Política

O Estado a serviço do crime

POR JOSÉ NÊUMANNE

E Lulinha “guerra e ódio” perdeu mais uma votação num tribunal superior por goleada. Desta vez foi 6 a 1 no julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de 16 pedidos de impugnação do registro de sua candidatura pelo Partido dos Trabalhadores (PT) à Presidência.

Bem que poderia ter sido por 7 a 0. Seria a lógica dos fatos, sem fantasias ideológicas, e também de decisões anteriores de todo o Judiciário. Condenado em primeira instância a nove anos e meio pelo juiz Sergio Moro, o ex-presidente levou surras de 3 a 0 na turma do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4) e de 5 a 0 no âmbito do Superior Tribunal de Justiça (STJ). E ainda sem complacência nas decisões monocráticas dos relatores dos recursos, Gebran Neto, em Porto Alegre, e Félix Fischer, em Brasília. Caindo no plantão de Laurita Vaz, à época presidente do STJ, foi mantida, da mesma forma, a decisão do TRF-4 de deixá-lo preso “na sala de estado-maior” na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.

O preso mais famoso do Brasil perdeu de novo, por maioria simples, quando o habeas corpus pedido pela defesa subiu para julgamento no STF: 6 a 5. O ministro Luiz Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato, puxou os votos para ele ficar privado de liberdade. Com ele votaram, em abril, Alexandre de Moraes, Luís Barroso, Luiz Fux, Rosa Weber e a presidente Cármen Lúcia. Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio Mello, Gilmar Mendes e o decano Celso de Mello deram os votos perdedores. E, em votações na Segunda Turma do STF, Fachin perde suas tentativas de punir, às vezes com voto de Celso de Mello e sempre contra a maioria formada pelo trio Parada Mole: Lewandoswki, Toffoli e Gilmar.

A sessão histórica do TSE em que o registro da candidatura do PT foi negado começou com a leitura do relatório didático e na mosca do relator Luís Roberto Barroso. Parecia nem haver muito a discutir. Pois a Constituição de 1988 consagrou a figura da lei de iniciativa popular. Lula e o PT foram convencidos por Ulysses Guimarães a assinar e apoiar esse tipo de legislação fora dos cânones. A Lei da Ficha Limpa é a mais popular das iniciativas partidas do povo sem intermediação e atendeu a um apelo da população, acompanhada pelos petistas, a favor da moralização da atividade política e da gestão pública. Na Presidência, Lula em pessoa promulgou a lei. Mas a sempre irônica deusa Clio, que, segundo os gregos, manda na História, logo fez-se presente: o militante que assinou a lei proibindo candidaturas de políticos com a ficha suja caiu nas malhas do Código Penal, personificando um dos pré-requisitos que a norma acrescentou à letra constitucional: condenados em segunda instância não podem disputar eleição nenhuma. Assim mesmo, sem mais.

Não há nem pode haver exceções à regra. Mas os devotos de padim Lula tentaram criar uma inovação: o signatário da Lei da Ficha Limpa teria de ser a exceção à regra e, mesmo condenado e cumprindo pena, ter sua pretensão presidencial autorizada pela Justiça Eleitoral por exigência da mesma instituição do Estado de Direito que havia tomado a iniciativa da legislação contra a corrupção: o povo. A Lei da Ficha Limpa fora avalizada por mais de 1,5 milhão de assinaturas de cidadãos aptos a votar. A exceção exigida pelos lulistas teria como base apenas pesquisas de intenção de votos, que não são meio válido de aferição para eleger ninguém.

À falta de um dispositivo constitucional que garanta impunidade plena ao chefe de Estado que promulgou a punição, a defesa do preso e seu partido inventaram um slogan de muito apelo e lógica nenhuma: “Eleição sem Lula é fraude”. E recorreram a uma recomendação assinada por dois dos 18 peritos do Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) exigindo que, em nome do povo – que nem consultado o fora em plebiscito, referendo ou disputa eleitoral –, o “Brasil” (seja lá o que diabo for isso) permita a um condenado em segunda instância disputar pleito, seja qual for ele, inclusive o presidencial.

Antes da condenação e prisão de Lula, seus asseclas providenciaram uma campanha em duas fases para uma eleição em dois turnos. Ela começaria com propaganda maciça da chapa Lula e Haddad para depois poderem acrescentar um acento agudo, passando para Lula é Haddad, ou “Andrade”, como se propaga num de seus mais fiéis redutos, o interior de Pernambuco, dominado pelos “socialistas” saudosos de Arraes e Campos.

