NEGOCIATAS: Propinas da Odebrecht favoreceram poderosos de Angola e sobrinho de Lula

AMIGOS – Os ex-presidentes Lula e José Eduardo dos Santos: propina para combater a pobreza (Ricardo Stuckert/PR

Em maio de 2014, o ex-presidente Lula foi recebido em Angola como “convidado especial” do então presidente José Eduardo dos Santos, com direito a honras de chefe de Estado, tratamento vip e um jato à disposição. De avião, Lula foi até uma usina de açúcar e etanol, na província de Malanje, construída e controlada por meio de uma parceria da Odebrecht com o governo local. O ex-presidente era o palestrante mais vistoso de um seminário de combate à fome organizado pela Fundação Eduardo dos Santos (Fesa), cujo patrono era o próprio presidente angolano. Pelos minutos em que falou sobre os programas sociais de seu governo, Lula recebeu quase meio milhão de reais de cachê, pago pela empreiteira brasileira, que um ano depois cairia na rede da Lava-Jato. Para conseguir obras e gordos contratos no país africano, a Odebrecht pagou 166 milhões de reais em propina.

Documentos de uma investigação conduzida por autoridades da Suíça, aos quais VEJA teve acesso, expõem a extensão do esquema de corrupção da Odebrecht em Angola. As tramoias da empreiteira foram reveladas pelo ex-­diretor da empresa na África Ernesto Baiardi. Em depoimento, o executivo detalhou como e a quem a companhia pagava subornos para garantir bons negócios no país. Um dos beneficiários, não por acaso, era exatamente o presidente da Fundação Eduardo dos Santos, Ismael Diogo da Silva. De acordo com Baiardi, Ismael, homem de confiança do ex-presidente de Angola, recebeu 8,2 milhões de dólares (25 milhões de reais) entre 2008 e 2013. O dinheiro, claro, deve ter sido aplicado no combate à pobreza. No índice global da fome, Angola figura na 95ª posição no ranking de 119 países avaliados.

PEDIGREE – Taiguara, sobrinho de Lula, e Isabel dos Santos, filha de José Eduardo: DNA de políticos e empresários de sucesso (Reprodução/Mikhail Metzel/TASS/Getty Images)

A Odebrecht também financiou o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), o partido do governo. A legenda comanda o país desde os anos 70, quando foi decretada a independência de Portugal, e implantou uma ditadura comunista — a típica, daquela em que o povo é pobre e os dirigentes do partido são milionários. Nas eleições legislativas de 2008, a empreiteira destinou 5 milhões de dólares (15 milhões de reais) ao MPLA. Os subornos da Odebrecht envolveram o alto escalão do governo. Entre 2008 e 2010, a empresa desembolsou 4,8 milhões de dólares (15 milhões de reais) em “vantagem indevida” ao ex-­ministro de Finanças de Angola José Pedro de Morais — em contrapartida, ele garantia o pagamento prioritário das faturas da companhia. Na lista de beneficiados da Odebrecht, estavam ainda o atual ministro de Petróleo, o ex-chefe do banco nacional de Angola e o ex-­vice-ministro do Comércio.

O ex-diretor da Odebrecht na África também confirmou que Taiguara Rodrigues, sobrinho de Lula, foi favorecido com pagamentos de propinas referentes à obra da hidrelétrica de Cambembe. Ex-vidraceiro, o jovem se tornou um empresário bem-sucedido ao assinar contratos milionários com a Odebrecht sem precisar bater um prego — uma mãozinha financeira que a empreiteira deu ao rapaz atendendo a pedido do tio famoso. O ex-presidente e seu sobrinho são réus no processo que apura fraudes em contratos do BNDES, banco público que emprestou dinheiro para financiar os projetos de infraestrutura da Odebrecht em Angola. Em última instância, era de lá que saía a propina para Lula, José Eduardo, Taiguara e outros.

Fome e dinheiro

Angola, na costa ocidental da África, é um dos países mais pobres do mundo e um paraíso para corruptos e corruptores

(ARTE/VEJA)

As negociatas entre Lula e a Odebrecht em Angola também foram reveladas pelo ex-ministro Antonio Palocci. Em um dos capítulos de sua colaboração premiada, Palocci relata pagamentos da Odebrecht ao PT no valor de 64 milhões de reais. Esses recursos foram repassados pela empreiteira ao partido em razão dos contratos de financiamento obtidos junto ao BNDES para obras de infraestrutura no país africano. O caso foi investigado e resultou numa ação penal em que Lula, Palocci e o ex-ministro Paulo Bernardo viraram réus, acusados de arrecadar propinas da Odebrecht para o PT. José Eduardo dos Santos deixou o governo em 2017. A filha dele, a empresária Isabel dos Santos, é a mulher mais rica da África, dona de uma fortuna estimada em 2,3 bilhões de dólares. No comunismo ou no socialismo, sem a imprensa a lhes importunar, é comum que os filhos de dirigentes sejam prodígios em termos de acumulação financeira.

Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bozo disse:

    e ainda tem otário que defende o Lulalivre? Quanto abestalhado

  2. Mito2022 disse:

    Lula fdp ladrão, e uns jumentos ainda o defendem, deêm o c. a ele.

  3. gato disse:

    Podem prestar atenção.
    Onde tem mutretas, tem PT.
    É incrível!!

  4. Véio de Rui disse:

    Eu já tinha ouvido falar em roubos, mas da forma e da quantidade exagerada que essa quadrilha do pt fizeram é a primeira vez, ABSURDO

  5. Walsul disse:

    Desespero geral na turma da lava jato e na mídia que a apoia. Não querem ficar mal, depois de elevar moro e dalagnol a categoria de heróis, precisam tira-los do foco da desmoralique que se encontram. Esse jogo contra o Lula não cola mais. Só nos mesmos de sempre, os aecios, cunhas, minions, japoneses da federal, temers, motos e dalagnois. Tentando levantar o movimento deles dia 28. É a última cartada, mas tá difícil, até o Bolsodoido vem tirando onda com o moro, o da troca troca.

    • Walsul disse:

      Onde está o Palocci? Na rua, com dinheiro lavado e enxugado pela lá a jato. Mais uma reportagem sem apresentar uma prova: Um bilhete, um e-mail , um zap, uma gravação, uma msg, mesmo em código Morse ou de um terreiro de umabanda. Qualquer coisa que prove, tá aqui, o Lula pediu isso. O mundo já sabe que o Lula é um preso político é que o moro é o dalagnol tramaram para tirá -lo das eleições.

Executivos do Grupo Petrópolis ‘lavaram’ R$ 329 milhões para Odebrecht, diz Lava-Jato

Cervejas do Grupo Petrópolis Foto: Divulgação/Petrópolis

Os executivos do Grupo Petrópolis , alvo da nova fase da Operação Lava-Jato , são acusados de terem lavado R$ 329 milhões de recursos desviados de contratos públicos, entre 2006 e 2014, para a Odebrecht . Foram expedidos pela Justiça Federal de Curitiba um mandado de prisão preventiva contra Walter Faria , controlador do grupo Petrópolis, e cinco mandados de prisão temporária contra executivos envolvidos nas operações ilícitas.

