Familiares e amigos da garota Yasmim Lorena de Araújo, de 12 anos, desaparecida na Zona Norte de Natal desde o dia 28 de março, realizam um novo protesto na Ponte Newton Navarro.
O protesto que pede uma resposta autoridades está programado para às 16h desta quarta-feira(18), e organizadores pedem através das redes sociais que os participantes compareçam com camisas e balões brancos.
ESSE PROTESTO DEVERIA SER EM ALGUM LUGAR MAIS IMPORTANTE QUE A PONTO, UM PROTESTO PARA LADO CRIMINAL TERIA QUE SER EM FRENTE A PREFEITURA OU ATE MESMO DELEGACIAS, O QUE VAI MELHORAR FAZENDO NA PONTE? ALÉM DE PREJUDICAR OS TRABALHADORES??? PELO AMOR DE DEUS TEMOS QUE PENSAR EM ALGO QUE REALMENTE VÁ FUNCIONAR.
Três pesquisas divulgadas na reta final da campanha colocam Dra. Zenaide entre os dois primeiros colocados na disputa pelas duas vagas do Rio Grande do Norte no Senado. Ou seja, como reeleita. Os levantamentos da DataCapital, Metadata e Seta apresentam resultados consolidados considerando a soma do primeiro e do segundo voto.
Na DataCapital, considerando a média dos dois votos, Zenaide aparece com 19%, reeleita junto a Styvenson, que registrou 23%. Samanda tem 10,5%, Rafael Motta, 8%, e Coronel Hélio, 7,5%. Na Metadata, Zenaide registra 16,23%, também se reelegendo junto a Styvenson, com 22,06%. Depois, o estudo registra 12,58% de Samanda, 9,45% de Coronel Hélio e 8,80% de Rafael Motta. Já na Seta, Zenaide chega a 22,4% e Styvenson a 25,6%. Fora do grupo de eleitos, aparecem Samanda, com 11,7%, Coronel Hélio, com 10,4%, e Rafael Motta, com 6,5%.
Os três levantamentos foram realizados pela DataCapital, entre 22 e 26 de setembro, com 2.300 entrevistados e registros RN-02599/2026 e BR-06680/2026; pela Metadata, entre 28 e 30 de setembro, com 1.536 entrevistas presenciais em 63 municípios, margem de erro de 2,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, sob os registros RN-07217/2026 e BR-01974/2026; e pelo Instituto Seta, entre 27 e 30 de setembro, com 1.500 entrevistados, margem de erro de 2,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, sob os registros RN-03891/2026 e BR-07902/2026.
Candidato à reeleição para deputado estadual, Ivanilson Oliveira encerrou sua agenda de campanha em Baraúna, município onde construiu uma das principais bases eleitorais de sua trajetória política.
Baraúna foi palco, nesta sexta-feira (2), do encerramento da campanha de Ivanilson Oliveira para deputado estadual. O evento reuniu apoiadores, lideranças políticas e moradores em uma grande mobilização pelas ruas do município, marcando o último ato público do candidato antes das eleições deste domingo (4).
Para este ano, a campanha trabalha com a expectativa de ampliar esse resultado e superar a marca de 10 mil votos em Baraúna, diante da mobilização registrada ao longo das últimas semanas e do apoio declarado por diferentes lideranças ao projeto de reeleição.
Ao longo da campanha, Ivanilson também ampliou sua presença em diferentes municípios do Rio Grande do Norte, reunindo apoios políticos e participando de atos e mobilizações em diversas regiões do Estado.
O encerramento em Baraúna simbolizou, assim, o fim de uma campanha marcada pela presença do candidato em suas bases e pelo contato direto com eleitores e lideranças. Agora, a definição do resultado ficará para as urnas, neste domingo.
Ivanilson Oliveira disputa a reeleição para deputado estadual pelo PV, com o número 43333. Sua candidatura está registrada e deferida pela Justiça Eleitoral.
[VÍDEO] Ciro Gomes critica tempo extra de TV para Elmano (PT) mesmo após fim do horário eleitoral gratuito e diz que decisão de Toffoli é “sem pé nem cabeça”. https://t.co/VaLZsnyTo5pic.twitter.com/bb03XIBUVE
O candidato ao governo do Ceará, Ciro Gomes (PSDB), criticou a decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou tempo extra de propaganda para o candidato à reeleição Elmano de Freitas (PT), mesmo após o fim do período do horário eleitoral gratuito.