A farsa foi submetida ao TSE e o julgamento da sexta 31 de agosto para o sábado 1.º de setembro finalmente adotou a decisão definitiva para por a falsa candidatura de quem não pode ser eleito no lixo da História. Assim se deu o julgamento, mas com uma exceção à regra geral. Fachin, o implacável relator da Lava Jato, votou a favor do óbvio relatório de seu colega Barroso, considerando Lula “inelegível”. Só que rasgou os dicionários, inelegível significa quem não pode ser eleito, ao autorizar o ex a participar da disputa eleitoral até passar pelo fabuloso “transitado em julgado”, como sugeriam dois “peritos” da ONU. Com isso despedaçou a Constituição, que não consagra comitês das Nações Unidas como revisores da Justiça brasileira, e a própria biografia de justo e honrado. Sua decisão, diga-se em seu favor, não altera a derrota acachapante sofrida pelo não candidato, mas levanta uma dúvida: como votará agora o relator da Lava Jato, que foi sempre implacável legalista tido como coerente?

O voto de Fachin só se apoia em sua biografia de esquerdista que apoiou publicamente Dilma na eleição presidencial. E reforça a mentalidade colonizada da esquerda brasileira, que Nélson Rodrigues batizou de “complexo de vira-lata”, ao dar valor a uma instituição internacional que não dispõe, como argumentaram os seis outros votantes, de poder vinculante sobre decisões do Judiciário brasileiro. Ponto final. E somente o futuro poderá desvendar o mistério do voto fora da curva dele.

Por enquanto, basta a clareza didática de Barroso, Jorge Mussi, Og Fernandes, Admar Gonzaga, Tarcísio Vieira e Rosa Weber, apesar da enxúndia do voto final dela. E nos resta testemunhar o PT desmoralizando a Justiça ao se negar a cumprir a decisão final da maioria de ter de substituir Lula por Haddad/“Andrade” e ainda justificando que o faz para “testar” até que ponto iria sua resolução sobre a qual não restam dúvidas.

Esta, aliás, é uma boa hora para contar que de gratuito o tal de horário eleitoral não tem nada. A propaganda partidária é financiada pelo erário. E o horário dito “gratuito” em emissoras de rádio e TV é bancado por isenção de impostos. A isenção fiscal equivale a cerca de 80% do que seria obtido com a venda publicitária. Segundo cálculo da ONG Contas Abertas, tal custo representa R$ 6,9 por eleitor. Além disso, as campanhas em geral são bancadas com dinheiro público. Os partidos têm à sua disposição R$ 1,7 bilhão do Fundo Eleitoral e R$ 888 milhões do Fundo Partidário para as eleições de 2018, despesas definidas pelo Congresso.

A distribuição dos recursos do Fundo Eleitoral ficou assim: 48% conforme o número de deputados de cada partido na Câmara, 35% entre os partidos com ao menos um representante na proporção dos votos obtidos pelos deputados na última eleição e 15% de acordo com o total de senadores de cada sigla. O MDB foi o maior beneficiado, com direito a R$ 234,2 milhões, seguido pelo PT, com R$ 212,2 milhões e pelo PSDB, com R$ 185,8 milhões. Já o critério de distribuição do Fundo Partidário é o seguinte: 95% são distribuídos na proporção de votos obtidos por cada legenda na última eleição para a Câmara de Deputados e 5% divididos igualmente entre todas as siglas. O PT é o partido que tem direito à maior fatia do Fundo Partidário, seguido pelo PSDB. Esses números constam de reportagem do Igor Machado no Estado de 22 de junho de 2018.

As eleições são bancadas com dinheiro público e a forma da distribuição dos recursos privilegia os políticos que já estão no poder. O eleitor que quer renovar paga a conta dos políticos que exigem ficar.

É beneficiado quem comprou seus lugares com dinheiro de propina e aprovou uma lei para o Estado gastar para mantê-los no poder. Ganharam a corrida recorrendo a dopping financeiro. O lema da turma é não renovar e descriminalizar. E receberá os recursos dos fundos tendo ainda vantagem indevida sobre quem não aderiu ao esquema – o Estado a serviço do crime.

Estadão Conteúdo

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Política

[VÍDEO] Allyson Bezerra agradece votos, confirma que ligou para parabenizar Cadu e deseja bom mandato


Allyson Bezerra (União Brasil), divulgou um vídeo nas redes sociais na noite deste domingo (25) agradecendo ao mais de 1 milhão de eleitores potiguares que votaram em sua chapa no segundo turno.

No pronunciamento, Allyson confirmou que já entrou em contato por telefone com o governador eleito Carlos Eduardo Xavier, o Cadu (PT), para parabenizá-lo e reconhecer o resultado da apuração.