Segundo o Ministério Público Federal, em troca de dólares recebidos no exterior e de investimentos realizados em suas empresas, Walter Faria garantia recursos em espécie para a entrega a agentes corrompidos no Brasil e a liberação de propina travestida de doação eleitoral a Odebrecht.

Além disso, o Ministério Público Federal alega que contas bancárias no exterior controladas por Faria foram utilizadas para o pagamento de propina no caso dos navios-sonda Petrobras 10.000 e Vitória 10.000.

Em dezembro do ano passado, O GLOBO mostrou que Walter Faria era alvo de várias linhas de investigação da PF. O empresário era suspeito de receber propina em suas contas no exterior destinada a políticos do MDB e também investigado por fazer doações eleitorais para políticos a pedido da Odebrecht, em uma espécie de falsidade ideológica eleitoral. Em março, o ex-governador do Rio Sérgio Cabral admitiu pela primeira vez ter recebido propina da Cervejaria Petrópolis, depois de um delator citar R$ 500 mil de mesada pagos todo mês por Walter Faria ao grupo político de Cabral.

Procurado, o Grupo Petrópolis afirmou que seus executivos já prestaram esclarecimentos sobre o assunto aos órgãos competentes e que “sempre esteve e continua à disposição das autoridades para o esclarecimento dos fatos”.

Offshores

A Lava-Jato sustenta que em conta mantida no Antigua Overseas Bank, em Antigua e Barbuda, no nome da offshore Legacy International Inc., Faria recebeu US$ 88.420.065,00 da Odebrecht de março de 2007 a outubro de 2009. Já entre agosto de 2011 e outubro de 2014, duas contas mantidas pelo executivo no EFG Bank na Suíça, em nome das offshores Sur trade Corporation S/A, e Somert S/A Montevideo, receberam da Odebrecht, respectivamente, US$ 433.527,00, e US$ 18.094.153,00.

“Paralelamente, constatou-se que o grupo Petrópolis disponibilizou pelo menos R$ 208 milhões em espécie à Odebrecht no Brasil, de junho de 2007 a fevereiro de 2011”, informou a força-tarefa em nota divulgada nesta quarta-feira.

Os procuradores afirmam ainda que o grupo comandado por Faria foi utilizado pela Odebrecht para realizar, entre 2008 e 2014, pagamentos de propina travestida de doações eleitorais no montante de R$ 121.581.164,36. Esses pagamentos foram feitos por meio das empresas Praiamar e Leyroz Caxias, que são distribuidoras ligadas à cervejaria.

Regularização cambial

Faria aderiu ao programa de regularização cambial, do governo federal, informando possuir mais de R$ 1,3 bilhão depositados em contas de empresas offshore. Algumas dessas contas, direta ou indiretamente, receberam valores das contas controladas pela Odebrecht e por operadores ligados ao caso dos navios-sonda da Petrobras.

Segundo o Ministério Público Federal foram identificadas 38 empresas offshore distintas com contas bancárias no EFG Bank de Lugano, controladas por Faria. Mais da metade dessas contas permaneciam ativas até setembro de 2018.

“Mesmo comparando com outros casos da Lava-Jato, chama a atenção a expressiva quantidade de recursos lavados por Walter Faria e por executivos do grupo Petrópolis. Além disso, o fato de ainda manter recursos no exterior sem origem lícita comprovada e realizar a regularização cambial de mais de R$ 1 bilhão denota a permanência na prática do crime de lavagem de dinheiro e autoriza, conforme reconhecido em decisão judicial, a decretação da prisão preventiva do investigado”, afirmou, em nota, o procurador da República Alexandre Jabur.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ivan disse:

    Mais um "campeão nacional" (junto com a podridão a que se acoluiou) caindo…Bora lava-jatooooooooooooooooooooooooo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  2. #Lula Na Cadeia sempre disse:

    Ainda a quadrilha PTRALHA colocou a mão eles roubaram

  3. Carlos disse:

    Minhas cervejas n, pfv n metam minhas meninas nessas falcatruas q ai já é demais…

    • Delano disse:

      Isso era porquê luladrão não gostava de cerveja, só de cachaça. Rsrsrs

BOMBA: “Paguei para não ser preso”, diz ex-advogado da Odebrecht

“Não é muito tempo sem operação?”, perguntou o então juiz Sergio Moro ao procurador Deltan Dallagnol em 31 de agosto de 2016, segundo o site The Intercept. “É sim. O problema é que as operações estão com as mesmas pessoas que estão com a denúncia do Lula. Decidimos postergar tudo até sair essa denúncia, menos a op do taccla [Tacla Durán] pelo risco de evasão, mas ela depende de articulação com os americanos (Que está sendo feita)”, responde o procurador da Lava Jato.

No dia seguinte à divulgação do diálogo, o ex-advogado da Odebrecht Rodrigo Tacla Duran recebeu o UOL no lobby de um hotel de Madri, onde vive desde que deixou o Brasil em decorrência da Operação Lava Jato. “Paguei para não ser preso”, diz ele à reportagem, apontando uma suposta extorsão no valor de US$ 5 milhões feita quando seu nome veio à tona na investigação.

Investigado pela Lava Jato, Tacla Duran diz ter pago uma primeira parcela de US$ 612 mil ao advogado Marlus Arns, mas afirma que se recusou a pagar o restante. Ele foi preso em novembro de 2016, ao chegar a Madri, e ficou detido por 70 dias. Consultado pela reportagem, Arns não comentou as acusações.

A força-tarefa da Lava Jato insiste que o brasileiro é um “fugitivo”, mas a Interpol retirou qualquer alerta contra Tacla Duran. Na Espanha, ele vive em liberdade. As declarações dadas ao UOL também constam de um documento enviado ao Ministério Público da Suíça pelos advogados de Tacla Duran. Na carta, a defesa relata que seu cliente foi vítima de extorsão para que não fosse detido ou envolvido em delações premiadas de outros suspeitos da Operação Lava Jato. No Brasil, os procuradores da força tarefa rejeitam a versão, e apontam que Tacla é acusado de mais de cem delitos.

Datado de 28 de janeiro de 2019, o documento, obtido pelo UOL, foi uma resposta a questionamentos feitos pela Suíça ao brasileiro, com base em transferências que ele realizou a partir de uma conta no país europeu para o Brasil. “Tacla foi extorquido e ameaçado […] e temor por sua vida o levou a pagar uma parte da extorsão. O advogado Marlus Arns, que recebeu o pagamento -dinheiro que é apontado como uma das justificativas para o bloqueio das autoridades suíças– já tinha trabalhado com a mulher do [ex] juiz Sergio Moro, sendo outro sócio o advogado Carlos Zucolotto Junior, que também foi sócio da mulher de Moro, e que hoje trabalha com lobista profissional”, dizem os advogados à Suíça, associando a extorsão ao tráfico de
influência dentro da operação. Zucolotto já foi alvo de acusações de Tacla Duran.