O candidato do PSDB chamou a decisão de “sem pé nem cabeça” e concluiu com uma crítica ao STF: “Se depender desse tipo de gente que o PT botou no Supremo Tribunal Federal, o Brasil não é mais uma democracia”.
Ciro classificou a medida como “absolutamente inacreditável” e afirmou nunca ter visto algo semelhante em seus 40 anos de vida pública.
“A lei brasileira é muito clara, ela diz que a campanha acaba na antevéspera e dá ao eleitor 48 horas de silêncio”, afirmou.
Segundo Ciro, Toffoli teria concedido a Elmano o direito de fazer “uma massa violenta de propaganda”, além de “quebrar a grade das televisões” e impor multas às emissoras.
O jornalista Guga Noblat afirmou, durante participação no canal ICL Notícias, que o clima nos bastidores da campanha presidencial estaria mais otimista entre parlamentares do PL e mais preocupante entre integrantes do PT e de partidos de esquerda.
Noblat relatou conversas que teve com parlamentares, pessoas ligadas às campanhas e integrantes dos bastidores que apontaram uma mudança no cenário eleitoral. Ele afirmou ter tido contato com informações de dois institutos contratados pelo PT para realizar pesquisas de tracking diárias.
Também mencionou que o deputado Chico Alencar (PSOL) já admite nos bastidores um cenário extremo em que Flávio Bolsonaro poderia vencer a eleição presidencial ainda no primeiro turno.
De acordo com o jornalista, a situação seria especialmente preocupante em São Paulo e no Rio de Janeiro. Em São Paulo, ele relatou que integrantes da esquerda já trabalham com a possibilidade de Flávio Bolsonaro terminar o primeiro turno com vantagem de oito a nove pontos à frente do petista.
Noblat também afirmou que, na avaliação que teria ouvido nos bastidores, o PT corre risco de perder as duas cadeiras em disputa para o Senado em São Paulo, citando Marina Silva e Simone Tebet como nomes ameaçados.
No Rio de Janeiro, segundo o jornalista, o cenário também teria se deteriorado para a esquerda. Ele afirmou que há uma avaliação de que a direita pode conquistar as duas vagas ao Senado e que até uma vitória de Douglas Ruas, que seria considerada improvável um mês atrás, passou a ser tratada como possibilidade.
A disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte apresenta Allyson (União Brasil) na liderança das intenções de voto, registrando 40,7% da preferência do eleitorado na pesquisa estimulada do Instituto Media. Álvaro Dias (PL) aparece logo atrás, com 32,6 % e deve ir ao segundo turno com o ex-prefeito de Mossoró.
Na sequência aparece Cadu de Lula, com 26%. A pesquisa ainda conta com os nomes de Professor Robério Paulino (Psol), que pontua com 0,6%, e Rodrigo Bolsonaro (Agir), com 0,4%. Os dois, no entanto, já desistiram de suas candidaturas. Os números de todos os candidatos representam os votos válidos.
O levantamento revela também um percentual expressivo de eleitores indecisos ou que optaram pelo silêncio: os que não sabem ou não responderam somam 13,0%, enquanto os votos em branco ou nulo representam 6,0%.
Foram realizadas 2.000 entrevistas entre 27 de setembro e 1º de outubro. Margem de erro total: ±2,2 pontos percentuais, com 95% de confiança. Registro: RN-01543/2026.
Antes de integrar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a ministra Estela Aranha ocupou funções no governo Luiz Inácio Lula da Silva relacionadas à regulação do ambiente digital. Durante a gestão de Flávio Dino no Ministério da Justiça, atuou como secretária de Direitos Digitais e participou das discussões sobre o chamado PL das Fake News, proposta que previa regras para plataformas e redes sociais.
Aranha esteve entre os integrantes do governo que defenderam uma regulamentação mais rígida das plataformas. A posição gerou críticas de setores da oposição, que passaram a associar sua atuação ao chamado “PL da Censura”. O governo, por sua vez, afirmava que a proposta buscava aumentar a segurança no ambiente digital e responsabilizar plataformas pela circulação de conteúdos violentos.
Ela também participou da interlocução do governo com empresas de tecnologia sobre políticas de moderação de conteúdo e medidas relacionadas à violência nas redes.