“Já liguei para o novo governador eleito do Estado, Cadu. Desejei a ele que fizesse um grande mandato e reconheci o resultado das urnas de forma democrática”, declarou Allyson.

O gestor agradeceu também ao seu vice na chapa, Hermano Moraes, às lideranças aliadas e à militância nos 167 municípios do Rio Grande do Norte, afirmando que a “luta continua”.

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Eleições 2026

Ministério Público Eleitoral foi contra prorrogação da votação até as 19h

Fernando Frazão/Agência Brasil

O Ministério Público Eleitoral se posicionou contra a extensão do horário de votação até as 19h, solicitada pelas campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) neste domingo (25).

Em manifestação, o vice-procurador-geral eleitoral Alexandre Espinoza defendeu a manutenção do horário previsto em lei e afirmou que eventuais irregularidades no transporte de eleitores devem ser apuradas, com responsabilização dos envolvidos, caso sejam comprovadas.

O órgão também ressaltou que deve ser garantido o direito ao voto de quem estava na fila até as 17h. A manifestação foi contrária à prorrogação geral do horário, apesar dos pedidos apresentados pelas duas campanhas.

Com informações da CNN Brasil 

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Eleições 2026

[VÍDEO] Aliados cercam Lula em QG de campanha com cantos e aplausos


Imagens do QG de campanha do PT mostram o clima de festa entre os aliados mais próximos de Luiz Inácio Lula da Silva. No vídeo, o presidente aparece abraçando apoiadores e sendo cumprimentado por figuras da cúpula governista, como o vice-presidente Geraldo Alckmin e a ministra Marina Silva.

Aos gritos de “Lula, guerreiro do povo brasileiro”, o grupo comemora em tom de festa, com direito a palmas e punhos erguidos.

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Geral

ELEIÇÕES 2026: Lula é o primeiro presidente da República a ser eleito quatro vezes

Foto: Ricardo Stuckert

Reeleito neste domingo (25), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o primeiro a ocupar o cargo quatro vezes na história do Brasil.

Lula foi eleito pela primeira vez em 2002, contra José Serra, e reeleito em 2006, contra seu atual vice, Geraldo Alckmin (PSB).

Após 12 anos longe do Palácio do Planalto, o petista assumiu a chefia do Executivo Federal novamente em 2022, quando venceu o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em seu terceiro mandato.

À época, Lula já havia sido o primeiro da história a conquistar três vitórias em eleições diretas.

Aos 80 anos, Lula disputou sua sétima eleição neste ano e garantiu uma virada histórica contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), em relação ao resultado do primeiro turno.

Com a vitória deste domingo, o presidente foi eleito para seu quarto mandato, que começa em janeiro de 2027.

CNN Brasil

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Eleições 2026

ELEIÇÕES 2026 – GOVERNADOR: TSE confirma Cadu de Lula (PT) eleito governador do RN com 50,71% dos votos; Allyson (União Brasil) tem 49,29%

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou matematicamente a eleição de Cadu de Lula (PT) para o Governo do Rio Grande do Norte no segundo turno das Eleições 2026.

Com 98,76% das urnas apuradas, Cadu soma 1.059.700 votos, o equivalente a 50,71% dos votos válidos. Allyson (União Brasil) aparece com 49,29%, totalizando 1.030.049 votos.

A diferença entre os candidatos é de 29.651 votos.

Até o momento, 8.014 das 8.115 seções eleitorais foram totalizadas no RN. O TSE já apresenta a eleição como matematicamente definida, mesmo antes da conclusão de 100% da apuração.

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Geral

ELEIÇÕES 2026: Lorenzo Pazolini é eleito governador do Espírito Santo no 2º turno

Foto: Divulgação

Lorenzo Pazolini (Republicanos) foi eleito neste domingo (25) governador do Espírito Santo, no segundo turno, e vai comandar o estado pelos próximos quatro anos.

Ele derrotou o adversário e atual governador do estado, Ricardo Ferraço (MDB), nas urnas, segundo divulgação da apuração do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Conforme a Justiça Eleitoral, no primeiro turno, Pazolini obteve 49,65% dos votos (1.048.633 votos), enquanto Ferraço, 34,06% (719.397 votos).

Quem é Lorenzo Pazolini

Lorenzo Silva de Pazolini tem 44 anos, é casado e nasceu em Vitória (ES). Servidor público estadual, é formado em Direito e tem pós-graduação em Segurança Pública. Pazolini tem como vice Eliane Leal (PL) e concorreu com o número 10.