Tacla Duran atuou como advogado da Odebrecht entre 2011 e 2016. A Lava Jato, no entanto, o acusa de movimentar mais de R$ 95 milhões para a Odebrecht e outras empresas em vários países do mundo, além de lavar por meio de suas empresas cerca de R$ 50 milhões.

Para sustentar seu argumento, o brasileiro cita um contrato que assinou com o advogado no Brasil, além de notas de imprensa por parte da Operação Lava Jato de 27 de agosto de 2017, em que o nome de Marlus Arns não consta como sendo o de seu advogado.

Ao longo dos últimos anos, Tacla Duran foi denunciado pelo MPF em Curitiba por uma série de crimes, como lavagem de dinheiro e corrupção. Ele também foi alvo de conversas entre o ex-juiz e hoje ministro da Justiça Sergio Moro e o coordenador da Lava Jato, Deltan Dallagnol, publicadas pelo site The Intercept.

A 13ª Vara de Curitiba pediu a extradição de Tacla Duran para o Brasil, mas foi negado pela Espanha em julho de 2017. Considerado foragido pelo Brasil, hoje Tacla vive em liberdade em Madri.

UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. realmadriddepiumgenerico disse:

    O moro não quis ouvir o Tacla Duran. Muito estranho, principalmente quando o que ele denuncia tem relação com pessoas ligadas a mulher do moro. Esta operação lava jato tem muito mais crimes que os crimes que ela investiga.

  2. César disse:

    Muito bom ver o antro de Bolsoiminion que é o BLog do BG espumando de raiva. Em país sério já teríamos #MoronaCadeia

    • Thalles disse:

      Aqui tem de tudo, rapaz. De retardado que vê pt em tudo até o alienado que acha que o pt é a salvação da lavroura. Temos que filtrar.

    • Manoel Ribeiro do Carmo e Silva disse:

      Primeiro aplaudiram o hacker que divulgou conversas manipuladas obtidas de forma ilegal.
      Agora estão delirando com as colocações de um ex advogado da empresa que mais favoreceu corruptos e recebeu recursos desviados.
      Quando um país tem gente que torce por corrupto e é contra a justiça, quando qualquer mentira lançada sem qualquer comprovação se torna motivo de alegria contra a justiça, tem muita coisa errada no país e essas atitudes provam isso.
      Não tem como estar normal um país onde a ilegalidade, a mentira, a retórica hipócrita, tem mais valia que a ordem, a justiça e a verdade. Algo sério precisa ser feito em nome do restabelecimento da ordem, da moral, do progresso e da justiça

    • Lsv disse:

      Tadim. Ser apaixonado por um sapo baibudo ou pelo risca faça kkkkk

  3. Flávio Piloto disse:

    Como no Brasil palavra de bandido tem muito mais valor que das instituições da justiça, logo o que esse ex advogado da odebrecht será entrevistado pela mídia aberta, levado ao programas, falará no congresso e senado como coitadinho, um injustiçado. Antes disso, de tornarem "verdade" as colocações dele, vejam a ficha corrida do inocente e sua atuação como profissional.

  4. Ricardo disse:

    Falta só tu se apresentar a justiça inocente!!!
    Mas sabendo que tu é da banda podre dos PTralas tem que ser no chicote!
    Bandido!

  5. Jakeline disse:

    Qualquer pessoa paga a um advogado para não ser preso, 🤔🤔🤔

    • Sérgio Nogueira disse:

      Sempre tive essa impressão.
      Engraçado que um processo cuja sentença tem quase 300 folhas não convence os militontos que o bandido de estimação deles é um corrupto.
      Mas uma reportagem com afirmações dadas por um procurado envolvido com vários crimes é verdade absoluta.
      Faz pena…

    • realmadriddepiumgenerico disse:

      O problema é que este procurado tem provas. Emails da vara do juiz moro, whatszap de advogado ligado a mulher de moro. Essa é a grande diferença. Um bandido como os coxinhas, bolsominions e pato amarelo costumam chamar, está preso e não apresentam uma prova do que ele fez. Já os caçadores, os julgadores, todos tem um monte de provas de seus crimes.

  6. Amo os Minions disse:

    Ativar modo isso é coisa do PT em 1,2,3…

Lula, Palocci e Paulo Bernardo viram réus acusados de receber propina da Odebrecht

FOTO: ANDRE PENNER AP

O juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal em Brasília, aceitou denúncia apresentada pelo Ministério Público e tornou réus o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os ex-ministros Antônio Palocci e Paulo Bernardo e o empresário Marcelo Odebrecht.

Lula, Palocci e Paulo Bernardo são suspeitos de terem recebido propina da construtora Odebrecht em troca de favores políticos. Segundo a acusação, a empreiteira prometeu a Lula, em 2010, R$ 64 milhões para ser favorecida em decisões do governo. De acordo com o Ministério Público Federal, o dinheiro teria sido colocado à disposição do PT.

A denúncia afirma que uma das contrapartidas solicitadas pela Odebrecht seria interferência política para elevar para R$ 1 bilhão um empréstimo concedido a Angola pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Após a concessão do empréstimo, a construtora brasileira, que havia sido contratada pelo país africano, captou parte dos valores obtidos junto ao BNDES. A liberação do financiamento foi assinada por Paulo Bernardo, que, à época, era ministro do Planejamento.

A TV Globo teve acesso à decisão que tornou Lula, Palocci, Paulo Bernardo e Marcelo Odebrecht reús. No despacho assinado nesta quarta (5), o juiz destacou que “a peça acusatória está jurídica e formalmente apta e descritiva” e, inclusive, contém vídeos, mensagens de e-mails, planilhas, relatórios policiais e outros documentos.

Veja abaixo os crimes a que cada um vai responder na ação penal:

1) LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA (à época Presidente da República), PAULO BERNARDO (à época Ministro de Estado) e ANTÔNIO PALOCCI FILHO (ex-Ministro de Estado), teriam praticado, em 2010, o delito de corrupção passiva, previsto no art. 317 do Código Penal (com a causa de aumento de pena do art. 327, § 2o do Código Penal), pela aceitação de promessa e recebimento de 40 milhões de dólares (64 milhões de reais) em contrapartida ao aumento da linha de crédito para financiamento da exportação de bens e serviços Brasil e Angola em benefício do ODEBRECHT, cuja autorização pelo Governo Brasileiro (a Angola) teria sido à época de 1 bilhão de dólares.

2) MARCELO BAHIA ODEBRECHT, em 2010, teria praticado o crime de corrupção pela promessa e pagamento dos mesmos quarenta milhões de dólares (64 milhões de reais) em contrapartida ao aumento de crédito Brasil-Angola a que alude o item anterior.

