Presos da maior penitenciária do Brasil em Pernambuco construíram uma favela dentro dos pátios com setores conhecidos como “Minha cela, minha vida” ─ nome inspirado no programa federal Minha Casa, Minha Vida ─, espécie de “área VIP” destinada aos detentos próximos do comando do narcotráfico local e, por isso, conseguem pagar pelo “aluguel”.
Este foi o cenário que dois juízes e outros dois advogados da Corte Interamericana de Direitos Humanos testemunharam na última semana em visita ao Complexo do Curado, que abriga mais de 7 mil presos, embora tenha capacidade para no máximo 1,8 mil.
Localizado a 7 km do centro do Recife, o presídio é o maior do Brasil e um dos maiores da América Latina quando o assunto é população carcerária.
Com um número insuficiente de agentes penitenciários ─ cerca de 300 ─ para dar conta das três unidades prisionais que compõem o complexo, o Curado coleciona denúncias de violação extrema de direitos humanos e, segundo especialistas, põe em risco a vida de cerca de 100 mil pessoas que vivem nas imediações.
Para conseguir uma vaga na “área VIP”, o detento precisa pagar cerca de R$ 120 por semana. O espaço consiste em favelas construídas dentro dos pátios das três unidades prisionais.
“Você conhece um ‘chaveiro’ que te indica à direção (do presídio) para ser transferido, e aí você negocia o aluguel com ele”, diz relato descrito pelo pesquisador da ONG Justiça Global, Guilherme Pontes, que acompanhou a visita dos juízes da Corte, em 8 de junho.
E esses Srs. farao o que para mudar isso?????????????????? n.a.d.a. nao há vontade politica!!!!! tá bom de o povo acordar e deixar de protestar por besteiras!!!!
O ministro Dias Toffoli, do TSE e do STF, retirou de pauta o julgamento do registro da candidatura de Renan Santos (Missão) à Presidência da República, que começaria nesta segunda-feira (31).
Toffoli apontou possíveis “ilicitudes” relacionadas aos perfis de redes sociais informados por Renan e pelo candidato a vice, Aroldo Medina. Após o registro da chapa, os candidatos apresentaram 18 novos perfis que não haviam sido declarados inicialmente.
Pela Lei das Eleições, todos os perfis já existentes devem ser informados à Justiça Eleitoral. Além disso, contas preexistentes incluídas posteriormente só podem ser usadas na campanha 48 horas após a comunicação ao TSE.
O ministro deverá marcar uma nova data para analisar o registro, após verificar se algum dos perfis foi utilizado para propaganda eleitoral antes do prazo permitido.
Os julgamentos dos registros de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo) estão mantidos para começar nesta segunda-feira, em sessão virtual do TSE. A análise deve ser concluída até 2 de setembro.
Sérgio Azevedo, presidente do Sinduscon-RN | Foto: reprodução
O presidente do Sindicato da Indústria da Constrção Civil do RN (Sinduscon-RN) e vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Sérgio Henrique Andrade de Azevedo, encaminhou uma carta aberta aos senadores da República pedindo cautela na discussão sobre a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1.
Azevedo alerta para possíveis impactos sobre renda, empregos, custos das empresas, produtividade e setores com jornadas específicas, como a construção civil.
“Alguém perguntou a esses trabalhadores o que eles preferem?”, questiona o presidente do Sinduscon-RN, que também defende a negociação coletiva e um debate mais amplo sobre produtividade antes da redução da jornada.
Leia a íntegra abaixo:
Natal/RN, 28 de agosto de 2026.
CARTA ABERTA AOS SENADORES DA REPÚBLICA
Antes de decidir pelo trabalhador, é preciso ouvi-lo.
Senhor Presidente do Senado, Davi Alcolumbre, Senadores do Rio Grande do Norte, Rogério Marinho, Styvenson Valentim e Zenaide Maia,
Senhora e Senhores Senadores,
A discussão sobre melhores condições de trabalho e qualidade de vida é legítima e necessária. Mas uma alteração constitucional com tamanho impacto sobre trabalhadores, empresas, emprego, produtividade e renda não pode ser decidida sem uma análise profunda de suas consequências.
A proposta de redução da jornada e alteração da escala de trabalho parte de uma intenção que pode parecer simples. Como advertiu H. L. Mencken, para todo problema complexo há sempre uma solução simples, plausível — e completamente errada.
A realidade brasileira não é simples. Comércio, indústria, construção, saúde, turismo, infraestrutura, energia, agronegócio e serviços possuem características completamente diferentes.
Não é razoável imaginar que uma mesma solução seja adequada a todas essas realidades.