Em 2025, Lula nomeou Aranha para uma das vagas destinadas a juristas no TSE, após escolha a partir de lista tríplice encaminhada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ela tomou posse como ministra efetiva em 1º de agosto daquele ano, para um mandato de dois anos.
Nas eleições de 2026, Aranha foi designada pelo TSE para atuar como juíza auxiliar em reclamações e representações relacionadas à legislação eleitoral, especialmente em questões envolvendo a disputa presidencial.
A ministra também já havia trabalhado como assessora especial da Presidência da República e como assessora no gabinete da Presidência do próprio TSE. Sua trajetória inclui ainda participação em debates sobre inteligência artificial e proteção de dados.
A mais recente pesquisa do instituto PoderData/Aya, realizada entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro, aponta um cenário de empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo primeiro turno da eleição presidencial de outubro.
No recorte de votos válidos, que exclui os votos brancos, nulos e os eleitores indecisos, o petista aparece com 45% das intenções de voto, enquanto o senador do PL registra 43%. A diferença entre os dois principais concorrentes apresentou um acréscimo de 1 ponto percentual em comparação com a rodada anterior do levantamento.
Atrás da dupla líder, o segundo pelotão é encabeçado por Augusto Cury (Avante), com 4%, seguido por Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), que somam 3% cada. Romeu Zema (Novo), Samara Martins (UP) e Rui Costa Pimenta (PCO) pontuaram com 1% cada. Os candidatos Clariana Barão (Democracia Cristã), Edmilson Costa (PCB), Wilson Grassi (Democrata), Hertz Dias (PSTU) e Leonardo Avalanche (PRTB) não pontuaram. No total, os nomes deste grupo acumulam 13% dos votos válidos.
Cenário de votos totais
Considerando a base de votos totais, que engloba também os eleitores indecisos e aqueles que pretendem votar em branco ou anular, a disputa permanece estreita: Lula registra 42% das intenções de voto, ao passo que Flávio Bolsonaro marca 41%.
Ambos os candidatos apresentaram oscilação positiva em relação à pesquisa anterior, realizada entre 20 e 23 de setembro, quando o atual presidente pontuava com 41% e o senador com 39%.
Metodologia
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. O levantamento teve parceria de divulgação com o Aya Bancah, a maior e mais completa banca digital do Brasil.
Os dados foram coletados de 30 de setembro a 2 de outubro de 2026, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 4.000 entrevistas em 786 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,5 ponto percentual. O intervalo de confiança é de 95%. Está registrada no TSE sob o nº BR-03519/2026.
Para chegar a 4.000 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData/Aya faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, são mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.
Os R$ 400 mil em dinheiro vivo que a Polícia Federal apreendeu na última quinta-feira (1), em Mossoró, pertence ao empresário e candidato a Deputado Estadual (PL), Jorge do Rosário, é o que aponta a investigação. A PF descobriu também que o montante foi sacado pelo irmão dele, identificado como José Ferreira do Rosário Neto.
De acordo com o inquérito, a apuração foi instaurada para investigar suspeitas de corrupção eleitoral e lavagem de dinheiro. O caso teve origem em uma comunicação do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre uma movimentação atípica, que apontou o provisionamento de um saque em espécie de R$ 400 mil na conta da empresa Repav Rosário Edificações e Pavimentação Ltda, da qual Jorge do Rosário é sócio majoritário e administrador. O irmão, José Ferreira também tem participação na empresa, mas como sócio minoritário.
A retirada foi executada por José Ferreira, mas ainda não há informações se a quantia apreendida pela PF corresponde integralmente ao valor provisionado. A investigação busca esclarecer a fundo essa movimentação financeira e sua eventual relação com crimes eleitorais.
Os presidenciáveis Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) realizam neste sábado (3) os últimos atos de campanha para o primeiro turno das eleições de 2026. Concentrados estrategicamente na região Sudeste, o maior colégio eleitoral do país, os principais concorrentes buscam consolidar apoios e atrair votos de última hora antes de os brasileiros irem às urnas neste domingo (4).
O presidente e candidato à reeleição, Lula, encerra sua agenda com uma caminhada na Avenida Paulista, na capital paulista. O estado é considerado prioridade absoluta pela coordenação de campanha e foi o mais visitado pelo petista ao longo do pleito, reunindo um eleitorado apto de 34,1 milhões de pessoas.