3) ERNESTO SÁ VIEIRA BAIARDI e LUIZ ANTÔNIO MAMERI (aditamento à denúncia), em 2010, teriam, juntamente com MARCELO BAHIA ODEBRECHT, praticado o crime de corrupção pela promessa e pagamento desses quarenta milhões de dólares (64 milhões de reais) em contrapartida ao aumento de crédito Brasil-Angola a que alude o item 1.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Dr. Veneno disse:

    Eu não canso de informar a vcs, q réu é somente o acusado condenado após os trâmites processuais.
    Enqto não há condenação, não tem q se falar em réu. Há denunciado, acusado, requerido, promovido, mas NÃO RÉU.
    Deixem de quererem ficarem imitando a globo. Eles TB estão errados.

  2. Carlos Pinheiro disse:

    Melhor seria se devolvesse o dinheiro que roubou. Seria a pena ideal para todo corrupto, não excluindo a cadeia, claro.

  3. Irany Gomes disse:

    Por enquanto ainda faltam sete processos para serem julgados contra o encantador de jumentos e alienados cognitivos, os coitados não dão mais nem um pio para defender seu bandido-mor de estimação…👹👹👹💩💩💩

  4. NOVO BRASIL disse:

    AAAHHHHHH LADRÃOOOOO!!!!!!!!!!!!!

  5. Ivan disse:

    Se f…deu!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Vai apodrecer no xilindró…Que sirva de lição pra todos esses corruptos que dilapidaram nosso país!!!!!!

  6. nasto disse:

    Se a justiça for feita vai morrer na CADEIA

  7. Sérgio Nogueira disse:

    Lula e a fina flor do PT envolvidos em mais uma falcatrua… Quem diria hein… Qualquer um que não tenha bandido de estimação, creio eu.

  8. Manoel disse:

    Mentira! Lula – a alma mais sebosa, digo honesta deste país será processado novamente?? Não acredito! Isso é góipi!

Odebrecht admite corrupção em obras de aeroportos

Ampliação do aeroporto de Congonhas. Foto: Divulgação/Galvão

O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) firmou nessa quarta-feira (17) acordo de leniência com a Odebrecht em que a empreiteira denuncia cartéis em obras de aeroportos administrados pela Infraero, incluindo Congonhas e Guarulhos (SP).

O acordo foi assinado no âmbito da Operação Lava Jato. Segundo a Odebrecht, 19 empresas teriam participado do conluio, combinando resultados de licitações para dividir lotes de obras de ampliação e modernização de aeroportos.

Entre eles,Santos Dumont(RJ), Macaé (RJ), Belo Horizonte (MG), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), Macapá (AP) e Vitória (ES).

Em troca da colaboração, a Odebrecht deverá se livrar de pagar qualquer valor ao Cade. Já as outras empresas condenadas no processo poderão pagar multa de até 20% do faturamento. Procurada, a empresa não quis se pronunciar.

Como antecipou o Estadão/Broadcast, o Cade tem pelo menos dez acordos de leniência em negociação e deve firmar outros 80 em processos que apuram cartéis relacionados à Lava Jato.

No fim do ano, o órgão fechou 16 termos de compromisso nos quais as principais construtoras investigadas pela operação pagaram R$ 900 milhões e se comprometeram a colaborar com as investigações, elevando para R$ 1,2 bilhão o valor pago por essas empresas ao conselho até agora.

No âmbito da Lava Jato, há outros 15 acordos de leniência já celebrados com o Cade. Somente a Odebrecht já firmou três: para investigações de cartel na construção do Rodoanel Mario Covas, em licitação feita pela Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A), em licitações promovidas pela Dersa e a Emurb (Empresa Municipal de Urbanização) para implementação do Programa de Desenvolvimento do Sistema Viário Estratégico Metropolitano de São Paulo e em obras e serviços de infraestrutura de médio e grande porte em Salvador (BA).

Segundo a reportagem apurou, a empresa tem quase uma dezena de outros acordos em negociação com o Cade, de novas denúncias quanto processos já abertos.

R7

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Silva Araújo disse:

    Se procurar aqui acha.
    Esse aeroporto Internacional Aluízio Alves, pode tranquilamente funcionar, como está funcionando, mas nunca, jamais nós moldes que opera hoje.
    Aí em São Gonçalo era pra está funcionando o que os políticos venderam, passaram pra população, que ia ser para transportes de cargas, vôos para Europa, Ásia e América etc etc…
    Mentira!!!
    Opera com o terminal de passageiros que de jeito nenhum deveria ter saído de Parnamirim.
    Quer fazer aeroporto em São Gonsalo? Pode fazer, sem problemas, agora matar o Augusto Severo, De maneira nenhuma, de jeito nenhum e pronto.
    Parnamirim, não merecia essa enganação. A população tinha que ter gritado e não deixar acontecer.

  2. Pedro disse:

    Menos são Gonçalo ???

Odebrecht enviou outros emails que trariam menções a Dias Toffoli

A Folha de S. Paulo informa que “Marcelo Odebrecht enviou à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal outros emails que trariam menções ao ministro Dias Toffoli.

Segundo pessoas que tiveram acesso aos documentos, além do apelido ‘amigo do amigo do meu pai’, Toffoli também foi creditado apenas com a letra ‘T’ em algumas mensagens”.

O Antagonista

Odebrecht: “Amigo do amigo de meu pai se refere a José Antonio Dias Toffoli”

Crusoé conta que a Lava Jato pediu esclarecimentos a Marcelo Odebrecht sobre a identidade do “amigo do amigo do meu pai” citado num de seus e-mails.

Ele respondeu:

“(A mensagem) Refere-se a tratativas que Adriano Maia tinha com a AGU sobre temas envolvendo as hidrelétricas do Rio Madeira. ‘Amigo do amigo de meu pai’ se refere a José Antonio Dias Toffoli”.

AGU é a Advocacia-Geral da União. Dias Toffoli era o advogado-geral em 2007.

Leia a reportagem completa aqui.

O Antagonista

MPF aponta repasses de R$ 13 milhões pela Odebrecht a codinome atribuído a José Dirceu; documento é anexado a inquérito que ainda investiga seu filho, deputado Zeca Dirceu(PT)

Relatório técnico do Ministério Público Federal aponta que a empreiteira Odebrecht repassou, entre 2008 a 2012, pelo menos R$ 13 milhões a um codinome atribuído ao ex-ministro José Dirceu.

O documento, datado de novembro de 2018, foi juntado a uma investigação sobre Dirceu e seu filho, o deputado Zeca Dirceu (PT-PR), que tramitava no Supremo Tribunal Federal (STF), mas acabou remetida à Justiça Eleitoral do Paraná em março deste ano pelo ministro Edson Fachin.

O documento é assinado pelo perito criminal federal Gilberto Mendes e foi encaminhado ao procurador da República, José Ricardo Teixeira Alves.

O relatório responde a um pedido de informações sobre o suposto pagamento de R$ 500 mil ao deputado Zeca Dirceu, que, segundo o colaborador, havia sido solicitado pelo seu pai. Metade teria sido paga em 2010 e a outra metade em 2014, segundo o delator Fernando Luiz Ayres da Cunha Santos Reis.

O G1 procurou a defesa de José Dirceu, mas não havia obtido resposta até a última atualização desta reportagem.