Na construção pesada e nas grandes obras de infraestrutura, milhares de trabalhadores permanecem mobilizados longe de suas cidades e de suas famílias por semanas ou meses.
Alguém perguntou a esses trabalhadores o que eles preferem?
Para muitos deles, pode fazer muito mais sentido trabalhar mais durante o período em que estão mobilizados, aumentar sua renda e concentrar o descanso para quando puderem efetivamente retornar para casa. Qual é o benefício de impor mais tempo ocioso a quem está a milhares de quilômetros da própria família?
Há ainda outra questão que precisa ser enfrentada com transparência: manter o salário-base não significa necessariamente manter a renda total do trabalhador. Em muitas atividades, menos horas trabalhadas tendem a implicar menor remuneração, porque reduzem a produção e, com ela, as parcelas variáveis, os prêmios e outras oportunidades legítimas de ganho.
Quem calculou esse impacto sobre a renda efetivamente levada para casa, sobre o custo das empresas e sobre a capacidade de contratação? Na construção civil, aumentos relevantes no custo do trabalho impactam o custo das obras, da infraestrutura e da habitação.
No final, alguém paga essa conta.
Pode ser a empresa, reduzindo investimentos e contratações. Pode ser o consumidor, pagando mais caro. Pode ser o trabalhador, perdendo renda ou oportunidades. E pode ser toda a sociedade, com menor produtividade, mais informalidade e menor crescimento econômico.
Queremos melhorar a vida de quem trabalha. Mas precisamos fazer isso aumentando produtividade, qualificação, renda e oportunidades, e não simplesmente reduzindo, por determinação constitucional, o número de horas disponíveis para produzir.
Por isso, fazemos um apelo ao Senado Federal:
Decisões constitucionais desta magnitude não deveriam ser tomadas em janelas curtas de calendário legislativo.
Não votem uma mudança dessa dimensão de forma apressada.
Ouçam os trabalhadores e ouçam quem emprega.
Avaliem os impactos econômicos e sociais e as particularidades de cada atividade.
Preservem e valorizem a negociação coletiva.
Antes de discutir redução da jornada de trabalho, o Brasil precisa enfrentar a questão que há anos limita nosso desenvolvimento: a baixa produtividade.
Países não se tornam mais produtivos porque trabalham menos. Tornam-se capazes de trabalhar menos porque se tornaram mais produtivos. Essa ordem importa.
Não podemos escolher apenas a parte agradável da equação e ignorar quem pagará a conta.
Senadores, essa decisão terá consequências por décadas. Façam o debate que a importância do tema exige.
Antes de decidir pelo trabalhador, ouçam o trabalhador.
Antes de aumentar o custo de contratar, ouçam quem gera emprego.
Antes de reduzir a jornada, discutam como aumentar a produtividade.
E, antes de mudar a Constituição, avaliem as consequências para o Brasil.
Atenciosamente,
Sérgio Henrique Andrade de Azevedo Presidente do Sinduscon RN Vice-Presidente CBIC
O candidato Styvenson Valentim (Podemos) lidera a disputa pelo Senado entre os eleitores de Parnamirim, na pesquisa do Instituto Perfil, realizada em parceria com o Via Certa Natal, considerando a soma das intenções de voto para a primeira e a segunda vaga.
Na soma dos dois votos, Styvenson aparece com 17,21%. Em seguida, vêm Zenaide Maia (PSD), com 8,43%, Coronel Hélio (PL), com 6,79%, Samanda de Lula (PT), com 6,29% e Rafael Motta (PDT), com 6,14%.
Já Sandro Pimentel (PSOL) soma 1,51%, Sonia Godeiro (PSOL) tem 1,21% e Rosália Fernandes (PSTU) aparece com 1,14%.
Professor Guilherme (UP) vem em seguida, com 0,93%, seguido de Tércio Tinôco (União Brasil), com 0,57%, Gari Wendell Batista (AGIR), com 0,29%, Luciana Mandu (PSTU), com 0,29% e Linhares Jiboia (DC), com 0.21%. Os indecisos somam 30,28%, enquanto o branco/nulo é de 18,71%.
A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-07989/2026 e no TRE-RN sob o número RN-06953/2026. O levantamento foi realizado entre os dias 21 e 23 de agosto de 2026, em Parnamirim, com 700 eleitores.
A margem de erro é de 3,70 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. A pesquisa foi realizada pelo Via Certa/Instituto Perfil.
No cenário espontâneo para deputado federal, em que o eleitor pode citar qualquer nome ou expressão, Thabatta Pimenta aparece na liderança entre os eleitores de Parnamirim, segundo o levantamento do Instituto Perfil em parceria com o Via Certa Natal.
