Atualmente no ar em “Além do Tempo”, Paolla Oliveira fechará 2015 com muito a se comemorar. A atriz, que começou o ano interpretando a polêmica Dani Bond em “Felizes para Sempre?”, passou a conquistar uma série de contratos publicitários devido à repercussão atingida na época e ainda colhe frutos da personagem.
Segundo a coluna Radar, da revista Veja, Paolla acumulou cerca de R$ 9 milhões em contratos publicitários ao longo deste ano. Uma loja de departamento, uma montadora e cervejaria estão entre os clientes que buscaram – e conseguiram – a global após o sucesso de Dani.
Uma das mais recentes parcerias fechadas por Paolla foi com a agência 9ine, do ex-jogador Ronaldo Nazário e que tem Marcos Buaiz como sócio. A empresa é especializada em marketing esportivo e no planejamento de imagem de artistas e demais celebridades.
O ministro Kassio Nunes Marques, do STF, arquivou uma ação do Psol contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, relacionada à CPI da Covid. A Procuradoria-Geral da República não encontrou elementos para prosseguir com o caso, que se baseava em uma conversa telefônica entre Bolsonaro e o senador Jorge Kajuru. Nunes Marques afirmou que a conversa, de caráter privado, não demonstrava intenção criminosa.
O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o arquivamento de uma ação apresentada pelo Psol contra o ex-presidente Jair Bolsonaro por supostas irregularidades relacionadas à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid.
A decisão, assinada na terça-feira 14, acompanhou o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR), que concluiu não haver elementos para dar continuidade ao caso.
A ação teve como base uma conversa telefônica entre Bolsonaro e o senador Jorge Kajuru (PSB), gravada e divulgada em abril de 2021. Na ocasião, o partido alegou que o então presidente teria cometido os crimes de advocacia administrativa e corrupção ativa ao defender a ampliação do escopo da CPI.
Advocacia administrativa ocorre quando um agente público usa o cargo para defender ou favorecer interesses particulares dentro da administração pública.
Segundo Bolsonaro, a comissão deveria investigar também governadores e prefeitos. Na avaliação do então presidente, caso isso não ocorresse, a CPI ouviria apenas adversários políticos e produziria um relatório desfavorável ao governo federal.
Ao analisar o caso, Nunes Marques reproduziu trechos do parecer da PGR e destacou que o diálogo ocorreu em caráter privado e informal entre o presidente da República e um senador. Para o ministro, o conteúdo da conversa não revela nenhuma intenção criminosa.
“A instalação da referida CPI, à época da divulgação do diálogo, já havia sido amplamente noticiada pela mídia e gerado os mais variados debates, em todas as esferas de poder”, diz a decisão. “Mas a verdade é que não se extrai da conversa vazada qualquer propósito criminoso por parte do noticiado.”
O ministro rejeitou a acusação de advocacia administrativa. Segundo ele, Bolsonaro limitou-se a manifestar seu posicionamento político sobre o alcance das investigações da CPI, sem utilizar o cargo para defender interesses particulares de terceiros perante a administração pública.
Nunes Marques também rejeitou a acusação de corrupção ativa por entender que não houve oferta ou promessa de vantagem indevida em troca da prática de um ato de ofício. Na decisão, o ministro ressaltou ainda que a titularidade para propor ação penal por esse tipo de crime é do Ministério Público Federal.
A Fifa avalia uma mudança no modelo de comercialização dos direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2030 no Brasil. A proposta em análise prevê o fim da venda exclusiva para um único grupo de mídia e a divisão dos pacotes entre diferentes plataformas, estratégia que pode colocar Globo e CazéTV como protagonistas das negociações.
A ideia da entidade é ampliar o alcance do Mundial combinando a audiência consolidada da televisão tradicional com o crescimento das plataformas digitais. Pelo formato estudado, a Globo teria os direitos para exibição em TV aberta, TV por assinatura e no Globoplay, enquanto a CazéTV ficaria com a transmissão digital, especialmente pelo YouTube, além da possibilidade de acordos com serviços de streaming.