Relatório

Segundo o documento, nos sistemas “Drousys” e “MyWebday B”, usados pela Odebrecht para contabilizar pagamento de propina a agentes políticos e públicos, foram encontradas evidências de que a empreiteira “realizou diversos pagamentos entre os anos de 2008 e 2012, totalizando pelo menos R$ 13 milhões, em favor do codinome “Guerrilheiro”.

O relatório mostra que o dinheiro foi encaminhado ainda a outras variações desse codinome, como “Guerrilheiro 1”, “Guerrilheiro 2”, “Guerrilheiro 3” e “Guerrilheiro 4”, que, de acordo com o documento, “possivelmente” também identificam pagamentos destinados a José Dirceu.

Os registros dos dois sistemas de contabilidade paralela anexados ao relatório mostram que os pagamentos a Dirceu foram feitos no Rio de Janeiro, em Salvador e em São Paulo.

“Conclui-se, portanto, que os registros obtidos nos sistemas da Odebrecht denominados “Drousys” e “MyWebDay B”, mantidos em sigilo no exterior pelo Setor de Operações Estruturadas da empreiteira, indicam pagamentos entre os anos de 2008 e 2012 no montante de, pelo menos, R$ 13,0 milhões de reais em favor do codinome “GUERRILHEIRO”, que segundo executivos da Odebrecht identifica o ex-ministro JOSÉ DIRCEU, e dos codinomes “GUERRILHEIRO I”, “GUERRILHEIRO 1”, “GUERRILHEIRO 2”, “GUERRILHEIRO 3” e “GUERRILHEIRO 4”, os quais possivelmente também identificam pagamentos destinados ao ex-ministro e merecem um aprofundamento das investigações”, conclui o relatório.

G1 e O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ribeiro disse:

    Notícia requentada.

  2. willian disse:

    Quem tem a menor noção de cidadania, sabe:
    Isso não é prova material robusta e consistente para condenar ninguém. Isso é um perigo para todo cidadão !!!

  3. Victorino disse:

    Tchuchucão pai e Tchuchuquina filho, dar até nome de dupla sertaneja, ou melhor, dupla saqueadora do dinheiro alheio. Vergonha, cadeia nesses corruptos.

  4. Pato Amarelo disse:

    Quem for podre que se quebre. Pode ser guerrilheiro, quadrilheiro, petista, bolsominion ou tchuchuca enrolado com fundos de pensão. Deixemos de paixões políticas idiotas e vamos lutar contra a corrupção generalizada que destrói esse grande País há priscas eras.

  5. Ana leticia disse:

    Vamos vê agora quem é tchutchuca. Kkkkkkk
    Tal pai tal filho.

  6. Manoel disse:

    Vixe! Os Dirceu são tchutchucas das construtoras… HUM!!!

Lula recebeu propina em dinheiro vivo da Odebrecht, diz Palocci em delação; ex-ministro ainda diz que petista ainda ganhou pela obra da Usina Hidrelétrica Belo Monte

Em delação, Palocci diz que Lula recebeu dinheiro em espécie de propina da Odebrecht — Foto: Reprodução/JN

O ex-ministro Antonio Palocci, delator da Operação Lava Jato, relatou entregas de dinheiro em espécie, de propina paga pela Odebrecht, ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com Palocci, Lula lhe pedia que não comentasse com ninguém a respeito do assunto.

A delação também cita que Lula recebeu propina pela obra da Usina Hidrelétrica Belo Monte e que Dilma Rousseff, quando ainda era candidata, soube dos pagamentos da Andrade Gutierrez ao PMDB e autorizou que continuassem. Ela, porém, teria negado que a empreiteira fizesse repasses ao PT.

As informações estão em um termo da primeira delação fechada por Palocci com a Polícia Federal de Curitiba. O depoimento foi prestado em 13 de abril de 2018, e a delação foi homologada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) em junho do ano passado. Nesta quinta-feira (17), o depoimento foi anexado ao inquérito da PF sobre a Usina de Belo Monte, que tramita em sigilo.

Um trecho da delação diz: “[Palocci] Também se recorda que, dos recursos em espécie recebidos da ODEBRECHT e retirados por Branislav Kontic, levou em oportunidades diversas cerca de trinta, quarenta, cinqüenta e oitenta mil reais em espécie para o próprio Lula”.

O ex-ministro afirmou ter entregue R$ 50 mil ao ex-presidente, dentro de uma caixa de celular, no Terminal da Aeronáutica em Brasília (DF), durante a campanha de 2010. Um ex-motorista de Palocci chamado Claudio Souza Gouveia, ouvido pela PF em agosto do ano passado no inquérito sobre a Usina de Belo Monte, diz ter testemunhado o encontro.

Outro trecho da delação de Palocci diz: “Em São Paulo, recorda-se de episódio de quando levou dinheiro em espécie a Lula dentro de caixa de whisky até o Aeroporto de Congonhas, sendo que no caminho até o local recebeu constantes chamadas telefônicas de Lula cobrando a entrega”.

De acordo com Palocci, essa cobrança do ex-presidente a caminho do aeroporto foi presenciada por outro motorista, chamado Carlos Pocente, que inclusive brincou perguntando se toda aquela cobrança de Lula era apenas pela garrafa de uísque. Pocente também foi ouvido pela PF no inquérito.

Em resposta, Palocci disse que “era óbvio que a insistência de Lula não era por bebida, e sim pelo dinheiro; que o motorista afirmou ao colaborador que estava brincando e que sabia que se tratava de dinheiro em espécie”.

O G1 procurou a defesa do ex-presidente Lula e aguarda um posicionamento. Em outras ocasiões, a defesa de Lula disse que o ex-presidente nunca cometeu atos ilícitos. O G1 também tenta contato com as defesas de Branislav Kontic e com a empreiteira Odebrecht.

O que disseram os motoristas à PF

Em seus depoimentos à PF em agosto passado, os ex-motoristas citados por Palocci disseram ter testemunhado as entregas do ex-ministro a Lula.

Claudio Souza Gouveia disse que por diversas vezes levou Palocci até o Terminal da Aeronáutica em Brasília para levar a Lula presentes e outros objetos.

Gouveia recordou que, entre os presentes, estavam caixas de uísque, celulares e canetas. Elas eram entregues por Palocci, que voltava minutos depois ao carro. O motorista, no entanto, declarou que nunca soube se as caixas continham efetivamente os produtos.

Ele também disse ter visto o ex-ministro carregando grandes quantidades de dinheiro em espécie. Em algumas oportunidades, Palocci teria dito se tratar de documentos, mas fazia um gesto com os dedos que indicavam ser dinheiro.

De acordo com Gouveia, o ex-ministro tinha pressa ao fazer esses deslocamentos.

Já Carlos Alberto Pocente, que foi motorista do ex-ministro por 30 anos, afirmou se recordar de um episódio, entre aqueles que envolviam dinheiro, no qual Palocci estava com muita pressa para levar uma caixa de uísque até Lula, no Aeroporto de Congonhas.