Thabatta lidera com 2,86%. Na sequência dos mais citados vêm Natália Bonavides, Nina Souza e Carla Dickson, todas empatadas com 1,43%, Sargento Gonçalves (1,29%), Robinson Faria (1,14%), General Girão (1,00%), João Maia (0,86%), Juninho Saia Rodada (0,57%).
Completando a lista dos mais citados aparecem Benes Leocádio, Gabriel Nunes e Dr. Bernardo, os três empatados com 0,43%. Os indecisos são a grande maioria, com 78,14%, enquanto o branco/nulo soma 6,43%.
A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-07989/2026 e no TRE-RN sob o número RN-06953/2026. O levantamento foi realizado entre os dias 21 e 23 de agosto de 2026, em Parnamirim, com 700 eleitores. A margem de erro é de 3,70 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. A pesquisa foi realizada pelo Via Certa/Instituto Perfil.
No cenário espontâneo para deputado estadual, em que o eleitor pode citar qualquer nome ou expressão, Gabriel César aparece na liderança entre os eleitores de Parnamirim, segundo levantamento do Instituto Perfil em parceria com o Via Certa Natal.
Gabriel César lidera com 2,14%. Na sequência dos mais citados vêm Kleber Rodrigues (1,43%), Cinthia de Allyson (1,14%), Taveira Jr (0,86%), Camila Araújo e Ériko Jácome, empatados com 0,71% cada.
Na lista dos mais citados também aparecem Michael Diniz, Ivanilson Oliveira, Vava Azevedo, Daniel Valença, Cristiane Dantas e Josemar Varela, todos com 0,43%. Os indecisos somam 76,86%, enquanto o branco/nulo é de 5,29%.
A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-07989/2026 e no TRE-RN sob o número RN-06953/2026. O levantamento foi realizado entre os dias 21 e 23 de agosto de 2026, em Parnamirim, com 700 eleitores.
A margem de erro é de 3,70 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. A pesquisa foi realizada pelo Via Certa/Instituto Perfil.
Um empresário identificado como Marcelo foi sequestrado na noite deste sábado (29) na porta de casa, no bairro Cidade das Rosas, em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal. Ele chegava à residência acompanhado da família quando foi abordado e rendido pelos sequestradores.
Os criminosos levaram Marcelo e fugiram do local. Desde então, equipes policiais realizam buscas para tentar localizar a vítima e identificar os responsáveis pelo crime. O paradeiro do empresário e a motivação do sequestro ainda seguem desconhecidos.
A polícia pede que qualquer informação que possa ajudar a localizar Marcelo seja repassada, de forma anônima, pelo Disque-Denúncia 181.
Uma grande carreata liderada pelo prefeito Paulinho Freire (União Brasil) tomou as ruas da Zona Norte de Natal neste domingo (30). A mobilização reuniu apoiadores de Álvaro Dias (PL), candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, e Babá Pereira (PL), candidato a vice-governador.
Por onde passou, a carreata contagiou moradores, que saíram às portas de suas casas, acenaram, fizeram o 22 com as mãos e manifestaram apoio aos candidatos. A movimentação percorreu ruas e avenidas da região em clima de festa, reunindo apoiadores, militantes e lideranças políticas.
Ao lado de Paulinho Freire, participaram da mobilização a vice-prefeita de Natal, Joanna Guerra (PL), além de vereadores da capital e outras lideranças políticas que acompanharam o percurso pela Zona Norte.
Durante a carreata, Paulinho reforçou seu apoio a Álvaro e a parceria política construída entre os dois. Em 2024, Álvaro apoiou Paulinho na disputa pela Prefeitura de Natal, eleição vencida pelo atual prefeito no segundo turno. Agora, Paulinho vai às ruas em apoio à candidatura de Álvaro ao Governo do Estado.
Enquanto Paulinho comandava a mobilização em Natal, Álvaro Dias cumpria agenda da Caravana 22 pelo Seridó, percorrendo municípios da região neste domingo. A programação simultânea manteve a campanha mobilizada na capital e no interior do Rio Grande do Norte.
Após a repercussão da notícia dada pelo blog de Gustavo Negreiros de que o empresário Pedro Câmara Gurgel Gadelha foi preso em flagrante após denúncia de agressão à esposa na Lagoa do Bonfim, em Nísia Floresta, na Grande Natal, o BLOGDOBG teve acesso ao Boletim de Ocorrência, através do Blog de Marcus Aragão.
De acordo com o documento, a ocorrência foi registrada na noite de sábado (29) e enquadrada como lesão corporal contra a mulher por razões da condição do sexo feminino, com aplicação da Lei Maria da Penha.