O modelo acompanha uma tendência adotada pela Fifa em outros eventos recentes, com a distribuição dos direitos por diferentes formatos de consumo. A entidade já trabalha com uma estratégia semelhante para a Copa do Mundo Feminina de 2027, que será disputada no Brasil.
A possível divisão dos direitos abre espaço para uma disputa mais ampla entre empresas de comunicação. Além da Globo e da CazéTV, outros grupos acompanham as negociações, como o SBT, que demonstrou interesse em participar da concorrência pelos pacotes de transmissão.
No mercado, também chama atenção o papel da LiveMode, empresa responsável pela operação da CazéTV. A companhia ganhou espaço nos últimos anos ao atuar na negociação de direitos esportivos, produção de conteúdo e distribuição em plataformas digitais.
A participação da CazéTV representa uma mudança no cenário tradicional de transmissões esportivas no Brasil. O canal digital conquistou relevância ao apostar em uma linguagem mais próxima das redes sociais, com interação em tempo real e foco em públicos que consomem conteúdo principalmente pela internet.
O deputado estadual Yglésio Moyses (PRD) fez acusações graves ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino durante sessão na Assembleia Legislativa do Maranhão realizada dias atrás e que continuam repercutindo nos meios políticos.
Segundo Yglésio, Dino estaria utilizando sua posição na Corte para “chantagear” e “ameaçar” políticos locais, com o objetivo de influenciar o cenário pré-eleitoral do Estado e derrotar o candidato do governador Carlos Brandão à sua sucessão.
O deputado chegou a relatar uma suposta frase de Flávio Dino em evento social: “Eu botei, eu tiro”, que interpretou como referência ao poder de Dino em tirar Carlos Brandão do cargo.
World Finance Sustainability Awards 2026 reconhece instituição financeira de crédito brasileira por contribuição de destaque na América Latina
O Sistema Sicredi conquistou o World Finance Sustainability Awards 2026, ao ser reconhecido na categoria Outstanding Contribution to Sustainable Finance by a Cooperative Latam (Contribuição de Destaque para Finanças Sustentáveis por uma Cooperativa na América Latina).
É a primeira vez que a instituição recebe o prêmio, concedido pela revista britânica World Finance, publicação de circulação global voltada ao mercado financeiro e à sustentabilidade.
Segundo a revista, o reconhecimento reflete a evolução consistente da estratégia de ESG do Sistema Sicredi, sustentada por três frentes: a expansão do crédito sustentável, o apoio à transição energética e a geração de impacto positivo nas comunidades onde atua.
Nos últimos anos, a instituição ampliou de forma significativa sua carteira de crédito verde, consolidando-se como uma das principais financiadoras de projetos de energia renovável no Brasil, especialmente de geração solar.
Também pesaram na conquista o financiamento a micro, pequenas e médias empresas — em especial as lideradas por mulheres — e o apoio a empreendimentos em municípios com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
Para o presidente da Sicredi RN, Damião Monteiro, a premiação vai além do reconhecimento institucional. “É uma confirmação de que o modelo cooperativo tem muito a contribuir com a construção de uma economia mais justa e sustentável — e isso se reflete diretamente na vida dos nossos cooperados aqui no Rio Grande do Norte”, afirma.
A defesa de Jair Bolsonaro afirmou ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), nesta quarta-feira (15), que o ex-presidente não sabia que a carta entregue ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) durante uma visita autorizada seria divulgada nas redes sociais.
Os advogados dizem que o ex-presidente “jamais soube que a carta seria publicizada” e que “não houve qualquer orientação, ajuste ou combinação prévia acerca da utilização de redes sociais para esse fim”.
A manifestação é uma resposta a uma determinação do ministro, que solicitou esclarecimentos após a carta ter sido lida publicamente pelo senador e divulgada em redes sociais.