Também afirmou que houve um episódio em que ele levou o ex-ministro, que estava com uma maleta vazia, a um banco. Na volta, segundo o motorista, a maleta estava visivelmente cheia. Em seguida, conforme o depoimento de Pocente, eles foram para a sede do Instituto Lula.

Propina

Com relação à propina que Lula teria recebido pela obra de Belo Monte, Palocci disse que a empreiteira a Andrade Gutierrez pagou despesas ao Vox Populi e que, em benefício do ex-presidente, fez doações ao Instituto Lula e pagou palestras a Lula.

Já a empreiteira Odebrecht destinou R$ 15 milhões a Lula, de acordo com Palocci.

O pagamento foi feito a pedido de Emílio Odebrecht, com operacionalização feita por Palocci e por Marcelo Odebrecht. Desse total, Palocci soube que R$ 4 milhões foram pagos por meio de doação oficial. O restante, disse, foi sacado em diversas oportunidades por Branislav.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Barata disse:

    Lula tá preso. Agora é prender os envolvidos no caso Queiroz!

  2. HSA disse:

    Eu não acredito.
    Esse Palocci está inventando isso pra se safar. SQN.

  3. jefferson disse:

    Cadê Queiroz?

    • paulo disse:

      Por enquanto só sabemos que o "omi" mais honesto do mundo ta curtindo Curitiba, já esta enjaulado a uns 8 meses.

Juíza Gabriela Hardt está pronta para sentenciar Lula no processo sobre a propina da Odebrecht

(Guito Moreto/Agência O Globo)

A juíza Gabriela Hardt, que substituiu Sergio Moro nos processos da Lava-Jato, já pode sentenciar o ex-presidente Lula no processo que investiga o suposto repasse de R$ 12,5 milhões em propinas da Odebrecht.

O dinheiro seria pago por meio de um terreno destinado ao Instituto Lula e uma cobertura em São Bernardo do Campo.

Também são réus nessa ação penal o engenheiro Glaucos da Costamarques, acusado de atuar como laranja, Antonio Palocci, Branislav Kontic, Paulo Melo, Demerval Galvão e Roberto Teixeira.

Mauricio Lima- Radar Online – Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Armando Cruz de madeira disse:

    Palloci que tomava café, almoçava, jantava com lula, disse que ele é um LADRÃO, e alguns petralhas, se não a maioria que não sabe fizer nem em qual mão ele falta um dedo, DIZ QUE ELE É HONESTO.

  2. Kk disse:

    Essa condenação é maior do que a outra.
    Dessa vez passa fácil dos 12 anos.
    Lula tá preso babacas.

  3. Brasil é verde e amarelo disse:

    Os idiotas dos PTralhas irão à loucura!!!! O ladrao condenado chefe irá se ferrar mais uma vez .

Lula queria mais propina da Odebrecht

Marcelo Odebrecht, em seu depoimento à juíza Gabriela Hardt, confessou o pagamento de 200 milhões de reais em propinas para Lula e Antonio Palocci.

Mas eles queriam mais do que isso:

“Teve alguns pedidos de propina que inclusive foram negados com base na existência da planilha Italiano e que imagino que outras empresas acabaram tendo que pagar. Por exemplo: a questão de Belo Monte, a questão de sondas.”

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. realmadriddepiumgenerico disse:

    Tem um coisa que os bolsodoidos não se perguntam: onde está o dinheiro que deram para o Lula? Quebraram sigilo, fiscal, telefônico, bancário, seu e do insitututo Lula, encontraram conta fora do país de um monte de gente e nada. Nenhuma prova de que tenha sido entregue esse dinheiro. O Palocci, sim, tem contas no exterior, tem dinheiro não declarado, mas o Lula, não tem nada. A não ser bandidos querendo e ficando livres, com os bolsos cheios de dinheiro, fazendo delação sem precisar apresentar provas nenhuma. o Palocci mesmo, vai para a rua e levando a metade dos milhões já lavado e engomado.

  2. joao maria disse:

    Já pensou se essa quadrilha no poder novamente? não ia ficar pedra sobre pedra

  3. Rafael disse:

    É gopi!

  4. Torres disse:

    Esse dinheiro desviado, ao longo dos governos passados, se houvesse sido investido em infraestrutura em nosso Brasil, nós estávamos em uma situação bem melhor…

  5. Edi disse:

    Jamais, nunca que lulinha roubou e muito menos recebeu propinas, a pessoa que não mente. É tanta cegueira nesse partido (PT) lixo que não sei se fizer exames psicológicos fica alguém nas ruas.

Justiça concede habeas corpus a Marconi Perillo, preso suspeito de receber R$ 12 milhões em propina da Odebrecht

Foto: Reprodução

A Justiça Federal concedeu, no início da tarde desta quinta-feira (11), um habeas corpus ao ex-governador Marconi Perillo (PSDB), preso enquanto prestava depoimento no âmbito da Operação Cash Delivery, que o pagamento de R$ 12 milhões em propina da Odebrecht para campanhas eleitorais do tucano e aliados.

De acordo com o o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, a prisão de Perillo é “arbitrária e infundada e de certa maneira afrontava outras decisões de liberdade que ja foram concedidas nesta mesma operação”.

“A defesa não tem nenhuma preocupação com os fatos investigados e temos absoluta convicção na inocência plena do Marconi. O que pedimos, desde o início, é o respeito às garantias constitucionais. Ninguém esta acima da lei e apoiamos toda e qualquer investigação, mas sem prejulgamentos e sem o uso desnecessário de medidas abusivas”, afirmou em nota.

A decisão liminar é do desembargador Olindo Menezes, da 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). Marconi está preso desde a tarde de quarta-feira, na sede da Superintendência da Polícia Federal, em Goiânia.

O desembargador disse, no documento, que “todas as suspeitas da autoridade policial e do magistrado devem ser apuradas, mas isso não equivale a que os investigados sejam presos de logo, sem culpa formada”.

Em seu despacho, ele segue dizendo ainda que “a prisão preventiva, como modalidade de prisão cautelar penal, é regida pelo princípio da necessidade, pois viola o estado de liberdade de uma pessoa que ainda não foi julgada e que tem a seu favor a presunção constitucional da inocência”.

Por fim, Menezes explica que tal decisão não implica que os preso “seja inocente”, mas que “não há, pelos fundamentos da decisão. a demonstração da necessidade da sua prisão cautelar”.

Com informações do G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. ANTONIO FELIX NETO FELIX disse:

    A IMPUNIDADE IMPERA EM NOSSO PAIS. A CORRUPÇÃO É GIGANTE.

PF faz perícia sobre supostos repasses da Odebrecht a presidentes da Câmara e do Senado

Por interino

Os presidentes do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), durante sessão do Congresso – Givaldo Barbosa/Agência O Globo/29-05-2018

A Polícia Federal solicitou ao setor de perícias a realização de uma análise sobre os supostos pagamentos de propina registrados nos bancos de dados da Odebrecht, o Drousys e o Mywebday, aos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), para permitir o avanço do inquérito que apura ofertas de vantagens indevidas a eles em troca de benefícios em medidas provisórias no Congresso Nacional.