É delegado e, antes de entrar para a política, teve carreira na Polícia Civil e foi auditor do Tribunal de Contas do Espírito Santo.

O candidato já disputou outras três eleições. Em 2018, foi eleito deputado estadual pelo então PRP (Partido Republicano Progressista).

Em 2020, foi eleito prefeito de Vitória pelo Republicanos e, em 2024, foi reeleito ao cargo. Em abril deste ano, deixou a prefeitura, onde ficaria até dezembro de 2028, para concorrer ao governo estadual.

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Geral

ELEIÇÕES 2026 – PRESIDENTE: Com 80,02% das urnas apuradas, Lula tem 51,27% e Flávio Bolsonaro tem 48,73%


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulga a apuração dos votos do segundo turno das eleições presidenciais.

Com 80,02% das urnas apuradas, Lula lidera com 51,27%, enquanto Flávio registra 48,68%.

A apuração continua.

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Eleições 2026

ELEIÇÕES 2026 – GOVERNADOR: Com 95,01% das urnas apuradas no RN, Cadu de Lula (PT) lidera com 50,96%; Allyson (União Brasil) tem 49,04%

De acordo com o TSE, Cadu de Lula (PT) lidera a disputa para o Governo do Rio Grande do Norte com 50,96% dos votos, com 95,01% das urnas apuradas no estado.

Cadu soma 1.022.645 votos, enquanto Allyson (União Brasil) aparece em segundo lugar, com 49,04%, totalizando 984.177 votos.

A diferença entre os candidatos é de 38.468 votos.

Até o momento, 7.710 das 8.115 seções eleitorais foram totalizadas no RN.

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Eleições 2026

ELEIÇÕES 2026 – GOVERNADOR: Com 90,78% das urnas apuradas no RN, Cadu de Lula (PT) lidera com 51,08%; Allyson (União Brasil) tem 48,92%

De acordo com o TSE, Cadu de Lula (PT) lidera a disputa para o Governo do Rio Grande do Norte com 51,08% dos votos, com 90,78% das urnas apuradas no estado.

Cadu soma 978.367 votos, enquanto Allyson (União Brasil) aparece em segundo lugar, com 48,92%, totalizando 937.127 votos.

A diferença entre os candidatos é de 41.240 votos.

Até o momento, 7.367 das 8.115 seções eleitorais foram totalizadas no RN.

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Geral

ELEIÇÕES 2026: Omar Aziz é eleito governador do Amazonas no 2º turno

Foto: Saulo Cruz/Agência Senado

O senador Omar Aziz (PSD) foi eleito governador do Amazonas no segundo turno das eleições deste domingo (25), segundo os dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

O candidato teve a maior parte dos votos do eleitorado do estado e é o próximo governador a assumir, a partir de janeiro de 2027, a gestão do Palácio Rio Negro, cargo que já ocupou no passado, de 2010 a 2014.

Ele disputou a gestão amazonense com a candidata Professora Maria do Carmo (PL).

Aziz tem como vice a deputada estadual Alessandra Campelo, do mesmo partido. A chapa integra a coligação “Força Amazonas”, formada por PSD, MDB e Republicanos.

Quem é Omar Aziz

Omar José Abdel Aziz tem 68 anos e quase quarenta de vida política e já foi eleito chefe do executivo do estado em 2010.

Em 2014, ele renunciou ao cargo para disputar uma vaga no Senado, sendo eleito com mais de 930 mil votos. Foi reeleito ao cargo no pleito de 2022.

Aziz também já foi vereador de Manaus por dois mandatos consecutivos e já ocupou os cargos de deputado estadual e vice-prefeito da capital, em 2000.

Em 2002, foi eleito vice-governador do Amazonas e reeleito quatro anos depois. Assumiu o governo do estado em 31 de março de 2010, após a renúncia do então governador Eduardo Braga, sendo reeleito no pleito do mesmo ano.

Em 1981, foi eleito presidente da Engenhoca, que posteriormente se transformou no Diretório Acadêmico de Engenharia da Ufam (Universidade Federal do Amazonas), onde se formou em engenharia civil.

Em 1984, foi diretor do DCE (Diretório Central dos Estudantes), participando de movimentos pró-redemocratização do país após a ditadura militar.

Um dos trabalhos pelos quais Aziz é mais conhecido é pela presidência da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid, que investigou as ações e omissões do então governo de Jair Bolsonaro (PL) na pandemia, em 2021.

Ele também foi relator da PEC do fim da escala 6×1 na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e disputou a presidência da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS, mas foi derrotado por Carlos Viana (PSD).

CNN Brasil

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