicial de que eles possam ter envolvimento com uma chacina registrada recentemente na região do Bosque das Colinas, entre Parnamirim e São José de Mipibu, que terminou com uma criança baleada e morta após dar entrada em uma unidade de saúde.

A polícia vai investigar se os homens foram assassinados no local onde os corpos foram encontrados ou se foram levados até a área de mata após a execução. O caso ocorre em meio à escalada da violência atribuída à disputa entre facções criminosas na região, o que tem gerado preocupação entre moradores de São José de Mipibu e cidades vizinhas.

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Política

Lula intensifica ofensiva diplomática e articula com 16 líderes em janeiro

Foto: Ricardo Stuckert/PR

Janeiro de 2026 marcou a maior ofensiva diplomática do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) neste mandato. Em meio a um cenário internacional mais tenso, o petista manteve contatos diretos com 16 líderes estrangeiros, somando telefonemas e encontros bilaterais. A estratégia foi ampliar o diálogo com chefes de Estado de diferentes campos ideológicos, do eixo progressista a governos conservadores e de direita.

No Planalto, a avaliação é de que o movimento teve caráter preventivo e político. O foco não esteve na quantidade de agendas, mas no peso dos interlocutores. Lula buscou reposicionar o Brasil como ator relevante no debate internacional, em um contexto marcado por tensões globais, guerra comercial, crise na Venezuela e a proposta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de criação de um Conselho da Paz paralelo à ONU.

O gesto ganhou dimensão simbólica durante a viagem ao Panamá, onde Lula discursou no Fórum Econômico Internacional América Latina e Caribe. O encontro reuniu líderes de espectros opostos em uma região fragmentada, inclusive governos que hoje priorizam relações bilaterais com Washington. Para o governo brasileiro, o diálogo com a direita regional também atende a um objetivo interno: reduzir margens para interferências externas no processo eleitoral de 2026.

Nas conversas, Lula tratou de temas como economia, segurança, crise venezuelana e o Conselho da Paz. O Brasil adotou postura crítica à proposta americana, sugerindo ajustes, como foco na Faixa de Gaza e inclusão da Autoridade Palestina. A diplomacia presidencial é vista como ferramenta estratégica para manter canais abertos com potências globais e fortalecer a posição do país em um ano pré-eleitoral.

Com informações do Poder360

Opinião dos leitores

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Política

Vieira e Rubio conversam sobre preparativos para encontro de Lula com Trump

Foto: Reprodução/CNN Brasil

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, conversou nesta sábado (31) por telefone com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, para tratar dos preparativos da visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Washington, onde ele deve se encontrar com o presidente Donald Trump. A ligação reforçou o compromisso das duas diplomacias em avançar na definição da agenda e da data do encontro após a viagem do chefe do Executivo brasileiro à Índia e à Coreia do Sul, em fevereiro, informaram fontes oficiais.

Segundo nota divulgada pelo Itamaraty, além de alinharem os detalhes da futura visita presidencial, Vieira e Rubio discutiram temas da agenda bilateral, com destaque para questões comerciais e cooperação em segurança, áreas consideradas estratégicas na relação entre Brasil e Estados Unidos.

A conversa entre os chanceleres dá sequência ao acordo entre Lula e Trump em uma ligação na última segunda-feira (26), quando os presidentes acertaram a realização da visita em solo norte-americano e trataram de pautas de interesse mútuo. Na ocasião, o Conselho de Paz foi um dos temas debatidos, com o presidente brasileiro sugerindo que o órgão se limite às questões em Gaza e contemple assentamentos para a Palestina, além de reforçar a necessidade de uma reforma ampla da ONU.

Nos bastidores, a expectativa é que o encontro entre Lula e Trump — aguardado com atenção por governos e mercados — ajude a impulsionar a cooperação em áreas como comércio, investimentos e segurança global, além de consolidar o canal diplomático aberto entre Brasília e Washington após um período de tensão nas relações bilaterais.

Com informações da CNN

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