“A referência feita pelo Senador Flávio Nantes Bolsonaro durante a leitura do documento traduz manifestação por ele proferida e não corresponde a circunstância previamente conhecida [por Bolsonaro]. A circunstância de a carta ter sido posteriormente divulgada em redes sociais decorreu de decisão adotada sem que houvesse prévia ciência do [ex-presidente]”, diz a defesa.
No documento endereçado a Moraes, os advogados afirmam ainda que o ex-presidente tem observado de “maneira rigorosa” todas as medidas e limitações impostas pela Justiça em relação à sua prisão domiciliar humanitária.
Entre as restrições vigentes, estão a proibição do uso de aparelhos de comunicação, o veto ao acesso a redes sociais e a proibição da divulgação de manifestações pessoais por intermédio de terceiros.
Motorista colidiu um veículo da Secretaria de Estado da Fazenda do Rio Grande do Norte (Sefaz-RN) e derrubou dois postes em um acidente na manhã desta quarta-feira (15), na BR-110, no centro de Campo Grande, no Oeste potiguar.
Uma câmera de segurança registrou o momento do acidente.
Segundo a Sefaz-RN, o motorista não ficou ferido e o acidente provocou apenas danos materiais. As causas do sinistro ainda serão apuradas.
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (15) um projeto de lei que suspende o prazo de prescrição da execução da pena de condenados que fogem do sistema prisional ou têm o livramento condicional revogado. O texto segue agora para análise do Senado.
Se também for aprovado pelo Senado, o projeto seguirá para sanção presidencial.
De autoria do deputado Kim Kataguiri (União-SP), a proposta altera o Código Penal para determinar que o prazo de prescrição fique suspenso enquanto o condenado estiver foragido, voltando a contar apenas após sua captura ou reapresentação à Justiça.
Segundo o autor, a legislação atual permite que o prazo continue correndo durante a fuga, o que pode resultar na prescrição da pena antes da prisão do condenado.
Relator da proposta, o deputado Alberto Fraga (PL-DF) afirmou que a mudança corrige uma distorção da lei e impede que a fuga funcione como um “prêmio” ao condenado.
A votação ocorreu em meio ao aumento da preocupação dos brasileiros com a segurança pública. Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira aponta que a violência é o principal problema do país para 31% dos entrevistados, à frente da saúde e da economia, ambas citadas por 15%.
A pouco mais de um mês do início oficial da campanha eleitoral, a pré-campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta disputas internas por espaço nas áreas de comunicação, programa de governo e jurídico.
Segundo a Folha de S.Paulo, um dos episódios ocorreu durante uma discussão entre o ministro da Secretaria de Comunicação (Secom), Sidônio Palmeira, e o chefe de gabinete da Presidência, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, sobre a estratégia de comunicação da campanha. De acordo com aliados, Lula precisou interromper o debate ao dar um soco na mesa.
A reportagem afirma que o desentendimento começou após o presidente criticar o tom festivo de uma peça publicitária produzida pela Secom. Sidônio teria defendido o material, enquanto Marcola apoiou a posição de Lula. Auxiliares de Sidônio negam qualquer mal-estar e afirmam que o ministro permanecerá no governo por decisão do presidente.
Outro foco de divergência envolve a elaboração do plano de governo. O coordenador do programa, Sérgio Gabrielli, criticou a política de juros no combate à inflação, o que gerou reação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Após o episódio, Lula determinou que o programa só seja debatido publicamente com o aval da equipe econômica.
Também há impasse na coordenação jurídica da campanha. Lula defende uma atuação mais política contra fake news e o uso de inteligência artificial nas eleições, enquanto o presidente do PT, Edinho Silva, prefere manter parte da equipe jurídica de 2022.
À Folha, Edinho negou qualquer disputa. “Não há nenhuma disputa no jurídico da campanha. A equipe está em pleno trabalho na pré-campanha presidencial.” Já o advogado Marco Aurélio Carvalho afirmou: “Respeito a opinião dele [Edinho]. Mas tenho uma opinião distinta sobre o papel do coordenador jurídico sem um papel político.”
Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) mostra que 43% dos brasileiros avaliam que a economia piorou nos últimos 12 meses, enquanto 20% consideram que melhorou e 33% dizem que permaneceu igual. Outros 4% não responderam.