O ofício comunicando a realização da perícia foi enviado ao Supremo Tribunal Federal na última quarta-feira pela delegada Graziella Balestra, que conduz as apurações do caso. As análises abrangerão também outros supostos repasses ao senador Romero Jucá (MDB-RR) e ao deputado Lúcio Vieira Lima (MDB-BA), que são investigados no mesmo inquérito. Com isso, a PF busca comprovar se os pagamentos aos quatro políticos foram efetivamente realizados, como relatado na delação dos executivos da Odebrecht.

A delegada frisa em seu pedido que deverão ser analisados pagamentos de R$ 2,1 milhões ao codinome Índio, “provavelmente relacionado à pessoa do senador Eunício Oliveira”, e de R$ 100 mil ao “possível codinome Botafogo, provavelmente relacionado à pessoa do deputado federal Rodrigo Maia”.

O objetivo do trabalho é identificar as comunicações internas da Odebrecht com os responsáveis por fazer a entrega dos recursos.

A delegada solicita a identificação de quatro itens relacionados aos pagamentos de propina: “a) negociações para realização do pagamento de valores em sistema de contabilidade paralela; b) previsões ou cronogramas; c) tratativas para a realização dos pagamentos dos valores, locais e senhas; d) comprovação efetiva dos pagamentos realizados”.

Esse inquérito investiga se Maia, Eunício, Jucá e Lúcio Vieira Lima receberam pagamentos da Odebrecht em troca de atuar em favor dos interesses da empresa na votação de uma medida provisória no Congresso Nacional que reduzia tributos para o setor petroquímico –de interesse direto da Braskem, controlada pela Odebrecht. Todos eles já negaram terem atuado a favor da Odebrecht e dizem só ter recebido doações legais.

O GLOBO revelou, em janeiro, que Rodrigo Maia esteve na sede da Odebrecht no Rio de Janeiro em 2010 no mesmo dia em que o sistema de contabilidade paralela da empresa registrava um pagamento de caixa dois destinado à campanha eleitoral de seu pai, César Maia. Rodrigo seria o responsável por negociar esse pagamento com o diretor-presidente da construtora, Benedicto Junior.

Maia já prestou depoimento à PF e afirmou que não reconhece o codinome Botafogo, atribuído a ele, e que os registros de pagamento no sistema não lhe dizem respeito. Eunício disse à PF que “nunca deu tratamento diferenciado no encaminhamento dos pleitos de grandes doadores de suas campanhas” e que a acusação dos delatores da Odebrecht é “inverdade”. Procuradas, as assessorias de Maia e Eunício ainda não responderam. Lúcio Vieira Lima e Jucá também negaram irregularidades.

Em nota, Eunício Oliveira afirmou que “acredita que as investigações são o melhor caminho para esclarecer todos os fatos”.

O Globo

Odebrecht: procurador critica vazamento de delações, mas admite quebra de sigilo

O procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima, integrante da força-tarefa da Operação Lava Jato no Ministério Público Federal (MPF), disse hoje (9) que a quebra do sigilo de delações da Odebrecht pode prejudicar as investigações, mas ressaltou que, “se houver excesso de vazamentos, talvez seja melhor abrir o sigilo”.

No último dia 30, a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, homologou as delações de 77 executivos da empresa, nas quais detalham o esquema de corrupção na Petrobras. Mais de 800 depoimentos passaram a ser utilizados como prova.

“Se os fatos vêm à tona antes da hora, muitas provas são destruídas. Muitas pessoas são instruídas na maneira de prestar o seu depoimento. É lógico que, para uma investigação mais eficiente, o sigilo é necessário”, disse Santos Lima, após palestra na Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham), na capital paulista.

O procurador também falou sobre os vazamentos das delações: “o que nos incomoda na Lava Jato são as acusações fáceis de que os vazamentos têm origem no Ministério Público. Para nós, é sempre um prejuízo qualquer tipo de vazamento”.

Acordos de leniência

Segundo o procurador, os acordos de leniência na Operação Lava Jato passarão a ser cada vez mais raros. “Não posso dizer que não haja possibilidade de um acordo ou outro, dependendo do que for revelado. O que é importante para nós é a matéria revelada e no que aquilo vai nos ajudar na investigação”, explicou.

Santos Lima comentou ainda a indicação, pelo presidente Michel Temer, do ministro licenciado da Justiça e Segurança Pública, Alexandre de Moraes, para ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal e disse que outros ministros da Corte também vieram do meio político.

“Historicamente, tivemos grandes ministros do Supremo com origem na esfera política. Eu creio que as pessoas vão se revelar mais ou menos merecedoras do cargo que vão ocupar”, disse ele. E acrescentou: “Diante do fenômeno da Lava Jato, seria quase impossível termos uma pessoa que não tenha ligação com partidos políticos envolvidos no fato”.

Combate à corrupção

Para o procurador, o projeto de lei de iniciativa popular que estabelece 10 medidas de combate à corrupção deveria “renascer”. De iniciativa popular, o documento recebeu mais de 2 milhões de assinaturas, mas foi aprovado com diversas modificações na Câmara dos Deputados, em novembro do ano passado, por meio de emendas votadas em plenário durante a madrugada. A proposta está em tramitação no Senado.

Santos Lima comparou o projeto a uma planta: “não se arranca uma planta dessas da sociedade. Ela vai renascer, pode demorar”, disse. “Às vezes, é bom podar uma planta, para que ela renasça mais forte”, completou. Na opinião do procurador, as 10 medidas contra a corrupção, na forma como se apresentam, são insuficientes para exterminar o problema no país. “Temos um sistema político corrompido, que se financia através da corrupção.”

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcus Paulo disse:

    Em depoimento ao juiz Sergio Moro através de video conferência, o ex-presidente FHC inocentou Lula, ao ser testemunha em favor de um amigo de Lula….

    • Marcus Paulo disse:

      Desculpem FHC inocentou Lula sobre denuncia do acervo de troca de presentes entre presidentes em visitas ao brasil e países pelo mundo. FHC desse que esse acervo é publico e os ex-presidentes não tem verba para sua manutenção e podem apelar para privados fazerem doação para manutenção do acervo….

PF indicia Palocci, Odebrecht, ex-marqueteiro do PT e mais três pessoas

Palocci-1-300x225Foto: Rodolfo Buhrer / Paraná Portal

O ex-ministro Antonio Palocci foi indiciado pelo crime de corrupção passiva, pela Polícia Federal, nesta segunda-feira (24). O oficio foi comunicado ao Ministério Público Federal (MPF) e ao juiz Sérgio Moro, por meio do sistema da Justiça Federal.

Os publicitários João Santana e Mônica Moura, o empreiteiro Mercelo Odebrecht, o ex-ministro Juscelino Dourado, o ex-assessor Branislav Kontic e o empresário Benedicto Barbosa da Silva Júnior também foram indiciados.