Além de buscar votos para a corrida presidencial, Lula tenta impulsionar a candidatura de Fernando Haddad (PT) ao governo estadual para forçar um segundo turno contra o atual governador, Tarcísio de Freitas (Republicanos). A missão, contudo, é desafiadora: pesquisa Datafolha recente indica Tarcísio com 56% dos votos válidos, ante 37% de Haddad, o que acende o alerta para o risco de o petista ficar sem palanque competitivo no maior estado do país.
Do outro lado, Flávio Bolsonaro divide o último dia de campanha entre São Paulo e o Rio de Janeiro. Pela manhã, o senador participa de uma moto-carreata ao lado de Tarcísio de Freitas no interior paulista, percorrendo trechos entre Santa Bárbara d’Oeste e Americana. À tarde, viaja para o Rio de Janeiro, berço político de sua família e onde deu início à corrida presidencial em agosto, onde comanda uma mobilização entre Campo Grande e Bangu, na Zona Oeste.
Com estratégias focadas em demonstrações de força nos redutos decisivos do Sudeste, os candidatos encerram uma das campanhas mais disputadas da história recente, deixando o veredito final nas mãos dos eleitores neste domingo.
A abstenção no primeiro turno das eleições presidenciais brasileiras tem apresentado trajetória de alta desde 2006. O índice acumulou um crescimento de quatro pontos percentuais até 2022, quando alcançou 20,79%, representando a ausência de 32,2 milhões de eleitores. Diante de um cenário atual marcado por grande acirramento e margens apertadas entre os principais concorrentes, analistas avaliam que o nível de comparecimento às urnas poderá ser o fiel da balança na disputa pelo Palácio do Planalto.
No pleito anterior, entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL), a dinâmica foi distinta: com margens mais amplas e menor apatia na reta final, a abstenção caiu no segundo turno pela primeira vez desde 2002. Na corrida atual, contudo, especialistas apontam fatores inéditos, como a ausência de debates entre os principais candidatos e um engajamento geral considerado baixo desde a redemocratização.
O impacto nas bases e divergências entre especialistas
Para o cientista político Antônio Lavareda, presidente da Abrapel, o crescimento da abstenção tende a penalizar a candidatura de Lula. Baseando-se na correlação quase absoluta de -0,97 entre menor escolaridade e abstenção, público tradicionalmente de maior apoio petista, Lavareda argumenta que as dificuldades logísticas e a insatisfação econômica pesam mais sobre os eleitores de menor renda e menor instrução.
“A abstenção vai prejudicar Lula porque ele tem menos votos entre os menos escolarizados do que tinha em 2022. Há uma insatisfação com a economia e a percepção de que ela não melhorará”, aponta o cientista político.
Em contrapartida, Luciana Chong, diretora do Datafolha, pondera que a projeção exata sobre quem será mais prejudicado é complexa. Dados de propensão de voto do instituto mostram perfis de menor engajamento concentrados entre jovens e menos escolarizados, mas com nuances geográficas importantes. Enquanto o Sudeste registra maiores taxas de propensão à ausência, o Nordeste demonstra índices mais elevados de fidelidade ao comparecimento.
O peso histórico e o voto obrigatório
Para Jairo Nicolau, pesquisador do CPDOC/FGV, o cenário atual gera curiosidade por evidenciar um clima de apatia e recusa à política cujos reflexos definitivos nas urnas ainda são imprevisíveis. Já Bruno Reis, professor de ciência política da UFMG, relativiza o impacto institucional do absenteísmo e destaca a resiliência do sistema brasileiro: para ele, mesmo com penalizações brandas pelo descumprimento do voto obrigatório, a taxa histórica de comparecimento em torno de 80% continua sendo um indicador positivo de engajamento cívico.
ESSE PROTESTO DEVERIA SER EM ALGUM LUGAR MAIS IMPORTANTE QUE A PONTO, UM PROTESTO PARA LADO CRIMINAL TERIA QUE SER EM FRENTE A PREFEITURA OU ATE MESMO DELEGACIAS, O QUE VAI MELHORAR FAZENDO NA PONTE? ALÉM DE PREJUDICAR OS TRABALHADORES??? PELO AMOR DE DEUS TEMOS QUE PENSAR EM ALGO QUE REALMENTE VÁ FUNCIONAR.