Em abril, 50% afirmavam que a economia havia piorado, 21% diziam que havia melhorado e 27% avaliavam que estava igual.
Para 66%, alimentos estão mais caros
Sobre o custo dos alimentos, 66% afirmam que os preços subiram no último mês, 23% dizem que permaneceram iguais e 9% avaliam que caíram. Outros 2% não responderam. Em junho, 69% percebiam alta, 22% diziam que os preços estavam estáveis e 7% apontavam queda.
Poder de compra está menor para 68%
A pesquisa também mostra que 68% afirmam ter hoje um poder de compra menor do que há um ano, ante 67% em junho. Para 10%, o poder de compra aumentou (eram 13%) e, para 21%, permaneceu igual (eram 19%). Outros 1% não responderam.
O novo Desenrola é conhecido por 66% dos entrevistados e desconhecido por 34%. A iniciativa é considerada uma boa ideia por 55%, ajuda um pouco para 20%, é vista como uma má ideia por 21% e 4% não responderam.
Entre os entrevistados, 87% disseram não ter sido beneficiados pelo programa e 12% afirmaram que foram. Desses, 35% disseram que a renda aumentou de forma significativa após o Desenrola, 31% relataram aumento, mas não muito, e 33% disseram não ter percebido diferença.
Endividamento
Em relação ao endividamento, 47% afirmaram ter poucas dívidas, 31% disseram não estar endividados, 21% relataram ter muitas dívidas e 1% não respondeu.
Dados da pesquisa
A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-07181/2026. O instituto realizou 2004 entrevistas entre os dias 10 e 13 de julho.
O representante do comércio da Casa Branca, Jamieson Greer – Foto: Anna Moneymaker/Getty Images via AFP
O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) pediu nesta quarta-feira (15/7) que sejam aplicadas novas tarifas a produtos brasileiros importados pelos EUA. O pedido, baseado na investigação comercial aberta contra o Brasil em julho de 2025, prevê aumento na lista de isenções.
De acordo com a CNN, Jamieson Greer enviou à Casa Branca a recomendação produzida pelo USTR para adotar as taxas contra o Brasil. Greer é o responsável pelo USTR, que conduz a política comercial do EUA, e já havia relatado dificuldade nas negociações com o governo brasileiro.
O veredito do USTR estava previsto para esta quarta, com a definição de alíquota para a tarifa, prazo para início da cobrança e atualização do anexo com produtos isentos da sobretaxa.
Além de recomendar a aplicação das taxas, o USTR sugeriu uma atualização da lista de isenções para o tarifaço, com produtos que não serão atingidos pela nova alíquota. Para entrar em vigor, a medida depende do aval do presidente Donald Trump.
Investigação contra o Brasil
O USTR abriu investigação contra o Brasil, em 15 de julho de 2025, para apurar supostas práticas comerciais consideradas desleais pelos Estados Unidos.
Em 1º de junho de 2026, o órgão concluiu a apuração e afirmou ter identificado práticas adotadas pelo Brasil que, em sua avaliação, prejudicam empresas e interesses norte-americanos.
Com base nessas conclusões, o USTR propôs a aplicação de tarifas de 25% sobre uma série de produtos brasileiros.
Caso a prática seja adotada, associações da indústria avaliam que a medida pode ter um impacto de cerca de US$ 14,9 bilhões em exportações aos EUA.
Embora tenha embarcado em uma intensa negociação com o órgão norte-americano no último ano, a decisão já era esperada pelo Palácio do Planalto, que aguardava pelo anúncio oficial para entender o alcance da medida, tanto em relação às alíquotas quanto aos produtos afetados.
O rito para conclusão da investigação foi finalizado nesta quarta, data que marca um ano da investigação aberta pelo USTR contra o Brasil. Durante a manhã, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reuniu-se com autoridades responsáveis peloss assuntos internacionais do governo. Até o momento, contudo, o governo ainda não se manifestou oficialmente sobre a medida.
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