Segundo informações divulgadas pelo blog de Gustavo Negreiros, a agressão teria ocorrido após um passeio de jet-ski e seria motivada por ciúmes. Relatos apontam ainda que não seria a primeira ocorrência de violência envolvendo o casal.
O estado de saúde da vítima não foi informado. As circunstâncias do caso deverão ser apuradas pelas autoridades. O acusado passará por audiência de custódia neste domingo (29), às 16h.
O candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), defendeu neste domingo (29) uma alternativa à proposta que prevê o fim da escala 6×1. Flávio propõe que a remuneração seja calculada pelas horas trabalhadas, mantendo os direitos trabalhistas e com mais liberdade para o trabalhador brasileiro.
“Nós vamos fazer muito melhor para os trabalhadores brasileiros. Nós vamos trabalhar pela liberdade, para que o trabalhador brasileiro possa escolher a sua própria carga de horário, como é que vai trabalhar”, disse Flávio.
Segundo o senador, a proposta permitiria adaptar a jornada à realidade de cada trabalhador, principalmente de mulheres com filhos. “Tem muita mulher, por exemplo, que não tem condição de trabalhar oito ou sete horas por dia, pode trabalhar só quatro horas porque não tem com quem deixar seus filhos. Nossa proposta alternativa a essa, que vai ser uma remuneração com todos os direitos trabalhistas garantidos, mas por horas trabalhadas”, afirmou.
Candidatos a governador aliados de Flávio Bolsonaro (PL) lideram as pesquisas em quatro dos dez maiores Estados do país, além do Distrito Federal. O cenário mostra vantagem do grupo bolsonarista sobre os candidatos apoiados por Lula (PT) nas principais disputas estaduais.
Nos maiores estados, candidatos alinhados a Flávio estão na frente em São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais, além do Distrito Federal. Em São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) tem 40%; no Paraná, Sérgio Moro (PL), 37%; em Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), 50%; e, no DF, Celina Leão (PP), 30%. Em Minas, Cleitinho (Republicanos), apoiado por Flávio, lidera com 29%, embora o candidato do PL seja Flávio Roscoe.
No Rio Grande do Norte, Álvaro Dias (PL), aliado de Flávio, aparece à frente de Cadu de Lula (PT), disputando o primeiro lugar nas pesquisas com Allyson Bezerra (União Brasil).
Em levantamento recente, realizado pelo Instituto Consult, a disputa pela liderança no RN está tecnicamente empatada, dentro da margem de erro, entre Allyson (30%) e Álvaro (26,41%), com o petista Cadu (16,06%) em terceiro. A margem de erro da pesquisa é de 2,37%, registrada com os números BR-09517/2026 e RN-08989/2026 na Justiça Eleitoral.
Demais Estados
No Rio de Janeiro, o principal aliado de Lula é Eduardo Paes (PSD). O ex-prefeito da capital tem 37%, contra 14% de Douglas Ruas (PL), apoiado por Flávio.
Bahia, Rio Grande do Sul e Pará apresentam disputas apertadas. Na Bahia, ACM Neto (União) tem 39%, contra 37% do governador Jerônimo Rodrigues (PT). No Rio Grande do Sul, Luciano Zucco (PL) aparece com 26%, contra 23% de Juliana Brizola (PDT). No Pará, Dr. Daniel (Podemos), apoiado por Flávio, tem 28%, contra 27% de Hana Ghassan (MDB), apoiada por Lula.
No Ceará, Ciro Gomes (PSDB) lidera sem declarar apoio a Lula ou Flávio. Pesquisa Datafolha divulgada em 24 de agosto mostra o ex-governador com 52%, contra 33% de Elmano de Freitas (PT). Apesar da neutralidade na disputa presidencial, Ciro mantém uma aliança local com o PL.
Em Pernambuco, a liderança é da governadora Raquel Lyra (PSD), que também não declarou apoio a nenhum candidato à Presidência. Ela tem 44%, contra 36% de João Campos (PSB), apoiado por Lula. Apesar da neutralidade de Raquel, o PL declarou apoio à sua candidatura.
Pesquisas citadas: Quaest (SP-06946/2026, MG-04060/2026, RJ-08748/2026, BA-06206/2026, PR-05388/2026, RS-06875/2026, PE-07828/2026, PA-07718/2026, SC-00517/2026, DF-06256/2026), Datafolha (CE-04292/2026) e Consult (BR-09517/2026 e RN-08989/2026)
E esses Srs. farao o que para mudar isso?????????????????? n.a.d.a. nao há vontade politica!!!!! tá bom de o povo acordar e deixar de protestar por besteiras!!!!