Antonio Palocci, Juscelino Antonio Dourado (o JD) e Branislav Kontic foram indiciados por corrupção passiva. O ex-presidente da empreiteira Odebrecht, Marcelo Odebrecht, foi indiciado por 16 crimes de corrupção ativa. João Santana e Mônica Moura foram indicados por ocultação de valores provenientes, direta ou indiretamente, de infração penal.

O casal de marqueteiros, João Santana e Mônica Moura, também investigados em outra ação penal, foram indiciados por lavagem de dinheiro e ocultação de bens. De acordo com o relatório da PF, os publicitários receberam cerca de 11,7 milhões de dólares em 21 parcelas na conta da Shellbil Finance S.A, valores oriundos de um esquema de corrupção entre o ex-ministro Antonio Palocci e Marcelo Odebrecht, que foram ocultados em instituições financeiras na Suíça em uma empresa offshore.

Palocci, ex-ministro dos governos Lula e Dilma, está preso desde o dia 26 de setembro, quando foi deflagrada a operação Omertà. A 35º etapa da Lava Jato tem como principal foco a relação do ex-ministro com a empreiteira Odebrecht. Ele e o assessor são suspeitos de receber propinas da empreiteira para atuar em favor da empresa. De acordo com as investigações, os repasses feitos a Palocci entre 2006 e 2013 ultrapassam a marca de R$ 128 milhões.

São investigados pagamentos feitos ao PT, por meio de depósitos pela Odebrecht intermediados por Antônio Palocci: R$ 33,3 milhões via offshores ao casal João Santana e Mônica Moura, além de R$ 10 milhões por meio da empresa Shellbil, R$ 44 milhões recebidos por Juscelino Dourado (ex-assessor de Palocci) e outros R$ 7 milhões em 2012.

Operação Omertà

São investigadas na Operação Omertà, 38 obras da empreiteira Odebrecht em todo o País e no exterior. O relatório do delegado federal Filipe Hille Pace relacionou os alvos da investigação (veja imagens abaixo). “Relaciono algumas das obras públicas e/ou consórcios e empresas indicadas no documento mencionado, repetindo que, por se tratarem de arquivos recuperados, estão parcialmente corrompidos, não sendo permitindo vincular diretamente as obras e/ou consórcios e empresas indicadas com os beneficiários encontrados e mencionados acima”, afirma.

Segundo os integrantes da força tarefa, o material analisado e que embasou a operação de segunda-feira foi encontrado em outras fases da Operação, como por exemplo, uma planilha encontrada durante a fase Acarajé e outra encontrada no celular de Marcelo Odebrecht.

Segundo o MPF, os pagamentos feitos à conta eram constantes. “Existe um pagamento que é feito constantemente e que forma um caixa mesmo, uma poupança e de onde são depois, pelo gestor da conta, no caso o senhor Antônio Palocci, destinados aos pagamentos de interesse do partido”, disse a procuradora Laura Gonçalves.

UOL, via Paraná Portal

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Senhor Cidadão disse:

    Tem mais gente ai !!

MPF nega negociação de delação premiada de executivos da Odebrecht

Os procuradores da força-tarefa de investigação da Operação Lava Jato negaram hoje (23) que estejam negociando acordos de delação premiada com executivos da empreiteira Odebrecht. Segundo o Ministério Público Federal (MPF) no Paraná, a manifestação feita pela empresa à imprensa de que deseja assinar os acordo não tem validade jurídica.

“Não existe sequer negociação iniciada sobre acordos de colaboração com executivos ou leniência com o Grupo Odebrecht. A simples manifestação dessa vontade pela imprensa, seja por indivíduos, seja por qualquer grupo empresarial investigado, não possui qualquer consequência jurídica, motivo pelo qual as investigações e atos processuais continuarão em andamento”, diz a nota da força-tarefa.

O MPF destaca ainda que a divulgação da intenção de assinar delação premiada “fere o sigilo das negociações exigido pela lei para a celebração do acordo”.

Ontem (22), em comunicado divulgado à impressa, a Odebrecht declarou que aceitou colaborar de forma “definitiva” com a Lava Jato. Hoje, a empresa confirmou que a colaboração inclui acordos de delação premiada.

O comunicado da empreiteira, chamado “Compromisso com o Brasil”, foi divulgado após cumprimento dos mandados de busca e apreensão e de prisão da 26ª fase da Lava Jato, deflagrada ontem contra executivos da empresa.

De acordo com os procuradores do MPF, a empreiteira tinha um departamento responsável pelo pagamento de propina. Além disso, a PF também investiga pagamento de propina na construção Arena Corinthians, conhecido como Itaquerão, em São Paulo.

Apesar das acusações de pagamento de propina, a empresa declarou que “não tem responsabilidade dominante” sobre a investigação, que segundo a empreiteira, “revela na verdade a existência de um sistema ilegal e ilegítimo de financiamento do sistema partidário-eleitoral do país”.

O principal executivo da empreiteira, Marcelo Odebrecht, está preso desde junho do ano passado em Curitiba. De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal à Justiça, o empresário está envolvido diretamente no esquema de pagamento de propina a ex-dirigentes da Petrobras e atuava orientando as atividades dos demais acusados ligados à empreiteira. Pelas acusações, Marcelo foi condenado a mais de 19 anos de prisão.

Fonte: Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jeronimo disse:

    – Viu ? Não falei ? O MPF não quer saber da delação do Marcelo Odebrecht. Porque sabe que o Marcelo foi ferrar eles todos ! Vai fazer picadinho deles todos! Como diz você: qua, qua, qua !

  2. Polyana disse:

    PERGUNTA DE UM MILHÃO DE DÓLARES:
    "Por que o MPF não quer a DELAÇÃO do Marcelo da Odebreachet?"
    Simples, muito simples…
    Porque ele quer falar tudo. Repetindo, "TUDO" e não apenas uma parte.
    E nos depimentos dele, já deu pra perceber pelo único vazamento não autorizado pelo Juiz Imparcial Moro, que rapidamente decretou sigilo no ato falho que já tinha ganho a internet, mas mesmo assim a Rede Globo não divulgou (por que?), que tem bomba.
    Ou seja, que os envolvidos na lista de mais de 200 políticos a Dilma e o Lula não estão. E sabe quem está? O Aécio (de novo), o Serra, o Alckimin, o José Agripino, o Henriquinho, o Rogério Marinho, o ACM Neto, etc, etc, etc…
    A HIPOCRISIA ESTÁ EXPOSTA!!!
    Por que o Cunha (com toda farta prova já coletada) ainda não foi afastado da Presidência da Câmara?
    Por que o Aécio sequer foi citado pra prestar esclarecimentos?
    Por que todos os pedidos de investigação ou citações aos Tucanos sõa arquivadas sumariamente sem uma investigação mais aprofundada?
    Isso está cheirando mal e a população que estava assistindo apática começaa perceber e se mobilizar…
    Até quando essas mentiras deslavadas e manipulações cada vez mais grosseiras vão sobreviver?